Flu terá sete representantes nos Jogos Sul-Americanos Assunção 2022

O Fluminense terá sete representantes nos Jogos Sul-Americanos Assunção 2022. A técnica Glaucia Soutinho, as atletas Anna Giulia Veloso, Luiza Rodrigues, Ana Beatriz Nunes, Luiza Ferreira e Ana Luiza do Nascimento, do nado artístico, e Davi Lyrio, dos saltos ornamentais, fazem parte da delegação brasileira que disputará a competição continental de 1º a 15 de outubro, na capital do Paraguai.

Saltos ornamentais

O primeiro tricolor a entrar em ação será Davi Lyrio. O atleta embarcou para Assunção nesta quinta-feira (29/09) e fará sua estreia nos Jogos Sul-Americanos na próxima segunda-feira (03/10), quando disputará a prova de plataforma de 10m sincronizada, ao lado de Diogo Adriano Silva. No dia seguinte, ele volta à piscina para a prova de plataforma de 10m individual.

Esta será a primeira vez que Davi disputará uma competição internacional.

“É a primeira vez que disputo os Jogos Sul-Americanos e estou um pouco ansioso, mas trabalhamos muito para que isso não atrapalhe na hora da competição. A expectativa é a melhor possível. Nossa modalidade tem bastante tradição e vamos buscar o melhor resultado possível para o Fluminense e para o país. Quero voltar para o Brasil com uma medalha”, disse Davi Lyrio.

Nado artístico

Em Assunção, a seleção brasileira de nado artístico será comandada pela técnica tricolor Glaucia Soutinho. Anna Giulia Veloso, Luiza Rodrigues, Ana Beatriz Nunes, Luiza Ferreira fazem parte da equipe que disputará as provas de rotina livre e técnica nos dias 8 e 9 de outubro (sábado e domingo). Ana Luiza do Nascimento é a reserva.

“A expectativa é muito boa e esperamos conquistar a medalha de ouro. Em relação ao Mundial, disputado no fim de junho, tivemos mais tempo de preparação e conseguimos melhorar técnica e fisicamente. Isso nos deixa confiante para um bom resultado”, afirmou a técnica Glaucia Soutinho.

Assim como no Mundial, disputado em Budapeste, Hungria, o Brasil competirá com o tema Carnaval. A coreografia, porém, será diferente.

“Já voltamos do Mundial com muitas ideias para mudar a coreografia e tivemos bastante tempo para treinar. A equipe está muito focada para buscar a medalha de ouro, que nos Jogos Sul-Americanos é nosso principal objetivo”, finalizou Anna Giulia, que vai disputar sua quinta edição da competição continental com apenas 22 anos de idade.

Brasil nos Jogos Sul-Americanos

O Brasil terá 464 atletas em ação em Assunção. A delegação conta com sete medalhistas olímpicos e 11 medalhistas em Campeonatos Mundiais. Dentre os grandes nomes estão os campeões olímpicos Isaquias Queiroz, da canoagem velocidade, e Ana Marcela Cunha, das águas abertas. Esta é a 12ª edição do evento e o Brasil participou de todas elas.

Ao todo, os Jogos Sul-Americanos Assunção 2022 contará com sete mil atletas, treinadores e oficiais de 15 países distribuídos em 53 modalidades.

Texto: Comunicação/FFC
Fotos: Mailson Santana/FFC

Sub-17 do Flu derrota o Passo Zero pelo Estadual de Basquete

A equipe sub-17 do Fluminense venceu a Escolinha de Esportes Passo Zero pelo Campeonato Estadual masculino de basquete. A partida realizada no Ginásio João Coelho Netto, em Laranjeiras, terminou com placar de 82 a 35 para o Tricolor.

Neste sábado (17/09), a equipe comandada pelo técnico Leonardo Silva foi superior ao adversário e terminou todos os quartos à frente do placar. Muitos atletas tricolores alcançaram altas pontuações e Caio dos Santos, responsável por 20 pontos, foi o cestinha da partida.

O resultado levou o Tricolor aos 10 pontos em seis partidas disputadas. Na terceira colocação no returno da competição, a equipe possui o mesmo número de pontos do líder Tijuca Tênis Clube/ Raizeiras, com uma partida a mais.

Texto: Comunicação/FFC

Sub-23 do Flu está na semifinal do Estadual de Basquete

O Fluminense venceu o Clube Desportivo Atitude/Olaria A.C. e está classificado para as semifinais do Estadual masculino sub-23 de basquete. Em partida realizada na noite desta quarta-feira (14/09), em Laranjeiras, o Tricolor se impôs diante do adversário e garantiu a vitória pelo placar de 68 a 29, em jogo válido pelas quartas de final da competição. Na semifinal, disputada no modelo melhor de três, o adversário será o OBEM/Mesquita/Sodiê.


Diante do Atitude, a equipe comandada pelo técnico Ricardinho cresceu ao longo do jogo e contou com quase todos os atletas pontuando. Matheus Alves, com 20 pontos, foi o cestinha da partida.

“O jogo de ontem começou nervoso, trata-se de uma partida de playoff, é como um campeonato à parte. Começamos mal, mas no segundo tempo a evolução foi muito grande, conquistando uma boa vantagem e fechamos a partida com 68 a 29 no placar. Foi mais um passo dado em busca do nosso principal objetivo”, declarou o treinador.


Sobre a expectativa para as partidas válidas pela semifinal, que será disputada em dois jogos na casa do adversário e um em Laranjeiras, ainda sem datas confirmadas, o técnico Ricardinho destacou a motivação da equipe e o aprendizado com resultados anteriores.


“Nós já enfrentamos nosso próximo adversário durante a primeira fase e não conseguimos vencer. Foram dois jogos duríssimos, decididos nos detalhes e que servem de aprendizado. Entendo que agora nas fases finais com os meninos ainda mais motivados e com as novas estratégias que estamos planejando temos capacidade total para chegar a final. Para jogar no Fluminense tem que aguentar a pressão, que é sempre por títulos, e eu vou sempre buscar o melhor para esse clube.”.

Texto: Comunicação/FFC

Foto: Mailson Santana/FFC

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Time de vôlei do Flu assiste à palestra do técnico de MMA André Pederneiras

O time feminino de vôlei do Fluminense participou, nesta quarta-feira (14/09), no auditório de Laranjeiras, de uma palestra realizada pelo técnico de MMA André Pederneiras junto a Ketlen Viera, atleta treinada pelo mesmo e destaque do esporte. Com muita troca de experiências, o debate foi avaliado por todas as partes de forma positiva, contribuindo para o crescimento em quadra e fora dela.
Temas como preparação técnica e mental, gestão de equipe, dificuldades e superação foram aspectos marcantes na discussão, ampliando a visão das atletas em relação a atributos centrais no esporte e colaborando para a evolução mútua.



“A maior importância dessa palestra é poder mostrar que um treinador de outro esporte pode trazer pontos que tocam atletas de modalidades diferentes. A troca de experiências agrega mutuamente”, declarou André Pederneiras.


Compartilhando do mesmo entendimento, Guilherme Schmitz, técnico do Fluminense, declarou:


“Eu acho a troca de experiências super válida. A luta possui relação com o nosso esporte em pontos centrais, como na busca por estratégias pré definidas em prol de seus objetivos e na preparação mental. O Dedé Pederneiras é um grande campeão de um dos maiores esportes de luta do mundo e escutá-lo agrega muito valor a nossa preparação também.”
.


Após a palestra, a atleta Lara Nobre, capitã tricolor, demonstrou seu contentamento com a troca e destacou a admiração pela mentalidade vencedora dos convidados.



“É sempre muito legal ouvir sobre outros esportes, ainda mais de pessoas com mentalidade campeã. Temos que tirar o máximo dessas oportunidades. Eu como capitã, gosto muito de ouvir diferentes experiências para me tornar uma líder melhor. Saio dessa palestra ainda mais motivada.”


Ketlen Vieira declarou sua felicidade com o convite feito pelo Fluminense e também destacou a importância da palestra para o crescimento mútuo.


“Eu fiquei muito honrada com o convite de estar aqui. Trocar essas experiências também foi muito importante para mim. Eu tenho certeza que vai contribuir muito para o meu crescimento e espero também contribuir para o delas.”, declarou Ketlen Vieira.

Texto: Comunicação/FFC

Fotos: Marina Garcia/FFC

Flu fatura 28 medalhas na 4ª Etapa do TBM Estadual

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A equipe de tênis de mesa do Fluminense obteve ótimo desempenho na 4ª etapa do TBM Estadual, organizado pela Federação de Tênis de Mesa do Estado do Rio de Janeiro e realizado neste fim de semana (27/08 e 28/08), no Park Shopping Jacarepaguá. Os mesatenistas conquistaram, em diversas categorias, 28 medalhas, sendo oito de ouro, sete de prata e treze de bronze.



O Tricolor dominou os pódios nas categorias Sub-15 (Infantil), Sub-19 (Juvenil) e Rating G, e Felipe Aguiar foi grande destaque ao conquistar três medalhas, sendo uma de ouro na categoria Sub-15 (Infantil) e duas de prata nas categorias Juvenil e Rating G.

Confira todos os pódios do Fluminense na competição:

OLÍMPICO

Sub-21 (Juventude)

1º – Maria Clara Lopes

Sub-11 (Super Pré-Mirim)

1º – Lucas Costa 

Sub-13 (Mirim)

1º – Adle Clavelo

Sub-15 (Infantil)

1º – Felipe Aguiar

2º – Adle Clavelo

3º – João Gabriel Matos

Sub-19 (Juvenil)

1º – Leonardo Lopes

2º – Felipe Aguiar

3º – Felipe Teixeira e Luis Epifânio 

Veterano 50

1º – Cláudio Beznos

3º – José Corrêa 

Rating G

1º – Andrey Carneiro

2º – Felipe Aguiar

3º – Bruno Bueno

Rating I

1º – João Gabriel Matos

3º – Alexandre Melo e Felipe Rosman

Sub-19 (Juvenil)

2º – Maria Clara Lopes

3º – Annanda Costa

Sub-9 (Pré-Mirim)

2º – Arthur Kirszerg

3º – Pedro Ono 

Sub-21 (Juventude)

2º – Fernando Kubo 

3º – Luis Epifânio 

Rating O

2º – Gustavo Moraes

Rating L

3º – Victor Corrêa 

Rating B

3º – Annanda Costa

PARALÍMPICO
Classe Única (7 e 10)

3º – Marcelo Pereira

Texto: Comunicação/FFC

Foto: Arquivo pessoal

A visão política do Fluminense FC por Ademar Arrais

Arrais foi conselheiro do clube entre 2014 e 2016 pelo grupo Ideal Tricolor.

Aos Amigos do Fluminense: 

Desde a última eleição estou afastado da política diária do Fluminense numa espécie de licença prêmio ou anos sabáticos. Confesso que esse afastamento não é o melhor caminho para o clube, não obstante estar sendo para mim.

A verdade é que mesmo afastado, a minha paixão pelo Clube e a minha amizade e meu respeito e carinho com quase todos, de todos os segmentos da política do Clube, fazem com que eu acompanhe sempre o que vem acontecendo de perto. Ocorre que, infelizmente, não temos nada de novo e muito menos surpreendente.

A cada dia aumenta assustadoramente o estado de degradação e de apequenamento do Fluminense, fruto de uma mentalidade e de atitudes tacanhas, medíocres, prepotentes, arrogantes e que sempre colocam interesses pessoais, de amigos e ou de segmentos acima dos interesses do Fluminense. Isso tudo com uma grande pitada de irresponsabilidade financeira, incompetência e incapacidade.

Abad e Flusocio sempre foram isso que está aí acima relatado. Não dá sequer para perder mais tempo em falar. Tenho mais o que fazer. Temos um clube dirigido por pessoas “especiais”. Contudo, a Flusocio sozinha nunca teria conseguido fazer toda essa destruição.

Não crítico nenhum segmento por ter feito acordo político-eleitoral com eles, inclusive porque já fiz e não me arrependo. Acordos político-eleitorais são feitos diante de uma conjuntura do momento, de uma perspectiva futura segundo a visão de cada um do que será melhor para o Clube. Entretanto, os interesses do Fluminense devem ser a base de qualquer acordo, ou seja, se depois da eleição o candidato é seu principal grupo resolvem fazer o que bem entendem, deve-se romper com eles e lutar pelo que for melhor para a instituição.

Nesse sentido, confesso que não consigo entender há anos, várias gestões, a postura dos representantes do esporte olímpico. Em todas as gestões que acompanhei o Olímpico vem ajudando e sendo decisivo para sustentação desse sistema podre e nojento de gestão do clube.

Isso não me causaria nenhum espanto nem maior indignação se com essa postura o Esporte Olímpico fosse visto e ajudado consideravelmente pelas respectivas Diretorias. Seria errado do mesmo jeito, mas compreensível pelo aspecto corporativo.

Ocorre que o que vem acontecendo é exatamente o contrário. O esporte olímpico há tempos vem sendo sucateado, não tem nenhum apoio substancial, fica sempre num décimo plano, sofre talvez como ninguém com a desorganização geral e em razão da indefinição estratégica dos esportes que terá apenas escolinha, que irá competir, que irá investir, acaba por ser acusado de contribuir com o déficit. Temos atletas treinando há séculos literalmente no escuro, fazendo rifas para poder participar de competições, etc..

Não estou criticando por criticar esse segmento tão importante para o Fluminense na minha visão. Ao revés, não apenas o Esporte Olímpico, mas acredito que todos os grupos e segmentos do Clube devem refletir o que tem feito para a efetiva melhora institucional do Fluminense, qual o seu nível de responsabilidade com a construção desse status quo caótico e como contribuir mesmo para mudanças sem radicalismos inconsequentes e isolacionistas, cedendo no que for possível e dialogando sempre.

Eu sou oriundo do Futebol, da arquibancada, mas isso não quer dizer que não queira os esportes olímpicos do Fluminense forte, com planejamento, com apoio, organizado e sempre campeão nos esportes que estivermos competindo. É inadmissível as pessoas que representam os esportes olímpicos continuarem promovendo a sua própria auto-destruição e do Clube em geral, sem qualquer espécie de reflexão ou questionamento interno ou com todos no Conselho Deliberativo.

A coisa já está num nível tão grave, que já percebo movimentos de segmentos ligados mais ao Futebol e até eventuais candidatos à presidência do Clube defendendo o fim dos esportes olímpicos do Fluminense, num processo político de “Nós” contra “Eles”. Não concordo com isso e acho que isso não encontra maiores ecos, porém é bom não facilitar, pois nada é impossível.

Todos que de alguma forma participam da política do Fluminense precisam refletir e lutar efetivamente por mudanças e melhorias. O melhor inclusive para o Fluminense, tamanha a gravidade dos seus problemas, seria a construção de uma chapa única para próxima eleição, com alicerce num projeto previamente discutido entre todos os segmentos e sem pessoas da Flusocio à frente de nada (não pelo aspecto da exclusão do processo, mas sim da necessidade de renovação e de oportunidade a quem, no mínimo, possui o benefício da dúvida) .

O Presidente do Fluminense não precisa ser um gênio, nem rico. Ele precisa apenas ter a capacidade de liderar um processo de transformação desde à mentalidade até as atitudes, precisa ser uma pessoa decente, verdadeira, honesta, de palavra e consequentemente de credibilidade. Todo o resto se ajeita através de um movimento coletivo transformador, onde o Presidente seja Presidente e não um Imperador.

Por: Ademar Arrais