Defesa forte! Flu e Galo são os únicos times que não sofreram gols no Brasileirão

Se por um lado o início de Brasileirão do Fluminense não vem empolgando a torcida, por outro lado há ponto positivo para tirar deste início de campanha do Tricolor: o setor defensivo, que ao lado do Galo, são os únicos times que não foram vazados.

De acordo com estatísticas do SofaScore, nas duas primeiras rodadas do Brasileirão o Fluminense ainda não cedeu nenhuma chance clara de gol aos seus adversários e sofreu somente duas finalizações na direção de sua meta, tendo o melhor desempenho da competição no quesito. Ao todo, foram oito conclusões permitidas, totalizando uma boa média de apenas quatro por partida.

O bom desempenho defensivo pode ser reflexo de outra estatística importante. O time comandado pelo técnico Abel Braga possui a segunda maior média de posse de bola entre os 20 clubes da competição nas duas primeiras rodadas, com 63,5%, atrás apenas do Palmeiras (65,5%).

Foto em destaque: Mailson Santana/FFC

Defesa passa em branco e Fluminense completa três jogos seguidos sem levar gols

O Fluminense recebeu o Cuiabá na manhã deste domingo (06), em São Januário, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. Com mais uma atuação segura da defesa, o Tricolor venceu por 1 a 0 e garantiu sua primeira vitória na competição.

Com o placar, a defesa Tricolor alcançou a marca de três partidas seguidas de invencibilidade, com um empate (0 a 0 contra o São Paulo) e duas vitórias (2 a 0 contra o RB Bragantino e 1 a 0 sobre o Cuiabá). Sendo as duas vitórias em casa e o empate em São Paulo.

A próxima partida, o Flu volta a atuar em São Paulo, quando enfrenta o Bragantino pelo jogo de volta da Copa do Brasil e, caso a defesa passe em branco mais uma vez, a equipe de Roger garantirá a classificação.

Foto em destaque: Lucas Merçon/FFC

Sistema defensivo volta a funcionar e Fluminense deixa o campo pela segunda vez sem ser vazado

Um dos jogadores mais criticados pela torcida do Fluminense após a perda do Campeonato Estadual, o goleiro Marcos Felipe seguiu no time titular e vêm dando a volta por cima. Não só o arqueiro como todo sistema defensivo tem feito partidas mais seguras e, nesta última quarta-feira (02), contra o RB Bragantino, deixou o campo pela segunda partida seguida sem ser vazado.

Após estrear no Brasileirão no último sábado (29) contra o o São Paulo com um 0 a 0, a equipe Tricolor bateu o RBB por 2 a 0 nesta quarta-feira (02). Somando as duas partidas, o time de Roger Machado sofreu dez finalizações, sendo quatro no alvo.

Foto em destaque: Lucas Merçon/FFC

Tática Didática: Tem que defender pensando no contra-ataque

O Fluminense conseguiu uma importante vitória sobre o Santa Fé, pela segunda rodada da Libertadores. Entretanto, ao longo da partida, a equipe cometeu equívocos. Erros estes que, contra um time mais talentoso e organizado, poderiam ter resultado numa derrota.

Roger Machado colocou o Flu os noventa minutos para se defender. Alternou marcação média e baixa. Entretanto, qual o segredo de uma boa organização defensiva? Marcar pensando no contra-ataque. Isso o Fluminense não fez.

Na primeira imagem vemos as linhas muito recuadas. Quando Kayky e Luiz Henrique, responsáveis por puxar a transição ofensiva pelas pontas, recebiam a bola, tinham campo demais para correr. O suficiente para o Santa Fé se recompor defensivamente.

No lance do primeiro gol (foto 2), reparem: Kayky está sozinho. Só que a genialidade do garoto, aliada a não pressão dos jogadores do Santa Fé, permitiu um bom passe para Nenê que, genialmente, deu de letra para Fred abrir o placar.

Contra o River o gol de empate sai em um contra-ataque em que os pontas estão mais à frente. E, assim, conseguem puxar melhor a transição. É dessa forma que se faz um time sólido atrás e que aproveita na frente.

Atualmente, o Flu não está bem atrás, nem na frente. A esperança é que, com o tempo, Roger acerte e faça este modelo dar certo.

E aí, torcedor tricolor? Gosta da maneira como o time joga?

Foto em destaque: Lucas Merçon/FFC

Craque do jogo, Muriel escolhe defesa mais bonita da partida

O goleiro Muriel foi um dos principais destaques do Fluminense no empate em 1 a 1 contra o Atlético-MG no jogo da última quarta-feira (14), no Mineirão.

O goleiro que fez diversas defesas sendo três delas conaideradas de grande dificuldade, elegeu a mais bonita da partida.

EM DEFESA DO FLUMINENSE

O advogado tricolor Mário Bittencourt, em entrevista  no ultimo domingo, descortinou todos os meandros jurídicos que envolvem o Fluminense,  Consórcio Maracanã e o Vasco da Gama.  Sendo totalmente imparcial, defendeu a Lei, o Direito e as Instituições.  Declarando,assistir razão,  as demandas judicializadas pelo Fluminense, e ainda esclareceu todas as clausulas não cumpridas pelo Consórcio, demonstrando as irregularidades cometidas contra a Instituição Tricolor.     Quanto a Denúncia do TJD contra o Fluminense, se manifestou no seu Instagram, da seguinte forma:“Sobre a denúncia feita pelo Procurador do TJD-RJ, no sentido de tentar excluir o Fluminense do campeonato carioca, digo o seguinte: a Justiça Desportiva tem sua competência restrita quanto às matérias de disciplina e competição, algo previsto no artigo 24 do CBJD, Código Brasileiro de Justiça Desportiva. O caso em debate é de natureza civil, ou seja, a discussão do descumprimento do contrato comercial entre o Fluminense e o Consórcio não está e jamais estará abrangida pela Justiça Desportiva. Isso é questão basilar do direito, ou seja, saber diferenciar os “terrenos” onde são debatidos os assuntos. O artigo citado pelo referido procurador (231 do CBJD), só é aplicado em casos onde o clube recorre à justiça comum para modificar decisão da justiça desportiva em matéria de disciplina e competição. Portanto, incabível a aplicação do artigo 231, única e simplesmente porque o Flu jamais poderia esgotar o debate na Justiça Desportiva sobre um contrato de natureza cível/comercial. Em síntese, nitidamente uma postura de dois pesos e duas medidas contra o Fluminense. A denúncia é ridícula pra não dizer maldosa. Não prospera no STJD e, se prosperar no TJD, será embasada por decisão teratológica. Aliás, a própria FERJ, ainda há pouco, também de maneira esquisita, reconheceu que a mudança de lado somente poderia ocorrer com a concordância do Fluminense, ou seja, como falei ontem num programa de TV, nosso clube foi vítima de um “acerto” para que houvesse um jogo de torcida única ou para que o Vasco pudesse estar do lado que não lhe é de direito. O texto da FERJ e, as palavras de seu presidente, comprovaram que existiu um movimento, por parte do consórcio, a favor do clube de São Januário. A resolução da FERJ reconheceu o direito do lado Sul ao Fluminense em todos os jogos, mas curiosamente “exige” um acordo contra o Vasco para os próximos confrontos. Dá vontade de rir. Nitidamente voltamos ao tempo das voltas olímpicas com caravelas de papelão!”

Por Wagner Aieta