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FERJ divulga seleção do Carioca com dois representantes do Fluminense

Com o encerramento do Campeonato Carioca, conquistado pelo Flamengo nesse domingo, a FERJ divulgou a seleção dos destaques da edição 2019. A premiação ocorrerá em cerimônia nesta segunda-feira, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.

Mesmo sem vencer nenhum dos turnos, o Fluminense tem dois representantes na formação do time: o lateral-direito Gilberto e o técnico Fernando Diniz. Flamengo, Vasco e Bangu também emplacaram jogadores na lista. Veja a escalação completa abaixo:

 — Foto: Reprodução

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Abad recebe convite para participar da reunião sobre o futuro do Maracanã!

Reunião na Ferj traz pauta que fala sobre novo modelo de gestão

A reunião terá presentes membros como Alexandre Campelo (presidente do vasco), representantes do flamengo, do botafogo e Rubens Lopes (presidente da Ferj).

O assunto principal é um modo diferente de fazer a gestão, onde os clubes capitaneariam e a entidade máxima do futebol carioca participaria. O foco seria montar um consórcio que os clubes pudessem indicar integrantes para uma mesa diretora, escolhendo juntamente a Ferj. Dentre os integrantes, seria indicado um presidente com mandatos curtos.

Não foi confirmado, mas a tendência é adotar uma medida similar a exposta na pauta.

Fluminense aciona TJD-RJ para derrubar veto da FERJ a clássico com o Vasco no Maracanã

Dada a polêmica sobre o lado Sul do Maracanã na final da Taça Guanabara, entre Fluminense e Vasco, em fevereiro, a FERJ determinou que os rivais só voltarão a duelar no estádio perante acordo pela alocação dos torcedores. Pensando numa eventual decisão do Campeonato Carioca, o clube das Laranjeiras acionou o TJD-RJ para derrubar o veto e terá o pedido analisado na quinta-feira.

– O que está no regulamento é que o mandante escolhe o estádio. Já a  disposição da torcida é fruto de outro contrato de natureza cível. Se o Fluminense for mandante em um clássico contra o Botafogo, pode escolher o Nilton Santos. Mas não pode tirar a torcida do Botafogo do lugar – explica o advogado que representa o Fluminense, Carlos Portinho.

Com o rompimento do Governo do Estado do Rio de Janeiro com a Odebrechet, anunciado em meados de março, o mandado de garantia impetrado pelos tricolores pode ser recusado. Isso porque o Fluminense se apoiava no contrato de 35 anos com o Consórcio, que deixará a administração do Maracanã até o dia 18 de abril, ou seja, entre as datas da final, em dois jogos, marcados para 14 e 21 deste mês.

Nesta semana, o órgão judicial ainda julgará recursos contra a multa de R$ 60 mil ao clube, “por dificultar o cumprimento do regulamento do Carioca”, e a suspensão do presidente Abad, “por incitar publicamente o ódio ou a violência” na entrevista em que convoca a torcida “à guerra”, no sentido de lotar sua arquibancada – na ocasião, a Norte.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Jornal O Globo.

Ferj avalia como positiva a postura do árbitro no Fla-Flu

foto: Divulgação

Criticado pela grande maioria dos Tricolores, o juiz da partida entre Flamengo e Fluminense da semifinal da Taça Rio, Marcelo de Lima Henrique, teve sua atuação elogiada pela Ferj.

Na visão da entidade o jogo foi de um alto grau de dificuldade e de acordo com sua comissão de arbitragem, o juiz acertou em todos o lances capitais da partida.

Ainda de acordo com a comissão de arbitragem da federação, o mau andamento da partida foi causado devido ao comportamento inadequado dos jogadores e comissão técnica de ambas as equipes.

Fluminense pede anulação de resolução que veta clássicos com Vasco no Maracanã sem acordo

Globo Esporte

O Fluminense entrou com um mandado de garantia no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJD-RJ) pedindo a anulação da resolução de Rubens Lopes, presidente da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ), que veta a realização de jogos contra o Vasco no Maracanã pelo Carioca sem que haja acordo entre os clubes sobre a localização de suas torcidas no estádio ou decisão judicial desportiva sobre o caso.

O clube das Laranjeiras defende que não há uma omissão no regulamento que sustente a resolução tomada por Rubens Lopes. No pedido, o Tricolor alegou mais uma vez ter direito ao Setor Sul do Maracanã mesmo como visitante baseado em cláusula no contrato com o estádio e lembrou que já foram disputados nove clássicos com o Vasco no local com esta configuração de torcidas nas arquibancadas desde a assinatura do contrato com o Consórcio.

 

 

FERJ proíbe clássicos entre Fluminense e Vasco no Maracanã até consenso sobre lado Sul

Em resposta à batalha travada entre Fluminense e Vasco pelo setor Sul do Maracanã, a FERJ divulgou, nesta segunda-feira, uma nota na qual proíbe que os rivais duelem no estádio até que cheguem a um consenso sobre onde posicionar suas torcidas. A medida vale só para torneios organizados pela entidade.

“Após os lamentáveis episódios ocorridos antes do início da final da Taça Guanabara, entre Vasco da Gama e Fluminense, no último domingo (17/02), no Maracanã, a FERJ, através de uma Resolução da Presidência vem determinar que as partidas que envolvam as duas agremiações acima mencionadas, válidas pelo Campeonato Carioca, somente serão programadas e/ou autorizadas para o Maracanã caso haja acordo expresso entre os clubes acerca da ocupação do setor sul, ou decisão judicial desportiva sobre o caso. Nas partidas contra outros adversários, o Fluminense terá o direito de ocupar o setor sul, mesmo na condição de visitante, exceto acordo entre as partes ou decisão diversa da justiça desportiva”, diz o comunicado.

Campeão da Taça Guanabara neste domingo, o Vasco conseguiu alocar seus torcedores à direita das cabines, contrariando o contrato existente entre o clube das Laranjeiras e a Concessionária Maracanã desde 2013. O jogo começou com portões fechados, por determinação judicial, mas recebeu público de 29 mil pessoas, em sua imensa maioria vascaínos, a partir dos 30′ minutos do primeiro tempo, após confusão generalizada no local.

Os clubes, que estão juntos na chave B do campeonato, só se reencontrariam numa eventual semifinal de Taça Rio, no fim de março. Neste segundo turno, que começa na sexta-feira, as equipes de um grupo encaram adversários do outro.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

 

 

Fluminense pede que tricolores não vão ao Maracanã; FERJ espera reversão na Justiça

No momento, a final da Taça Guanabara, entre Fluminense e Vasco, ocorrerá com portões fechados no Maracanã. Por isso, o clube das Laranjeiras divulgou nota na qual pede que os tricolores não compareçam ao estádio, em respeito à determinação da Justiça.

“O Fluminense FC solicita aos seus torcedores que não compareçam ao estádio do Maracanã nesse domingo (17/02), em cumprimento à decisão judicial que determinou o fechamento dos portões na final da Taça Guanabara 2019. O clube sempre se norteou pela segurança do torcedor e pelo exercício regular dos seus direitos, reconhecidos pelo Judiciário”.

Em rede social, a FERJ adotou um tom mais esperançoso na reversão da decisão. A entidade reforça que os torcedores só poderão ir ao local se a entrada do público for autorizada. Há mais de 30 mil ingressos vendidos.

“Em nome da segurança, mediante a decisão judicial, a recomendação da FERJ é para que o torcedor só vá ao Maracanã, caso haja reversão na Justiça para que a final da Taça Guanabara seja realizada com portões abertos. O que esperamos que venha a acontecer“.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Um jogo. Dois derrotados

Já não é de hoje, aliás, bota tempo nisso, que a falta de inteligência dos dirigentes esportivos brasileiros, no presente caso, dos clubes cariocas e da Federação, tem protagonizado espetáculos dos mais esdrúxulos que não honram à memória e tradição do violento esporte bretão.
Sem fazer muita força, lembro-me do campeonato da dengue, onde tivemos sequência de W.Os., um outro, em que, ao final do jogo, Vasco e Botafogo deram a volta olímpica, cada qual arvorando para si o título daquele ano, ou ainda, o famigerado caixão de 2002.
Enfim, os exemplos são fartos e variados. Sendo que, o que não varia são as causas e efeitos dessa tragédia.
Como causas, impera entre os ineptos dirigentes a máxima da “lei de Gerson.”
Querem medir pequenas vantagens, querendo um dar uma de esperto sobre o outro e, no final das contas, todos saindo perdendo.
No caso em exame, confesso, tenho minhas dúvidas de quem teria razão nessa pendenga do lado da arquibancada.
A princípio, considerando que o Fluminense tinha ordem judicial ignorada pelo Vasco, sou tendente a dizer que assistia direito ao meu tricolor.
Mas, o Vasco, não se fez de rogado e, para não se sentir, sabe-se lá Deus porque, diminuído em sentar no lado Norte, passou a vender os ingressos do jeito que entendia ser.
Aí, foi a vez do Fluminense dar uma de machão. Seu presidente foi à imprensa e, irresponsavelmente convocou a torcida para, em suas próprias palavras, “uma guerra,” aceitando o tal lado Norte, mas já sabendo de antemão, que torcedores vascaínos já teriam adquirido ingressos também para esse setor.
Diria o Capitão Nascimento: “só podia dar merda.”
Em tempo, falava do torcedor. Pois é. Esse personagem tão fundamental ao encanto do futebol foi, literalmente, esquecido nessa tosca queda de braço entre Vasco x Fluminense e Ferj.
Sendo que, ainda que os ineptos dirigentes se esqueçam deles, os torcedores, existe uma prudente legislação que estabelece regras mínimas voltadas para a necessária segurança e conforto do torcedor.
Regras essas ignoradas pelos dirigentes, na sua quedinha de braço particular, mas que, aos 45 do segundo do tempo, diante das inúmeras pataquadas desses ineptos, a justiça fez o que lhe cabe: cumpriu a lei.

Resta indagar: Por que raios de razão Vasco x Fluminense e Ferj não tiveram a capacidade, ainda na sexta-feira, de sentar e fazer um acordo?
Respondo: Por que falta aqueles que estão a frente dessas entidades bom senso e visão. Um quis ser melhor do que o outro. E, todos eles saíram perdendo.

Mais uma triste página desse dantesco campeonato carioca

Fluminense proíbe que funcionários do Vasco vendam ingressos para tricolores nas Laranjeiras

Com o setor Sul, por ora, destinado aos cruz-maltinos, o Vasco enviou funcionários às Laranjeiras para iniciar a venda de ingressos aos tricolores para o setor Norte. Porém, o Fluminense vetou a comercialização por entender que sua torcida deve ser alocada à direita das cabines de imprensa, conforme previsto em contrato com o consórcio que gerencia o Maracanã.

Paralelamente à reunião entre presidentes de Vasco, Fluminense e Concessionária Maracanã, na sede da FERJ,  foram vendidos 18 mil entradas nas bilheterias de São Januário, no próprio palco da final, marcada para este domingo, e pela internet.

Desde a reabertura do estádio, em 2013, os rivais duelaram nove vezes por lá, sendo que o Fluminense ocupou a arquibancada Sul em todas as ocasiões, seja como mandante ou como visitante – como é o caso desta vez.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

 

Em nota, Fluminense repudia possível descumprimento de acordo pelo lado direito do Maracanã

A dois dias de decidirem a Taça Guanabara, Fluminense e Vasco trouxeram à tona uma velha briga, envolvendo o setor Sul do Maracanã. Dessa vez, enquanto o rival, sorteado como mandante do jogo, anuncia que sua torcida ficará à direita das cabines de rádio e TV, os tricolores reivindicam o direito, garantido em contrato com o consórcio do estádio, de ocupar o espaço.

Após declarações de Pedro Abad de que o caso irá à Justiça até que se chegue a uma solução, nesta sexta-feira, o Fluminense divulgou nota na qual repudia possível descumprimento do acordo combinado em 2013. Leia, na íntegra:

“O Fluminense Football Club notificou o Complexo Maracanã Entretenimento (CME), na manhã desta sexta-feira (15/02), para que cumpra o contrato prévio existente entre as partes, que garante o uso do Setor Sul pela torcida tricolor. Em documento enviado ao CME, o Flu alerta para as consequências do descumprimento do Termo Aditivo ao Contrato – em pleno vigor por força de decisão judicial, em caráter liminar, proferida pelo Desembargador Eduardo Gusmão Alves de Brito Neto nos autos do Agravo de Instrumento nº 0015955-76.2017.8.19.0000 – e solicita que seja estabelecido o posicionamento de sua torcida no Setor Sul do Estádio Mario Filho na partida contra o Club de Regatas Vasco da Gama, a ser realizada no próximo domingo (17/02), válida pela final da Taça Guanabara, do Campeonato Estadual de Futebol Profissional do Rio de Janeiro. O CRVG também foi notificado. Desde 2013, no novo modelo do Maracanã, foram nove confrontos entre as equipes no estádio, independente do mandante, todos com os tricolores no Setor Sul. O Fluminense vai lutar para ter seus direitos mantidos, inclusive, indo à Justiça para garanti-los, e espera que Mauro Darzé, em nome do Consórcio Maracanã, se manifeste em relação ao possível não cumprimento do contrato.”

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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