fbpx

Lateral Gilberto sofre tentativa de assalto após o jogo

Foto: Lucas Merçon/FFC

Por muito pouco a noite do lateral direito do Fluminense, Gilberto não terminou de forma trágica.

Autor do primeiro gol do Tricolor na vitória de 2 a 0 sobre o Santa Cruz-PE, na noite da última quarta-feira (17), no Maracanã, o jogador sofreu uma tentativa de assalto na linha amarela, uma via expressa do Rio de Janeiro.

O atleta voltava do jogo no momento em que aconteceu a ação. No vídeo feito pelo próprio jogador, mostra uma parte do carro danificada por conta da batida provocada pelos assaltantes.

Apesar do susto e momento do tensão, o jogador não teve nenhum pertence roubado e, passa bem.

Gol, desabafo e retratação: Gilberto vive Fla-Flu tumultuado e quase vira herói

Apesar da eliminação no Campeonato Carioca, Gilberto viveu dia de protagonista no empate em 1 a 1 entre Fluminense e Flamengo, sábado, no Maracanã. Foi seu décimo jogo após a lesão que o tirou dos gramados por quase seis meses.

De quase expulso a gol que deu esperança aos tricolores, o camisa 2, nesse meio-tempo, desabafou em entrevista ao SporTV, na saída para o intervalo. Perto do fim do primeiro tempo, ele salvou uma bola do Rubro-Negro em cima da linha e, na jogada seguinte, achou um espaço na área, preparou o corpo e, sem pular, cabeceou para fazer 1 a 0.

– Não desisti da torcida. Fiz o gol, pensei em não comemorar. Mas fui lá, comemorei com eles. Só peço que não desistam da gente. Não só de mim, mas do time. Passamos por momentos difíceis, mas estamos batalhando e jogando com raça – disse, completando:

– Agradeço a Deus, ao Diniz, ao Filé (fisioterapeuta) e à minha família. Foi um lance de raça (salvar gol do Fla), a torcida me conhece. Fiquei triste ao ler comentários de que eu não seria mais o mesmo depois da lesão.

Gilberto, aliás, se envolveu num lance que precisou de revisão no VAR, aos 11′ da primeira etapa, logo depois de um gol flamenguista invalidado com o mesmo recurso. Ele subiu com Renê e, de costas, atingiu o rosto do adversário, que alegou cotovelada. Ficou só no amarelo.

No fim do clássico, o lateral-direito, ao ser chamado a atenção, discutiu rispidamente com Fernando Diniz. Depois, ambos se resolveram e explicaram o episódio. O jogador disse ter passado dos limites, enquanto o treinador considerou algo normal dada as circunstâncias do momento. Em rede social, nesse domingo, ele, de novo, contornou a polêmica.

– Quero deixar claro que já está tudo esclarecido entre o nosso treinador e eu. Assumi meu erro e pedi desculpas ao grupo, a ele e ao público na imprensa. Ele é importante para mim aqui no Fluminense. Continuamos fortes dentro do nosso vestiário e prontos para a próxima batalha.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Gilberto lembra “hierarquia” e se desculpa por discussão com Diniz: “Passei dos limites”

A eliminação para o Flamengo, nesse sábado, mexeu com os ânimos dos jogadores do Fluminense. Nos últimos minutos, uma cobrança de Fernando Diniz a Gilberto, à beira do campo, esquentou o clima no Maracanã. Os dois discutiram, inclusive com palavrões.

– Pedi desculpas e conversei com ele (Diniz) no vestiário. No futebol tem hierarquia jogador e treinador. Ali no campo acontece de a gente estar estressado, com o jogo na veia, então acabou rolando uma discussão mais ríspida. Mas ele me cobrou mais vontade, e eu falei para ele que estava dando tudo. Já conversei com ele, a gente se acertou. Já pedi desculpas e está tudo certo – explicou Gilberto.

No intervalo, ao comemorar o gol marcado ao fim do primeiro tempo, Gilberto revelou gratidão ao técnico, que o conheceu quando ainda se recuperava de lesão e, ainda assim, lhe deu uma chance. O camisa 2 destacou a boa relação no elenco.

– Ele estipulou uma relação de pai e filho. Desde quando ele chegou, todo mundo adotou essa postura. Mas a gente sabe que não pode passar dos limites, e eu passei um pouco.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Diniz considera discussão com Gilberto coisa normal de jogo

foto: Lucas Merçon/FFC

Uma cena chamou atenção na eliminação do Fluminense para o Flamengo no último sábado (06) após as equipes empatarem em 1 a 1 – o Flamengo jogava pela vantagem do empate – a discussão entre o técnico Fernando Diniz e o lateral direito Gilberto, autor do gol do Flu na partida.

Quando o jogo já estava empatado, Diniz teria cobrado um esforço maior do lateral, que retirou e os dois tiveram uma discussão quente com direito o inclusive a palavrões:

Questionado na coletiva após o jogo, o treinador classificou a discussão como coisa normal de jogo:

– O lance com o Gilberto foi uma coisa normal de jogo, às vezes passou um pouquinho do ponto ali porque estávamos no calor do jogo, e muito difícil eu reclamar de algum erro técnico. Foi questão de jogo mesmo. Eu tenho uma relação muito boa com ele, até pelo momento em que ele se encontrava quando eu cheguei ao clube. E as boas relações tendem a se fortalecer quando passam por algum tipo de estresse. Foi um estresse normal mas que já está tudo resolvido – declarou o treinador

Gilberto reconhece falha no gol adversário

Foto: Lucas Merçon/FFC

Lateral ainda lamentou a chance de gol perdida no fim.

Após a vitória de 2 a 1 do Fluminense sobre o Antofagasta, no Chile, o lateral direito Gilberto, um dos mais cornetados pelos torcedores durante a partida, reconheceu a falha no gol adversário e classificou o dia como: “dia ruim”.

– Dominei a bola, mas ela escapou do meu pé e gerou o contra-ataque. Todo jogador tem dia ruim. Uma das minha virtudes, que me fez jogar em tantos times grandes, é a minha personalidade. O Diniz sabe e não me tirou. – disse o lateral que ainda comentou a chance clara de gol desperdiçada no último lance do jogo:

– Tive oportunidades de fazer gol e não consegui. Mas, com tranquilidade, esse gol vai sair – concluiu Gilberto.

Gilberto surpreende ao explicar esparadrapo no rosto

Frequentemente acionado no jogo contra a Cabofriense, que perdeu para o Fluminense por 2 a 1, Gilberto apareceu no Maracanã neste domingo usando um esparadrapo no rosto. Imaginava-se que fosse algum machucado, mas era apenas uma brincadeira com o elenco.

Aos jornalistas, o lateral-direito revelou a curiosidade. Companheiros comparam a aparência do jogador à de Jayson Tatum, atleta de basquete que defende o Boston Celtics. Ele resolveu cair na pilha e imitar o suposto sósia.

– Foi uma brincadeira. Os caras estavam me zoando que eu parecia o Tatum, dos Celtics, jogador de basquete. Falei que ia jogar com aquilo (risos).

 

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Gilberto revela choro em volta aos gramados após lesão: “Parecia um sonho”

Gilberto vivia um bom momento na carreira quando, em agosto passado, sofreu um edema ósseo no joelho esquerdo, durante derrota para o Cruzeiro no Mineirão. Na última sexta-feira, ele reviveu a concentração com o elenco, a preparação no vestiário e a subida ao campo. Voltou a jogar pelo Fluminense, após seis meses lesionado.

– Quando fui para a concentração, parecia que era tudo novo. Seis meses foi muito tempo. Quando acordei pela manhã, me emocionei. Chorei. Parecia um sonho. Graças a Deus pude jogar – revelou, completando:

– Fiquei orgulhoso de mim mesmo. Esperava jogar menos tempo, senti ritmo de jogo. No último lance, senti câimbra. Agora é manter isso aí.

Na pré-temporada, Gilberto chegou a retomar os treinamentos, mas as dores persistiram e atrasaram a recuperação. Neste mês, conseguiu, enfim, novos contatos com a bola, certo de que seria para não aparecer mais no departamento médico. Ele, inclusive, diz que pediu a Fernando Diniz para ser relacionado para a final da Taça Guanabara.

– Eu fiquei muito feliz. Pedi ao Diniz para jogar contra o Vasco. Queria que ele me levasse para a final para ficar ao menos no banco. Estava me sentindo bem. Ele pediu para esperar um pouco, para que eu ficasse tranquilo. Que eu poderia estrear na semana seguinte de forma mais tranquila. Até fiquei um pouco nervoso, mas deu certo. Confiei. Na semana contra o Bangu, não senti nada de dor.

O tratamento físico simbolizou uma fase difícil emocionalmente para o jogador, que precisou usar muletas.

– (A fase mais difícil) Era a fase em que eu estava de muleta. Ficava de muleta, voltava para a musculação, treinava e sentia dor. Aí, o médico pedia para voltar a usar muleta. Isso era sufocante. Eu não moro com a minha mãe, mas, quando chegava na casa dela de muleta, ela ficava muito triste. Isso era doloroso demais – relembra.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

 

 

 

 

 

 

Técnico elege Caio Henrique melhor jogador contra o Bangu e diz que Gilberto merece Seleção

No jogo contra o Bangu, as atenções estavam voltadas para Paulo Henrique Ganso. Todavia, dois jogadores conseguiram se destacar em meio à euforia pela estreia do camisa 10 e deixaram o Maracanã com a moral com Fernando Diniz ainda mais elevada.

O primeiro deles é Caio Henrique, considerado, em votação aos tricolores na internet, o melhor jogador desta sexta-feira. Diniz concorda. Inicialmente reserva, o meia vem ganhando espaço e, dessa vez, substituindo Airton, suspenso, dividiu a marcação com Dodi, na posição em que começou. Bruno Silva também não atuou e, ao lado do camisa 5, deve voltar na terça-feira, frente ao Antofagasta, pela Sul-Americana.

– Vou sempre colocar o melhor time em campo. Concordo que o Caio fez a melhor partida hoje. Mas ele não fez nenhuma má partida ainda. É uma maquininha com média muito boa. Oscila pouco para baixo, mas hoje oscilou para cima. Foi talvez de fato o melhor jogador da partida. Com o retorno de todo mundo, é bom. Temos de ter 11 para começar, três para entrar. Pela sequência, alguns acusaram cansaço. Ou por inatividade ou por sequência. É bom ter todo mundo à disposição para escalar o melhor time no próximo jogo – explicou o comandante.

Caio colecionou boas estatísticas. Foi, por exemplo, o atleta que mais acertou passes (94), o que mais desarmou o adversário (5) e o que mais acertou lançamentos (3). Finalizou sua bela atuação marcando o segundo gol do Fluminense e seu primeiro como profissional. Ele, que defendeu o Paraná em 2018, está emprestado pelo Atlético de Madrid e pede passagem nas Laranjeiras.

Sem jogar desde agosto, quando machucou o joelho direito, Gilberto pôs Ezequiel no banco e retornou aos gramados apoiado pela torcida, que bradou seu nome quando o duelo estava prestes a começar. Mas o amparo não veio apenas dos torcedores, mas também da beira do campo.

– Foi um momento muito importante para ele e para o Fluminense. Ele sofreu muito e conseguiu aguentar até o final, quando teve câimbra. Tem de dar parabéns aos médicos e fisioterapeutas, eles fizeram um trabalho extraordinário. A tendência é de evolução, ele tem um nível muito alto. É um jogador de seleção brasileira, na minha opinião. A gente espera que melhore com o passar dos jogos. Vamos cuidar do joelho para não ter problema – declarou Diniz.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

 

 

Gilberto revela ter ido as lágrimas após retorno aos gramados

Foto: Lucas Merçon

Jogador estava fora da equipe há quase seis meses.

Além da estreia de Paulo Henrique Ganso com a camisa Tricolor, a última sexta-feira (22) marcou também o retorno.do lateral direito Gilberto aos gramados, quase seis meses após deixar o time com uma lesão óssea no joelho.

O jogador que atuou os 90 minutos nesse retorno revelou que chegou a se emocionar com o retorno aos gramados, chegando inclusive as lagrimas:

– Me emocionei bastante, mas foi mais hoje de manhã quando eu acordei. Sempre acordo um pouco mais tarde e hoje eu não conseguia dormir. Chorei bastante. Vi meus companheiros na concentração e há muito tempo que não via isso. Chorei tanto de manhã, que quando cheguei aqui para o jogo eu tava mais tranquilo – revelou o jogador após a partida que terminou com a vitória de 2 a 0 para o Flu.

Diniz barra Ezequiel e promove novidades em escalação para jogo que estreará Ganso

Amanhã, o Maracanã receberá Paulo Henrique Ganso em sua estreia pelo Fluminense, que encara o Bangu pela Taça Rio. O jogo vai começar às 21h e, segundo a primeira parcial divulgada, tem mais de cinco mil ingressos vendidos.

– Com a entrada do Ganso, é claro que ganharemos um toque mais refinado e esperamos que a equipe dê um salto de qualidade. É um jogador muito inteligente. Acredito que o estilo de jogo que aplicamos favorece o estilo de jogo do Ganso. Minha expectativa é muito boa. Pelo que tenho visto nos treinos e pelo feedback que estão nos passando, a tendência é que ele consiga rapidamente jogar muito bem – disse o treinador.

A escalação treinada por Fernando Diniz em duas atividades táticas no CT, sendo a última na manhã desta quinta-feira, apresenta novidades se comparada à que perdeu para o Vasco por 1 a 0 na final da Taça Guanabara.


Provável escalação do Fluminense: Rodolfo; Gilberto, Matheus Ferraz, Digão e Marlon; Caio Henrique, Bruno Silva, Daniel e Ganso; Everaldo e Yony Gonzalez.


O técnico barrou Ezequiel para promover o retorno de Gilberto à lateral-direita, após cerca de oito meses sem jogar. Ele lesionou o joelho em duelo com o Cruzeiro, em agosto passado, assim como o centroavante Pedro, ainda em recuperação.

Expulsos no domingo, Airton e Luciano darão suas vagas a Caio Henrique e Ganso. Bruno Silva, que deixou o clássico com dores na coxa, teve sua titularidade ameaçada por Dodi, mas deve começar jogando.

– Caio é um jogador mais móvel, com um pouco mais de chegada. Mas temos que ter cuidado para não ficarmos muito desguarnecidos. São jogadores diferentes, com características diferentes. Airton é um jogador que conhece tudo da posição, que não precisa se desgastar tanto, está sempre bem posicionado e vive um grande momento. É um jogador que dá um equilíbrio para nossa equipe – explicou Diniz sobre mudança no meio-campo.

Reintegrado ao grupo, Mascarenhas, que havia contraído caxumba, segue poupado. Ezequiel chegou a ser testado na esquerda, no lugar de Marlon. A tendência, porém, é que o camisa 12 se mantenha na posição.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

 

Top