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Após empate com a Chape, Diniz critica arbitragem e lamenta série de lesões no Fluminense

Treinador tricolor reclamou das inúmeras paralisações do juiz e disse ser “bem-vinda” a parada para a Copa América

Foto: Lucas Merçon / FFC

Repleto de desfalques, o Fluminense foi até Chapecó enfrentar a Chapecoense e voltou para o Rio de Janeiro com um ponto na bagagem. Apesar da expulsão de Allan na segunda etapa, o Tricolor segurou o 1 a 1 com a equipe catarinense e se manteve na 16ª posição, fora da zona de rebaixamento. Após a partida, Fernando Diniz elogiou a postura de seus atletas, mas fez questão de criticar a atuação da arbitragem, que segundo o treinador paralisou o jogo muitas vezes. Ainda de acordo com o técnico do clube das Laranjeiras, o time melhorou no segundo tempo e poderia ter conseguido um resultado mais satisfatório.

“Foi um jogo atípico, com muitas paradas da arbitragem, VAR, muita bola aérea da Chapecoense. Sofremos com tudo isso, mas conseguimos um domínio. Faltou mais tranquilidade no último terço do campo. Em termos de qualidade de jogo, sim, fiquei satisfeito. De resultado, não. Poderíamos estar com mais sete pontos pelos jogos que a gente fez. Hoje, tomamos o gol muito cedo em uma bola muito forte do Everaldo. Depois, tivemos o domínio, mas sem criar tantas chances. No segundo tempo fomos mais contundentes”.

Perguntado sobre as lesões em sequência no Fluminense, Diniz afirmou que os atletas sem condição de jogo fazem falta e comemorou a parada de um mês para a Copa América. Para ele, é difícil manter uma evolução no entrosamento quando muitas mudanças precisam ser feitas.

“São lesões acidentais. A única muscular é do Yony González. O restante é ligamento, menisco, fratura… O Digão está em processo final de recuperação. Está fazendo falta… Estamos mexendo muito no time, isso dificulta. Não tem solução mágica, temos que trabalhar em todas as frentes. Após a janela, saberemos o time que vai continuar com a gente. Essa parada vai ser muito bem-vinda. Vamos ver quem mais vai sair de imediato para ter um time com menos mudanças”.

Por fim, o comandante tricolor fez uma breve análise do empate com a Chapecoense, onde aproveitou para novamente reclamar da performance do árbitro do jogo. De acordo com Diniz, o duelo não teve “fluência”.

“A gente voltou para o segundo tempo jogando bem, foi nosso melhor momento. Quando empatamos, o jogo ficou diferente. Muita interrupção, muita falta, muito lance duvidoso. Isso cria receio no time. O jogo não teve fluência. Muita falta, muita bola parada”.

Incomodado com a ausência de Luciano, Diniz desabafa: “Deveria estar aqui, tem contrato”

Treinador assumiu ter sido pego de surpresa pela decisão do atacante, que optou por não completar o sétimo jogo pelo Fluminense

Foto: Lucas Merçon / FFC

Na última partida antes da parada para a Copa América, o Fluminense visitou a Chapecoense e empatou em 1 a 1. O gol tricolor foi marcado por Paulo Henrique Ganso, de pênalti. Com o resultado, a equipe se manteve na 16ª posição, fora da zona de rebaixamento. Para o duelo em Chapecó, Fernando Diniz teve muitos desfalques em todos os setores. Diante de diversas ausências por lesão, uma que engloba o fator extracampo foi a que mais incomodou o treinador do time das Laranjeiras.

Luciano, um dos principais nomes do Fluminense na temporada, pediu para não ser relacionado, pois assim não completaria os sete jogos pelo clube no Brasileirão. Insatisfeito com o atraso de salários, o atacante tem propostas de outras equipes da Série A, como o Atlético-MG. Perguntado sobre a situação envolvendo o Tricolor e o atleta, Diniz se mostrou bastante insatisfeito e deu sua opinião sobre o caso.

“Fomos pegos de surpresa. Por mim, estaria aqui. Veio conversar comigo e disse que, se dependesse de mim, ele não sairia. Começamos a formar um time e alguns jogadores estão se destacando e saindo. O Ibañez saiu, o Everaldo saiu, o Luciano está saindo com 15 gols na temporada. Importante para a equipe, um dos capitães. Deveria estar aqui, tem contrato. Não sei o que vai acontecer”, afirmou.

Depois de um 2018 com muitas oscilações, Luciano se encontrou com Fernando Diniz no comando e começou este ano em grande estilo. Ao todo, já são 31 jogos com a camisa do Fluminense e 15 gols marcados. Porém, o jogador já vem há algum tempo reclamando da questão salarial e mostrando-se insatisfeito com os atrasados. A parada para a Copa América será essencial para ambas as partes chegarem a uma decisão com relação ao futuro do atacante.

Foto: Lucas Merçon / FFC

Após boa atuação no Fla-Flu, Frazan destaca relação de confiança com Diniz

Zagueiro avaliou seu desempenho no clássico como o “melhor com a camisa do Fluminense” e agradeceu apoio do treinador

Foto: Lucas Merçon / FFC

Diante das lesões que vem assombrando a equipe do Fluminense, Frazan viu uma oportunidade surgir e, até agora, vem desfrutando muito bem da mesma. Atualmente, Matheus Ferraz, Digão e Léo Santos estão machucados, deixando uma lacuna aberta no sistema defensivo do Tricolor carioca. Com isso, o jovem zagueiro ganhou espaço e, no Fla-Flu do último final de semana, foi um dos destaques em campo. Revelado pelas categorias de base de Xerém, o jogador afirmou que o clássico foi sua ‘melhor partida com a camisa do Fluminense’. Para ele, o time não se intimidou apesar dos desfalques – 11 no total -, e merecia ter saído do Maracanã com a vitória.

“Considero a minha melhor atuação com a camisa tricolor. Vinha treinando muito bem e estava confiante em colocar em prática tudo aquilo que vinha fazendo nos treinamentos. Eu, Julião, Yuri e todos os outros treinamos muito para chegar no jogo e fazer tudo que o Diniz nos pede. Foi um bom jogo nosso. Não nos intimidamos com os desfalques e conseguimos impor nossa maneira de jogar. Merecíamos mais sorte”, disse.

Frazan também fez questão de agradecer ao treinador Fernando Diniz e aproveitou para atribuir a ele seu bom nível de desempenho. O zagueiro afirmou que o comandante passa confiança e apoio aos atletas a todo momento, o que faz grande diferença na hora dos jogos.

“A minha relação com o Diniz é excelente. Desde que chegou aqui ele sempre procurou me passar muita confiança. Antes do jogo ele me passou tranquilidade e ainda mais confiança. Disse que era só eu repetir o que vinha fazendo nos treinamentos que daria tudo certo. Ele é um treinador que procura sempre conversar e passar apoio a todos”, concluiu.

Se no Fla-Flu Frazan atuou ao lado do volante Yuri, improvisado, na partida contra a Chapecoense ele terá ao seu lado um defensor de origem. Nino, que cumpriu suspensão no clássico regional, estará de volta e deve formar a dupla de zaga com o jovem oriundo de Xerém. Fluminense e Chape se enfrentam nesta quinta-feira (13), às 20h (de Brasília), na Arena Condá, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro. O duelo é uma briga direta pela fuga da parte de baixo de tabela.

Fluminense e Santos lideram estatística de chutes ao gol

Crédito: Mailson Santana / FFC

Tanto o Fernando Diniz quanto Jorge Sampaoli estão chamando a atenção dos comentaristas esportivos ao longo do ano. Na vitória ou derrota, ambos os treinadores não deixam a filosofia implementada de lado e continuam jogando da mesma forma até o fim. Diante disso, Fluminense e Santos lideram o ranking de finalizações no Campeonato Brasileiro, mostrando que o futebol de suas equipes é ofensivo.

O Peixe é o time que mais finalizou certo nestas oito primeiras rodadas de Brasileirão, com 57 arremates em gol, seguido exatamente pelo Tricolor, que concluiu no alvo em 48 oportunidades. Em números gerais, o Santos finalizou 117 vezes e o Fluminense 106. Deste total de finalizações, o Fluminense chutou 59 bolas de dentro da área e 47 foram arremates de meia e longa distância, segundo dados do Footstats.

Já em número de passes durante os jogos, quem lidera a estatística é o Grêmio, com 4108 toques, sendo 289 errados. O Fluzão vem logo atrás, com 4038 passes, sendo que errou menos, 272 apenas. Em terceiro está o Botafogo com 3784, mas com o mesmo número de erros que o Tricolor, 272.  

Segundo Fernando Diniz, o Fluminense está jogando de uma forma mais aguda.

“Em um primeiro momento ficávamos com uma posse sem muita efetividade, sem ser muito agressivo, o que não era a proposta do time. Mas na condução do método, os problemas vão aparecendo e vamos aos poucos melhorando. O Flamengo nos pressionou nos últimos dois confrontos e sentimos muito. Só que o time está muito mais robusto nesse sentido, está muito mais treinado. E não é só treino tático. Os jogadores precisam experimentar a experiência de se sentir acuado e você tem que dar uma solução. Procuramos melhorar, evoluir na questão tática e na confiança do time”, afirmou o treinador.

Após vencer a eleição, Celso Barros elogia Diniz mas se diz preocupado com resultados do treinador

Foto: Nicholas Rodrigues/CanalFlunews

Em sua primeira coletiva após vencer as eleições no Fluminense, onde ocupará a vice presidência de Mário Bittencourt, Celso Barros elogiou o trabalho feito por Fernando Diniz à frente do Fluminense, mas se mostrou preocupado com a falta de resultados do treinador:

– O trabalho do Diniz encanta, mas há uma verdade: não chegou à final do estadual, caiu na Copa do Brasil, está na Sul-Americana e perto da zona do rebaixamento e isso nos preocupa – afirmou o mandatário, que no entanto fez questão de garantir o treinador no comando da equipe.

– Ele terá tempo para trabalhar, ele é o técnico do Fluminense. Não temos dúvida disso – concluiu Barros.

Já sob a nova direção, o Fluminense de Diniz, terá um grande desafio pela frente, o clássico diante do Flamengo, neste domingo (09), às 19h, no Maracanã. Depois o clube ainda visita a Chapecoense antes da parada para a Copa América.

Diniz lamenta eliminação na Copa do Brasil e enaltece força de vontade dos atletas: “Estão de parabéns”

Treinador falou também sofre os desfalques que o time vem somando e comentou sobre a situação delicada que o clube vive financeiramente

Foto: Lucas Merçon / FFC

O Fluminense lutou, tentou até o fim, empatou aos 52 minutos do segundo tempo e levou a decisão da vaga para as quartas para os pênaltis. Porém, desperdiçou três cobranças e viu a euforia do gol nos acréscimos dar lugar a tristeza da eliminação. Apesar do resultado final não ter sido o esperado, Fernando Diniz fez questão de afirmar que está bastante orgulho de sua equipe. Em entrevista coletiva concedida após a partida contra o Cruzeiro, o treinador falou sobre o jogo, lamentou a derrota nas penalidades e destacou a importância de levantar a cabeça.

Sentimento duplo. O maior é de orgulho pelo que estamos conseguindo fazer com as condições que o Fluminense nos oferece hoje. E de frustração com a queda. O time pelo que vem jogando não merecia sair desclassificado, embora Cruzeiro também tenha feito um bom jogo, tenha uma grande equipe, um grande treinador e a torcida comparecendo. Mas pelo jeito que foi o último gol, pelos riscos que tomamos, merecíamos passar. Mas a vida, em muitas situações é injusta. Cabe a gente agora levantar a cabeça e preservar. Porque o trabalho está sendo bem executado“.

Depois de ter pressionado o Cruzeiro durante os minutos finais e conseguido o empate nos acréscimos – o Tricolor carioca terminou o duelo com os mineiros sem nenhum zagueiro em campo -, a equipe pecou nos pênaltis e deus adeus ao mata-mata nacional. Perguntado sobre o aproveitamento dos atletas, o técnico comentou sobre a ausência de Pedro, bater oficial do Fluminense, elogiou Fábio, goleiro cruzeirense, e disse que o quesito vem sendo treinado.

Tem esse histórico. O Pedro, que é um batedor contumaz, converteu todos que bateu. Se estivesse jogando, seria nosso batedor oficial. Os jogadores treinam. Alguns, de maneira especial, por serem jogadores que batem nas partidas. Treinamos para as disputas contra Santa Cruz, contra Atlético, treinamos segunda e ontem… As bolas bateram na trave, o Fábio é um grande pegador de pênalti. Não tem muito segredo. Está sendo treinado. Tem alguns jogadores que têm mais facilidade para converter os pênaltis. O Pedro é um deles. Temos que continuar treinando e achar os caras que batem melhor. Não tem muito segredo“.

Foto: Lucas Merçon / FFC

Perguntado sobre a situação do clube das Laranjeiras, Diniz afirmou que a perda de jogadores ao longo do ano, seja por venda ou por lesões, influencia diretamente no rendimento da equipe e, que apesar dos problemas financeiros e políticos, o trabalho no time vem sendo bem feito.

Hoje, em comparação ao time que começou a temporada, tinha um titular só, o Luciano. Temos dificuldades políticas e financeiras que o clube passa, elas são gigantes. É uma mudança constante de jogadores. Perdemos o Everaldo, que vinha se destacando. O Ibañez começou a temporada e era outro jogador importante para a equipe, mas perdemos para quitar algum tipo de dívida. Tivemos Digão com fratura, Léo Santos com problema no joelho, Matheus Ferraz machucou joelho. A maioria das lesões sérias. Jogadores chegando para deixar o time mais forte, alguns não podem disputar Sul-Americana e Copa do Brasil… Os problemas são muitos. Isso faz com que tenhamos que sentir orgulho do que o time está fazendo. Estamos conseguindo usar bem os garotos. Lançando não só pela necessidade, mas porque eles têm potencial. O João Pedro, o Marcos Paulo e hoje o Miguel entram porque são bons. Tem muita coisa boa. Temos que ir colhendo. É claro que precisamos conseguir somar vitórias. Mas só conseguiremos com persistência, porque o trabalho está sendo bem realizado“.

Por fim, Diniz analisou a utilização do VAR no futebol brasileiro. De acordo com o comandante, o mecanismo não vem sendo usado da melhor maneira, o que acaba ‘empobrecendo’ o esporte. Para ele, algumas situações acabam se contradizendo, fazendo com que não haja um critério pré-estabelecido para o uso do mesmo.

Não quero falar muito de arbitragem. Não sei como pode ser a relação hoje com os árbitros agora com o advento dos cartões. Fiquei fora do jogo contra o Athletico depois que fui questionar o árbitro educadamente na Bahia… Vou falar com relação ao VAR. O VAR, por ora, está deixando o futebol mais empobrecido no Brasil. O VAR tinha que ser chamado por uma coisa contundente, para não parar o jogo. A gente perde muito tempo, tem margem para interpretação… A maioria dos lances é dividido. Se fica na dúvida, deixa o que o árbitro marcou. Teria que ser em coisas do tipo: foi impedimento, bola entrou e juiz não viu… Para ficar na base da interpretação, melhor deixar o árbitro ter liberdade para apitar e o jogo seguir. Vamos perdendo a emoção na hora do gol, o cara faz o gol e não comemora porque espera o VAR, o pênalti vem depois de um tempo… Depois ficamos sabendo que não foi pênalti, que o lance foi duvidoso…”

Opinião: Trabalho é feito com confiança

Crédito: Lucas Merçon / FFC

Perder nunca é fácil. Ver o seu time de coração acumular derrotas, não levantar um título relevante há sete anos machuca os torcedores. Diante disso, o técnico é sempre o principal culpado. O futebol no Brasil é imediatista e, sem resultados, a torcida pede a cabeça do treinador. Diante disso, muitos torcedores estão insatisfeitos com Fernando Diniz. Mesmo considerando a hipótese, que não considero acertada, de efetivar uma demissão, quem chegaria para o seu lugar?

Todo treinador precisa de tempo e material humano para formar uma equipe competitiva. Antes de iniciar 2019, o time do Fluminense era totalmente sem perspectiva. Sornoza foi vendido, Richard, Jadson, Gum, Gilberto e Pedro machucados. A torcida criticava muito Everaldo e Luciano, ou seja, total desilusão. Fernando Diniz chegou, criou um padrão de jogo, recuperou alguns nomes, outros chegaram e jogaram bem. Hoje, muitos especialistas elogiam o time do Fluminense.

Claro que as derrotas são doloridas e difíceis de digerir. Também não gostei da escalação do Airton, também quero Mascarenhas na lateral esquerda e o Caio no meio. Mas quero dar o voto de confiança ao Fernando Diniz. Não é fácil lidar com os problemas que rondam o Fluminense. Salários atrasados, sem patrocínio, baixo público, briga política. Gerir tudo isso e evitar que o time receba o impacto é bastante complicado.

Porque o futebol europeu está há anos luz à frente do praticado por aqui? Existe confiança no trabalho do treinador. Nem sempre a derrota é determinante. O Klopp perdeu algumas finais, inclusive não ganhou nada pelo Liverpool até a final da Champions. Nunca teve o cargo ameaçado. Não estou comparando Diniz ao Klopp, mas nem sempre é possível ser campeão. É preciso elenco qualificado e equilibrado. O Flu conseguiu pinçar bons jogadores. Matheus Ferraz é um exemplo, Yony González, Caio Henrique, Nino, são bons nomes, mas é preciso de mais, laterais, reservas que joguem na mesma qualidade.

Esse ano, desde o início seria de tentar brigar por algum título nos torneios de mata-a-mata e não cair no Brasileiro. Estabelecendo o trabalho de Diniz, com nova diretoria, talvez a chegada de um patrocinador e outras contratações, ano que vem poderá ser melhor. Mas a confiança tem que existir, sem ela, nem Klopp, Guardiola ou qualquer outro poderia fazer um bom trabalho.

Gilberto analisa estilo de jogo do Flu e afirma que Diniz é diferente dos antigos treinadores

Lateral-direito destacou que o técnico tem uma proposta completamente oposta aos outros que passaram pelo clube na última temporada

Foto: Lucas Merçon / FFC

Diferenciado. De acordo com Gilberto, essa é a palavra que melhor pode definir Fernando Diniz em relação aos treinadores que passaram pelo Fluminense na última temporada. Apesar das derrotas para Bahia e Atlético Nacional, o lateral-direito tricolor fez questão de elogiar o comandante tricolor e afirmou que o estilo de jogo proposto rompe totalmente com o que havia sido feito em 2018 por Abel Braga e Marcelo Oliveira. De acordo com o atleta, a equipe coloca em prática os ensinamentos de Diniz com muita seriedade.

“Os treinadores que passaram aqui no passado são diferentes do Diniz. Ele gosta de manter a posse de bola não importa o setor do campo, o que para a maioria das pessoas é arriscado. Eu não vejo isso. A gente tem feito as coisas simples, mas com muita seriedade dentro de campo”.

Nesta temporada, Fernando Diniz já comandou o Fluminense em 32 jogos. Foram 15 vitórias, 7 empates e 10 derrotas até aqui. O próximo desafio do treinador e de seu time é no domingo (02), contra o Athletico-PR, às 11h (de Brasília), na Arena da Baixada, pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro. Expulso no revés para o Bahia, o técnico tricolor não poderá comandar a equipe, já que cumprirá suspensão.

Destaque no Fluminense, Allan agradece confiança passada por Diniz: “Vem me ajudando bastante”

Volante afirmou que treinador é muito importante para o elenco e para que os jogadores consigam melhorar a cada dia mais

Foto: Lucas Merçon / FFC

Desde que chegou ao Fluminense, Allan foi conquistando seu espaço aos poucos, até que se tornou titular absoluto no meio de campo. Colecionando boas atuações, o volante é destaque jogo após jogo e caiu nas graças da torcida. Para o jogador de 22 anos, que pertence ao Liverpool-ING, Fernando Diniz tem uma importância enorme nesse bom momento que ele vem vivendo. De acordo com Allan, a relação do treinador com o elenco é essencial, já que o mesmo corrige os erros, dá dicas e passa confiança sempre que possível.

“O Fernando me deu total confiança, vem me ajudando bastante. O jogador precisa disso, de uma relação mais próxima com o treinador. E eu só estou tendo isso agora. Das outras vezes eu não sabia o que estava acontecendo. Às vezes fazia a coisa errada e ninguém avisava. Eu fazia pensando que era o certo, mas não estava e ninguém corrigia. Aqui é diferente. Ainda estou me ajustando, mas o Fernando está mostrando bem o caminho”.

Depois de ter ficado de fora na derrota por 3 a 2 para o Bahia por suspensão, o volante voltou contra o Atlético Nacional e, apesar de mais um revés, se destacou com um poder de marcação muito forte. Para o duelo com o Athletico-PR, neste domingo (02), pelo Brasileirão, Allan tem presença certa no time titular, que deve sofrer algumas alterações visando evitar o desgaste e possíveis lesões. Vale lembrar que na próxima quarta (05), o Fluminense tem um confronto decisivo pela Copa do Brasil, contra o Cruzeiro, no Mineirão. Na partida de ida, no Maracanã, as equipes empataram em 1 a 1.

Com Diniz suspenso, auxiliar técnico comanda o Flu contra o Athletico

Crédito: Mailson Santana / FFC

Diniz não poderá estar na beirada do campo na partida válida pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro. O treinador Tricolor está suspenso após receber cartão vermelho no jogo contra o Bahia, decisão que provocou uma nota de repúdio por parte do Fluminense. De acordo com notícia publicada pelo Globoesporte, quem vai substituir o técnico é Márcio Araújo.

O auxiliar técnico já substituiu Telê Santana, quando o mestre treinava o Palmeiras em 1997. Márcio tem bastante experiência, já treinou o Atlético Mineiro, Goiás, Bahia e Fortaleza. A amizade com Fernando Diniz começou, quando atual técnico Tricolor jogou no Palmeiras no período em que Márcio Araújo era auxiliar por lá.

Pela expulsão contra o Bahia, o Fluminense soltou uma nota contra a decisão do árbitro:

“O Fluminense Football Club repudia a injusta expulsão imposta ao técnico Fernando Diniz na partida do último domingo, contra o Bahia, na Arena Fonte Nova. Como é possível verificar na súmula da partida, o treinador não proferiu palavrões e, tampouco, faltou com educação ao árbitro Igor Benevenuto.

É de se ressaltar que ao se dirigir ao centro de campo para cumprimentar a arbitragem, os técnicos não recebem punição. Ao buscar um esclarecimento, de forma natural e educada sobre qualquer marcação, o treinador é punido de forma intransigente. Em momento algum, vale frisar, Fernando Diniz questionou a marcação do VAR no lance do pênalti que originou o terceiro gol do Bahia.

A reclamação se deu por uma falta clara sofrida pelo centroavante Pedro, ainda no meio de campo, antes da jogada que originou a penalidade contra o Fluminense. Ao ignorar essa ocorrência, a arbitragem puniu duplamente, em um único lance, o Tricolor. Primeiro com um pênalti marcado e a seguir com a expulsão do goleiro Agenor. Ainda, ao fim do jogo, o árbitro aplicou o cartão vermelho de forma direta ao técnico do clube.”


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