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Flusócio sofre queda no número de conselheiros e se alia ao Democracia Tricolor

O rompimento entre o Unido e Forte e a gestão, ocasionando a saída de cinco vice-presidentes, contribuiu para o enfraquecimento da Flusócio, que perdeu conselheiros (alguns acabaram se juntando e formando o Pró-Flu) e se viu obrigada a negociar alianças para se manter maioria no Conselho Deliberativo. A parceria foi firmada com o Democracia Tricolor, responsável por eleger Gil Carneiro de Mendonça à presidência, em 1996.

Enquanto o número de oposicionistas só cresce, a Flusócio depende, cada vez mais, de seus grupos de apoio: os Esportes Olímpicos e, agora, o Democracia Tricolor. A permanência deste primeiro, no entanto, é apontada como incerta, diz conselheiro.

– O Conselho está mais dividido, é claro. A saída do Unido e Forte representou uma grande mudança no quadro. Não podia ser diferente. Desde que o presidente cedeu ingressos para organizadas, as decisões centralizadas que viraram erros crassos na condução das rescisões e dos casos Diego Souza e Gustavo Scarpa, ambos gerando enorme prejuízo ao clube, ele perdeu a credibilidade. Ele ainda tem seus apoios, mas não sabemos até quando os Esportes Olímpicos andarão com a Flusócio – declarou Antonio Gonzalez, um dos líderes do Unido e Forte.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com

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Ex-vice, Cacá Cardoso se vê vítima de golpe e detona Abad: ‘Faltou palavra’

Os bastidores nas Laranjeiras continuam conturbados. A segunda-feira marcou o primeiro encontro do Conselho Deliberativo, marcado para discutir a venda de Gérson ao Roma, depois do rompimento do Unido e Forte com a gestão. Ex-vice-presidente, Cacá Cardoso detonou Pedro Abad, presente à reunião, alegando ‘falta de palavra’.

– O que, de fato, faltou foi, em primeiro lugar, a verdade: o quadro descortinado pela recém empossada vice-presidência de finanças era muito mais grave do que aquele alardeado em campanha como um feito da gestão passada, um verdadeiro troféu. Logo a seguir, passou a faltar a palavra. Tudo que fora combinado, posto no papel e assinado, não foi cumprido. Em resumo: faltou a palavra. Para mim, isso basta. Aliás, isso, para mim, é um golpe! Fomos vítimas de um golpe! Simples assim – discursou, referindo-se à parceria entre Peter Siemsen, Pedro Abad e Flusócio, durante a campanha eleitoral.

Justamente por haver discordâncias, Cacá Cardoso e mais quatro ex-vices renunciaram seus cargos. Foram eles: Diogo Bueno (financeiro), Miguel Pachá (jurídico), Idel Halfen (marketing) e Sandro Hagen (governança).

A fala de Cacá foi reafirmada, em nota, pelo grupo Flu 2050, alvo de ataques da Flusócio e que, também em mensagem oficial, retrucou.

– Em recente artigo, a Flusócio cobra do nosso grupo, o 2050, parte do Unido e Forte, não termos “entregue o que deveríamos”. Segundo eles, cabia aos empresários despejar verbas nos combalidos cofres do Fluminense para resolver os problemas da gestão. Por isso não ter ocorrido, buscando de alguma forma justificar nossa decisão de saída, tentam nos expor. Ao contrário do que pretendem, a nota, ao invés de nos atingir, apenas torna mais evidente sua postura fisiológica e o seu comportamento covarde, já conhecido, de recolher os louros e se afastar dos problemas. Nossa reposta é muito simples: Os empresários apresentados não encontraram no terreno arado por duas gestões Peter, com o apoio incondicional da Flusócio, tampouco nas contas, divulgadas somente depois da eleição, as mínimas condições, ou a confiança necessária, para ali aportarem seus recursos. São empresários, não loucos – diz parte do pronunciamento.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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VP do Flu rebate ataques da Flusócio

Diogo Bueno afirma que o grupo aprovava as contas de Peter sem tomar conhecimento.

O Vice presidente de finanças do Fluminense concedeu uma entrevista ao portal Globoesporte.com no qual rebateu as acusações feitas pelo grupo de apoio ao presidente Pedro Abad, a Flusócio.

Respondendo ao post do grupo, que cobrava uma explicação sobre o atraso na apresentação das contas de 2017, Diogo acusou a Flusócio (que está no poder desde 2011) de entregar balanços incompletos e credita a esse fator o atraso na entrega deste ano: publicar um balanço completo, além de ter que rever os que já haviam sido aprovados por membros da Flusócio.

Diogo ainda afirmou que durante o mandato de Peter Siensem, o grupo aprovava as contas do ex presidente sem tomar nenhum conhecimento do que estaria sendo aprovado, motivo esse segundo o VP, de o clube está nessa dura situação financeira.

 

ST,

Douglas Wandekochen

Foto: Caio Filho
Fonte: Globoesporte.com

Flusócio vê ‘erro grosseiro’ da pasta financeira e insinua cobrança por saídas

A Flusócio se pronunciou, na noite desta quarta-feira, a respeito do atraso na entrega do balanço financeiro de 2017, prevista para até 30 de abril. Foi por meio de nota oficial que o grupo considerou o erro como ‘grosseiro’, principalmente por haver profissionais integrando o back-office do Fluminense.

– Um clube que recentemente contratou profissionais de mercado para ocupar as posições de CEO (Chief Executive Officer) e CFO (Chief Financial Officer), e que encorpou sua equipe de back office não pode simplesmente perder um prazo definido em lei para publicação de uma demonstração financeira mandatória, atraso que pode gerar penalidades graves à instituição e aos próprios gestores.

A perda do prazo pode causar o afastamento de Pedro Abad e a retirada do clube do Profut, o programa de parcelamento de dívidas com a União – o que dependeria de algum movimento do Ministério Público ou da APFUT. Dada a seriedade do ocorrido, a Flusócio cobra justificativas do vice-presidente de finanças, Diogo Bueno, e de Marcus Vinicius Freire e Eduardo Paez, CEO e CFO, respectivamente.

– Além da tímida nota oficial, sentimos a falta de uma entrevista convincente do responsável estratégico pela pasta de Finanças desde o início da gestão Abad, Sr. Diogo Bueno, bem como dos Srs. Marcus Vinícius Freire (CEO) e Eduardo Paez (CFO), profissionais executivos remunerados do clube. Explicações de todos aos Conselhos Fiscal e Deliberativo do Fluminense também seriam de grande valia neste momento. Foi cometido um erro grosseiro, que expõe a imagem do Fluminense ao achincalhe público.

O grupo defendeu o presidente, a quem apoia, alegando a ida do mesmo à Itália, semana passada, para encontrar meios de manter o Flu-Samorin e tratar da dívida com a Udinese (pela contratação de Marquinho, em 2016). Com Pedro Abad ausente, a Flusócio entende que as pastas deveriam tocar seus encargos e retoma o debate sobre a função da equipe de back-office.

– Na semana passada, o Presidente Abad esteve na Europa resolvendo demandas estratégicas, como tentar financiamento de terceiros para continuidade do projeto Flu Samorin, bem como buscar uma solução para quitação do débito com a Udinese, que acionou o Fluminense na FIFA cobrando o pagamento referente à compra do jogador Marquinhos. As demandas operacionais precisam ser tocadas pelas respectivas pastas, pois se não for desta forma, não há necessidade de se gastar com back office.

A falha do departamento financeiro provoca o pedido por medidas da diretoria sobre os responsáveis. Na mensagem, a Flusócio menciona polêmicas recentes e que terminaram em demissão. O que insinua cobrança por mudanças internas, talvez até saídas.

– Por parte da gestão, seria coerente se esse tipo de erro tivesse consequências, como aconteceu no processo do ex-treinador Levir Culpi, onde o clube foi réu à revelia ou no vazamento do áudio do ex-Vice Presidente de Futebol, Fernando Veiga, publicado em um grupo de amigos.

Leia a nota completa:

“Atraso no balanço: é preciso que haja consequências

Finalmente o Departamento Financeiro do Fluminense se posicionou sobre a perda do prazo legal para publicação do balanço de 2017, que deveria ter sido disponibilizado até 30/04/2018, como manda o Estatuto do Torcedor.
A justificativa veio através de nota oficial assinada pelo Vice-Presidente de Finanças Diogo Bueno, e também pelo Presidente Pedro Abad, informando que “o atraso na divulgação do pacote completo de documentos se justifica em razão de uma nova revisão de saldos contábeis das contas de 2016, de forma a observar os itens 41 e 42 do pronunciamento CPC 23”.

Mas um clube que recentemente contratou profissionais de mercado para ocupar as posições de CEO (Chief Executive Officer) e CFO (Chief Financial Officer), e que encorpou sua equipe de back office não pode simplesmente perder um prazo definido em lei para publicação de uma demonstração financeira mandatória, atraso que pode gerar penalidades graves à instituição e aos próprios gestores. Senão, vejamos:
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Art. 46 – A. As ligas desportivas, as entidades de administração de desporto e as de prática desportiva envolvidas em qualquer competição de atletas profissionais, independentemente da forma jurídica adotada, ficam obrigadas a: (Redação dada pela Lei nº 10.672, de 2003)
I – Elaborar suas demonstrações financeiras, separadamente por atividade econômica, de modo distinto das atividades recreativas e sociais, nos termos da lei e de acordo com os padrões e critérios estabelecidos pelo Conselho Federal de Contabilidade, e, após terem sido submetidas a auditoria independente, providenciar sua publicação, até o último dia útil do mês de abril do ano subsequente, por período não inferior a 3 (três) meses, em sítio eletrônico próprio e da respectiva entidade de administração ou liga desportiva;
§ 2o As entidades que violarem o disposto neste artigo ficam ainda sujeitas:
I – ao afastamento de seus dirigentes; e
II – à nulidade de todos os atos praticados por seus dirigentes em nome da entidade, após a prática da infração, respeitado o direito de terceiros de boa-fé.

§ 3o Os dirigentes de que trata o § 2o serão sempre:
I – o presidente da entidade, ou aquele que lhe faça as vezes; e
II – o dirigente que praticou a infração ainda que por omissão.
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Mesmo se houver necessidade de ajustes técnicos nas contas de 2016, já auditadas por empresa externa, aprovadas pelos Conselhos Fiscal e Deliberativo, e publicadas desde 30/04/2017, seria prudente que as demonstrações de 2017 fossem publicadas dentro do prazo legal. Se as contas 2016 estão sendo revisadas após todo trâmite estatutário e legal, não poderiam ser ajustadas em data futura? Perder o prazo de publicação do balanço 2017 continua inadmissível.

Para nós, uma analogia ao Departamento Financeiro que perde o prazo legal para apresentação de balanço institucional é a figura de um contador contratado para elaborar a declaração de IRPF de algum cliente, mas que não consegue enviar no prazo definido pela Receita Federal porque faltava alguns comprovantes de despesas médicas.

Por parte da gestão, seria coerente se esse tipo de erro tivesse consequências, como aconteceu no processo do ex-treinador Levir Culpi, onde o clube foi réu à revelia ou no vazamento do áudio do ex-Vice Presidente de Futebol, Fernando Veiga, publicado em um grupo de amigos.

Na semana passada, o Presidente Abad esteve na Europa resolvendo demandas estratégicas, como tentar financiamento de terceiros para continuidade do projeto Flu Samorin, bem como buscar uma solução para quitação do débito com a Udinese, que acionou o Fluminense na FIFA cobrando o pagamento referente à compra do jogador Marquinhos. As demandas operacionais precisam ser tocadas pelas respectivas pastas, pois se não for desta forma, não há necessidade de se gastar com back office.

Além da tímida nota oficial, sentimos a falta de uma entrevista convincente do responsável estratégico pela pasta de Finanças desde o início da gestão Abad, Sr. Diogo Bueno, bem como dos Srs. Marcus Vinícius Freire (CEO) e Eduardo Paez (CFO), profissionais executivos remunerados do clube. Explicações de todos aos Conselhos Fiscal e Deliberativo do Fluminense também seriam de grande valia neste momento. Foi cometido um erro grosseiro, que expõe a imagem do Fluminense ao achincalhe público.”

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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