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Fluminense consegue acordo com Wellington Silva, e Justiça suspende penhora

Graças ao acordo amigável junto a Wellington Silva, dispensado em dezembro de 2017 com mais sete jogadores, o Fluminense conseguiu, na segunda-feira, a suspensão da penhora de R$ 951,6 mil. O montante, a ser pago pela CBF, havia sido bloqueado por decisão do juiz Fábio Correia Luiz Soares, da 56ª Vara do Tribunal Regional do Trabalho do Rio (TRT-RJ), no dia 4 de junho.

Inicialmente, a ação do lateral-direito cobrava R$ 1,3 milhão do Tricolor, que deve férias, salários, multa indenizatória e 13º. As condições negociadas estão sob segredo de justiça e nenhum dos lados quis se pronunciar oficialmente sobre o caso.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: UOL.

Wendel processa o Fluminense e alega “abalo emocional por não possuir recursos básicos necessários para a sua sobrevivência”

Revelado em Xerém e vendido ao Sporting em janeiro de 2018 por 7,5 milhões de euros (à época, R$ 29,2 milhões), Wendel moveu processo trabalhista contra o Fluminense no dia 3 de abril, através da 58ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro. A magistrada Luciana Gonçalves de Oliveira Pereira das Neves julgará o caso em audiência adiada para 17 de junho, a pedido do volante.

A cobrança é referente a(o): cinco parcelas de direitos de imagem (R$ 215 mil); férias (R$ 144.444,00); 13º (R$ 108.333,33); FGTS (R$ 103.999,68); multa de 40% do FGTS (R$ 41.599,87); multa pela rescisão (R$ 82.249,13); e danos morais (R$ 20 mil). O valor pedido é totalizado em R$ 873.959,34.

– O reclamante sofre forte abalo emocional por não possuir recursos básicos necessários para a sua sobrevivência e de sua família, gerando-lhe situação vexatória perante seus credores e à própria sociedade, sendo levado ao desespero, vítima que foi de aflições e angústias, intoleráveis para qualquer ser humano – destaca reclamatória assinada pelos advogados Agnaldo Barreto de Sá Junior e Daniel Viera Rebelo Rodrigues.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Após derrota para Chiquinho, Fluminense é acionado por “moleques de Xerém” na Justiça

Acionado em diversos processos judiciais, o Fluminense vê sua crise financeira, agravada em 2017, cada vez mais longe de uma solução. Nos últimos dias, dois jovens revelados em Xerém recorreram à Justiça por direitos trabalhistas.

Negociado para o Corinthians em julho de 2018 e hoje no Bahia, Douglas solicitou, através de liminar, a penhora de verbas rescisórias. Todavia, a juíza Danielle Soares Abeijon, da 27ª Vara do TRT-1 negou o pedido, alegando ser necessário aguardar a audiência marcada para o dia 4 de junho.

Por sua vez, Wendel, que deixou o clube rumo ao Sporting em 2017, cobra, por exemplo, verbas rescisórias e 40% do FGTS. A audiência deste caso ocorreria na próxima semana. No entanto, o volante pediu o adiamento para a segunda quinzena de junho.

DERROTA NOS TRIBUNAIS PARA CHIQUINHO

Após conseguir R$ 100 mil em ação trabalhista em setembro passado, Chiquinho, que passou pelas Laranjeiras em 2014 e pôs Fluminense e sua ex-patrocinadora Unimed na Justiça, elevou a multa para férias de 2014 mais 1/3, FGTS de dezembro de 2014 e 50% do salário que recebia. A decisão é da juíza Flávia Alves Mendonça Aranha, da 57ª Vara do Trabalho do Tribunal Regional do Trabalho da Primeira Região (TRT-1).

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: LANCE!

Fluminense emite nota sobre decisão dos portões fechados na final da Taça Guanabara

Por Rômulo Morse


O Fluminense emitiu na madrugada desse domingo uma nota oficial referente a decisão de ter portões fechados contra o Vasco, no Maracanã, às 17h do mesmo dia,  pela final da Taça Guanabara. No texto, o clube informou que por conta da desobediência do contrato com o consórcio e da liminar, que garantia o setor sul ao tricolor, fez o requerimento para tal buscando a segurança dos torcedores.

Ainda segundo o comunicado, publicado no site do clube,  o time das Laranjeiras também fala que busca “a preservação do seu direito”. Na mesma madrugada, a desembargadora de plantão, Lucia Helena do Passo, determinou que o jogo não tivesse torcida e que tivesse  a devolução do dinheiro para aqueles que já compraram seus ingressos.

Confira, na íntegra, a nota oficial:

O Fluminense FC comunica que, diante do descumprimento do contrato e decisões judiciais por parte do Maracanã e Vasco da Gama, como medida extrema e buscando a segurança de todos os torcedores e a preservação do seu direito, requereu, entre outros pedidos, que a final se desse com portões fechados. A desembargadora acolheu o pedido do Fluminense, negando a tentativa do Vasco de se esquivar da decisão judicial que impedia o acesso de sua torcida ao setor Sul do Maracanã.

Enquanto o Clube aguardava a decisão da desembargadora de plantão – proferida apenas nesta madrugada, postergamos tanto quanto possível a venda de ingressos nas Laranjeiras.

Por esse motivo, mantida essa decisão, não abriremos a venda de ingressos neste domingo nas Laranjeiras.

Lamentamos muito que a festa das torcidas não aconteça na partida de logo mais, mas estamos certos que a torcida tricolor apoia e está ao lado do Fluminense nesse imbróglio.

Portões fechados na final da Taça Guanabara foi decretado por motivos de segurança

Por Rômulo Morse


A Justiça decretou que o clássico entre Vasco e Fluminense, neste domingo, às 17h, válido pela final da Taça Guanabara, no Maracanã, seja sem torcida, com os portões fechados. A decisão, emitida pela desembargadora de plantão, Lucia Helena do Passo, que também determinou a devolução do dinheiro para aqueles que já compraram seus ingressos, teve como justificativa a segurança dos torcedores.

Tal ação foi tomada após o time Cruz-Maltino entrar com um agravo de instrumento durante o plantão judiciário visando derrubar uma liminar conquistada pelo Fluminense. A mesma reconhecia o tricolor tendo direito ao setor sul do estádio, o que é previsto em contrato do time das Laranjeiras com o Complexo Maracanã, assinado em 2013.

Lucia Helena do Passo considerou que, pelo acordo firmado, as partes deveriam se entender com o Fluminense em relação a utilização do setor em disputa, algo que não aconteceu. A desembargadora também ressaltou a possibilidade de episódios de violência entre as torcidas e criticou o comportamento dos dirigentes.

Segundo ela, as atitudes e falas de Alexandre Campello, presidente do Vasco, e Pedro Abad, mandatário do Fluminense, “acirram o conflito posto e, agressivamente, incitam a violência entre os torcedores”. Dessa forma, por motivos de segurança, optou pela determinação dos portões fechados.

Confira abaixo o documento na íntegra: 

Desembargadora determina final da Taça Guanabara sem torcida

Por Rômulo Morse


Nova reviravolta na tumultuada final da Taça Guanabara. A Justiça decretou que o clássico entre Vasco e Fluminense, neste domingo, às 17h, no Maracanã, seja sem torcida, com os portões fechados. A decisão, emitida pela desembargadora de plantão, Lucia Helena do Passo, também determinou a devolução do dinheiro para aqueles que já compraram seus ingressos.

Mais informações em breve.

Flu obtém liminar da justiça e novos atletas já podem estrear

foto: Lucas Merçon / FFC

O Fluminense obteve uma ótima notícia nesta quarta-feira (23). O clube conseguiu a liberação judicial para registrar os novos contratados.

Em notícia publicada pelo portal NetFlu, dá conta que a Justiça determinou, em caráter de urgência, a liberação dos jogadores, salientando para isso que o caso não era da competência do foro do Espírito Santo, estado onde o Real Noroeste-ES havia entrado com uma ação.

Dessa forma o Tricolor poderá registrar os novos contratados Yony Gonzales, Mateus Gonçalves e Caio Henrique, além das renovações de Marlon e Nathan Ribeiro.

Vale salientar que o simples registro dos atletas não garante a participação dos jogadores na partida desta quinta-feira (24). Para que isso ocorra é necessário que tenham o nome publicado no BID (Boletim Informativo Diário) até o fim desta quarta-feira (23), para aí sim estarem aptos a entrar em campo.

Vale ressaltar ainda que a resolução do imbróglio liberou os atletas Fernando Neto e Wellington Silva para fazerem suas estreias por Paraná e Internacional respectivamente, uma vez que como tinham vínculo com o Fluminense, a ação movida pelo Real Noroeste os impedia de serem inscritos por seus novos clubes.

Wellington Silva processa o Fluminense por descumprimento do acordo de rescisão

Dispensado em dezembro de 2017, Wellington Silva cansou de esperar um posicionamento do Fluminense e, na segunda-feira, processou o ex-time. Ele alega descumprimento do acordo de rescisão e cobra R$ 1,3 milhão, valor acordado em março. Segundo a defesa, somente o FGTS e uma parcela do combinado foram saldados. Ainda há dois meses de salários, multa da indenização rescisória, férias e 13º pendentes.

– Tentamos, de todas as maneiras, receber amigavelmente, inclusive repactuando o acordo. Mas o clube informou no momento que estava aguardando o recebimento de várias receitas e, portanto, não tinha como dar qualquer resposta. O atleta já vem aguardando desde março (data do acordo) sem qualquer posicionamento – declarou o advogado Theotonio Chermont.

Anteriormente, Diego Cavalieri, Marquinho, Artur, Higor Leite e Robert também procuraram a Justiça para resolver o caso. Por não honrar as rescisões, o clube vem sofrendo penhoras, o que prejudica, inclusive, o pagamento de salários ao elenco e funcionários atuais, problema recorrente ao longo da temporada.

Daquele grupo dispensado há um ano, apenas Henrique nunca chegou a negociar um trato com o Fluminense e aguarda a conclusão da sentença judicial. Maranhão está emprestado ao Goiás. 

A juíza Rosane Ribeiro Catrib deu ao clube um prazo de dez dias para se pronunciar. Uma audiência está marcada, na 56º Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, para o dia 21 de fevereiro. 

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Flu não cumpre acordo de rescisões e vê dívida crescer

Valor que já supera os R$5 milhões pode ficar ainda maior.

Ao anunciar as rescisões de contrato de Cavalieri, Marquinho, Higor Leite, Robert e Arthur no final de 2017, a diretoria do Fluminense almejava gerar um lucro aos cofres do clube, porém, depois de descumprir o acordo feito com os atletas, a cobrança foi parar na justiça e o que era pra ser um alívio se tornou em mais dívida.

Descontentes pelo não cumprimento do acordo por parte do clube, os atletas procuraram seus direitos na justiça para receberem o valor com multa, juros e à vista.

Desta forma, de acordo com o portal Globoesporte.com, a dívida do clube já aumentou em pelo menos R$5 milhões, com chances de crescer ainda mais.

Ainda de acordo com o portal, o lateral Wellington Silva, dispensado no início de 2017,  também se encontra na mesma situação pode tomar o mesmo caminho dos ex companheiros.

 

foto: Lucas Merçon

Fluminense é acionado na justiça por atraso no pagamento da compra de Ibanez

Clube formador do zagueiro cobra uma dívida de R$ 389.483,88.

O PRS, clube formador do zagueiro Ibanez está cobrando uma dívida de R$ 389.483,88 ao Fluminense pelo descumprimento do acordo feito entre os clubes, onde o tricolor se comprometeu em pagar a multa de R$ 600 mil do jogador em 12 parcelas (a primeira de R$120 mil, mais 10 x de R$30 mil e outra de R$180 mil.).  Contudo, de acordo com a PRS, o Tricolor pagou apenas uma, a primeira, no valor de R$120 mil.

Desta forma, o clube formador do zagueiro recorreu a justiça para receber o valor em atraso: R$ 389.483,88. A ação, datada de 1º de outubro, foi distribuída para a 38ª Vara Cível do Rio de Janeiro.

De acordo com o PRS, pois o Fluminense não respondeu a notificação extrajudicial informando o atraso.

 

ST,

Douglas Wandekochen

foto: Lucas Merçon

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