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FluFest arrecada metade da meta em três semanas

Lançado no dia 11 de maio, o crowdfunding (financiamento coletivo) da FluFest 2019 arrecadou R$ 50 mil, equivalente à metade da meta estipulada para a realização dos festejos pelos 117 anos do Fluminense. O evento ocorrerá em 21 de julho, domingo, nas Laranjeiras, e terá Lulu Santos como atração musical.

As contribuições garantem ao torcedor diversos prêmios especiais, que variam de acordo com o valor: desde ingresso para o show, por apenas R$ 50, passando por livro e camisa retrô até chegar à medalha de prata comemorativa ao aniversário do Estádio Manoel Schwartz, tema da 5ª edição do projeto.

O período para colaborar se encerra em 15 de julho. Por enquanto, foram 251 contribuintes e R$ 50.541 angariados. O clube abriu uma conta no WhatsApp ((21) 99154-8811) para tirar possíveis dúvidas do público – é uma novidade em relação aos anos anteriores. Clique aqui para saber mais e participar!


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Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fluminense dá “pista” de camisa retrô produzida para FluFest

Dia 21 de julho, o Fluminense vai realizar, nas Laranjeiras, a 5ª edição da FluFest, em comemoração aos seus 117 anos. Entre as tradicionais recompensas aos colaboradores, destaca-se a camisa retrô branca com faixas verde e grená na diagonal. Produzida em parceria com a Liga Retrô, é uma homenagem ao modelo que marcou a conquista do Carioca de 1969, que completa 50 anos, e à sua reedição em 2009, época do Time de Guerreiros.

“A ideia é repetir o sucesso das duas últimas edições da Flu Fest, quando novas camisas foram disponibilizadas. Mas, dessa vez, a tiragem será muito menor e a produção ainda mais especial. Posteriormente, se houver sobra no estoque, já que as camisas serão produzidas em quantidade limitada, elas até poderão ser comercializadas com valor majorado”, avisam os organizadores do evento.

Nessa segunda-feira, o clube divulgou nas redes sociais uma “pista” de como será a roupa, que vem como brinde àqueles que contribuírem com quantias a partir de R$ 300. Até o fechamento desta matéria, com 214 pessoas, tinham sido arrecadados R$ 44.938 da meta de R$ 100 mil, que deve ser alcançada até 15 de julho. Clique aqui para participar.

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O crowdfunding (financiamento coletivo) reserva prêmios para as mais variadas faixas de preço. A doação mínima, de R$ 50, por exemplo, dá um ingresso para o show de Lulu Santos no gramado do Estádio das Laranjeiras. Além disso, foram elaborados livro e moeda de prata que enaltecem o centenário do berço do futebol brasileiro.


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Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fluminense confirma 5ª edição da FluFest para 21 de julho com show de Lulu Santos

Nesse sábado, o Fluminense confirmou para o dia 21 de julho, domingo, a realização da 5ª edição da FluFest, que vai comemorar os 117 anos do clube. Dessa vez, a celebração será voltada ao centenário das Laranjeiras e, de novo, depende da colaboração dos torcedores via financiamento coletivo para alcançar a meta de R$ 100 mil até 15 de julho. Clique aqui para deixar sua contribuição.

Os colaboradores vão garantir diversos prêmios. A doação mínima, de R$ 50, dá um ingresso para o show de Lulu Santos, a estrela da festa tricolor em 2019. Um dos principais nomes do cenário musical brasileiro, o cantor reúne seus grandes sucessos na nova turnê. Diferentemente dos anos anteriores, a apresentação acontecerá no gramado do estádio, no fim da tarde.

Mais brindes: livro sobre os 100 anos das Laranjeiras, cuja capa foi escolhida em votação proposta aos tricolores; uma camisa da Liga Retrô (branca, com faixa na diagonal) que lembra os 50 anos do título de 1969 e os 10 anos do Time de Guerreiros; e, no valor máximo, de R$ 1000, uma moeda de prata, produzida pela Casa da Moeda em referência à sede do Fluminense.

Até a publicação desta matéria, foram registradas 8 colaborações, totalizando R$ 3.952 (ou 3% do montante necessário). Segundo o clube, um possível lucro do evento será reinvestido em melhorias nas Laranjeiras.


Recompensas para os colaboradores:

R$ 50,00 – Um ingresso para o show no gramado de Laranjeiras. Limite da recompensa: 5000 pessoas.

R$ 150,00 – Recompensa anterior + um exemplar do livro sobre o centenário de Laranjeiras. Limite da recompensa: 1000 pessoas.

R$ 300,00 – Todas as recompensas anteriores + uma camisa branca retrô inédita do Flu que celebra os 50 anos do título de 1969 e 10 anos do Time de Guerreiros. Limite da recompensa: 300 pessoas.

R$ 500,00 – Todas as recompensas anteriores + um nome citado na página de agradecimentos do livro (válido até a liberação para a gráfica, prevista para o fim da primeira quinzena de junho). Limite da recompensa: 100 pessoas.

R$ 1.000 – Todas as recompensas anteriores + uma medalha de prata exclusiva do centenário do Estádio de Laranjeiras. Limite da recompensa: 100 pessoas.


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Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Torcedores escolhem capa do livro do centenário das Laranjeiras

Iniciada na segunda-feira, uma enquete proposta aos tricolores definiu a capa do livro de 160 páginas preparado pelo Flu-Memória para homenagear o centenário das Laranjeiras, completado neste sábado, 11 de maio. Dentre quatro opções, a quarta ganhou com 40,99% dos mais de 9 mil votos.

Capa vencedora da enquete dos 100 anos de Laranjeiras — Foto: Divulgação
Capa vencedora mostra, do alto, o bairro das Laranjeiras e, ao fundo, a Praia do Flamengo

Em segundo lugar ficou a opção 3, com 24,66%, seguido da capa 1, com 22,61%, e da capa 2, com 11,74%. O lançamento da obra acontecerá durante a FluFest, marcada para o domingo do dia 21 de julho, na sede do Fluminense.

Resultado de enquete - capa livro oficial do Fluminense — Foto: Reprodução
Demais capas da enquete do livro dos 100 anos das Laranjeiras — Foto: Divulgação
Demais opções de capa postas em votação na segunda-feira

Registrada em 1930 e de autoria de Padre Romualdo, a imagem vencedora mostra, do alto, o bairro das Laranjeiras e, ao fundo, a Praia do Flamengo. Na época, ainda existia o anel completo do estádio, com a arquibancada que veio a ser demolida em 1961 devido à duplicação da Rua Pinheiro Machado.

Como celebração à data, o clube preparou diversas ações especiais. Durante o mês de maio, os jogadores vêm usando uma camisa com patch em referência ao berço do futebol brasileiro. Serão lançadas, ainda neste sábado, moedas comemorativas feitas em parceria com a Casa da Moeda. São cinco modelos: ouro, prata, bronze, bronze dourado e cuproníquel.

Além disso, no dia 18 haverá a estreia do “Jogue nas Laranjeiras”, projeto no qual os torcedores, mediante pagamento de R$ 1.199 (sócios têm desconto de 10%), participam de um amistoso com times comandados por Airton, campeão carioca em 1995, e Leandro Euzébio, bicampeão brasileiro em 2010 e 2012.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Fluminense abre votação para decidir capa de livro sobre centenário das Laranjeiras

A cinco dias do aniversário de 100 anos do Estádio das Laranjeiras, o Fluminense abriu uma votação para decidir a capa do livro planejado em homenagem à marca. A obra é de autoria de Carlos Santoro, Dhaniel Cohen e Heitor D’Allincourt e vai ser lançada na quinta edição da FluFest, em julho, que usará o centenário da sede do clube como tema. A enquete acontece por meio do Globoesporte.com. Clique aqui e, dentre quatro opções, escolha sua preferida.

Na edição passada da festa em comemoração ao seu aniversário, cuja temática era a história no Maracanã, o Tricolor promoveu esta mesma ação. Na ocasião, propôs que os torcedores definissem a capa do livro intitulado “O Maraca é Nosso”.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Goleiro da base, Vinícius destaca ‘grupo forte’, elogia Júlio César e sonha com profissional

Esta semana é decisiva para os moleques de Xerém. Vice-líder do grupo B no Campeonato Brasileiro sub-20, o Fluminense encara o primeiro colocado, Palmeiras, às 15h desta quarta-feira, e disputa sua permanência no torneio, tendo Grêmio e Chapecoense na cola. Confiante, Vinícius Garcia, goleiro reserva, destaca a união do elenco e faz suas projeções para o fim desta primeira fase.

– Agora pegaremos o Palmeiras, em Itu. A expectativa é grande. Precisamos sair com os três pontos, fazer nove na competição e torcer para que os resultados nos permitam ficar em primeiro. Assim teremos um grupo mais confortável na próxima fase – explicou, antes de elogiar seus companheiros:

– O grupo está forte, unido. Acho que o pessoal está se desenvolvendo bem. Vamos honrar essa camisa e, se Deus quiser, conseguiremos a classificação. Espero que esse Brasileiro seja nosso.

Aos 17 anos, o jovem ainda busca seu espaço no time de Léo Percovich. Com a saída de Guilherme Boer, dispensado pela falta de verba do clube para adquirir seu passe (R$ 100 mil), Pedro Paulo é, hoje, o dono da meta. Mas tem a sombra de Vinícius, que aponta o caminho para deixar a condição de suplente.

Vinícius Garcia trabalhou no CT nesta segunda-feira, junto com o elenco principal. (Foto: Reprodução/Instagram)

– Trabalhando, com certeza. Respeito muito o companheiro de equipe. É lógico que quero a vaga. Mas sou mais novo, tenho que evoluir. Continuarei trabalhando. Se o Léo me der essa oportunidade, estou pronto, sim – afirmou, em entrevista ao Canal FluNews, durante a FluFest do último dia 21 de julho, quando jogou bola com a criançada no parquinho da sede.

As origens de Vinícius estão lá no interior do Paraná, em Londrina. Há três anos, ele, apoiado pela família, superou a concorrência de 80 goleiros em uma peneira promovida pelo Fluminense. Acostumado aos ambientes de Xerém e Laranjeiras, o jogador, às vezes, tem o Centro de Treinamento, na Barra, como local de trabalho. Acumula algumas convocações para treinar com o profissional. Foi assim com Abel Braga, ex-técnico, e, agora, com Marcelo Oliveira.

– Eu comecei a treinar no profissional aos 16 anos. Tive algumas oportunidades no ano passado, fui algumas vezes. Ficarei no profissional durante essa semana, fazendo a preparação. Darei meu máximo lá, vou trabalhar bastante para, daqui a pouco, quem sabe, ser promovido – declarou, esperançoso.


Veja mais trechos da entrevista com Vinícius Garcia:

Elogios a Júlio César

– Júlio é parceiro. Fera demais, humilde. Dá moral para o povo da base. É uma excelente pessoa. Eu, que já trabalhei com ele, posso dizer que se esforça muito. Falhar, pode acontecer. Mas o cara não desiste nunca.

Saída de Guilherme Boer para o Grêmio

– Ele sempre buscou renovar com o Fluminense. Mas o clube acabou não tendo o poderio financeiro para conseguir os direitos dele. Ele disse que ficou triste em ir embora.

Emocional de Léo Percovich depois da tragédia com a família

– Está melhor, sim. Às vezes, depois de alguns treinamentos e jogos, ele fica lembrando e acaba um pouco triste. Mas ele tenta sempre passar para nós uma energia positiva. Ele é um cara muito bom para a gente. Tentamos ajudar também. Sabemos a dificuldade que é, ele acabou perdendo duas filhas. Mas tenho certeza que o filho e a esposa dele dão muita força.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Com desistência de protesto, torcedores deixam recado para Pedro Abad na FluFest

Inconformados com a gestão de Pedro Abad, torcedores combinavam, desde junho, nas redes sociais, um protesto no dia da FluFest, em frente às Laranjeiras. No entanto, a Polícia emitiu mandados de prisão contra chefes de organizadas e conselheiros e, em acordo com os idealizadores do ato, impediu possíveis transtornos durante o evento de sábado que reuniu centenas de tricolores.

Ao longo do dia na sede, vigiada por dezenas de seguranças, principalmente na entrada, tudo seguiu com tranquilidade e sem quaisquer indícios de manifestação. A poucas horas da festa no Salão Nobre, entretanto, torcedores expressaram sua indignação e, numa calçada de frente para o portão do clube, deixaram, em faixa, um recado para o presidente. No mesmo local estava uma viatura. A outra estava no acesso à Rua Álvaro Chaves.

Além dos seguranças do Fluminense, havia quatro profissionais da Unipaz que revistavam as pessoas que entravam na sede. Os funcionários na portaria colocavam uma pulseira nos visitantes, uma novidade em relação aos três anos anteriores.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Futebol, impeachment e pedido à torcida: Mário Bittencourt discute temas em alta no Fluminense

Convidado a se arriscar como técnico do time de Ricardo Berna em jogo que marcou a despedida do goleiro, Mário Bittencourt se dispôs à entrevista ao Canal FluNews, após o amistoso de sábado, na FluFest, direto do gramado do estádio da sede. Feliz em vivenciar um momento especial para o agora ex-jogador, o advogado voltou os olhos para a fase do futebol do Fluminense em 2018. 

– É um momento bem difícil, mas temos que tentar sair dessa. Chegou outro treinador, temos que dar todo apoio a ele, ao trabalho do Marcelo Oliveira. E torcer sempre para o Fluminense vencer. Esperamos que o clube volte a andar nos trilhos ainda nesse Campeonato Brasileiro, possa fazer uma boa Sul-Americana e, quem sabe, disputar o título – disse, esperançoso. 

A queda de rendimento do time e as polêmicas envolvendo a diretoria desanimaram a torcida. Mas mais que isso: geraram inconformidade. É por isso que críticas a Pedro Abad, nas redes sociais e em forma de protestos, se tornaram comuns. Apesar do ambiente tumultuado, Mário faz apelo aos tricolores.

– Peço à torcida que não abandone o clube em momento nenhum. As pessoas passam por aqui e a instituição continua. São 116 anos de história. Todos nós que passamos por aqui tivemos o nosso momento. Alguns de vitória, outros de derrota. Mas o Fluminense é maior que qualquer um. É importante que a torcida encha o Maracanã e apoie. Que deixe de lado qualquer questão que não seja o jogo – afirmou. 

De maio para cá, o Flu sofreu uma dança de cadeiras. Cinco vice-presidentes, ligados à coalizão Unido e Forte, renunciaram. Houve, ainda, a demissão de Marcos Vinícius Freire, que deixou o cargo de CEO para Fernando Simone, contratado, inicialmente, para ser assessor da presidência. Conhecedor do clima no Fluminense, Mário Bittencourt nega qualquer pedido de Abad para se juntar à gestão. 

– Nossa relação é cordial. Como ele mesmo falou (ao Globoesporte.com, há um mês), nós não somos amigos, nem perto disso. Mas também não somos inimigos. Eu fui candidato e desejei a ele toda sorte do mundo quando ganhou, é óbvio. Não faço parte da diretoria e nem fui convidado a ajudar. As pessoas sabem que, no futuro, se houver alguma possibilidade de voltar a ajudar o Fluminense, independente de quem estiver no cargo, eu o farei – admitiu, antes de completar a resposta: 

– Trabalhei aqui por quase 20 anos como advogado. Advoguei nas duas gestões de Davi Fischel, Horcades e Peter. E sempre falei aos presidentes que eu não advogo para eles. Advogo para o Fluminense. Então, se, um dia, o clube entender que eu posso contribuir novamente, o farei. Senão, continuo contribuindo como torcedor, pagando meu ingresso e levando as minhas filhas. 

Contestado pela maioria da torcida e por conselheiros, Pedro Abad é o alvo de oposicionistas que se movimentam para tentar um impeachment. A ideia é reunir o maior número de assinaturas possível para protocolar o processo no Conselho Deliberativo. Embora o tema esteja em alta nos bastidores de Laranjeiras, Bittencourt prefere, por enquanto, o silêncio. 

– Acho que não é uma questão para se falar em um dia como esse, de festa. O aniversário do clube está acima disso. Devemos olhar para frente e torcer para que o time melhore. Depois pensamos em política.

Saudações Tricolores,

Nicholas Rodrigues.

Ator, Miguel Rômulo divide prêmio de ‘torcedor ilustre’ com a torcida: ‘Cada um é merecedor disso’

Paixão de famosos da televisão brasileira, o Fluminense completou 116 anos no sábado, dia 21 de julho, e abriu as portas de sua sede para centenas de tricolores celebrarem a data. Como de costume, vários artistas marcaram presença e, nos casos de Francisco Vitti e Miguel Rômulo, ambos atores, até jogaram a despedida de Ricardo Berna, no estádio de Laranjeiras. 

–  Jogar com Rui (Cabeção), Leandro Euzébio, Antônio Carlos, Washington, Ricardo Berna, entre outros, é uma honra. Pudemos vê-los jogando e até dando um baile em nós. É o maior prazer vir aqui comemorar. Quem sai feliz é o torcedor que assiste a esse jogo – comentou, em entrevista exclusiva ao Canal FluNews. 

Na semana passada, no Salão Nobre do clube, aconteceu uma sessão comemorativa ao aniversário do Fluminense. Foi nesta reunião que Miguel Rômulo e outros artistas foram declarados torcedores ilustres. Feliz com a homenagem, o ator confessa que gostaria de dividi-la com todos os fanáticos pelas três cores.

Ricardo Berna, ex-goleiro do Fluminense, autografa camisa usada por Miguel Rômulo em jogo-festivo (Foto: Nicholas Rodrigues/Canal FluNews).

– Para mim, ganhar uma homenagem do Fluminense, independente do tamanho que ela for, é uma honra. Eu dedico esse meu prêmio à torcida inteira. Acho que cada um é merecedor disso. Todos nós somos torcedores ilustres. Independente de você ter uma placa ou não, o Fluminense está nos nossos corações – disse. 

Foi a segunda vez que Miguel compareceu à FluFest. No último ano, anotou dois gols. Em 2018, o faro de artilheiro estava mais tímido. Ainda assim, marcou um. No ar em ‘Orgulho e Paixão’, novela da Rede Globo, ele, aos risos, diz que nunca se arriscaria como jogador. 

– Não, não. Eu gosto muito de ser ator. Venho jogar todo ano aqui para ter certeza que eu não conseguiria jogar como profissional.

Saudações Tricolores,

Nicholas Rodrigues.

A minha FluFest: Fluminense, 116 anos

No sábado, fui abençoado em estar, pela terceira vez, na FluFest. Foi uma experiência melhor do que eu pensava que seria. Antes de tudo, claro, fui representando o Canal FluNews. Trabalhei, fiz o possível e até um pouquinho do impossível para trazer o público do Brasil inteiro para perto de Laranjeiras.

Apurei, informei e registrei o que via. Até 11h e alguma coisa, seria um dia normal, dentro do que eu esperava. Mas um imprevisto mudaria tudo. Eram seis gandulas ‘escalados’ para os jogos-festivos – um deles, a despedida de Ricardo Berna, bicampeão brasileiro pelo Fluminense. Acabei convidado e, obviamente, topei.

Eram só cinco bolas de futebol, ou seja, alguém ficaria sem. Esse alguém fui eu. Que bom! Fui encarregado de espalhar pelo vestiário os uniformes da galera que ia jogar. Fiquei ajudando por uma hora, me senti quase um funcionário do Fluminense – o que, convenhamos, é irado. Ao mesmo tempo, gravei e fotografei os encontros e resenhas entre jogadores que marcaram diferentes épocas no clube.

Chegou o Berna, que causou um alvoroço danado. Consegui minha foto. Hora de ir para o campo! A alguns metros de mim, Washington, Leandro Euzébio, Magno Alves e tantos outros trocavam passes. Nem parece que, há uns anos, eu os assistia apenas pela televisão.

Terminaram os amistosos. Merecidamente, um tempo reservado para o discurso de Ricardo Berna. Acompanhei as falas emocionadas do ex-goleiro a uma distância pequena, de quem conversa com outra pessoa. Nem parece que, há uns anos, eu, do outro lado da TV, vibrava com suas defesas.

Cada vez que piso nas Laranjeiras é um arrepio, batimento acelerado. Minha paixão pelo clube é o que explica.

Como estava no gramado, mesmo que na figura de gandula, corri atrás de entrevistas. Consegui, gente. Quem diria que faria perguntas ao Ronald, presente no Carioca de 95 (barrigada neles!), a ator da Globo (o Miguel Rômulo, no ar em ‘Orgulho e Paixão), ao Mário Bittencourt (uma figura importante politicamente – e, sim, aquele mesmo que defendeu o Fluminense em 2013, buscando a justiça) e ao Vinícius (goleiro promissor da base e que, a partir de agora, tem minha torcida e amizade). Além do Artur, torcedor, assim como eu, e que teve uma sensação parecida com a que tive: estar perto das estrelas. Ele, por sua vez, jogou com elas. Outra amizade que nasceu de uma entrevista de, sei lá, um minuto.

Eu saí de Laranjeiras feliz e realizado. Mas ainda tinha fôlego para mais. Desde que pus os pés para fora da sede na FluFest do ano passado, decidi que, em 2018, eu estearia na festa no Salão Nobre. Foi complicado, mas fui. Tentei, persisti e, finalmente, fiz o que queria.

Nem mesmo meu descuido em esquecer a pulseira que dá acesso ao local me desanimou. Nada nem ninguém poderia estragar um 21 de julho tão irado. Deus planejou tudo, do início ao fim, e preparou o melhor. Ufa! Entrei lá.

Ri com Sérgio Mallandro, curti sucessos da banda Blitz e, exausto, voltei para o hotel. Repito: feliz e realizado. Obrigado a quem viveu tantas aventuras comigo. Principalmente a você, Fluminense, o grande protagonista. Foi, como sempre, especial estar contigo.

Até ano que vem, nos seus 117 anos, minha paixão.

Saudações Tricolores,

Nicholas Rodrigues.

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