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Fluminense é condenado a pagar R$ 9,1 milhões a Henrique, dispensado em 2017

A juíza Katia Emílio Louzada, nesta segunda-feira, condenou o Fluminense a pagar R$ 9,1 milhões a Henrique, dispensado, com mais sete jogadores, em dezembro de 2017. Ele, o único que se recusou a negociar acordo com o ex-clube, conseguiu uma liminar em janeiro e assinou com o Corinthians. O caso corria na 54º Vara do Trabalho do Rio.

Henrique reclamava o pagamento de salários, férias, prêmios atrasados e indenização por quebra de contrato, totalizando R$ 9.126.399,97. O processo dependia somente da sentença da magistrada desde o dia 4 de outubro. Embora haja a possibilidade de recurso pelo Fluminense, o zagueiro está autorizado a executar a dívida a qualquer momento.

Inicialmente, o jogador formalizou o pedido de rescisão alegando pagamentos atrasados. A juíza Katia Emílio Louzada, porém, julgou-o improcedente, defendendo que o problema não chegou ao limite de três meses estabelecido por lei. A decisão, logo, provém da forma como o Fluminense comunicou a dispensa.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Fluminense atrasa rescisões e perde acordo verbal com Henrique; casos podem parar na Justiça

Em dezembro passado, o Fluminense pôs em prática o plano de reduzir a folha salarial de 2018. Como etapa do processo, dispensou oito jogadores e assumiu o compromisso de pagar, somente neste ano, R$ 15 milhões em acordos. Depois de cumprir as primeiras parcelas, o clube se viu impossibilitado de quitar o combinado e atrasou pagamento a seis profissionais. A razão para tal é a crise financeira, que também afeta o elenco, a receber, ainda, um mês na CLT  e de imagem.

As pendências complicaram o que fora negociado verbalmente com o zagueiro Henrique, agora no Corinthians, e o tratado acabou desconsiderado. Pedro Abad admite dificuldades em arcar com essa missão, mas aposta que conseguirá solucionar a situação.

– Começamos o ritmo de pagamento normal, mas depois precisamos interromper. Assim que tivermos recursos, vamos regularizar. Comunicamos a alguns, outros entenderam. Tivemos a compreensão de todos. Há a crença de que vamos resolver. Mas, sim, o problema existe – confessou.

Os combinados, em caso de atraso de pagamento, preveem multa. Aqueles que se resolveram amigavelmente podem, inclusive, parar na Justiça. A diretoria intencionava depositar em abril a maior parte do valor devido, reduzindo o custo das parcelas nos meses seguintes. Para seguir o planejamento, captaria-se dinheiro em um fundo, o que não aconteceu.


Confira quantos meses de atraso a cada jogador:

Artur: Fez acordo extrajudicial. Parcelas de maio e junho estão atrasadas, e a última está combinada para agosto.

Diego Cavalieri: Recorreu à Justiça e cobra R$ 6,1 milhões. Recebeu pouco mais de R$ 1 milhão em fevereiro. Em 15 de abril, uma parcela de R$ 2.325.761,80 deveria ser quitada, mas não foi. A partir de maio, seriam mais 18 parcelas de R$ 145.360,11. Está previsto 30% de multa por inadimplência.

Higor Leite e Robert: Fizeram acordo extrajudicial. A segunda e última estava prevista para 30 de abril, mas não foi cumprida.

Henrique: Como supracitado, o acordo verbal foi desfeito. Segunda-feira, em audiência na 54ª Vara do Trabalho do Rio, a magistrada Katia Emilio Louzada tentou, sem sucesso, a conciliação. O processo segue.

Maranhão: Emprestado ao Goiás até dezembro e termina seu contrato com o Fluminense em maio de 2019.

Marquinho: Fez acordo extrajudicial e espera pagamentos de abril, maio e junho. Parcelamento termina em dezembro de 2019.

Wellington Silva: Fez acordo extrajudicial e espera pagamentos de abril, maio e junho.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com

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Abad e Marcelo Teixeira são convocados para darem explicações por casos,Scarpa,Diego Souza e mais

O presidente Pedro Abad  e o diretor esportivo Marcelo Teixeira  foram  convocados para uma reunião extraordinária do Conselho Deliberativo, marcada para o dia 22. Devido há  uma série de episódios  que vem tumultuando  o futebol do clube nos últimos meses, conselheiros do Fluminense querem que os dirigentes prestem esclarecimentos.

O requerimento com a solicitação da reunião foi protocolado em janeiro, mas só teve prosseguimento após a conclusão da eleição do presidente do Conselho Deliberativo, que foi adiada em razão dos protestos pacíficos dos  torcedores no Salão Nobre.  O documento contém   42 assinaturas de membros da oposição e do grupo Unido e Forte, do vice presidente geral  Cacá Cardoso.

Na pauta de explicações seguem os casos como o de Diego Souza,  a dispensa de oito jogadores no fim do ano, que levou , Henrique e Diego Cavalieri a entrarem na Justiça contra o clube e o caso Gustavo Scarpa que era avaliado em 40 milhões e que saiu de graça para o Palmeiras.

Existe a possibilidade de a reunião ser secreta. Ou seja: sem a presença de sócios, somente com os conselheiros. Essa definição será tomada através de votação.

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