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Nino destaca importância de Marcão, mas rechaça importância de Diniz

Foto: Lucas Merçon/FFC

Invicto desde que assumiu o comando técnico do Fluminense, Marcão é apontado como grande responsável pelo atual momento do clube, contudo, as comparações com Diniz vêm sendo a todo momento levantadas e, o zagueiro Nino não fugiu delas:

– Quero chamar a importância para o trabalho do Diniz. Seria injusto se esquecesse tudo que ele fez aqui. Hoje colhemos frutos do que ele plantou. Creio que dar esse mérito ao Diniz não estou tirando mérito nenhum do Marcão – disse o zagueiro que também fez questão de elogiar o atual comandante.

– O Marcão tem ajudado muito nisso. Falamos muito da importância do Marcão e ele é muito importante, tem mudado o ambiente e nos deixado à vontade – completou Nino.

Fernando Diniz acerta com São Paulo e substituirá Cuca, pedido por tricolores em jogo no Maracanã

Desempregado desde a demissão do Fluminense, em 19 de agosto, após derrota para o CSA no Maracanã, Fernando Diniz acertou com o São Paulo para substituir Cuca, que pediu dispensa depois de revés para o Goiás, em casa, quarta-feira.

Anunciado quase na madrugada desta quinta, Diniz estreará contra o Flamengo, sábado, em seu retorno ao Maracanã. O reencontro com o ex-time ocorrerá somente em 06 de novembro, no Morumbi. “É um sonho realizado. Estou muito feliz e pronto para este novo desafio na minha carreira. Tenho certeza de que faremos um grande trabalho junto”, disse o treinador aos são-paulinos.

A passagem de Fernando Diniz pelas Laranjeiras começou no fim de janeiro e durou 43 jogos. Ele deixou o Tricolor na 18ª colocação do Brasileirão, com 12 pontos em 45 disputados. Apesar da má campanha, alguns tricolores o queriam de volta ao cargo.

Durante o empate em 1 a 1 entre Flu e Santos, com a pressão sobre Oswaldo de Oliveira e a briga dele com Paulo Henrique Ganso, a torcida chamou pelo nome de Cuca, marcado, principalmente, pela arrancada que livrou o clube do rebaixamento em 2009.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Opinião – A volta de Fernando Diniz seria um grande erro

Foto: Lucas Merçon/FFC

Depois de ser demitido com a justificativa da falta de resultados, especula-se em diversos veículos uma possível volta de Fernando Diniz ao comando técnico do Fluminense. Ao meu ver, um grande erro !

Fui um dos grandes defensores pela continuidade do treinador no clube, pois entendia que embora os resultados não estivessem sendo bons, a forma de atuação do time me fazia acreditar que as vitórias iriam aparecer.

A direção do Fluminense não pensou da mesma forma e demitiu o treinador, contratando Oswaldo de Oliveira para seu lugar. Sete jogos e o trabalho de mais de seis meses jogado fora.

Agora, surge esse rumor de um possível interesse na volta de Fernando Diniz. Um grande erro, pois a confiança foi totalmente quebrada no momento da demissão do treinador, deixando claro também a diferença de ideias entre direção e técnico, além do mais grave: assumir que a primeira “grande atitude” tomada pela nova direção foi um equivoco.

Enfim, a cada hora que passa parece mais difícil a continuidade de Oswaldo, mas que se for pra trocar, que seja de fato o tal fato novo que tanto foi falado ao longo da campanha.

Enquanto isso, continuaremos torcendo não por nomes ou cargos, e sim pelo Fluminense, sempre !

Opinião: A contratação de Oswaldo de Oliveira

A noite dessa terça-feira reservou aos torcedores tricolores a iminente surpresa do anúncio de Oswaldo de Oliveira como novo treinador do Fluminense. Essa aquisição, foi e ainda é muito contestada pela torcida tricolor. Porém, farei uma pequena análise dessa contratação e para que o torcedor possa, pelo menos, dar uma chance e confiar no trabalho do novo comandante.

Oswaldo de Oliveira já acumula duas passagens pelo Fluminense(2001 e 2006). Tem 77 jogos, 38 vitórias, 21 empates e 18 derrotas. Levou o time a semifinal do campeonato brasileiro em 2001. Essa será a terceira passagem do técnico pelas Laranjeiras.

Oswaldo nas Laranjeiras (Foto:Netflu)

Porém, ele não era o plano A da diretoria. Abel Braga, não topou assumir um time no meio de temporada. Dorival, plano B, afirmou ao Netflu estar negociando ainda com um time de fora do país. Oswaldo foi o plano C da diretoria, que acabou acertando. Nomes ainda como Jair Ventura, Thiago Larghi, Maurício Barbieri e Ariel Holan, ex-Independiente foram especulados pela imprensa mas nenhum confirmado pelo clube.

Contudo, o fato de que o Vice Presidente Celso Barros, culpado provável pela demissão de Fernando Diniz e que durante a semana colocou uma enorme pressão no ex-técnico, cobrando vitórias e melhor desempenho, foi alvo de milhões de torcedores, afirmando que o diretor fez as escolhas erradas. Mário Bittencourt no caso, sempre foi a favor da continuidade no trabalho de Diniz, porém, Celso, desde que assumiu, já impôs uma pressão ao ex-comandante.

Infelizmente, o futebol brasileiro ainda é muito fiel ao resultado. O aproveitamento de Diniz era bem ruim, apesar da boa campanha na Sulamericana, talvez não fosse o momento de demiti-lo, mesmo com toda a sua teimosia e fidelidade ao seu modelo de jogo, a diretoria tinha que ter um técnico na manga. Mas não tinha!

É claro que em oito meses, o time evoluiu e muito. Tenho certeza que a maioria dos torcedores são e gratos ao Diniz por tudo o que ele fez, mas a situação dele era muito complicada, o que não fecha as portas para um retorno futuramente.

Foto: Lucas Merçon / FFC

Oswaldo de Olivera era a melhor opção disponível no mercado? Ao meu ver, não. Porém, dentre as opções restantes, talvez fosse a que mais se encaixava no perfil e nas condições financeiras do clube. O fato de que ele já conhece o local de trabalho, provavelmente pesou para o Fluminense ir buscá-lo. Precisávamos de um técnico mais experiente, com mais bagagem(técnico “cascudo”) para poder pegar esse time tricolor e fazer alguns aprimoramentos ao estilo que o time vem jogando.

Oswaldo em sua passagem pelo Flu (Foto: Destak Jornal)

Só o tempo dirá se essa contratação foi acertada. Pode ser que dê certo? Sim! Como também pode dar errado. Só que como tudo, o treinador vai precisar do apoio da torcida! Não adianta ficar remoendo o que a diretoria deveria fazer ou deixou de fazer. Já foi feito! A página virou! Agora, é esquecer Fernando Diniz e dar apoio ao Oswaldo de Oliveira, o novo treinador do Fluminense Football Club.

Saudações Tricolores,

João Eduardo Gurgel

Fluminense recebe “não” de Dorival Júnior; ex-cruzeirense aparece como opção

Depois de Abel Braga, Dorival Júnior disse “não” à proposta para assumir o Fluminense no lugar de Fernando Diniz. Segundo seu empresário, Edson
Khodor, existe a possibilidade de o técnico, desempregado desde a saída do Flamengo, em dezembro de 2018, deixar o país.

– Teve interesse, mas não chegamos a negociar porque o Dorival está aguardando uma situação para fora do país. Independentemente da proposta financeira e do tempo de contrato, o Dorival quer definir uma conversa que se desenvolveu antes de assumir o Flamengo, em setembro do ano passado, e agora foi retomada. Estamos negociando – disse o agente ao Yahoo Esportes.

Aparece como opção nas Laranjeiras o nome de Mano Menezes. Até o momento, porém, não houve contato com o ex-treinador do Cruzeiro. Sem Diniz, dispensado nessa segunda-feira, o Time de Guerreiros treina comandado pelo auxiliar Marcão de olho no primeiro jogo das quartas-de-final da Sul-Americana, contra o Corinthians, às 21h30 de quinta-feira, em Itaquera.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Seleção brasileira e Santos sondam Diniz para assumir suas categorias de base

Foto: Divulgação

Apesar de ter saído do Fluminense o técnico Fernando Diniz não deve ficar muito tempo parado.

Existe uma possibilidade do ex treinador do Fluminense receber um convite para comandar as categorias de base da seleção brasileira, implementando seu estilo de jogo já mas bases camarinhas.

Ainda visando a base, existe a possibilidade de Diniz assumir um cargo no Santos, onde o presidente do peixe, José Carlos Peres, pretende levar o treinador para assumir todas as divisões de base da equipe paulista, implementando o chamado “DNA ofensivo” desde os primeiros passos da garotada do peixe.

Porém, o treinador não tem pressa em definir seu futuro e, deve esperar por uma proposta para seguir trabalhando com elencos profissionais.

Celso Barros ida rede social para responder Fernando Diniz

Foto: Divulgação/FFC

Em coletiva realizada na tarde da última segunda-feira (19) o técnico Fernando Diniz deixou no ar uma certa insatisfação com o vice-geral do Fluminense, Celso Barros.

Na coletiva o ex treinador Tricolor não citou o nome de Celso durante os agradecimentos, alegando que só iria falar o nome de quem “remava junto”.

Por meio de sua rede social, Celso respondeu ao ex treinador. Com um texto breve, Celso Barros desejou sucesso ao treinador e disse estar na torcida:

Abelão recusa Fluminense, e Mário decide abrir negociação com Dorival Júnior

Abel Braga decidiu, em consenso com a família, não substituir Fernando Diniz, dispensado nessa segunda-feira, no comando do Fluminense. Mais uma vez por não se interessar em assumir equipes no meio do ano. Ele vem de trabalho à frente do Flamengo, encerrado no fim de maio. Entre dezembro de 2016 e junho de 2018, Abelão realizou sua última passagem pelas Laranjeiras.

Com a recusa do plano A, a diretoria busca começar em algumas horas a negociação com Dorival Júnior, 57 anos, nome que agrada ao presidente Mário Bittencourt. O próprio, inclusive, deve se encarregar da tratativa. Recém-demitido do Cruzeiro, Mano Menezes figura entre os especulados, mas com menos chances de ser procurado.

Segundo informado pelo Globoesporte.com, Diniz, o auxiliar técnico Márcio Araújo e o preparador físico Wagner Bertelli custavam, juntos, R$ 300 mil. As opções em pauta no momento requerem um investimento maior, apesar da dificuldade financeira.

Desempregado desde a saída do Flamengo, em dezembro passado, Dorival passou pelo Tricolor em 2013, ano em que o clube ficou à beira do rebaixamento para a segundona. Foram três triunfos em cinco jogos, além de um empate e uma derrota, já na reta final daquele Campeonato Brasileiro.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: UOL.

Diniz expõe relação estremecida com Celso Barros: “Tenho mágoa de quem gosta de mim. Não sinto absolutamente nada por ele”

A relação entre Fernando Diniz e Celso Barros, segundo indicou o ex-treinador do Fluminense, não era nada boa. Ainda no dia da eleição, no início de junho, o vice de Mário Bittencourt gerou um ponto de interrogação quanto à continuidade do trabalho ao cobrar da equipe uma arrancada no Brasileirão, o que não ocorreu.

Terça-feira, Celso reuniu elenco e comissão técnica para uma conversa visando ao embate diante do CSA, domingo, que, devido ao revés, selou a demissão de Diniz. Ao explicar como se deu o encontro, o técnico alfinetou o dirigente.

– Não atrapalhou o meu trabalho. Só atrapalha quando o jogador se afeta. Ficou nas entrelinhas para todo mundo que esse trabalho poderia ser interrompido assim que ele chegasse. Eu preferi focar em quem estava andando junto. O Mario (Bittencourt) remou junto, trabalha incessantemente, quer ajudar o Fluminense, não é vaidade pessoal. Quer melhorar as condições do clube. Não tenho mágoa do Celso. Tenho que ter mágoa de quem gosta de mim e de quem eu gosto. Dele não tenho mágoa. Não sinto nada por ele. Absolutamente nada.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fernando Diniz afirma que entrega Fluminense “harmonioso” e revela: “Torcia para ter mais tempo”

Fernando Diniz deu adeus ao Fluminense nessa segunda-feira, dia seguinte à derrota para o CSA, por 1 a 0, no Maracanã. Em pronunciamento a jornalistas, num hotel na Barra da Tijuca, o técnico destacou a evolução do elenco e disse que, apesar da má campanha, ainda cria em resultados melhores. Ele deixa o clube em 18º lugar no Brasileirão, com 12 pontos, e vivo nas quartas-de-final da Sul-Americana.

– O trabalho iria gerar frutos melhores, acredito nisso. Estava esperando os dois cenários, não sou ingênuo. Mas torcia para ter um pouco mais de tempo. Peguei jogadores desconhecidos e hoje entrego jogadores admirados pela torcida. Temos jogadores observados e convocados para a seleção olímpica. Esses são resultados importantes para mim.

Elogiado por buscar implantar no Brasil um estilo de jogo que preze a posse de bola, Diniz garante confiança em suas ideias. À frente do Tricolor, conquistou 18 vitórias, 11 empates e 15 derrotas em 44 jogos.

– Sempre raciocino o que está errado, mas estou na convicção de que estou no caminho certo. O futebol não é só número e a vida também não. Procuro levar a minha vida assim.

– É uma das coisas que atrasa, sim. Achar que, se fizer as coisas de qualquer jeito, vão ganhar… Os quatros rebaixados no ano passado jogaram de uma maneira completamente diferente da que eu jogo – lembrou.

Enquanto a diretoria procura um novo nome para o cargo (Abel Braga é o preferido no momento), Marcão assume a equipe interinamente. Fernando Diniz explicou a relação do auxiliar com o grupo, que se prepara para o primeiro duelo com o Corinthians pela Sula.

– Marcão é querido por todos os jogadores. O Fluminense tem profissionais que têm boa gestão com os jogadores. Eles têm como seguir com esse trabalho até a diretoria escolher o novo treinador.


CONFIRA MAIS DECLARAÇÕES DE FERNANDO DINIZ:

Aviso da demissão: “Fiquei sabendo hoje de manhã, só fui comunicado. Tomei um café da manhã com Mário e Angioni. Recebi com muita tristeza”.

Balanço no comando do Fluminense: “Deixo um time harmonioso, que trabalhou muito. E a gente trabalha muito e machuca muito pouco, o que é importante. A tática é um subproduto, não é o produto principal. O importante é a harmonia, os jogadores serem acreditados”.

  • Agradecimentos:

Aos jogadores: “Sou grato aos jogadores, tivemos uma relação intensa. Eles têm condições de jogar futebol. Talvez a minha saída diminua a pressão. Acredito que o time vai decolar no Brasileiro e passar na Sul-Americana”.

À torcida: “Sou péssimo em fazer média, então isso vem do fundo do coração: sou muito grato à torcida do Fluminense. Soube acolher o time e acreditou no trabalho”.

A dirigentes: “Sou grato ao Abad, que me trouxe, e ao Mário, que é um presidente jovem, muito focado nas coisas do clube. Me acolheu muito bem”.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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