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Daniel defende Diniz e vê jogadores como principais culpados: “A gente que entra dentro de campo”

Meia tricolor também foi alvo de protestos da torcida na derrota por 1 a 0 para o CSA em pleno Maracanã

Foto: Lucas Merçon / FFC

Neste último domingo, o Fluminense perdeu por 1 a 0 para o CSA no Maracanã e viu a situação no Brasileirão ir de mal a pior. Com a derrota, o Tricolor entrou novamente na zona de rebaixamento e, com as vitórias de Cruzeiro e Chapecoense, caiu para a 18ª posição, com somente 12 pontos. Agora, o time soma apenas três triunfos em 15 rodadas na competição.

Após a partida, Daniel deu entrevista à Rádio Brasil e comentou sobre as críticas da torcida, que protestaram contra o time e Fernando Diniz. Principal alvo da ira dos tricolores, o treinador foi chamado de ‘burro’ e foi xingado. Para o meia, a irritação dos torcedores é legítima, mas o principal culpado da equipe estar nessa situação não é o técnico, e sim os jogadores.

“A culpa é de nós jogadores. A gente que é o principal, que entra dentro de campo. A gente que tem que aproveitar as chances e infelizmente não conseguiu fazer isso. A torcida cobrar é normal e a gente tem que entender”.

Após críticas da torcida, Allan reitera apoio do grupo a Fernando Diniz: “A gente vai até o fim”

Volante tricolor disse entender protestos dos torcedores, mas destacou que o elenco está fechado com o treinador

Foto: Lucas Merçon / FFC

Vivendo uma situação complicadíssima no Campeonato Brasileiro, o Fluminense voltou a dominar o adversário, finalizou mais de 30 vezes ao gol, mas perdeu. Dentro do Maracanã, o Tricolor viu o CSA, que sequer havia marcado um gol como visitante, vencer por 1 a 0 e caiu para a 18ª posição na competição, sendo ultrapassado por Cruzeiro e Chapecoense.

Bastante irritada com o resultado, a torcida vaiou, xingou e protestou contra o time, que venceu apenas três jogos em 15 rodadas no Brasileirão. O treinador Fernando Diniz foi o principal alvo dos tricolores durante e após a partida. Diante desse cenário o volante Allan, em entrevista à Rádio Brasil, disse entender as críticas da torcida, mas reiterou que o grupo está fechado com o técnico até o fim.

“Eles estão no direito deles, mas a gente ali dentro está junto com o Fernando, a gente vai até o fim. Desde o começo estamos juntos e não é agora que vai ser diferente”.

Diniz lamenta inúmeras chances desperdiçadas e critica erros da arbitragem: “Difícil de engolir”

Treinador também comentou sobre a importância do duelo contra o Corinthians pela Sul-Americana e voltou a elogiar a entrega dos atletas

Foto: Lucas Merçon / FFC

O filme que torcedor tricolor nenhum gostaria de ver se repetiu. Dentro do Maracanã, o Fluminense mandou no jogo, finalizou mais de 30 vezes, teve inúmeras chances de gol, mas acabou perdendo por 1 a 0 para o CSA, que não havia marcado uma vez sequer fora de casa na competição. Com o resultado e com as vitórias de Cruzeiro e Chapecoense, o time de Fernando Diniz caiu para a 18ª posição e viu a situação dentro do Campeonato Brasileiro ficar mais complicada ainda.

Após a partida, o treinador, que foi bastante hostilizado pela torcida após a equipe sofrer o gol da derrota, concedeu entrevista coletiva e lamentou muito o resultado. Perguntado sobre sua situação no comando do Flu, o comandante disse que essa decisão é da diretoria, mas afirmou que seguirá buscando o melhor e citou o ‘descobrimento’ de jogadores que poucos esperavam que tivessem projeção.

“Por enquanto ainda não conversamos. Isso é uma decisão da diretoria. Temos uma cultura do resultado, de fato. Trabalho de uma maneira contundente naquilo que gosto de fazer. Pegamos jogadores desconhecidos e hoje temos atletas convocados, revelação do João Pedro, Marcos Paulo, recuperação do Julião. E os jogadores que foram se destacando a gente perdeu precocemente. Essa situação na tabela é um desafio muito grande. Mas é um time que não oscila, joga e cria. Mas por um erro perdemos a partida. Não falei com ninguém ainda”.

Ao fazer uma análise do jogo, Diniz focou no número de oportunidades desperdiçadas ao longo da partida e destacou que é uma derrota doída, principalmente pelas pouquíssimas vezes em que o CSA atacou.

“A gente teve um volume grande de finalizações, muitas delas chances claras de gol. Me recordo de pelo menos umas sete. Infelizmente, não conseguimos fazer o gol. Não sei explicar porque a bola não entra. Treinamos muito. Fora isso, tivemos dois pênaltis não marcados. Isso é uma crença que eu sempre tenho. Um time que finaliza desse jeito… O CSA só teve uma chance clara, do gol. É difícil perder jogos assim. Jogando dessa forma, acho que a chance de vencer é muito maior do que de perder. Tento o melhor desempenho possível dos jogadores para trazer alegria para o torcedor”.

O técnico tricolor também fez questão de criticar bastante a arbitragem de Wagner Reway e reclamou bastante dos dois pênaltis não marcador a favor do Fluminense. De acordo com ele, os lances são ‘difíceis de engolir’ e influenciaram diretamente no placar final do confronto.

“Sobre o VAR, hoje tivemos dois lances claros, dois pênaltis. Um no Daniel e outro no Ganso. Ainda teve a expulsão do Frazan e do Digão, contra o Vasco. No jogo contra o Goiás, tivemos um gol anulado que foi legítimo. Depois, o gol do Goiás foi em uma falta inexistente. Posso falar isso, mas não tenho mania de perseguição. O jogo de hoje é difícil de engolir”.

Foto: Lucas Merçon / FFC

Veja abaixo outros assuntos abordados na coletiva de Fernando Diniz:

Protesto da torcida

“O torcedor está aborrecido, é natural. Mas ele também está apoiando muito, acreditando. No final do jogo, é normal vaiar, aceitamos. Estamos muito chateados também por o torcedor ter que fazer esse protesto legítimo ao fim da partida. As críticas são justas. Não posso defender o Fluminense, tenho que procurar solução. Temos que corrigir e fazer a bola entrar de alguma forma”.

Pressão no Fluminense

“Em time grande, estamos sempre pressionados. Ainda mais na situação que o Fluminense está. Está todo mundo pressionado. Lido bem com a pressão e não jogo a toalha. Sigo lutando para que as coisas deem certo. Todo mundo está pressionado, e eu ainda mais. Não vou procurar outros culpados. Mas tivemos boas chances hoje e em outros jogos também. O time tem jogado bem”.

Duelo contra o Corinthians pela Sul-Americana

“Todo jogo para gente está sendo um divisor de águas. Foi hoje e será contra o Corinthians. Para recuperar os jogadores temos que conversar e refletir. Estamos procurando melhorar o tempo todo. Estou estudando, vendo jogos de adversários. A gente treina muito, trabalha bastante para corrigir os nossos erros”.

Digão

“O Digão estava com um desconforto, aqueceu e não estava muito confiante. Provavelmente o Digão joga na quinta”.

Utilizar Caio Henrique e Mascarenhas

“Essa alternativa do Caio está sendo vista há muito tempo. O Mascarenhas teve muitos problemas nesses sete meses. E o Caio está bem na posição. É uma alternativa, mas o que a gente vai tentar é criar mais chances e fazer com que ele não tenha chances. Vamos tentar jogar bem lá e ter sorte”.

Mesmo pressionado, Diniz deve seguir como técnico do Flu

Foto: Lucas Merçon/FFC

A pressão no Fluminense aumentou ainda mais com a derrota de 1 a 0 pra o CSA na tarde deste domingo (18) no Maracanã.

Pressionado, o técnico Fernando Diniz foi para a coletiva e deu indícios que acredita na sequência do trabalho:

– Essa situação na tabela é um desafio muito grande. Mas é um time que não oscila, joga e cria. Mas por um erro perdemos a partida. Não falei com ninguém ainda – disse o treinador, que passou a responsabilidade de uma possível saída a diretoria:

Por enquanto ainda não conversamos. Isso é uma decisão da diretoria. Temos uma cultura do resultado, de fato. Trabalho de uma maneira contundente naquilo que gosto de fazer – concluiu Diniz.

Segundo apuração do Canal Flunews, o técnico ainda deve permanecer no cargo, e só seria demitido em caso de uma derrota contundente para o Corinthians, na próxima quinta-feira (22) em confronto válido pelas quartas de final da Copa Sul-Americana.

Ganso sai em defesa de Diniz: “precisamos caprichar mais na hora de finalizar em gol”

Foto: Lucas Merçon/FFC

Após a derrota de 1 a 0 do Fluminense diante do CSA, o meia Paulo Henrique Ganso minimizou a responsabilidade do técnico Fernando Diniz, eximindo o treinador da responsabilidade pela derrota.

De acordo com o camisa 10, os jogadores precisam “caprichar” mais na hora de finalizar em gol:

– Não acredito que seja problema de treinador. A gente teve maior parte do tempo na área do adversário. O que precisa mesmo é caprichar mais na jogada para finalizar em gol – disse Ganso.

Com a derrota, o Fluminense entrou na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro e, volta a campo agora, na próxima quinta-feira (22) contra o Corinthians, pela Copa Sul-Americana, em jogo que pode ser determinante para a sequência de Diniz no comando técnico do Tricolor.

Conmebol aplica suspensão a Fernando Diniz e multa ao Fluminense por infrações contra Peñarol

Após reunião do Tribunal de Disciplina, sexta-feira, a Conmebol concluiu processo iniciado em 5 de agosto e aplicou sanções a Fernando Diniz e Fluminense por causa de infrações no segundo jogo contra o Peñarol, dia 30 de julho, no Maracanã. O clube pode recorrer à Câmara de Apelações da própria Conmebol no prazo de até sete dias.

Devido a atraso de dois minutos no retorno do intervalo, o treinador, considerado responsável pela demora, sofreu gancho de um jogo e multa de US$ 1,5 mil. Ou seja, não poderá comandar o Tricolor na ida das quartas-de-final, diante do Corinthians, na próxima quinta-feira, em São Paulo.

A entidade ainda cobra do Fluminense o pagamento de US$ 20 mil por uso de bombas e sinalizadores na arquibancada. Tais itens, de acordo com o regulamento de segurança, são proibidos. Delegado do partida, Leandro Crespi disse ter ouvido 15 explosões na ocasião e relatou que a Polícia Militar apreendeu diversos sinalizadores.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

João Pedro ganha vaga de Pedro e Nem é testado entre os titulares; veja provável escalação do Flu

Fernando Diniz não poderá contar com Pedro, lesionado, nem com Nenê, expulso após o apito final na derrota para o Atlético-MG

Foto: Lucas Merçon / FFC

Nesta sexta-feira (16), o Fluminense deu sequência à preparação para o duelo contra o CSA, pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro. As equipes se enfrentam no próximo domingo, às 16h (de Brasília), no Maracanã. Para esta partida, o treinador Fernando Diniz terá dois desfalques. Pedro, lesionado, e Nenê, expulso após reclamar com o juiz depois do apito final na derrota por 2 a 1 para o Atlético-MG.

A atividade no CTPA foi fechada para a imprensa, mas conforme noticiou o Globoesporte.com, o técnico comandou um treino tático e esboçou a equipe que começará o jogo do final de semana. Para o ataque, João Pedro ganhou a vaga de Pedro, mas as mudanças não pararam por aí. Evoluindo fisicamente, Wellington Nem foi testado entre os titulares no lugar de Marcos Paulo, que caiu de rendimento nas últimas partidas.

Foto: Lucas Merçon / FFC

Outro teste que Diniz fez durante a semana foi o de Caio Henrique no meio de campo e Mascarenhas na lateral-esquerda. Porém, é pouco provável que o treinador opte por esse esquema. O treino deste sábado irá definir a equipe e os relacionados para o embate com o CSA. Fica a expectativa em torno do atacante Lucão, recém-contratado pelo Tricolor. Treinando há duas semanas com o grupo, o jogador pode figurar na lista pela primeira vez.

Desta forma, a provável escalação do Fluminense é a seguinte: Muriel; Igor Julião, Nino, Digão, Caio Henrique; Allan, Daniel, Paulo Henrique Ganso; Marcos Paulo (Wellington Nem), Yony González e João Pedro.

Perto de renovar com o Flu, Daniel defende esquema de Diniz e promete: “Vamos conseguir mais vitórias”

Cria de Xerém, meia encaminhou extensão de contrato por mais dois anos com o clube e afirmou que o grupo está fechado com o treinador

Foto: Lucas Merçon / FFC

Vivendo o melhor momento da carreira, Daniel é o líder de assistências do Fluminense. Já foram oito ao longo do ano. Aos 23 anos, o meia, que antes acumulou empréstimos, parece enfim ter se firmado na equipe. Nesta quinta-feira (15), após o treino no CTPA visando a partida contra o CSA, pelo Campeonato Brasileiro, o jogador revelado em Xerém concedeu entrevista coletiva e revelou ter um acordo apalavrado com o clube para estender seu contrato por mais dois anos.

Com isso, seu vínculo, que termina no fim de 2019, vai ser renovado até 2021. De acordo com o atleta, sua vontade é de permanecer no Fluminense.

“As conversas estão boas, está encaminhada a renovação. Tenho vontade de permanecer no Fluminense. Espero que dê tudo certo para renovar esse contrato”.

Titular no meio-campo formado por Fernando Diniz, Daniel fez questão de defender o treinador, que vem sendo alvo de críticas por parte da torcida devido aos resultados ruins no Brasileirão, e disse ser normal a manifestação dos tricolores. O meia ainda aproveitou para afirmar que o estilo de jogo imposto é ‘prazeroso’ e que as vitórias virão.

“Dentro de campo, o nosso time joga bem. É um esquema que dá prazer aos jogadores. A gente tenta entrar para ganhar os jogos. Quando a gente ganha, o esquema é maravilhoso e todo mundo elogia. Quando não vem, todo mundo critica. Isso é normal. Não temos que pensar nisso. Temos que ter a cabeça tranquila para poder jogar”.

“É normal a torcida ter esse sentimento, porque a campanha não é tão boa. Mas os jogadores estão fechados com ele, gostamos da forma de jogar e do jeito dele de ser. Vamos conseguir mais vitórias, queremos ir bem na Sul-Americana. Queremos alcançar o que o time pode ser”.

Foto: Lucas Merçon / FFC

Perguntado sobre o duelo com o CSA, no próximo domingo (18), às 16h (de Brasília), no Maracanã, o jogador destacou a importância de conquistar os três pontos e tirar o Fluminense da parte de baixo da tabela.

“A gente precisa muito dessa vitória. Ganhando, não passa ninguém. Mas não podemos deixar quem está em cima distanciar ainda mais. Não é o nosso objetivo na tabela, o Fluminense não pode ficar na parte de baixo”.

Veja abaixo mais respostas de Daniel:

Reunião do elenco com Celso Barros

“Foi um encontro normal da diretoria. Está todo mundo no mesmo barco. Foi uma conversa boa. Nós precisamos melhorar e todo mundo sabe disso. Essas conversas são boas entre diretoria e comissão técnica. E tenho certeza que coisas boas vão começar a vir para gente”.

Melhorar a defesa

“É ter mais atenção dentro de campo. Já jogamos com três volantes e tomamos gols e jogamos com o Yuri na zaga e não tomamos gols. Não é uma questão dos jogadores, mas sim da nossa atenção para não tomar tantos gols”.

Nenê e Wellington Nem

“Já treinamos juntos. É sempre bom jogar com esses caras, que têm muita qualidade. Vão ajudar e eu vou ajudar também. O time que o Diniz entrar em campo vai desempenhar bem e espero que consiga trazer as vitórias para gente”.

Evolução da equipe

“Nosso time está definindo mais rápido as jogadas. Estamos chegando com mais gente na área. Isso tudo dificulta o adversário. Estamos criando mais coisas no time. Uma bola longa na saída, correria do Yony… Estamos treinando tudo isso para ser um time mais perfeito”.

Celso Barros confirma Diniz, mas admite haver cobrança com o treinador

Vice presidente geral e homem forte do futebol do Fluminense, Celso Barros concedeu coletiva na tarde desta terça-feira (13) após o treinamento do grupo no CTPA (Centro de Treinamento Pedro Antônio), e esclareceu alguns fatos, principalmente a cerca de permanência do técnico Fernando Diniz.

De acordo com Barros, o clube não procurou nenhum nome para substituir o atual treinador:

– Surgiu um rumor de que havíamos procurado o Mano, que é meu amigo, o Dorival e até mesmo o Abel. Isso não procede – afirmou o dirigente.

Celso no entanto, deixou claro o desconforto com a atual situação do clube na temporada, e admitiu haver cobranças não só para com o treinador, como também para o grupo de jogadores:

– Não vou dizer aqui que ele está prestigiado porque isso não existe. O dirigente fala que o treinador está prestigiado e ele cai no dia seguinte. O que posso dizer é que o Diniz é o treinador do Fluminense. Mas ele está sendo cobrado, assim como os jogadores também são e até nós da diretoria somos, pelos torcedores. Os resultados são importantes – disse Celso Barros.

Opinião: O que era refresco virou sequência de fogo para Diniz

Foto: Lucas Merçon/FFC

O Fluminense vive um misto de empolgação com desespero. Enquanto o time encanta e acumula bons resultados na Copa Sul-Americana, o Campeonato Brasileiro aponta uma realidade bem diferente: apesar de o time jogar um futebol até certo ponto empolgante, os resultados não aparecem e o time flerta com a zona do rebaixamento desde o início do Campeonato.

O Tricolor mais pessimista já se mostra extremamente preocupado com a possibilidade de queda ao final do ano, chegando muitas das vezes apontar o técnico Fernando Diniz como o grande responsável pelos mais resultados da equipe.

Outro – como é o meu caso, vê o time jogando um futebol envolvente, mas pecando em pontos cruciais, como um pouco mais de capricho na hora da finalização e, principalmente uma maior atenção no setor defensivo, onde seguidas falhas vem deixando pontos valiosos pelo caminho. Soma-se a isso ainda, uma certa falta de sorte que o time vem tendo em alguns jogos, com finalizações executadas perfeitamente, mas o sobrenatural de Almeida parece estar do lado contrário, como na bola do Pedro na trave contra o Internacional, e o chute Allan, no último jogo contra o Atlético Mineiro – isso pra ficar nos mais recentes.

Ainda temos os “erros” do VAR, que deixou o Fluminense na mão em pelo menos três jogos.

O fato é que os resultados não vieram, e agora o Fluminense tem uma sequência que é VENCER ou VENCER. Qualquer outro resultado pode custar cara ao treinador.

Ao ser analisado no início do Campeonato, os jogos contra CSA, Avaí e Fortaleza, seria apontado como sequência boa, porém, na fase atual, ela deixa de ser boa e passa a ser essencial. Uma sequência de três vitórias, ou na pior das hipóteses sete pontos, garante um gás a mais não só para o time como também para o treinador.

Agora, qualquer derrota em uma dessas partidas, acredito eu, que deixará o clima insustentável para a sequência de Diniz no comando.

O fato é que os três jogos que seriam tratados lá no começo como um refresco após uma longa sequência, passou a ser prova de fogo e fundamental para a sequência do trabalho e manutenção do treinador.

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