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Sem nunca ter atuado pelos profissionais, zagueiro ganha causa de quase R$1 milhão do clube na justiça

Se já não bastasse todos os problemas causados pela pandemia do novo Coronavírus (Covid-19), o Fluminense vem sofrendo com uma antiga dor de cabeça: as ações cobradas por ex jogadores na justiça.

E, nesta quinta-feira (11) o clube foi acionado por dois ex atletas. Um deles, nem chegou a jogar com a camisa do tricolor pelos profissionais, trata-se do zagueiro Alan Fialho, que de acordo com o site Globoesporte.com, ganhou na última segunda-feira (8) uma ação de R$ 904.550,33, movida em fevereiro do ano passado no Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-RJ), com cobrança de salários atrasados, FGTS e verbas rescisórias.

Alan é um zagueiro que foi contratado para atuar na base do clube em 2013. Chegou a treinar entro os profissionais, porém, não atuou em nenhuma partida pelo elenco principal.

Ele ainda foi emprestado ao Legia Varsovia, da Polônia; cinco meses no Arka Gdynia, também da Polônia; quatro meses no Linense, de São Paulo; voltou ao Arka Gdynia por mais uma temporada; passou um semestre no Samorin, da Eslováquia; e em 2018 foi cedido ao Volta Redonda, do Rio de Janeiro, com o Fluminense sendo responsável pelos seus vencimentos durante todo esses períodos de empréstimos.

Mesmo sem nunca ter atuado pelo clube, ele teve seu contrato renovado em duas oportunidades: uma em 2016 e outra em 2017, tendo neste último vínculo, assinado até dezembro de 2019, no entanto, o próprio Alan Fialho obteve a rescisão na Justiça por falta de pagamento. O clube contestou os valores e entrou com recurso de revista, mas na última segunda-feira a Juíza Marly Silveira, da 75ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, deu ganho de causa ao atleta, que cobra:

  • R$ 24.080,00 de FGTS não recolhido
  • R$ 40.157,53 de verbas rescisórias (saldo de salário, 13º salário proporcional, férias proporcionais +1/3, FGTS com multa de 40%)
  • R$ 542.000,00 de cláusula compensatória desportiva (multa prevista em contrato);
  • R$ 27.000,00 de 13º salário de 2016 e 2017;
  • R$ 15.000,00 de salário de dezembro de 2017.

O valor inicial era de R$ 648.237,53, mas com juros e correção passou para R$ 904.550,33. Falta ser quitada a quantia de R$ 884.824,60, e a Justiça determinou o pagamento em até 15 dias úteis, sob risco de penhora em caso de não cumprimento.

Foto em destaque: Nelson Santana/FFC

Fonte: Globoesporte.com

Justiça: Kayke cobra R$800 mil do Fluminense

Ex-jogador do Fluminense, o atacante Kayke, que atualmente joga no Qatar SC, entrou com ação contra o Tricolor. Na última terça-feira (19), o atacante entrou na justiça cobrando R$ 808.393,75 entre verbas rescisórias, salários atrasados, férias, FGTS, multas e honorários.

Kayke defendeu o Fluminense no segundo semestre de 2018, disputou nove jogos, sendo cinco titular e não marcou gols. O caso está no Tribunal Regional do Trabalho 1ª Região, e foi movido pelo advogado do jogador, Luiz Gustavo de Menezes Ribeiro. Ainda não há data para ocorrer a audiência.

Detalhes da cobrança do jogador

  • R$ 315.555,55 referente a dois salários atrasados (de dezembro de 2018 e 13º) e férias;
  • R$ 69.617,77 de não recolhimento de FGTS, acrescido dos juros e correções;
  • R$ 160.000,00 de multa pelo não pagamento das verbas rescisórias no prazo legal;
  • R$ 157.777,77 de multa pelo não pagamento das verbas incontroversas (sobre salário, 13º e férias);
  • R$ 105.442,66 pelo pagamento de 15% dos honorários sucumbenciais.

Fonte: GloboEsporte.com

Pedido de penhora do atacante Pedro foi negado pela justiça

Segundo informações do jornalista David Nascimento, do portal Esporte News Mundo, o atacante Pedro, atualmente no Flamengo, obteve parcial concebida pelo Tribunal Regional do Trabalho da Primeira Região (TRT-1), referente ao processo contra o Fluminense.

O jogador cobra o valor de R$ 2.240.257,08 e reivindica, através de uma tutela, a liberação de seus valores de Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e a execução imediata de valores rescisórios (cerca de R$ 135 mil) pelo contrato que tinhas nas Laranjeiras. O primeiro pedido do jogador foi aceito, entretanto, o segundo foi rejeitado na decisão liminar. Se o jogador entrar com recurso o pedido pode ser novamente analisado.

A decisão tomada na segunda-feira (18), assinada pelo juiz Marco Antônio Belchior da Silveira, da Décima Quarta Vara do Trabalho do Rio, TRT-1, mostra que o Termo de Rescisão de Contrato de Trabalho (TRCT) apresentado foi impugnado pelo Fluminense. Com isso, o magistrado disse que não há “prova documental que corrobore a alegação de que as verbas descritas naquele instrumento foram reconhecidas” pelo Fluminense.  

Detalhes do caso:

Defesa do Fluminense “a existência de um acordo entre partes, com concessões recíprocas, de modo que seriam indevidas as rescisórias vindicadas em virtude da renúncia, pelo clube, da indenização que lhe seria devida (multa)” na rescisão por acordo com o atacante. O Fluminense manifestou-se apenas na liberação de 80% do FGTS – esse foi o único ponto na liminar dito pelo juiz do trabalho.

Cobranças de Pedro

– Pagamento de 13º salário proporcional de 2019

– Férias de 2018/2019

– Sete meses de FGTS

– Verbas rescisórias

– Bichos

– Despesas médicas

– Dano moral pela lesão sofrida enquanto defendia o clube, como a consideração de acidente de trabalho.

Fonte: Explosão Tricolor

Com acordo, Flu libera R$ 2,8 milhões durante a pandemia

Clube faz acordo em antiga dívida de aluguel de casarão nas Laranjeiras e deixará de destinar dinheiro para processo durante seis meses para manter pagamentos em meio à quarentena

Na última semana, além da interrupção das parcelas do Ato Trabalhista, o Fluminense conseguiu outra importante vitória na Justiça para driblar a crise financeira causada pela pandemia do coronavírus: a suspensão de uma penhora por seis meses e a liberação de R$ 2, 8 milhões, pedidos feitos pelo clube para conseguir manter os pagamentos de jogadores e funcionários durante a quarentena.

O departamento jurídico tricolor entrou em março com a ação na 6ª Vara Cível da Capital-RJ, sob o argumento de precisar destinar a verba para salários, planos de saúde e alimentação, e se comprometeu a comprovar essa utilização. Mas antes mesmo do julgamento o clube fez um acordo com o espólio de Nello Bianchi, autor do processo movido em 2007 em razão de uma antiga dívida referente a um casarão na Rua Belisário Távora, nas Laranjeiras, na Zona Sul do Rio de Janeiro.

O clube alugou o imóvel em 1990, como alojamento de jogadores que viessem de fora, e continuou ocupando o local após o prazo mínimo de 30 meses em contratos desse tipo. Mas deixou de pagar o aluguel e o IPTU de abril de 2002 a fevereiro de 2007. Foram dois processos, um de ação de despejo e outro de ação executiva. Em 2018, a Justiça determinou a penhora de parte de suas receitas de transmissão até completar a execução total de um, que era de R$ 3,2 milhões em 2017.

No acordo firmado, as partes encerraram a ação de execução, dada como quitada pela quantia penhorada de R$ 2.472.878,68, e liberaram o valor de R$ 2,8 milhões da ação de despejo, que continuará a ser paga daqui a seis meses, com retenção de 15% das receitas de transmissão do clube. Com isso, o Fluminense, além de obter uma receita que não estava nos planos em um período emergencial, encerra metade da dívida com o restando do débito já equacionado.

Para tentar amenizar o prejuízo na pandemia, o Fluminense também deu descontos em mensalidade para sócios proprietários e contribuintes, dobrou os benefícios dos sócios-torcedores e cortou 15% da remuneração de diretores, gerentes e prestadores de serviço. No futebol, a comissão técnica e os jogadores também reduziram seus vencimentos. Atualmente, os salários de março estão atrasados no clube, e o elenco ainda precisa receber 40% de fevereiro.

Fonte: Globo Esporte

Fluminense sofre derrota na FIFA e deverá pagar quantia milionária ao Independente Dele Valle

O Fluminense sofreu um duro golpe nesta segunda-feira (23), quando sofreu uma derrota na FIFA e será obrigado a pagar cerca de R$8 milhões ao Independente Del Valle por conta das aquisições dos equatorianos Jefferson Orejuela e Júnior Sornoza.

Além do pagamento de algumas parcelas, não realizadas pelo Flu na gestão Peter Siemsen, o clube também não repassou a porcentagem pela venda de Sornoza ao Corinthians, na gestão Pedro Abad.

Por Sornoza, o Fluminense terá de pagar US$ 500 mil (R$ 2,5 milhões), enquanto o valor por Orejuela é de US$ 1,1 milhão (R$ 5,5 milhões).

Já na atual gestão, o presidente Mário Bittencourt chegou a se reunir com dirigentes do clube equatoriano e fizeram um acordo de parcelamento da dívida e esperaram a decisão judicial para sacramentá-lo em parcelas. O Fluminense não revelou em quantas parcelas o acordo foi feito e se há cobrança de juros embutidos.

Ambos chegaram ao Tricolor em 2016, mas já deixaram a equipe. O meia atua pela LDU, emprestado pelo Corinthians, enquanto o volante joga pelo Querétaro.

Foto em destaque: Divulgação/FFC

Fonte: Netflu

Fluminense tem 15 dias para pagar mais de R$4 milhões ao Grêmio

O Fluminense sofreu mais um duro golpe judicial na tarde desta sexta-feira (28), quando o juiz Marcos Antonio Ribeiro de Moura Brito, da 29ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), deu o prazo de 15 dias corridos para o Fluminense pagar uma dívida de R$ 4.572.708,26 ao Grêmio.

A dívida é em decorrência de uma ação, já transitada em julgado, que se originou em uma ajuda ao Fluminense em 2013 em um caso com o Clube dos Treze. Na época, o Grêmio se tornou credor do Fluminense após ter quitado a dívida do clube das Laranjeiras como credor original junto ao Clube dos Treze, em 20 de janeiro de 2013. A dívida inicial foi por causa de um empréstimo feito pelo Clube dos Treze ao Fluminense.

A dívida original era de R$ 2.344.227,33, sendo o Fluminense sentenciado a pagar o valor em dez parcelas mensais e consecutivas, com a primeira 15 dias após o trânsito em julgado do caso. O prazo decorreu, o Flu não entrou com recurso e o trânsito acabou certificado no último 19 de agosto.

Com isto, a primeira parcela deveria ter sido paga até o dia 3 de setembro, o que não ocorreu, vindo o Fluminense a se manisfestar apenas depois do trânsito em julgado.

O Fluminense pediu ainda efeito suspensivo, afirmando que não ocorreu a intimação de seu advogado, que apenas um comunicado, pelo sistema “Push”, teria sido enviado, sem publicação no Diário Oficial, alegando “erro no sistema”. Alegou ainda que há risco de dano grave e difícil reparação, já que o Grêmio deu início à fase de cumprimento de sentença, podendo ser determinada a penhora de valores diante da fragilidade financeira do clube. A desembargadora Maria Augusta Vaz Monteiro de Figueiredo relatou no entanto que há “certidão que informa sobre a regularidade da intimação eletrônica do advogado do recorrente, que se deu de forma tácita, considerando que ele não abriu o portal eletrônico, sendo certo que não há qualquer comprovação de que houve falha no sistema informatizado”.

Foto em destaque: Divulgação/FFC

Fonte: Lance!

Caso Pedro: dirigentes do Fluminense desaprovam postura do jogador e seu advogado

Além de deixar o torcedor Tricolor bastante contrariado com a ação que moveu contra o Fluminense, o caso Pedro teve uma nova figura: o advogado do jogador, que teve uma postura desaprovada por parte dos dirigentes do Flu.

Carlos Theotonio Chermont de Brito, que além de trabalhar para Pedro trabalha também para o Flamengo, respondeu a um twitter do médico ex Fluminense, Michael Simoni, em tom de deboche segundo alguns diretores do Fluzão.

O clube também não gostou da atitude de Pedro, que esteve na porta do vestiário tricolor na última quarta-feira (12), mesmo dia que acionou o clube na justiça.

Se já soubéssemos disso, com certeza a reação (a ele) teria sido diferente – disse um dirigente Tricolor.

Hoje no Flamengo, Pedro entra na justiça contra o Fluminense

O atacante Pedro que hoje defende o Flamengo entrou na justiça na última quarta-feira (12) contra o Fluminense, em processo distribuído pela 14ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro do Tribunal Regional do Trabalho da Primeira Região (TRT-1).

A dívida cobrada pelo jogador é referente a férias proporcionais, verbas rescisórias e até queixas referente a grave lesão no joelho que o jogador sofreu em 2018, onde foram juntados aos autos o laudo médico e recibos da cirurgia por conta do acidente de trabalho. Outras provas, como conversas por Whatsapp com dirigentes tricolores também foi adicionada ao processo que cobra um valor de R$ 2.240.257,08 ao Fluminense.

A audiência já tem data: anteriormente agendada para o dia 5 de maio, a audiência foi antecipada para o próximo dia 24 de março pelo juiz Marco Antonio Belchior da Silveira titular da vara.

De acordo com o portal Lance!, que teve acesso ao caso, há uma chance de conciliação entre as partes já nessa primeira audiência.

Foto em destaque: Divulgação/FFC

Após tentativas frustadas de acordo amigável, Fred aciona Cruzeiro na justiça

O atacante Fred parece mesmo disposto a deixar o Cruzeiro em 2020. Após diversas tentativas frustadas de acordo amigável para uma rescisão contratual o jogador acionou o clube na Justiça do Trabalho, buscando exatamente a rescisão do vínculo.

O processo que corre na 1ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte já tem até data para audiência marcada: dia 3 de março.

O Cruzeiro ainda não foi notificado sobre a ação e o staff do jogador disse que somente o jurídico poderia responder, indicando um contato com o advogado Fernando Moura. Por sua vez, Moura afirmou que não trabalha com ações trabalhistas e desconhecia o processo.

Marco inclusive será um mês de “justiça” para Fred, uma vez que o atacante tem uma ação marcada para o mesmo mês sobre o processo que o atacante move contra o Atlético Mineiro.

Vale destacar que segundo apuração do Canal Flunews, Fred já tem um acerto apalavrado para ser o principal jogador do Fluminense e grande instrumento para alavancar o programa de sócio torcedor. Contudo, o presidente do Fluzão, Mário Bittencourt, desmente qualquer contato com o jogador, embora confirme um interesse.

Foto: Bruno Haddad/Cruzeiro

Fonte: Globoesporte.com

Ex técnico do Flu, Marcelo Oliveira entra na justiça por acordo de rescisão não pago

Ex técnico do Fluminense, Marcelo Oliveira, demitido na penúltima rodada do Campeonato Brasileiro de 2018 cobra na justiça cerca de R$1,1 milhão por acordo de rescisão não pago.

O treinador que recebia cerca de R$220 mil mensais entre CLT e imagens, firmou um acordo ainda na gestão Pedro Abad, para receber a rescisão contratual mais os atrasados em parcelas até junho de 2019.

O clube teria cumprido com as primeiras parcelas e seguido com inadimplência nas seguintes. Em 26 de novembro deste ano, já no mandato de Mário Bittencourt, o processo do treinador foi distribuído para a 82ª Vara do Trabalho do Rio cobrando o valor referido de R$1,1 milhão.

A ação no entanto está em fase inicial e uma audiência de conciliação já foi agendada para o dia 21 de janeiro de 2020.

Fonte: Globoesporte.com

Foto em destaque: Alexandre Durão

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