Destaque custo-benefício? Flu tem a menor folha salarial de 8 colocados no Brasileirão

Se êxito e dinheiro caminham lado a lado no futebol, no Flu não é assim que a banda toca: o time Tricolor, contrariando essa lógica, tem a menor folha salarial entre os 8 melhores colocados no Brasileirão.

O time do técnico Odair Hellmann tem se destacado na relação custo-benefício e fechou o primeiro turno no G-4 com 32 pontos, apenas três pontos atrás dos dois primeiros colocados, Inter e Flamengo.

Flu teve um gasto de R$ 37.242.561,00 com “salários, encargos e benefícios com funcionários” de janeiro a junho, o que dá um custo de R$ 6,2 milhões por mês de sua pasta do futebol profissional, de acordo com o balanço Tricolor.

Tendo em vista só a remuneração do elenco, com CLT, direitos de imagem e encargos, o portal de notícias Globo Esporte apurou que o custo mensal é de aproximadamente R$ 4,3 milhões, valor que seus concorrentes por título e G-4 gastam pelo menos o dobro.

Confira os valores dos líderes do Brasileirão:

Inter: Janeiro a Agosto: R$ 120.873.266,00.

Flamengo: R$ 229.163.000,00  até Setembro.

Atlético MG: R$ 277.000.000,00.

Foto: Lucas Merçon / Fluminense FC

Quarto colocado, Fluminense tem a metade da folha entre os líderes do Brasileirão

Já conhecido por contrariar a lógica, o Fluminense vem surpreendendo mais uma vez nessa temporada. Atual quarto colocado no Brasileirão, o Tricolor tem a menor folha salarial entre os oito primeiros colocados, além disso, considerando só a remuneração do elenco, com CLT, direitos de imagem e encargos, o ge apurou que o custo mensal é de aproximadamente R$ 4,3 milhões, valor que seus concorrentes por título e G-4 gastam pelo menos o dobro.

As informações foram tiradas do balancete do clube referente ao segundo semestre, que aponta um gasto de R$ 37.242.561,00 com “salários, encargos e benefícios com funcionários” de janeiro a junho, o que dá um custo de R$ 6,2 milhões por mês de sua pasta do futebol profissional.

Comoarando com os balancetes dos líderes Inter e Flamengo, por exemplo, os custos são bem maiores que do Tricolor, com o Colorado tendo gastado R$ 120.873.266,00 de janeiro a agosto, o que dá R$ 15.109.158,00 por mês com toda a sua estrutura do futebol (não especificado apenas o elenco). Já o Rubro-Negro não discrimina os custos entre futebol e outros esportes na pasta “atividades sociais e esportivas”, cujos gastos foram de R$ 229.163.000,00 no balancete do terceiro trimestre, até setembro, uma média de 25,4 milhões. Ainda de acordo com apuração do GE, o gastos da dupla só com o elenco, seria acima dos R$ 12 milhões mensais, o que supera com folga o Flu.

Em sexto lugar com 30 pontos, o Santos divulgou em seu balancete do segundo trimestre uma despesa de R$ 67.326.662,00 com “remunerações de CLT, direitos de imagem, encargos e benefícios” do elenco, o que dá uma média de aproximadamente R$ 11 milhões mensais. Enquanto o Grêmio, oitavo colocado com 27 pontos, apresentou em seu balancete, também de janeiro a junho, um custo aproximado de R$ 54.881.000,00 com “remuneração de atletas profissionais, encargos e cessão de imagem”, equivalente a cerca de R$ 9 milhões por mês.

Atlético-MG, São Paulo e Palmeiras, divulgam balanços anuais, porém, se comparado ao divulgado ao final de 2019, também superam com o folga os números do Fluminense.

Foto em destaque: Lucas Merçon/FFC

Fonte: GE.Globo

Fluminense consegue suspensão no Ato Trabalhista e alivia caixa

A diretoria do Fluminense conseguiu uma boa vitória em meio a pandemia do Novo Coronavírus (Covid-19). O clube conseguiu junto a justiça uma autorização suspensão no pagamento do Ato Trabalhista por três meses.

Desta forma, o clube das Laranjeiras ganha um reforço de cerca de R$3,6 milhões no caixa do clube, uma vez que a parcela gira em torno de R$1,2 milhões mensais.

Vale destacar que essa valor equivaleria a uma folha de salário do clube antes do acordo de redução salarial com os jogadores e integrantes da comissão técnica.

Flu quita salário de janeiro referente a CLT, PJ tem 80% pago

Os jogadores e funcionários do clube receberam nesta quarta-feira (18) os 20% restantes do salário de CLT referente à janeiro. Já os trabalhadores que recebem por PJ (pessoa jurídica), ganharam mais 30% da remuneração, chegando a um total de 80%. Portanto, em carteira, falta ao clube quitar o mês de fevereiro, [que venceu no quinto dia útil de março (06)], que ainda não tem previsão de pagamento

Ao todo, desde que assumiu a presidência do Tricolor, Mário já acertou 12 folhas salariais. Resta ainda alguns meses de direitos de imagem, remuneração que nem todos os jogadores recebem.

Fonte: Lance

Triunfo sobre Luverdense traz quantia milionária ao Tricolor!

Fluminense se classificou para próxima fase da Copa do Brasil após vencer o jogo por 2 a 0

O clube irá receber R$ 1,9 milhões, que equivale à metade da folha salarial do time profissional de futebol. O time conseguiu 2 vitórias com essa classificação. A CBF nesta semana irá fazer o sorteio que vai definir o próximo adversário do Flu. A definição dos confrontos das oitavas de final marcará a segunda competição mais importante do país.

Atraso salarial volta a ser problema no Flu

Folha de julho entrou em atraso desde a última terça-feira.

Problema decorrente no Fluminense, o atraso no pagamento da folha salarial voltou a afetar o clube, que, desde a última terça-feira (7) está com o salário da CLT do mês de julho em atraso, uma vez que o clube costuma realizar o pagamento no quinto dia útil. A informação que foi passada pelo portal Globoesporte.com e confirmada pelo Flunews, que ainda apurou que não há prazo para regularização do pagamento.

O problema contudo ainda pode se tornar ainda maior, já que o valor referente ao direito de imagem dos jogadores que já estava em atraso, completará mais um mês no próximo dia 15 e, assim como o da CLT, não tem previsão para acerto.

Vale destacar que o clube ainda tem o valor referente a venda de Richarlison do Watford ao Everton (cerca de R$17 milhões) para receber, onde parte deste deve ser destinado a folha de pagamento.

 

ST,

Douglas Wandekochen

foto: Lucas Merçon