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Wendel processa o Fluminense e alega “abalo emocional por não possuir recursos básicos necessários para a sua sobrevivência”

Revelado em Xerém e vendido ao Sporting em janeiro de 2018 por 7,5 milhões de euros (à época, R$ 29,2 milhões), Wendel moveu processo trabalhista contra o Fluminense no dia 3 de abril, através da 58ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro. A magistrada Luciana Gonçalves de Oliveira Pereira das Neves julgará o caso em audiência adiada para 17 de junho, a pedido do volante.

A cobrança é referente a(o): cinco parcelas de direitos de imagem (R$ 215 mil); férias (R$ 144.444,00); 13º (R$ 108.333,33); FGTS (R$ 103.999,68); multa de 40% do FGTS (R$ 41.599,87); multa pela rescisão (R$ 82.249,13); e danos morais (R$ 20 mil). O valor pedido é totalizado em R$ 873.959,34.

– O reclamante sofre forte abalo emocional por não possuir recursos básicos necessários para a sua sobrevivência e de sua família, gerando-lhe situação vexatória perante seus credores e à própria sociedade, sendo levado ao desespero, vítima que foi de aflições e angústias, intoleráveis para qualquer ser humano – destaca reclamatória assinada pelos advogados Agnaldo Barreto de Sá Junior e Daniel Viera Rebelo Rodrigues.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Após derrota para Chiquinho, Fluminense é acionado por “moleques de Xerém” na Justiça

Acionado em diversos processos judiciais, o Fluminense vê sua crise financeira, agravada em 2017, cada vez mais longe de uma solução. Nos últimos dias, dois jovens revelados em Xerém recorreram à Justiça por direitos trabalhistas.

Negociado para o Corinthians em julho de 2018 e hoje no Bahia, Douglas solicitou, através de liminar, a penhora de verbas rescisórias. Todavia, a juíza Danielle Soares Abeijon, da 27ª Vara do TRT-1 negou o pedido, alegando ser necessário aguardar a audiência marcada para o dia 4 de junho.

Por sua vez, Wendel, que deixou o clube rumo ao Sporting em 2017, cobra, por exemplo, verbas rescisórias e 40% do FGTS. A audiência deste caso ocorreria na próxima semana. No entanto, o volante pediu o adiamento para a segunda quinzena de junho.

DERROTA NOS TRIBUNAIS PARA CHIQUINHO

Após conseguir R$ 100 mil em ação trabalhista em setembro passado, Chiquinho, que passou pelas Laranjeiras em 2014 e pôs Fluminense e sua ex-patrocinadora Unimed na Justiça, elevou a multa para férias de 2014 mais 1/3, FGTS de dezembro de 2014 e 50% do salário que recebia. A decisão é da juíza Flávia Alves Mendonça Aranha, da 57ª Vara do Trabalho do Tribunal Regional do Trabalho da Primeira Região (TRT-1).

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: LANCE!

Fluminense emite nota sobre decisão dos portões fechados na final da Taça Guanabara

Por Rômulo Morse


O Fluminense emitiu na madrugada desse domingo uma nota oficial referente a decisão de ter portões fechados contra o Vasco, no Maracanã, às 17h do mesmo dia,  pela final da Taça Guanabara. No texto, o clube informou que por conta da desobediência do contrato com o consórcio e da liminar, que garantia o setor sul ao tricolor, fez o requerimento para tal buscando a segurança dos torcedores.

Ainda segundo o comunicado, publicado no site do clube,  o time das Laranjeiras também fala que busca “a preservação do seu direito”. Na mesma madrugada, a desembargadora de plantão, Lucia Helena do Passo, determinou que o jogo não tivesse torcida e que tivesse  a devolução do dinheiro para aqueles que já compraram seus ingressos.

Confira, na íntegra, a nota oficial:

O Fluminense FC comunica que, diante do descumprimento do contrato e decisões judiciais por parte do Maracanã e Vasco da Gama, como medida extrema e buscando a segurança de todos os torcedores e a preservação do seu direito, requereu, entre outros pedidos, que a final se desse com portões fechados. A desembargadora acolheu o pedido do Fluminense, negando a tentativa do Vasco de se esquivar da decisão judicial que impedia o acesso de sua torcida ao setor Sul do Maracanã.

Enquanto o Clube aguardava a decisão da desembargadora de plantão – proferida apenas nesta madrugada, postergamos tanto quanto possível a venda de ingressos nas Laranjeiras.

Por esse motivo, mantida essa decisão, não abriremos a venda de ingressos neste domingo nas Laranjeiras.

Lamentamos muito que a festa das torcidas não aconteça na partida de logo mais, mas estamos certos que a torcida tricolor apoia e está ao lado do Fluminense nesse imbróglio.

Portões fechados na final da Taça Guanabara foi decretado por motivos de segurança

Por Rômulo Morse


A Justiça decretou que o clássico entre Vasco e Fluminense, neste domingo, às 17h, válido pela final da Taça Guanabara, no Maracanã, seja sem torcida, com os portões fechados. A decisão, emitida pela desembargadora de plantão, Lucia Helena do Passo, que também determinou a devolução do dinheiro para aqueles que já compraram seus ingressos, teve como justificativa a segurança dos torcedores.

Tal ação foi tomada após o time Cruz-Maltino entrar com um agravo de instrumento durante o plantão judiciário visando derrubar uma liminar conquistada pelo Fluminense. A mesma reconhecia o tricolor tendo direito ao setor sul do estádio, o que é previsto em contrato do time das Laranjeiras com o Complexo Maracanã, assinado em 2013.

Lucia Helena do Passo considerou que, pelo acordo firmado, as partes deveriam se entender com o Fluminense em relação a utilização do setor em disputa, algo que não aconteceu. A desembargadora também ressaltou a possibilidade de episódios de violência entre as torcidas e criticou o comportamento dos dirigentes.

Segundo ela, as atitudes e falas de Alexandre Campello, presidente do Vasco, e Pedro Abad, mandatário do Fluminense, “acirram o conflito posto e, agressivamente, incitam a violência entre os torcedores”. Dessa forma, por motivos de segurança, optou pela determinação dos portões fechados.

Confira abaixo o documento na íntegra: 

Desembargadora determina final da Taça Guanabara sem torcida

Por Rômulo Morse


Nova reviravolta na tumultuada final da Taça Guanabara. A Justiça decretou que o clássico entre Vasco e Fluminense, neste domingo, às 17h, no Maracanã, seja sem torcida, com os portões fechados. A decisão, emitida pela desembargadora de plantão, Lucia Helena do Passo, também determinou a devolução do dinheiro para aqueles que já compraram seus ingressos.

Mais informações em breve.

Flu obtém liminar da justiça e novos atletas já podem estrear

foto: Lucas Merçon / FFC

O Fluminense obteve uma ótima notícia nesta quarta-feira (23). O clube conseguiu a liberação judicial para registrar os novos contratados.

Em notícia publicada pelo portal NetFlu, dá conta que a Justiça determinou, em caráter de urgência, a liberação dos jogadores, salientando para isso que o caso não era da competência do foro do Espírito Santo, estado onde o Real Noroeste-ES havia entrado com uma ação.

Dessa forma o Tricolor poderá registrar os novos contratados Yony Gonzales, Mateus Gonçalves e Caio Henrique, além das renovações de Marlon e Nathan Ribeiro.

Vale salientar que o simples registro dos atletas não garante a participação dos jogadores na partida desta quinta-feira (24). Para que isso ocorra é necessário que tenham o nome publicado no BID (Boletim Informativo Diário) até o fim desta quarta-feira (23), para aí sim estarem aptos a entrar em campo.

Vale ressaltar ainda que a resolução do imbróglio liberou os atletas Fernando Neto e Wellington Silva para fazerem suas estreias por Paraná e Internacional respectivamente, uma vez que como tinham vínculo com o Fluminense, a ação movida pelo Real Noroeste os impedia de serem inscritos por seus novos clubes.

Wellington Silva processa o Fluminense por descumprimento do acordo de rescisão

Dispensado em dezembro de 2017, Wellington Silva cansou de esperar um posicionamento do Fluminense e, na segunda-feira, processou o ex-time. Ele alega descumprimento do acordo de rescisão e cobra R$ 1,3 milhão, valor acordado em março. Segundo a defesa, somente o FGTS e uma parcela do combinado foram saldados. Ainda há dois meses de salários, multa da indenização rescisória, férias e 13º pendentes.

– Tentamos, de todas as maneiras, receber amigavelmente, inclusive repactuando o acordo. Mas o clube informou no momento que estava aguardando o recebimento de várias receitas e, portanto, não tinha como dar qualquer resposta. O atleta já vem aguardando desde março (data do acordo) sem qualquer posicionamento – declarou o advogado Theotonio Chermont.

Anteriormente, Diego Cavalieri, Marquinho, Artur, Higor Leite e Robert também procuraram a Justiça para resolver o caso. Por não honrar as rescisões, o clube vem sofrendo penhoras, o que prejudica, inclusive, o pagamento de salários ao elenco e funcionários atuais, problema recorrente ao longo da temporada.

Daquele grupo dispensado há um ano, apenas Henrique nunca chegou a negociar um trato com o Fluminense e aguarda a conclusão da sentença judicial. Maranhão está emprestado ao Goiás. 

A juíza Rosane Ribeiro Catrib deu ao clube um prazo de dez dias para se pronunciar. Uma audiência está marcada, na 56º Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, para o dia 21 de fevereiro. 

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Flu não cumpre acordo de rescisões e vê dívida crescer

Valor que já supera os R$5 milhões pode ficar ainda maior.

Ao anunciar as rescisões de contrato de Cavalieri, Marquinho, Higor Leite, Robert e Arthur no final de 2017, a diretoria do Fluminense almejava gerar um lucro aos cofres do clube, porém, depois de descumprir o acordo feito com os atletas, a cobrança foi parar na justiça e o que era pra ser um alívio se tornou em mais dívida.

Descontentes pelo não cumprimento do acordo por parte do clube, os atletas procuraram seus direitos na justiça para receberem o valor com multa, juros e à vista.

Desta forma, de acordo com o portal Globoesporte.com, a dívida do clube já aumentou em pelo menos R$5 milhões, com chances de crescer ainda mais.

Ainda de acordo com o portal, o lateral Wellington Silva, dispensado no início de 2017,  também se encontra na mesma situação pode tomar o mesmo caminho dos ex companheiros.

 

foto: Lucas Merçon

Fluminense é acionado na justiça por atraso no pagamento da compra de Ibanez

Clube formador do zagueiro cobra uma dívida de R$ 389.483,88.

O PRS, clube formador do zagueiro Ibanez está cobrando uma dívida de R$ 389.483,88 ao Fluminense pelo descumprimento do acordo feito entre os clubes, onde o tricolor se comprometeu em pagar a multa de R$ 600 mil do jogador em 12 parcelas (a primeira de R$120 mil, mais 10 x de R$30 mil e outra de R$180 mil.).  Contudo, de acordo com a PRS, o Tricolor pagou apenas uma, a primeira, no valor de R$120 mil.

Desta forma, o clube formador do zagueiro recorreu a justiça para receber o valor em atraso: R$ 389.483,88. A ação, datada de 1º de outubro, foi distribuída para a 38ª Vara Cível do Rio de Janeiro.

De acordo com o PRS, pois o Fluminense não respondeu a notificação extrajudicial informando o atraso.

 

ST,

Douglas Wandekochen

foto: Lucas Merçon

Fluminense se endivida por compra de Dudu e tem mais de R$ 150 mil penhorados

As dívidas nas Laranjeiras aparecem aos montes. É a vez de problemas passados virem à tona. O milhão desbloqueado no caso Diego Souza, ainda em curso na Justiça, teve R$ 156.786,34 penhorados, em decisão tomada pelo juiz José Maurício Helayel Ismael. O motivo é a cobrança do Inter de Limeira pelo que faltou do valor acordado para a venda de Dudu, da base, fechada na gestão Peter Siemsen.

A transação custou R$ 150 mil e foi parcelada em seis vezes. Entretanto, a única parcela paga, na quantia de R$ 40 mil, foi no mês de setembro de 2016, quando o negócio foi sacramentado. Agora, o ex-clube do atacante defende o pagamento do restante – R$ 110 mil – mais acréscimo pelo atraso.

Aos 19 anos, Dudu atua no time de Léo Percovich, mas acumula algumas chances no profissional, ainda quando Abel Braga estava no comando. Jogou sete vezes, inclusive na queda na Copa do Brasil, para o Avaí, quando foi expulso e acabou dificultando a vida do time, e marcou apenas um gol, no Carioca.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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