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Por maior tempo para campanha, eleição deve ser marcada para o fim de maio

Originalmente marcada para novembro, a eleição no Fluminense, antecipada por decisão de sócios em Assembleia Geral em janeiro, deve ocorrer no fim de maio. A princípio, a ideia de Pedro Abad era marcá-la para o dia 4. Todavia, ficou combinado, em reunião com o presidente do Conselho Deliberativo, Fernando Leite, que as datas mais apropriadas para a votação são os dias 18 ou 25 do referido mês.

Fernando Leite quer assegurar aos futuros concorrentes um prazo de 45 dias para execução de campanha. Além disso, a secretaria do clube precisa de, ao menos, três dias para conferir a listagem de 200 candidatos a conselheiros, a ser elaborada pelo cabeça de chapa.

Embora nenhuma candidatura tenha sido registrada, Mário Bittencourt e Celso Barros, aliança que sofreu a saída de Ricardo Tenório, e o ex-deputado Ayrton Xerez despontam como possíveis postulantes à presidência.

– Não existe nenhum atraso para a marcação da eleição. Ela será antecipada, algo já falado pelo presidente e decidido pelo associado. O que ocorre é que estou, em conjunto com o presidente, vendo a melhor data. Para poder usar a urna eletrônica, como feito em 2016, o TRE pede antecedência de 60 dias. Caso não possível, teremos de fazer em cédula de papel. Os 45 dias são o prazo para registro e conferência de chapas, sorteio da ordem na cédula e impressão desse material – disse Leite.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Presidente do Conselho Deliberativo quer prazo maior para montagem de chapas e descarta urna eletrônica na eleição

Registrada a mudança de estatuto, aprovada na Assembleia Geral em janeiro, o próximo passo para renovar a presidência do Fluminense é marcar a eleição, antecipada de novembro para, provavelmente, maio. Pedro Abad deseja convocá-la para o dia 4, prazo que, na visão do presidente do Conselho Deliberativo, Fernando Leite, é curto.

— Abad ainda não me procurou. Certamente vamos chegar em um consenso, ele pretende fazer uma transição republicana. Mas eu não abro mão de 45 dias para a montagem das chapas — destacou Leite.

O impasse entre os poderes do clube impede que a votação ocorra na data planejada por Abad. O pouco tempo para organização do processo de escolha do novo presidente pode impossibilitar ainda o uso da urna eletrônica.

— Nem em 30 e nem mesmo em 45 dias conseguiremos ter urnas eletrônicas. Precisaríamos avisar com um antecedência maior ao Tribunal Regional Eleitoral. Terá que ser com cédulas de papel —  disse Fernando Leite.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Extra.

Pedro Abad e presidente do Conselho avaliam antecipar eleições de 2019

Desgastado perante a torcida e lideranças políticas, Pedro Abad considera apressar as eleições para presidente e vice-presidente, marcadas, inicialmente, para novembro de 2019. O quadro de conselheiros, porém, seria mantido. Nesta terça-feira, o mandatário se encontrou com o regente do Conselho Deliberativo, Fernando Leite, nas Laranjeiras, para discutir a possibilidade.

Na conversa, concordaram ser preciso convocar uma Assembleia Geral, em que conselheiros e sócios-torcedores podem votar, para alterar o estatuto e transferir o pleito para março. A dúvida é se o mandato duraria apenas alguns meses, encerrando nas eleições no fim do ano que vem, ou se terminaria apenas em novembro de 2022.

Embora ainda tenha de ser aprovado por outras correntes políticas no clube, a ideia agrada a Mário Bittencourt e Ricardo Tenório, que formaram uma das chapas vencidas por Abad em 2016, e Celso Barros, igualmente derrotado na eleição passada. Aliás, o ex-presidente da Unimed se diz favorável, também, ao impeachment, que será votado nesta quinta-feira.

– Eu sei que existe essa possibilidade de isso ser discutido. Mas, para isso (a antecipação das eleições) acontecer, a proposta de mudança de estatuto tem de chegar de forma oficial na minha mão. E isso não aconteceu – disse Fernando Leite.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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