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Da realidade à bipolaridade Flu-sociana

Devido a matéria publicada pelo NetFlu no dia 21/01/19 sobre a reforma dos estádio das Laranjeiras, na qual fica claro que a gestão não tem o mínimo interesse em fazer tal reforma, isso é fato!

Porém no mesmo dia o maior grupo de apoio à gestão Flusócio soltou uma nota em seu blog repudiando a matéria do NetFlu, porém em seu grupo interno de WhatsApp denominado Lista Política Flusócio a conversa não tem nada haver com o repúdio publicado, como podemos observar nos prints das fotos que circulam pelas redes sociais:

Ou seja, querem fazer os Sócios e Torcedores de idiotas. Não é a toa que durante anos tudo que esse grupo político denominado Flusocio põe a mão não vira ouro e sim, vocês sabem o que eu pensei.

ST.
Por Wagner Aieta

Festa no CT ? Alta cúpula do Fluminense se reúne para grande churrascada no CTPA

foto: Divulgação

Segundo apuração do Canal Flunews a alta cúpula do Fluminense formada por sua diretoria e integrantes de alto escalão da Flusócio realizaram na tarde da última quinta-feira (17) um grande churrasco nas dependências do CTPA (Centro de Treinamento Pedro Antônio).


Tal evento no entanto ficou restrito apenas para os diretores e Flusócios, ficando expressamente proibida a aproximação de qualquer funcionário ou mesmo jogadores em comparecer ao local da “reunião”.


Ainda de acordo com a apuração do Flunews, a comemoração pode ter ocorrido em decorrência de dois fatores: desfecho positivo na negociação de Paulo Henrique Ganso e de mais um dos reforços que a direção do Tricolor almeja ou, o acerto com um patrocinador master em potencial que faria com que o clube não atravessasse mais problemas com salários atrasados e consequentemente viabilizaria a primeira alternativa.

O evento deixou alguns jogadores contrariados, principalmente os que estão no clube desde o ano passado e estão com os vencimentos de dezembro em atraso. Vale destacar que como noticiado pelo Canal Flunews, o clube acertou o mês de dezembro de alguns funcionários na última terça-feira (15). Porém o acerto foi com os funcionários que recebem até R$5 mil, deixando de fora neste caso os jogadores e departamento de futebol

Conselheiro retira pré-candidatura a cargo no Conselho e provoca ausência de situacionistas em reunião

Duas razões levaram o Conselho Deliberativo a realizar uma reunião ordinária nas Laranjeiras, quinta-feira, apesar da presença de 30 torcedores em ato de repúdio à gestão. A princípio, haveria a apresentação do planejamento do futebol para 2019. Porém, a pauta não pôde ser cumprida, em razão da ausência do vice-presidente da pasta, Fabiano Camargo. Durante a tarde, ele, segundo o Globoesporte.com, esteve no Centro de Treinamento, na Barra, para comunicar ao Marcelo Oliveira sobre a demissão. 

Assim, ocorreu apenas a eleição de Walcyr Borges (ligado ao Pró-Flu, de oposição), com 36 votos de 40 presentes, para primeiro secretário de mesa, cargo vago desde o falecimento de Heleno Sotelino. Num primeiro momento, Nilton Gibaldi (ligado ao Esportes Olímpicos, de situação) também concorreria ao posto. Todavia, oficializou, na segunda-feira, a retirada de sua pré-candidatura. Ele viajou a Porto Alegre para representar o Fluminense em um campeonato internacional de tênis e, por isso, não compareceu ao encontro. 

Cédula para votação contém apenas o nome do oposicionista Walcyr Borges. (Foto: Reprodução)

Segundo apurou o Canal FluNews, a saída de Nilton Gibaldi do páreo fez com que os membros da Flusócio e do Esportes Olímpicos, já desinteressados no cargo que estava em votação, se ausentassem. A grande chance de haver protesto da torcida também colaborou para deixá-los longe da sede.

Havia, inclusive, uma enorme confiança de que, se a candidatura fosse levada adiante, o situacionista venceria o adversário. Lembrando que os grupos de apoio a Pedro Abad são maioria no Conselho.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Protesto reúne cerca de 30 torcedores, e Flusócio se ausenta em peso de reunião do Conselho

Combinado nas redes sociais, o ato de repúdio à gestão de Pedro Abad reuniu apenas 30 torcedores nas Laranjeiras. Houve, inclusive, uma comparação entre o presidente e Luiz Fernando Pezão, governador do Rio de Janeiro preso nesta quinta-feira. “Não é mole, não. Quem rouba mais, o Abad ou o Pezão?”, cantaram os presentes. Na passarela em frente à Universidade Santa Úrsula, os tricolores estenderam duas faixas com pedidos pelas saídas de Abad e da Flusócio, grupo que o elegeu em 2016.

A fim de impedir maiores problemas, o Fluminense reforçou a segurança, como vem fazendo nos desembarques do elenco, e contou com o suporte de duas viaturas da Polícia Militar, com três policiais em cada.

Enquanto acontecia o protesto, acompanhado até de carro de som, 40 conselheiros presenciaram mais um encontro do Conselho Deliberativo. Embora tenha sido a principal razão da convocação da reunião ordinária, o planejamento do futebol para 2019 acabou não sendo apresentado, uma vez que o vice-presidente da pasta, Fabiano Camargo, não compareceu ao local. Aliás, nenhum membro da Flusócio assistiu à reunião, informaram pessoas que acessaram o Salão Nobre.

Ocorreu a eleição de Walcyr Borges (ligado ao Pró-Flu, de oposição), com 36 votos, para o cargo de primeiro secretário de mesa, vago desde o falecimento de Heleno Sotelino. De acordo com o apurado pelo Canal FluNews, Nilton Gibaldi Filho (ligado ao Esportes Olímpicos, de situação) concorreria ao posto, mas retirou a pré-candidatura na segunda-feira. Ele também não esteve presente, por estar em Porto Alegre representando o Fluminense em um campeonato internacional.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

 

Números de celular vazam, e membros da Flusócio são ameaçados: “Mato você e sua família”

Principalmente pelos salários em atraso e pela campanha do time, há cinco jogos sem vencer ou marcar gols, a inconformidade da torcida acabou sendo posta em evidência. Primeiro, nesta segunda-feira, durante o empate com o Ceará, no Maracanã, com protestos que recaíram sobre o presidente e os jogadores. Ainda no começo da madrugada desta terça-feira, houve também pichações no muro da sede, nas Laranjeiras.

A partir desta tarde, os principais alvos, todavia, vêm sendo os membros da Flusócio, grupo de apoio a Abad, ofendidos diariamente nas redes sociais. Alguns deles tiveram seus números de celular vazados na internet e estão sendo xingados e ameaçados de morte e de sequestro por torcedores, por meio de ligações ou mensagens no WhatsApp. Nem mesmo as famílias escaparam da hostilidade. Eles, provavelmente, levarão o ocorrido à Polícia para que os responsáveis sejam denunciados.

– Cadê o salário dos jogadores? Tenho nojo de vocês, seus vermes. Sei onde seu filho estuda. Tenho p**** nenhuma a perder. Mato você e sua família – ameaçou um torcedor que teve acesso ao número telefônico.

– Só um aviso: tem torcedores contratando sequestradores para pessoas da Flusócio. Vocês não têm noção do que está acontecendo – disse outro.

Integrantes da Flusócio têm números de telefones vazados e recebem ameaças de morte — Foto: Reprodução


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

“Paguem os salários”: torcedores picham muro da sede do Fluminense em ato contra o presidente

Chegou ao fim a paciência da torcida com a diretoria do Fluminense. A crise, que nasceu de problemas que vão desde salários atrasados à queda de rendimento no Brasileirão, levou torcedores a pichar os muros da sede, nas Laranjeiras, na madrugada desta terça-feira. Mais cedo, o time teve nova atuação ruim e manteve o 0 a 0 com o Ceará, no Maracanã. Os xingamentos foram direcionados ao Pedro Abad, chamado de “caloteiro”, e à Flusócio e lembraram, principalmente, a realidade financeira do clube, que deve dois meses de salários na CLT e mais cinco meses de DIs aos jogadores. “Paguem os salários”, escreveram.

Pichações nos muros das Laranjeiras — Foto: André Durão
Pichações nos muros das Laranjeiras — Foto: André Durão

Os protestos se estenderam ao Conselho Deliberativo, classificado como “covarde”, e mesmo a um dos líderes da Flusócio, Danilo Félix. Além da política conturbada e da dificuldade em honrar compromissos com o elenco e com ex-jogadores (especialmente com aqueles que foram dispensados ao fim do ano passado), o Fluminense passa por uma sequência de cinco jogos sem vencer e, inclusive, sem nem marcar gols. 

Pichações nos muros das Laranjeiras - Fluminense — Foto: André Durão
Pichações nos muros das Laranjeiras – Fluminense — Foto: André Durão

A polêmica do desentendimento entre Paulo Angioni e Marcos Júnior, no vestiário da goleada para o Palmeiras, e o clima tenso nos bastidores vieram à tona justamente a uma semana da principal partida da equipe na temporada, diante do Atlético-PR, pela Sul-Americana. Este duelo, que decide o finalista do torneio, acontece dia 28, no Rio, e teve seu espaço no ato de tricolores nesta semana. 

Pichações nos muros das Laranjeiras, sede do Fluminense — Foto: André Durão
Pichações nos muros das Laranjeiras, sede do Fluminense — Foto: André Durão


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Senhores da Flusócio, o que vocês fizeram com o nosso Fluminense ?

Carta do grupo “Fluminense da Depressão” representanta o pensamento de grande parte da torcida.

Sei que a página é de humor, é pra rir, se divertir, mas chega uma hora que precisamos falar sério, cada dia que passa fica mais difícil sorrir com a situação que o clube se encontra.

Dispensaram 8 jogadores no início do ano pra aliviar a folha salarial, hoje esses jogadores estão com um processo na justiça contra o clube. O Marquinho por exemplo, ganhou na justiça o direito de receber 7,5 milhões do clube.

Cadê o dinheiro do Richarlison? Da venda do João Pedro? E os 5 milhões no Dourado que o Flamengo deveria depositar no meio do ano? Depositou? Tá aonde? Cadê o dinheiro das premiações da Sulamericana? E como ficou a situação do Scarpa? O Fluminense saiu de mãos abanando de novo? E o processo da Dry World? fornecedora canadense de uniformes, ela saiu sem pagar nada e o processo foi arquivado? E a Vitton 44 nossa patrocinadora em 2015? Pagou o que devia? E a Valle express? Saiu e ficou por isso mesmo?

De 2015 pra cá não faltou dinheiro entrando nos cofres do clube, inúmeras vendas de jogadores como Gerson, Kenedy, Marlon, Biro Biro, Wendel, Richarlison, João Pedro, Dourado, antecipação de cotas de TV e etc.

A pergunta que não quer calar, onde foi parar o dinheiro do Fluminense? Como o clube chegou nessa situação? Incompetência? Corrupção?

São muitas perguntas e nenhuma resposta, transparência não é uma palavra que a Flusócio gosta muito… O máximo que a gente tem é conselheiro debochando da torcida no Twitter, né senhor Fernando Moller? Danilo Félix? Guardem esses nomes.

E pros jogadores só deixo um recado, cobrem! Vocês estão no direito, pressionem ao máximo a diretoria, e mesmo estando em má fase, parabéns por jogarem esse tempo todo com salários atrasados, ouvindo promessas e mais promessas que não foram cumpridas, mesmo assim chegaram numa semifinal de sulamericana, dia 28 estamos com vocês! Obrigado por honrarem a camisa até onde deu, mas chega uma hora que cansa, entendemos.

E ao senhor Peter Siemsen, SEU MENTIROSO, você é o maior responsável por tudo isso.

Ao portais Explosão Tricolor FluNews NETFLU pedimos que continuem esse trabalho informando a torcida, sempre sendo oposição a esse grupo imundo chamado Flusócio, vocês são importantíssimos e representam a voz da torcida, muito obrigado. Saudações tricolores!

#ForaAbad
#ForaFlusócio

Abad Presidente
Fluminense Football Club
Flusócio

ST.

Por Fluminense da Depressão

A visão política do Fluminense FC por Ademar Arrais

Arrais foi conselheiro do clube entre 2014 e 2016 pelo grupo Ideal Tricolor.

Aos Amigos do Fluminense: 

Desde a última eleição estou afastado da política diária do Fluminense numa espécie de licença prêmio ou anos sabáticos. Confesso que esse afastamento não é o melhor caminho para o clube, não obstante estar sendo para mim.

A verdade é que mesmo afastado, a minha paixão pelo Clube e a minha amizade e meu respeito e carinho com quase todos, de todos os segmentos da política do Clube, fazem com que eu acompanhe sempre o que vem acontecendo de perto. Ocorre que, infelizmente, não temos nada de novo e muito menos surpreendente.

A cada dia aumenta assustadoramente o estado de degradação e de apequenamento do Fluminense, fruto de uma mentalidade e de atitudes tacanhas, medíocres, prepotentes, arrogantes e que sempre colocam interesses pessoais, de amigos e ou de segmentos acima dos interesses do Fluminense. Isso tudo com uma grande pitada de irresponsabilidade financeira, incompetência e incapacidade.

Abad e Flusocio sempre foram isso que está aí acima relatado. Não dá sequer para perder mais tempo em falar. Tenho mais o que fazer. Temos um clube dirigido por pessoas “especiais”. Contudo, a Flusocio sozinha nunca teria conseguido fazer toda essa destruição.

Não crítico nenhum segmento por ter feito acordo político-eleitoral com eles, inclusive porque já fiz e não me arrependo. Acordos político-eleitorais são feitos diante de uma conjuntura do momento, de uma perspectiva futura segundo a visão de cada um do que será melhor para o Clube. Entretanto, os interesses do Fluminense devem ser a base de qualquer acordo, ou seja, se depois da eleição o candidato é seu principal grupo resolvem fazer o que bem entendem, deve-se romper com eles e lutar pelo que for melhor para a instituição.

Nesse sentido, confesso que não consigo entender há anos, várias gestões, a postura dos representantes do esporte olímpico. Em todas as gestões que acompanhei o Olímpico vem ajudando e sendo decisivo para sustentação desse sistema podre e nojento de gestão do clube.

Isso não me causaria nenhum espanto nem maior indignação se com essa postura o Esporte Olímpico fosse visto e ajudado consideravelmente pelas respectivas Diretorias. Seria errado do mesmo jeito, mas compreensível pelo aspecto corporativo.

Ocorre que o que vem acontecendo é exatamente o contrário. O esporte olímpico há tempos vem sendo sucateado, não tem nenhum apoio substancial, fica sempre num décimo plano, sofre talvez como ninguém com a desorganização geral e em razão da indefinição estratégica dos esportes que terá apenas escolinha, que irá competir, que irá investir, acaba por ser acusado de contribuir com o déficit. Temos atletas treinando há séculos literalmente no escuro, fazendo rifas para poder participar de competições, etc..

Não estou criticando por criticar esse segmento tão importante para o Fluminense na minha visão. Ao revés, não apenas o Esporte Olímpico, mas acredito que todos os grupos e segmentos do Clube devem refletir o que tem feito para a efetiva melhora institucional do Fluminense, qual o seu nível de responsabilidade com a construção desse status quo caótico e como contribuir mesmo para mudanças sem radicalismos inconsequentes e isolacionistas, cedendo no que for possível e dialogando sempre.

Eu sou oriundo do Futebol, da arquibancada, mas isso não quer dizer que não queira os esportes olímpicos do Fluminense forte, com planejamento, com apoio, organizado e sempre campeão nos esportes que estivermos competindo. É inadmissível as pessoas que representam os esportes olímpicos continuarem promovendo a sua própria auto-destruição e do Clube em geral, sem qualquer espécie de reflexão ou questionamento interno ou com todos no Conselho Deliberativo.

A coisa já está num nível tão grave, que já percebo movimentos de segmentos ligados mais ao Futebol e até eventuais candidatos à presidência do Clube defendendo o fim dos esportes olímpicos do Fluminense, num processo político de “Nós” contra “Eles”. Não concordo com isso e acho que isso não encontra maiores ecos, porém é bom não facilitar, pois nada é impossível.

Todos que de alguma forma participam da política do Fluminense precisam refletir e lutar efetivamente por mudanças e melhorias. O melhor inclusive para o Fluminense, tamanha a gravidade dos seus problemas, seria a construção de uma chapa única para próxima eleição, com alicerce num projeto previamente discutido entre todos os segmentos e sem pessoas da Flusocio à frente de nada (não pelo aspecto da exclusão do processo, mas sim da necessidade de renovação e de oportunidade a quem, no mínimo, possui o benefício da dúvida) .

O Presidente do Fluminense não precisa ser um gênio, nem rico. Ele precisa apenas ter a capacidade de liderar um processo de transformação desde à mentalidade até as atitudes, precisa ser uma pessoa decente, verdadeira, honesta, de palavra e consequentemente de credibilidade. Todo o resto se ajeita através de um movimento coletivo transformador, onde o Presidente seja Presidente e não um Imperador.

Por: Ademar Arrais

Flusócio sofre queda no número de conselheiros e se alia ao Democracia Tricolor

O rompimento entre o Unido e Forte e a gestão, ocasionando a saída de cinco vice-presidentes, contribuiu para o enfraquecimento da Flusócio, que perdeu conselheiros (alguns acabaram se juntando e formando o Pró-Flu) e se viu obrigada a negociar alianças para se manter maioria no Conselho Deliberativo. A parceria foi firmada com o Democracia Tricolor, responsável por eleger Gil Carneiro de Mendonça à presidência, em 1996.

Enquanto o número de oposicionistas só cresce, a Flusócio depende, cada vez mais, de seus grupos de apoio: os Esportes Olímpicos e, agora, o Democracia Tricolor. A permanência deste primeiro, no entanto, é apontada como incerta, diz conselheiro.

– O Conselho está mais dividido, é claro. A saída do Unido e Forte representou uma grande mudança no quadro. Não podia ser diferente. Desde que o presidente cedeu ingressos para organizadas, as decisões centralizadas que viraram erros crassos na condução das rescisões e dos casos Diego Souza e Gustavo Scarpa, ambos gerando enorme prejuízo ao clube, ele perdeu a credibilidade. Ele ainda tem seus apoios, mas não sabemos até quando os Esportes Olímpicos andarão com a Flusócio – declarou Antonio Gonzalez, um dos líderes do Unido e Forte.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com

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Ex-vice, Cacá Cardoso se vê vítima de golpe e detona Abad: ‘Faltou palavra’

Os bastidores nas Laranjeiras continuam conturbados. A segunda-feira marcou o primeiro encontro do Conselho Deliberativo, marcado para discutir a venda de Gérson ao Roma, depois do rompimento do Unido e Forte com a gestão. Ex-vice-presidente, Cacá Cardoso detonou Pedro Abad, presente à reunião, alegando ‘falta de palavra’.

– O que, de fato, faltou foi, em primeiro lugar, a verdade: o quadro descortinado pela recém empossada vice-presidência de finanças era muito mais grave do que aquele alardeado em campanha como um feito da gestão passada, um verdadeiro troféu. Logo a seguir, passou a faltar a palavra. Tudo que fora combinado, posto no papel e assinado, não foi cumprido. Em resumo: faltou a palavra. Para mim, isso basta. Aliás, isso, para mim, é um golpe! Fomos vítimas de um golpe! Simples assim – discursou, referindo-se à parceria entre Peter Siemsen, Pedro Abad e Flusócio, durante a campanha eleitoral.

Justamente por haver discordâncias, Cacá Cardoso e mais quatro ex-vices renunciaram seus cargos. Foram eles: Diogo Bueno (financeiro), Miguel Pachá (jurídico), Idel Halfen (marketing) e Sandro Hagen (governança).

A fala de Cacá foi reafirmada, em nota, pelo grupo Flu 2050, alvo de ataques da Flusócio e que, também em mensagem oficial, retrucou.

– Em recente artigo, a Flusócio cobra do nosso grupo, o 2050, parte do Unido e Forte, não termos “entregue o que deveríamos”. Segundo eles, cabia aos empresários despejar verbas nos combalidos cofres do Fluminense para resolver os problemas da gestão. Por isso não ter ocorrido, buscando de alguma forma justificar nossa decisão de saída, tentam nos expor. Ao contrário do que pretendem, a nota, ao invés de nos atingir, apenas torna mais evidente sua postura fisiológica e o seu comportamento covarde, já conhecido, de recolher os louros e se afastar dos problemas. Nossa reposta é muito simples: Os empresários apresentados não encontraram no terreno arado por duas gestões Peter, com o apoio incondicional da Flusócio, tampouco nas contas, divulgadas somente depois da eleição, as mínimas condições, ou a confiança necessária, para ali aportarem seus recursos. São empresários, não loucos – diz parte do pronunciamento.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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