Fluminense divulga balanço financeiro com aumento da dívida total

O Fluminense divulgou na noite da última sexta-feira (30) o seu balanço financeiro referente ao ano de 2020. A divulgação veio poucas horas após o jornalista Rodrigo Capelo, da rede Globo, publicar em seu blog pelo GE, que o Tricolor seria o único clube da Série A a não divulgar o seu planejamento do último ano.

Assim, o clube divulgou o balanço, que constou um aumento em mais de R$ 50 milhões na dívida ativa do clube. As informações estavam disponibilizadas em um documento com cerca de 50 páginas no portal da transparência. O conteúdo está aberto e qualquer pessoa pode consultar.

O prazo legal para a publicação era exatamente esta sexta-feira (30). Pelos números, a dívida total do clube saltou de R$ 718 milhões para cerca de R$ 769 milhões.

Foto em destaque: Mailson Santana/FFC

Sem receber por Michel Araujo, Racing-URU pode acionar o Fluminense na FIFA

Ainda sem receber o pagamento referente a venda de Michel Araujo ao Fluminense, no início de 2020, o presidente do Racing-URU, admitiu que pode acionar o Fluminense na FIFA.

Nicolas Nuñez, presidente da agremiação uruguaia declarou nesta segunda-feira (19) que o clube terá que acionar a FIFA já que o Fluminense não cumpriu com o novo acordo no caso envolvendo a dívida do meia.

Nuñez destacou ainda que a dívida gira em torno de $400 mil por Michel Araújo e, que o clube não cobrou o pagamento em 2020 devido à pandemia.

Dessa forma, a negociação de Michel Araujo com o Al Wasl, dos Emirados Árabes, pode não render nenhum dinheiro ao Flu, com o dinheiro pago pelo jogador, indo todo para pagar a dívida que o Tricolor tem com o Racing.

Foto em destaque: Lucas Merçon/FFC

Evitando punição, Flu pagará parcela de dívida ao Independiente Dell Vale por Sornoza e Orejuela

Mandatário tricolor, Mário Bittencourt prometeu fazer o pagamento da parcela ao clube equatoriano essa semana. A dívida do Fluminense pela contratação dos jogadores, gira em torno de US$ 3,5 Milhões de dólares (19,8 milhões). 

No ano passado o tricolor renegociou a dívida com o clube do Equador para ser paga em dois anos e meio. Mas o clube continuou sem cumprir o acordo, fazendo com que o Independiente Dell Vale buscasse seus direitos na Fifa. 

Segundo o portal Netflu, Mário Bittencourt, falou sobre o tema, explicando que, para evitar perder pontos através de punição da entidade máxima do futebol, vai quitar US$ 900 mil (R$ 5,1 milhões), relativos a uma parcela dos débitos.

Foto: Nelson Perez/Fluminense FC

Fonte: Netflu 

Fluminense sofre penhora de quase R$ 1 milhão por dívida com ex volante Ygor

O Fluminense segue sofrendo com os mesmos problemas judiciais e, sofreu mais uma penhora. Dessa vez por um valor de R$ 992.857,96 em processo do ex-volante tricolor Ygor.

A informação foi divulgada pelo portal ENM, que confirmou que a ação corre na Justiça desde 2010 e o clube já havia sido intimado a pagar o valor, porém, ficou inerte.

A penhora dos créditos do Fluminense foram penhorados junto ao Grupo Globo, CBF e FERJ, em bloqueio que engloba “qualquer valor vencido ou vincendo, (…) inclusive, mas não somente, de eventual crédito advindo do resultado do Campeonato Brasileiro de 2020, Campeonato Carioca, Copa Libertadores, Copa do Brasil ou outros do gênero”. Vale destacar no entanto, que a decisão cabe recurso.

Foto em destaque: Divulgação/FFC

Oswaldo ganha ação contra o Flu na justiça, mas perde “dano moral” no caso Ganso

O técnico Oswaldo de Oliveira obteve êxito na ação que movia contra o Fluminense na justiça. O ex treinador que cobrava uma quantia de R$ 1.876.602,30, viu o juiz substituto José Alexandre Cid Pinto Filho, da 42ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro do Tribunal Regional do Trabalho da Primeira Região (TRT-1) atender em partes seu pedido, condenando o Tricolor a pagar o valor de R$ 600 mil. No entanto, ainda cabe recurso.

A informação foi divulgada pelo site ENM, que informou ainda que o magistrado acatou os seguintes pedidos do treinador: 27 dias de saldo de salário de setembro de 2019 e reflexos em FGTS; 1/12 de décimo terceiro salário proporcional de 2019 e reflexos em FGTS; 1/12 de férias proporcionais de 2019/2020, acrescidas de um terço; multa do art. 477, parágrafo oitavo da CLT; multa do art. 467 da CLT, a incidir sobre o valor líquido constante no TRCT; FGTS sobre as verbas remuneratórias já quitadas e multa de 40% sobre o FGTS”

A multa de dano moral de R$ 660 mil solicitada por Oswaldo de Oliveira foi negada em sua integralidade pelo magistrado. Inclusive no caso de repercussão do xingamento envolvendo Paulo Henrique Ganso. “Assim, não há como se presumir que o evento tenha causado ao Autor abalo que ultrapassasse o mero aborrecimento no momento do ocorrido, ainda mais quando houve agressões mútuas e, logo em seguida, ambos os envolvidos fizeram as pazes”, argumentou na sentença o juiz do caso.

Pelo Fluminense nesta última passagem, Oswaldo de Oliveira esteve à beira do gramado em sete partidas – destas, foram duas vitórias, dois empates e três derrotas, resultando em um aproveitamento de 38,1%. As demais passagens do treinador por Laranjeiras foram entre 2001 e 2002 e 2006.

Foto em destaque: Lucas Merçon/FFC

Dívida com empresa de Eduardo Uram pode render mais uma penhora ao Flu

O Fluminense segue seus martírio com os seguidos processos judiciais que acabam se tornando penhora, inviabilizando que alguns valores entrem nos cofres do clube. E o próximo pode ser de uma nome muito falado ultimamente na Laranjeiras: o do empresário Eduardo Uram, dono da Brazil Soccer, empresa que agencia jogadores.

Dois desses jogadores agenciados por Uram tiveram destinos diferentes nas Laranjeiras. Enquanto Evanilson deixou o clube, Danilo Barcelos assinou por dois anos e meio.

A dívida cobrada por Uram inclusive se trata exatamente de negociação com atletas, no entanto as negociações cobradas são referentes aos anos de 2015 e 2016, quando o Flu era presidido por Peter Siensem e tinha o atual presidente, Mário Bittencourt, como vice de futebol em boa parte do período.

O valor cobrado pela empresa é de R$2,8 milhões pelas negociações com os jogadores Henrique, Renato, Guilherme Santos, João Filipe, Jean, Antonio Carlos, Cícero e Diego Souza, quando o clube não repassou a parte que caberia a empresa.

Já na gestão Pedro Abad, o Tricolor confessou a dívida após negociação do seu vice de finanças Diogo Bueno com Uram e outros agentes. A última movimentação no processo aconteceu há pouco mais de um mês, em agosto, mas a penhora ainda não foi cumprida por um oficial de justiça. Atualmente, Uram possui quatro jogadores no elenco do Flu: Egídio, Danilo Barcelos, Yago e Caio Paulista.

Fonte: UOL Esportes

Demitido após 38 dias no cargo, Oswaldo de Oliveira cobra dívida milionária do Flu na justiça

Oswaldo de Oliveira chegou ao Fluminense no meado de 2019 com a missão de colocar o time nos trilhos. Contudo, o trabalho durou apenas 38 dias e antes da demissão o treinador acumulou briga com Ganso e uma eliminação na Copa Sul-Americana dentro do Maracanã.

Se já não bastasse os problemas deixados dentro de campo o treinador agora cobra uma valor na casa dos R$ 1.876.602,30 do Tricolor, conforme noticiou o portal Esporte News Mundo.

O caso corre na 42ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro do Tribunal Regional do Trabalho da Primeira Região (TRT-1). Oswaldo de Oliveira cobra do Fluminense valores referentes a danos morais, dispensa imotivada, rescisão do contrato de trabalho, dentre outros pontos.

Ao longo desta última passagem, Oswaldo comandou o Flu em sete partidas acumulando um aproveitamento de 38,1%, sendo duas vitórias, dois empates e três derrotas.

Fluminense é notificado por dívida superior aos R$5 milhões por serviços no Maracanã

O Fluminense recebeu uma notificação extrajudicial pelo grupo Sunset, referente a uma dívida de R$ 5,168 milhões referente ao não-pagamento de serviços prestados pela empresa em jogos do Tricolor no Maracanã.

De acordo com o UOL Esportes, o documento que foi enviado no início do mês, informa que “constam débitos de serviços de segurança patrimonial, limpeza e conservação, controlador de acesso e facilities que remonta ao ano de 2017”, quando o clube era presidido por Pedro Abad.

No mesmo documento a empresa ratifica que: “já notificamos extrajudicialmente, em diversas outras ocasiões, sem obtermos respostas e, mesmo diante dessas circunstâncias, os serviços continuaram sendo prestados”, o que de acordo com a empresa ira mudar, rompendo com a prestação de serviços nos jogos do Flu no estádio enquanto pelo menos parte do valor não for quitado.

Foto em destaque: Divulgação/FFC

Caso “Clube dos Treze”: Fluminense recorre ao STJ e STF

No caso ‘Clube dos Treze’, cariocas, desde o fim do mês passado, estão com prazo de 15 dias corridos para pagar R$ 4.572.708,26 aos gaúchos. Clube leva o caso para Brasília

Após no fim do mês passado o juiz Marcos Antonio Ribeiro de Moura Brito, da 29ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), ter dado o prazo de 15 dias corridos para o Fluminense pagar uma dívida de R$ 4.572.708,26 ao Grêmio, o clube presidido por Mário Bittencourt entrou com recursos para subir o caso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Supremo Tribunal Federal (STF), tribunais superiores em Brasília. O Flu pediu efeito suspensivo sobre os recursos para impedir a execução do valor até o julgamento do mérito, mas o mesmo foi negado no fim da noite da última sexta-feira pela desembargadora Elisabete Filizzola, terceira vice-presidente do TJRJ. A admissão dos recursos para o STJ e STF ainda não foi julgada.

o Grêmio havia solicitado no início do mês que este valor fosse penhorado da verba que o Flu tem a receber junto ao Grupo Globo, mas o magistrado entendeu por dar o prazo para o pagamento. A dívida cobrada pelo Grêmio é em ação, já transitada em julgado, que se originou em um ajuda ao Fluminense em 2013 em um caso com o Clube dos Treze. A reportagem do LANCE! vem acompanhando o caso desde outubro do ano passado, quando a ação em primeira instância, que tramita desde 2017 no TJRJ, teve o trânsito em julgado certificado com o Fluminense perdendo o prazo para recorrer. O clube de Mário Bittencourt recorreu em segunda instância para tentar anular o trânsito em julgado, mas por unanimidade, com a relatoria da desembargadora Maria Augusta Vaz Monteiro de Figueiredo, a 4ª Câmara Cível negou o recurso e manteve o trânsito em julgado certificado em primeiro grau.Afirmou a terceira vice-presidente do TJRJ em sua decisão ao negar o efeito suspensivo: “Entendo ausentes os requisitos à concessão do efeito suspensivo, clara exceção à regra dos efeitos recursais, conforme artigo 995, caput e parágrafo único, do Código de Processo Civil. Para tal, deve haver i) risco de dano grave, de difícil ou impossível reparação e, além disso, o provimento do recurso deve ser ii) provável (q. v. art. 300, caput, CPC). (…) De todo modo, não vislumbro, primo ictu oculi, clara probabilidade de êxito recursal, ao menos para fins de extraordinária atribuição de efeito suspensivo a recurso excepcional no exercício da competência transitória a que alude o artigo 1.029, § 5º, III, do Código de Processo Civil”.

RELEMBRE O CASO

Em 19 de setembro de 2017, o Grêmio entrou com processo contra o Fluminense, cobrando o valor histórico de R$ 2.344.227,33, que resultou em R$ 3.146.496,12 após correção monetária e juros. O clube de Porto Alegre se tornou credor dos cariocas após ter quitado a dívida do Fluminense com o credor original, o Clube dos Treze, em 20 de janeiro de 2013. A dívida inicial foi por causa de um empréstimo feito pelo Clube dos Treze ao Fluminense.

No dia 11 de maio de 2019, o juiz Marcos Antonio Ribeiro de Moura Brito, da 29ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), sentenciou o Fluminense a pagar R$ 2.344.227,33, valor original da dívida, ao Grêmio, com as devidas correções e juros, em dez parcelas mensais e consecutivas, com a primeira 15 dias após o trânsito em julgado do caso. O prazo decorreu, o Flu não entrou com recurso e o trânsito acabou certificado no último 19 de agosto.

om isto, a primeira parcela deveria ter sido paga até o dia 3 de setembro, o que não ocorreu. Apenas depois do trânsito em julgado que o Fluminense voltou a se manifestar no processo. Tentou reverter a decisão em primeiro grau por meio de embargos, não acolhidos pelo magistrado justamente pelo trânsito em julgado certificado. Após isto, o Fluminense entrou com um recurso em segunda instância para tentar anular o trânsito.

Em segunda instância, o caso foi distribuído para a 4ª Câmara Cível do TJRJ, com relatoria da desembargadora Maria Augusta Vaz Monteiro de Figueiredo. O Fluminense pediu efeito suspensivo, afirmando que não ocorreu a intimação de seu advogado, que apenas um comunicado, pelo sistema “Push”, teria sido enviado, sem publicação no Diário Oficial, alegando “erro no sistema”. Alegou ainda que há risco de dano grave e difícil reparação, já que o Grêmio deu início à fase de cumprimento de sentença, podendo ser determinada a penhora de valores diante da fragilidade financeira do clube.

A desembargadora relatora decidiu em indeferir o efeito suspensivo “inexistindo probabilidade de provimento do recurso”. A magistrada destacou que há “certidão que informa sobre a regularidade da intimação eletrônica do advogado do recorrente, que se deu de forma tácita, considerando que ele não abriu o portal eletrônico, sendo certo que não há qualquer comprovação de que houve falha no sistema informatizado”. O colegiado, no mérito, também negou o recurso. Embargos de declaração do Flu estão para ser julgados em segunda instância.

Fonte: Terra

Fluminense tem 15 dias para pagar mais de R$4 milhões ao Grêmio

O Fluminense sofreu mais um duro golpe judicial na tarde desta sexta-feira (28), quando o juiz Marcos Antonio Ribeiro de Moura Brito, da 29ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), deu o prazo de 15 dias corridos para o Fluminense pagar uma dívida de R$ 4.572.708,26 ao Grêmio.

A dívida é em decorrência de uma ação, já transitada em julgado, que se originou em uma ajuda ao Fluminense em 2013 em um caso com o Clube dos Treze. Na época, o Grêmio se tornou credor do Fluminense após ter quitado a dívida do clube das Laranjeiras como credor original junto ao Clube dos Treze, em 20 de janeiro de 2013. A dívida inicial foi por causa de um empréstimo feito pelo Clube dos Treze ao Fluminense.

A dívida original era de R$ 2.344.227,33, sendo o Fluminense sentenciado a pagar o valor em dez parcelas mensais e consecutivas, com a primeira 15 dias após o trânsito em julgado do caso. O prazo decorreu, o Flu não entrou com recurso e o trânsito acabou certificado no último 19 de agosto.

Com isto, a primeira parcela deveria ter sido paga até o dia 3 de setembro, o que não ocorreu, vindo o Fluminense a se manisfestar apenas depois do trânsito em julgado.

O Fluminense pediu ainda efeito suspensivo, afirmando que não ocorreu a intimação de seu advogado, que apenas um comunicado, pelo sistema “Push”, teria sido enviado, sem publicação no Diário Oficial, alegando “erro no sistema”. Alegou ainda que há risco de dano grave e difícil reparação, já que o Grêmio deu início à fase de cumprimento de sentença, podendo ser determinada a penhora de valores diante da fragilidade financeira do clube. A desembargadora Maria Augusta Vaz Monteiro de Figueiredo relatou no entanto que há “certidão que informa sobre a regularidade da intimação eletrônica do advogado do recorrente, que se deu de forma tácita, considerando que ele não abriu o portal eletrônico, sendo certo que não há qualquer comprovação de que houve falha no sistema informatizado”.

Foto em destaque: Divulgação/FFC

Fonte: Lance!