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Ex técnico do Flu, Marcelo Oliveira entra na justiça por acordo de rescisão não pago

Ex técnico do Fluminense, Marcelo Oliveira, demitido na penúltima rodada do Campeonato Brasileiro de 2018 cobra na justiça cerca de R$1,1 milhão por acordo de rescisão não pago.

O treinador que recebia cerca de R$220 mil mensais entre CLT e imagens, firmou um acordo ainda na gestão Pedro Abad, para receber a rescisão contratual mais os atrasados em parcelas até junho de 2019.

O clube teria cumprido com as primeiras parcelas e seguido com inadimplência nas seguintes. Em 26 de novembro deste ano, já no mandato de Mário Bittencourt, o processo do treinador foi distribuído para a 82ª Vara do Trabalho do Rio cobrando o valor referido de R$1,1 milhão.

A ação no entanto está em fase inicial e uma audiência de conciliação já foi agendada para o dia 21 de janeiro de 2020.

Fonte: Globoesporte.com

Foto em destaque: Alexandre Durão

Flu parcela dívida de R$ 5,2 milhões com parceiro da venda de Gerson

Tricolor faz acordo com Traffic, evita penhora de receita e tem o desafio de pagar em dia parcelamento que se estende até 2022 em um contexto de atraso salarial

O Fluminense chegou a um acordo com um dos credores da venda de Gerson, celebrada em 2015. No último dia 31 de outubro, o Tricolor e a Traffic comunicaram à Justiça ter alcançado consenso para parcelar adívida de R$ 5,2 milhões em 37 vezes. O juiz Luiz Umpierre de Mello Serra, que reassumiu a 50ª Vara Cível do Tribunal de Justiça, ainda não homologou a combinação.

Com o acordo, o Fluminense evita ter receitas penhoradas – a Justiça, aliás, neste mesmo processo, havia determinado o bloqueio de R$ 4,3 milhões da venda de Pedro à Fiorentina, o que acabou por não ser concretizado. Porém, aumenta o compromisso de pagamento mensal do clube em um contexto de atraso salarial de funcionários e jogadores como rotina desde 2017 e sem o incremento de entrada de dinheiro, como por exemplo de patrocínios.

A combinação entre as partes tem a primeira parcela a ser paga em 5 de dezembro. A última, em 5 de dezembro de 2022. Caso um parcela não seja paga, a dívida total será executada com multa de 10% e juros de 1% ao mês e correção monetária pelo IGP-M.

A venda de Gerson foi feita pelo então presidente Peter Siemsen, que anunciou a conclusão da transação em 5 de agosto de 2015. A Roma aceitou pagar 16 milhões de euros (R$ 60 milhões, cotação da época), e clube das Laranjeiras tinha 70% dos direitos do atleta. O mandatário não repassou o valor dos parceiros, problema que não foi resolvido na gestão Pedro Abad.

Fonte: globoesporte

Flu opera no vermelho e dívida passa de 700 milhões de reais

Diretoria tem segurado custos e conseguido bons negócios com vendas e transferências de jogadores, mas o tricolor segue no vermelho.

Mesmo com a venda de Pedro para Fiorentina, que os fizeram arrecadar cerca de R$ 36.5 milhões, as dívidas continuam lá para ainda serem pagas. 

A diretoria do clube publicou um balanço referente ao terceiro trimestre deste ano e consta que Flu manteve custos baixos e conseguiu até mais receita do que adversários diretos (como o Vasco), mas continua com um prejuízo de R& 5 milhões e a dívida passa de R$ 700 milhões.

Fonte: Balancete e orçamento

A esperança agora é de que o time tricolor garanta pontos nos próximos jogos (mesmo que fora de casa) para tentar encerrar o ano pelo menos em 16o lugar no Brasileiro, para assim receber R$ 11 milhões em dezembro e poder quitar parte dessa dívida que anda assombrando o Flu.

Caso termine da 17a colocação para baixo e rebaixado, não terá direito a nada. 

Fluminense salda dívida com clube formador de Ibañez

A negociação de Ibañez ao Atalanta-ITA, concluída em janeiro, rendeu ao Fluminense R$ 17,2 milhões, dos quais quase R$ 400 mil foram destinados à dívida pela compra de 70% do zagueiro junto ao seu clube formador, o gaúcho PRS.

O processo, que corria na Justiça desde outubro de 2018, foi arquivado em 13 de maio, quando o PRS informou à juíza Juliana Leal de Melo, da 38ª Vara Cível do Rio de Janeiro, o pagamento cumprido pelo Tricolor.

Contratado em 2017, Ibañez subiu para o profissional no ano seguinte. Entrou em campo 40 vezes e marcou dois gols com a camisa verde, branca e grená. Apesar de reserva e pouco usado na Itália, foi convocado pela seleção olímpica para amistosos contra Colômbia, no qual começou jogando (triunfo por 2 a 0, quinta-feira), e Chile, marcado para esta segunda-feira.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Fluminense emite nota a respeito de dívida no Maracanã

Foto: Lucas Merçon/FFC

Através de seu blog no portal UOL, o jornalista Paulo Vinícius Coelho informou uma dívida do Fluminense com o Flamengo referente a gestão do Maracanã.

De acordo com PVC, o Tricolor não tem conseguido arcar com as despesas de seus jogos e, o Flamengo vem arcando quase integralmente com o custo da gestão.

Contudo, após a divulgação da matéria, o Fluminense emitiu uma nota na qual confirma a débito mais faz uma ressalva a respeito dos valores.

Segundo a diretoria Tricolor, o valor exato da dívida é de R$ 652 mil, e não os R$1 milhão informados por PVC.

Ainda de acordo com o clube, dos R$ 652 mil devidos, R$ 373 mil se referem à gestão do ex-presidente Pedro Abad, que deixou o cargo em junho deste ano.

O Fluminense ainda informou que já negocia com o Flamengo a cerca do débito, e que o valor deve ser creditado na quantia que o clube tem a receber pela compra do meia Gerson pelo rubro-negro.

Veja a nota:

Esse valor não está a descoberto, pois o Fluminense tem valores a receber do Flamengo devido à negociação com o jogador Gerson e as partes estão em negociação avançada para compensação destes valores. Alem disso, a relação entre os clubes no empreendimento comum de gestão é de recíproca confiança.

De solução a problema: Fluminense é processado por venda de Gerson

Foto: Alexandre Loureiro/Getty Images

Vendido à Roma, da Itália, por 16 milhões de Euros (R$60 milhões à época), em 2015, o meia Gerson virou de solução a problema no Fluminense. Isso porque, o clube acumula quatro processos na Justiça do Rio, que somados, totalizam R$18 milhões, cerca de 30% do valor da venda do jogador em 2015.

Segundo o site Globoesporte.com, a dívida é relacionada ao não pagamento aos parceiros que detinham percentual do meia e comissões de empresários envolvidos na venda celebrada em 2015.

Ainda de acordo com o portal, dois destes processos já estão na fase de acordo entre as partes. Outros dois, no entanto, segue em fase de execução. Um desses, ainda de acordo com o Globoesporte.com, resultou no arquivamento de um recurso devido ao não pagamento de uma taxa judicial.

A dívida foi gerada na gestão Peter Siemsen, presidente que vendeu o jogador, e não foi quitada pelo sucessor Pedro Abad. Desde então, por conta de juros, subiu para R$ 9,5 milhões. E, além desta, outras três ações foram movidas por Davi Macedo Filho Representações Comerciais, Brazil Football LTDA e T Desenvolvimento e Educação Esportiva LTDA (Traffic).

Vale destacar que o Fluminense terá direto a cerca de 318,6 mil euros (R$ 1,3 milhões), fruto do mecanismo de solidariedade da Fifa recorrente a negociação do jogador que trocou a Roma pelo Flamengo, que desembolsou cerca de 11,8 milhões milhões de euros (R$ 49,5 milhões) na contratação do atleta formado nas categorias de base do Tricolor.

Dívida com a Udinese “come” uma bolada da venda de Richarlison

Uma dívida do Fluminense com a Udinese, da Itália, referente a compra do meia Marquinho, em 2016, fez o Fluminense perder uma quantia significativa da venda de Richarlison do Watford para o Everton, ambos da Inglaterra.

O Tricolor que teria direito de receber pouco mais de 5 milhões de libras (pouco mais de R$12 milhões) na época, teve que abrir mão de 1,1 milhão de libras (pouco mais de R$5 milhões) para equacionar a dívida.

A transação ocorreu da seguinte forma: o Tricolor abriu mão de parte do valor total que teria de ser repassado pelo Watford, ex-clube do atacante brasileiro.

Elenco não treina em protesto por atraso de salários

Por Rômulo Morse


O tricolor teve um dia fora dos padrões nesta terça-feira. Por conta do atraso nos salários, os atletas do elenco fizeram uma paralisação e se recusaram a treinar. Com isso, o diretor executivo de futebol, Paulo Angioni, falou sobre o caso em entrevista coletiva e confirmou a situação.

– Tivemos uma situação desagradável e não houve treinamento por insatisfação dos jogadores por algumas situações que não foram cumpridas. A gente compreende, entende, e por isso não houve a realização do treino. O Fluminense tem uma pendência com 13º, salário de janeiro e duas premiações, a mais recente é a Copa do Brasil. Além de algumas imagens – falou o dirigente.

Fonte: Globoesporte.com

Fluminense encaminha acordo por dívida de Marquinho

Valor da venda de Richarlison será repassado diretamente ao clube italiano.

Diante de uma grave crise financeira, a diretoria do Fluminense vai se reinventando para realizar o pagamento das dívidas. Uma delas, a que o clube tem referente à negociação do meia Marquinho em 2016, que gira em torno de 1,3 milhão (R$ 6 milhões, na cotação atual), está se encaminhando para um desfecho positivo para a quitação.

Para o acordo, o Tricolor busca encaminhar parte da verba que têm direito na venda de Richarlison diretamente ao clube italiano, isso por quê, o dono da Udinese, Giampaolo Pozzo é pai do proprietário do Watford, Gino Pozzo.

O entendimento entre as partes é fundamental para evitar que a Fifa aplique punição ao Flu. Afinal, sem receber o que tinha direito, a Udinese denunciou o caso.

Da venda de Richarlison do Watford ao Everton, € 50 milhões (R$225 milhões), o Flu terá direito a 10%: 3,75 milhões de euros (R$ 17 milhões). Pagando o acordo à Udinese, ainda sobrariam R$11 milhões aos cofres do Flu.

 

ST,

Douglas Wandekochen

foto: Nelson Perez

fonte: Globoesporte.com

Fluminense acumula prejuízos no Maracanã e cria dívida de aluguel com o Consórcio

Casa do Fluminense em 2018, o Maracanã, geralmente vazio nos jogos do time, tem gerado prejuízos aos combalidos cofres de Laranjeiras. A diretoria tenta, desde 2016, encontrar meios que reduzam as despesas e viabilizem o uso do estádio. Em parceria com os gestores do principal palco do esporte do Rio, foram implementadas medidas como a abertura, em duelos de menor apelo, apenas do anel inferior.

Ainda assim, os déficits são, praticamente, inevitáveis. No primeiro semestre, o clube mandou seis jogos no Maraca e saiu no negativo em cinco deles: Cruzeiro, São Paulo, Atlético-PR, Chapecoense e Santos, acumulando prejuízo de R$ 785,241,73. A única vez que houve lucro foi no fim de abril, em empate, em 1 a 1, com o São Paulo: R$ 33.140,94.

Há mais um problema no caminho do Fluminense. Foi criada uma dívida de R$ 620 mil com o Consórcio. Estima-se que um público pagante de 17 mil pessoas dê algum ganho ao Tricolor. Na sexta-feira, Pedro Abad foi ao Luso-Brasileiro, usado pelo Flamengo até fevereiro, para conhecer e buscar informações. É uma possível opção ao Maracanã, cotado, ainda, para sediar partidas da Copa América do Brasil, entre junho e julho de 2019.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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