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Com pó-de-arroz, torcedores preparam recepção a Ganso no Maracanã

Contratado ao fim de janeiro por cinco anos, Paulo Henrique Ganso vai estrear pelo Fluminense nesta sexta-feira, contra o Bangu, pela primeira rodada da Taça Rio. O jogo ocorrerá às 21h no Maracanã e, segundo a última parcial divulgada, tem mais de 10 mil ingressos vendidos. As vendas, hoje, são nas Laranjeiras, até às 14h, e na bilheteria 1 do estádio.

O camisa 10 ganhará uma recepção à altura de seu talento. Na subida ao campo, a equipe assistirá a um show de pó-de-arroz, que volta após mais de um ano, nas arquibancadas. Dessa vez, com um colorido especial: nas cores verde, branco e grená, uma novidade inovadora.

Idealizada pelo Convocação Tricolor, a festa havia sido programada, inicialmente, para o duelo com o Deportivo Cuenca, em outubro passado, na Sul-Americana. À época, porém, a Conmebol vetou a ideia. Agora, o BEPE (Batalhão Especializado em Policiamento de Eventos) autorizou o lançamento do talco.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

 

 

 

Dia de festa! Convocação Tricolor planeja mosaico para jogo de 28/11, pela Sul-Americana

Quase uma década depois de disputar a primeira final de Sul-Americana de sua história, contra a LDU, o Fluminense tem nova chance de ir à decisão do segundo torneio mais importante do continente. Antes, porém, precisa eliminar o Atlético-PR, com quem duela, pelo jogo de ida, na quarta-feira, na Arena da Baixada.

A segunda partida entre os brasileiros acontece em 28 de novembro, no Rio. Ou seja, a tendência é que o Maracanã esteja cheio – inclusive, a venda de ingressos para sócios-torcedores começou nesta sexta-feira. Como é uma ocasião que pode selar o retorno do clube a uma final de mata-mata, o “Convocação Tricolor” está planejando uma festa bastante especial. Ao Canal FluNews, Pedro Jordão, um dos idealizadores do projeto, conta que a ideia é fazer um mosaico. A frase? Guardada a sete-chaves.

Os tricolores têm poucas opções, devido às tantas restrições impostas pela Conmebol, que vetou a surpresa programada para o jogo contra o Deportivo Cuenca, pelas oitavas-de-final, em cima da hora. Com o objetivo de impedir problema parecido, o Convocação se reunirá com o Fluminense e com a entidade sul-americana. Aos seus seguidores nas redes sociais, a promessa é de “algo grandioso”.

– Por vocês, por nós, pelo Fluminense! Essa festa terá que ser do tamanho do Fluminense e do tamanho que o jogo nos propõe. É decisão – diz um post.

O período de doações iniciou pouco depois do 1 a 0 sobre o Nacional, no Uruguai, neste meio de semana. A meta estimada é, inicialmente, de R$ 5 mil, valor que deverá ser arrecadado até o dia 21 de novembro, uma semana antes do mosaico ser erguido. Até o momento, conseguiu-se cerca de R$ 500, isto é, 10% do necessário. Abaixo, você confere detalhes de como colaborar com qualquer quantia. 

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Força, glória e tradição: mosaico que encantou o Maracanã completa um ano

A quinta-feira traz à tona recordações daquele encontro entre Fluminense e Liverpool-URU, pela Sul-Americana de 2017. Faz um ano que o Maracanã recebeu quase 40 mil torcedores e se coloriu em verde, branco e grená para assistir à vitória do Fluminense – por 2 a 0 – e à apresentação do mosaico que melhor resume a história do clube: força, glória e tradição.

É fato que aquela noite histórica emocionou e marcou a vida de milhares de apaixonados. Mas, talvez, há quem desconheça a turma que esteve à frente dos preparativos: o Convocação Tricolor. Ao Canal FluNews, Pedro Jordão, um dos representantes do grupo, relembrou a emoção no momento em que as peças subiram e, juntas, formaram uma imagem inesquecível e que circulou pelo continente.

– Impossível não se emocionar. Foram dois meses de ralação absurda, correndo atrás para caramba e resolvendo vários problemas. Parecia que algo ia impedir o mosaico, mas passávamos por cima. Eu, principalmente, chorei muito. É uma sensação indescritível – diz Pedro, que, ao lado de Lucas Menezes e de dezenas de voluntários, fez tudo acontecer.

Mosaico ‘Força, Glória e Tradição’ foi exibido há exatamente um ano. (Foto: Divulgação)

Nas redes sociais, o Convocação comemorou a data e deixou saudade nos torcedores. O que era esperado, afinal, o sucesso da ação continua rendendo elogios. Aliás, mais do que isso: vez ou outra, ainda aparecem relatos emocionados de quem se contagiou com a energia do estádio e conta ter vivido, naquele 05 de abril, o melhor dia de sua vida.

– É incrível como o pessoal ainda comenta, mesmo depois de um ano. Muita gente elogia e diz ter boas lembranças do dia, do jogo. Sempre contam diversas histórias, dizem que se emocionaram. Essa é a parte mais gratificante, ver que foi especial para a gente e para muitos outros – declara.

O processo de montagem do mosaico exigiu alto investimento. Na ocasião, por exemplo, foram necessários quase R$ 7 mil. Valor arrecadado pela torcida, que se dispôs a colaborar para o time estrear na Sul-Americana com pompa. O trabalho duro de idealizadores e voluntários, no fim, foi recompensado: virou notícia até nos países vizinhos e, à época, ganhou destaque no Brasil. Portanto, o dever de expressar o amor pelas três cores e encantar foi cumprido.

Bandeiras também fizeram parte da festa da apaixonada torcida tricolor, no Maraca. (Foto: Nelson Perez)

– O Brasil e mais alguns países da América do Sul viram e elogiaram o trabalho. Isso é maravilhoso. Ser reconhecido depois daquela luta é gratificante. Ainda mais importante é saber que a torcida gostou, pois, sem ela, nada aconteceria – afirma.

O primeiro passo na Sula deste ano, inclusive, está próximo. A primeira partida será no Maracanã, dia 11, contra o Nacional de Potosí. Desta vez, porém, sem festa. Aos seguidores que cobram alguma surpresa na próxima quarta-feira, o Convocação Tricolor explica que a falta de tempo e a fase do clube desanimam. No entanto, promete mais shows nas arquibancadas ainda em 2018.

– Pretender (retomar a organização de mosaicos), a gente sempre pretende. Vamos ver como vai ser o andar da carruagem. Quem sabe, vem uma festa mais para frente? Tudo depende do clube e da motivação da torcida.


Leia mais tópicos da entrevista:

Por que a escolha por ‘Força, Glória e Tradição’ e o uso dos escudos antigo e atual?

Abrimos uma votação interna, entre nossa equipe e amigos próximos, e a frase vencedora foi essa. A ideia dos escudos surgiu com o Mobilização Tricolor, que se uniu à gente para essa festa. Os escudos, inicialmente, seriam em 3D. Mas tivemos um imbróglio com o Maracanã. Precisava subir na cobertura e não foi liberado. No final, os escudos feitos em mosaico ficaram bem legais.

Na época, houve dúvidas sobre a execução do mosaico. Quais as maiores dificuldades encontradas durante o processo?

Rolaram dúvidas, críticas, pessoas torciam para dar errado. Superamos todo o tipo de dificuldade, financeira, logística.

Qual foi o momento mais marcante da noite?

Com certeza a hora em que o mosaico sobe. Depois, recebemos a foto dele, completinho e lindo. Havia um receio imenso de dar tudo errado pois a torcida não estava espalhada. Mas as organizadas pediram que os torcedores se espalhassem. Ajudou bastante.

De 0 a 10, qual a nota do conjunto da obra?

Eu daria 9. Sempre há o que melhorar. Mas não reclamo de nada daquele dia. Sensação extraordinária e uma festa linda demais.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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