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Depois de passagem apagada pelo Flu, Kayke ganha processo superior aos R$ 500 mil do clube

O atacante Kayke Moreno, que teve uma passagem apagada pelo Fluminense, em 2018, é mais um jogador a mover e ganhar um processo contra o Tricolor das Laranjeiras.

O processo que corre em na Justiça de Trabalho do Rio de Janeiro, condenou ainda que em primeira instância, que o Fluminense pague um valor de R$ 662.520,93, relativos ao recolhimento do Imposto de Renda e Contribuição Previdenciária.

Contudo, como a decisão é em primeira instância, ainda cabe recurso.

Foto em destaque: Mailson Santana/FFC

Fonte: ST.com

Fluminense é condenando a pagar mais de meio milhão na justiça por dívida com Airton

O Fluminense foi condenado a pagar uma valor de de R$ 630.479,99 ao volante Airton, que defendeu o clube entre os anos de 2018 e 2019.

O processo que corre na 66ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro cobra verbas rescisórias, remuneração e férias atrasadas, FGTS, multas e honorários advocatícios, no entanto, ainda cabe recurso.

Aos 30 anos e atualmente no Ermis Aradippou, do Chipre, Airton disputou 43 jogos pelo Fluminense, sendo 35 como titular.

Foto em destaque: Mailson Santana/FFC

Fonte: ENM

Clube gaúcho cobra dívida milionária ao Fluminense por Ibanez

O PRS Futebol Clube, do Rio Grande do Sul, está cobrando uma dívida milionária na justiça ao Fluminense pelo atraso no pagamento do acordo envolvendo a venda de Ibañez ao Atalanta, da Itália.

O clube gaúcho participou da formação do jogador, que vendeu seu percentual dos direitos e alega que ainda não recebeu na totalidade, cobrando desta forma o valor de R$ 2.067.787,40.

A informação foi divulgada pelo portal ENM, que teve acesso ao processo, no qual diz o seguinte: “A citação do Executado, mediante expedição de mandado de citação, penhora e avaliação, na pessoa de seu representante legal, no endereço supra referido, para pagar em 03 (três) dias a importância de R$2.067.787,40 (dois milhões sessenta e sete mil setecentos e oitenta e sete reais e quarenta centavos) a ser acrescida, na data do efetivo pagamento, de correção monetária e juros legais de 1% (um por cento) ao mês, bem como honorários advocatícios de 10% (dez por cento) sobre o valor do débito atualizado, além de custas e demais despesas processuais, consoante art. 829, CPC”, pediram os gaúchos em juízo.

O acordo entre os clubes havia sido firmado em janeiro do ano passado, quando o Fluminense se comprometeu a pagar ao PRS a quantia em reais equivalente a 700 mil euros, em duas parcelas. A primeira parcela havia sido estabelecida em 400 mil euros, paga pelo Fluminense. O atraso alegado pelo PRS está na segunda parcela, de 300 mil euros que deveria ter sido efetuada em abril do ano passado. Os gaúchos ainda teriam enviado uma notificação extrajudicial para as Laranjeiras antes do ingresso na Justiça.

O caso foi distribuído para a 39ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) e aguarda ainda nesta semana manifestação do juiz Luiz Antônio Valiera do Nascimento.

Foto em destaque: Lucas Merçon/FFC

Gum entra na justiça contra o Fluminense em dívida superior aos R$4 milhões

O zagueiro Gum, jogador que está entre os atletas que mais vestiram a camisa do Fluminense, com 414partidas disputadas, é mais um jogador a colocar o clube na justiça. O zagueiro que hoje atua pelo CRB na disputa pela Série B, cobra um valor que ultrapassa os R$4 milhões.

O processo que corre na 35ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro cobra: salários, férias, 13°, FGTS, além do uso da alternativa de direito de imagem para substituir remuneração trabalhista, totalizando um valor de R$ 4.463.858,32

Foto: Arte/GE.Globo

Gum defendeu o Fluminense por nove anos, de agosto de 2009 a dezembro de 2018. Pelo Tricolor ele foi bicampeão brasileiro em 2010 e 2012, campeão carioca de 2012 e campeão da Primeira Liga em 2016.

Foto em destaque: Nelson Perez/Fluminense FC

Fonte: GE.Globo

Maranhão é mais um jogador a processar o Fluminense

O atacante Maranhão, que defendeu o Fluminense entre os anos de 2016 e 2017, é mais um jogador a processar o Fluminense. O jogador que defende atualmente o Operário, na disputa da Série B do Brasileirão, cobra R$ 479.267,82.

O valor cobrado por Maranhão é referente a pontos como verbas rescisórias, saldo de salário, férias e décimo terceiro proporcional e multas.

O caso corre na 77ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro do Tribunal Regional do Trabalho da Primeira Região (TRT-1), já sendo determinado na última sexta-feira (18) pelo juiz substituto João Renda Leal Fernandes, a intimação do Fluminense para se defender do processo.

Foto em destaque: Divulgação/FFC

Fonte: Portal ENM

Fluminense consegue suspensão de penhora das receitas da FluTv

O Fluminense obteve junto ao Tribunal Regional Federal da Segunda Região (TRF-2) a suspensão de uma penhora milionária sobre toda a receita da FluTV nas finais do estadual deste ano, contra o Flamengo.

A Informação foi divulgada pelo portal Esporte News Mundo, que confirmou ainda que a suspensão valerá até que o mérito do recurso seja julgado pelos desembargadores federais do caso.

Vale destacar que o processo tem como ação principal uma cobrança da Caixa Econômica Federal contra o Fluminense, que consta desde 2003 na 10ª Vara Federal de Execução Fiscal da Justiça Federal do Rio de Janeiro (JFRJ) – sendo redistribuída nos últimos dias para a 11ª.

A penhora era referente aos R$ 8.723.502,55 nas transmissões da FluTv na final da Taça Rio e no primeiro jogo da final do estadual, que constava ainda a penhora de 15% da verba que o clube tivesse a receber do Grupo Globo, por direitos de transmissão de seus jogos ao longo dos campeonatos que participa, também até o limite estabelecido para este bloqueio a favor do banco estatal

Fluminense parcela dívida e chega a acordo com ex volante Edwin Valencia

A diretoria do Fluminense segue buscando formas de acertar os cofres do clube e nesta semana chegou a mais um acordo com um ex jogador que buscou seus direitos na justiça: o volante Edwin Valencia, que atuou no clube entre 2010 e 2014.

O acordo foi homologado pelo Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro, quando o clube teve uma dívida de R$ 1,78 milhões divididas em 36 parcelas.

O processo vinha se arrastando desde 2015, quando o colombiano acionou o clube, cobrando verbas rescisórias e parcelas do FGTS, inclusive sobre o direito de imagem.

A dívida inicial do clube com o jogador era inferior aos R$1,78 milhões, mas chegou a este valor em razão das incidências de juros e correções ao longo dos cinco anos do processo.

Representante do jogador no caso, o advogado Dyego Tavares, explicou a importância do acordo, principalmente para evitar uma possível penhora ao clube:

No meio jurídico buscamos sempre o melhor entendimento para as duas partes. O Valencia sempre falou do Fluminense com carinho e do respeito que ele tem pelo presidente Mário Bittencourt, então traçamos um caminho positivo para clube e jogador. Esse acordo evitou penhoras e a continuidade do processo – Disse o advogado em resposta ao site Globoesporte.com.

Fonte: Globoesporte.com

Sem nunca ter atuado pelos profissionais, zagueiro ganha causa de quase R$1 milhão do clube na justiça

Se já não bastasse todos os problemas causados pela pandemia do novo Coronavírus (Covid-19), o Fluminense vem sofrendo com uma antiga dor de cabeça: as ações cobradas por ex jogadores na justiça.

E, nesta quinta-feira (11) o clube foi acionado por dois ex atletas. Um deles, nem chegou a jogar com a camisa do tricolor pelos profissionais, trata-se do zagueiro Alan Fialho, que de acordo com o site Globoesporte.com, ganhou na última segunda-feira (8) uma ação de R$ 904.550,33, movida em fevereiro do ano passado no Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-RJ), com cobrança de salários atrasados, FGTS e verbas rescisórias.

Alan é um zagueiro que foi contratado para atuar na base do clube em 2013. Chegou a treinar entro os profissionais, porém, não atuou em nenhuma partida pelo elenco principal.

Ele ainda foi emprestado ao Legia Varsovia, da Polônia; cinco meses no Arka Gdynia, também da Polônia; quatro meses no Linense, de São Paulo; voltou ao Arka Gdynia por mais uma temporada; passou um semestre no Samorin, da Eslováquia; e em 2018 foi cedido ao Volta Redonda, do Rio de Janeiro, com o Fluminense sendo responsável pelos seus vencimentos durante todo esses períodos de empréstimos.

Mesmo sem nunca ter atuado pelo clube, ele teve seu contrato renovado em duas oportunidades: uma em 2016 e outra em 2017, tendo neste último vínculo, assinado até dezembro de 2019, no entanto, o próprio Alan Fialho obteve a rescisão na Justiça por falta de pagamento. O clube contestou os valores e entrou com recurso de revista, mas na última segunda-feira a Juíza Marly Silveira, da 75ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, deu ganho de causa ao atleta, que cobra:

  • R$ 24.080,00 de FGTS não recolhido
  • R$ 40.157,53 de verbas rescisórias (saldo de salário, 13º salário proporcional, férias proporcionais +1/3, FGTS com multa de 40%)
  • R$ 542.000,00 de cláusula compensatória desportiva (multa prevista em contrato);
  • R$ 27.000,00 de 13º salário de 2016 e 2017;
  • R$ 15.000,00 de salário de dezembro de 2017.

O valor inicial era de R$ 648.237,53, mas com juros e correção passou para R$ 904.550,33. Falta ser quitada a quantia de R$ 884.824,60, e a Justiça determinou o pagamento em até 15 dias úteis, sob risco de penhora em caso de não cumprimento.

Foto em destaque: Nelson Santana/FFC

Fonte: Globoesporte.com

Justiça: Kayke cobra R$800 mil do Fluminense

Ex-jogador do Fluminense, o atacante Kayke, que atualmente joga no Qatar SC, entrou com ação contra o Tricolor. Na última terça-feira (19), o atacante entrou na justiça cobrando R$ 808.393,75 entre verbas rescisórias, salários atrasados, férias, FGTS, multas e honorários.

Kayke defendeu o Fluminense no segundo semestre de 2018, disputou nove jogos, sendo cinco titular e não marcou gols. O caso está no Tribunal Regional do Trabalho 1ª Região, e foi movido pelo advogado do jogador, Luiz Gustavo de Menezes Ribeiro. Ainda não há data para ocorrer a audiência.

Detalhes da cobrança do jogador

  • R$ 315.555,55 referente a dois salários atrasados (de dezembro de 2018 e 13º) e férias;
  • R$ 69.617,77 de não recolhimento de FGTS, acrescido dos juros e correções;
  • R$ 160.000,00 de multa pelo não pagamento das verbas rescisórias no prazo legal;
  • R$ 157.777,77 de multa pelo não pagamento das verbas incontroversas (sobre salário, 13º e férias);
  • R$ 105.442,66 pelo pagamento de 15% dos honorários sucumbenciais.

Fonte: GloboEsporte.com

Pedido de penhora do atacante Pedro foi negado pela justiça

Segundo informações do jornalista David Nascimento, do portal Esporte News Mundo, o atacante Pedro, atualmente no Flamengo, obteve parcial concebida pelo Tribunal Regional do Trabalho da Primeira Região (TRT-1), referente ao processo contra o Fluminense.

O jogador cobra o valor de R$ 2.240.257,08 e reivindica, através de uma tutela, a liberação de seus valores de Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e a execução imediata de valores rescisórios (cerca de R$ 135 mil) pelo contrato que tinhas nas Laranjeiras. O primeiro pedido do jogador foi aceito, entretanto, o segundo foi rejeitado na decisão liminar. Se o jogador entrar com recurso o pedido pode ser novamente analisado.

A decisão tomada na segunda-feira (18), assinada pelo juiz Marco Antônio Belchior da Silveira, da Décima Quarta Vara do Trabalho do Rio, TRT-1, mostra que o Termo de Rescisão de Contrato de Trabalho (TRCT) apresentado foi impugnado pelo Fluminense. Com isso, o magistrado disse que não há “prova documental que corrobore a alegação de que as verbas descritas naquele instrumento foram reconhecidas” pelo Fluminense.  

Detalhes do caso:

Defesa do Fluminense “a existência de um acordo entre partes, com concessões recíprocas, de modo que seriam indevidas as rescisórias vindicadas em virtude da renúncia, pelo clube, da indenização que lhe seria devida (multa)” na rescisão por acordo com o atacante. O Fluminense manifestou-se apenas na liberação de 80% do FGTS – esse foi o único ponto na liminar dito pelo juiz do trabalho.

Cobranças de Pedro

– Pagamento de 13º salário proporcional de 2019

– Férias de 2018/2019

– Sete meses de FGTS

– Verbas rescisórias

– Bichos

– Despesas médicas

– Dano moral pela lesão sofrida enquanto defendia o clube, como a consideração de acidente de trabalho.

Fonte: Explosão Tricolor

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