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A pedido do Fluminense, Marcos Paulo é liberado do Torneio de Toulon e vem para o Fla-Flu

De olho no clássico com o Flamengo, domingo, no Maracanã, o Fluminense pediu à seleção portuguesa a liberação de Marcos Paulo do Torneio de Toulon. Aos 18 anos e como centroavante, ele jogou duas vezes no campeonato sub-23 e marcou um gol, contra a Inglaterra.

Foi Fernando Diniz quem quis a volta do jovem para a 8ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com Yony González machucado e Pedro convocado pela seleção brasileira olímpica para o torneio francês, a linha de frente do Tricolor perdeu importantes opções. Na eliminação para o Cruzeiro na Copa do Brasil, quarta-feira, Brenner começou jogando, ao lado de João Pedro e Luciano.

Marcos Paulo embarca nesta madrugada e deve chegar ao Brasil na manhã desta sexta-feira, quando o elenco se reapresenta no Centro de Treinamento. Com só 6 pontos e na 16ª colocação, a equipe, a dois jogos da parada para a Copa América, se vê ameaçada pela zona de rebaixamento.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Fluminense e Flamengo pagam R$ 700 mil ao Governo como garantia pelo Maracanã

Após assumirem o Maracanã em 19 de abril, Fluminense e Flamengo ganharam um prazo de até 15 dias para realizar o pagamento de 5% do valor de avaliação do Complexo, com o Maracanãzinho incluso, estimado em R$ 13,8 milhões, segundo a Siafe-Rio (Sistema Integrado de Gestão Orçamentária, Financeira e Contábil do Rio de Janeiro). Isto é, R$ 700 mil, quantia entregue ao Governo nesta quinta-feira e que serve como garantia pelo contrato de gestão do local.

A grana será guardada e devolvida depois de 180 dias, período em que a dupla vai ficar no comando do estádio. Entretanto, se exigências do acordo não forem cumpridas, as eventuais dívidas serão abatidas do valor. Mensalmente, os gestores devem depositar R$ 231 mil (R$ 166 mil fixos e um mínimo de R$ 64 mil pela exploração da visitação).

Também estão previstas multas aplicadas, em casos de descumprimento do contrato, pela comissão de fiscalização formada por integrantes do Governo. Será analisada, por exemplo, a manutenção das instalações do Maracanã.

“Todo e qualquer pagamento é sempre referente aos dois clubes. A forma como ele é feito só diz respeito à relação entre ambos”, explicou o Tricolor, sobre a divisão do pagamento. Por sua vez, o Rubro-Negro preferiu não se posicionar por tratar o assunto como interno.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.


Presidentes dos quatro grandes do Rio se reúnem pela primeira vez para tratar do Carioca 2020

Na manhã desta terça-feira, dia seguinte à cerimônia que celebrou o encerramento do Carioca 2019, os presidentes dos quatro grandes do Rio de Janeiro se reuniram com Rubens Lopes e Leonardo Ferras, representantes da FERJ, para começar a tratar da próxima edição do campeonato.

Baseado no anúncio do presidente da CBF, Rogério Cabloco, de que os estaduais terão, a partir do ano que vem, 16 datas, em vez de 18, os dirigentes consideram a elaboração de um novo formato de disputa.

Foi combinada uma agenda mensal. Assim, os mandatários se reencontrarão em maio, já com sugestões de novidades. Estas, se aprovadas, serão levadas aos parceiros comerciais.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Fluminense busca CNDs para ser permissionário com o Fla na gestão do Maracanã

Com o aviso do Governo ao Flamengo sobre a impossibilidade de assinar contrato com o Fluminense pelo repasse do Maracanã em razão da falta de CNDs (certidões negativas de crédito), o clube divulgou comunicado no qual explica que busca cumprir a burocracia necessária para ser permissionário ao lado do rival.

O Fluminense Football Club esclarece que será permissionário, junto ao Clube de Regatas do Flamengo, na gestão do Complexo Maracanã. O compartilhamento da administração terá igualdade de condições e será garantido em contrato. O FFC destaca que está em processo de obtenção da CND (Certidão Negativa de Débito)“.

Segundo o Globoesporte.com, apenas o Fla, hoje, está apto a firmar o acordo formalmente, com o Tricolor assumindo condição de interveniente. A parceria entre os clubes deve ser colocada em um contrato à parte, ainda em elaboração.

Nessa quarta-feira, o Conselho Deliberativo do Rubro-Negro vota, em caráter de urgência, o contrato pela concessão do estádio. Se aprovado, será oficializado em solenidade na sexta, no Salão Nobre do Palácio da Guanabara.


  • Custos fixos: R$ 2 milhões
  • Mensalidade ao Governo, destinada aos complexos Célio de Barros e Júlio Delamare: R$ 166.666,67
  • Repasse do Tour Maracanã ao Governo: 10% do lucro mensal ou um mínimo de R$ 64 mil
  • Aluguel por jogo: R$ 90 mil

Foi no fim da última semana que o governador Wilson Witzel anunciou, em vídeo, que Fluminense e Flamengo, que apresentaram proposta conjunta, seriam os administradores do local pelos próximos seis meses, prorrogáveis pelo mesmo período, completando um ano. A “nova era” começa dia 19.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fluminense é multado em R$ 15 mil por polêmicas em semi da Taça Rio contra o Flamengo

As polêmicas que marcaram a semifinal entre Fluminense e Flamengo na Taça Rio, em 27 de março, foram avaliadas pelo TJD-RJ em audiência nesta segunda-feira. Além de Paulo Henrique Ganso, por discussão com o quarto árbitro, e Bruno Henrique, por entrada violenta em Gilberto, os clubes e o preparador de goleiros do Tricolor, André Carvalho, passaram por julgamento.

Ao reclamar do gol invalidado pelo VAR no primeiro minuto, André Carvalho precisou deixar o campo por decisão do juiz. Foi denunciado no artigo 258 (conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva) e, por ser réu primário, suspenso por só um jogo.

Em razão do atraso na reposição de bolas, o Flu sofreu multa de R$ 2 mil, baseado no artigo 191 do CBJD (deixar de cumprir, ou dificultar o cumprimento de deliberação, resolução, determinação, exigência, requisição ou qualquer ato normativo ou administrativo do desporto a que estiver filiado ou vinculado).

Em conjunto com o rival, o time das Laranjeiras respondeu pelo tumulto no túnel que liga o gramado ao vestiário, após a derrota por 3 a 2. Foram indiciados no artigo 257 (participar de rixa, conflito ou tumulto, durante a partida, prova ou equivalente). Apesar do pedido dos advogados Carlos Portinho (Fluminense) e Michel Assef Filho (Flamengo) por absolvição, o TJD puniu os clubes em R$ 13 mil cada.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Everaldo lamenta eliminação, mas não desanima: “Ano é longo”

O empate em 1 a 1 com o Flamengo, sábado, representou a queda do Fluminense no Carioca. Após perder a Taça Guanabara para o Vasco e sequer chegar às finais da Taça Rio e do campeonato, sendo eliminado duas vezes pelo clube da Gávea, o Tricolor fechou a edição 2019 como a quarta melhor campanha, atrás do Bangu e dos rivais Cruz-Maltino e Rubro-Negro.

– Jogo para esquecer. Estamos frustrados com a eliminação. Queríamos ser campeões carioca, começar o ano com o pé direito. A equipe se entregou, fez o que podia. Infelizmente, não foi possível – lamentou Everaldo, após o clássico.

Desse modo, as atenções se voltam para o Campeonato Brasileiro, que começa no fim do mês; Sul-Americana, cuja segunda fase será em maio; e Copa do Brasil. Aliás, para avançar no mata-mata nacional, o clube deve vencer o Luverdense, com quem empatou em 0 a 0 na ida, em Mato Grosso. Jogo ocorre nesta terça-feira, no Maracanã, e, em caso de nova igualdade, decisão vai para os pênaltis.

– Quando as vitórias e os títulos não vêm, parece que está tudo errado. Mas não está. É continuar trabalhando e seguir que o ano é longo – disse o atacante, cuja permanência nas Laranjeiras ainda é incerta.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Gol, desabafo e retratação: Gilberto vive Fla-Flu tumultuado e quase vira herói

Apesar da eliminação no Campeonato Carioca, Gilberto viveu dia de protagonista no empate em 1 a 1 entre Fluminense e Flamengo, sábado, no Maracanã. Foi seu décimo jogo após a lesão que o tirou dos gramados por quase seis meses.

De quase expulso a gol que deu esperança aos tricolores, o camisa 2, nesse meio-tempo, desabafou em entrevista ao SporTV, na saída para o intervalo. Perto do fim do primeiro tempo, ele salvou uma bola do Rubro-Negro em cima da linha e, na jogada seguinte, achou um espaço na área, preparou o corpo e, sem pular, cabeceou para fazer 1 a 0.

– Não desisti da torcida. Fiz o gol, pensei em não comemorar. Mas fui lá, comemorei com eles. Só peço que não desistam da gente. Não só de mim, mas do time. Passamos por momentos difíceis, mas estamos batalhando e jogando com raça – disse, completando:

– Agradeço a Deus, ao Diniz, ao Filé (fisioterapeuta) e à minha família. Foi um lance de raça (salvar gol do Fla), a torcida me conhece. Fiquei triste ao ler comentários de que eu não seria mais o mesmo depois da lesão.

Gilberto, aliás, se envolveu num lance que precisou de revisão no VAR, aos 11′ da primeira etapa, logo depois de um gol flamenguista invalidado com o mesmo recurso. Ele subiu com Renê e, de costas, atingiu o rosto do adversário, que alegou cotovelada. Ficou só no amarelo.

No fim do clássico, o lateral-direito, ao ser chamado a atenção, discutiu rispidamente com Fernando Diniz. Depois, ambos se resolveram e explicaram o episódio. O jogador disse ter passado dos limites, enquanto o treinador considerou algo normal dada as circunstâncias do momento. Em rede social, nesse domingo, ele, de novo, contornou a polêmica.

– Quero deixar claro que já está tudo esclarecido entre o nosso treinador e eu. Assumi meu erro e pedi desculpas ao grupo, a ele e ao público na imprensa. Ele é importante para mim aqui no Fluminense. Continuamos fortes dentro do nosso vestiário e prontos para a próxima batalha.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Rodolfo falha, Fluminense empata com o Flamengo e dá adeus ao Carioca 2019

Num jogo com VAR acionado duas vezes e enorme pressão adversária, o Fluminense empatou com o Flamengo em 1 a 1 e deu adeus ao Campeonato Carioca. Foi o quarto encontro entre os rivais no ano e a segunda eliminação para o Rubro-Negro, que espera o vencedor de Vasco x Bangu, amanhã, na final dos dias 14 e 21 de abril.

A superioridade rubro-negra apareceu nos 20 minutos iniciais e tirou o sossego da zaga. Como consequência, o gol marcado por Willian Arão, aos 8′. Porém, após reclamações dos tricolores, o juiz Bruno Arleu de Araujo revisou e, em razão da falta de Léo Duarte em Rodolfo, invalidou o lance. Na jogada seguinte, Gilberto atingiu o rosto de Renê, que pediu VAR acusando cotovelada. Foi aplicado apenas o cartão amarelo.

Àquela altura, o Flu permanecia sofrendo com os espaços fechados, enquanto o Fla avançava com facilidade. A ponto, inclusive, de trocar passes na área sem ser incomodado.

Cumprindo o “estilo Diniz”, o time procurava sair com a bola no pé, mas era quase sempre impedido dada a marcação alta do Flamengo, ficando preso no campo defensivo.

Não é fácil segurar a mesma intensidade por um longo tempo, e o Rubro-Negro cedeu. Nesse momento, o Tricolor encontrou um gol, com Gilberto, após o mesmo evitar que o rival abrisse o placar. Bruno Henrique chamou Caio Henrique para dançar e finalizou. A redondinha sobraria para Uribe se o colombiano não fosse travado. Na sequência, Caio cruzou para Gilberto, sozinho, cabecear à la um centroavante.

“Não desisti da torcida. Fiz o gol, pensei em não comemorar. Mas fui lá, comemorei com eles. Só peço que não desistam da gente. Não só de mim, mas do time. Passamos por momentos difíceis, mas estamos batalhando e jogando com raça”, desabafou o camisa 2, na saída para o intervalo.

O segundo tempo começou com o Fla afiado. Bruno Henrique saiu cara a cara com Rodolfo, que defendeu, em dois tempos, chute fraco do adversário. Mas o Flu respondeu, com Luciano pegando de primeira, cruzado, para grande intervenção de Diego Alves.

Allan, que entrou no lugar de Daniel, também levou perigo à meta rubro-negra. Ele viu uma brecha e, de longe, mandou um foguete que passou sobre o gol.

Retomando o domínio do clássico com o recuo do Fluminense, o Flamengo esbarrou duas vezes no zagueiro Nino, nas finalizações de Renê e Arrascaeta. Porém, a equipe não resistiu à pressão. Gabriel chutou em cima de Rodolfo e a bola passou entre o arqueiro e a trave, morrendo no fundo da rede.

Pareceu que, após o empate, o Tricolor se perdeu em campo. Erros em jogadas simples foram cada vez mais comuns, inclusive com um quase gol contra de Caio Henrique em passe para Rodolfo. Precisando vencer, o Flu não conseguia chegar ao ataque, mesmo com as entradas de Calazans (Dodi) e João Pedro (Nino). Ambos, aliás, mal apareceram no jogo.

O descontrole desviou para o lado emocional e causou discussão com dedo na cara e palavrões entre Fernando Diniz e Gilberto, depois do técnico chamar a atenção do jogador. O juiz encerrou o duelo aos 49.

“Jogo para esquecer. Estamos frustrados com a eliminação. Queríamos ser campeões carioca, começar o ano com o pé direito. A equipe se entregou, fez o que podia. Infelizmente, não foi possível”, disse Everaldo, ao deixar o campo.

A missão agora é pela Copa do Brasil. Na terça-feira, às 19h15, o Time de Guerreiros enfrenta o Luverdense, com quem empatou em 0 a 0 no meio de semana, em busca de vaga na quarta fase.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Vasco e Bota podem se tornar parceiros de Fluminense e Flamengo na gestão do Maracanã

Escolhidos gestores do Maracanã, Fluminense e Flamengo podem ganhar mais dois parceiros, desde que estes cumpram uma exigência. Vasco e Botafogo se juntarão à dupla caso mandem 25 jogos em um ano no local. O aluguel é de R$ 90 mil, inferior aos R$ 150 mil, em clássicos, e R$ 120 mil, nos demais duelos, cobrados pela concessionária que assumiu em 2013.

É verdade que a cessão do Governo aos clubes é, inicialmente, de seis meses. Mas é quase certo que o vínculo será renovado pelo mesmo período, completando um ano. Alocado no Nilton Santos, o Botafogo vê o acordo entre Flu e Fla pela administração do estádio com indiferença. Ao contrário do Vasco, que considera o Maraca um “patrimônio do povo”.

Desse modo, o Cruz-Maltino e o Alvinegro teriam de, praticamente, abrir mão de suas casas, uma vez que tem previstas de 26 a 41 partidas como mandantes numa temporada.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Rodolfo revela conselho de Diniz para Fla-Flu e contesta declaração de Cuéllar: “Vamos entrar para ganhar o jogo”

Rodolfo quer travar o clima tenso que vem marcando os duelos entre Fluminense e Flamengo em 2019. Nesse sábado, os rivais jogam o clássico mais decisivo do ano até o momento, valendo vaga na final do Campeonato Carioca. E, segundo o goleiro, a recomendação de Fernando Diniz é ignorar o juiz, as provocações e apenas jogar bola.

– Depois do último Fla-Flu, conversamos bastante. Diniz e a comissão técnica conversaram conosco para, nesse jogo, esquecermos um pouco isso e só sabermos de jogar bola. Temos que colocar tudo na ponta da chuteira e eu, da luva. Temos que esquecer o juiz, deixar ele apitar, independentemente se terá erro ou não. Temos que esquecer provocação do Flamengo. Temos que entrar para ganhar esse jogo – disse, em entrevista nesta sexta-feira.

Uma declaração do volante Cuéllar, do Fla, gerou a primeira polêmica do quarto reencontro entre os times. Ele disse que seu clube carrega a “obrigação” de ser campeão carioca, após a conquista da Taça Rio. Rodolfo lembrou que os rubro-negros têm os tricolores pelo caminho.

– Se ele está falando da obrigação deles de vencer… Eles vão pegar o Fluminense. Eles têm que passar pela gente primeiro. Tudo vai ser decidido amanhã. Se ele falou que eles têm obrigação… A gente vai entrar para ganhar o jogo.

Vencer hoje representa, também, fôlego ao caixa do Fluminense, que vive crise financeira. Só pela ida à final, embolsaria R$ 1,5 milhão, podendo ainda receber R$ 3,5 milhões em premiação caso se torne o ganhador desta edição do torneio. Mas Rodolfo garante que a questão extracampo, sobretudo quanto aos salários atrasados, não acompanha os jogadores no Maracanã.

– Questão financeira aqui no Fluminense já é questão desde 2017. Eu vim para cá para jogar. Conquistei a titularidade, estou tendo continuidade, graças a Deus, e procuro honrar a camisa do clube independentemente do que possa acontecer a mais. Vou entrar em campo querendo ganhar do Flamengo, sem pensar em dinheiro, sem pensar em mais nada, pois estou representando muita gente ali dentro do campo.


CONFIRA MAIS RESPOSTAS DO GOLEIRO RODOLFO:

Ausência de Paulo Henrique Ganso

– Fará falta, principalmente, na criação. Ganso é um excepcional jogador e nos ajuda muito na criação do meio. E agora vem nos ajudando também na marcação. Está evoluindo bastante nisso. Será uma perda grande, mas tenho certeza que quem entrar vai dar conta do recado, como os que estão entrando, que estão entrando bem.

Tensão nos Fla-Flus

– Clássicos são muito complicados. Tem a rivalidade dentro de campo e você não quer perder de jeito nenhum. Então acaba passando para outros fatores além do jogo. Temos que trabalhar isso para não acontecer mais. Temos que saber de jogar bola. Não temos que ficar brigando dentro de campo. É esquecer juiz, esquecer adversário e jogar bola para ganhar o jogo.

Desgaste pelas viagens

– Viagem após viagem você fica cansado. Chegamos quinta-feira após a meia-noite, nem vi meus filhos e já tivemos que vir para o treino para depois concentrar. Acaba gerando um pouco de estresse também.

Trabalho psicológico

– É para esquecermos o que possa nos prejudicar, como arbitragem, rivalidade dentro de campo, que sempre nos deixam mais tensos. Nos ajuda bastante. Para esse jogo, terá um papel essencial.

Pontos fracos do Flamengo

– Como o Flamengo tem pontos vulneráveis, temos também. Viemos estudando eles desde o primeiro jogo, o Diniz vem passando vídeos… Assim como eles devem estar nos estudando também. Diniz está sempre reformulando o trabalho dele no dia a dia, aprimorando, passando coisas novas, para podermos driblar os adversários.

Gols no fim

– Provavelmente por conta do cansaço que bate no fim do jogo. Os times se desgastam muito e chega no fim do jogo e bate aquela desatenção. Nosso time tem que estar atento em todos os minutos do jogo. Sempre que você tiver desatento no fim do jogo, você tomará um gol. Ainda mais em um clássico.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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