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Abel da ultimato por pagamento de atrasados aos jogadores

Segundo informações que circulam em Laranjeiras e que foram apuradas pelo Canal FluNews , Abel Braga deu um ultimato a diretoria tricolor.

O treinador deu um prazo para que sejam solucionados os problemas de atraso salarial até a próxima quarta feira. Abel exige também garantias futuras de recebimento, pois esse foi um dos principais problemas do último ano tricolor e que acarretaram  com a saída de vários e  importantes jogadores no início da temporada . Se a diretoria não cumprir com as exigências de Abel Braga, o treinador entregará o cargo e não comandará mais a equipe tricolor no segundo semestre após a parada da Copa do Mundo da Rússia .

 

Alvaro Souza Che

O Destruidor de sonhos

 

Diante duma proposta que lhe parecera mais conveniente, profissional e financeiramente, Henrique Dourado se transferiu do Fluminense para o Flamengo. O que seria do roxo se não fosse o mal gosto?

Mas o verdadeiro Ceifador, o real Destruidor de Sonhos, desgraçadamente, permaneceu no nosso Fluminense. Seu nome é Pedro Eduardo Abad. Sim, haveremos de chamá-lo pelo nome mais amplo, evidenciando a distância sanitária que queremos manter desse senhor, que não é tricolor nem aqui nem na China.

Pobre torcida tricolor!!!

Padecemos todos nas cruéis mãos do Destruidor de Sonhos, Pedro Eduardo Abad.

Crianças e adolescentes não contêm as suas lágrimas diante dos consecutivos insucessos do Fluminense. É porrada em cima de porrada. As esperanças deles frequentemente viram pó nas tenebrosas mãos do Destruidor de Sonhos, o Sr. Pedro Eduardo Abad.

De seu turno, tricolores de meia idade se exasperam, lembrando-se de Presidentes da estatura de Francisco Horta e de Manoel Schwartz. É porrada em cima de porrada. As esperanças deles, igualmente, viram pó nas tenebrosas mãos do Destruidor de Sonhos, o Sr. Pedro Eduardo Abad.

Torcedores da melhor idade, então, se angustiam ao extremo, pois têm fundadas dúvidas se verão, ou não, um Fluminense grande novamente. É porrada em cima de porrada. As esperanças deles também viram pó nas tenebrosas mãos do Destruidor de Sonhos, o Sr. Pedro Eduardo Abad.

É isso mesmo: desafortunadamente, toda a grande torcida tricolor é refém do Destruidor de Sonhos e do odioso grupelho que o apoia.

Abrimos, aqui, espaço para bradar aos integrantes da Flusócio: os senhores têm vocação à mediocridade, mas não podem tornar o gigante Fluminense em clube medíocre. O Fluminense não é de vocês!!

Num dado ano do século XIX, o naturalista francês Saint-Hilaire, no livro “Viagem à Província de São Paulo”, disse algo assim: “Ou o Brasil acaba com a saúva, ou a saúva acaba com o Brasil”.

Pois bem, ou a torcida tricolor – cadê a Young- Flu, cadê a Força-Flu? – afasta a fórceps a Flusócio ou a Flusócio acaba com o Fluminense.

Simples assim!

Saudações tricolores!

Marcelo Jorand e André Ferreira de Barros

 

“Marcelo Jorand – Um Tricolor de raiz”

 

 

De início, registro um curto bate-papo travado, há pouco, com Marcelo Jorand:

(P) “Jorand, campeonato estadual vale alguma coisa?”

(R) “Claro que vale! As grandes rivalidades entre os clubes foram construídas, ao longo do tempo, nos Estaduais. Como diz a propaganda, ‘estadual é clássico’. Algumas das minhas melhores lembranças no futebol provêm dos campeonatos estaduais. Por exemplo, o golaço do Assis, em cima do urubu, em 1984.”;

(P) “Jorand, a perda da hegemonia em campeonatos estaduais para o Flamengo te causa irritação ou isso é bobagem?”

(R) “Bobagem nada! Sonho com a reviravolta a cada vez em que coloco a cabeça no travesseiro”;

(P) “Jorand, a inversão da freguesia para o Vasco te causa irritação ou isso é bobagem?”

(R) “[longo silêncio] Sonho com a reviravolta a cada vez em que coloco a cabeça no travesseiro”;

(P) “Jorand, a perda da hegemonia para o Flamengo e a inversão da freguesia para o Vasco podem ser atribuídos à Globo, ao Eurico, ao Caixa D’Água ou, principalmente, ao próprio Fluminense?”

(R) “Embora eu não desconheça a força de fatores extracampo, sempre contra a gente, o principal responsável por essa mudança de status é o próprio Fluminense, com os seus péssimos dirigentes”;

(P) “Jorand, Assis ou Romarinho?”

(R) “Tá de sacanagem, né?”;

(P) “Jorand, Manoel Schwartz ou Pedro Abad?”

(R) “Tá de sacanagem, né?”;

(P) “Jorand, diga-me algo por que você aguarda ansiosamente?”

(R) “Aguardo, ansiosamente, as próximas eleições no Fluminense, oportunidade para desalojar a Flusócio do poder, destinando esse nefando grupo à lata de lixo da História”;

Em segundo lugar, Marcelo Jorand não me encomendou texto a seguir. Ele não sabia, sequer, que o nosso diálogo seria, em parte, reproduzido na web. Procedo, portanto, espontaneamente e por minha conta e risco.

Isso posto, passo ao xis da questão.

Eu não uso Facebook, Instagram, Twiter ou coisa do gênero. Manejo, mal e porcamente, e-mail e zap. Por isso, Marcelo Jorand, para mim, até há pouco, era um ilustre desconhecido.

Eis que, num belo dia, o tal do Messenger interrompeu uma ligação minha ao celular. Era o colega Luiz Gusmão, de Mato Grosso do Sul, me cumprimentando, via Facebook, pelo meu aniversário. Como não posso acessar rede social da repartição, somente abri o Face à noite, ao chegar em casa. Respondi, prontamente, à felicitação do ilustre tricolor Gusmão e, ao acaso – ao acaso mesmo -, comecei a clicar, clicar e clicar. Em cima de notícias do Flu, claro!

No enésimo clique, deparei-me com um “live do Jorand”, que, naquele dia, a rigor, era um replay. Cliquei duas vezes e comecei a assistir ao vídeo.

Intoxicado pela propaganda enganosa e autoritária da Flusócio, sempre bati no detestável grupo por meio de comentários no portal NetFlu. Para quê? Era esquartejado pelos avatares do Lord Karece di Pirokka. Na mais amena das citações contra mim assacadas, eu era tachado de antitricolor. E, assistindo ao vídeo do Jorand, eu me deparei com o quê? Com um tricolor de raiz, verdadeiramente indignado, quase enfartando, ante os desmandos da Flusócio. Meus olhos se fixaram no vídeo. Prestei atenção a cada uma das palavras do Jorand. Em seguida, procurei outros vídeos similares.

Concordei com tudo que ele disse? Não.

Concordei com o essencial? Sim, concordei com o essencial.

Então, mandei uma mensagem pro Jorand via Face, ao que ele imediatamente respondeu – por sorte minha, pois a caixa de entrada dele vive entupida.

Desde então, falamo-nos frequentemente.

Aprendi que Marcelo Jorand não apoia Celso de Barros ou Mário Biitencourt; tampouco, ele desapoia o Abad, como se pode, erroneamente, concluir à primeira vista.

Marcelo Jorand quer um Fluminense forte, grande, vencedor, em linha com a sua História.

Isso é inegociável para ele, tricolor de raiz.

E ai daqueles que obrarem contra o Flu… do Marcelo Jorand escutarão impropérios e opróbios. A Flusócio que o diga!

Se, por um lado, Marcelo Jorand é um dos muitos tricolores de raiz genuinamente indignados com o passado recente, com o presente e com as sombrias perspectivas de futuro, por outro, ele tem um carisma como poucos têm. O cara tem um raro magnetismo pessoal, é forçoso admitir.

E a sofrida torcida tricolor carece de um líder.

Aliás, quando o Fluminense perde um jogo, o live do Jorand “bomba”, já perceberam? São os tricolores desalentados, todos em busca de uma palavra dele, mesmo que seja o indefectível “Papavê”.

Pois bem, o Brasil se cansou de Lula, de Geraldo Alckmin, de Marina Silva, de Jair Bolsonaro e quejandos. Os brasileiros clamam por algo novo, um outsider.

Passa-se o mesmo com o nosso amado Fluminense.

Os Conselheiros, em sua maioria, não gostam do Celso Barros nem do Mário Bittencourt. A torcida do Fluminense, de seu turno, detesta o Pedro Abad e, por extensão, a Flusócio.

Tricolores desesperançados querem algo novo. Pois eu tenho uma proposta:

JORAND PRESIDENTE

Saudações tricolores!

[1] André Ferreira de Barros tem 50 anos, acompanha o Fluminense em estádios desde a final da Taça Guanabara de 1975 e acha que a Flusócio tem que deixar o Tricolor e tentar a sorte no Boavista, para o infortúnio do simpático clube da Região dos Lagos.

A luz do sol é o melhor desinfetante

A frase histórica e lapidar que intitula esse texto é atribuída a Louis Brandeis (1856-1941), então membro da Suprema Corte norte-americana.

Na última quinta-feira, o portal NetFlu publicou detalhes do contrato firmado entre o Fluminense – (mal) representado por proeminente membro da Flusócio, o mais odiado grupo político da gloriosa História tricolor – e a sua patrocinadora master, a Valle Express.

Como resultado dessa publicação, choveram críticas ao contrato celebrado, principalmente no que toca ao contraste com as condições supostamente oferecidas pela Caixa Econômica Federal – e rejeitadas pela Flusócio, que, como se sabe, é considerado por 99,99% da torcida tricolor como um ajuntamento de “jestores”. Isso para dizer o mínimo…

Como o que está ruim sempre pode piorar, na sexta-feira, a Flusócio – no conhecido “Blog das Alices”, onde tudo reluz cor de rosa -, fez uma postagem que entra, desde já, para a antologia das besteiras do milênio, quiçá da História da humanidade. Sob o título “A quem interessa sangrar o Fluminense”, o mais detestado grupo político da História do Tricolor das Laranjeiras desfiou um rosário de bobagens, dignas dum anedotário de quinta categoria.

A seguir, destaco algumas dessas pérolas do Febeaflusó (Festival de Besteiras que Assola a Flusócio).

Em primeiro lugar, o mais detestado grupo político da História do Fluminense diz achar “… bastante saudável uma oposição com críticas tecnicamente fundamentadas e com uma postura propositiva…”. Ora, bolas, ao contrário do que faz(em) supor o(s) signatário(s) do post, o Fluminense pertence a todos – e a cada um de seus – torcedores. Logo, não são apenas os integrantes deste ou daquele grupelho que têm legitimidade para criticar. Além disso, a imensa maioria das (veementes) críticas desferidas eram “… tecnicamente fundamentadas…”, ainda que a Flusócio não tenha gostado da fundamentação externada.

A propósito, para o exercício da atividade de criticar, é imperativo lógico e categórico conhecerem-se as informações. Desafortunadamente, a torcida tricolor só tem acesso a dados relevantes quando há vazamentos. Transparência – como o “velho esporte bretão” – não é o forte da Flusócio.

Em segundo lugar, o mais detestado grupo político da História do Fluminense considerou “… inaceitável […] prejudicar os interesses do Fluminense…” Meu Deus do Céu!!! Parem o mundo que eu quero descer!! O interesse-mor do Fluminense é ser – e manter-se como – gigante do futebol brasileiro, algo contra o qual a Flusócio conspira dia e noite, até aqui com indefectível sucesso.

Em terceiro lugar, o vazamento operado – “… uma fofoca, uma acusação…”, nas vazias palavras do mais odiado grupo político da História do Fluminense – desmobilizaria a torcida tricolor. Mando a Flusócio pra onde, colegas? Mais desmobilizados que presentemente estamos, impossível! Se houvesse uma mobilização – mínima que fosse -, a Flusócio seria banida do clube, relegada a uma negra nota de rodapé em nossa gloriosa História.

É tanta estultice por centímetro quadrado que vou parar por aqui.

Em tempo, sobre o mérito das críticas desferidas pelos torcedores comuns – os que verdadeiramente amam o Fluminense, independentemente de querelas e preferências políticas -, o mais odiado grupo político da História do Fluminense não dedicou uma linha sequer no post. Cláusulas de confidencialidade? Sei… A Velhinha de Taubaté acreditaria…

Membros da Flusócio, o Fluminense não é de vocês!! Por isso, entre um e outro quitute no camarote private, estudem o alcance da frase do Chief Justice Brandeis!!! Ou têm medo da luz do sol?

Saudações tricolores

André Ferreira de Barros tem 50 anos, acompanha o Fluminense em estádios desde a final da Taça Guanabara de 1975 e acha que a Flusócio tem que deixar o Tricolor e tentar a sorte no Boavista, para o infortúnio do simpático clube da Região dos Lagos.

“Campanha segura, America e Rivelino ou Fora Flusócio!” Por André Ferreira de Barros

Em primeiro lugar, os títulos alternativos deste texto são uma homenagem ao Mestre Stanley Kubrick.

Em segundo lugar, após a importante – e tocante – vitória sobre o Cruzeiro no último domingo, cronistas esportivos se apressaram em dizer que, neste ano, o Fluminense tem tudo para fazer uma “… campanha segura…” no Campeonato Brasileiro. Ora, bolas, no início da década de 90, o Bragantino fazia “… campanhas seguras…”. O São Caetano, no início dos anos 2000, também fazia “… campanhas seguras…”. O Fluminense, diferentemente, tem que aspirar ao título. E, convenhamos, com esse time não dá. Ou seja, infelizmente, estão certos os “especialistas” – nenhum deles tricolor de raiz: se Deus quiser – e não chover -, faremos uma campanha segura no Brasileirão. Por isso, por pensar pequeno, fora Flusócio!! E leva o Cacá e cia. limitada com vocês.

Continuando, para os mais jovens, em décadas passadas, Bangu e America do Rio eram considerados times grandes. Os jogos de Fla, Flu, Vasco e Botafogo contra tais equipes eram tidos como clássicos e realizados no Maracanã. Hoje, Bangu e America são pálidas lembranças do que foram num passado medianamente distante. Sim, colegas, quero chegar exatamente aí: o Fluminense se apequena a cada torneio que disputa como mero figurante. Por isso, por pensar pequeno, fora Flusócio!! E leva o Cacá e cia. limitada com vocês.

Caminhando para o fim, um pequeno teste: se fosse Presidente em 1975, Pedro Abad contrataria o Rivelino? Eu sei, galera, os tempos eram outros – os melhores jogadores atuavam no Brasil, não havia cotas desproporcionais de televisão, etc. Mas já havia a importante distinção entre competentes e incompetentes, isso eu garanto. Logo, o exercício de abstração é válido. Desde já deixo a minha resposta: se fosse Presidente em 1975, Pedro Abad não contrataria o Rivelino, mas, sim, o Basílio, pondo em risco o fim do jejum dos gambás. Por isso, por pensar pequeno, fora Flusócio!! E leva o Cacá e cia. limitada com vocês.

Saudações tricolores

André Ferreira de Barros tem 50 anos, acompanha o Fluminense em estádios desde a final da Taça Guanabara de 1975 e acha que a Flusócio tem que deixar o Tricolor e tentar a sorte no Boavista.

Diego Souza move ação contra o Fluminense cobrando R$ 710 mil

Nesta quarta-feira, o meia  Diego Souza do São Paulo, entrou com uma ação no Tribunal Regional do Trabalho contra o  Fluminense cobrando R$ 710.159,33 de verbas rescisórias referentes ao fim antecipado do vínculo com o Clube, em março de março de 2016. O caso ainda será julgado.

Tendo  retornado ao Fluminense no dia 10 de janeiro de 2016, na gestão do presidente Peter Siemsen, Diego Souza  chegou a um acordo com o clube e rescindiu seu contrato no dia 21 de março do mesmo ano para ir para o Sport.

Diego pede o saldo de salário referente ao seu último mês no clube, proporcional do 13º salários, férias, FGTS, multa de mais um salário (R$ 301 mil), além de honorários do processo.

  • Saldo de salário (21 dias): R$ 210.700,00;
  • 13º salário proporcional (3/12): R$ 75.250,00;
  • férias proporcionais (3/12): R$ 75.250,00;
  • 1/3 sobre férias proporcionais: . R$ 25.083,33;
  • FGTS rescisório (sobre saldo de salário e 13º proporcional): R$ 22.876,00;
  • Multa do art. 477, § 8º, da CLT: R$ 301.000,00;
  • Multa do art. 467 da CLT: a apurar;
  • Honorários de sucumbência: a arbitrar

O artigo 467 da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) determina que em caso de rescisão de contrato de trabalho, “havendo controvérsia sobre o montante das verbas rescisórias”, o empregador é obrigado a pagar ao trabalhador, “a parte incontroversa dessas verbas, sob pena de pagá-las acrescidas de cinqüenta por cento”.

Já os parágrafos 6 e 8 da CLT impõe que o pagamento das parcelas do acordo de rescisão deverão ser efetuados “até o primeiro dia útil imediato ao término do contrato” ou “até o décimo dia, contado da data da notificação da demissão, quando da ausência do aviso prévio, indenização do mesmo ou dispensa de seu cumprimento”. O não cumprimento sujeita o empregador a multa equivalente ao valor de um salário.

Alvaro Souza  Che

Fonte : Globoesporte.com
Foto :Marcello Zambrana/AGIF

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