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Grupo de apoio da última gestão, Flusócio se despede do poder e anuncia encerramento das atividades

Foto: Divulgação

Principalmente grupo político de apoio das últimas gestões do Fluminense – Peter Siemsen e Pedro Abad, a Flusócio anunciou por meio de sua conta nas redes sociais, o fim do grupo

Na despedida, a Flusócio pediu o apoio da torcida, adesão ao pacote de sócio e comparecimento no Maracanã.

O grupo ainda destaca como um de seus legados, a reforma total de Xerém e a construção do CTPA (Centro de Treinamento Pedro Antônio), além do título Brasileiro e Estadual de 2012 e Primeira Liga em 2016.

O comunicado também falou das grandes críticas sofridas por Pedro Abad, principalmente pelas redes sociais. Eles ainda destacaram a quitação de mais de R$100 milhões em dívidas por Abad.

Veja o comunicado na íntegra:

O grupo Flusócio nasceu na torcida do Fluminense. Seus integrantes consideram que um clube grande e sua torcida dependem um do outro, se alimentam mutuamente. A vontade da torcida é, portanto, soberana e precisa ser respeitada. Justamente em função dessa soberania da torcida que o presidente Pedro Abad decidiu abreviar seu mandato, com a antecipação das eleições de 2019.

Não cabe aqui contar – mais uma vez – a nossa história. Ela já foi contada em livro, ainda que apenas até a assunção de Pedro Abad à presidência, e em inúmeros outros textos disponíveis aqui em nosso site. Talvez devamos, um dia, complementar o livro com esses dois anos e meio de mandato, pois há muitas coisas que o público desconhece. Isso, porém, seria para outro momento. Não é o objetivo deste post. O objetivo, aqui, é comunicar que deliberamos por encerrar nossas atividades como grupo político.

A nossa história como torcedores continuará. Sempre desejamos o Fluminense sustentavelmente forte. Após a perda da duradoura parceria com a Unimed, percebemos que seria um caminho amargo a ser percorrido, de muitas dificuldades. Após três eleições vencidas, é preciso abrir espaço para outros tentarem, pois, persistir, seria agir contra a torcida da qual também sempre fizemos parte. Obviamente houve erros, mas não é hora de dar justificativas; o momento é de atender aos anseios da torcida e desejar muito sucesso aos que nos sucedem. Estaremos sempre torcendo por eles e pelo sucesso do clube.

Permitam-nos, no entanto, a manifestação do desejo de que, com o passar do tempo, os tricolores possam avaliar com mais tranquilidade o legado do grupo político Flusócio e, em particular, do presidente Pedro Abad.

Quando os nossos fundadores entraram para o clube, ganhar um mero estadual ou mesmo voltar para a primeira divisão nacional era ainda um sonho. O Fluminense voltar a ser grande e poderoso era a meta, mas ainda parecia muito distante. E estávamos convictos de que, para isso acontecer, o caminho seria conscientizar e atrair o torcedor tricolor para dentro do quadro social, colegiado que decidia os rumos político e administrativo do clube. A conscientização crescente da torcida pode ser observada pelo interesse nas discussões sobre administração e finanças do nosso clube, temas que, há quinze anos, incrivelmente eram ignorados mesmo sendo eles os principais influenciadores dos resultados de campo.

A maior bandeira da Flusócio, desde seu embrião, sempre foi: – Tricolor, seja sócio! Mote esse que originou o nome do grupo. E hoje, quase vinte anos depois que os primeiros de nós resolveram se associar, está muito claro como o clube evoluiu nesse ponto. Os integrantes mais antigos chegaram a vivenciar um clube em que a maioria dos associados era composta de não-tricolores, ou seja, torcedores de outros clubes davam as cartas políticas nas Laranjeiras. O grupo, ainda na oposição, foi o principal articulador da associação em massa, cujo ápice ocorreu em 2009, no segundo mandato de Roberto Horcades. A realidade do quadro social foi inteiramente modificada, passando a haver maioria de tricolores a partir do movimento de Cidadania Tricolor.

Mais tarde, pela democratização do clube, lutamos fortemente para a criação da categoria sócio futebol, garantindo o seu direito a voto para presidente, diluição de poder que alguns setores do clube não admitiam.

Já no mandato de Peter Siemsen, um dos principais ideais do grupo – a imprescindível formação permanente de talentos –, foi motor propulsor para a reforma total de Xerém, centro de formação de base que hoje é referência nacional tanto em estrutura como em recursos humanos. Esse provavelmente é o mais importante legado do grupo. A gestão Peter também entregou o CT Pedro Antônio, na Barra da Tijuca, para o futebol profissional.

Ainda na gestão Peter Siemsen, que tinha a Flusócio como principal grupo apoiador, o futebol conquistou o título de campeão estadual e campeão brasileiro de 2012. Venceu também a Primeira Liga em 2016.

Certamente nenhum presidente da história do Fluminense sofreu, como Pedro Abad, o massacre diário nesses novos tempos de redes sociais, inclusive com repercussão nos estádios mesmo nas vitórias. No entanto, em meio a tanta dificuldade, sofrendo penhoras da PGFN e de inúmeros outros credores, a gestão Abad quitou mais de R$ 100 milhões em dívidas e obteve uma melhora extremamente significativa no balanço financeiro de 2018 em relação ao ano anterior, entregando o clube próximo da obtenção das CND. Conseguiu reduzir significativamente a folha salarial, que hoje é a metade da de 2017, mantendo um elenco competitivo mesmo neste duro período de reestruturação financeira do clube, demonstrando o que um bom trabalho técnico de prospecção pode gerar. Os próximos mandatos receberão como legado algumas das mais promissoras e vitoriosas gerações de Xerém, com pelo menos seis jogadores convocadosrecentemente para seleções de base. Deus queira que seus sucessores obtenham muito sucesso onde ele não conseguiu, mantendo o devido cuidado com a sustentabilidade do clube, e que o torcedor tenha serenidade antes de julgá-los.

Na nossa despedida, pedimos apenas que você, tricolor, esteja sempre ao lado do Fluminense. Seja sócio e exerça sua cidadania tricolor independente do que receberá em contrapartida, mas pelo fortalecimento da instituição. É triste quando ouvimos um tricolor dizendo coisas como “não sou sócio porque pra mim não vale a pena”. Esse tricolor está, claro, em seu direito, mas não é desse torcedor que o Fluminense mais carece. O clube precisa de torcedores que se associem simplesmente porque o clube precisa deles. Apenas por amor a essas três cores. O Fluminense foi salvo, no final dos anos 90, por sua torcida. E ele continua precisando dela para se manter forte contra todos os adversários poderosos.

Acolha o Fluminense. Vá sempre aos jogos, empurre o time para as vitórias! Defenda seu clube na internet, nas ruas e nos estádios independente da política. Compre apenas produtos licenciados. Prestigie as empresas parceiras e patrocinadores que investem na marca Fluminense. Jamais esmoreça na atitude de semear o orgulho de ser tricolor nas crianças e jovens de sua família.

O Fluminense precisa de todos nós. Porque o Fluminense somos todos nós.

Flusócio anuncia afastamento das eleições no Flu

Foto: Reprodução

Principal grupo político das últimas gestões do clube, a Flusócio anúncio oficialmente o afastamento da eleição do Fluminense, a ser realizada no próximo dia 8 de junho.

De acordo com a nota publicada pelo grupo, cada integrante terá a liberdade de escolher em qual candidato irá votar ou apoiar no pleito.

Vale destacar que até o momento, dois nomes já foram confirmados: Mário Bittencourt pela chapa Tricolor de Coração e Ricardo Tenório pela Libertadores. Ainda há a expectativa de nomes como Hebert Borges e Marcelo Souto.

Acompanhe a nota na íntegra:

Diante da publicação do Edital de Convocação da Assembleia Geral Extraordinária, a ser realizada no dia 08/06/2019 das 9h às 18h com a finalidade de eleger o novo Presidente do Fluminense, a Flusócio vem por meio deste comunicado reforçar o post de 21/12/2018, quando afirmamos que o grupo ficará à margem do processo eleitoral.

Em reunião fechada, o grupo, por unanimidade, entendeu que esse afastamento é uma forma de estimular a estabilidade do processo e a tranquilidade entre os candidatos concorrentes ao pleito e os sócios eleitores. Na mesma reunião, foi decidido também, que todos os membros terão liberdade de decisão de voto e insistimos que qualquer pessoa ou veículo que tentar associar o nome da Flusócio a qualquer candidatura estará agindo de maneira mentirosa e leviana.

Desejamos uma campanha serena e propositiva, debatendo sempre com clareza todos os assuntos importantes ao Fluminense, fazendo assim com que o associado consiga, de forma plena, racional e sensata, decidir o futuro do nosso clube.

Da realidade à bipolaridade Flu-sociana

Devido a matéria publicada pelo NetFlu no dia 21/01/19 sobre a reforma dos estádio das Laranjeiras, na qual fica claro que a gestão não tem o mínimo interesse em fazer tal reforma, isso é fato!

Porém no mesmo dia o maior grupo de apoio à gestão Flusócio soltou uma nota em seu blog repudiando a matéria do NetFlu, porém em seu grupo interno de WhatsApp denominado Lista Política Flusócio a conversa não tem nada haver com o repúdio publicado, como podemos observar nos prints das fotos que circulam pelas redes sociais:

Ou seja, querem fazer os Sócios e Torcedores de idiotas. Não é a toa que durante anos tudo que esse grupo político denominado Flusocio põe a mão não vira ouro e sim, vocês sabem o que eu pensei.

ST.
Por Wagner Aieta

Festa no CT ? Alta cúpula do Fluminense se reúne para grande churrascada no CTPA

foto: Divulgação

Segundo apuração do Canal Flunews a alta cúpula do Fluminense formada por sua diretoria e integrantes de alto escalão da Flusócio realizaram na tarde da última quinta-feira (17) um grande churrasco nas dependências do CTPA (Centro de Treinamento Pedro Antônio).


Tal evento no entanto ficou restrito apenas para os diretores e Flusócios, ficando expressamente proibida a aproximação de qualquer funcionário ou mesmo jogadores em comparecer ao local da “reunião”.


Ainda de acordo com a apuração do Flunews, a comemoração pode ter ocorrido em decorrência de dois fatores: desfecho positivo na negociação de Paulo Henrique Ganso e de mais um dos reforços que a direção do Tricolor almeja ou, o acerto com um patrocinador master em potencial que faria com que o clube não atravessasse mais problemas com salários atrasados e consequentemente viabilizaria a primeira alternativa.

O evento deixou alguns jogadores contrariados, principalmente os que estão no clube desde o ano passado e estão com os vencimentos de dezembro em atraso. Vale destacar que como noticiado pelo Canal Flunews, o clube acertou o mês de dezembro de alguns funcionários na última terça-feira (15). Porém o acerto foi com os funcionários que recebem até R$5 mil, deixando de fora neste caso os jogadores e departamento de futebol

Conselheiro retira pré-candidatura a cargo no Conselho e provoca ausência de situacionistas em reunião

Duas razões levaram o Conselho Deliberativo a realizar uma reunião ordinária nas Laranjeiras, quinta-feira, apesar da presença de 30 torcedores em ato de repúdio à gestão. A princípio, haveria a apresentação do planejamento do futebol para 2019. Porém, a pauta não pôde ser cumprida, em razão da ausência do vice-presidente da pasta, Fabiano Camargo. Durante a tarde, ele, segundo o Globoesporte.com, esteve no Centro de Treinamento, na Barra, para comunicar ao Marcelo Oliveira sobre a demissão. 

Assim, ocorreu apenas a eleição de Walcyr Borges (ligado ao Pró-Flu, de oposição), com 36 votos de 40 presentes, para primeiro secretário de mesa, cargo vago desde o falecimento de Heleno Sotelino. Num primeiro momento, Nilton Gibaldi (ligado ao Esportes Olímpicos, de situação) também concorreria ao posto. Todavia, oficializou, na segunda-feira, a retirada de sua pré-candidatura. Ele viajou a Porto Alegre para representar o Fluminense em um campeonato internacional de tênis e, por isso, não compareceu ao encontro. 

Cédula para votação contém apenas o nome do oposicionista Walcyr Borges. (Foto: Reprodução)

Segundo apurou o Canal FluNews, a saída de Nilton Gibaldi do páreo fez com que os membros da Flusócio e do Esportes Olímpicos, já desinteressados no cargo que estava em votação, se ausentassem. A grande chance de haver protesto da torcida também colaborou para deixá-los longe da sede.

Havia, inclusive, uma enorme confiança de que, se a candidatura fosse levada adiante, o situacionista venceria o adversário. Lembrando que os grupos de apoio a Pedro Abad são maioria no Conselho.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Protesto reúne cerca de 30 torcedores, e Flusócio se ausenta em peso de reunião do Conselho

Combinado nas redes sociais, o ato de repúdio à gestão de Pedro Abad reuniu apenas 30 torcedores nas Laranjeiras. Houve, inclusive, uma comparação entre o presidente e Luiz Fernando Pezão, governador do Rio de Janeiro preso nesta quinta-feira. “Não é mole, não. Quem rouba mais, o Abad ou o Pezão?”, cantaram os presentes. Na passarela em frente à Universidade Santa Úrsula, os tricolores estenderam duas faixas com pedidos pelas saídas de Abad e da Flusócio, grupo que o elegeu em 2016.

A fim de impedir maiores problemas, o Fluminense reforçou a segurança, como vem fazendo nos desembarques do elenco, e contou com o suporte de duas viaturas da Polícia Militar, com três policiais em cada.

Enquanto acontecia o protesto, acompanhado até de carro de som, 40 conselheiros presenciaram mais um encontro do Conselho Deliberativo. Embora tenha sido a principal razão da convocação da reunião ordinária, o planejamento do futebol para 2019 acabou não sendo apresentado, uma vez que o vice-presidente da pasta, Fabiano Camargo, não compareceu ao local. Aliás, nenhum membro da Flusócio assistiu à reunião, informaram pessoas que acessaram o Salão Nobre.

Ocorreu a eleição de Walcyr Borges (ligado ao Pró-Flu, de oposição), com 36 votos, para o cargo de primeiro secretário de mesa, vago desde o falecimento de Heleno Sotelino. De acordo com o apurado pelo Canal FluNews, Nilton Gibaldi Filho (ligado ao Esportes Olímpicos, de situação) concorreria ao posto, mas retirou a pré-candidatura na segunda-feira. Ele também não esteve presente, por estar em Porto Alegre representando o Fluminense em um campeonato internacional.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

 

Números de celular vazam, e membros da Flusócio são ameaçados: “Mato você e sua família”

Principalmente pelos salários em atraso e pela campanha do time, há cinco jogos sem vencer ou marcar gols, a inconformidade da torcida acabou sendo posta em evidência. Primeiro, nesta segunda-feira, durante o empate com o Ceará, no Maracanã, com protestos que recaíram sobre o presidente e os jogadores. Ainda no começo da madrugada desta terça-feira, houve também pichações no muro da sede, nas Laranjeiras.

A partir desta tarde, os principais alvos, todavia, vêm sendo os membros da Flusócio, grupo de apoio a Abad, ofendidos diariamente nas redes sociais. Alguns deles tiveram seus números de celular vazados na internet e estão sendo xingados e ameaçados de morte e de sequestro por torcedores, por meio de ligações ou mensagens no WhatsApp. Nem mesmo as famílias escaparam da hostilidade. Eles, provavelmente, levarão o ocorrido à Polícia para que os responsáveis sejam denunciados.

– Cadê o salário dos jogadores? Tenho nojo de vocês, seus vermes. Sei onde seu filho estuda. Tenho p**** nenhuma a perder. Mato você e sua família – ameaçou um torcedor que teve acesso ao número telefônico.

– Só um aviso: tem torcedores contratando sequestradores para pessoas da Flusócio. Vocês não têm noção do que está acontecendo – disse outro.

Integrantes da Flusócio têm números de telefones vazados e recebem ameaças de morte — Foto: Reprodução


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

“Paguem os salários”: torcedores picham muro da sede do Fluminense em ato contra o presidente

Chegou ao fim a paciência da torcida com a diretoria do Fluminense. A crise, que nasceu de problemas que vão desde salários atrasados à queda de rendimento no Brasileirão, levou torcedores a pichar os muros da sede, nas Laranjeiras, na madrugada desta terça-feira. Mais cedo, o time teve nova atuação ruim e manteve o 0 a 0 com o Ceará, no Maracanã. Os xingamentos foram direcionados ao Pedro Abad, chamado de “caloteiro”, e à Flusócio e lembraram, principalmente, a realidade financeira do clube, que deve dois meses de salários na CLT e mais cinco meses de DIs aos jogadores. “Paguem os salários”, escreveram.

Pichações nos muros das Laranjeiras — Foto: André Durão
Pichações nos muros das Laranjeiras — Foto: André Durão

Os protestos se estenderam ao Conselho Deliberativo, classificado como “covarde”, e mesmo a um dos líderes da Flusócio, Danilo Félix. Além da política conturbada e da dificuldade em honrar compromissos com o elenco e com ex-jogadores (especialmente com aqueles que foram dispensados ao fim do ano passado), o Fluminense passa por uma sequência de cinco jogos sem vencer e, inclusive, sem nem marcar gols. 

Pichações nos muros das Laranjeiras - Fluminense — Foto: André Durão
Pichações nos muros das Laranjeiras – Fluminense — Foto: André Durão

A polêmica do desentendimento entre Paulo Angioni e Marcos Júnior, no vestiário da goleada para o Palmeiras, e o clima tenso nos bastidores vieram à tona justamente a uma semana da principal partida da equipe na temporada, diante do Atlético-PR, pela Sul-Americana. Este duelo, que decide o finalista do torneio, acontece dia 28, no Rio, e teve seu espaço no ato de tricolores nesta semana. 

Pichações nos muros das Laranjeiras, sede do Fluminense — Foto: André Durão
Pichações nos muros das Laranjeiras, sede do Fluminense — Foto: André Durão


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Senhores da Flusócio, o que vocês fizeram com o nosso Fluminense ?

Carta do grupo “Fluminense da Depressão” representanta o pensamento de grande parte da torcida.

Sei que a página é de humor, é pra rir, se divertir, mas chega uma hora que precisamos falar sério, cada dia que passa fica mais difícil sorrir com a situação que o clube se encontra.

Dispensaram 8 jogadores no início do ano pra aliviar a folha salarial, hoje esses jogadores estão com um processo na justiça contra o clube. O Marquinho por exemplo, ganhou na justiça o direito de receber 7,5 milhões do clube.

Cadê o dinheiro do Richarlison? Da venda do João Pedro? E os 5 milhões no Dourado que o Flamengo deveria depositar no meio do ano? Depositou? Tá aonde? Cadê o dinheiro das premiações da Sulamericana? E como ficou a situação do Scarpa? O Fluminense saiu de mãos abanando de novo? E o processo da Dry World? fornecedora canadense de uniformes, ela saiu sem pagar nada e o processo foi arquivado? E a Vitton 44 nossa patrocinadora em 2015? Pagou o que devia? E a Valle express? Saiu e ficou por isso mesmo?

De 2015 pra cá não faltou dinheiro entrando nos cofres do clube, inúmeras vendas de jogadores como Gerson, Kenedy, Marlon, Biro Biro, Wendel, Richarlison, João Pedro, Dourado, antecipação de cotas de TV e etc.

A pergunta que não quer calar, onde foi parar o dinheiro do Fluminense? Como o clube chegou nessa situação? Incompetência? Corrupção?

São muitas perguntas e nenhuma resposta, transparência não é uma palavra que a Flusócio gosta muito… O máximo que a gente tem é conselheiro debochando da torcida no Twitter, né senhor Fernando Moller? Danilo Félix? Guardem esses nomes.

E pros jogadores só deixo um recado, cobrem! Vocês estão no direito, pressionem ao máximo a diretoria, e mesmo estando em má fase, parabéns por jogarem esse tempo todo com salários atrasados, ouvindo promessas e mais promessas que não foram cumpridas, mesmo assim chegaram numa semifinal de sulamericana, dia 28 estamos com vocês! Obrigado por honrarem a camisa até onde deu, mas chega uma hora que cansa, entendemos.

E ao senhor Peter Siemsen, SEU MENTIROSO, você é o maior responsável por tudo isso.

Ao portais Explosão Tricolor FluNews NETFLU pedimos que continuem esse trabalho informando a torcida, sempre sendo oposição a esse grupo imundo chamado Flusócio, vocês são importantíssimos e representam a voz da torcida, muito obrigado. Saudações tricolores!

#ForaAbad
#ForaFlusócio

Abad Presidente
Fluminense Football Club
Flusócio

ST.

Por Fluminense da Depressão

A visão política do Fluminense FC por Ademar Arrais

Arrais foi conselheiro do clube entre 2014 e 2016 pelo grupo Ideal Tricolor.

Aos Amigos do Fluminense: 

Desde a última eleição estou afastado da política diária do Fluminense numa espécie de licença prêmio ou anos sabáticos. Confesso que esse afastamento não é o melhor caminho para o clube, não obstante estar sendo para mim.

A verdade é que mesmo afastado, a minha paixão pelo Clube e a minha amizade e meu respeito e carinho com quase todos, de todos os segmentos da política do Clube, fazem com que eu acompanhe sempre o que vem acontecendo de perto. Ocorre que, infelizmente, não temos nada de novo e muito menos surpreendente.

A cada dia aumenta assustadoramente o estado de degradação e de apequenamento do Fluminense, fruto de uma mentalidade e de atitudes tacanhas, medíocres, prepotentes, arrogantes e que sempre colocam interesses pessoais, de amigos e ou de segmentos acima dos interesses do Fluminense. Isso tudo com uma grande pitada de irresponsabilidade financeira, incompetência e incapacidade.

Abad e Flusocio sempre foram isso que está aí acima relatado. Não dá sequer para perder mais tempo em falar. Tenho mais o que fazer. Temos um clube dirigido por pessoas “especiais”. Contudo, a Flusocio sozinha nunca teria conseguido fazer toda essa destruição.

Não crítico nenhum segmento por ter feito acordo político-eleitoral com eles, inclusive porque já fiz e não me arrependo. Acordos político-eleitorais são feitos diante de uma conjuntura do momento, de uma perspectiva futura segundo a visão de cada um do que será melhor para o Clube. Entretanto, os interesses do Fluminense devem ser a base de qualquer acordo, ou seja, se depois da eleição o candidato é seu principal grupo resolvem fazer o que bem entendem, deve-se romper com eles e lutar pelo que for melhor para a instituição.

Nesse sentido, confesso que não consigo entender há anos, várias gestões, a postura dos representantes do esporte olímpico. Em todas as gestões que acompanhei o Olímpico vem ajudando e sendo decisivo para sustentação desse sistema podre e nojento de gestão do clube.

Isso não me causaria nenhum espanto nem maior indignação se com essa postura o Esporte Olímpico fosse visto e ajudado consideravelmente pelas respectivas Diretorias. Seria errado do mesmo jeito, mas compreensível pelo aspecto corporativo.

Ocorre que o que vem acontecendo é exatamente o contrário. O esporte olímpico há tempos vem sendo sucateado, não tem nenhum apoio substancial, fica sempre num décimo plano, sofre talvez como ninguém com a desorganização geral e em razão da indefinição estratégica dos esportes que terá apenas escolinha, que irá competir, que irá investir, acaba por ser acusado de contribuir com o déficit. Temos atletas treinando há séculos literalmente no escuro, fazendo rifas para poder participar de competições, etc..

Não estou criticando por criticar esse segmento tão importante para o Fluminense na minha visão. Ao revés, não apenas o Esporte Olímpico, mas acredito que todos os grupos e segmentos do Clube devem refletir o que tem feito para a efetiva melhora institucional do Fluminense, qual o seu nível de responsabilidade com a construção desse status quo caótico e como contribuir mesmo para mudanças sem radicalismos inconsequentes e isolacionistas, cedendo no que for possível e dialogando sempre.

Eu sou oriundo do Futebol, da arquibancada, mas isso não quer dizer que não queira os esportes olímpicos do Fluminense forte, com planejamento, com apoio, organizado e sempre campeão nos esportes que estivermos competindo. É inadmissível as pessoas que representam os esportes olímpicos continuarem promovendo a sua própria auto-destruição e do Clube em geral, sem qualquer espécie de reflexão ou questionamento interno ou com todos no Conselho Deliberativo.

A coisa já está num nível tão grave, que já percebo movimentos de segmentos ligados mais ao Futebol e até eventuais candidatos à presidência do Clube defendendo o fim dos esportes olímpicos do Fluminense, num processo político de “Nós” contra “Eles”. Não concordo com isso e acho que isso não encontra maiores ecos, porém é bom não facilitar, pois nada é impossível.

Todos que de alguma forma participam da política do Fluminense precisam refletir e lutar efetivamente por mudanças e melhorias. O melhor inclusive para o Fluminense, tamanha a gravidade dos seus problemas, seria a construção de uma chapa única para próxima eleição, com alicerce num projeto previamente discutido entre todos os segmentos e sem pessoas da Flusocio à frente de nada (não pelo aspecto da exclusão do processo, mas sim da necessidade de renovação e de oportunidade a quem, no mínimo, possui o benefício da dúvida) .

O Presidente do Fluminense não precisa ser um gênio, nem rico. Ele precisa apenas ter a capacidade de liderar um processo de transformação desde à mentalidade até as atitudes, precisa ser uma pessoa decente, verdadeira, honesta, de palavra e consequentemente de credibilidade. Todo o resto se ajeita através de um movimento coletivo transformador, onde o Presidente seja Presidente e não um Imperador.

Por: Ademar Arrais

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