Ex volante Pierre entra na justiça contra o Fluminense, cobrando mais de meio milhão do clube

O ex-volante Pierre, que atuou no Fluminense entre abril de 201 5 à dezembro de 2017, entrou com processo na Justiça contra o Fluminense, cobrando uma dívida de R$ 718.387,49, referente as últimas cinco parcelas de direito de imagem durante seu vínculo, que não foram pagas pelo clube.

A informação foi divulgada pelo portal ENM, que revelou ainda que o processo corre na 24ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ).

No pedido ao juízo, Pierre requereu ainda que seja dado o prazo de três dias para que o Fluminense pague a totalidade do valor e, caso isto não aconteça, que será determinada penhora imediata nas contas do clube, até o limite da cobrança ora ajuizada.

Foto em destaque: Nelson Perez/FFC

Oswaldo ganha ação contra o Flu na justiça, mas perde “dano moral” no caso Ganso

O técnico Oswaldo de Oliveira obteve êxito na ação que movia contra o Fluminense na justiça. O ex treinador que cobrava uma quantia de R$ 1.876.602,30, viu o juiz substituto José Alexandre Cid Pinto Filho, da 42ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro do Tribunal Regional do Trabalho da Primeira Região (TRT-1) atender em partes seu pedido, condenando o Tricolor a pagar o valor de R$ 600 mil. No entanto, ainda cabe recurso.

A informação foi divulgada pelo site ENM, que informou ainda que o magistrado acatou os seguintes pedidos do treinador: 27 dias de saldo de salário de setembro de 2019 e reflexos em FGTS; 1/12 de décimo terceiro salário proporcional de 2019 e reflexos em FGTS; 1/12 de férias proporcionais de 2019/2020, acrescidas de um terço; multa do art. 477, parágrafo oitavo da CLT; multa do art. 467 da CLT, a incidir sobre o valor líquido constante no TRCT; FGTS sobre as verbas remuneratórias já quitadas e multa de 40% sobre o FGTS”

A multa de dano moral de R$ 660 mil solicitada por Oswaldo de Oliveira foi negada em sua integralidade pelo magistrado. Inclusive no caso de repercussão do xingamento envolvendo Paulo Henrique Ganso. “Assim, não há como se presumir que o evento tenha causado ao Autor abalo que ultrapassasse o mero aborrecimento no momento do ocorrido, ainda mais quando houve agressões mútuas e, logo em seguida, ambos os envolvidos fizeram as pazes”, argumentou na sentença o juiz do caso.

Pelo Fluminense nesta última passagem, Oswaldo de Oliveira esteve à beira do gramado em sete partidas – destas, foram duas vitórias, dois empates e três derrotas, resultando em um aproveitamento de 38,1%. As demais passagens do treinador por Laranjeiras foram entre 2001 e 2002 e 2006.

Foto em destaque: Lucas Merçon/FFC

Após nove anos, Fluminense pode quitar ato trabalhista

Compromisso atual foi assinado em 2011, e terminou em dezembro. Com a pandemia, algumas parcelas ficaram suspensas, e o clube negocia o pagamento delas. 

O acordo que renegociou cerca de R$ 121,2 milhões, na gestão Peter Siemsen, está prestes a ser quitado faltando apenas o acerto das parcelas suspensas na pandemia.

Em abril o clube garantiu um mandado de garantia para suspender durante três meses as parcelas do Ato trabalhista. A decisão na época, foi a de postergar 50% do valor mensal equivalentes aos meses de agosto, setembro e outubro. Até que em novembro a medida foi quebrada. 

O que falta no momento, é que a diretoria tricolor negocie um prazo para quitar esses vencimentos em aberto e concluir o ato trabalhista. O acordo ao longo dos nove anos, foram aumentando de forma gradativa as parcelas. No início de 2020, o Fluminense começou pagando R$ 1,2 milhão e terminou com o valor na casa de R$ 1,4 milhão. Esses valores eram retidos diretamente do direito de transmissão dos jogos. 

O Fluminense já conversa com o Tribunal Regional do Trabalho (TRT), planejando um segundo acordo ato trabalhista visando renegociar dívidas com ex jogadores e funcionários que não estavam incluídos no primeiro plano, ou seja, que surgiram de 2011 para cá. 

Foto: Lucas Merçon/FLUMINENSE FC

Fonte: Globoesporte

Depois de passagem apagada pelo Flu, Kayke ganha processo superior aos R$ 500 mil do clube

O atacante Kayke Moreno, que teve uma passagem apagada pelo Fluminense, em 2018, é mais um jogador a mover e ganhar um processo contra o Tricolor das Laranjeiras.

O processo que corre em na Justiça de Trabalho do Rio de Janeiro, condenou ainda que em primeira instância, que o Fluminense pague um valor de R$ 662.520,93, relativos ao recolhimento do Imposto de Renda e Contribuição Previdenciária.

Contudo, como a decisão é em primeira instância, ainda cabe recurso.

Foto em destaque: Mailson Santana/FFC

Fonte: ST.com

Fluminense é condenando a pagar mais de meio milhão na justiça por dívida com Airton

O Fluminense foi condenado a pagar uma valor de de R$ 630.479,99 ao volante Airton, que defendeu o clube entre os anos de 2018 e 2019.

O processo que corre na 66ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro cobra verbas rescisórias, remuneração e férias atrasadas, FGTS, multas e honorários advocatícios, no entanto, ainda cabe recurso.

Aos 30 anos e atualmente no Ermis Aradippou, do Chipre, Airton disputou 43 jogos pelo Fluminense, sendo 35 como titular.

Foto em destaque: Mailson Santana/FFC

Fonte: ENM

Clube gaúcho cobra dívida milionária ao Fluminense por Ibanez

O PRS Futebol Clube, do Rio Grande do Sul, está cobrando uma dívida milionária na justiça ao Fluminense pelo atraso no pagamento do acordo envolvendo a venda de Ibañez ao Atalanta, da Itália.

O clube gaúcho participou da formação do jogador, que vendeu seu percentual dos direitos e alega que ainda não recebeu na totalidade, cobrando desta forma o valor de R$ 2.067.787,40.

A informação foi divulgada pelo portal ENM, que teve acesso ao processo, no qual diz o seguinte: “A citação do Executado, mediante expedição de mandado de citação, penhora e avaliação, na pessoa de seu representante legal, no endereço supra referido, para pagar em 03 (três) dias a importância de R$2.067.787,40 (dois milhões sessenta e sete mil setecentos e oitenta e sete reais e quarenta centavos) a ser acrescida, na data do efetivo pagamento, de correção monetária e juros legais de 1% (um por cento) ao mês, bem como honorários advocatícios de 10% (dez por cento) sobre o valor do débito atualizado, além de custas e demais despesas processuais, consoante art. 829, CPC”, pediram os gaúchos em juízo.

O acordo entre os clubes havia sido firmado em janeiro do ano passado, quando o Fluminense se comprometeu a pagar ao PRS a quantia em reais equivalente a 700 mil euros, em duas parcelas. A primeira parcela havia sido estabelecida em 400 mil euros, paga pelo Fluminense. O atraso alegado pelo PRS está na segunda parcela, de 300 mil euros que deveria ter sido efetuada em abril do ano passado. Os gaúchos ainda teriam enviado uma notificação extrajudicial para as Laranjeiras antes do ingresso na Justiça.

O caso foi distribuído para a 39ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) e aguarda ainda nesta semana manifestação do juiz Luiz Antônio Valiera do Nascimento.

Foto em destaque: Lucas Merçon/FFC

Gum entra na justiça contra o Fluminense em dívida superior aos R$4 milhões

O zagueiro Gum, jogador que está entre os atletas que mais vestiram a camisa do Fluminense, com 414partidas disputadas, é mais um jogador a colocar o clube na justiça. O zagueiro que hoje atua pelo CRB na disputa pela Série B, cobra um valor que ultrapassa os R$4 milhões.

O processo que corre na 35ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro cobra: salários, férias, 13°, FGTS, além do uso da alternativa de direito de imagem para substituir remuneração trabalhista, totalizando um valor de R$ 4.463.858,32

Foto: Arte/GE.Globo

Gum defendeu o Fluminense por nove anos, de agosto de 2009 a dezembro de 2018. Pelo Tricolor ele foi bicampeão brasileiro em 2010 e 2012, campeão carioca de 2012 e campeão da Primeira Liga em 2016.

Foto em destaque: Nelson Perez/Fluminense FC

Fonte: GE.Globo

Maranhão é mais um jogador a processar o Fluminense

O atacante Maranhão, que defendeu o Fluminense entre os anos de 2016 e 2017, é mais um jogador a processar o Fluminense. O jogador que defende atualmente o Operário, na disputa da Série B do Brasileirão, cobra R$ 479.267,82.

O valor cobrado por Maranhão é referente a pontos como verbas rescisórias, saldo de salário, férias e décimo terceiro proporcional e multas.

O caso corre na 77ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro do Tribunal Regional do Trabalho da Primeira Região (TRT-1), já sendo determinado na última sexta-feira (18) pelo juiz substituto João Renda Leal Fernandes, a intimação do Fluminense para se defender do processo.

Foto em destaque: Divulgação/FFC

Fonte: Portal ENM

Fluminense consegue suspensão de penhora das receitas da FluTv

O Fluminense obteve junto ao Tribunal Regional Federal da Segunda Região (TRF-2) a suspensão de uma penhora milionária sobre toda a receita da FluTV nas finais do estadual deste ano, contra o Flamengo.

A Informação foi divulgada pelo portal Esporte News Mundo, que confirmou ainda que a suspensão valerá até que o mérito do recurso seja julgado pelos desembargadores federais do caso.

Vale destacar que o processo tem como ação principal uma cobrança da Caixa Econômica Federal contra o Fluminense, que consta desde 2003 na 10ª Vara Federal de Execução Fiscal da Justiça Federal do Rio de Janeiro (JFRJ) – sendo redistribuída nos últimos dias para a 11ª.

A penhora era referente aos R$ 8.723.502,55 nas transmissões da FluTv na final da Taça Rio e no primeiro jogo da final do estadual, que constava ainda a penhora de 15% da verba que o clube tivesse a receber do Grupo Globo, por direitos de transmissão de seus jogos ao longo dos campeonatos que participa, também até o limite estabelecido para este bloqueio a favor do banco estatal

Fluminense parcela dívida e chega a acordo com ex volante Edwin Valencia

A diretoria do Fluminense segue buscando formas de acertar os cofres do clube e nesta semana chegou a mais um acordo com um ex jogador que buscou seus direitos na justiça: o volante Edwin Valencia, que atuou no clube entre 2010 e 2014.

O acordo foi homologado pelo Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro, quando o clube teve uma dívida de R$ 1,78 milhões divididas em 36 parcelas.

O processo vinha se arrastando desde 2015, quando o colombiano acionou o clube, cobrando verbas rescisórias e parcelas do FGTS, inclusive sobre o direito de imagem.

A dívida inicial do clube com o jogador era inferior aos R$1,78 milhões, mas chegou a este valor em razão das incidências de juros e correções ao longo dos cinco anos do processo.

Representante do jogador no caso, o advogado Dyego Tavares, explicou a importância do acordo, principalmente para evitar uma possível penhora ao clube:

No meio jurídico buscamos sempre o melhor entendimento para as duas partes. O Valencia sempre falou do Fluminense com carinho e do respeito que ele tem pelo presidente Mário Bittencourt, então traçamos um caminho positivo para clube e jogador. Esse acordo evitou penhoras e a continuidade do processo – Disse o advogado em resposta ao site Globoesporte.com.

Fonte: Globoesporte.com