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Ex técnico do Flu, Marcelo Oliveira entra na justiça por acordo de rescisão não pago

Ex técnico do Fluminense, Marcelo Oliveira, demitido na penúltima rodada do Campeonato Brasileiro de 2018 cobra na justiça cerca de R$1,1 milhão por acordo de rescisão não pago.

O treinador que recebia cerca de R$220 mil mensais entre CLT e imagens, firmou um acordo ainda na gestão Pedro Abad, para receber a rescisão contratual mais os atrasados em parcelas até junho de 2019.

O clube teria cumprido com as primeiras parcelas e seguido com inadimplência nas seguintes. Em 26 de novembro deste ano, já no mandato de Mário Bittencourt, o processo do treinador foi distribuído para a 82ª Vara do Trabalho do Rio cobrando o valor referido de R$1,1 milhão.

A ação no entanto está em fase inicial e uma audiência de conciliação já foi agendada para o dia 21 de janeiro de 2020.

Fonte: Globoesporte.com

Foto em destaque: Alexandre Durão

Fluminense e MPI vão a audiência e negociam acordo por “caso Gérson”

Fluminense e MPI, sediada em Luxemburgo, se reuniram no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, nessa quinta-feira, para uma audiência de conciliação sobre o “caso Gérson”. A empresa cobra dívida gerada pela venda do meia à Roma, em 2015, e conseguiu a penhora (ainda mantida) de quase R$ 12 milhões da transferência de Pedro à Fiorentina.

Ficou decidido, após o encontro de 2h30, que a advogada da MPI vai analisar a proposta dos representantes tricolores, que buscam redução e parcelamento do valor. Há otimismo para a próxima reunião, marcada para segunda-feira. Sem acordo, o Tricolor promete recorrer. Por determinação da juíza Flávia Justus, da 38ª Vara Cível, responsável pelo caso, o processo passará a tramitar em segredo de Justiça.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: GloboEsporte.com.

Dispensado em 2017, Higor Leite ganha processo em que cobra R$ 860 mil do Fluminense

Um dos dispensados em dezembro de 2017, Higor Leite processou o Fluminense pelo descumprimento do acordo de rescisão, depois de receber somente R$ 97 mil de R$ 240.363,93 em cerca de um ano.

Revelado em Xerém, o meia de 26 anos recorreu à Justiça em cobranças trabalhistas, com multa e juros, até a condenação do Tricolor ao pagamento de R$ 860.347,40, por decisão da juíza Cissa de Almeida Biasoli, da 75ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro. 

Hoje no Londrina, após rodar por clubes pequenos, Higor soma 21 jogos e nenhum gol pelo Time de Guerreiros.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Paulo Henrique Ganso é intimado por oficial de Justiça na Arena Corinthians

Após o empate em 0 a 0 entre Corinthians e Fluminense, em São Paulo, pelas quartas-de-final da Sul-Americana, Paulo Henrique Ganso recebeu, ainda na Arena, intimação de oficial de Justiça. A assessoria do clube confirmou a informação, dada, inicialmente, pela Rádio Transamérica.

A autoridade chegou ao estádio a poucos momentos de a bola rolar. Convencida pelo Tricolor, esperou o fim do duelo para se reunir com o camisa 10, no objetivo de não desconcentrá-lo.

Enquanto era conduzido pelo agente a uma sala para entrega do documento, o meia se limitou a dizer que a questão era pessoal. Na zona mista, ele, aos risos, optou por não se pronunciar sobre o episódio.

— Você está preocupado com isso, cara? Falemos do jogo. Mas não me atrapalha (em campo), não — disse a um jornalista.

— Jogo tão bom como esse e você (jornalista) vem me fazer essa pergunta –despistou a outro.

Informa o UOL que trata-se de um processo movido por Victoria Lopes de Almeida, mãe de Maria Victoria Lopes de Almeida de Lima, de 7 anos, filha mais velha do jogador. A mulher com quem se relacionou brevemente deseja uma revisão da pensão. Ele tem mais dois filhos, Henrico, de 4 anos, e Stella, de 2, do casamento com Giovanna Costi.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fluminense consegue acordo com Wellington Silva, e Justiça suspende penhora

Graças ao acordo amigável junto a Wellington Silva, dispensado em dezembro de 2017 com mais sete jogadores, o Fluminense conseguiu, na segunda-feira, a suspensão da penhora de R$ 951,6 mil. O montante, a ser pago pela CBF, havia sido bloqueado por decisão do juiz Fábio Correia Luiz Soares, da 56ª Vara do Tribunal Regional do Trabalho do Rio (TRT-RJ), no dia 4 de junho.

Inicialmente, a ação do lateral-direito cobrava R$ 1,3 milhão do Tricolor, que deve férias, salários, multa indenizatória e 13º. As condições negociadas estão sob segredo de justiça e nenhum dos lados quis se pronunciar oficialmente sobre o caso.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: UOL.

Wendel processa o Fluminense e alega “abalo emocional por não possuir recursos básicos necessários para a sua sobrevivência”

Revelado em Xerém e vendido ao Sporting em janeiro de 2018 por 7,5 milhões de euros (à época, R$ 29,2 milhões), Wendel moveu processo trabalhista contra o Fluminense no dia 3 de abril, através da 58ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro. A magistrada Luciana Gonçalves de Oliveira Pereira das Neves julgará o caso em audiência adiada para 17 de junho, a pedido do volante.

A cobrança é referente a(o): cinco parcelas de direitos de imagem (R$ 215 mil); férias (R$ 144.444,00); 13º (R$ 108.333,33); FGTS (R$ 103.999,68); multa de 40% do FGTS (R$ 41.599,87); multa pela rescisão (R$ 82.249,13); e danos morais (R$ 20 mil). O valor pedido é totalizado em R$ 873.959,34.

– O reclamante sofre forte abalo emocional por não possuir recursos básicos necessários para a sua sobrevivência e de sua família, gerando-lhe situação vexatória perante seus credores e à própria sociedade, sendo levado ao desespero, vítima que foi de aflições e angústias, intoleráveis para qualquer ser humano – destaca reclamatória assinada pelos advogados Agnaldo Barreto de Sá Junior e Daniel Viera Rebelo Rodrigues.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Após derrota para Chiquinho, Fluminense é acionado por “moleques de Xerém” na Justiça

Acionado em diversos processos judiciais, o Fluminense vê sua crise financeira, agravada em 2017, cada vez mais longe de uma solução. Nos últimos dias, dois jovens revelados em Xerém recorreram à Justiça por direitos trabalhistas.

Negociado para o Corinthians em julho de 2018 e hoje no Bahia, Douglas solicitou, através de liminar, a penhora de verbas rescisórias. Todavia, a juíza Danielle Soares Abeijon, da 27ª Vara do TRT-1 negou o pedido, alegando ser necessário aguardar a audiência marcada para o dia 4 de junho.

Por sua vez, Wendel, que deixou o clube rumo ao Sporting em 2017, cobra, por exemplo, verbas rescisórias e 40% do FGTS. A audiência deste caso ocorreria na próxima semana. No entanto, o volante pediu o adiamento para a segunda quinzena de junho.

DERROTA NOS TRIBUNAIS PARA CHIQUINHO

Após conseguir R$ 100 mil em ação trabalhista em setembro passado, Chiquinho, que passou pelas Laranjeiras em 2014 e pôs Fluminense e sua ex-patrocinadora Unimed na Justiça, elevou a multa para férias de 2014 mais 1/3, FGTS de dezembro de 2014 e 50% do salário que recebia. A decisão é da juíza Flávia Alves Mendonça Aranha, da 57ª Vara do Trabalho do Tribunal Regional do Trabalho da Primeira Região (TRT-1).

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: LANCE!

Fluminense emite nota sobre decisão dos portões fechados na final da Taça Guanabara

Por Rômulo Morse


O Fluminense emitiu na madrugada desse domingo uma nota oficial referente a decisão de ter portões fechados contra o Vasco, no Maracanã, às 17h do mesmo dia,  pela final da Taça Guanabara. No texto, o clube informou que por conta da desobediência do contrato com o consórcio e da liminar, que garantia o setor sul ao tricolor, fez o requerimento para tal buscando a segurança dos torcedores.

Ainda segundo o comunicado, publicado no site do clube,  o time das Laranjeiras também fala que busca “a preservação do seu direito”. Na mesma madrugada, a desembargadora de plantão, Lucia Helena do Passo, determinou que o jogo não tivesse torcida e que tivesse  a devolução do dinheiro para aqueles que já compraram seus ingressos.

Confira, na íntegra, a nota oficial:

O Fluminense FC comunica que, diante do descumprimento do contrato e decisões judiciais por parte do Maracanã e Vasco da Gama, como medida extrema e buscando a segurança de todos os torcedores e a preservação do seu direito, requereu, entre outros pedidos, que a final se desse com portões fechados. A desembargadora acolheu o pedido do Fluminense, negando a tentativa do Vasco de se esquivar da decisão judicial que impedia o acesso de sua torcida ao setor Sul do Maracanã.

Enquanto o Clube aguardava a decisão da desembargadora de plantão – proferida apenas nesta madrugada, postergamos tanto quanto possível a venda de ingressos nas Laranjeiras.

Por esse motivo, mantida essa decisão, não abriremos a venda de ingressos neste domingo nas Laranjeiras.

Lamentamos muito que a festa das torcidas não aconteça na partida de logo mais, mas estamos certos que a torcida tricolor apoia e está ao lado do Fluminense nesse imbróglio.

Portões fechados na final da Taça Guanabara foi decretado por motivos de segurança

Por Rômulo Morse


A Justiça decretou que o clássico entre Vasco e Fluminense, neste domingo, às 17h, válido pela final da Taça Guanabara, no Maracanã, seja sem torcida, com os portões fechados. A decisão, emitida pela desembargadora de plantão, Lucia Helena do Passo, que também determinou a devolução do dinheiro para aqueles que já compraram seus ingressos, teve como justificativa a segurança dos torcedores.

Tal ação foi tomada após o time Cruz-Maltino entrar com um agravo de instrumento durante o plantão judiciário visando derrubar uma liminar conquistada pelo Fluminense. A mesma reconhecia o tricolor tendo direito ao setor sul do estádio, o que é previsto em contrato do time das Laranjeiras com o Complexo Maracanã, assinado em 2013.

Lucia Helena do Passo considerou que, pelo acordo firmado, as partes deveriam se entender com o Fluminense em relação a utilização do setor em disputa, algo que não aconteceu. A desembargadora também ressaltou a possibilidade de episódios de violência entre as torcidas e criticou o comportamento dos dirigentes.

Segundo ela, as atitudes e falas de Alexandre Campello, presidente do Vasco, e Pedro Abad, mandatário do Fluminense, “acirram o conflito posto e, agressivamente, incitam a violência entre os torcedores”. Dessa forma, por motivos de segurança, optou pela determinação dos portões fechados.

Confira abaixo o documento na íntegra: 

Desembargadora determina final da Taça Guanabara sem torcida

Por Rômulo Morse


Nova reviravolta na tumultuada final da Taça Guanabara. A Justiça decretou que o clássico entre Vasco e Fluminense, neste domingo, às 17h, no Maracanã, seja sem torcida, com os portões fechados. A decisão, emitida pela desembargadora de plantão, Lucia Helena do Passo, também determinou a devolução do dinheiro para aqueles que já compraram seus ingressos.

Mais informações em breve.

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