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Candidato à vaga de Léo, Airton cobra “inteligência” para eliminar o Nacional

Quanto ao time que começará o duelo desta quarta-feira, contra o Nacional, a maior incerteza é sobre a presença de Léo, desfalque na semana passada por edema na coxa. Marcelo Oliveira trabalha com a ideia de improviso e, nos dois treinos no Uruguai, testou algumas opções. A poucas horas da partida, que determinará um dos classificados à semifinal da Sul-Americana, o principal candidato à vaga é o volante Airton.

– A pressão será muito grande. A torcida deles fica muito em cima, mas sabíamos que isso aconteceria, então nos preparamos. Mostramos amadurecimento e inteligência fora de casa nas outras fases. Temos que focar nisso e jogar futebol – avisou.

Na ida, no Nilton Santos, o camisa 5 entrou no segundo tempo e reforçou a marcação. Inclusive, completou, neste sábado, seu décimo jogo com a camisa verde, branca e grená. Caso ele seja mesmo o escolhido do técnico, a tendência é que Jádson assuma a lateral-direita. No empate em 1 a 1, a missão ficou para Matheus Alessandro.

– Estamos prontos. Treinamos bem e sabemos que, se colocarmos tudo em prática, temos grandes chances de conquistarmos nossos objetivos. Será um jogo muito difícil e precisaremos mais que do que nunca de cabeça no lugar e inteligência – alertou.


Provável escalação:

Júlio César; Gum (Paulo Ricardo), Ibañez e Digão; Léo (Airton), Richard, Jadson, Sornoza e Ayrton Lucas; Everaldo e Luciano.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Marcelo Oliveira mantém incertas escalações de Gum e Léo em jogo decisivo da Sula

Gum (entorse no joelho e inchaço no tornozelo) e Léo (edema na coxa), que se recuperaram de seus problemas físicos, ainda são dúvida no Fluminense, que tem jogo decisivo, contra o Nacional, pela Sul-Americana, nesta quarta-feira. Embora treinem com o time desde domingo, os jogadores correm o risco de começar no banco. À imprensa, no Uruguai, Marcelo Oliveira detalhou ambos os casos.

– Léo preocupa um pouco mais. Ainda está um pouco inseguro e temos a chance de testá-lo pela última vez nesta terça para decidir. Sobre o Gum, a expectativa é melhor. Ele está sentindo um pouco o tornozelo, mas é um tipo de lesão que dá para jogar. Gum se posiciona muito bem, é importante, experiente. Vamos aguardar. O importante é entrar forte, com bom equilíbrio entre a defesa e o ataque – disse.

Gum tem Paulo Ricardo como reserva imediato. Foi ele, inclusive, que comandou a defesa na goleada para o Santos, sábado, pelo Brasileirão. No entanto, caso a ausência de Léo seja confirmada, a solução é improvisar, o que vem acontecendo desde a derrota no clássico contra o Flamengo, há duas semanas. Gilberto, dono da vaga, está lesionado. Marcelo Oliveira revelou que testou algumas alternativas, mas escondeu a escalação que vai a campo logo mais.

– Tenho ideia, sim (de possíveis substitutos). Já treinamos uma outra opção. Só não vou falar agora. Posso escalar um time aqui hoje e depois jogar com outro. Temos opções, será uma improvisação. Não há um lateral de ofício, um ala. Mas temos confiança naqueles jogadores. Hoje um atleta precisa jogar em mais opções e isso nos anima muito, nos dá confiança de que qualquer um que entrar, entrará com força total – falou.

A delegação chegou ao Uruguai na segunda-feira, quando fez o primeiro treino em terras estrangeiras. Na terça-feira, além do reconhecimento do gramado do Parque Central, palco do duelo, houve nova atividade. Precisando vencer ou empatar por dois gols ou mais, o Fluminense, inicialmente, deve adotar uma postura mais cautelosa.

– Acho que não vai ser um jogo assim, de sair para cima. Vai ter uma marcação forte. Nacional tem como característica jogar para frente. Já percebemos isso no Rio de Janeiro, eles não abriram mão de atacar. Vai ser um jogo equilibrado, de marcação forte, competitivo. Temos que estar atentos e criar uma estratégia boa. Se durante o jogo precisarmos mudar, sair com tudo, vamos fazer. Mas tem que ter o momento certo para isso.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com

Gum e Léo são novidades em primeiro treino no Uruguai e dependem de M. Oliveira para enfrentar o Nacional

Ainda que como dúvidas, Gum e Léo se juntaram à delegação que foi ao Uruguai nesta segunda-feira, de olho no duelo contra o Nacional, pela Sul-Americana. Poucas horas depois da viagem, os jogadores fizeram, no estádio Luiz Franzini, o primeiro treino em solo uruguaio. Ambos, que se recuperam de lesões, estiveram presentes na atividade tática. A tendência é que eles entrem em campo na quarta-feira. 

– A gente trabalhou com os dois, acho que estarão aptos a jogar. Tenho certeza de que vai ser uma ajuda muito importante – revelou Jádson, em entrevista à imprensa no Uruguai.

Gum sofreu uma entorse no joelho direito no jogo de ida, há uma semana. Também houve inchaço no tornozelo da mesma perna. O zagueiro, inclusive, foi poupado da goleada para o Santos, pelo Brasileirão, no fim de semana, assim como os demais titulares. 

Léo, por sua vez, se ausentou da primeira partida, no Nilton Santos, por conta de um edema muscular. Na ocasião, sua vaga ficou para Matheus Alessandro. Nas outras vezes em que esteve impedido de atuar, deu lugar a Matheus Norton, que sobrou da relação de Marcelo Oliveira.

Nesta terça-feira, o time fará novo treinamento e, também, o reconhecimento do gramado do Parque Central, palco do encontro que decidirá o classificado à semifinal da Sula. Será quando o técnico definirá quem começa jogando.


Confira os relacionados:

GOLEIROS: Júlio César e Rodolfo 

LATERAIS: Ayrton Lucas, Léo e Marlon

ZAGUEIROS: Digão, Gum, Ibañez e Paulo Ricardo

VOLANTES: Airton, Caio, Dodi, Jadson e Richard

MEIA: Sornoza

ATACANTES: Everaldo, Junior Dutra, Luciano, Marcos Jr. e  Matheus Alessandro.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Marcelo Oliveira tira lições de derrota para o Santos e mantém confiança na Sula

Cheio de reservas, o time do Fluminense chegou à Vila Belmiro, neste sábado, com o objetivo de resistir à pressão do Santos. A estratégia funcionou até os minutos finais. Bastaram algumas desatenções e, em cinco minutos, estava consolidada a goleada de 3 a 0. Mas, segundo Marcelo Oliveira, é possível tirar lições da derrota.

– Pretendíamos segurar o Santos, tirar o empate para contra-ataque, aproveitar uma bola parada ou uma arrancada. Fica a lição de que alguns desses jogadores poderão ser úteis na sequência do Brasileiro e da Sul-Americana – disse, completando:

– Ficam como positivas a entrega e a disposição dos jogadores. Pelo menos três estavam com câimbras e não saíram. Sustentamos o empate até os 35 minutos do segundo tempo, mas é sempre difícil jogar aqui.

A opção por poupar os titulares tem uma razão: a decisão na Sul-Americana, quarta-feira, frente ao vice-campeão uruguaio, Nacional. O excesso de jogos em um curto período de tempo desgastou os principais nomes do elenco, que vão descansados para lutar pela vaga na semifinal do torneio. A ida terminou empatada em 1 a 1, o que obriga os tricolores a vencer ou conseguir igualdade a partir de dois gols.

– Agora temos um jogo dos mais importantes. Nacional mostrou qualidade no Rio. É possível reverter a vantagem. Esperamos que esse descanso tenha valido a pena. O calendário é apertado, seriam quatro jogos em dez dias. Vamos fortes e confiantes de que podemos buscar o resultado que nos interessa.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Longe do Z-4, M. Oliveira avalia cenário do Fluminense no Brasileirão e planeja “coisas maiores”

A bela jogada de Everaldo e Luciano terminou com um gol que dá mais tranquilidade para o Fluminense no Campeonato Brasileiro. A nove pontos de distância da zona de rebaixamento, o time tem o triunfo sobre o Atlético-MG, neste domingo, como passaporte para as principais colocações. Mas, para Marcelo Oliveira, o perigo da degola ainda é um fantasma a ser espantado de vez.

– Falam em 44 ou 45 pontos. Isso pode mudar em relação aos próximos jogos. Com mais duas vitórias, a gente fica tranquilo e passa a pensar em coisas maiores. Atingindo essa pontuação, passaremos a ter tranquilidade para mesclar o time para frente e priorizar a Sul-Americana. É um título importante e que dá vaga na Libertadores. A gente faria pelo lado inverso e não pelo Brasileiro. Não é fácil, mas vamos tentar. Estamos trabalhando e temos confiança em passar pelo Nacional – disse.

Sem improvisações, a atuação no Engenhão foi superior ao desempenho na goleada para o Flamengo, há uma semana, e animou a torcida para a decisão de quarta-feira, pela Sul-Americana, contra o Nacional-URU. A mudança de postura mereceu elogios do técnico, que promete regularidade até o fim da temporada.

– Palmeiras e os times ali da frente que têm regularidade. Os demais, do quarto para baixo, são irregulares. O campeonato é difícil. Me preocupa mais a irregularidade de produção. Mas, hoje, é de se elogiar a nossa produção. Só a lamentar que perdemos um jogador expulso, cobramos isso. Vamos nos preparar bem para quarta-feira na Sul-Americana e passar a ser mais constante no Brasileiro.

O que também impressionou foi o golaço de Luciano. Marcelo Oliveira reconheceu a beleza do lance.

– Gol é gol. A gente não pode escolher o tipo de gol. Mas o de hoje valorizou muito a nossa vitória. Foi muito bonito mesmo.


Mais respostas de Marcelo Oliveira:

Análise do jogo

– A gente sabia que seria difícil. Atlético-MG veio com novo comando e precisando de reabilitação. Assim como a gente, que tinha de dar uma aliviada na tabela. O primeiro tempo nosso foi muito equilibrado, o Atlético-MG praticamente não atacou. Faltou a gente ter poder de decisão. A gente não transformou o equilíbrio em chances. Depois do intervalo, foi mais aberto. Saímos mais, assim como eles. Demos chances nos rebotes de bola parada. Foi um bom jogo. Um pouco de drama no fim com um a menos. O grupo se entrega, é comprometido, e isso nos leva a buscar os nossos objetivos.

Reencontro com Levir Culpi

– Atlético-MG tem um ótimo time. Ainda briga por vaga na Libertadores. Levir não é um técnico qualquer, é um cara extraordinário e meu amigo. Ele passou confiança e experiência para encarar esse jogo. Atlético-MG jogou no nosso erro, apostando no contragolpe. Nos criou dificuldades. Eu vinha de números ruins contra o Levir e hoje ganhei. Mas os confrontos são contra clubes, não contra técnicos.

Chances de G-6

– A gente. quando fala aqui, não tem a intenção de iludir ninguém. Por vezes, um objetivo é difícil. A vitória diante de um adversário como o Atlético-MG nos dá uma aliviada. Ainda temos de estar atentos para chegar à pontuação de se livrar do risco. Ainda é possível chegar na Libertadores, mas a prioridade ainda é nos livramos de qualquer risco da parte de trás.

Convocação para a torcida comparecer na quarta-feira

– Quase que de forma natural, o torcedor privilegia a Sul-Americana. A prova disso é que a gente ganhou do Cuenca fora e, mesmo assim, 40 mil pessoas foram na volta aqui no Rio. Nem preciso convocar, mas é claro que um bom jogo passa pelo apoio do torcedor. Vai ser duro, o Nacional tem por tradição formar bons times. Vamos ter de lutar muito para conseguir o resultado e ir ao Uruguai com vantagem.

Projeção para Flu x Nacional

– Com o primeiro jogo em casa, a gente pode propor mais o jogo. Mas tem de ter cuidado pois, nesta competição, vale o gol qualificado.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

M. Oliveira avalia escolhas em derrota para o Fla: “Não tiveram influência no placar”

Embalado pela vaga nas quartas-de-final da Sul-Americana e pela goleada sobre o Paraná, o Fluminense chegou para o clássico deste domingo, contra o Flamengo, confiante. Foi, inclusive, pela alta expectativa criada que Marcelo Oliveira deixou o Maracanã frustrado com a derrota ‘inesperada’.

– Vínhamos de cinco jogos e quatro vitórias, com time bem ajustado. Foi uma derrota realmente inesperada. Teve muito do mérito do Fla, time experiente, técnico e com dois dias a mais de descanso. Se o primeiro tempo tivesse terminado apenas 1 a 0, poderíamos ter tido uma sorte diferente, corrigido, cobrado, incentivado os jogadores para voltarem e fazerem um outro jogo. O 2 a 0 deixou o Flamengo, um time experiente, à vontade no jogo – disse.

Com os desfalques de Sornoza, a serviço da seleção equatoriana, e de Léo, suspenso, o time sofreu algumas alterações que desagradaram a maioria da torcida. Enquanto Marcos Júnior assumiu a vaga do camisa 10, Mateus Norton ficou responsável pela lateral-direita. Duas improvisações que, para o treinador, pouco interferiram no andamento do duelo.

– Marcos Júnior já havia jogado nessa função. Inclusive, no jogo contra Paraná, jogou muito bem. Óbvio que eu teria como opção repeti-lo. Ele pode fazer a marcação e ainda sai em velocidade para o ataque.

– Todas as vezes que a gente perde, as primeiras perguntas são sobre as substituições e as escolhas. Quando a gente ganha, não tem esse tipo de curiosidade de vocês. Mas não tem problema. A escolha pelo Mateus é porque ele já cumpriu essa função, já jogou ali. Nós teríamos entre ele e o Dodi, que também faz a função, apesar de ser volante. O lateral da posição, o Julião, não joga há muito tempo. O Flamengo é muito forte pelo lado, com o Vitinho. É um jogador driblador, agudo, ofensivo. Tínhamos a ideia de marcar bem o lado com o Mateus, que é um marcador, e soltar mais o Jadson por dentro. A ideia foi essa. Acho que não teve a influência direta no placar – analisou.


Confira mais respostas de Marcelo Oliveira:

Elogios ao Flamengo
Temos que parabenizar o Flamengo, que jogou muito bem. Time soube nos envolver tecnicamente. São jogadores experientes e de boa técnica. Deveríamos ter marcado melhor para jogar. Tentamos criar algumas situações, esboçamos alguns contra-ataques, mas acabamos errando o passe na hora de tentar a finalização.

Estratégia para marcar Paquetá
Tivemos dificuldade de marcar o Paquetá. Estávamos com três zagueiros e ele estava jogando em um setor intermediário ofensivo, pegando a bola com liberdade. Foi quando passamos o Ibañez um pouco para frente e deu uma ajeitada.

Substituições
Norton estava com cartão amarelo, então achei melhor improvisar o Jadson pelo lado e colocar o Daniel para ter uma melhor armação. Achei até que ele entrou bem no jogo, jogou bem, mas com o Flamengo já bem postado, tentando o contra-ataque.

Depois abrimos mão de um dos zagueiros, o Ibañez, que estava de volante, para botar um volante que saísse mais (Dodi), que agredisse mais.

No fim, tanto o Everaldo quanto o Marcos Jr. cansaram. Eu tive que abrir mão de um deles e tirei o Marcos Jr. para colocar o Matheus Alessandro para dar um pouco mais de velocidade. Mas o Flamengo tinha o jogo dominado nesse momento.

Ausência de Sornoza
Ele é um jogador experiente, que retém a bola, tem um chute de fora da área, bolas paradas. Tivemos três bolas paradas e escanteios antes de levarmos o segundo gol e elas não saíram bons. Temos um potencial muito bom em bola parada, mas não aproveitamos e o Flamengo aproveitou. Mas não podemos ficar lamentando as ausências de Sornoza, Pedro, Gilberto… Fica um tom de desculpa. Temos que jogar com os jogadores que estão aí, usar nossas armas. É um time que tem mesclado jogadores experientes com alguns que estão jogando seu primeiro Brasileirão.

Gols do Flamengo

Primeiro gol nós perdemos uma bola dominada no meio de campo. No segundo gol, a defesa toda estava postada, bola parada, tínhamos que marcar melhor. O jogador teve méritos, mas subiu sozinho. E o Flamengo, com dois gols, ficou muito à vontade para jogar no segundo tempo.

Sobre as bolas aéreas, eu cobro mais as bolas paradas. O escanteio no fim do primeiro tempo, esse sim, tínhamos que ter disputado a bola. Treinamos muito isso e temos potencial para defender. A bola do primeiro gol foi em movimento e teve méritos do atacante do Flamengo.

Comprometimento
Os jogadores não deixam de lutar o tempo todo, são dedicados. Nós temos uma variedade de dificuldades e eles treinam intensamente e se dedicam muito no jogo. Temos qualidades e uma delas é o comprometimento.

Sul-Americana?
Na Sul-Americana, estamos lutando para chegar ao título. É difícil. Mas, falando de forma realista, não podemos priorizar nada. Temos que atingir a pontuação necessária para ficar completamente livre de qualquer situação de rebaixamento no Brasileiro e talvez galgarmos algo mais importante. É possível.

Estreia em Fla-Flus
Clássicos sempre envolvem muita rivalidade, muito emocional, principalmente no torcedor. O Fla-Flu tem todo um charme diferente. Mas foi frustrante, pois viemos com uma mobilização forte, esperando fazer um grande jogo e fomos envolvidos pelo adversário.

Bola para frente

Tentamos jogar, tentamos mudar. Mas temos que reconhecer que o Flamengo jogou muito bem, time forte. E, hoje, tivemos falhas que acarretaram nessa derrota com placar ampliado. Lamentamos, mas temos que seguir nossa linha de trabalho, nossa união e nosso comprometimento, porque, no próximo domingo, já temos jogo importante.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Marcelo Oliveira não define equipe para o Fla-Flu

Treinador segue na dúvida de quem assume a lateral direita.

O técnico do Fluminense, Marcelo Oliveira, concedeu entrevista no início da tarde desta sexta-feira (12) na sala de imprensa do CTPA (Centro de Treinamento Pedro Antônio) e, não revelou a equipe que iniciará o Fla-Flu deste sábado (13).

Sem Sornoza, servindo a seleção do Equador e, Léo, suspenso (já não poderia atuar por estar emprestado pelo Flamengo) o comandante do Flu confirmou apenas Marcos Júnior na vaga de Sornoza, como já aconteceu na última rodada, vitória de 4 a 0 diante do Paraná. Contudo, o treinador não confirmou quem será o titular da lateral direita, onde têm as ooopçõde improvisar Matheus Norton ou Dodi, o de promover a entrada de Igor Julião.

 

ST,

Douglas Wandekochen

foto: Lucas Merçon

Marcelo Oliveira prega respeito ao time do Grêmio

Treinador prevê dificuldades mesmo com a equipe mista do time gaúcho.

O Fluminense encara o Grêmio neste sábado (29), às 16h, no estádio Nilton Santos, em partida que dará início de uma sequência com quatro partidas seguidas no Rio de Janeiro.

Precisando da vitória para sonhar com a parte de cima da competição, o Tricolor pode ter no jogo uma armadilha preparada pelos gaúchos, pelo menos, é o que pensa o técnico do Flu, Marcelo Oliveira:

– É uma armadilha pensarmos que vamos encontrar qualquer tipo de facilidade. Nas cinco partidas que esse time do Grêmio fez, venceu três. Não tem moleza – disse o treinador se referindo a grande possibilidade do técnico Renato Gaúcho escalar uma equipe mista.

 

ST,

Douglas Wandekochen

foto: Mailson Santana

Convocado pelo Equador, Sornoza é desfalque em dois jogos e abre ‘briga’ por vaga no Fluminense

Complicada, a missão de Marcelo Oliveira no comando do Fluminense ficará ainda mais difícil a partir desta quinta-feira. A seleção do Equador convocou Sornoza para a disputa de dois amistosos, nos dias 7 e 11 de setembro, contra Jamaica e Guatemala, em solo norte-americano. O anúncio aconteceu na última quinta-feira.

Com o retorno à seleção, o equatoriano desfalcará o time em dois jogos, depois de conquistar um ponto em sequência longe de casa. O primeiro, daqui a três dias, é contra o Vitória. O segundo, no domingo, é diante do Botafogo. Ambos ocorrerão no Maracanã.

A saída do camisa 10 pode dar a Daniel, reintegrado ao clube há um mês, a chance de mostrar serviço. Ele, por ora, só esteve entre os reservas. O cenário é este: ou a cria de Xerém ou, mais uma vez, apostar em um atacante.

– A diretoria está sempre atenta, mas esbarra nas dificuldades do clube e na disponibilidade de um jogador como o Sornoza. Vamos ter que criar alternativas (para quando ele estiver com a seleção do Equador), com alguém que tenha características de meia ou alguém que possa fazer essa função – avisou Marcelo Oliveira, na sexta-feira.

Apesar do elenco recheado de homens de frente, nem todos caíram nas graças do técnico. Casos, por exemplo, de Bryan Cabezas, Luciano e Pablo Dyego. Quem, talvez, esteja firme na briga pela vaga é Júnior Dutra, que desempenhou função semelhante na vitória sobre o Palmeiras, por 1 a 0, em julho.


Saiba como os ‘esquecidos’ são vistos por Marcelo Oliveira:

Luciano

– Estamos tendo um cuidado a mais com o Luciano. Ele chegou sem jogar há um tempo. Precisa recuperar, ganhar ritmo de forma equilibrada para não se machucar novamente.

Pablo Dyego

– (Tem poucas chances) Mais pela concorrência maior na função que ele exerce. Temos Everaldo, Marcos Júnior, Matheus… Mas é um jogador extremamente dedicado, que pode nos ajudar na sequência. Principalmente na Sul-Americana, já que o Pedro é dúvida e o Kayke não está inscrito. Já foi solicitado para empréstimo e não liberamos porque confiamos nele.

Cabezas

– Falta a minha convicção de que ele deve ser aproveitado. Jogos são muito acirrados, decisivos. Precisamos ter a certeza maior de deixar fora outros jogadores, como Matheus, Marcos Júnior, Everaldo.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Marcelo Oliveira lamenta o resultado, mas valoriza o ponto conquistado

Treinador destacou a importância de vencer os próximos jogos em casa.

O empate de 1 a 1 entre Fluminense e São Paulo, deixou um gosto amargo para o Tricolor carioca. Jogando com uma a mais desde a metade do primeiro tempo, o time de Marcelo Oliveira ainda saiu na frente do placar, mas cedeu o empate, resultado que não agradou o treinador.

– Pela circunstâncias do jogo, era para termos saído com os três pontos, mas o resultado não é de se lamentar. É um ponto amargo, mas que pode ser importante para a gente lá na frente. Agora é olhar adiante e vencer os dois próximos jogos em casa para subirmos na tabela – disse Marcelo Oliveira logo após a partida.

Os próximos jogos ao qual o treinador se referiu, são os da sequência, contra Vitória e Botafogo, ambos no Maracanã.

 

ST,

Douglas Wandekochen

foto: Lucas Merçon

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