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O Destruidor de sonhos

 

Diante duma proposta que lhe parecera mais conveniente, profissional e financeiramente, Henrique Dourado se transferiu do Fluminense para o Flamengo. O que seria do roxo se não fosse o mal gosto?

Mas o verdadeiro Ceifador, o real Destruidor de Sonhos, desgraçadamente, permaneceu no nosso Fluminense. Seu nome é Pedro Eduardo Abad. Sim, haveremos de chamá-lo pelo nome mais amplo, evidenciando a distância sanitária que queremos manter desse senhor, que não é tricolor nem aqui nem na China.

Pobre torcida tricolor!!!

Padecemos todos nas cruéis mãos do Destruidor de Sonhos, Pedro Eduardo Abad.

Crianças e adolescentes não contêm as suas lágrimas diante dos consecutivos insucessos do Fluminense. É porrada em cima de porrada. As esperanças deles frequentemente viram pó nas tenebrosas mãos do Destruidor de Sonhos, o Sr. Pedro Eduardo Abad.

De seu turno, tricolores de meia idade se exasperam, lembrando-se de Presidentes da estatura de Francisco Horta e de Manoel Schwartz. É porrada em cima de porrada. As esperanças deles, igualmente, viram pó nas tenebrosas mãos do Destruidor de Sonhos, o Sr. Pedro Eduardo Abad.

Torcedores da melhor idade, então, se angustiam ao extremo, pois têm fundadas dúvidas se verão, ou não, um Fluminense grande novamente. É porrada em cima de porrada. As esperanças deles também viram pó nas tenebrosas mãos do Destruidor de Sonhos, o Sr. Pedro Eduardo Abad.

É isso mesmo: desafortunadamente, toda a grande torcida tricolor é refém do Destruidor de Sonhos e do odioso grupelho que o apoia.

Abrimos, aqui, espaço para bradar aos integrantes da Flusócio: os senhores têm vocação à mediocridade, mas não podem tornar o gigante Fluminense em clube medíocre. O Fluminense não é de vocês!!

Num dado ano do século XIX, o naturalista francês Saint-Hilaire, no livro “Viagem à Província de São Paulo”, disse algo assim: “Ou o Brasil acaba com a saúva, ou a saúva acaba com o Brasil”.

Pois bem, ou a torcida tricolor – cadê a Young- Flu, cadê a Força-Flu? – afasta a fórceps a Flusócio ou a Flusócio acaba com o Fluminense.

Simples assim!

Saudações tricolores!

Marcelo Jorand e André Ferreira de Barros

 

A luz do sol é o melhor desinfetante

A frase histórica e lapidar que intitula esse texto é atribuída a Louis Brandeis (1856-1941), então membro da Suprema Corte norte-americana.

Na última quinta-feira, o portal NetFlu publicou detalhes do contrato firmado entre o Fluminense – (mal) representado por proeminente membro da Flusócio, o mais odiado grupo político da gloriosa História tricolor – e a sua patrocinadora master, a Valle Express.

Como resultado dessa publicação, choveram críticas ao contrato celebrado, principalmente no que toca ao contraste com as condições supostamente oferecidas pela Caixa Econômica Federal – e rejeitadas pela Flusócio, que, como se sabe, é considerado por 99,99% da torcida tricolor como um ajuntamento de “jestores”. Isso para dizer o mínimo…

Como o que está ruim sempre pode piorar, na sexta-feira, a Flusócio – no conhecido “Blog das Alices”, onde tudo reluz cor de rosa -, fez uma postagem que entra, desde já, para a antologia das besteiras do milênio, quiçá da História da humanidade. Sob o título “A quem interessa sangrar o Fluminense”, o mais detestado grupo político da História do Tricolor das Laranjeiras desfiou um rosário de bobagens, dignas dum anedotário de quinta categoria.

A seguir, destaco algumas dessas pérolas do Febeaflusó (Festival de Besteiras que Assola a Flusócio).

Em primeiro lugar, o mais detestado grupo político da História do Fluminense diz achar “… bastante saudável uma oposição com críticas tecnicamente fundamentadas e com uma postura propositiva…”. Ora, bolas, ao contrário do que faz(em) supor o(s) signatário(s) do post, o Fluminense pertence a todos – e a cada um de seus – torcedores. Logo, não são apenas os integrantes deste ou daquele grupelho que têm legitimidade para criticar. Além disso, a imensa maioria das (veementes) críticas desferidas eram “… tecnicamente fundamentadas…”, ainda que a Flusócio não tenha gostado da fundamentação externada.

A propósito, para o exercício da atividade de criticar, é imperativo lógico e categórico conhecerem-se as informações. Desafortunadamente, a torcida tricolor só tem acesso a dados relevantes quando há vazamentos. Transparência – como o “velho esporte bretão” – não é o forte da Flusócio.

Em segundo lugar, o mais detestado grupo político da História do Fluminense considerou “… inaceitável […] prejudicar os interesses do Fluminense…” Meu Deus do Céu!!! Parem o mundo que eu quero descer!! O interesse-mor do Fluminense é ser – e manter-se como – gigante do futebol brasileiro, algo contra o qual a Flusócio conspira dia e noite, até aqui com indefectível sucesso.

Em terceiro lugar, o vazamento operado – “… uma fofoca, uma acusação…”, nas vazias palavras do mais odiado grupo político da História do Fluminense – desmobilizaria a torcida tricolor. Mando a Flusócio pra onde, colegas? Mais desmobilizados que presentemente estamos, impossível! Se houvesse uma mobilização – mínima que fosse -, a Flusócio seria banida do clube, relegada a uma negra nota de rodapé em nossa gloriosa História.

É tanta estultice por centímetro quadrado que vou parar por aqui.

Em tempo, sobre o mérito das críticas desferidas pelos torcedores comuns – os que verdadeiramente amam o Fluminense, independentemente de querelas e preferências políticas -, o mais odiado grupo político da História do Fluminense não dedicou uma linha sequer no post. Cláusulas de confidencialidade? Sei… A Velhinha de Taubaté acreditaria…

Membros da Flusócio, o Fluminense não é de vocês!! Por isso, entre um e outro quitute no camarote private, estudem o alcance da frase do Chief Justice Brandeis!!! Ou têm medo da luz do sol?

Saudações tricolores

André Ferreira de Barros tem 50 anos, acompanha o Fluminense em estádios desde a final da Taça Guanabara de 1975 e acha que a Flusócio tem que deixar o Tricolor e tentar a sorte no Boavista, para o infortúnio do simpático clube da Região dos Lagos.

“Campanha segura, America e Rivelino ou Fora Flusócio!” Por André Ferreira de Barros

Em primeiro lugar, os títulos alternativos deste texto são uma homenagem ao Mestre Stanley Kubrick.

Em segundo lugar, após a importante – e tocante – vitória sobre o Cruzeiro no último domingo, cronistas esportivos se apressaram em dizer que, neste ano, o Fluminense tem tudo para fazer uma “… campanha segura…” no Campeonato Brasileiro. Ora, bolas, no início da década de 90, o Bragantino fazia “… campanhas seguras…”. O São Caetano, no início dos anos 2000, também fazia “… campanhas seguras…”. O Fluminense, diferentemente, tem que aspirar ao título. E, convenhamos, com esse time não dá. Ou seja, infelizmente, estão certos os “especialistas” – nenhum deles tricolor de raiz: se Deus quiser – e não chover -, faremos uma campanha segura no Brasileirão. Por isso, por pensar pequeno, fora Flusócio!! E leva o Cacá e cia. limitada com vocês.

Continuando, para os mais jovens, em décadas passadas, Bangu e America do Rio eram considerados times grandes. Os jogos de Fla, Flu, Vasco e Botafogo contra tais equipes eram tidos como clássicos e realizados no Maracanã. Hoje, Bangu e America são pálidas lembranças do que foram num passado medianamente distante. Sim, colegas, quero chegar exatamente aí: o Fluminense se apequena a cada torneio que disputa como mero figurante. Por isso, por pensar pequeno, fora Flusócio!! E leva o Cacá e cia. limitada com vocês.

Caminhando para o fim, um pequeno teste: se fosse Presidente em 1975, Pedro Abad contrataria o Rivelino? Eu sei, galera, os tempos eram outros – os melhores jogadores atuavam no Brasil, não havia cotas desproporcionais de televisão, etc. Mas já havia a importante distinção entre competentes e incompetentes, isso eu garanto. Logo, o exercício de abstração é válido. Desde já deixo a minha resposta: se fosse Presidente em 1975, Pedro Abad não contrataria o Rivelino, mas, sim, o Basílio, pondo em risco o fim do jejum dos gambás. Por isso, por pensar pequeno, fora Flusócio!! E leva o Cacá e cia. limitada com vocês.

Saudações tricolores

André Ferreira de Barros tem 50 anos, acompanha o Fluminense em estádios desde a final da Taça Guanabara de 1975 e acha que a Flusócio tem que deixar o Tricolor e tentar a sorte no Boavista.

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