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Além da revitalização de Laranjeiras, Mário pensa em estádio próprio

Foto: Divulgação

Um dia após o anúncio do projeto Laranjeiras XXI, no qual sócios Tricolores anunciaram um projeto para revitalização de Laranjeiras, um dos candidatos ao pleito à presidência do clube, Mário Bittencourt, vê com bons olhos o projeto:

O projeto e ótimo e muito claro no sentido de que o Fluminense não precisará desembolsar os valores. Tenho conversado muito com Celso sobre o assunto e entendemos que o melhor modelo no momento seria manter os direitos no Maracanã e viabilizar Laranjeiras (caso seja realmente possível) para jogos de menor porte, frise-se, até mesmo em competições nacionais. Seria realmente um sonho ver nosso joia centenária revitalizada. Adoramos essa ideia – revelou o advogado.

Mário ainda revelou que uma possível revitalização de Laranjeiras não inviabilizaria a construção de uma “Arena Tricolor” com capacidade de público maior que Laranjeiras:

– Não tive acesso a um projeto de estádio próprio já existente e por isso não tenho como opinar de forma mais profunda, mas também conversamos sobre essa possiblidade. Imagino um com capacidade entre 35 e 40 mil pessoas, que fique num lugar de fácil acesso, já que assim não teríamos mais a necessidade de usar o Maracanã. – acrescentou Mário, deixando claro que em ambas as possibilidades o sonho só será possível se não houver que usar dinheiro do clube.

– De qualquer forma, qualquer projeto deve ter como base a não utilização de recursos próprios posto que a situação financeira do clube não comporta a construção de um novo equipamento. Já temos Laranjeiras, Maracanã, Xerém e o CT por terminar. Salários em atraso, impostos também, e uma dívida que destrói o fluxo de caixa diariamente – concluiu o candidato.

Mário ainda destacou a importância de manter um time que brigue por títulos:

– Temos que tentar manter um time competitivo e canalizar todos os esforços para que as receitas aumentem com patrocinadores novos, prêmios oriundos das competições (pra isso precisamos vencer) e também negociar melhor as vendas de nossos atletas. Sem isso não tem futebol. Primeiro temos que fazer o que é urgente para depois pensar no que é importante – concluiu.

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