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Fluminense lucra com setor promocional no Maracanã e pode recuar da ideia de mudar para Ilha

A gestão de Pedro Abad tem o desafio de reduzir os custos operacionais do Maracanã, casa do time desde 2017. Na quarta-feira, em jogo contra o Palmeiras, estreou o chamado setor promocional, onde os ingressos custam R$ 10 (meia) e R$ 20 (inteira). A medida mostrou resultados: além de aumentar o público, tornando-se o maior do Fluminense na temporada, sem contar clássicos, gerou lucro de quase R$ 30 mil, algo incomum no ano. 

– O estudo do setor promocional foi justamente por ser um setor onde é mais barato abrigar um número adicional de torcedores, estando a Leste Inferior aberta também. A equação que tentamos resolver é: como criar um setor com preço mais em conta, com custo menor para o clube e atrair mais torcedores de volta? – explica Lawrence Magrath, diretor-executivo de marketing do clube.

Dado o sucesso, a diretoria confirmou a novidade para a duelo de meio de semana, diante do Defensor, pela Sul-Americana. Os gastos para abrir o Leste Superior, que teve os 4,5 mil ingressos esgotados na véspera da partida contra o Alviverde, são baixos. 

– Fluminense pratica um dos preços mais baratos dos times de grande torcida da Série A. A maneira mais barata para ir aos jogos é ser sócio. Um sócio hoje, em um mês com três jogos, pode pagar R$ 25 para ir na Sul, por exemplo. Preço de meia entrada, com comodidade, sem filas. Para se ter uma ideia, em 2017, a média de pessoas que compraram inteira foi de 28% apenas. Dessa forma, o tíquete médio antes da promoção oscilava entre R$ 30 e R$ 32. Com a promoção, baixou um pouco, para R$ 28. Como a nossa média histórica no novo Maracanã (desde 2013) gira em torno de 20 mil pagantes (sem contar clássicos), a saída para melhorar o resultado financeiro é só uma: maior média de público e mais sócios – finaliza Magrath.

Com as barreiras financeiras para atuar no Maraca, o presidente foi convidado a conhecer o Luso-Brasileiro, há cerca de duas semanas, para analisar a possibilidade de trocar de sede de jogos. Mas o processo é demorado e caro. Estima-se que o estádio, localizado na Ilha do Governador e usado pelo Flamengo até fevereiro, precise de reparos avaliados em R$ 4 milhões. 

Saudações Tricolores,

Nicholas Rodrigues. 

Fonte: Globoesporte.com.

Pedro Abad avalia opções ao Maracanã e estuda mudança para ex-Ilha do Urubu

Convidado por João Rego, presidente da Portuguesa-RJ, Pedro Abad conheceu, na sexta-feira, o Luso-Brasileiro, possível opção de local para o Fluminense sediar seus jogos. Afinal, além de sofrer prejuízos financeiros atuando no Maracanã, o clube de Laranjeiras tem a Copa América, entre junho e julho de 2019, no caminho. O comitê organizador do torneio de seleções, marcado para o Brasil, negocia com o Consórcio o uso do Maior do Mundo.

– Houve, sim, a visita e falamos sobre o nosso estádio. Mas não tem nada decidido ainda – admite João Rego.

A tendência é mandar partidas no Maraca, pelo menos, até o fim do ano, como fora prometido pela diretoria, em novembro passado. Uma mudança agora é inviável por ser um processo demorado e que requer, por exemplo, laudos da vigilância sanitária, Polícia Militar, Bombeiros e de engenharia.

O estádio na Ilha do Governador passou a ser a casa do Flamengo, que chegou a gastar R$ 12 milhões em melhorias e batizou o lugar de Ilha do Urubu. Foram 20 partidas, sendo a última contra o Bangu, pelo Carioca, até que, em fevereiro, um temporal derrubou duas torres de iluminação. A partir deste ocorrido, o Rubro-Negro nunca mais jogou por lá. Há quase duas semanas, o contrato entre o rival e a Portuguesa-RJ foi rescindido.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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