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Marcão se anima com contratação de Oswaldo de Oliveira: “É vencedor e tem estrela”

Oswaldo de Oliveira, que substitui Fernando Diniz, conheceu o Centro de Treinamento do Fluminense na manhã desta quarta-feira e virou o assunto da entrevista do interino Marcão, que fica no posto até a apresentação do novo técnico, prevista para segunda-feira.

– Temos uma amizade de longa data, é uma pessoa especial. E vencedor. Vai dar muito certo, tem muito a contribuir. Os meninos vão aproveitar essa experiência e tirar coisas boas dele. O Oswaldo é uma pessoa única e está entre os melhores treinadores com que trabalhei como atleta. Em termos de grupo, de vestiário, conhecimento. Os garotos vão correr para ele. Tenho certeza que vai contribuir. Tem muita experiência e é muito vencedor. E tem estrela.

Marcão lidera o Time de Guerreiros no compromisso de amanhã, frente ao Corinthians, pela ida das quartas-de-final da Sul-Americana. Ao detalhar o primeiro contato de Oswaldo com o elenco, o ex-volante revelou que o treinador deu instruções para o jogo em São Paulo.

– Oswaldo já chegou falando sobre a forma que ele pensa. Em se tratando de uma competição diferente, temos que virar a chave. Estamos bem na Sul-Americana. Estimulamos isso hoje. Ele (Oswaldo) já ajudou um pouco no treinamento para o jogo da Sul-Americana, já está contribuindo.


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Preservação do estilo de Fernando Diniz: “A gente vai aproveitar tudo do Diniz, não tem como tirar. O jogo que essa molecada apresentou até agora a gente vai aproveitar. E remodelar com o que o Oswaldo pensa. Eu acredito muito nesse trabalho. Fernando começou o projeto e a gente vai continuar”.

Atenção na defesa: “A gente quer dar um pouco mais de segurança para a nossa equipe. A gente já fez algumas colocações importantes e esperamos melhorar nesse jogo”.

Relacionamento com Oswaldo de Oliveira: “É de irmão. Na época, eu fui capitão dele e sei o que ele gosta de fazer. Vamos fazer para que tudo funcione da melhor maneira. Temos uma rapaziada que gosta de trabalhar, é obediente, e o Oswaldo vai acrescentar muito. Tenho certeza de que rapidamente vamos falar de coisas boas, do Fluminense brigando por coisas importantes”.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Marcão revive contra Corinthians função que exerceu em 2016 e promete Fluminense ao estilo de Diniz: “Não abriremos mão”

À frente do Fluminense provisoriamente desde a demissão de Fernando Diniz, no início da semana, Marcão comanda a preparação para o primeiro duelo das quartas-de-final da Sul-Americana, contra o Corinthians, às 21h30 de quinta-feira, em São Paulo. Contratado para o cargo, Oswaldo de Oliveira viaja com a delegação, mas não ficará à beira do campo.

– Marcão é querido por todos os jogadores. O Fluminense tem profissionais que têm boa gestão com os jogadores – revelou Diniz em entrevista no dia da dispensa do clube.

De acordo com o jornalista Victor Mendes, do LANCE!, o auxiliar pensa em fazer somente uma mudança na escalação usada na derrota por 1 a 0 para o CSA, domingo, pelo Brasileirão: Frazan no lugar de Yuri, volante improvisado na zaga. Com dores na panturrilha direita, Digão não vem treinando com bola, mas figura na lista de relacionados para o compromisso de amanhã.

– O jogo do Fluminense é extremamente bonito. Passar uma temporada quase toda com 60%, 70% de posse, passes, finalizações… Não vamos abrir mão disso, o Oswaldo sabe. Temos que dar confiança aos nossos atletas – disse o ex-volante.

Marcão, que retornou ao Tricolor em junho após mais de dois anos, volta a dirigir o Time de Guerreiros. No fim de 2016, com as saídas de Eduardo Baptista e Levir Culpi, ele assumiu o posto de interino durante seis jogos, o último deles no empate em 1 a 1 com o Internacional, em 12 de dezembro, no Giulite Coutinho. À época, venceu duas, empatou duas e perdeu duas.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Marcão volta ao Fluminense como auxiliar técnico na vaga de Leo Percovich

A saída do uruguaio Leo Percovich para o Middlesbrough, da Inglaterra, no início de junho, provocou a volta de Marcão ao Fluminense. Ele reassume o cargo de auxiliar técnico, como atuou de julho de 2013 a janeiro de 2017. No fim desta passagem, inclusive, chegou a comandar o time durante seis jogos do Brasileirão de 2016, após as demissões de Eduardo Baptista e Levir Culpi. Somou duas vitórias, duas derrotas e dois empates.

Dessa vez, junta-se aos assistentes Márcio Araújo, Wagner Bertelli, Edevaldo Freitas e Marco Salgado na comissão técnica encabeçada por Fernando Diniz.

Depois de deixar o Tricolor, Marcão concluiu a faculdade de Educação Física, o curso para técnicos da CBF e ainda estudou Inglês. Virou coordenador técnico do Bangu em meados do ano passado e, depois de ajudar a equipe a avançar à semifinal do último Campeonato Carioca, saiu do emprego.

Na eleição de junho, o ex-volante apoiou a chapa eleita, formada por Mário Bittencourt e Celso Barros. Na ocasião, ao Canal FluNews, disse que com a dupla “teremos respeito ao nosso clube e estaremos altamente preparados para levar o nome do Fluminense para onde nunca deveria ter saído”.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Marcão explica escolha por Mário e sonha com retorno de Thiago Silva: “Depende mais do próprio Fluminense do que dele”

Ex-volante do Fluminense, Marcão declarou apoio a Mário Bittencourt na eleição que definirá o sucessor de Pedro Abad na presidência. Ao Canal FluNews, com exclusividade, ele explicou a escolha pela chapa “Tantas Vezes Campeão”, que ainda traz Celso Barros como vice.

– Ficou fácil (escolher). Além do Mário ser meu amigo, ele tem projeto. Torcedor quer ver o projeto saindo do papel. Com Mário e Celso, teremos respeito ao nosso clube. Com eles estaremos altamente preparados para levar o nome do Fluminense para onde nunca deveria ter saído.

Numa entrevista ao programa “Os Donos da Bola”, na véspera do pleito, Mário confirmou sondagem a Buffon e revelou interesse em dois ídolos da torcida: Fred, do Cruzeiro, e Thiago Silva, do PSG. Essa, inclusive, é uma de suas propostas. Marcão, amigo pessoal do “Monstro”, disse crer na volta do zagueiro da seleção brasileira.

– Depende mais do próprio Fluminense do que dele (risos). Tem que reestruturar o nosso clube, buscar parceiros… Quem sabe, mais à frente, a gente comemora o retorno do nosso capitão.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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