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M. Oliveira diz que elenco vive “turbilhão” no Fluminense e merece se salvar da Série B: “Entregamos nosso melhor”

Dispensado em reunião com Abad, Fabiano Camargo e Paulo Angioni, na tarde desta quinta-feira, no Centro de Treinamento, Marcelo Oliveira publicou, por meio de sua assessoria, um comunicado onde explicou o período de cinco meses no Fluminense. Ele deixa o clube numa seca de um mês sem vencer e marcar gols e com chance de rebaixamento. Domingo, em decisão com o América-MG pela permanência na Série A, seu ex-auxiliar, Fábio Moreno, assume o comando.

Após 33 jogos como treinador do Fluminense, só posso finalizar agradecendo aos nossos jogadores, que, por todo o empenho que demonstraram na temporada, merecem muito a vitória nesta última rodada – declarou, ao fim da nota.

Marcelo Oliveira chegou ao Fluminense em meados de junho e encerrou sua passagem por aqui com 13 derrotas e um aproveitamento de apenas 44,4% – venceu 12 e empatou 8 jogos. No entanto, a queda de rendimento da equipe, segundo o próprio, se associa, também, ao “turbilhão” de fatores extracampo. Em razão da crise financeira, havia dois meses de salários em atraso – ambos foram regularizados – e, agora, a dívida é de quatro meses de imagem.

– Acima das inúmeras dificuldades, afirmo que sempre houve muito profissionalismo e muita dedicação de todos os atletas. Conseguimos criar um ótimo ambiente e blindar, até onde foi possível, os fatores extracampo. Lamento não ter podido contribuir mais, mas sinto que entregamos, todos, o nosso melhor, acima de todo o turbilhão que vivenciamos. Infelizmente, o técnico depende de resultados, mas os resultados não dependem apenas da ação do técnico.


Leia o comunicado completo:

“Quando recebi o convite para assumir o comando do Fluminense, há pouco mais de cinco meses, exaltei o peso da camisa e o comprometimento dos jogadores como fatores decisivos para aceitar o desafio. Encontrei, aqui, uma equipe extremamente dedicada, como eu já imaginava, profissionais altamente capacitados de todos os departamentos e uma grande vontade de vencer de todos os integrantes do clube.

Ao longo desse breve período de trabalho, alçamos voos altos: chegamos a uma semifinal de Sul-Americana, incluindo, na campanha, uma batalha no Uruguai contra o Nacional; vencemos o campeão Palmeiras, quebramos o tabu contra a Chapecoense… Entregamos tudo o que podíamos. Apesar de termos trabalhado intensamente, em um certo ponto da temporada não conseguimos gerar mais os resultados que atingissem a expectativa que nós mesmos criamos.

Acima das inúmeras dificuldades, afirmo que sempre houve muito profissionalismo e muita dedicação de todos os atletas. Conseguimos criar um ótimo ambiente e blindar, até onde foi possível, os fatores extracampo. Lamento não ter podido contribuir mais, mas sinto que entregamos, todos, o nosso melhor, acima de todo o turbilhão que vivenciamos. Infelizmente, o técnico depende de resultados, mas os resultados não dependem apenas da ação do técnico.

Após 33 jogos como treinador do Fluminense, só posso finalizar agradecendo aos nossos jogadores, que, por todo o empenho que demonstraram na temporada, merecem muito a vitória nesta última rodada; à torcida, que sempre demonstrou seu apoio e amor, mesmo em um ano difícil; aos funcionários do clube, sempre comprometidos com o melhor para a instituição, independentemente do cenário; e à diretoria, que me fez o convite para comandar um dos maiores clubes do Brasil. A todos, o meu muito obrigado!”.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

 

Após eliminação na Sul-Americana, Fluminense dispensa Marcelo Oliveira

Eliminado na Sul-Americana para o Atlético-PR e numa seca de mais de um mês sem gols, o Fluminense decidiu dispensar, nesta quinta-feira, o técnico Marcelo Oliveira, mesmo ainda sobrando um jogo para o fim do ano. Domingo, o clube decide a permanência na primeira divisão, contra o América-MG, no Maracanã. Fábio Moreno, auxiliar-técnico permanente, ocupará o cargo. 

Paralelamente às reclamações de torcedores na internet, havia, também, uma pressão grande de membros e conselheiros da Flusócio pela demissão de Marcelo. Alguns deles, inclusive, apoiavam a promoção de Léo Percovich, treinador da base, ao time principal. A derrota desta quarta-feira, para o Furacão, por 2 a 0, no Rio, tornou inviável a sequência do trabalho do profissional de 63 anos.

Contratado em junho, durante a pausa para a Copa do Mundo, Marcelo Oliveira assinou contrato que termina em dezembro e comandou o Fluminense em 33 jogos. Venceu 12, empatou 8 e perdeu 13, configurando um aproveitamento de 44,4%. Em nota, o clube confirma a demissão:

“O Fluminense Football Club comunica que Marcelo Oliveira não é mais técnico do clube. A decisão foi tomada pela diretoria após a sequência de resultados negativos que a equipe vinha tendo. Na partida contra o América-MG, pela última rodada do Campeonato Brasileiro, o Tricolor será comandado pelo auxiliar técnico permanente do clube, Fábio Moreno. Este confronto é decisivo para o Flu permanecer na elite do futebol brasileiro”. 

Indicado por Abel Braga, Fábio Moreno, que assume a equipe na última rodada do Brasileirão, começou sua trajetória no Fluminense em 2012, como observador técnico. Na mesma função, foi campeão olímpico com a Seleção em 2016. Desde que deixou Laranjeiras, trabalhou na Ponte Preta e no Internacional. Retornou no início da temporada passada, ainda com Abel Braga, e se tornou auxiliar com Marcelo Oliveira.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Marcelo Oliveira treina pênaltis e experimenta 3-4-3 para enfrentar o Atlético-PR

Numa seca de sete jogos sem marcar gols, o Fluminense deve balançar a rede do Atlético-PR, pelo menos, duas vezes para levar a decisão da vaga para os pênaltis. Caso vença por um placar maior, se garante como finalista da Sul-Americana. No treino desta terça-feira, de portões fechados e que encerrou a preparação para a semifinal, Marcelo Oliveira testou uma nova escalação, no esquema de 3-4-3 e bastante ofensiva. Ainda houve um trabalho tático, sucedido por jogadas de bolas paradas e cobranças de pênaltis.

Léo, que vem de uma atuação ruim contra o Internacional, saiu para a entrada de Jádson na ala-direita. Ele, aliás, fez a mesma função no triunfo de 1 a 0 sobre o Nacional, no Uruguai, nas quartas-de-final. Richard se tornou o único volante e, ao lado de Sornoza, reserva no domingo, faz o meio-campo. Na frente, o trio foi formado por Júnior Dutra, Luciano e Marcos Júnior.


Veja a provável escalação:

Júlio César; Paulo Ricardo, Gum e Digão; Jadson, Richard, Sornoza e Ayrton Lucas; Junior Dutra, Luciano e Marcos Júnior.


Veja a lista de relacionados:

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Marcelo Oliveira diz que salários atrasados desconcentram e prevê emoção em luta contra o Z-4

A duas rodadas do fim do Campeonato Brasileiro, o Fluminense ainda se vê ameaçado pelo risco de rebaixamento. Quinta-feira, perdeu para o Bahia, em Salvador, por 2 a 0, e acrescentou mais um jogo à sequência de seis sem vencer. Mantém-se com 42 pontos, a quatro do Z-4, e se prepara para enfrentar Internacional, domingo, e América-MG, dia 02 de dezembro, com a certeza de que a luta deve ser pela permanência na primeira divisão.

– Vai ser assim até o final, infelizmente, para todos nós e para o torcedor. Por mais que estejamos lutando e trocando peças, dá a impressão de que a falta de um ou outro jogador quase sempre é muito importante. Nossas dificuldades trazem problemas e causa desconcentração que o adversário aproveita – explicou Marcelo Oliveira.

Segundo o técnico, a desconcentração mencionada na resposta anterior está ligada aos salários atrasados. Atualmente, são dois meses na CLT e mais cinco em imagem, que, geralmente, representa maior parcela da mensalidade paga aos jogadores. Embora a torcida acuse o time de “corpo mole”, Marcelo Oliveira rechaça essa postura.

– O problema financeiro interfere, é representativo. Quando é um período menor, reflete menos. Não é o nosso caso. Ninguém deixa de treinar ou jogar. Todos se esforçam, se empenham. Não tenho garantia disso, mas pode, inconscientemente, ele se desconcentrar do jogo. É a impressão que tenho. Mas, ao mesmo tempo, estamos mobilizando muito para que venha logo essa salvação no Brasileiro para que possamos ter tranquilidade – disse.

Questionado pela torcida, o treinador não se garante no comando da equipe do Fluminense na temporada que vem. Ele, contratado em junho, assinou até dezembro deste ano.

– Quando decidi virar treinador me preparei para todas as situações e vou doar o máximo sempre para buscar resultados melhores. Não depende de mim essa situação (de permanecer ou não no cargo).


Veja mais trechos da entrevista:

Análise do jogo

– Aqui é sempre muito difícil pela qualidade do Bahia. Tivemos uma pressão grande no início e depois controlamos. Voltamos com bom controle também e, por infelicidade, levamos o gol. Bahia poderia ter feito antes, mas não daquela maneira. Tivemos muito pouco poder ofensivo.

Duelo com o Internacional

– Tivemos chance contra Vasco, Sport, vai apertando. Queríamos ao menos um ponto aqui. Não foi possível. Estamos estudando agora e talvez tenhamos que ir com o time principal contra o Inter. Como são jogadores que lutam muito, temos que fazer esse sacrifício.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

 

Com dores na coxa, Airton vira dúvida para jogo contra o Bahia

Paralelamente à pressão exercida pela torcida sobre a diretoria, o elenco do Fluminense se reapresentou, na tarde desta terça-feira, de olho na rodada do meio de semana e com uma dúvida no meio-campo. Airton sentiu dores na coxa direita no fim do jogo contra o Ceará e tem poucas chances de viajar a Salvador. Quinta-feira, o time enfrenta o Bahia, livre do perigo de rebaixamento, na Fonte Nova.

No treino de hoje, na Barra, o volante trabalhou com a fisioterapia. Como de costume, os jogadores que estiveram em campo nesta segunda-feira fizeram apenas uma atividade regenerativa. Ele passará por exames na manhã desta quarta-feira para detectar uma possível lesão.

Aos 40′ do segundo tempo do empate com os cearenses, no Maracanã, Airton acompanhava um contra-ataque quando acusou o incômodo. Ele, inclusive, reduziu o pique e, depois, mancou e segurou a perna. Marcelo Oliveira havia realizado as três substituições, o que obrigou o camisa 5 a terminar a partida.

Para encarar o Bahia, o técnico precisará quebrar a cabeça até encontrar a melhor escalação. Richard também desfalca o Fluminense, pelo terceiro amarelo. Enquanto dois saem, por outro lado, um volta: Jádson, que cumpriu suspensão, se junta novamente à delegação.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Marcelo Oliveira admite necessidade de melhora e, pede o apoio da torcida

Impaciente, torcida vaiou o time ainda na primeira etapa.

Após empatar em 0 a 0 contra o Sport no Maracanã, o técnico do Fluminense, Marcelo Oliveira, reconheceu a necessidade de melhora da equipe Tricolor. Na visão do comandante, faltou mais agressividade pelos lados do campo:

– Precisamos melhorar os jogadores de lado para chegarem com mais precisão para decidir os jogos. Faltou a inspiração no mais importante. Se fizéssemos um gol mesmo sem atacar muito, estaríamos falando diferente – comentou o treinador.

Marcelo também pediu o apoio da torcida, que insatisfeita vaiou o time ainda no primeiro tempo:

– Às vezes há uma precipitação nessa questão de vaias. No Uruguai, o Nacional foi eliminado e não foi vaiado. A torcida cantou até o fim, me impressionou. Flu se acostumou a grandes conquistas e precisa conviver com o futebol atual, muito acirrado para todos. O apoio nesse momento, e contra o Atlético-PR, será muito importante – completou o treinador, que frisou ter se incomodado mais com as vais depois do apito final.

 

foto: Mailson Santana

Marcelo Oliveira considera três opções para vaga de Sornoza, desfalque contra o Sport

Marcelo Oliveira saiu do clássico contra o Vasco, semana passada, com mais uma derrota no Campeonato Brasileiro e dois desfalques importantes para o jogo deste domingo, diante do Sport: Sornoza (por cartão vermelho) e Ibañez (pelo terceiro amarelo). Enquanto, na zaga, a entrada de Paulo Ricardo está praticamente certa, a dúvida persiste no meio-campo. A escalação deve ser definida no treino da manhã de sábado.

– Sornoza tem uma característica diferente, um armador. Mas temos um elenco muito bom. Marcelo pode usar um jogador com características diferentes, mas tem o Daniel também, que é um meia de criação. É o professor quem vai decidir – disse Paulo Ricardo, em entrevista nesta sexta-feira.

Quando o equatoriano se apresentou à seleção do Equador, em agosto e outubro, Marcos Júnior assumiu a vaga por quatro jogos. Mas, desta vez, a cria de Xerém não é uma opção. A concorrência acontece entre Daniel, Júnior Dutra e Airton. Quem sai na frente é o primeiro, que tem características semelhantes às do camisa 10.

Caso o técnico opte por manter a formação que usou contra o Atlético-PR, quarta-feira, Airton faria a marcação com Richard, com Jádson atuando mais adiantado. Ou ele pode, ainda, apostar em Júnior Dutra, que vem sendo acionado nas últimas partidas. Veja o provável time:

– Júlio César; Gum, Paulo Ricardo e Digão; Léo, Richard, Jadson, Daniel e Ayrton Lucas; Everaldo e Luciano.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Jádson improvisado, Léo no banco: M. Oliveira avalia manter time que venceu o Nacional

Léo se curou de um edema na coxa, razão de sua ausência desde a goleada sobre o Paraná, mas pode ficar no banco no jogo de ida do confronto diante do Atlético-PR, pela Sul-Americana. A ideia do Marcelo Oliveira é manter o time que venceu o Nacional, semana passada, no Uruguai: improvisando Jádson na lateral-direita e reforçando o meio-campo com Airton. Na ocasião, o dono da vaga até viajou com a delegação, mas sequer foi relacionado. A decisão deve ser tomada na tarde desta terça-feira, quando o time treina na Vila Capanema, casa do Paraná Clube.

– Senti um pouquinho (no clássico contra o Vasco). Normal, pelo tempo parado. Mas estou bem, apto para atuar os 90 minutos. Vai depender do treinador. Por mim, eu jogaria. Vou me esforçar como tenho me esforçado – declarou o jogador, que atuou na derrota de sábado, por 1 a 0, pelo Brasileirão.

O técnico vem tendo dor de cabeça com o setor desde as contusões de Gilberto e, depois, Léo. No empate em 1 a 1 com o Nacional, testou Matheus Alessandro. Em Montevidéu, porém, deslocou Jádson para a vaga e, para melhorar a marcação, começou com Airton.

Nesta manhã, o clube divulgou a entrada de mais dois jogadores na lista da Sula: Bryan Cabezas e Igor Julião, que se torna mais uma opção para Marcelo Oliveira na ala-direita.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

 

Poupados, Gum e Airton desfalcam o Fluminense em jogo contra o Vasco; veja provável time

A maratona de jogos neste fim de ano tem desgastado os jogadores, especialmente Gum e Airton. Ambos, inclusive, enfrentaram o Nacional, quarta-feira, mas sequer foram relacionados para o clássico da tarde deste sábado, contra o Vasco. A chance de levar a campo um time misto, assim como na goleada para o Santos, foi confirmada por Marcelo Oliveira, de olho na ida da semifinal da Sul-Americana, semana que vem, diante do Atlético-PR.

Gum, que ainda se recupera de uma entorse no joelho, dará lugar a Paulo Ricardo. Quanto a Airton, nenhuma lesão foi acusada. No entanto, o volante, que pouco jogou em 2018, está em busca de melhores condições físicas. Com esta ausência, Jádson, antes improvisado na lateral-direita, retoma sua vaga no meio-campo. Léo tratou de edema na coxa e pode começar jogando ou ceder a vaga a Igor Julião. O técnico depende do aval do setor de fisiologia, que reavalia os titulares, para oficializar a escalação.


Provável escalação:

Júlio César; Digão, Paulo Ricardo e Ibañez; Léo (Igor Julião), Richard, Jadson, Sornoza (Daniel) e Ayrton Lucas (Marlon); Everaldo (Matheus Alessandro) e Luciano.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.
Fonte: Globoesporte.com.

Candidato à vaga de Léo, Airton cobra “inteligência” para eliminar o Nacional

Quanto ao time que começará o duelo desta quarta-feira, contra o Nacional, a maior incerteza é sobre a presença de Léo, desfalque na semana passada por edema na coxa. Marcelo Oliveira trabalha com a ideia de improviso e, nos dois treinos no Uruguai, testou algumas opções. A poucas horas da partida, que determinará um dos classificados à semifinal da Sul-Americana, o principal candidato à vaga é o volante Airton.

– A pressão será muito grande. A torcida deles fica muito em cima, mas sabíamos que isso aconteceria, então nos preparamos. Mostramos amadurecimento e inteligência fora de casa nas outras fases. Temos que focar nisso e jogar futebol – avisou.

Na ida, no Nilton Santos, o camisa 5 entrou no segundo tempo e reforçou a marcação. Inclusive, completou, neste sábado, seu décimo jogo com a camisa verde, branca e grená. Caso ele seja mesmo o escolhido do técnico, a tendência é que Jádson assuma a lateral-direita. No empate em 1 a 1, a missão ficou para Matheus Alessandro.

– Estamos prontos. Treinamos bem e sabemos que, se colocarmos tudo em prática, temos grandes chances de conquistarmos nossos objetivos. Será um jogo muito difícil e precisaremos mais que do que nunca de cabeça no lugar e inteligência – alertou.


Provável escalação:

Júlio César; Gum (Paulo Ricardo), Ibañez e Digão; Léo (Airton), Richard, Jadson, Sornoza e Ayrton Lucas; Everaldo e Luciano.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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