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FluFest ultrapassa marca de 500 colaboradores e se aproxima da meta

A cerca de um mês do aniversário do Fluminense, a FluFest reúne mais de 500 colaboradores para sua viabilização. Em sua 5ª edição, o evento de 117 anos do clube vai usar o centenário do Estádio Manoel Schwartz como tema e, como nos anos anteriores, presentear os torcedores com recompensas que variam de acordo com a quantia doada.

No sábado da eleição que levou Mário Bittencourt e Celso Barros aos cargos máximos do Tricolor, devido ao enorme movimento na sede, havia funcionários atendendo interessados em ajudar na viabilização do projeto. Essa iniciativa acelerou a arrecadação.

Com R$ 91.159 arrecadados até o momento, a expectativa é de que a meta de R$ 100 mil seja alcançada até o meio desta semana. O financiamento coletiva segue em andamento até 15 de julho. Clique aqui e participe!

A grande atração será o show de Lulu Santos, marcado para o fim da tarde do dia 21 de julho, domingo, no gramado das Laranjeiras. O ingresso custa somente R$ 50. Mas ainda há outros brindes sendo desenvolvidos, como camisa retrô em homenagem aos 50 anos do Carioca de 1969 e aos 10 anos do Time de Guerreiros; livro e medalha com enfoque nos 100 anos da sede.



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Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Mário Bittencourt é empossado em cerimônia nas Laranjeiras e diz: “Vejo o Fluminense gigantesco”

Aos 40 anos, Mário Bittencourt se tornou o 35º presidente da história do Fluminense ao vencer seu ex-aliado, Ricardo Tenório, na eleição de sábado, dia 8. A cerimônia de posse aconteceu nesta segunda-feira, no Salão Nobre das Laranjeiras. Além dele, chegam ao clube Celso Barros, como vice-geral, e 150 conselheiros, mais os 50 suplentes, sendo que 54 assumem agora e o restante, ao fim do ano.

O evento de passagem de bastão durou pouco mais de uma hora e reuniu personalidades como Rubens Lopes, mandatário da FERJ, e os ex-jogadores Aílton, Duílio, Marcão, Ricardo Berna e Ronald. Ficou marcado por agradecimentos às pessoas envolvidas na campanha da chapa “Tantas Vezes Campeão”.

Logo no início, Pedro Abad subiu à tribuna para se pronunciar e ouviu algumas vaias. “Não é momento para isso”, repreendeu o presidente do Conselho Deliberativo, Fernando Leite. Em seu pronunciamento, o agora ex-dirigente pediu união e desejou sorte aos novos comandantes do Tricolor. Mário respondeu agradecendo pela chance de conversar com o elenco antes do empate em 0 a 0 no clássico com o Flamengo, domingo.

– Competência e caráter eu sei que eles têm. Vamos dar apoio a eles, que o Fluminense vai crescer. Confio muito nos dois – disse Pedro Abad, aplaudido em seguida.

Após ser oficialmente empossado, Mário Bittencourt recebeu os cumprimentos de suas filhas e esposa. Celso celebrou com sua esposa. O advogado, aliás, se emocionou ao lembrar da semana em 2010 em que perdeu a mãe, viu o nascimento de uma das filhas e comemorou o tricampeonato brasileiro.

Em dado momento do discurso, Mário exaltou a trajetória vencedora de seu parceiro Celso Barros enquanto presidente da Unimed-Rio, que patrocinou o clube por mais de 15 anos: “Alguém, 20 anos atrás, acreditou que o Fluminense era imenso e fez o clube ser gigante novamente”. Pouco antes, pediu aplausos a Tenório, a quem considera “grande tricolor”. Encerrou a assembleia convocando o público a, de pé, cantar o hino do Fluminense à capela.

“Eu vejo o Fluminense gigantesco, porque é assim que eu sempre o vi, desde pequeno”

A nova gestão, que assume até o fim de 2020, traz como vice-presidentes Heraldo Lunes (jurídico), Leonardo Lunes (finanças), Luiz Fernando Moura (administrativo), Newton de Souza Júnior (governança) e Rui Reisinger (base).

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com / Foto: Mailson Santana

Laranjeiras foi palco do primeiro grande título da seleção há 100 anos

Crédito: Reprodução/Revista O Malho

Nesta quarta-feira (29) a Seleção Brasileira comemora 100 anos da conquista do seu primeiro grande título, o Sul-Americano de 1919. O Fluminense foi fundamental para esse título, o estádio das Laranjeiras foi o palco desta conquista. Além de ser a casa da Seleção, o Tricolor teve três jogadores convocados, Marcos de Mendonça e Fortes, ambos titulares e Laís, reserva da equipe campeã.

O time que jogou a final e venceu o Uruguai pelo placar mínimo de 1 a 0 foi: Marcos de Mendonça (Fluminense); Píndaro (Flamengo); Bianco (Palestra Itália, atual Palmeiras); Sérgio Pires (Paulistano-SP); Amílcar (Corinthians); Fortes (Fluminense); Millon (Santos); Neco (Corinthians); Friedenreich (Paulistano); Heitor (Palestra Itália-SP) e Arnaldo (Santos).

A final recebeu 27.500 torcedores no estádio do Fluminense. Segundo a CBF, muitos outros torcedores assistiram ao jogo pendurados em árvores no entorno da casa do Tricolor.

A campanha do Brasil foi construída com uma vitória por 6 a 0 contra o Chile, depois 3 a 1 diante da Argentina, um empate de 2 a 2 contra o Uruguai e a vitória contra esse mesmo adversário na final por 1 a 0.

Torcedores escolhem capa do livro do centenário das Laranjeiras

Iniciada na segunda-feira, uma enquete proposta aos tricolores definiu a capa do livro de 160 páginas preparado pelo Flu-Memória para homenagear o centenário das Laranjeiras, completado neste sábado, 11 de maio. Dentre quatro opções, a quarta ganhou com 40,99% dos mais de 9 mil votos.

Capa vencedora da enquete dos 100 anos de Laranjeiras — Foto: Divulgação
Capa vencedora mostra, do alto, o bairro das Laranjeiras e, ao fundo, a Praia do Flamengo

Em segundo lugar ficou a opção 3, com 24,66%, seguido da capa 1, com 22,61%, e da capa 2, com 11,74%. O lançamento da obra acontecerá durante a FluFest, marcada para o domingo do dia 21 de julho, na sede do Fluminense.

Resultado de enquete - capa livro oficial do Fluminense — Foto: Reprodução
Demais capas da enquete do livro dos 100 anos das Laranjeiras — Foto: Divulgação
Demais opções de capa postas em votação na segunda-feira

Registrada em 1930 e de autoria de Padre Romualdo, a imagem vencedora mostra, do alto, o bairro das Laranjeiras e, ao fundo, a Praia do Flamengo. Na época, ainda existia o anel completo do estádio, com a arquibancada que veio a ser demolida em 1961 devido à duplicação da Rua Pinheiro Machado.

Como celebração à data, o clube preparou diversas ações especiais. Durante o mês de maio, os jogadores vêm usando uma camisa com patch em referência ao berço do futebol brasileiro. Serão lançadas, ainda neste sábado, moedas comemorativas feitas em parceria com a Casa da Moeda. São cinco modelos: ouro, prata, bronze, bronze dourado e cuproníquel.

Além disso, no dia 18 haverá a estreia do “Jogue nas Laranjeiras”, projeto no qual os torcedores, mediante pagamento de R$ 1.199 (sócios têm desconto de 10%), participam de um amistoso com times comandados por Airton, campeão carioca em 1995, e Leandro Euzébio, bicampeão brasileiro em 2010 e 2012.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

“Não se dá um passo em Álvaro Chaves sem tropeçar numa glória”: Laranjeiras faz 100 anos

Construído em 1919 e localizado na Rua Álvaro Chaves, o Estádio das Laranjeiras é a verdadeira casa dos tricolores. Onde conhecemos nossas raízes e nossa predestinação à glória. É o nosso lugar. Tão importante para o futebol brasileiro, que nasceu ali, naquele solo sagrado, em 1914: recebeu o primeiro jogo da Seleção, que venceu amistoso contra os ingleses do Exeter City por 2 a 0, com gol de um jogador do Fluminense: Oswaldo Gomes. Foi ali que a bola começou a rolar para a pentacampeã mundial.

A primeira arena brasileira guarda seus diversos momentos de prestígio e um passado grandioso. Uma narrativa inigualável, que merece ser preservada e contada. É o que vai ser feito agora, em comemoração aos seus 100 anos, completados neste sábado, dia 11 de maio.


PRIMEIRO JOGO

Oficialmente, o jogo que inaugurou o Estádio das Laranjeiras, com capacidade para 18 mil pessoas, o maior da América Latina, aconteceu em 11 de maio de 1919, entre Brasil e Chile. Terminou com goleada da Canarinho por 6 a 0, pelo Sul-Americano de Seleções. Foi erguido graças à iniciativa de Arnaldo Guinle, patrono e presidente do Fluminense entre 1916 e 1931, para que o país pudesse sediar o torneio, hoje conhecido como Copa América.

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SELEÇÃO NAS LARANJEIRAS

A sede do Fluminense foi o palco do primeiro confronto entre Brasil e Argentina em solo brasileiro, com triunfo por 3 a 1 sobre os “hermanos”. Ficou conhecida por não ter registrado nenhuma derrota da Seleção, que ali jogou 18 vezes, entre 1914 e 1918. Conquistou o bicampeonato do Sul-Americano de Seleções, em 1919 (sobre o Uruguai, no primeiro jogo com transmissão por uma estação de rádio no mundo) e 1922 (sobre o Paraguai).

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FLUMINENSE NAS LARANJEIRAS

A estreia do Fluminense em sua casa ocorreu em 13 de Julho de 1919, vencendo o Vila Isabel Futebol Clube por 4 a 1, no Campeonato Carioca. A primeira taça veio em dezembro do mesmo ano, ao ser campeão estadual sobre o Flamengo, derrotado por 4 a 0.

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Desde um empate em 3 a 3 com o Americano, em fevereiro de 2003, o Tricolor não joga mais nas Laranjeiras. Até 2016, quando da inauguração do CT na Barra da Tijuca, o local recebeu treinos do elenco profissional. Foram 842 jogos disputados pelo clube no estádio, que hoje serve às categorias de base e ao futebol feminino.

RIVAIS NAS LARANJEIRAS

Você compreendeu que Laranjeiras simboliza o começo das histórias vitoriosas de Fluminense e seleção brasileira. Mas talvez não saiba que até rivais têm um trecho de sua tradição marcado na sede tricolor. É, por exemplo, o segundo estádio onde o Flamengo mais atuou e onde o Vasco disputou seu primeiro duelo internacional, em 1923.

Fluminense e Vasco se enfrentam nas Laranjeiras

AMPLIAÇÃO

Em 1922, com pouco auxílio do poder público, o Estádio das Laranjeiras sofreu uma ampliação na capacidade para 25 mil pessoas, para os jogos Latino-Americanos, evento que celebrava o centenário da independência do Brasil.

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Vários jogos alcançaram grandes públicos, com alguns, segundo relatos, ultrapassando o máximo suportado pela casa. Porém, o registro oficial dá conta de que o recorde de pagantes é de um Fla-Flu vencido pelos tricolores por 3 a 1, em 1925, com 25.718 espectadores.

VOCÊ É “TORCEDOR” POR CAUSA DO FLUMINENSE

Numa crônica publicada no início do século XX, Coelho Netto, apaixonado pelo Fluzão, explicou que as moças, em ato que expressava seu nervosismo durante a partida, torciam os lenços que levavam para Laranjeiras. Foi então que os amantes de esporte passaram a ser chamados “torcedores”.

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MISSA DE INAUGURAÇÃO DO CRISTO REDENTOR

A missa de inauguração de um dos principais pontos turísticos cariocas, o Cristo Redentor, foi realizada nas Laranjeiras, no dia 12 de outubro de 1931. A estátua, aliás, fica de braços abertos para a sede.

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O FLU NA 2ª GUERRA MUNDIAL

Em 11 de outubro de 1942, em meio à Segunda Guerra Mundial, o Fluminense doou um avião para a FAB. A entrega ocorreu no Estádio de Laranjeiras. Como reconhecimento ao esforço no combate ao nazismo, a comunidade judaica presenteou o clube com uma placa em 2015.

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DEMOLIÇÃO

No fim da década de 1950, em razão das obras de duplicação da Rua Pinheiro Machado, necessária para o escoamento do trânsito do Túnel Santa Bárbara e o crescimento do bairro de Laranjeiras, a administração carioca se chocou com o Fluminense. Foram dois anos de negociação até a demolição parcial, em dezembro de 1961. Hoje, tem capacidade de 4,3 mil.

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TOMBAMENTO DO BERÇO DO FUTEBOL BRASILEIRO

Em reconhecimento à importância histórica, arquitetônica e sociocultural, no dia 06 de julho de 1988, o Instituto do Patrimônio Histórico e Cultural decretou o tombamento do Estádio das Laranjeiras.

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ESTÁDIO DAS LARANJEIRAS REBATIZADO

No ano de 2004, o Fluminense homenageou o ex-presidente Manoel Schwartz, à frente do clube no bicampeonato brasileiro (1984), rebatizando o Estádio das Laranjeiras com seu nome.

O PRÓXIMO PASSO: A REVITALIZAÇÃO

Depois de ser o ponto de comemorações de títulos, como da Copa do Brasil em 2007, Laranjeiras, atualmente, se resume a eventos sociais, sendo o maior deles a FluFest, celebração do aniversário do Fluminense, em julho.

Mas os torcedores querem mais. Por isso apostam na revitalização, projeto que está pronto e posto a público. Mas que ainda depende da aprovação dos órgãos competentes, de aporte financeiro e de apoio, especialmente, de quem vai gerir o Tricolor a partir de 10 de junho.

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O certo é que o desejo da torcida é retomar os dias de grandeza do estádio e honrar sua riqueza. Afinal, não se desperdiça uma linda história; se valoriza. Principalmente em se tratando de Laranjeiras, o berço do futebol brasileiro. Pois o eterno Nelson Rodrigues já havia avisado: “Não se dá um passo em Álvaro Chaves sem tropeçar numa glória”.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Além da revitalização de Laranjeiras, Mário pensa em estádio próprio

Foto: Divulgação

Um dia após o anúncio do projeto Laranjeiras XXI, no qual sócios Tricolores anunciaram um projeto para revitalização de Laranjeiras, um dos candidatos ao pleito à presidência do clube, Mário Bittencourt, vê com bons olhos o projeto:

O projeto e ótimo e muito claro no sentido de que o Fluminense não precisará desembolsar os valores. Tenho conversado muito com Celso sobre o assunto e entendemos que o melhor modelo no momento seria manter os direitos no Maracanã e viabilizar Laranjeiras (caso seja realmente possível) para jogos de menor porte, frise-se, até mesmo em competições nacionais. Seria realmente um sonho ver nosso joia centenária revitalizada. Adoramos essa ideia – revelou o advogado.

Mário ainda revelou que uma possível revitalização de Laranjeiras não inviabilizaria a construção de uma “Arena Tricolor” com capacidade de público maior que Laranjeiras:

– Não tive acesso a um projeto de estádio próprio já existente e por isso não tenho como opinar de forma mais profunda, mas também conversamos sobre essa possiblidade. Imagino um com capacidade entre 35 e 40 mil pessoas, que fique num lugar de fácil acesso, já que assim não teríamos mais a necessidade de usar o Maracanã. – acrescentou Mário, deixando claro que em ambas as possibilidades o sonho só será possível se não houver que usar dinheiro do clube.

– De qualquer forma, qualquer projeto deve ter como base a não utilização de recursos próprios posto que a situação financeira do clube não comporta a construção de um novo equipamento. Já temos Laranjeiras, Maracanã, Xerém e o CT por terminar. Salários em atraso, impostos também, e uma dívida que destrói o fluxo de caixa diariamente – concluiu o candidato.

Mário ainda destacou a importância de manter um time que brigue por títulos:

– Temos que tentar manter um time competitivo e canalizar todos os esforços para que as receitas aumentem com patrocinadores novos, prêmios oriundos das competições (pra isso precisamos vencer) e também negociar melhor as vendas de nossos atletas. Sem isso não tem futebol. Primeiro temos que fazer o que é urgente para depois pensar no que é importante – concluiu.

Grupo apresenta projeto de revitalização de Laranjeiras sem custos ao clube

Foto: Divulgação

Uma iniciativa de um grupo de Tricolores pode enfim tornar viável o tão sonhado projeto de revitalização das Laranjeiras.

Nomeado como: Laranjeiras XXI, em alusão ao século atual, o grupo composto por: Caíque Pereira, Diogo Bueno, Gustavo Marins, Nardo Gutlerner, Nestor Bessa, Ricardo Lafayette e Sergio Poggi, apresentou um projeto que prevê a revitalização da “Casa Tricolor” sem nenhum custo ao clube. Sendo feita a captação do dinheiro com sócios, conselheiros e torcedores próximos.

O grupo deixou bem claro durante a apresentação queno projeto é totalmente apolítico, e será apresentado ao clube independente do candidato que vencer o pleito do próximo dia 8 de junho.

Com capacidade estipulada em 15 mil lugares, o grupo pretende alavancar o sócio torcedor do clube através de um projeto de fidelização do torcedor. Contudo, o projeto prevê setores populares e com a parte atrás do gol sendo destinada ao torcedor que pretende acompanhar ao jogo de pé.

Foto: Divulgação

Além da reforma do estádio, o projeto prevê também a ampliação da sala de troféus, transformando o lugar numa espécie de museu do clube, ainda existe também uma ideia de ampliação da loja oficial e construção do prédio administrativo.

Um dos idealizadores, Diogo Bueno, revelou que para aprovação do projeto foi preciso abrir mão do estacionamento, com o torcedor tendo que optar obrigatoriamente pelo transporte público (ônibus e metrô).

Outro ponto esclarecido pelo grupo foi de que a revitalização de Laranjeiras não impede a construção de um novo estádio e mesmo a utilização do Maracanã, uma vez que a ideia inicial é utilizar Laranjeiras em no máximo de oito a doze datas por ano, sendo utilizado em jogos de menor apelo.

Ainda de acordo com o grupo, o valor total estaria estipulado entre R$50 milhões e R$100 milhões e, demoraria um ano para ser finalizado. O grupo ainda afirma que o projeto já está em fase final para ser apresentado aos órgãos competentes.

Fluminense abre votação para decidir capa de livro sobre centenário das Laranjeiras

A cinco dias do aniversário de 100 anos do Estádio das Laranjeiras, o Fluminense abriu uma votação para decidir a capa do livro planejado em homenagem à marca. A obra é de autoria de Carlos Santoro, Dhaniel Cohen e Heitor D’Allincourt e vai ser lançada na quinta edição da FluFest, em julho, que usará o centenário da sede do clube como tema. A enquete acontece por meio do Globoesporte.com. Clique aqui e, dentre quatro opções, escolha sua preferida.

Na edição passada da festa em comemoração ao seu aniversário, cuja temática era a história no Maracanã, o Tricolor promoveu esta mesma ação. Na ocasião, propôs que os torcedores definissem a capa do livro intitulado “O Maraca é Nosso”.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fluminense marca estreia de patch na camisa e planeja cerimônia pelo centenário das Laranjeiras

A estreia do patch em alusão ao centenário das Laranjeiras ocorrerá no dia 11 de maio, sábado, em clássico com o Botafogo, válido pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro, no Maracanã. Será nesse dia, inclusive, que a sede do Fluminense fará aniversário.

Por isso, a ideia é, na mesma data, realizar uma cerimônia de lançamento das moedas elaboradas em parceria com a Casa do Moeda, projeto também voltado para homenagear os 100 anos do estádio Manoel Schwartz.

Na ocasião, os jogadores estarão de roupa nova. A camisa número 1 da coleção 2019 vai ser usada a partir de jogo contra o Goiás, em 28 de abril. A logo que será adicionada ao uniforme pode ser adquirida pelos torcedores interessados, nas lojas do clube.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: LANCE!

Fluminense vence o Vasco e assume a ponta do Brasileiro Feminino A2

Foto: Laís Patricio/FFC

Fluminense e Vasco se enfrentaram no último sábado (13) nas Laranjeiras, em jogo válido pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro Feminino A2.

Com cerca de 500 pessoas presentes no estádio, o Tricolor venceu por 1 a 0, com gol da lateral direita Dani Barbosa, que acertou uma cobrança de falta de fora da área para das a vitória ao Fluzão.

Com o resultado, o Tricolor assumiu a liderança do grupo 5 ao lado do Taubaté, com seis pontos, enquanto o Vasco caiu para a quarta colocação. O Fluminense volta a campo no próximo sábado, no Joaquinzão, em Taubaté (SP), às 15h pela terceira rodada da competição.

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