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Elenco não treina em protesto por atraso de salários

Por Rômulo Morse


O tricolor teve um dia fora dos padrões nesta terça-feira. Por conta do atraso nos salários, os atletas do elenco fizeram uma paralisação e se recusaram a treinar. Com isso, o diretor executivo de futebol, Paulo Angioni, falou sobre o caso em entrevista coletiva e confirmou a situação.

– Tivemos uma situação desagradável e não houve treinamento por insatisfação dos jogadores por algumas situações que não foram cumpridas. A gente compreende, entende, e por isso não houve a realização do treino. O Fluminense tem uma pendência com 13º, salário de janeiro e duas premiações, a mais recente é a Copa do Brasil. Além de algumas imagens – falou o dirigente.

Fonte: Globoesporte.com

Fluminense encaminha acordo por dívida de Marquinho

Valor da venda de Richarlison será repassado diretamente ao clube italiano.

Diante de uma grave crise financeira, a diretoria do Fluminense vai se reinventando para realizar o pagamento das dívidas. Uma delas, a que o clube tem referente à negociação do meia Marquinho em 2016, que gira em torno de 1,3 milhão (R$ 6 milhões, na cotação atual), está se encaminhando para um desfecho positivo para a quitação.

Para o acordo, o Tricolor busca encaminhar parte da verba que têm direito na venda de Richarlison diretamente ao clube italiano, isso por quê, o dono da Udinese, Giampaolo Pozzo é pai do proprietário do Watford, Gino Pozzo.

O entendimento entre as partes é fundamental para evitar que a Fifa aplique punição ao Flu. Afinal, sem receber o que tinha direito, a Udinese denunciou o caso.

Da venda de Richarlison do Watford ao Everton, € 50 milhões (R$225 milhões), o Flu terá direito a 10%: 3,75 milhões de euros (R$ 17 milhões). Pagando o acordo à Udinese, ainda sobrariam R$11 milhões aos cofres do Flu.

 

ST,

Douglas Wandekochen

foto: Nelson Perez

fonte: Globoesporte.com

Fluminense acumula prejuízos no Maracanã e cria dívida de aluguel com o Consórcio

Casa do Fluminense em 2018, o Maracanã, geralmente vazio nos jogos do time, tem gerado prejuízos aos combalidos cofres de Laranjeiras. A diretoria tenta, desde 2016, encontrar meios que reduzam as despesas e viabilizem o uso do estádio. Em parceria com os gestores do principal palco do esporte do Rio, foram implementadas medidas como a abertura, em duelos de menor apelo, apenas do anel inferior.

Ainda assim, os déficits são, praticamente, inevitáveis. No primeiro semestre, o clube mandou seis jogos no Maraca e saiu no negativo em cinco deles: Cruzeiro, São Paulo, Atlético-PR, Chapecoense e Santos, acumulando prejuízo de R$ 785,241,73. A única vez que houve lucro foi no fim de abril, em empate, em 1 a 1, com o São Paulo: R$ 33.140,94.

Há mais um problema no caminho do Fluminense. Foi criada uma dívida de R$ 620 mil com o Consórcio. Estima-se que um público pagante de 17 mil pessoas dê algum ganho ao Tricolor. Na sexta-feira, Pedro Abad foi ao Luso-Brasileiro, usado pelo Flamengo até fevereiro, para conhecer e buscar informações. É uma possível opção ao Maracanã, cotado, ainda, para sediar partidas da Copa América do Brasil, entre junho e julho de 2019.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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Fluminense tem parte das contas bloqueadas na justiça

Motivo foi um processo sofrido na época do ex presidente Roberto Horcades.

Segundo informações de conselheiros do clube passadas ao Canal Flunews, o Fluminense teve suas contas totalmente bloqueadas pela justiça devido a um processo judicial de Humberto Palma, diretor financeiro na época do ex-presidente Horcades.

Com isso, a situação financeira do clube se agrava ainda mais com direito a reflexos imediatos, uma vez, que o salário de abril, que deveria ter caído na última terça-feira, não tem previsão para ser depositado.

Contudo, ainda de acordo com informações de pessoas de ligadas ao conselho do clube, parte das contas já teriam sido liberadas. A informação foi confirmada pelo VP de Finanças, Diogo Bueno em entrevista ao portal Netflu:

– Tem umas contas que estão bloqueadas há algum tempo por uma série de ações judiciais. Somam mais ou menos R$ 1 milhão e pouco. Teve uma outra que foi desbloqueada no fim do dia de ontem (sexta-feira) referente ao Humberto Palma. Mas o clube tem outras bloqueadas por uma série de motivos, que estamos tentando desbloqueá-las. Essa ação do Humberto conseguimos resolver – Confirmou o dirigente.

Diogo ainda confirmou a dificuldade na realização dos pagamentos, mas de acordo com o dirigente o problema é devido a falta de recursos e não do bloqueio.

 

ST,

Douglas Wandekochen

Foto: Divulgação

VP do Flu rebate ataques da Flusócio

Diogo Bueno afirma que o grupo aprovava as contas de Peter sem tomar conhecimento.

O Vice presidente de finanças do Fluminense concedeu uma entrevista ao portal Globoesporte.com no qual rebateu as acusações feitas pelo grupo de apoio ao presidente Pedro Abad, a Flusócio.

Respondendo ao post do grupo, que cobrava uma explicação sobre o atraso na apresentação das contas de 2017, Diogo acusou a Flusócio (que está no poder desde 2011) de entregar balanços incompletos e credita a esse fator o atraso na entrega deste ano: publicar um balanço completo, além de ter que rever os que já haviam sido aprovados por membros da Flusócio.

Diogo ainda afirmou que durante o mandato de Peter Siensem, o grupo aprovava as contas do ex presidente sem tomar nenhum conhecimento do que estaria sendo aprovado, motivo esse segundo o VP, de o clube está nessa dura situação financeira.

 

ST,

Douglas Wandekochen

Foto: Caio Filho
Fonte: Globoesporte.com

Udinese recusa jogadores do Flu por débito de Marquinho

Dívida seria maior que R$5 milhões.

O presidente do Fluminense, Pedro Abad busca uma solução referente a dívida do Tricolor com a Udinese em relação a compra do meia Marquinho, ainda na administração de Peter Siensem, em 2016, onde na época, o então presidente adquiu o jogador pelo valor de €1 milhão (R$4,1 milhões) a serem pagos só em 2017.

Diante do não pagamento por parte do Tricolor, a Udinese recorreu à FIFA que deu o prazo até o final do mês de março para que fosse feito o acerto. Expirado o prazo, Abad procurou o presidente do clube italiano, Gianluigi Pozzo, oferecendo-lhe a prioridade na contratação de algum jogador do Flu como parte do abatimento da dívida, proposta recusada por Pozzo.

Na conversa, Abad explicou a dificuldade financeira tricolor. Pozzo no entanto deixou claro que, neste momento, não tem interesse em nenhum jogador. Dar prioridade de compra ao time italiano era uma alternativa para por fim ao débito de 1,3 milhão de euros (R$ 5,4 milhões, na cotação atual).

Apesar da recusa do cartola italiano, os dirigentes estreitaram a relação e há uma esperança muito grande na direção do Fluminense que o negócio tenha um desfecho positivo.

 

ST,

Douglas Wandekochen

foto: Divulgação FFC

R$50 Milhões em um mês: como o tricolor planeja sanar essa dívida ?

Maior parte dos gastos é com rescisorede ex jogadores.

Apresentada na última terça-feira (27), durante a reunião extraordinária do Conselho Deliberativo do Fluminense, o vice de finanças, Diogo Bueno, apresentou um cenário nada animador: a necessidade de capitação de R$50 milhões.

Tal valor é referente a impostos em atraso, comissões devidas a empresários e parte das rescisões a sete jogadores do grupo de liberados ao final do ano passado, onde apenas o zagueiro Henrique ainda não chegou a um acordo. A maior parte dessa dívida se deve em sua maior parte aos atletas dispensados, onde só em 2018 chega em um total de R$15 milhões, contudo, o valor é abaixo do que o clube gastaria em relação aos salários dos atletas, uma vez que só com Diego Cavalieri, Marquinho e Henrique, o clube gastaria R$18 milhões anuais.

Para conseguir o valor, o tricolor já tem um plano traçado e buscará o recurso via Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC). Ou seja: pegará um empréstimo com investidores, com os direitos de transmissão como garantia, em que haverá cobrança de juros. Essa medida já vem sendo tomada desde o ano passada e já está bem encaminhada.

 

ST,

Douglas Wandekochen

Fluminense fecha acordo por dívida com Maracanã

Débito chega aos R$400 mil.

O Fluminense chegou a um acordo com a concessionária que administra o Maracanã para quitar a dívida que o tricolor tem com o estádio, que beira os R$400 mil.

O débito foi decidido em ser quitado em parcelas, onde a primeira vence já está semana em acordo feito ao final da última semana.

O débito se explica devido ao Fluminense não conseguir arcar com todos os gastos que demanda os jogos no Maracanã, onde além do aluguel do estádio – R$100 mil – soma-se os altos custos da operação mais a baixa frequência de públicos.

Além do acordo, o tricolor busca também uma equação para jogar no estadio sem gerar prejuízos. Uma medida viável e realizar os jogos com apenas os setores inferiores do estádio, afim de diminuir os gastos com a operação nas partidas.

 

ST,

Douglas Wandekochen

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