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Em nota, Fluminense explica escolha pelo Maracanã

O Fluminense foi o clube sorteado como mandante da final da Taça Rio. Como tal, teve o direito de escolher o local que abrigaria a decisão, tendo que definir entre Nilton Santos (Engenhão), ou Maracanã.

O clube escolheu o Maraca, gerando algumas críticas por parte da torcida, principalmente após declarações do presidente, Mário Bittencourt, dizendo que o clube evitaria mandar seus jogos no estádio, por conta do Hospital de Campanha que fica no complexo Maracanã.

Diante disso, o clube emitiu uma nota, na qual explica os motivos da escolha, destacando o fato de uma cláusula no contrato que obriga o Fluzão a mandar pelo menos 30 jogos no estádio ao longo do ano.

Veja a nota na íntegra:

O Fluminense mandará o seu jogo da final da Taça Rio contra o Flamengo no Maracanã. A decisão foi tomada para cumprir contratos de gestão do estádio, já que, pelo termo de permissão de uso assinado com o Governo do Estado, temos obrigação de jogar um mínimo de jogos ao longo da vigência do contrato e das competições vigentes. O FFC mandou seus jogos em outro estádio até o limite possível, para que não descumprisse obrigações contratuais. Esclarecemos ainda que, em entrevista do presidente Mário Bittencourt ao programa Troca de Passes, do SporTV, realizada no dia 18/06, já havia deixado claro que o clube teria que voltar a jogar no Maracanã por conta dessas obrigações.

O clube informa ainda que realizará ações até o dia do jogo, como a venda de ingressos virtuais, e destinará a arrecadação para doação de cestas básicas para comunidades do Rio de Janeiro. Seguimos contrários à realização de jogos ao lado de um hospital de campanha. O erro original foi sermos obrigados a voltar a disputar o campeonato, mas temos por princípio o cumprimento de nossos contratos e em nenhum momento, durante toda essa crise, deixamos de observar nossas obrigações.

Fluminense ganha sorteio e será mandante da final da Taça Rio; clube escolheu também o palco da partida

Em sorteio realizado há pouco na sede da Ferj, o Fluminense ganhou o sorteio e será o mandante da final da Taça Rio. Desta forma, o clube das Laranjeiras definiu o estádio do jogo e será também o responsável por toda operação da partida.

Podendo escolher entre Nilton Santos e Maracanã, Marcelo Penha, representante do clube, escolheu o Maraca. O clube também ficará responsável pela transmissão do jogo, que deve ser transmitido pela TV Globo.

Vale destacar que não há vantagem na final. Em caso de empate, o campeão será definido nós pênaltis. Caso o Flamengo vença, já garante o título estadual por ter sido o campeão da Taça Guanabara e time de melhor campanha no somatório geral.

O Flu precisa ser campeã da Taça Rio para forçar mais dois jogos, para decidir o campeão Estadual de 2020.

Foto em destaque: Divulgação/Ferj

Fluminense aceita jogar no final de semana mas pretende mudar local da partida

O STJD definiu na tarde da última terça-feira (23) que os jogos da dupla Fluminense e Botafogo, sejam realizados no próximo final de semana, mais precisamente, no domingo (28), quando de acordo com a tabela da Ferj, o Botafogo joga no Nilton Santos, às 11h e o Fluminense, às 19h, no Maracanã.

O presidente do Fluminense, Mário Bittencourt, até concordou com ressalvas em voltar aos gramados na data determinada, no entanto, busca meios de não atuar no Maracanã. A negativa deve-se ao fato do estádio abrigar um Hospital de Campanha em um de seus complexos.

Desta forma, de acordo com o portal UOL, o Fluminense enviou um ofício para a Federação, solicitando alteração de sua partida para o Nilton Santos. Como o Botafogo já irá jogar no estádio, teoricamente no mesmo dia, domingo (28), O Tricolor pede que sua partida não puder ser marcada para o mesmo dia, que seja remanejada para a segunda-feira (29).

A Ferj no entanto ainda não respondeu a solicitação.

#Maraca70! EP 03 – “Fluminense, campeão do Brasil”

Palco de duas finais de Copa do Mundo (1950 e 2014) o Estádio Jornalista Mário Filho, mais conhecido como Maracanã, completa em 2020, sete décadas de existência.
Inaugurado dia 16 de junho de 1950, o Estádio se tornou um maiores símbolos do futebol brasileiro e mundial, colecionando partidas emblemáticas ao longo de sua história.

Junto às Laranjeiras, o Mário Filho se tornou a casa do Fluminense, transformando-se em um elemento fundamental na trajetória do clube e de sua torcida. Pensando nisso, separamos algumas partidas marcantes do Tricolor no ‘Maior do Mundo’. A cada dia, um jogo diferente será lembrado, seguindo a linha do tempo.

E no episódio de hoje relembremos o primeiro título do Tricolor no âmbito nacional na maior templo do futebol Brasileiro.

Fluminense 1 x 1 Atlético-MG – Quadrangular final – Brasileirão de 1970

Homenageado na nova armadura Tricolor, produzida pela Umbro, nova fornecedora de materiais esportivos do clube, a conquista do Torneio Roberto Gomes Pedrosa, carinhosamente apelidado de “Robertão” colocou o Fluminense na galeria das equipes campeãs mundiais e nacionais – À época, no Brasil, apenas Santos e Palmeiras haviam conseguido tal feito. Sendo o Santos Bicampeão do Intercontinental (1962 e 1963) e o Palmeiras, campeão da Copa Rio de 1951.

Chancelado pela antiga CBD (Confederação Brasileira de Desportos) antecessora da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), o Robertão de 1970, demorou 40 anos para ser reconhecido como Campeonato Brasileiro pela atual entidade máxima do esporte no país. Apenas em 2011 houve a unificação dos torneios pré 1971.

No dia 20 de Dezembro de 1970, o Fluminense enfrentava o Atlético-MG, pela terceira rodada do quadrangular final, em um Maracanã pulsante, com mais de 112 mil pagantes para contemplar o campeão do Brasil.

Depois de uma campanha sólida na primeira fase, onde terminou na segunda colocação do grupo B, com 20 pontos, o Flu avançou à próxima fase para enfrentar, além do Galo mineiro, Palmeiras e Cruzeiro.

Após vencer o Alvi-verde e a equipe Celeste, ambos por 1 a 0, o Tricolor chegou para o último confronto dependendo apenas se si. Bastava no mínimo um empate para o Troféu ir para ás Laranjeiras. Já que, caso o Tricolor perdesse, o Título ficaria pela quinta com o Palmeiras, pois, a equipe paulista venceu o Cruzeiro por 4 a 2 o Cruzeiro.

E foi exatamente o que aconteceu. A equipe comandada pelo técnico Paulo Amaral, deixou de lado a vantagem conquistada na tabela e foi pra cima do time de Telê Santana, que trocou o Flu pelo Galo naquele mesmo ano.

Aos 30 minutos do primeiro tempo, Mickey colocou o Flu com uma mão na taça, ao abrir o placar da partida.
No início da etapa final, um banho de água fria nos Tricolores. Logo aos 2′ minutos, o Atlético chegou ao empate, com Vaguinho.
Porém, a equipe de Telê não conseguiu estragar a festa nas Laranjeiras. O apito final coroou a melhor campanha geral de toda competição.

Naquele domingo, cinco dias antes do Natal, os Tricolores espalhados de norte a sul do país, comemoravam duas conquistas, uma nacional e outra internacional. Pois, o Fluminense sagrava-se ‘Campeão do Brasil’ – assim era tratado pela imprensa no dia seguinte – e seis meses antes, o Brasil havia ganho seu Tricampeonato Mundial de seleções, no México.

Confira a ficha técnica de Fluminense 1 x 1 Atlético-MG – Brasileirão de 1970

FLUMINENSE:
Félix; Oliveira, Galhardo, Assis e Marco Antônio (Toninho); Denilson e Didi; Cafuringa, Cláudio, Mickey e Lula. Técnico: Paulo Amaral.


ATLÉTICO-MG
Renato; Nélio (Zé Maria), Humberto, Vantuir e Oldair; Vanderlei e Humberto Ramos; Ronaldo, Lola, Vaguinho e Tião. Técnico: Telê Santana.


Competição: Torneio Roberto Gomes Pedrosa

Compromisso: 3° rodada – quadrangular final

Data: 20 de Dezembro de 1970 (DOMINGO)

Público: 112.403 pagantes. – Renda: Cr$ (Cruzeiros) 535.419,50.

Veja o Gol de Mickey, que deu o título do Fluminense

#Maraca70! EP 02 – O mundo veste Tricolor

Palco de duas finais de Copa do Mundo (1950 e 2014) o Estádio Jornalista Mário Filho, mais conhecido como Maracanã, completa em 2020, sete décadas de existência.
Inaugurado dia 16 de junho de 1950, o Estádio se tornou um maiores símbolos do futebol brasileiro e mundial, colecionando partidas emblemáticas ao longo de sua história.

Junto às Laranjeiras, o Mário Filho se tornou a casa do Fluminense, transformando-se em um elemento fundamental na trajetória do clube e de sua torcida. Pensando nisso, separamos algumas partidas marcantes do Tricolor no ‘Maior do Mundo’. A cada dia, um jogo diferente será lembrado, seguindo a linha do tempo.

E no episódio de hoje relembremos o dia que as cores verde, branca e grená ecoaram por todo mundo.

Fluminense 2 x 2 Corinthians – Mundial de 1952

No dia 2 de agosto daquele emblemático ano de 1952, o Tricolor enfrentava o Alvinegro da capital paulista e 90 minutos separavam o Taça de Campeão do mundo das Laranjeiras. Aquele era o presente ideal para coroar o cinquentenário do clube.

Após vender por 2 a 0 no primeiro jogo o Flu entrou em campo, podendo perder por até um gol de diferença. Porém mesmo tendo o placar a seu favor, a equipe comandada por Zezé Moreira, foi pra cima.

Aos 10 minutos de jogo, Didi abriu o placar para o Flu. Jackson, no início da segunda etapa (11′ /2°) empatou para o Corinthians. Oito minutos depois (19′ /2°) Marinho recolou o Tricolor a frente. E quanto a partida encaminhada para mais uma vitória para sacramentar o título, Souzinha, no apagar das luzes (45′ /2°) igualou o placar para os Paulistas.
Porém, não era o suficiente para tirar o troféu do Rio de Janeiro pela segunda vez – O Palmeiras foi o campeão da edição de 1951 –

Uma coisa precisa ser salientada, o Mundial vencido pela equipe alvi-verde no ano anterior, de fato, teve uma repercussão maior, por parte da imprensa esportiva, por se tratar do primeiro torneio envolvendo clubes em caráter internacional.

Porém, para os mais de 65 mil torcedores presentes no Maracanã, os milhares de Tricolores por todo Brasil e para a imprensa, no dia 3 de agosto, o Fluminense havia conquistado o Mundo.
Naquele domingo o planeta vestia três cores: Verde, branca e grená.

Confira a ficha técnica de Fluminense 2 x 2 Corinthians – Mundial de 1952

FLUMINENSE:
Castilho; Píndaro e Pinheiro (Nestor); Jair, Édson e Bigode; Telê Santana (Robson), Didi, Marinho, Orlando e Quincas; Tec: Zezé Moreira

CORINTHIANS:
Gilmar; Romero e Olavo; Idário (Sula), Goiano e Julião; Cláudio Pinho, Luizinho (Souzinha), Carbone, Jackson e Colombo. Tec: Rato.


Competição: Copa Internacional de Clubes de 1952 (Copa Rio)

Compromisso: 2° Jogo – Final

Local: Estádio Maracanã – Rio de Janeiro/ Brasil

Data: 2 de agosto de 1952 (SÁBADO)

Público: 53.074 pagantes (Total: 65.946)

Fluminense relembra os 10 maiores artilheiros do clube no Maracanã

O Maracanã completa 70 anos nesta terça-feira (16), e para celebrar a data, o Fluminense relembrou fatos memoráveis vividos pelo Tricolor no estádio mais famoso do Mundo.

Um deles, uma lista com os dez maiores artilheiros do clube no estádio, relatando nomes como: Waldo, Telê, Washington Rivelino além de Magno Alves e Fred, artilheiros mais recentes da equipe. Confira o top 10 do Flu no Maraca:

10º – Manfrini e Rivellino – 41 gols
Abrindo o ranking, uma dupla da Máquina Tricolor. Com 41 gols no estádio, os meias Manfrini e Rivellino dividem a décima posição. O primeiro tem como momento mais marcante os dois gols marcados na decisão do Carioca de 1973, contra o Flamengo, torneio ele também conquistou o torneio em 1975, já pela Máquina e ao lado de Rivellino. O “Patada Atômica” fez história no Tricolor desde o seu primeiro jogo, quando marcou três vezes na sua estreia no Maracanã diante do Corinthians, seu ex-time. Ainda fez outros tentos históricos, como o do título da Taça Guanabara de 1975, aos 14 do segundo tempo da prorrogação e o “gol do elástico”, contra o Vasco.

9º – Escurinho – 43 gols
Considerado por muitos o maior ponta-esquerda de todos os tempos do Fluminense, Escurinho chegou ao Tricolor em 1954 e em 10 anos, fez 490 jogos (quarto na história do clube) e marcou 112 gols, sendo 43 deles no Maracanã. Conquistou dois Rio-SP (1957 e 1960) e dois Cariocas (1959 e 1964). Na conquista do Rio-SP de 1960, em uma goleada por 7 a 2 sobre o São Paulo, Escurinho marcou um golaço, considerado um dos mais bonitos da sua carreira.

8º – Washington (Casal 20) – 46 gols
Tri-campeão carioca (1983/84/85), campeão brasileiro (1984) e nono maior artilheiro da história do Fluminense. Esses são apenas alguns feitos de Washington com a camisa tricolor. Parte do Casal 20, fez história no clube ao lado de seu eterno companheiro Assis. Como esquecer golaços que marcou no Maracanã, como o voleio contra o Flamengo e a sequência de dribles contra o Vasco?

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Fluminense

15/06/2020 21:55 – EM FUTEBOL70 anos do Maracanã: os dez maiores artilheiros do Fluminense no estádioConfira quem são os dez jogadores que mais marcaram gols pelo Tricolor no Templo do Futebol


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O Maracanã completa 70 anos nesta terça-feira e a história do estádio se entrelaça com a do Fluminense. Desde o primeiro gol do Templo do Futebol, feito por Didi, jogador do Tricolor, até o último, antes da pandemia, marcado por Fernando Pacheco, esta história pode ser contada por quem fez a torcida gritar gol no Maior do Mundo: os artilheiros.

Em mais de 1700 jogos, o Flu balançou 2876 vezes a rede do Maracanã. Chegou a hora de celebrar o aniversário do estádio com o top 10 de artilheiros do Fluminense no Templo do Futebol.

10º – Manfrini e Rivellino – 41 gols
Abrindo o ranking, uma dupla da Máquina Tricolor. Com 41 gols no estádio, os meias Manfrini e Rivellino dividem a décima posição. O primeiro tem como momento mais marcante os dois gols marcados na decisão do Carioca de 1973, contra o Flamengo, torneio ele também conquistou o torneio em 1975, já pela Máquina e ao lado de Rivellino. O “Patada Atômica” fez história no Tricolor desde o seu primeiro jogo, quando marcou três vezes na sua estreia no Maracanã diante do Corinthians, seu ex-time. Ainda fez outros tentos históricos, como o do título da Taça Guanabara de 1975, aos 14 do segundo tempo da prorrogação e o “gol do elástico”, contra o Vasco.

9º – Escurinho – 43 gols
Considerado por muitos o maior ponta-esquerda de todos os tempos do Fluminense, Escurinho chegou ao Tricolor em 1954 e em 10 anos, fez 490 jogos (quarto na história do clube) e marcou 112 gols, sendo 43 deles no Maracanã. Conquistou dois Rio-SP (1957 e 1960) e dois Cariocas (1959 e 1964). Na conquista do Rio-SP de 1960, em uma goleada por 7 a 2 sobre o São Paulo, Escurinho marcou um golaço, considerado um dos mais bonitos da sua carreira.

8º – Washington (Casal 20) – 46 gols
Tri-campeão carioca (1983/84/85), campeão brasileiro (1984) e nono maior artilheiro da história do Fluminense. Esses são apenas alguns feitos de Washington com a camisa tricolor. Parte do Casal 20, fez história no clube ao lado de seu eterno companheiro Assis. Como esquecer golaços que marcou no Maracanã, como o voleio contra o Flamengo e a sequência de dribles contra o Vasco?

7º – Fred – 50 gols
“O Fred vai te pegar”. Todo Tricolor conhece esse grito e já cantou alguma vez, seja em casa, seja no Maracanã. O atacante, que voltou ao Fluminense em 2020, é o sétimo maior artilheiro da história do clube no Maracanã, com 50 gols marcados. Entre eles, os dois de sua estreia contra o Macaé, e duas pinturas: a chapada de fora da área contra o Vitória, em 2009, e o voleio contra o Botafogo, em 2010.

6º – Gil – 52 gols
O “Búfalo” Gil, como era conhecido, foi uma das principais engrenagens da Máquina Tricolor. O ponta-direita era uma força da natureza dentro de campo, aliando força, velocidade e habilidade. Marcou 52 dos seus 75 gols com a camisa tricolor no Maracanã. Em um dos seus maiores jogos pelo Flu, marcou três vezes na goleada por 5 a 1 sobre o Vasco, pelo Carioca de 1974.

Fluminense

15/06/2020 21:55 – EM FUTEBOL70 anos do Maracanã: os dez maiores artilheiros do Fluminense no estádioConfira quem são os dez jogadores que mais marcaram gols pelo Tricolor no Templo do Futebol


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O Maracanã completa 70 anos nesta terça-feira e a história do estádio se entrelaça com a do Fluminense. Desde o primeiro gol do Templo do Futebol, feito por Didi, jogador do Tricolor, até o último, antes da pandemia, marcado por Fernando Pacheco, esta história pode ser contada por quem fez a torcida gritar gol no Maior do Mundo: os artilheiros.

Em mais de 1700 jogos, o Flu balançou 2876 vezes a rede do Maracanã. Chegou a hora de celebrar o aniversário do estádio com o top 10 de artilheiros do Fluminense no Templo do Futebol.

10º – Manfrini e Rivellino – 41 gols
Abrindo o ranking, uma dupla da Máquina Tricolor. Com 41 gols no estádio, os meias Manfrini e Rivellino dividem a décima posição. O primeiro tem como momento mais marcante os dois gols marcados na decisão do Carioca de 1973, contra o Flamengo, torneio ele também conquistou o torneio em 1975, já pela Máquina e ao lado de Rivellino. O “Patada Atômica” fez história no Tricolor desde o seu primeiro jogo, quando marcou três vezes na sua estreia no Maracanã diante do Corinthians, seu ex-time. Ainda fez outros tentos históricos, como o do título da Taça Guanabara de 1975, aos 14 do segundo tempo da prorrogação e o “gol do elástico”, contra o Vasco.

9º – Escurinho – 43 gols
Considerado por muitos o maior ponta-esquerda de todos os tempos do Fluminense, Escurinho chegou ao Tricolor em 1954 e em 10 anos, fez 490 jogos (quarto na história do clube) e marcou 112 gols, sendo 43 deles no Maracanã. Conquistou dois Rio-SP (1957 e 1960) e dois Cariocas (1959 e 1964). Na conquista do Rio-SP de 1960, em uma goleada por 7 a 2 sobre o São Paulo, Escurinho marcou um golaço, considerado um dos mais bonitos da sua carreira.

8º – Washington (Casal 20) – 46 gols
Tri-campeão carioca (1983/84/85), campeão brasileiro (1984) e nono maior artilheiro da história do Fluminense. Esses são apenas alguns feitos de Washington com a camisa tricolor. Parte do Casal 20, fez história no clube ao lado de seu eterno companheiro Assis. Como esquecer golaços que marcou no Maracanã, como o voleio contra o Flamengo e a sequência de dribles contra o Vasco?

7º – Fred – 50 gols
“O Fred vai te pegar”. Todo Tricolor conhece esse grito e já cantou alguma vez, seja em casa, seja no Maracanã. O atacante, que voltou ao Fluminense em 2020, é o sétimo maior artilheiro da história do clube no Maracanã, com 50 gols marcados. Entre eles, os dois de sua estreia contra o Macaé, e duas pinturas: a chapada de fora da área contra o Vitória, em 2009, e o voleio contra o Botafogo, em 2010.

6º – Gil – 52 gols
O “Búfalo” Gil, como era conhecido, foi uma das principais engrenagens da Máquina Tricolor. O ponta-direita era uma força da natureza dentro de campo, aliando força, velocidade e habilidade. Marcou 52 dos seus 75 gols com a camisa tricolor no Maracanã. Em um dos seus maiores jogos pelo Flu, marcou três vezes na goleada por 5 a 1 sobre o Vasco, pelo Carioca de 1974.

5º – Magno Alves – 60 gols
Xodó da torcida tricolor no início dos anos 2000, o “Magnata” brilhou muito em duas passagens vestindo as três cores que traduzem tradição. Dentre seus 124 gols pelo Fluminense, Magno Alves marcou quase metade deles no Maracanã – 60. Em seu momento mais marcante, uma noite inesquecível contra o Santa Cruz pelo Brasileiro de 2000, quando marcou nada menos do que cinco vezes na vitória por 6 a 1. “Ah, Magno Alves!”

4º – Flávio – 61 gols
Conhecido como o “Minuano”, uma referência ao vento característico do Rio Grande do Sul, seu estado natal, Flávio veio para o Fluminense em 1969 para fazer história. Em três anos, conquistou dois Cariocas (1969 e 1971) e um Brasileiro (1970). Dentre estes títulos, se destacou na decisão de 1969, quando marcou o gol da vitória por 3 a 2 sobre o Flamengo, na reta final da partida, em um Maracanã abarrotado com mais de 170 mil pessoas.

3º – Lula – 65 gols
O pernambucano Lula era um ponta-esquerda clássico. Aliando habilidade, velocidade e visão de jogo, era um mestre dos cruzamentos. Apesar de se destacar por suas assistências, também colocava suas bolas na rede. Não à toa é o terceiro desta lista, com 65 gols no Maracanã, entre eles um inesquecível: o gol do título carioca em 1971, em uma decisão eletrizante contra o Botafogo.

2º – Telê – 66 gols
Por apenas um gol de diferença, Telê ficou com a segunda colocação na lista. Franzino, mas muito rápido, ganhou o apelido de “Fio de Esperança”. Telê se tornou um dos maiores ídolos da história do Fluminense por sua dedicação e conquistas. Fez mais de 500 jogos em dez anos, marcando 164 vezes – quinto maior artilheiro da história do Tricolor -, sendo 66 destes no Maracanã. Neste período, conquistou dois cariocas (1951 e 1959), dois Rio-SP (1957 e 1960) e o inesquecível título Mundial de 1952. Na campanha, Telê deixou sua marca uma vez, abrindo o caminho da vitória por 5 a 2 sobre o Áustria Viena-AUT.

1º – Waldo – 94 gols
O maior artilheiro do Fluminense no Maracanã não poderia ser outro: Waldo. Ninguém fez mais gols vestindo a camisa tricolor do que ele. Dos 319 marcados pelo Flu entre 1954 e 1961, 94 foram no Maracanã. Pelo clube, conquistou o Carioca de 1959 e os Rio-SP de 1957 e 1960 – sendo artilheiro das duas conquistas. Centroavante de estilo sério, era muito oportunista e dificilmente desperdiçava chances. Dentre seus 94 gols, muitos marcantes, como o gol do título do Rio-SP de 1960, contra o Palmeiras e os três marcados em uma virada (3 a 2) inesquecível contra o Vasco, pelo mesmo torneio.

Foto em destaque: Arcevo/Flumemória

Fonte: Comunicação/FFC

#Maraca70! EP 01 – O dia que os rivais se tornaram Tricolores

Palco de duas finais de Copa do Mundo (1950 e 2014) o Estádio Jornalista Mário Filho, mais conhecido como Maracanã, completa em 2020, sete décadas de existência.
Inaugurado dia 16 de junho de 1950, o Estádio se tornou um maiores símbolos do futebol brasileiro e mundial, colecionando partidas emblemáticas ao longo de sua história.

Junto às Laranjeiras, o Mário Filho se tornou a casa do Fluminense, transformando-se em um elemento fundamental na trajetória do clube e de sua torcida. Pensando nisso, separamos algumas partidas marcantes do Tricolor no ‘Maior do Mundo’. A cada dia, um jogo diferente será lembrado, seguindo a linha do tempo.

E no episódio de hoje relembremos o dia em que o Flu representou o Brasil, contra os Uruguaios.

Fluminense 3 x 0 Peñarol – Mundial 1952

Base da Seleção Uruguaia, campeã do mundo em 1950, em pleno Maracanã e contra o Brasil; a equipe do Penãrol, para os torcedores, veio para disputa da Copa Internacional de Clubes de 1952, como a materialização daquele time que calou quase 200 mil torcedores, no episódio que ficou conhecido como “Maracanaço”

E no 20 de julho, um dia antes de completar 50 anos, o Fluminense tinha como adversário a equipe Auri-rubra, liderada por Alcides Ghiggia, carrasco Brasileiro. A partida válida pela terceira rodada da fase de grupos, marcava o fechamento da primeira fase e definia os classificados às semi-finais.

O Tricolor que estava invicto, com um empate contra o Sporting Lisboa (0x0) e uma vitória sobre o Grasshopper, da Suiça (1×0), entrou em campo pressionado por não ter tido boa atuação nos dois primeiros jogos e decidia a vaga para próxima fase, com, talvez, a equipe mais destemida do torneio.

Mais de 63 mil torcedores compareceram ao Maracanã este dia. Rubro-negros, Alvi-negros e Cruz-maltinos deixaram a rivalidade de lado e vestiram Tricolor. A partida entre Brasil e Uruguai de dois anos antes, foi revivida. Para os clubes, significada uma classificação de fato. Mas, para a maioria das pessoas presentes, aquela era oportunidade da revanche.

No campo, o time que fazia uma campanha tímida, sentiu a energia vinda das arquibancadas e como diz o jargão popular, deu ‘uma aula de futebol’

Marinho abriu o placar aos 38 do primeiro tempo. Orlando Pingo de Ouro, cobrando pênalti, ampliou seis minutos depois. E de novo Marinho, aos 30 da etapa final, deu números finais à partida.

O Fluminense avançada à semi-final do Mundial, não apenas representando suas cores e sua torcida, mas, representando toda uma nação.
Mesmo que talvez, por um breve período, naquele domingo 20 de julho, o Tricolor cicatrizou, de certa forma, parte de uma ferida no coração dos fãs de futebol. Pois, para aqueles que estavam presente no ‘Maior do mundo’, os Brasileiros tiveram a sua revanche.

Confira a Ficha técnica de Fluminense 3 x 0 Peñarol – Mundial 1952

FLUMINENSE:
Castilho; Píndaro e Pinheiro; Jair, Édson e Bigode; Telê Santana, Didi Marinho, Orlando Pingo de Ouro (Vilalobos) e Robson; Tec: Zezé Moreira


PEÑAROL:
Natero; Davoine e Colturi; R. Andrade, Nardelli e Romero; Ghiggia, Hohberg, Romay (Miguez), Schiaffino (Abadie) e VIidal; Tec: Juan López


Competição: Copa Internacional de Clubes de 1952 (Copa Rio)

Compromisso: 1ª Fase – Grupo A – 3ª Rodada

Data: 20 de Julho de 1952 (DOMINGO)

Público: 63.536 (51.436 pagantes) – Renda: Cr$ (Cruzeiros) 1.445.643,30

Vídeo flagra enfermeiros dormindo no chão do hospital de campanha do Maracanã

O governo do estado inaugurou no último sábado (9) o Hospital de Campanha do Maracanã, já com nove dias de atraso.

Porém, apesar de inaugurado, o hospital já dá sinais de problemas. Um vídeo que circulou nas redes sociais nos últimos dias mostrava enfermeiros dormindo no chão em pleno Hospital. Acompanhe:

Hospital no maracanã é inaugurado neste sábado

Nove dias depois do previsto, na manhã deste sábado (09), o Governo do Rio, inaugurou o hospital de campanha, para combate ao coronavírus, no Maracanã.

Construído em 38 dias, a unidade, que começa a receber os pacientes já nesta noite, terá ao todo 400 leitos. Serão abertos, a princípio, 170 leitos, onde 50 serão de unidade de terapia intensiva (UTI) e 120 de enfermaria. O governo informou que os outros 230 ainda serão sendo finalizados e devem ser entregues até a próxima sexta-feira (15).

O hospital no Maracanã é de alta complexidade. É um hospital que, comparado com o que foi feito na China, em 30 dias, tem uma complexidade ainda maior. Em São Paulo, 9 a 10% dos hospitais são destinados à UTI. Aqui, 100% dos hospitais serão destinados à UTI – afirmou o governador Wilson Witzel.

FOTO: Rogério Santana/Divulgação Governo do RJ

Fluminense e Flamengo prorrogam contrato de gestão do complexo Maracanã

A dupla Fluminense e Flamengo estenderam por mais 180 dias a permissão de uso do complexo Maracanã, estendendo assim o contrato até novembro deste ano.

Essa ampliação foi assinada junto ao governo do estado e deverá ser publicada no Diário Oficial até o fim desta semana.

Contudo, por conta da pandemia do novo Coronavírus (Covid-19), as assinaturas foram feitas individualmente e mantiveram os moldes da anterior, com o Flamengo permanecendo como titular na parceria e o Fluminense interveniente anuente (por conta das exigências financeiras). Os termos financeiros também seguem nos moldes do antigo contrato, onde os clubes criaram uma empresa, uma sociedade de propósito específico (SPE), para a gestão da arena. Por jogo é cobrado R$ 90 mil de aluguel. Além disso, a dupla assumiu desde o primeiro contrato os custos de manutenção do estádio, cerca de R$ 2 milhões mensais, além de seis parcelas de R$ 166,6 mil a serem repassadas ao governo. O quê, no final dos 180 dias, chegará a R$ 1 milhão.

Vale destacar que o Estado já anunciou que muito em breve vai colocar um novo processo de licitação, visando à concessão do complexo por 35 anos.

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