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Fluminense x Santos: STJD julgará Ganso e Oswaldo por discussão e mais três jogadores por expulsões; veja pacotão de denunciados

Os diversos episódios que marcaram o empate em 1 a 1 entre Fluminense e Santos, no dia 26 de setembro, ainda devem render problemas aos clubes. Por causa da briga à beira do campo, Paulo Henrique Ganso e Oswaldo de Oliveira foram denunciados pelo STJD e serão julgados com base no Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) a partir das 11h30 da próxima segunda-feira.


Ganso: responderá por “ofender alguém em sua honra” e, além de multa de R$ 100 a R$ 100 mil, pode ser suspenso por até seis jogos.

Oswaldo: responderá por “ofender alguém em sua honra” (suspensão de até seis jogos e multa de R$ 100 a R$ 100 mil) e por “provocar a torcida” (suspensão de dois a seis jogos) em gesto obsceno ao deixar o campo.


O duelo terminou com três jogadores a menos em razão de expulsões: Digão e Frazan, pelo Fluminense, e Marinho, pelo Santos, passarão por julgamento. O capitão atingiu com o pé o rosto de Marinho, enquanto o jovem zagueiro derrubou o mesmo adversário com carrinho. O santista, por sua vez, cometeu falta dura em João Pedro.


Digão: responderá por “agressão” e pode ser suspenso por quatro a 12 jogos.

Frazan: responderá por “jogada violenta” e pode ser suspenso por até seis jogos.

Marinho: responderá por “conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva” e pode ser suspenso por até seis jogos.


Por fim, o próprio clube e profissionais de seus bastidores foram indiciados por ocorridos naquela quinta-feira no Maracanã. Acontece que a equipe de arbitragem, na saída para os vestiários, ouviu de tricolores ofensas como “vagabundos, safados, pilantras…”, segundo a súmula. Além disso, até um gandula e a FERJ vão ser julgados.


Fernando Simone (gerente de futebol), Rodrigo Henriques (supervisor) e Allan Neiva (auxiliar de supervisão): responderão por “ofender a equipe de arbitragem” e, além de multados de R$ 100 a R$ 100 mil, podem ser suspensos por 15 a 90 dias.

Fluminense: responderá pela “conduta de seus integrantes” (multa de até R$ 10 mil) e pelo comportamento de gandula (multa entre R$ 100 e R$ 100 mil).

George Allan Nascimento Moura (gandula): responderá “por não cumprir a determinação de reposição de bola” e pode ser multado.

FERJ: responderá pelo comportamento do gandula e pode ser multada de R$ 100 a R$ 100 mil.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Saudações Tricolores.

Presidentes dos quatro grandes do Rio se reúnem pela primeira vez para tratar do Carioca 2020

Na manhã desta terça-feira, dia seguinte à cerimônia que celebrou o encerramento do Carioca 2019, os presidentes dos quatro grandes do Rio de Janeiro se reuniram com Rubens Lopes e Leonardo Ferras, representantes da FERJ, para começar a tratar da próxima edição do campeonato.

Baseado no anúncio do presidente da CBF, Rogério Cabloco, de que os estaduais terão, a partir do ano que vem, 16 datas, em vez de 18, os dirigentes consideram a elaboração de um novo formato de disputa.

Foi combinada uma agenda mensal. Assim, os mandatários se reencontrarão em maio, já com sugestões de novidades. Estas, se aprovadas, serão levadas aos parceiros comerciais.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

FERJ divulga seleção do Carioca com dois representantes do Fluminense

Com o encerramento do Campeonato Carioca, conquistado pelo Flamengo nesse domingo, a FERJ divulgou a seleção dos destaques da edição 2019. A premiação ocorrerá em cerimônia nesta segunda-feira, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.

Mesmo sem vencer nenhum dos turnos, o Fluminense tem dois representantes na formação do time: o lateral-direito Gilberto e o técnico Fernando Diniz. Flamengo, Vasco e Bangu também emplacaram jogadores na lista. Veja a escalação completa abaixo:

 — Foto: Reprodução

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Abad recebe convite para participar da reunião sobre o futuro do Maracanã!

Reunião na Ferj traz pauta que fala sobre novo modelo de gestão

A reunião terá presentes membros como Alexandre Campelo (presidente do vasco), representantes do flamengo, do botafogo e Rubens Lopes (presidente da Ferj).

O assunto principal é um modo diferente de fazer a gestão, onde os clubes capitaneariam e a entidade máxima do futebol carioca participaria. O foco seria montar um consórcio que os clubes pudessem indicar integrantes para uma mesa diretora, escolhendo juntamente a Ferj. Dentre os integrantes, seria indicado um presidente com mandatos curtos.

Não foi confirmado, mas a tendência é adotar uma medida similar a exposta na pauta.

Fluminense aciona TJD-RJ para derrubar veto da FERJ a clássico com o Vasco no Maracanã

Dada a polêmica sobre o lado Sul do Maracanã na final da Taça Guanabara, entre Fluminense e Vasco, em fevereiro, a FERJ determinou que os rivais só voltarão a duelar no estádio perante acordo pela alocação dos torcedores. Pensando numa eventual decisão do Campeonato Carioca, o clube das Laranjeiras acionou o TJD-RJ para derrubar o veto e terá o pedido analisado na quinta-feira.

– O que está no regulamento é que o mandante escolhe o estádio. Já a  disposição da torcida é fruto de outro contrato de natureza cível. Se o Fluminense for mandante em um clássico contra o Botafogo, pode escolher o Nilton Santos. Mas não pode tirar a torcida do Botafogo do lugar – explica o advogado que representa o Fluminense, Carlos Portinho.

Com o rompimento do Governo do Estado do Rio de Janeiro com a Odebrechet, anunciado em meados de março, o mandado de garantia impetrado pelos tricolores pode ser recusado. Isso porque o Fluminense se apoiava no contrato de 35 anos com o Consórcio, que deixará a administração do Maracanã até o dia 18 de abril, ou seja, entre as datas da final, em dois jogos, marcados para 14 e 21 deste mês.

Nesta semana, o órgão judicial ainda julgará recursos contra a multa de R$ 60 mil ao clube, “por dificultar o cumprimento do regulamento do Carioca”, e a suspensão do presidente Abad, “por incitar publicamente o ódio ou a violência” na entrevista em que convoca a torcida “à guerra”, no sentido de lotar sua arquibancada – na ocasião, a Norte.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Jornal O Globo.

Ferj avalia como positiva a postura do árbitro no Fla-Flu

foto: Divulgação

Criticado pela grande maioria dos Tricolores, o juiz da partida entre Flamengo e Fluminense da semifinal da Taça Rio, Marcelo de Lima Henrique, teve sua atuação elogiada pela Ferj.

Na visão da entidade o jogo foi de um alto grau de dificuldade e de acordo com sua comissão de arbitragem, o juiz acertou em todos o lances capitais da partida.

Ainda de acordo com a comissão de arbitragem da federação, o mau andamento da partida foi causado devido ao comportamento inadequado dos jogadores e comissão técnica de ambas as equipes.

Fluminense pede anulação de resolução que veta clássicos com Vasco no Maracanã sem acordo

Globo Esporte

O Fluminense entrou com um mandado de garantia no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJD-RJ) pedindo a anulação da resolução de Rubens Lopes, presidente da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ), que veta a realização de jogos contra o Vasco no Maracanã pelo Carioca sem que haja acordo entre os clubes sobre a localização de suas torcidas no estádio ou decisão judicial desportiva sobre o caso.

O clube das Laranjeiras defende que não há uma omissão no regulamento que sustente a resolução tomada por Rubens Lopes. No pedido, o Tricolor alegou mais uma vez ter direito ao Setor Sul do Maracanã mesmo como visitante baseado em cláusula no contrato com o estádio e lembrou que já foram disputados nove clássicos com o Vasco no local com esta configuração de torcidas nas arquibancadas desde a assinatura do contrato com o Consórcio.

 

 

FERJ proíbe clássicos entre Fluminense e Vasco no Maracanã até consenso sobre lado Sul

Em resposta à batalha travada entre Fluminense e Vasco pelo setor Sul do Maracanã, a FERJ divulgou, nesta segunda-feira, uma nota na qual proíbe que os rivais duelem no estádio até que cheguem a um consenso sobre onde posicionar suas torcidas. A medida vale só para torneios organizados pela entidade.

“Após os lamentáveis episódios ocorridos antes do início da final da Taça Guanabara, entre Vasco da Gama e Fluminense, no último domingo (17/02), no Maracanã, a FERJ, através de uma Resolução da Presidência vem determinar que as partidas que envolvam as duas agremiações acima mencionadas, válidas pelo Campeonato Carioca, somente serão programadas e/ou autorizadas para o Maracanã caso haja acordo expresso entre os clubes acerca da ocupação do setor sul, ou decisão judicial desportiva sobre o caso. Nas partidas contra outros adversários, o Fluminense terá o direito de ocupar o setor sul, mesmo na condição de visitante, exceto acordo entre as partes ou decisão diversa da justiça desportiva”, diz o comunicado.

Campeão da Taça Guanabara neste domingo, o Vasco conseguiu alocar seus torcedores à direita das cabines, contrariando o contrato existente entre o clube das Laranjeiras e a Concessionária Maracanã desde 2013. O jogo começou com portões fechados, por determinação judicial, mas recebeu público de 29 mil pessoas, em sua imensa maioria vascaínos, a partir dos 30′ minutos do primeiro tempo, após confusão generalizada no local.

Os clubes, que estão juntos na chave B do campeonato, só se reencontrariam numa eventual semifinal de Taça Rio, no fim de março. Neste segundo turno, que começa na sexta-feira, as equipes de um grupo encaram adversários do outro.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

 

 

Fluminense pede que tricolores não vão ao Maracanã; FERJ espera reversão na Justiça

No momento, a final da Taça Guanabara, entre Fluminense e Vasco, ocorrerá com portões fechados no Maracanã. Por isso, o clube das Laranjeiras divulgou nota na qual pede que os tricolores não compareçam ao estádio, em respeito à determinação da Justiça.

“O Fluminense FC solicita aos seus torcedores que não compareçam ao estádio do Maracanã nesse domingo (17/02), em cumprimento à decisão judicial que determinou o fechamento dos portões na final da Taça Guanabara 2019. O clube sempre se norteou pela segurança do torcedor e pelo exercício regular dos seus direitos, reconhecidos pelo Judiciário”.

Em rede social, a FERJ adotou um tom mais esperançoso na reversão da decisão. A entidade reforça que os torcedores só poderão ir ao local se a entrada do público for autorizada. Há mais de 30 mil ingressos vendidos.

“Em nome da segurança, mediante a decisão judicial, a recomendação da FERJ é para que o torcedor só vá ao Maracanã, caso haja reversão na Justiça para que a final da Taça Guanabara seja realizada com portões abertos. O que esperamos que venha a acontecer“.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Um jogo. Dois derrotados

Já não é de hoje, aliás, bota tempo nisso, que a falta de inteligência dos dirigentes esportivos brasileiros, no presente caso, dos clubes cariocas e da Federação, tem protagonizado espetáculos dos mais esdrúxulos que não honram à memória e tradição do violento esporte bretão.
Sem fazer muita força, lembro-me do campeonato da dengue, onde tivemos sequência de W.Os., um outro, em que, ao final do jogo, Vasco e Botafogo deram a volta olímpica, cada qual arvorando para si o título daquele ano, ou ainda, o famigerado caixão de 2002.
Enfim, os exemplos são fartos e variados. Sendo que, o que não varia são as causas e efeitos dessa tragédia.
Como causas, impera entre os ineptos dirigentes a máxima da “lei de Gerson.”
Querem medir pequenas vantagens, querendo um dar uma de esperto sobre o outro e, no final das contas, todos saindo perdendo.
No caso em exame, confesso, tenho minhas dúvidas de quem teria razão nessa pendenga do lado da arquibancada.
A princípio, considerando que o Fluminense tinha ordem judicial ignorada pelo Vasco, sou tendente a dizer que assistia direito ao meu tricolor.
Mas, o Vasco, não se fez de rogado e, para não se sentir, sabe-se lá Deus porque, diminuído em sentar no lado Norte, passou a vender os ingressos do jeito que entendia ser.
Aí, foi a vez do Fluminense dar uma de machão. Seu presidente foi à imprensa e, irresponsavelmente convocou a torcida para, em suas próprias palavras, “uma guerra,” aceitando o tal lado Norte, mas já sabendo de antemão, que torcedores vascaínos já teriam adquirido ingressos também para esse setor.
Diria o Capitão Nascimento: “só podia dar merda.”
Em tempo, falava do torcedor. Pois é. Esse personagem tão fundamental ao encanto do futebol foi, literalmente, esquecido nessa tosca queda de braço entre Vasco x Fluminense e Ferj.
Sendo que, ainda que os ineptos dirigentes se esqueçam deles, os torcedores, existe uma prudente legislação que estabelece regras mínimas voltadas para a necessária segurança e conforto do torcedor.
Regras essas ignoradas pelos dirigentes, na sua quedinha de braço particular, mas que, aos 45 do segundo do tempo, diante das inúmeras pataquadas desses ineptos, a justiça fez o que lhe cabe: cumpriu a lei.

Resta indagar: Por que raios de razão Vasco x Fluminense e Ferj não tiveram a capacidade, ainda na sexta-feira, de sentar e fazer um acordo?
Respondo: Por que falta aqueles que estão a frente dessas entidades bom senso e visão. Um quis ser melhor do que o outro. E, todos eles saíram perdendo.

Mais uma triste página desse dantesco campeonato carioca

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