fbpx

Demitido do Ceará, Enderson Moreira pode pintar no Flu

Foto: Nelson Perez/FFC

Demitido do Ceará após o Vozão ficar oito jogos sem vencer, Enderson Moreira é mais um nome estudado para assumir o comando técnico do Fluminense.

Enderson que teve uma boa passagem pelo Tricolor em 2015, quando o atual presidente, Mário Bittencourt era vice de Futebol, agrada a cúpula de futebol do Flu pode ter outra oportunidade nas Laranjeiras.

Outros nomes ainda seguem em análise, como Zé Ricardo, Ariel Holan e Lisca Doido, sendo o último tendo grandes chances de substituir Enderson no Ceará.

Vale destacar também que existe uma possibilidade da efetivação de Marcão, que em seu primeiro jogo de fato como técnico interino, conseguiu um triunfo diante do Grêmio. Uma nova vitória neste domingo (6) quando o Fluzão faz o clássico contra o Botafogo no Estádio Nilton Santos, aumentam ainda mais as chances de Marcão continuar como treinador Tricolor.

Ex-técnico do Fluminense diz que não concordou com contratação de Ronaldinho: “Não queria pagar o preço de continuar jogando”

Ídolo no mundo da bola, Ronaldinho Gaúcho deixou a desejar em sua passagem pelas Laranjeiras, em 2015. A contratação, consumada em meados de julho daquele ano, não agradou ao técnico da época, Enderson Moreira, hoje no Ceará, 13º colocado do Brasileirão.

— Ele é um jogador excepcional. Um dos maiores que eu vi jogar. Um grande ídolo. Mas ele estava numa fase em que queria continuar jogando, mas não queria pagar o preço. O jogo de futebol tem uma parte muito física. Infelizmente, ela não permite que os grandes talentos possam perdurar durante muito tempo se eles não se cuidarem, mais até do que os outros atletas. O Ronaldinho não queria pagar esse preço. Demos essa possibilidade para ele, mas a resposta não foi positiva. Clube começou a cair, começou a ir mal. Não em função dele, mas as coisas não encaixaram bem — disse.

Oficialmente, Ronaldinho ficou no Fluminense, seu último clube, por quase quatro meses. Por acordo contratual, precisou jogar os amistosos da Flórida Cup em janeiro de 2016. Em nove jogos pelo Tricolor, o “bruxo” não marcou nenhum gol.

— Eu não era favorável à vinda do Ronaldinho. Não pelo atleta, que é um baita de um cara, excepcional. Ronaldinho não atrapalhou em nada. Não tem culpa de nada. Mas eu tinha na minha cabeça uma perspectiva diferente. Tive de refazer isso em função desse desejo da diretoria de contar com ele. No Fluminense, a coisa não funcionou — complementou Enderson.

O acerto com o craque se tornou triunfo sobre o Vasco, cujo então presidente, o falecido Eurico Miranda, havia praticamente confirmado a ida do meia para São Januário. Além disso, o negócio serviu para dar “tapa de luva no patrocinador”, como definiu Enderson Moreira, e alavancar o programa de sócio-torcedor, através de ações de marketing.

— Quando isso aconteceu, o Fluminense teve soberba. Eu até falei que a gente precisava buscar umas peças no mercado. Naquele momento, o Fluminense quis, como se fosse um tapa de luva no patrocinador, trazer o Ronaldinho Gaúcho. Ninguém conseguiu trazer, então nós vamos trazer por conta própria — explicou o treinador.

O Time de Guerreiros terminou aquele Campeonato Brasileiro na 15ª posição, com 47 pontos. Considerando a chamada “era dos pontos corridos”, foi naquela temporada que o Fluminense bateu sua pior pontuação em um turno, ao somar só 14 pontos na segunda metade da campanha. Porém, pela “gordura” acumulada nas rodadas anteriores, não correu risco de rebaixamento.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: ESPN.

Top