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Fluminense e MPI vão a audiência e negociam acordo por “caso Gérson”

Fluminense e MPI, sediada em Luxemburgo, se reuniram no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, nessa quinta-feira, para uma audiência de conciliação sobre o “caso Gérson”. A empresa cobra dívida gerada pela venda do meia à Roma, em 2015, e conseguiu a penhora (ainda mantida) de quase R$ 12 milhões da transferência de Pedro à Fiorentina.

Ficou decidido, após o encontro de 2h30, que a advogada da MPI vai analisar a proposta dos representantes tricolores, que buscam redução e parcelamento do valor. Há otimismo para a próxima reunião, marcada para segunda-feira. Sem acordo, o Tricolor promete recorrer. Por determinação da juíza Flávia Justus, da 38ª Vara Cível, responsável pelo caso, o processo passará a tramitar em segredo de Justiça.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: GloboEsporte.com.

Dispensado em 2017, Higor Leite ganha processo em que cobra R$ 860 mil do Fluminense

Um dos dispensados em dezembro de 2017, Higor Leite processou o Fluminense pelo descumprimento do acordo de rescisão, depois de receber somente R$ 97 mil de R$ 240.363,93 em cerca de um ano.

Revelado em Xerém, o meia de 26 anos recorreu à Justiça em cobranças trabalhistas, com multa e juros, até a condenação do Tricolor ao pagamento de R$ 860.347,40, por decisão da juíza Cissa de Almeida Biasoli, da 75ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro. 

Hoje no Londrina, após rodar por clubes pequenos, Higor soma 21 jogos e nenhum gol pelo Time de Guerreiros.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Paulo Henrique Ganso é intimado por oficial de Justiça na Arena Corinthians

Após o empate em 0 a 0 entre Corinthians e Fluminense, em São Paulo, pelas quartas-de-final da Sul-Americana, Paulo Henrique Ganso recebeu, ainda na Arena, intimação de oficial de Justiça. A assessoria do clube confirmou a informação, dada, inicialmente, pela Rádio Transamérica.

A autoridade chegou ao estádio a poucos momentos de a bola rolar. Convencida pelo Tricolor, esperou o fim do duelo para se reunir com o camisa 10, no objetivo de não desconcentrá-lo.

Enquanto era conduzido pelo agente a uma sala para entrega do documento, o meia se limitou a dizer que a questão era pessoal. Na zona mista, ele, aos risos, optou por não se pronunciar sobre o episódio.

— Você está preocupado com isso, cara? Falemos do jogo. Mas não me atrapalha (em campo), não — disse a um jornalista.

— Jogo tão bom como esse e você (jornalista) vem me fazer essa pergunta –despistou a outro.

Informa o UOL que trata-se de um processo movido por Victoria Lopes de Almeida, mãe de Maria Victoria Lopes de Almeida de Lima, de 7 anos, filha mais velha do jogador. A mulher com quem se relacionou brevemente deseja uma revisão da pensão. Ele tem mais dois filhos, Henrico, de 4 anos, e Stella, de 2, do casamento com Giovanna Costi.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fluminense consegue acordo com Wellington Silva, e Justiça suspende penhora

Graças ao acordo amigável junto a Wellington Silva, dispensado em dezembro de 2017 com mais sete jogadores, o Fluminense conseguiu, na segunda-feira, a suspensão da penhora de R$ 951,6 mil. O montante, a ser pago pela CBF, havia sido bloqueado por decisão do juiz Fábio Correia Luiz Soares, da 56ª Vara do Tribunal Regional do Trabalho do Rio (TRT-RJ), no dia 4 de junho.

Inicialmente, a ação do lateral-direito cobrava R$ 1,3 milhão do Tricolor, que deve férias, salários, multa indenizatória e 13º. As condições negociadas estão sob segredo de justiça e nenhum dos lados quis se pronunciar oficialmente sobre o caso.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: UOL.

Wendel processa o Fluminense e alega “abalo emocional por não possuir recursos básicos necessários para a sua sobrevivência”

Revelado em Xerém e vendido ao Sporting em janeiro de 2018 por 7,5 milhões de euros (à época, R$ 29,2 milhões), Wendel moveu processo trabalhista contra o Fluminense no dia 3 de abril, através da 58ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro. A magistrada Luciana Gonçalves de Oliveira Pereira das Neves julgará o caso em audiência adiada para 17 de junho, a pedido do volante.

A cobrança é referente a(o): cinco parcelas de direitos de imagem (R$ 215 mil); férias (R$ 144.444,00); 13º (R$ 108.333,33); FGTS (R$ 103.999,68); multa de 40% do FGTS (R$ 41.599,87); multa pela rescisão (R$ 82.249,13); e danos morais (R$ 20 mil). O valor pedido é totalizado em R$ 873.959,34.

– O reclamante sofre forte abalo emocional por não possuir recursos básicos necessários para a sua sobrevivência e de sua família, gerando-lhe situação vexatória perante seus credores e à própria sociedade, sendo levado ao desespero, vítima que foi de aflições e angústias, intoleráveis para qualquer ser humano – destaca reclamatória assinada pelos advogados Agnaldo Barreto de Sá Junior e Daniel Viera Rebelo Rodrigues.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Após derrota para Chiquinho, Fluminense é acionado por “moleques de Xerém” na Justiça

Acionado em diversos processos judiciais, o Fluminense vê sua crise financeira, agravada em 2017, cada vez mais longe de uma solução. Nos últimos dias, dois jovens revelados em Xerém recorreram à Justiça por direitos trabalhistas.

Negociado para o Corinthians em julho de 2018 e hoje no Bahia, Douglas solicitou, através de liminar, a penhora de verbas rescisórias. Todavia, a juíza Danielle Soares Abeijon, da 27ª Vara do TRT-1 negou o pedido, alegando ser necessário aguardar a audiência marcada para o dia 4 de junho.

Por sua vez, Wendel, que deixou o clube rumo ao Sporting em 2017, cobra, por exemplo, verbas rescisórias e 40% do FGTS. A audiência deste caso ocorreria na próxima semana. No entanto, o volante pediu o adiamento para a segunda quinzena de junho.

DERROTA NOS TRIBUNAIS PARA CHIQUINHO

Após conseguir R$ 100 mil em ação trabalhista em setembro passado, Chiquinho, que passou pelas Laranjeiras em 2014 e pôs Fluminense e sua ex-patrocinadora Unimed na Justiça, elevou a multa para férias de 2014 mais 1/3, FGTS de dezembro de 2014 e 50% do salário que recebia. A decisão é da juíza Flávia Alves Mendonça Aranha, da 57ª Vara do Trabalho do Tribunal Regional do Trabalho da Primeira Região (TRT-1).

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: LANCE!

Fluminense emite nota sobre decisão dos portões fechados na final da Taça Guanabara

Por Rômulo Morse


O Fluminense emitiu na madrugada desse domingo uma nota oficial referente a decisão de ter portões fechados contra o Vasco, no Maracanã, às 17h do mesmo dia,  pela final da Taça Guanabara. No texto, o clube informou que por conta da desobediência do contrato com o consórcio e da liminar, que garantia o setor sul ao tricolor, fez o requerimento para tal buscando a segurança dos torcedores.

Ainda segundo o comunicado, publicado no site do clube,  o time das Laranjeiras também fala que busca “a preservação do seu direito”. Na mesma madrugada, a desembargadora de plantão, Lucia Helena do Passo, determinou que o jogo não tivesse torcida e que tivesse  a devolução do dinheiro para aqueles que já compraram seus ingressos.

Confira, na íntegra, a nota oficial:

O Fluminense FC comunica que, diante do descumprimento do contrato e decisões judiciais por parte do Maracanã e Vasco da Gama, como medida extrema e buscando a segurança de todos os torcedores e a preservação do seu direito, requereu, entre outros pedidos, que a final se desse com portões fechados. A desembargadora acolheu o pedido do Fluminense, negando a tentativa do Vasco de se esquivar da decisão judicial que impedia o acesso de sua torcida ao setor Sul do Maracanã.

Enquanto o Clube aguardava a decisão da desembargadora de plantão – proferida apenas nesta madrugada, postergamos tanto quanto possível a venda de ingressos nas Laranjeiras.

Por esse motivo, mantida essa decisão, não abriremos a venda de ingressos neste domingo nas Laranjeiras.

Lamentamos muito que a festa das torcidas não aconteça na partida de logo mais, mas estamos certos que a torcida tricolor apoia e está ao lado do Fluminense nesse imbróglio.

Portões fechados na final da Taça Guanabara foi decretado por motivos de segurança

Por Rômulo Morse


A Justiça decretou que o clássico entre Vasco e Fluminense, neste domingo, às 17h, válido pela final da Taça Guanabara, no Maracanã, seja sem torcida, com os portões fechados. A decisão, emitida pela desembargadora de plantão, Lucia Helena do Passo, que também determinou a devolução do dinheiro para aqueles que já compraram seus ingressos, teve como justificativa a segurança dos torcedores.

Tal ação foi tomada após o time Cruz-Maltino entrar com um agravo de instrumento durante o plantão judiciário visando derrubar uma liminar conquistada pelo Fluminense. A mesma reconhecia o tricolor tendo direito ao setor sul do estádio, o que é previsto em contrato do time das Laranjeiras com o Complexo Maracanã, assinado em 2013.

Lucia Helena do Passo considerou que, pelo acordo firmado, as partes deveriam se entender com o Fluminense em relação a utilização do setor em disputa, algo que não aconteceu. A desembargadora também ressaltou a possibilidade de episódios de violência entre as torcidas e criticou o comportamento dos dirigentes.

Segundo ela, as atitudes e falas de Alexandre Campello, presidente do Vasco, e Pedro Abad, mandatário do Fluminense, “acirram o conflito posto e, agressivamente, incitam a violência entre os torcedores”. Dessa forma, por motivos de segurança, optou pela determinação dos portões fechados.

Confira abaixo o documento na íntegra: 

Desembargadora determina final da Taça Guanabara sem torcida

Por Rômulo Morse


Nova reviravolta na tumultuada final da Taça Guanabara. A Justiça decretou que o clássico entre Vasco e Fluminense, neste domingo, às 17h, no Maracanã, seja sem torcida, com os portões fechados. A decisão, emitida pela desembargadora de plantão, Lucia Helena do Passo, também determinou a devolução do dinheiro para aqueles que já compraram seus ingressos.

Mais informações em breve.

Flu obtém liminar da justiça e novos atletas já podem estrear

foto: Lucas Merçon / FFC

O Fluminense obteve uma ótima notícia nesta quarta-feira (23). O clube conseguiu a liberação judicial para registrar os novos contratados.

Em notícia publicada pelo portal NetFlu, dá conta que a Justiça determinou, em caráter de urgência, a liberação dos jogadores, salientando para isso que o caso não era da competência do foro do Espírito Santo, estado onde o Real Noroeste-ES havia entrado com uma ação.

Dessa forma o Tricolor poderá registrar os novos contratados Yony Gonzales, Mateus Gonçalves e Caio Henrique, além das renovações de Marlon e Nathan Ribeiro.

Vale salientar que o simples registro dos atletas não garante a participação dos jogadores na partida desta quinta-feira (24). Para que isso ocorra é necessário que tenham o nome publicado no BID (Boletim Informativo Diário) até o fim desta quarta-feira (23), para aí sim estarem aptos a entrar em campo.

Vale ressaltar ainda que a resolução do imbróglio liberou os atletas Fernando Neto e Wellington Silva para fazerem suas estreias por Paraná e Internacional respectivamente, uma vez que como tinham vínculo com o Fluminense, a ação movida pelo Real Noroeste os impedia de serem inscritos por seus novos clubes.

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