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Fluminense emite nota a respeito de dívida no Maracanã

Foto: Lucas Merçon/FFC

Através de seu blog no portal UOL, o jornalista Paulo Vinícius Coelho informou uma dívida do Fluminense com o Flamengo referente a gestão do Maracanã.

De acordo com PVC, o Tricolor não tem conseguido arcar com as despesas de seus jogos e, o Flamengo vem arcando quase integralmente com o custo da gestão.

Contudo, após a divulgação da matéria, o Fluminense emitiu uma nota na qual confirma a débito mais faz uma ressalva a respeito dos valores.

Segundo a diretoria Tricolor, o valor exato da dívida é de R$ 652 mil, e não os R$1 milhão informados por PVC.

Ainda de acordo com o clube, dos R$ 652 mil devidos, R$ 373 mil se referem à gestão do ex-presidente Pedro Abad, que deixou o cargo em junho deste ano.

O Fluminense ainda informou que já negocia com o Flamengo a cerca do débito, e que o valor deve ser creditado na quantia que o clube tem a receber pela compra do meia Gerson pelo rubro-negro.

Veja a nota:

Esse valor não está a descoberto, pois o Fluminense tem valores a receber do Flamengo devido à negociação com o jogador Gerson e as partes estão em negociação avançada para compensação destes valores. Alem disso, a relação entre os clubes no empreendimento comum de gestão é de recíproca confiança.

De solução a problema: Fluminense é processado por venda de Gerson

Foto: Alexandre Loureiro/Getty Images

Vendido à Roma, da Itália, por 16 milhões de Euros (R$60 milhões à época), em 2015, o meia Gerson virou de solução a problema no Fluminense. Isso porque, o clube acumula quatro processos na Justiça do Rio, que somados, totalizam R$18 milhões, cerca de 30% do valor da venda do jogador em 2015.

Segundo o site Globoesporte.com, a dívida é relacionada ao não pagamento aos parceiros que detinham percentual do meia e comissões de empresários envolvidos na venda celebrada em 2015.

Ainda de acordo com o portal, dois destes processos já estão na fase de acordo entre as partes. Outros dois, no entanto, segue em fase de execução. Um desses, ainda de acordo com o Globoesporte.com, resultou no arquivamento de um recurso devido ao não pagamento de uma taxa judicial.

A dívida foi gerada na gestão Peter Siemsen, presidente que vendeu o jogador, e não foi quitada pelo sucessor Pedro Abad. Desde então, por conta de juros, subiu para R$ 9,5 milhões. E, além desta, outras três ações foram movidas por Davi Macedo Filho Representações Comerciais, Brazil Football LTDA e T Desenvolvimento e Educação Esportiva LTDA (Traffic).

Vale destacar que o Fluminense terá direto a cerca de 318,6 mil euros (R$ 1,3 milhões), fruto do mecanismo de solidariedade da Fifa recorrente a negociação do jogador que trocou a Roma pelo Flamengo, que desembolsou cerca de 11,8 milhões milhões de euros (R$ 49,5 milhões) na contratação do atleta formado nas categorias de base do Tricolor.

Dívida com a Udinese “come” uma bolada da venda de Richarlison

Uma dívida do Fluminense com a Udinese, da Itália, referente a compra do meia Marquinho, em 2016, fez o Fluminense perder uma quantia significativa da venda de Richarlison do Watford para o Everton, ambos da Inglaterra.

O Tricolor que teria direito de receber pouco mais de 5 milhões de libras (pouco mais de R$12 milhões) na época, teve que abrir mão de 1,1 milhão de libras (pouco mais de R$5 milhões) para equacionar a dívida.

A transação ocorreu da seguinte forma: o Tricolor abriu mão de parte do valor total que teria de ser repassado pelo Watford, ex-clube do atacante brasileiro.

Elenco não treina em protesto por atraso de salários

Por Rômulo Morse


O tricolor teve um dia fora dos padrões nesta terça-feira. Por conta do atraso nos salários, os atletas do elenco fizeram uma paralisação e se recusaram a treinar. Com isso, o diretor executivo de futebol, Paulo Angioni, falou sobre o caso em entrevista coletiva e confirmou a situação.

– Tivemos uma situação desagradável e não houve treinamento por insatisfação dos jogadores por algumas situações que não foram cumpridas. A gente compreende, entende, e por isso não houve a realização do treino. O Fluminense tem uma pendência com 13º, salário de janeiro e duas premiações, a mais recente é a Copa do Brasil. Além de algumas imagens – falou o dirigente.

Fonte: Globoesporte.com

Fluminense encaminha acordo por dívida de Marquinho

Valor da venda de Richarlison será repassado diretamente ao clube italiano.

Diante de uma grave crise financeira, a diretoria do Fluminense vai se reinventando para realizar o pagamento das dívidas. Uma delas, a que o clube tem referente à negociação do meia Marquinho em 2016, que gira em torno de 1,3 milhão (R$ 6 milhões, na cotação atual), está se encaminhando para um desfecho positivo para a quitação.

Para o acordo, o Tricolor busca encaminhar parte da verba que têm direito na venda de Richarlison diretamente ao clube italiano, isso por quê, o dono da Udinese, Giampaolo Pozzo é pai do proprietário do Watford, Gino Pozzo.

O entendimento entre as partes é fundamental para evitar que a Fifa aplique punição ao Flu. Afinal, sem receber o que tinha direito, a Udinese denunciou o caso.

Da venda de Richarlison do Watford ao Everton, € 50 milhões (R$225 milhões), o Flu terá direito a 10%: 3,75 milhões de euros (R$ 17 milhões). Pagando o acordo à Udinese, ainda sobrariam R$11 milhões aos cofres do Flu.

 

ST,

Douglas Wandekochen

foto: Nelson Perez

fonte: Globoesporte.com

Fluminense acumula prejuízos no Maracanã e cria dívida de aluguel com o Consórcio

Casa do Fluminense em 2018, o Maracanã, geralmente vazio nos jogos do time, tem gerado prejuízos aos combalidos cofres de Laranjeiras. A diretoria tenta, desde 2016, encontrar meios que reduzam as despesas e viabilizem o uso do estádio. Em parceria com os gestores do principal palco do esporte do Rio, foram implementadas medidas como a abertura, em duelos de menor apelo, apenas do anel inferior.

Ainda assim, os déficits são, praticamente, inevitáveis. No primeiro semestre, o clube mandou seis jogos no Maraca e saiu no negativo em cinco deles: Cruzeiro, São Paulo, Atlético-PR, Chapecoense e Santos, acumulando prejuízo de R$ 785,241,73. A única vez que houve lucro foi no fim de abril, em empate, em 1 a 1, com o São Paulo: R$ 33.140,94.

Há mais um problema no caminho do Fluminense. Foi criada uma dívida de R$ 620 mil com o Consórcio. Estima-se que um público pagante de 17 mil pessoas dê algum ganho ao Tricolor. Na sexta-feira, Pedro Abad foi ao Luso-Brasileiro, usado pelo Flamengo até fevereiro, para conhecer e buscar informações. É uma possível opção ao Maracanã, cotado, ainda, para sediar partidas da Copa América do Brasil, entre junho e julho de 2019.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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Fluminense tem parte das contas bloqueadas na justiça

Motivo foi um processo sofrido na época do ex presidente Roberto Horcades.

Segundo informações de conselheiros do clube passadas ao Canal Flunews, o Fluminense teve suas contas totalmente bloqueadas pela justiça devido a um processo judicial de Humberto Palma, diretor financeiro na época do ex-presidente Horcades.

Com isso, a situação financeira do clube se agrava ainda mais com direito a reflexos imediatos, uma vez, que o salário de abril, que deveria ter caído na última terça-feira, não tem previsão para ser depositado.

Contudo, ainda de acordo com informações de pessoas de ligadas ao conselho do clube, parte das contas já teriam sido liberadas. A informação foi confirmada pelo VP de Finanças, Diogo Bueno em entrevista ao portal Netflu:

– Tem umas contas que estão bloqueadas há algum tempo por uma série de ações judiciais. Somam mais ou menos R$ 1 milhão e pouco. Teve uma outra que foi desbloqueada no fim do dia de ontem (sexta-feira) referente ao Humberto Palma. Mas o clube tem outras bloqueadas por uma série de motivos, que estamos tentando desbloqueá-las. Essa ação do Humberto conseguimos resolver – Confirmou o dirigente.

Diogo ainda confirmou a dificuldade na realização dos pagamentos, mas de acordo com o dirigente o problema é devido a falta de recursos e não do bloqueio.

 

ST,

Douglas Wandekochen

Foto: Divulgação

VP do Flu rebate ataques da Flusócio

Diogo Bueno afirma que o grupo aprovava as contas de Peter sem tomar conhecimento.

O Vice presidente de finanças do Fluminense concedeu uma entrevista ao portal Globoesporte.com no qual rebateu as acusações feitas pelo grupo de apoio ao presidente Pedro Abad, a Flusócio.

Respondendo ao post do grupo, que cobrava uma explicação sobre o atraso na apresentação das contas de 2017, Diogo acusou a Flusócio (que está no poder desde 2011) de entregar balanços incompletos e credita a esse fator o atraso na entrega deste ano: publicar um balanço completo, além de ter que rever os que já haviam sido aprovados por membros da Flusócio.

Diogo ainda afirmou que durante o mandato de Peter Siensem, o grupo aprovava as contas do ex presidente sem tomar nenhum conhecimento do que estaria sendo aprovado, motivo esse segundo o VP, de o clube está nessa dura situação financeira.

 

ST,

Douglas Wandekochen

Foto: Caio Filho
Fonte: Globoesporte.com

Udinese recusa jogadores do Flu por débito de Marquinho

Dívida seria maior que R$5 milhões.

O presidente do Fluminense, Pedro Abad busca uma solução referente a dívida do Tricolor com a Udinese em relação a compra do meia Marquinho, ainda na administração de Peter Siensem, em 2016, onde na época, o então presidente adquiu o jogador pelo valor de €1 milhão (R$4,1 milhões) a serem pagos só em 2017.

Diante do não pagamento por parte do Tricolor, a Udinese recorreu à FIFA que deu o prazo até o final do mês de março para que fosse feito o acerto. Expirado o prazo, Abad procurou o presidente do clube italiano, Gianluigi Pozzo, oferecendo-lhe a prioridade na contratação de algum jogador do Flu como parte do abatimento da dívida, proposta recusada por Pozzo.

Na conversa, Abad explicou a dificuldade financeira tricolor. Pozzo no entanto deixou claro que, neste momento, não tem interesse em nenhum jogador. Dar prioridade de compra ao time italiano era uma alternativa para por fim ao débito de 1,3 milhão de euros (R$ 5,4 milhões, na cotação atual).

Apesar da recusa do cartola italiano, os dirigentes estreitaram a relação e há uma esperança muito grande na direção do Fluminense que o negócio tenha um desfecho positivo.

 

ST,

Douglas Wandekochen

foto: Divulgação FFC

R$50 Milhões em um mês: como o tricolor planeja sanar essa dívida ?

Maior parte dos gastos é com rescisorede ex jogadores.

Apresentada na última terça-feira (27), durante a reunião extraordinária do Conselho Deliberativo do Fluminense, o vice de finanças, Diogo Bueno, apresentou um cenário nada animador: a necessidade de capitação de R$50 milhões.

Tal valor é referente a impostos em atraso, comissões devidas a empresários e parte das rescisões a sete jogadores do grupo de liberados ao final do ano passado, onde apenas o zagueiro Henrique ainda não chegou a um acordo. A maior parte dessa dívida se deve em sua maior parte aos atletas dispensados, onde só em 2018 chega em um total de R$15 milhões, contudo, o valor é abaixo do que o clube gastaria em relação aos salários dos atletas, uma vez que só com Diego Cavalieri, Marquinho e Henrique, o clube gastaria R$18 milhões anuais.

Para conseguir o valor, o tricolor já tem um plano traçado e buscará o recurso via Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC). Ou seja: pegará um empréstimo com investidores, com os direitos de transmissão como garantia, em que haverá cobrança de juros. Essa medida já vem sendo tomada desde o ano passada e já está bem encaminhada.

 

ST,

Douglas Wandekochen

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