fbpx

E agora, de quem é a culpa ?

Guerreiros da Sul, Tricolores e Tricolindas ! Primeiro vou falar sobre o jogo: o Fluminense mais uma vez dominou o adversário com expressiva superioridade, 71.5 % de posse de bola. Soma-se ainda, três claras situações de gol perdidas – Everaldo, Luciano e Gonzáles.

Ontem, contudo, o TIC TAC do DIniz não foi eficiente. Faltou ser mais agudo, vertical e agressivo.

Muitos toques laterais e para trás e, mais uma vez tomamos um gol de bola parada. E, que já está virando rotina !

Agora, passamos para a outra questão: primeiramente, quero parabenizar o Sr. Pedro Abad, que pela primeira vez em mais de dois anos tomou uma atitude de MACHO e defendeu com rigor e paixão o FLUMINENSE. Parabéns ao departamento jurídico do clube, que venceu todas as batalhas pré jogo. Por outro lado, foi LAMENTÁVEL a atitude do consórcio Maracanã e FERJ que junto com alguns irresponsáveis do Nanico da Colina, tumultuaram desde o final do Fla Flu. Investigações devem ser feitas, denúncias precisam ser apuradas. Não podemos deixar passar em branco. Foi tudo muito estranho e suspeito.

Algumas perguntas devem ser respondidas, como: Quem autorizou a entrega do malote dos ingressos do setor sul ao Vasco ? Por que, apesar de uma decisão judicial continuaram vendendo ingressos no peito ? Por que todos se uniram contra o Fluminense, inclusive as emissoras de TV e pressionaram o juiz de plantão no JECRIM horas antes do jogo ? Por fim e não menos importante: como liberam a entrada de torcedores que derrubaram as grades e tentaram invadir o Maracanã ao invés de serem presos em flagrante ?

O departamento jurídico do clube tem que continuar acionando e cobrando.

Milhares de tricolores deixaram de comparecer por se sentirem ameaçados pela falta de segurança e estrutura para terem acesso ao estádio. Tempo e direito a PERDAS e DANOS, e sei mais lá o que, pois não sou advogado. A hora é agora ! Lutar pelos nosso direitos e defender a Instituição.

Doidos na estreia do Ganso. Espero que o mistério do departamento médico do Gilberto chinelinho termine. E PEDRO ? Moleque, 21 anos. Como é que é ? Vai ou não vai ? Tá parecendo fratura de fêmur de um senhor de 70 anos, Bora ! Acelera a fisioterapia e reforço muscular. Já passou da hora de voltar.

No mais, Saudações Tricolores ! Vitória na Guerra !

Estreia de Ganso é confirmada para essa sexta, contra o Bangu

Por Rômulo Morse


A espera acabou. O Fluminense anunciou que Paulo Henrique Ganso, o novo camisa 10, vai fazer sua estreia com a camisa tricolor contra o Bangu, nesta sexta, às 21h, no Maracanã, pela primeira rodada da Taça Rio. Também foi divulgado o esquema para a venda de ingressos.

A comercialização dos bilhetes terá início nessa terça-feira (19). Pela internet, começará às 10h, por meio do site www.futebolcard.com, enquanto os pontos físicos ficarão disponíveis às 13h. Em acordo com o adversário, que será o mandante do duelo, os sócio-torcedores do tricolor terão os mesmo descontos de uma partida em casa. Os preços variam de R$ 15,00 a R$ 40,00.

Confira abaixo todas as informações:

VALOR DOS INGRESSOS:

Setores Sul e Leste Inferior (Gratuidades apenas no setor Leste Inferior)
100% de desconto – Pacotes Futebol e Check-Ins 2019 e Tricolor de Coração
R$ 15 – 62,5% de desconto – Sócio Futebol, Eterno Amor, Construa o CT e Pacote Jogos
R$ 30 – 25% de desconto – Guerreiro
R$ 40 – Demais torcedores (R$ 20 meia-entrada)

PONTOS DE VENDA E TROCA DE INGRESSOS (SOMENTE DINHEIRO):

Laranjeiras: Sede do Fluminense (Rua Álvaro Chaves, 41)
Dia 19/02, das 13h às 20h
Dias 20 e 21/02, das 10h às 20h

Maracanã: Bilheteria 1 (Avenida Maracanã, S/N)
Dia 19/02, das 13h às 17h
Dias 20 e 21/02, das 10h às 17h

Jacarepaguá: Loja Torcedor Carioca: (Estrada do Gabinal, 313, Lj 116/117, Galeria A)
Dia 19/02, das 13h às 17h
Dias 20 e 21/02, das 10h às 17h

Del Castilho: Loja Oficial Fluminense FC – Shopping Nova América (Avenida Pastor Martin Luther King Jr, 126, 1° piso)
Dia 19/02, das 13h às 22h
Dias 20 e 21/02, das 10h às 22h

Niterói: Clube Canto do Rio (Avenida Visconde do Rio Branco, 701, Centro)
Dia 19/02, das 13h às 17h
Dias 20 e 21/02, das 10h às 17h

Araruama: Loja Fanáticos : Av. Brasil, 10 – Loja 112 – Araruama
Dia 19/02 das 13h às 17h
Dias 20 e 21/02 Horário 10:00 às 17:00hs (apenas venda, sem troca)

VENDAS NO DIA DA PARTIDA (SOMENTE DINHEIRO): 

Laranjeiras – Sede do Fluminense
Das 10h às 14h

Maracanã – Bilheteria 1
Das 10h até o término do 1º tempo

VENDAS PARA TORCIDA DO BANGU:

Bangu: Estádio Moça Bonita (Rua Sul América, 950)
Dia 19/02, das 13h às 17h
Dias 20 e 21/02, das 10h às 17h

Maracanã: Bilheteria do Acesso E
Dia 22/02, das 19h ao fim do primeiro tempo

CHECK-IN PARA SÓCIO-TORCEDORES:

Pacotes Futebol, Check-Ins 2019, Tricolor de Coração, Sócio Futebol, Eterno Amor, Construa o CT, Pacote Jogos e Guerreiro:

Do dia 19/02, terça-feira, às 10h, até o dia 21/02, quinta-feira, às 23h50.

Os sócios também podem adquirir seus ingressos com o desconto do plano nos pontos de venda, na Sede do Fluminense e no Maracanã.


Fonte: Globoesporte.com

Flu e Vasco lucram R$ 109 mil cada com renda da final da Taça Guanabara

Por Rômulo Morse


Em meio a confusão no duelo entre Vasco e Fluminense, no domingo, pela final da Taça Guanabara, os clubes tiveram lucro. A final no Maracanã rendeu R$ 109.013,75 para cada equipe. Com 29.002 torcedores presentes, as equipes ficaram com apenas 20% do valor total arrecadado de R$ 1.129.912,00.

Segundo o borderô do jogo, publicado no site da Ferj, o clássico teve despesa de R$ 911.884,49, sendo sua maior parte referente ao aluguel do estádio, custando R$ 470 mil. Já a federação conseguiu ficar com quantia considerável, tendo apenas R$ 7 mil a menos que os times. A taxa da entidade, que custou nessa ocasião R$ 102.181,60, é cobrada em partidas de teor decisivo ou em duelos que envolvam os quatro grandes.

Confira abaixo o documento:

 

FERJ proíbe clássicos entre Fluminense e Vasco no Maracanã até consenso sobre lado Sul

Em resposta à batalha travada entre Fluminense e Vasco pelo setor Sul do Maracanã, a FERJ divulgou, nesta segunda-feira, uma nota na qual proíbe que os rivais duelem no estádio até que cheguem a um consenso sobre onde posicionar suas torcidas. A medida vale só para torneios organizados pela entidade.

“Após os lamentáveis episódios ocorridos antes do início da final da Taça Guanabara, entre Vasco da Gama e Fluminense, no último domingo (17/02), no Maracanã, a FERJ, através de uma Resolução da Presidência vem determinar que as partidas que envolvam as duas agremiações acima mencionadas, válidas pelo Campeonato Carioca, somente serão programadas e/ou autorizadas para o Maracanã caso haja acordo expresso entre os clubes acerca da ocupação do setor sul, ou decisão judicial desportiva sobre o caso. Nas partidas contra outros adversários, o Fluminense terá o direito de ocupar o setor sul, mesmo na condição de visitante, exceto acordo entre as partes ou decisão diversa da justiça desportiva”, diz o comunicado.

Campeão da Taça Guanabara neste domingo, o Vasco conseguiu alocar seus torcedores à direita das cabines, contrariando o contrato existente entre o clube das Laranjeiras e a Concessionária Maracanã desde 2013. O jogo começou com portões fechados, por determinação judicial, mas recebeu público de 29 mil pessoas, em sua imensa maioria vascaínos, a partir dos 30′ minutos do primeiro tempo, após confusão generalizada no local.

Os clubes, que estão juntos na chave B do campeonato, só se reencontrariam numa eventual semifinal de Taça Rio, no fim de março. Neste segundo turno, que começa na sexta-feira, as equipes de um grupo encaram adversários do outro.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

 

 

Fluminense x Vasco: Tricolores relatam que rivais entravam no Maracanã sem ingresso

Um caos no Maracanã, neste domingo, expôs a desorganização que cerca o Campeonato Carioca. Em razão da briga entre Fluminense e Vasco pelo setor Sul, a Justiça determinou, na madrugada de sábado, que o clássico ocorreria com portões fechados. Mas o dia reservou diversas reviravoltas na polêmica, que terminou, enfim, com a permissão para acesso às arquibancadas, após tumulto com feridos no local.

Paralelamente ao jogo, que começou sem espectadores, milhares de torcedores se concentravam, desde cedo, nos arredores do estádio, na esperança de que pudessem assistir à final da Taça Guanabara, vencida pelo Cruz-Maltino por 1 a 0. Foi autorizada a entrada apenas aos 30′ do primeiro tempo, porém, com veto à maioria dos tricolores, inclusive àqueles com ingresso em mãos.

– Comprei os quatro ingressos no sábado, às 11h, na bilheteria 1 do Maracanã. Com o imbróglio, cheguei a avisar aos meus filhos que não teria jogo. No domingo, decidi ir porque um primo meu veio de Ubatuba. Cheguei no estádio e fomos todos barrados, como todos os outros torcedores ali. Por volta das 17h, fui embora. Por conta da confusão, fiquei preso em um hortifruti e nem conseguir assistir ao jogo – informou Fernando Miragaya.

Com o impasse, só as bilheterias 1 e 4, destinadas aos tricolores, não abriram para venda, mesmo com as enormes filas. Ou seja, a maioria ficou barrada, sem que a organização prestasse esclarecimentos. Segundo relatos, do lado de lá, não havia conferência de bilhetes. Um torcedor do Fluminense, inclusive, conseguiu entrar no setor ocupado pelos adversários. Ele preferiu não se identificar.

– Fui até o Maracanã com um amigo vascaíno. Barraram os tricolores. Estava indo embora quando abriram os portões para a torcida do Vasco. Entrei sem ingresso no setor dos vascaínos. Até catadores e moradores de rua entraram. Do outro lado, não deixaram – disse.

Conforme estabelecido pela desembargadora Lucia Helena do Passo, o Vasco deve providenciar a devolução do valor do ingressos em até cinco dias, sob pena de R$ 5 mil por dia de descumprimento. De acordo com o NETFLU, um grupo de tricolores pretende formalizar uma ação judicial contra a FERJ, o Vasco e a Concessionária Maracanã.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: O Globo.

Fluminense pode buscar no Engenhão uma alternativa ao Maracanã

Foto: Divulgação

Confusão na final da Taça Guanabara teria sido a gota d’água da conturbada relação entre Flu e Maraca.

A confusão entre Fluminense, Ferj, Vasco e Consórcio Maracanã pode melar de vez a relação entre o clube das Laranjeiras e a administração do estádio.

O Fluminense entende que foi desrespeitado pelo consórcio no episódio, uma vez que havia um contrato assinado entre as partes e, no entendimento da direção Tricolor o consórcio teria que ter feito valer o contrato e ficar ao “lado” do Fluminense na queda de braço contra Vasco e Ferj.

E exatamente por sentir essa falta de respeito, o Tricolor deverá buscar uma alternativa nos seus mandos de jogos. Em informação passada inicialmente pelo site Saudações Tricolores e, confirmada pela reportagem do Canal Flunews, o Fluminense deve buscar um acordo junto ao Botafogo para que passe os mandos do Maracanã para o Engenhão.

O Canal Flunews apurou inclusive que uma reunião deve acontecer ainda no início desta semana para que uma definição saia o mais breve possível. A intenção do Flu é dividir os custos com o alvinegro, diminuindo drasticamente o valor pago em cada jogo ao Consórcio Maracanã.

Caso haja um acordo com o Botafogo, o Fluminense ainda teria caminho livre para acionar Consórcio na justiça por quebra de contrato.

Procurada pela reportagem do Canal, a direção do Flu não confirmou um possipos acordo com o Botafogo

Em tumulto, torcedores se machucam e são encaminhados a hospital

A ordem judicial que previa portões fechados no Maracanã, que sediou a final da Taça Guanabara, seria cumprida, após o juiz do JECRIM (Juizado Especial Criminal) vetar documento que contrariava o estabelecido. Contudo, os vascaínos, barrados nos acessos às arquibancadas, confrontaram a Polícia no local e deram início a um enorme tumulto. Reação se deu, por exemplo, com bombas de efeito moral e gás de pimenta.

Aos 30′ do primeiro tempo, com um cenário um pouco mais tranquilo, o desembargador Andre Emílio Ribeiro permitiu a entrada do público para assistir ao clássico vencido pelo Vasco por 1 a 0. FERJ anunciou 29 mil presentes.

– É uma vergonha para o futebol, para a sociedade, para as torcidas. Jogar uma parte da final da Taça Guanabara para depois chegar a torcida no meio do jogo é uma coisa vexatória – disse Fernando Diniz.

Foram 29 torcedores socorridos na confusão generalizada desta tarde. Destes, dois – um com ombro deslocado e outro ferido na perna por bala de borracha – precisaram ser levados ao Hospital Souza Aguiar, no Centro. Seus nomes não foram revelados.

Preocupado com o clima que se desenhava para o duelo, a PM optou por aumentar o efetivo que atuaria na região.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

JECRIM veta entrada de torcedores, e clássico entre Fluminense e Vasco ocorre sem público

Mesmo com mais de 30 mil ingressos vendidos, o jogo que decide o campeão da Taça Guanabara, neste domingo, ocorre no silêncio de um Maracanã vazio. Segundo a FERJ, o Governo do Estado do Rio de Janeiro e os órgãos de segurança autorizaram a realização da final com portões abertos.

No entanto, o juiz de plantão no JECRIM (Juizado Especial Criminal) decidiu seguir a sentença expedida nesta madrugada, pela desembargadora Lucia Helena do Passo, dado que o documento recebido, em termos judiciais, não possuía validade. Não havia assinatura de um magistrado.

Depois de reunião na FERJ, Alexandre Campello anunciou, às 14h40, que assumiria risco processual para que houvesse público no estádio. Houve a expectativa da liberação da entrada dos torcedores, prevista para 15h, e para venda de ingressos, pelo menos, nas bilheterias 2 e 3, destinadas aos vascaínos. Todavia, não houve permissão para tal.

Favorável a um jogo com torcidas, o BEPE recuou e, em respeito à ordem judicial, desistiu de abrir os portões. A medida poderia resultar, inclusive, na indiciação do Major Silvio Luiz, da PM, por crime militar, segundo o jornalista Fred Justo, do SporTV.

Em nota, o Ministério Público se posicionou em defesa do cumprimento da ordem que prevê clássico sem torcidas.

Barrados, os milhares de vascaínos começaram uma confusão generalizada no entorno do Maracanã, inclusive lançando bombas. Reforçado justamente para inibir possíveis conflitos, o efetivo da PM tenta dispersar os vândalos com gás de pimenta. A partida, já iniciada, está empatada em 0 a 0. Caso o resultado persista, vencedor sairá nos pênaltis.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Foto: @fimdejogo

Policiais e funcionários do Maracanã perguntam à imprensa se portões serão liberados aos torcedores

O presidente vascaíno, Alexandre Campello, decidiu assumir risco processual e abrir os portões do Maracanã na final da Taça Guanabara, contrariando ordem judicial. O acesso ao estádio, segundo o Vasco, seria liberado às 15h, o que, por ora, não ocorreu, visto que há trâmites burocráticos em andamento. Depende ainda de um documento, conforme informado pelo JECRIM.

Pouco depois de confirmada a presença das torcidas no clássico deste domingo, a jornalista Aline Nastari, do Esporte Interativo, flagrou policiais e funcionários do estádio perguntando à imprensa se os portões seriam mesmo abertos. Ela classificou o situação como uma “confusão só”.

No momento, os torcedores de ambos os times seguem chegando ao local. Para o Cruz-Maltino, as bilheterias 2 e 3 estão funcionando, mas com filas grandes. Para o Tricolor, nenhuma informação quanto à venda de ingressos.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

 

Vasco assume risco processual e confirma portões abertos na decisão contra o Fluminense pela Taça GB

Às 14h40, em reunião na FERJ, ficou decidido que a final entre Fluminense e Vasco, pela Taça Guanabara, será com portões abertos, neste domingo, no Maracanã. Os presidentes Pedro Abad e Alexandre Campello se juntaram a representantes do BEPE, ao Secretário de Esportes do Rio, Felipe Bornier, e ao procurador do Ministério Público, José Carlos Sarmento, para discutir, mais uma vez, a polêmica.

Ao Globoesporte.com., Felipe Bornier disse que conversaria com Abad para convencê-lo de que a melhor opção seria autorizar a entrada do público – há mais de 30 mil ingressos vendidos. À espera da reversão do cenário, vascaínos se concentravam na Rua Eurico Rabelo, em frente às passagens para o setor Sul, onde o Cruz-Maltino ficará alocado. Eles comemoraram a permissão para assistir ao clássico.

Os acessos às arquibancadas estão liberados desde 15h e as vendas nas bilheterias (2 e 3, para os rivais) serão retomadas. Não há informações sobre a comercialização dos bilhetes para os tricolores, aconselhados pelo Fluminense a não comparecer. Mesmo sob chuva e trovões, há alguns presentes.

Vascaínos ocupam arredores do Maracanã a poucas horas da final. (Foto: Felipe Siqueira)

O posicionamento do BEPE é o mesmo de Bornier, mas a ideia, inicialmente, era cumprir a ordem expedida pela desembargadora Lucia Helena do Passo na última madrugada. Por segurança, a PM optou por aumentar o efetivo para 400 policiais, na intenção de impedir conflitos. Além disso, há reforços sendo acionados e direcionados para o estádio.

Como havia avaliado anteriormente, Campello assumiu o risco processual e desobedeceu à Justiça, que prevê multa de R$ 500 mil ao clube e à Concessionária Maracanã. Tal punição, no entanto, pode ser contestada e, em caso de ganho de causa para o Vasco, invalidada.

ATUALIZAÇÃO, ÀS 15H25: Em rede social, o Vasco divulgou que os portões seriam abertos às 15h. Porém, isso ainda não ocorreu. Falta um ofício a ser enviado pela desembargadora Lucia Helena do Passo e entregue por procurador da Justiça. As filas nas entradas e bilheterias do Maracanã vão crescendo.

Saudações Tricolores,
Caio Carvalho* e Nicholas Rodrigues.

*Contém informações do repórter Caio Carvalho.

 

 

Top