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Conselho vota contra, mas Assembleia Geral está confirmada para o dia 26

Em reunião nesta terça-feira, nas Laranjeiras, a maioria dos conselheiros se posicionou contra a Assembleia Geral convocada por Pedro Abad e marcada para sábado, dia 26. A intenção é remarcar a eleição, inicialmente prevista para novembro, para março.

Enquanto 36 membros do Conselho votaram a favor, 43 discordam da decisão do presidente. O placar adverso, porém, não impede a realização da assembleia. Por outro lado, pode ser usado em eventuais ações judiciais.

Favoráveis à Assembleia Geral: Pessoas ligadas à Flusócio, aos Esportes Olímpicos e a Mário Bittencourt, que pretende montar chapa com Celso Barros e Ricardo Tenório.

Contrários à Assembleia Geral: membros da coalizão Unido e Forte, que deixou a gestão em maio de 2018 para se tornar oposição. Formado por Flu 2050, Por Amor ao Fluminense, MR21 e o Esperança Tricolor, o grupo é representado por Cacá Cardoso e Diogo Bueno.

Fernando Leite explicou que marcou o encontro “para dar voz ao Conselho”, uma vez que entende que a assembleia deveria passar primeiro pelos conselheiros. Ele prometeu disponibilizar a ata da sessão para aqueles que desejarem levar o caso à Justiça.

A principal argumentação é a de que a medida fere o estatuto, que prevê que alterações eleitorais só podem valer a partir do mandato seguinte.

Os oposicionistas acusam supostos furos na convocação da assembleia e, baseados em documentos, afirmam que sócios sem o tempo mínimo para voto receberam a chamada para o evento.

“Sócios maiores de 16 (dezesseis) anos, pertencentes ao Quadro Social há mais de 1 (um) ano e há mais de 2 (dois) anos para a categoria de Sócio-Futebol, ambos, ininterruptamente, e em situação regular com o Clube”, diz o estatuto sobre as condições para participar do processo.

Por sua vez, os situacionistas consideram que a mudança estatutária é a única solução para impedir duas eleições num só ano. Aliada a Abad, a Flusócio buscou levar o máximo de integrantes para a votação, no objetivo de vencê-la. No entanto, acabou derrotada no que vê como um fato político criado pela oposição.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Sem quórum mínimo, processo de impeachment é arquivado; oposição planeja nova tentativa

A sede nas Laranjeiras ganhou ares de tensão nesta quinta-feira, quando aconteceria a votação sobre o impeachment a Pedro Abad. Porém, o processo, protocolado desde agosto, acabou arquivado por não haver quórum mínimo. O que, aliás, era esperado por ambos os lados. Eram necessários, segundo o estatuto, 150 conselheiros presentes. Apenas 96 compareceram ao Salão Nobre, sendo que 254 estavam aptos a votar.

Aliados ao presidente, a Flusócio e o Esportes Olímpicos, que representam a maioria no Conselho Deliberativo, esvaziaram a reunião. Por sua vez, Abad acompanhou a assembleia ao lado de seu advogado, Fernando Setembrino, que tentou, na Justiça, suspendê-la.

No entorno do local, mais de 50 torcedores não se intimidaram com a segurança reforçada e protestaram contra a diretoria, exigindo a renúncia de Pedro Abad. Algo que se tornou comum nas arquibancadas e nas redes sociais.

– Abad, agora é sério: ou renúncia ou vai parar no cemitério – diziam os tricolores, enfurecidos.

Com a frustração nesta ocasião, a oposição formalizou, ainda ontem, um novo requerimento pelo impedimento, baseado na ação judicial do presidente contra o Fluminense. Foram recolhidas mais de 50 assinaturas – o mínimo estabelecido para o processo ser aberto. 


Abaixo, confira um resumão do que rolou nas Laranjeiras:

Veto à imprensa 

A princípio, a imprensa não teria acesso ao clube, a mando de Abad. Mas, após a pressão exercida por oposicionistas, o presidente do Conselho, Fernando Leite, autorizou a entrada dos jornalistas. 

Pronunciamento de Pedro Abad

Pedro Abad esperou o encerramento da sessão desta quinta-feira para reunir a imprensa para um pronunciamento. No objetivo de trazer “paz” ao Fluminense, ele confirmou a intenção de antecipar as eleições de novembro de 2019. 

Celso Barros

Possível candidato à presidência no ano que vem, Celso Barros, mesmo não sendo conselheiro, entrou no Salão Nobre para assistir ao encontro. Sócios-proprietários e contribuintes também tiveram acesso permitido, ao contrário dos sócios-torcedores.

Vaias ao advogado do presidente 

Assim que comunicou a impossibilidade de realizar a sessão, Leite deu aos conselheiros a chance de se manifestar. Ex-vice-jurídico, Miguel Pachá, que abandonou o cargo em maio, alegou gestão temerária, lembrou o episódio das dispensas em 2017 e questionou a continuidade do projeto Flu-Samorin, na Eslováquia.

Enquanto discursava, quase foi interrompido por Fernando Setembrino, advogado de Abad, que queria tomar a palavra. No entanto, ouviu vaias da plateia.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Pedro Abad e presidente do Conselho avaliam antecipar eleições de 2019

Desgastado perante a torcida e lideranças políticas, Pedro Abad considera apressar as eleições para presidente e vice-presidente, marcadas, inicialmente, para novembro de 2019. O quadro de conselheiros, porém, seria mantido. Nesta terça-feira, o mandatário se encontrou com o regente do Conselho Deliberativo, Fernando Leite, nas Laranjeiras, para discutir a possibilidade.

Na conversa, concordaram ser preciso convocar uma Assembleia Geral, em que conselheiros e sócios-torcedores podem votar, para alterar o estatuto e transferir o pleito para março. A dúvida é se o mandato duraria apenas alguns meses, encerrando nas eleições no fim do ano que vem, ou se terminaria apenas em novembro de 2022.

Embora ainda tenha de ser aprovado por outras correntes políticas no clube, a ideia agrada a Mário Bittencourt e Ricardo Tenório, que formaram uma das chapas vencidas por Abad em 2016, e Celso Barros, igualmente derrotado na eleição passada. Aliás, o ex-presidente da Unimed se diz favorável, também, ao impeachment, que será votado nesta quinta-feira.

– Eu sei que existe essa possibilidade de isso ser discutido. Mas, para isso (a antecipação das eleições) acontecer, a proposta de mudança de estatuto tem de chegar de forma oficial na minha mão. E isso não aconteceu – disse Fernando Leite.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Abad e vice de futebol não comparecem à reunião para exposição do planejamento para 2019

Convocados, pela segunda vez, a apresentar o planejamento do futebol para 2019, Pedro Abad, presidente, e Fabiano Camargo, vice-presidente da pasta, não compareceram à reunião do Conselho Deliberativo ocorrida nesta quinta-feira, nas Laranjeiras. Ambos, ao explicar a ausência, alegaram problemas pessoais. A informação é do NETFLU.

A exposição dos planos para o ano que vem estava marcada, inicialmente, para o dia 29 de novembro, pós-eliminação na Sul-Americana, quando alguns torcedores se reuniram para protestar na sede. Também em razão do temor por maiores confusões, os cartolas e conselheiros ligados à Flusócio não assistiram a esse encontro. Assim, a pauta acabou adiada para hoje.

No dia 20 de dezembro, haverá a votação para o impeachment do presidente. Mas a assembleia só acontecerá na presença de, pelo menos, 150 conselheiros. Visto que a Flusócio, aliada a Abad, é maioria no Conselho, pouco se crê que terá quórum mínimo. Para avançar, o processo precisa ser aprovado por 2/3 dos presentes.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Conselho votará pedido de impeachment de Abad em duas semanas

Protocolado desde agosto, o pedido de impeachment de Pedro Abad passará por votação no Conselho Deliberativo em 20 de dezembro, nas Laranjeiras. A sessão só ocorrerá com a presença de, pelo menos, 150 pessoas, das quais 2/3, ou seja, 100 precisam ser favoráveis à saída do presidente para que a ação seja aprovada. Número considerado improvável de se alcançar, dada a maioria de conselheiros ligados à Flusócio. 

Liderando o processo, o Unido e Forte recolheu, em cerca de dois meses, 77 assinaturas no documento em que cobra o impedimento de Abad. Igualmente oposicionistas, os grupos Pró-Flu, Flu + e Tricolor de Coração apoiam a causa. 

Nomeada pelo presidente do Conselho, Fernando L., a Comissão de Assuntos Disciplinares julgou, em novembro, procedente o pedido de impeachment. Compõem a junta os conselheiros Ricardo Tadeu Bessa Mattos (presidente), José Carlos Fernandes da Costa (relator), Nilton Gibaldi Filho, Paulo Horácio de Oliveira Delphim e Paulo Roberto Moura de Miranda. 

Ricardo Tadeu Bessa Mattos, Paulo Horácio de Oliveira Delphim e Paulo Roberto Moura de Miranda assinaram a peça onde a oposição formalizava o requerimento. O que, para os situacionistas (Flusócio e Esportes Olímpicos), põe em xeque a lisura da conduta.

Aos jornalistas, domingo, depois de assegurada a permanência na primeira divisão do Campeonato Brasileiro, Pedro Abad disse que, por ora, não vê sua renúncia como uma possibilidade. 

– O processo de impedimento que eu sofro é democrático. Se algum dia eu achar que não tenho condição, peço para sair. Fluminense é maior do que eu. Me sinto em condições de continuar. Eu faço isso aqui porque eu gosto – disse, completando:

– Convivo diariamente com pessoas da Flusócio e nunca me pediram para renunciar. Mas as versões se sobrepõem aos fatos. Nas redes sociais, propagam o que dá interesse, não o que é real. Isso é coisa de rede social. 


Veja a agenda do Conselho em dezembro:

  • 13/12 – Planejamento do futebol para 2019
  • 20/12 – Análise do pedido de impeachment de Abad
  • 27/12 – Votação do orçamento para 2019

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Conselheiro retira pré-candidatura a cargo no Conselho e provoca ausência de situacionistas em reunião

Duas razões levaram o Conselho Deliberativo a realizar uma reunião ordinária nas Laranjeiras, quinta-feira, apesar da presença de 30 torcedores em ato de repúdio à gestão. A princípio, haveria a apresentação do planejamento do futebol para 2019. Porém, a pauta não pôde ser cumprida, em razão da ausência do vice-presidente da pasta, Fabiano Camargo. Durante a tarde, ele, segundo o Globoesporte.com, esteve no Centro de Treinamento, na Barra, para comunicar ao Marcelo Oliveira sobre a demissão. 

Assim, ocorreu apenas a eleição de Walcyr Borges (ligado ao Pró-Flu, de oposição), com 36 votos de 40 presentes, para primeiro secretário de mesa, cargo vago desde o falecimento de Heleno Sotelino. Num primeiro momento, Nilton Gibaldi (ligado ao Esportes Olímpicos, de situação) também concorreria ao posto. Todavia, oficializou, na segunda-feira, a retirada de sua pré-candidatura. Ele viajou a Porto Alegre para representar o Fluminense em um campeonato internacional de tênis e, por isso, não compareceu ao encontro. 

Cédula para votação contém apenas o nome do oposicionista Walcyr Borges. (Foto: Reprodução)

Segundo apurou o Canal FluNews, a saída de Nilton Gibaldi do páreo fez com que os membros da Flusócio e do Esportes Olímpicos, já desinteressados no cargo que estava em votação, se ausentassem. A grande chance de haver protesto da torcida também colaborou para deixá-los longe da sede.

Havia, inclusive, uma enorme confiança de que, se a candidatura fosse levada adiante, o situacionista venceria o adversário. Lembrando que os grupos de apoio a Pedro Abad são maioria no Conselho.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Protesto reúne cerca de 30 torcedores, e Flusócio se ausenta em peso de reunião do Conselho

Combinado nas redes sociais, o ato de repúdio à gestão de Pedro Abad reuniu apenas 30 torcedores nas Laranjeiras. Houve, inclusive, uma comparação entre o presidente e Luiz Fernando Pezão, governador do Rio de Janeiro preso nesta quinta-feira. “Não é mole, não. Quem rouba mais, o Abad ou o Pezão?”, cantaram os presentes. Na passarela em frente à Universidade Santa Úrsula, os tricolores estenderam duas faixas com pedidos pelas saídas de Abad e da Flusócio, grupo que o elegeu em 2016.

A fim de impedir maiores problemas, o Fluminense reforçou a segurança, como vem fazendo nos desembarques do elenco, e contou com o suporte de duas viaturas da Polícia Militar, com três policiais em cada.

Enquanto acontecia o protesto, acompanhado até de carro de som, 40 conselheiros presenciaram mais um encontro do Conselho Deliberativo. Embora tenha sido a principal razão da convocação da reunião ordinária, o planejamento do futebol para 2019 acabou não sendo apresentado, uma vez que o vice-presidente da pasta, Fabiano Camargo, não compareceu ao local. Aliás, nenhum membro da Flusócio assistiu à reunião, informaram pessoas que acessaram o Salão Nobre.

Ocorreu a eleição de Walcyr Borges (ligado ao Pró-Flu, de oposição), com 36 votos, para o cargo de primeiro secretário de mesa, vago desde o falecimento de Heleno Sotelino. De acordo com o apurado pelo Canal FluNews, Nilton Gibaldi Filho (ligado ao Esportes Olímpicos, de situação) concorreria ao posto, mas retirou a pré-candidatura na segunda-feira. Ele também não esteve presente, por estar em Porto Alegre representando o Fluminense em um campeonato internacional.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

 

Torcedores entregam carta ao Conselho, mas presidente veta leitura em reunião

Uma centena de torcedores foi a Laranjeiras, nesta terça-feira, para, além de expressar sua inconformidade com a gestão, entregar uma carta ao Conselho Deliberativo, na qual listava motivos para cobrar a saída de Pedro Abad. Enquanto o entorno da sede era tomado pela confusão, conselheiros receberam a mensagem destinada a Fernando César Leite, presidente do Conselho. A intenção era que esta fosse lida no Salão Nobre, o que foi vetado pela mesa. Os representantes da situação também eram contra.

A justificativa para a decisão foi a conversa que Fernando Leite teve com alguns tricolores, quando foi ao encontro destes, do lado de fora, durante a manifestação. Ficou definido que uma cópia do comunicado vai ser enviada a cada conselheiro, presente ou não à reunião. Foi o que a presidência do Conselho entendeu como medida mais efetiva.

No protesto de duas semanas atrás, foram espalhados, nos muros do clube, cartazes com suposto pedido de renúncia de Abad. Cabe ressaltar que, hoje, a hipótese é descartada pelo mandatário.

Leia o conteúdo do documento:

Primeiro página da carta dos representantes para o Conselho Deliberativo (Foto: Divulgação)

Segunda e última página do documento para ser lido na reunião do Conselho (Foto: Divulgação)

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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Explosões, confusão e pedido de renúncia de Abad: a nova tentativa de invasão à sede do clube

Num espaço curto de tempo, duas tentativas de invasão à sede do Fluminense. A primeira, há duas semanas. Nesta terça-feira, a segunda, novamente durante reunião do Conselho Deliberativo. Desta vez, mais tensa. A partir de 20h, cerca de 100 torcedores, antes concentrados nas praças do Largo do Machado e São Salvador, partiram para a rua Álvaro Chaves, ateando fogo em lixeiras e lançando fogos e gás lacrimogêneo para dentro do clube. Os funcionários, inclusive, se protegeram da confusão no campo do estádio.

Ao chegarem à entrada da sede, os manifestantes, alguns encapuzados, tentaram, sem sucesso, driblar os seguranças para ter acesso ao Salão Nobre, onde, no momento da desordem, Pedro Abad discursava. A reunião foi paralisada, enquanto dezenas de policiais, acionados para contornar o problema, entravam em ação. Foram usadas balas de borracha para dispersar as pessoas.

Até o patrimônio do Fluminense foi depredado. Objetos arremessados pelos torcedores, como pedras e pedaços de lixeira, deixaram estilhaços na porta que dá acesso à Sala de Troféus e ao Salão Nobre. Os bustos de Nelson Rodrigues, Assis e Washington, logo na entrada do clube, foram atingidos por cavalete, sem danificações.

Apesar do clima tenso no entorno de Laranjeiras, Fernando César Leite decidiu, depois de conversar com torcedores, retomar o encontro de conselheiros, mesmo que desfalcado de integrantes que preferiram ir embora. Foi quando os tricolores se acalmaram e manifestaram pacificamente, apenas entoando cânticos contra Abad e seu grupo, a Flusócio.

“Eu não sou da Flusócio, eu não sou ladrão, não sou ladrão, não sou ladrão!”

“Renúncia, Abad! F…, incompetente e covarde!”

“Diretoria sem vergonha!”

Veja imagens:

Ruas no entorno da sede do clube ficaram tomadas de tricolores. (Foto: Reprodução)

Logo no começo do ato, torcedores atearam fogo em lixeiras. (Foto: Reprodução)

Polícia Militar foi acionada para conter os manifestantes. (Foto: Caio Filho)

Pedra jogada dentro do clube (Foto: Caio Blois)
Pedra é apenas um dos objetivos arremessados para dentro do clube. (Foto: Caio Filho)

Estilhaços na porta que dá acesso à Sala de Troféus e ao Salão Nobre. (Foto: Reprodução)

Cavalete atingiu bustos na entrada da sede. (Foto: Caio Filho)


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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Convocados se ausentam de reunião extraordinária do Conselho Deliberativo

A reunião extraordinária do Conselho Deliberativo, pedida por um grupo de conselheiros e ocorrida nesta terça-feira, no Salão Nobre de Laranjeiras, ficou marcada pelo protesto de cerca de 60 torcedores, em frente à sede. Mas seu objetivo era dar voz a Marcus Vinícius Freire (ex-CEO e notificado do encontro antes de ser demitido), Rogério Romano (área social), Lawrence Magrath (marketing) e Fernando Simone (assessor especial da presidência), para que pudessem prestar esclarecimentos sobre suas respectivas áreas.

O grupo, porém, se ausentou, e as justificativas ficaram a cargo de Cláudio Barçante, tesoureiro, que representou o Conselho Diretor. Além de falar que, por serem funcionários do clube, os profissionais não poderiam ser expostos, leria um texto explicando detalhes do veto à presença dos convocados. Contudo, foi interrompido, por várias vezes, por questões de ordem.

Os conselheiros da Flusócio e dos Esportes Olímpicos, grupos políticos de situação, também foram recomendados a ficar de fora da reunião. Explica-se: entendiam que a assembleia visava desestabilizar a gestão.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com

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