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Goleiro da base, Vinícius destaca ‘grupo forte’, elogia Júlio César e sonha com profissional

Esta semana é decisiva para os moleques de Xerém. Vice-líder do grupo B no Campeonato Brasileiro sub-20, o Fluminense encara o primeiro colocado, Palmeiras, às 15h desta quarta-feira, e disputa sua permanência no torneio, tendo Grêmio e Chapecoense na cola. Confiante, Vinícius Garcia, goleiro reserva, destaca a união do elenco e faz suas projeções para o fim desta primeira fase.

– Agora pegaremos o Palmeiras, em Itu. A expectativa é grande. Precisamos sair com os três pontos, fazer nove na competição e torcer para que os resultados nos permitam ficar em primeiro. Assim teremos um grupo mais confortável na próxima fase – explicou, antes de elogiar seus companheiros:

– O grupo está forte, unido. Acho que o pessoal está se desenvolvendo bem. Vamos honrar essa camisa e, se Deus quiser, conseguiremos a classificação. Espero que esse Brasileiro seja nosso.

Aos 17 anos, o jovem ainda busca seu espaço no time de Léo Percovich. Com a saída de Guilherme Boer, dispensado pela falta de verba do clube para adquirir seu passe (R$ 100 mil), Pedro Paulo é, hoje, o dono da meta. Mas tem a sombra de Vinícius, que aponta o caminho para deixar a condição de suplente.

Vinícius Garcia trabalhou no CT nesta segunda-feira, junto com o elenco principal. (Foto: Reprodução/Instagram)

– Trabalhando, com certeza. Respeito muito o companheiro de equipe. É lógico que quero a vaga. Mas sou mais novo, tenho que evoluir. Continuarei trabalhando. Se o Léo me der essa oportunidade, estou pronto, sim – afirmou, em entrevista ao Canal FluNews, durante a FluFest do último dia 21 de julho, quando jogou bola com a criançada no parquinho da sede.

As origens de Vinícius estão lá no interior do Paraná, em Londrina. Há três anos, ele, apoiado pela família, superou a concorrência de 80 goleiros em uma peneira promovida pelo Fluminense. Acostumado aos ambientes de Xerém e Laranjeiras, o jogador, às vezes, tem o Centro de Treinamento, na Barra, como local de trabalho. Acumula algumas convocações para treinar com o profissional. Foi assim com Abel Braga, ex-técnico, e, agora, com Marcelo Oliveira.

– Eu comecei a treinar no profissional aos 16 anos. Tive algumas oportunidades no ano passado, fui algumas vezes. Ficarei no profissional durante essa semana, fazendo a preparação. Darei meu máximo lá, vou trabalhar bastante para, daqui a pouco, quem sabe, ser promovido – declarou, esperançoso.


Veja mais trechos da entrevista com Vinícius Garcia:

Elogios a Júlio César

– Júlio é parceiro. Fera demais, humilde. Dá moral para o povo da base. É uma excelente pessoa. Eu, que já trabalhei com ele, posso dizer que se esforça muito. Falhar, pode acontecer. Mas o cara não desiste nunca.

Saída de Guilherme Boer para o Grêmio

– Ele sempre buscou renovar com o Fluminense. Mas o clube acabou não tendo o poderio financeiro para conseguir os direitos dele. Ele disse que ficou triste em ir embora.

Emocional de Léo Percovich depois da tragédia com a família

– Está melhor, sim. Às vezes, depois de alguns treinamentos e jogos, ele fica lembrando e acaba um pouco triste. Mas ele tenta sempre passar para nós uma energia positiva. Ele é um cara muito bom para a gente. Tentamos ajudar também. Sabemos a dificuldade que é, ele acabou perdendo duas filhas. Mas tenho certeza que o filho e a esposa dele dão muita força.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Com desistência de protesto, torcedores deixam recado para Pedro Abad na FluFest

Inconformados com a gestão de Pedro Abad, torcedores combinavam, desde junho, nas redes sociais, um protesto no dia da FluFest, em frente às Laranjeiras. No entanto, a Polícia emitiu mandados de prisão contra chefes de organizadas e conselheiros e, em acordo com os idealizadores do ato, impediu possíveis transtornos durante o evento de sábado que reuniu centenas de tricolores.

Ao longo do dia na sede, vigiada por dezenas de seguranças, principalmente na entrada, tudo seguiu com tranquilidade e sem quaisquer indícios de manifestação. A poucas horas da festa no Salão Nobre, entretanto, torcedores expressaram sua indignação e, numa calçada de frente para o portão do clube, deixaram, em faixa, um recado para o presidente. No mesmo local estava uma viatura. A outra estava no acesso à Rua Álvaro Chaves.

Além dos seguranças do Fluminense, havia quatro profissionais da Unipaz que revistavam as pessoas que entravam na sede. Os funcionários na portaria colocavam uma pulseira nos visitantes, uma novidade em relação aos três anos anteriores.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Futebol, impeachment e pedido à torcida: Mário Bittencourt discute temas em alta no Fluminense

Convidado a se arriscar como técnico do time de Ricardo Berna em jogo que marcou a despedida do goleiro, Mário Bittencourt se dispôs à entrevista ao Canal FluNews, após o amistoso de sábado, na FluFest, direto do gramado do estádio da sede. Feliz em vivenciar um momento especial para o agora ex-jogador, o advogado voltou os olhos para a fase do futebol do Fluminense em 2018. 

– É um momento bem difícil, mas temos que tentar sair dessa. Chegou outro treinador, temos que dar todo apoio a ele, ao trabalho do Marcelo Oliveira. E torcer sempre para o Fluminense vencer. Esperamos que o clube volte a andar nos trilhos ainda nesse Campeonato Brasileiro, possa fazer uma boa Sul-Americana e, quem sabe, disputar o título – disse, esperançoso. 

A queda de rendimento do time e as polêmicas envolvendo a diretoria desanimaram a torcida. Mas mais que isso: geraram inconformidade. É por isso que críticas a Pedro Abad, nas redes sociais e em forma de protestos, se tornaram comuns. Apesar do ambiente tumultuado, Mário faz apelo aos tricolores.

– Peço à torcida que não abandone o clube em momento nenhum. As pessoas passam por aqui e a instituição continua. São 116 anos de história. Todos nós que passamos por aqui tivemos o nosso momento. Alguns de vitória, outros de derrota. Mas o Fluminense é maior que qualquer um. É importante que a torcida encha o Maracanã e apoie. Que deixe de lado qualquer questão que não seja o jogo – afirmou. 

De maio para cá, o Flu sofreu uma dança de cadeiras. Cinco vice-presidentes, ligados à coalizão Unido e Forte, renunciaram. Houve, ainda, a demissão de Marcos Vinícius Freire, que deixou o cargo de CEO para Fernando Simone, contratado, inicialmente, para ser assessor da presidência. Conhecedor do clima no Fluminense, Mário Bittencourt nega qualquer pedido de Abad para se juntar à gestão. 

– Nossa relação é cordial. Como ele mesmo falou (ao Globoesporte.com, há um mês), nós não somos amigos, nem perto disso. Mas também não somos inimigos. Eu fui candidato e desejei a ele toda sorte do mundo quando ganhou, é óbvio. Não faço parte da diretoria e nem fui convidado a ajudar. As pessoas sabem que, no futuro, se houver alguma possibilidade de voltar a ajudar o Fluminense, independente de quem estiver no cargo, eu o farei – admitiu, antes de completar a resposta: 

– Trabalhei aqui por quase 20 anos como advogado. Advoguei nas duas gestões de Davi Fischel, Horcades e Peter. E sempre falei aos presidentes que eu não advogo para eles. Advogo para o Fluminense. Então, se, um dia, o clube entender que eu posso contribuir novamente, o farei. Senão, continuo contribuindo como torcedor, pagando meu ingresso e levando as minhas filhas. 

Contestado pela maioria da torcida e por conselheiros, Pedro Abad é o alvo de oposicionistas que se movimentam para tentar um impeachment. A ideia é reunir o maior número de assinaturas possível para protocolar o processo no Conselho Deliberativo. Embora o tema esteja em alta nos bastidores de Laranjeiras, Bittencourt prefere, por enquanto, o silêncio. 

– Acho que não é uma questão para se falar em um dia como esse, de festa. O aniversário do clube está acima disso. Devemos olhar para frente e torcer para que o time melhore. Depois pensamos em política.

Saudações Tricolores,

Nicholas Rodrigues.

Ator, Miguel Rômulo divide prêmio de ‘torcedor ilustre’ com a torcida: ‘Cada um é merecedor disso’

Paixão de famosos da televisão brasileira, o Fluminense completou 116 anos no sábado, dia 21 de julho, e abriu as portas de sua sede para centenas de tricolores celebrarem a data. Como de costume, vários artistas marcaram presença e, nos casos de Francisco Vitti e Miguel Rômulo, ambos atores, até jogaram a despedida de Ricardo Berna, no estádio de Laranjeiras. 

–  Jogar com Rui (Cabeção), Leandro Euzébio, Antônio Carlos, Washington, Ricardo Berna, entre outros, é uma honra. Pudemos vê-los jogando e até dando um baile em nós. É o maior prazer vir aqui comemorar. Quem sai feliz é o torcedor que assiste a esse jogo – comentou, em entrevista exclusiva ao Canal FluNews. 

Na semana passada, no Salão Nobre do clube, aconteceu uma sessão comemorativa ao aniversário do Fluminense. Foi nesta reunião que Miguel Rômulo e outros artistas foram declarados torcedores ilustres. Feliz com a homenagem, o ator confessa que gostaria de dividi-la com todos os fanáticos pelas três cores.

Ricardo Berna, ex-goleiro do Fluminense, autografa camisa usada por Miguel Rômulo em jogo-festivo (Foto: Nicholas Rodrigues/Canal FluNews).

– Para mim, ganhar uma homenagem do Fluminense, independente do tamanho que ela for, é uma honra. Eu dedico esse meu prêmio à torcida inteira. Acho que cada um é merecedor disso. Todos nós somos torcedores ilustres. Independente de você ter uma placa ou não, o Fluminense está nos nossos corações – disse. 

Foi a segunda vez que Miguel compareceu à FluFest. No último ano, anotou dois gols. Em 2018, o faro de artilheiro estava mais tímido. Ainda assim, marcou um. No ar em ‘Orgulho e Paixão’, novela da Rede Globo, ele, aos risos, diz que nunca se arriscaria como jogador. 

– Não, não. Eu gosto muito de ser ator. Venho jogar todo ano aqui para ter certeza que eu não conseguiria jogar como profissional.

Saudações Tricolores,

Nicholas Rodrigues.

A minha FluFest: Fluminense, 116 anos

No sábado, fui abençoado em estar, pela terceira vez, na FluFest. Foi uma experiência melhor do que eu pensava que seria. Antes de tudo, claro, fui representando o Canal FluNews. Trabalhei, fiz o possível e até um pouquinho do impossível para trazer o público do Brasil inteiro para perto de Laranjeiras.

Apurei, informei e registrei o que via. Até 11h e alguma coisa, seria um dia normal, dentro do que eu esperava. Mas um imprevisto mudaria tudo. Eram seis gandulas ‘escalados’ para os jogos-festivos – um deles, a despedida de Ricardo Berna, bicampeão brasileiro pelo Fluminense. Acabei convidado e, obviamente, topei.

Eram só cinco bolas de futebol, ou seja, alguém ficaria sem. Esse alguém fui eu. Que bom! Fui encarregado de espalhar pelo vestiário os uniformes da galera que ia jogar. Fiquei ajudando por uma hora, me senti quase um funcionário do Fluminense – o que, convenhamos, é irado. Ao mesmo tempo, gravei e fotografei os encontros e resenhas entre jogadores que marcaram diferentes épocas no clube.

Chegou o Berna, que causou um alvoroço danado. Consegui minha foto. Hora de ir para o campo! A alguns metros de mim, Washington, Leandro Euzébio, Magno Alves e tantos outros trocavam passes. Nem parece que, há uns anos, eu os assistia apenas pela televisão.

Terminaram os amistosos. Merecidamente, um tempo reservado para o discurso de Ricardo Berna. Acompanhei as falas emocionadas do ex-goleiro a uma distância pequena, de quem conversa com outra pessoa. Nem parece que, há uns anos, eu, do outro lado da TV, vibrava com suas defesas.

Cada vez que piso nas Laranjeiras é um arrepio, batimento acelerado. Minha paixão pelo clube é o que explica.

Como estava no gramado, mesmo que na figura de gandula, corri atrás de entrevistas. Consegui, gente. Quem diria que faria perguntas ao Ronald, presente no Carioca de 95 (barrigada neles!), a ator da Globo (o Miguel Rômulo, no ar em ‘Orgulho e Paixão), ao Mário Bittencourt (uma figura importante politicamente – e, sim, aquele mesmo que defendeu o Fluminense em 2013, buscando a justiça) e ao Vinícius (goleiro promissor da base e que, a partir de agora, tem minha torcida e amizade). Além do Artur, torcedor, assim como eu, e que teve uma sensação parecida com a que tive: estar perto das estrelas. Ele, por sua vez, jogou com elas. Outra amizade que nasceu de uma entrevista de, sei lá, um minuto.

Eu saí de Laranjeiras feliz e realizado. Mas ainda tinha fôlego para mais. Desde que pus os pés para fora da sede na FluFest do ano passado, decidi que, em 2018, eu estearia na festa no Salão Nobre. Foi complicado, mas fui. Tentei, persisti e, finalmente, fiz o que queria.

Nem mesmo meu descuido em esquecer a pulseira que dá acesso ao local me desanimou. Nada nem ninguém poderia estragar um 21 de julho tão irado. Deus planejou tudo, do início ao fim, e preparou o melhor. Ufa! Entrei lá.

Ri com Sérgio Mallandro, curti sucessos da banda Blitz e, exausto, voltei para o hotel. Repito: feliz e realizado. Obrigado a quem viveu tantas aventuras comigo. Principalmente a você, Fluminense, o grande protagonista. Foi, como sempre, especial estar contigo.

Até ano que vem, nos seus 117 anos, minha paixão.

Saudações Tricolores,

Nicholas Rodrigues.

Ronald comemora ida à FluFest e curte carinho da torcida pelo Carioca de 95: ‘Barrigada neles!’

Ex-lateral do Fluminense, Ronald esteve na FluFest de 2018 para o jogo-festivo com torcedores e alguns jogadores que também passaram por Laranjeiras. Sempre presente para festejar o aniversário do clube onde atuou entre 1995 e 1997, ele agradeceu o convite para prestigiar o evento, ocorrido no dia 21 de julho.

– É sempre o maior prazer estar na FluFest. Revemos os amigos, ex-jogadores de diferentes épocas. Muitos campeões. Isso é bom demais. Fluminense sempre pode contar comigo – avisou.

A turbulenta política do clube, somada à crise financeira, acaba afetando o futebol. Antes do jogo de domingo, contra o Sport, eram seis partidas sem vencer. Até por isso a campanha de arrecadação para a festa teve um ritmo menos acelerado que nos anos anteriores. 

Questionado pela reportagem sobre o momento do Fluminense, Ronald defende que esse é um assunto para ser debatido pela diretoria.

– Eu prefiro não comentar. Vamos deixar isso com a direção. Cada torcedor tem a sua opinião. Eu estou sempre torcendo para o Fluminense ganhar os jogos – disse. 

Enquanto o agora é conturbado, os tricolores guardam com carinho e relembram as memórias do passado glorioso. A conquista do Carioca de 1995, aliás, é comentada até hoje. Ronald, que disputou a final contra o Flamengo, revela que é comum ser parado nas ruas e, claro, nos corredores da sede nas edições da FluFest. 

– Faz 23 anos que nós ganhamos esse título. Você vê que até hoje as pessoas nos param na rua para tirar foto, pedir autógrafo. Foi uma conquista muito importante, principalmente, para a minha carreira e para o clube também. Barrigada neles! – diverte-se. 

Saudações Tricolores,

Nicholas Rodrigues. 

Aos 17 anos, torcedor atua ao lado de craques em jogo-festivo da FluFest: ‘Inesquecível’

A quarta edição da FluFest, realizada em 21 de julho, trouxe algumas novidades para o público. Uma delas foi a chance de os tricolores participarem do primeiro jogo-festivo do dia, ao lado de ex-jogadores, como Cláudio Adão, Deley e Romerito. Para jogar com os gênios da bola, o torcedor devia colaborar com valores a partir de R$ 1.500 no crowdfunding, meio pelo qual foram arrecadados pouco mais de R$ 170.000. 

Presente ao evento, o Canal FluNews acompanhou os amistosos e conversou com um fanático de arquibancada, Artur, que pôde, por um dia, ser companheiro de equipe de figuras que fizeram história no clube. 

– Muito maneiro, é uma experiência inesquecível. Tomamos uma sapatada do adversário, o time branco (risos). Mas os caras são muito craques. Romerito, então, não corre, mas faz a bola correr – elogiou. 

No entanto, o evento, que começou às 9h, teve várias outras atrações interessantes, como o Flu de Truck. Apesar de lamentar o número menor de contribuintes – 565 -, se comparado aos três anos anteriores, Artur garantiu que saiu feliz de Laranjeiras.

– Comidinha gostosa, fui ali na sala de troféus… A galera se empenhou bastante. Achei até mais vazio que no ano passado, mas fizeram tudo certinho. Quando a torcida se junta, faz bonito – finalizou, antes de deixar a sede, acompanhado do pai, Maurício, que também esteve em campo na tarde deste sábado. 

Saudações Tricolores,                                           Nicholas Rodrigues. 

Blitz reúne sucessos do rock-brasileiro em show na FluFest e ovaciona ídolos tricolores

Pouco tempo depois de Sérgio Mallandro encerrar seu stand-up, Evandro Mesquita e mais seis integrantes de sua banda, a Blitz, entraram em cena com um show repleto de sucessos do rock-brasileiro. Destaque para os hits ‘Weekend’, ‘Você Não Soube Me Amar’ e ‘A Dois Passos do Paraíso’, por exemplo.

Sempre reverenciando o Fluminense, Evandro chamou ao palco alguns ídolos tricolores. Gil, Romerito e Ricardo Berna, que se aposentou em jogo-festivo, neste sábado, foram ovacionados pelas centenas de pessoas presentes à festa. 

Selminha Sorriso, porta-bandeira da Beija-Flor, quando avistada pela banda, logo foi convocada a dançar uma canção com o vocalista.

Evandro Mesquita tira ‘selfie’ com fã. (Foto: Nicholas Rodrigues/Canal FluNews)

Ninguém ficou parado durante o concerto de uma hora. Assim como em 2016, quando comandou a festa no Salão Nobre pela primeira vez, a Blitz encantou. 

– Me sinto feliz em estar de volta. Quero comemorar com vocês e dizer que eu tenho amor ao Tricolor. Essa comemoração é minha, é nossa, é de todos vocês – declarou Evandro Mesquita.

Nos intervalos entre as apresentações, João Rodrigo, DJ, tocava as principais músicas do momento e mantinha a galera animada. Para fechar com chave de ouro, a bateria da Beija-Flor, escola de samba campeã do Carnaval de 2018, tocou sambas que marcaram gerações e completou a noite perfeita para a torcida.

Saudações Tricolores,

Nicholas Rodrigues.

Sérgio Mallandro vai de ‘Lua de Cristal’ a hino do Fluminense em stand-up na FluFest

Depois do lançamento do livro ‘Maraca é nosso’, a programação da FluFest sofreu uma breve pausa e foi retomada às 21h30, quando o Salão Nobre foi aberto para os tricolores curtirem uma noite de humor e música, com comida e bebida liberados. Tudo isso para quem colaborou com valores a partir de R$ 250 no crowdfunding. 

Os festejos começaram com um stand-up de pouco menos de uma hora com Sérgio Mallandro. O show começou às 23h10, com o humorista esquentado a galera que, aos poucos, chegava ao local. Emendando uma sequência de piadas sobre sua vida e carreira, prestes a completar 35 anos, o artista propôs desafios a quatro torcedores, como imitar um Tarzan. Quem mais agradou, ganhou uma camisa do Fluminense. 

– É um prazer enorme fazer parte da festa de aniversário do Fluminense. Sou tricolor desde criança, meu pai foi jogador e lembro com carinho dos momentos que passei no Maracanã e aqui nas Laranjeiras. Vim contar um pouco da minha história para essa torcida – disse, logo no início da apresentação.

Perto do fim, o show de humor acabou virando um musical. Príncipe da Xuxa em filme da década de 90, Sérgio Mallandro cantou ‘Lua de Cristal’, fazendo todo mundo entrar na brincadeira, e encerrou com músicas tradicionalmente entoadas nas arquibancadas do Maracanã. 

Mallandro despediu-se do público parabenizando o clube pelos 116 anos, a minutos da meia-noite, e, mesmo cercado por dois seguranças, atendeu fãs para fotos. 

Saudações Tricolores,                                         Nicholas Rodrigues.

Polícia ameaçou chefes de organizadas e diretores com mandados de prisão para impedir protestos

Palco da FluFest, a sede do Fluminense, aniversariante do sábado, completando 116 anos, viu protestos intensos em junho e julho, em razão da inconformidade de torcedores com a gestão de Pedro Abad. Nas redes sociais, alguns combinavam um ato contra a diretoria no dia do evento, o que, para um segurança ouvido pela reportagem, está descartado. Ele explica que, durante esta última semana, a Polícia entrou em ação para impedir que haja tumulto no clube. 

– Pelo que soube, vieram policiais com mandados de prisão para chefes de organizadas e para esses diretores que gostam de chamar a torcida para protestar. Levaram até para a delegacia. Se vierem, serão presos. Acho que não vão ver fazer nada, não – disse, em conversa com o Canal FluNews.

Torcedor passa por revisa na entrada. (Foto: Nicholas Rodrigues/Canal FluNews)

Até para dar maior tranquilidade para as famílias que virão à FluFest, a segurança foi reforçada. São dezenas de seguranças espalhados pela sede. Só na entrada são, pelo menos, doze. Além de quem trabalha para o Fluminense, há empregados da Unipaz, parceira do clube em jogos fora do Maracanã. 

Quatro profissionais estão logo na entrada da social e realizam a revista das pessoas que começam a chegar. 

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 Saudações Tricolores,                                        Nicholas Rodrigues.

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