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Em nota, Fluminense lamenta falecimento de Fernando Vanucci

Uma notícia entristeceu o mundo esportivo, que recebeu a notícia do falecimento de Fernando Vanucci, aos 69 anos, em São Paulo.

Vanucci passou mal em casa e foi amparado pela empregada, que acionou o socorro, que o encaminhou até o Pronto Socorro Central de Barueri, na Grande São Paulo. No entanto, o jornalista não resistiu, vindo a óbito. 

A causa da morte ainda não foi divulgada, porém, Vanucci estava com a saúde debilitada desde 2019, quando sofreu um infarto e teve que colocar um marca-passo.

Por meio de uma nota, o Fluminense lamentou a morte do comunicador:

Foto em destaque: Reprodução/RedeTV

Em nota Fluminense confirma “apenas” cinco casos de Covid-19 no elenco principal

No início da tarde deste sábado (26) uma informação divulgada pelo portal GE dava conta de nove jogadores do Fluminense infectados pela Covid-19.

Ainda de acordo com o portal os resultados haviam saído na manhã deste sábado, o que impediria os atletas de atuarem contra o Coritiba. Poucas horas depois, o Fluminense emitiu uma nota confirmando os casos de Covid-19 no elenco, contudo, houve divergência nos números.

Segundo a nota publicada pelo clube, o número exato de infectados no elenco profissional é na verdade de quatro atletas: Calegari, Luccas Claro, Miguel, Luiz Henrique e Marcos Paulo.

O clube confirmou também outros quatro atletas do sub-23 que testaram positivo para a Covid-19: André, Luan, Martinelli e Nascimento. Todos relacionados na última partida do time pelo Campeonato Brasileiro, no último domingo (20), contra o Sport.

Ainda de acordo com o clube, os membros da comissão técnica também realizaram os exames e todos testaram negativo.

Veja a nota:

Em testes realizados nesta sexta-feira (25/09), no centro de treinamento do Fluminense, cinco jogadores tiveram resultados positivos para a Covid-19. São eles Calegari, Luccas Claro, Miguel, Luiz Henrique e Marcos Paulo.
No exame anterior à partida e no inquérito epidemiológico feito no dia do jogo todos os resultados haviam sido negativos.
No entanto, Marcos Paulo sentiu-se mal ainda no hotel e não seguiu com o grupo para o estádio. Durante a partida, Luiz Henrique sentiu-se mal e foi substituído.

Também no grupo do sub-23 houve resultados positivos nos testes de quatro atletas: André, Luan, Martinelli e Nascimento. Os atletas já estão isolados, cumprindo quarentena.

Foto em destaque: Mailson Santana/FFC

Fluminense emite nota a respeito da protocolação da auditoria externa

Na tarde desta terça-feira (22) torcedores do Fluminense protocolaram um pedido de auditoria externa do clube, através de uma petição contendo mais de três mil assinaturas.

O clube por sua vez, divulgou uma nota na qual informou que já realiza uma auditoria no clube, sendo feita ainda de acordo com a nota, com uma das melhores empresas do mercado. Por fim, o clube ainda salientou que implementou medidas para aumentar a transparência.

Acompanhe a nota:

O Fluminense Football Club recebeu a notícia de que foi protocolado nesta terça-feira (22/09) um pedido de auditoria externa no clube. Diante disso, e da evidente necessidade de transparência que em nosso entendimento deve orientar todas as ações do clube, cabem algumas necessárias considerações a nossos torcedores:

O FLUMINENSE JÁ REALIZA AUDITORIA EXTERNAPor conta da publicação dos balanços financeiros dos clubes, a auditoria externa é obrigatória por lei. Em especial na Lei do Profut, a qual o Fluminense está cumprindo de forma integral em todas as suas regras;

A AUDITORIA CONTRATADA É UMA DAS MELHORES DO MERCADOAs demonstrações financeiras do Fluminense são auditadas pela Mazars, renomada empresa internacional criada em 1940 na França e atualmente presente em mais de 90 países. A Mazars vem prestando um excelente serviço ao Clube e tem sido uma importante aliada no trabalho de aprimoramento do ambiente de governança corporativa do Fluminense. A administração não apenas deseja melhorar seus mecanismos de controles internos, mas também permitir que o Conselho Fiscal e o Conselho Deliberativo possam identificar qualquer questão relevante que deva ser considerada no processo de preparação de suas informações financeiras.

O FLUMINENSE JÁ IMPLEMENTOU MEDIDAS PARA AUMENTAR A TRANSPARÊNCIAAlém da publicação do balanço anual em jornal de grande circulação – obrigação legal e realizada pelo Fluminense em abril deste ano –, o clube tem o portal da transparência no site oficial, onde existem inúmeras informações que podem ser consolidadas com o balanço e com o orçamento publicado; Os balanços financeiros são publicados anualmente para conhecimento tanto dos sócios quanto dos torcedores. No Fluminense, estes balanços foram publicados normalmente EM 2020 e o orçamento aprovado por unanimidade no Conselho Deliberativo e no Conselho Fiscal. Por fim, vale ressaltar que o Fluminense é uma entidade privada que cumpre todas as suas responsabilidades legais e estatutárias.O clube se coloca à disposição de seus sócios para quaisquer esclarecimentos e anexa a esta nota o balanço publicado em abril, para sanar possíveis dúvidas remanescentes.

O clube ainda divulgou o link para que o torcedor tenha acesso ao Portal da Transparência: https://transparenciafluminense.com.br/public/

Em nota, Fluminense esclarece ocorrido com torcidas organizadas

Após queixa de torcedores, que foram impedidos de entrar no Maracanã, nesta sexta para fazer a montagem e organização das faixas e mensagens de apoio, o Fluminense emitiu um comunicado explicando a situação.

Segundo a nota, foi informado aos representantes presentes no estádio, que o material exposto no Fla-Flu permaneceria, porém, novos adereços não poderiam ser colocados, por que haverá um ação de marketing especificamente na próxima partida, que será contra o Corinthians, domingo (13), às 16h, pela 10° rodada do Brasileiro.

O clube reiterou ainda que ‘as bandeiras e faixas, elas são componente fundamental de nossos jogos, bem como fazem parte de nossa história.’

Confira a nota oficial do clube

Foto:

Em nota, Fluminense explica escolha pelo Maracanã

O Fluminense foi o clube sorteado como mandante da final da Taça Rio. Como tal, teve o direito de escolher o local que abrigaria a decisão, tendo que definir entre Nilton Santos (Engenhão), ou Maracanã.

O clube escolheu o Maraca, gerando algumas críticas por parte da torcida, principalmente após declarações do presidente, Mário Bittencourt, dizendo que o clube evitaria mandar seus jogos no estádio, por conta do Hospital de Campanha que fica no complexo Maracanã.

Diante disso, o clube emitiu uma nota, na qual explica os motivos da escolha, destacando o fato de uma cláusula no contrato que obriga o Fluzão a mandar pelo menos 30 jogos no estádio ao longo do ano.

Veja a nota na íntegra:

O Fluminense mandará o seu jogo da final da Taça Rio contra o Flamengo no Maracanã. A decisão foi tomada para cumprir contratos de gestão do estádio, já que, pelo termo de permissão de uso assinado com o Governo do Estado, temos obrigação de jogar um mínimo de jogos ao longo da vigência do contrato e das competições vigentes. O FFC mandou seus jogos em outro estádio até o limite possível, para que não descumprisse obrigações contratuais. Esclarecemos ainda que, em entrevista do presidente Mário Bittencourt ao programa Troca de Passes, do SporTV, realizada no dia 18/06, já havia deixado claro que o clube teria que voltar a jogar no Maracanã por conta dessas obrigações.

O clube informa ainda que realizará ações até o dia do jogo, como a venda de ingressos virtuais, e destinará a arrecadação para doação de cestas básicas para comunidades do Rio de Janeiro. Seguimos contrários à realização de jogos ao lado de um hospital de campanha. O erro original foi sermos obrigados a voltar a disputar o campeonato, mas temos por princípio o cumprimento de nossos contratos e em nenhum momento, durante toda essa crise, deixamos de observar nossas obrigações.

Em ação conjunta Fluminense e Botafogo volta a criticar a Ferj: “Show de horrores”

Na véspera da partida válida pela semi-final da Taça Rio, Fluminense e Botafogo, em uma ação conjunta, emitiram uma comunicado oficial reafirmando posicionamento dos clubes com relação a volta do futebol em meio a pandemia, além de criticar veemente a Federação de Futebol do Rio de Janeiro, considerando um “Show de horrores” o que está acontecendo no futebol Carioca.

A dupla cita os ataques sofridos e os constrangimentos gerado pela Federação, no período em que se discutia a volta do estadual. E até mesmo após os clubes cederem e concordarem em retornar a competição.

No texto diz ainda queA FERJ se esforçou e conseguiu desvalorizar sobremaneira o produto pelo qual deveria trabalhar visando o sucesso, que é o Campeonato Carioca

Fluminense e Botafogo entram em campo neste domingo (05), às 16h, no Estádio Nilton Santos, para decidir quem avançará a final da Taça Rio. Vale Lembrar que o Tricolor tem a vantagem do empate, por ter feito melhor campanha.

Confira a nota na íntegra de Fluminense e Botafogo

Botafogo e Fluminense foram obrigados a sair de seus domínios, em várias ocasiões, para jogar em estádios precários, em condições de risco e de exaustão, enquanto outros clubes, mais alinhados, mandaram todos os seus jogos em seus estádios; Apesar de dizer que os jogos do retorno seriam apenas em três estádios – Maracanã, São Januário e Nilton Santos, a Ferj fez o Botafogo jogar na Ilha do Governador e o Fluminense em Bacaxá, sem poder se concentrar, ou seja, tendo que viajar duas horas de ônibus no dia do jogo;

Botafogo e Fluminense tiveram que lutar para não serem obrigados a jogar após apenas um ou dois dias de treinamento, colocando em risco a saúde e a integridade física de seus atletas. E tudo isso sob o argumento pueril de que treinamentos estariam liberados, quando o índice de contaminação explodia e vidas estavam sendo perdidas em filas de hospital. Quando serviços muito mais importantes estavam ainda proibidos de funcionar por razões tão óbvias que dispensariam discussões. Muito menos retaliações.

Em atitude que em tudo contraria o espírito democrático e a liberdade de expressão, o treinador Paulo Autuori foi punido na véspera do primeiro jogo em razão de declarações em entrevista em que brilhou pela sensatez. Em sinal de protesto, Autuori não comandou a equipe na partida, mas suas palavras estavam em campo, para nos representar. A todos os que professam a empatia, o respeito ao próximo;

O Botafogo foi punido ainda com perda de mando porque contestou a conta absurda e astronômica para a operação do estádio Nilton Santos, dez vezes mais cara do que a que outros clubes pagaram para jogar no… Maracanã! Uma clara atitude de retaliação por seu posicionamento a favor da vida, somente de nossos clubes foram cobrados valores exorbitantes por despesas operacionais. A mesma cobrança exorbitante ocorreu com Fluminense, ao jogar no estádio Nilton Santos e em… Bacaxá!

Quando tudo parecia já grotesco, os clubes se viram punidos com a perda de um contrato essencial para sua subsistência, que é o contrato de direitos de transmissão da Globo. A emissora argumentou em sua notificação que a Ferj falhou em garantir a exclusividade na transmissão de um jogo de um dos cedentes de diretos, o que gerou a ruptura do contrato de TV e que causa prejuízos a Fluminense e Botafogo no montante estimado de 120 milhões de reais, somados o que os dois clubes têm a receber nos próximos quatro anos. Sem entrar aqui em considerações sobre a responsabilidade da emissora por sua participação na condução do episódio, sem deixar de entender a forte influência de discussões paralelas com um dos clubes, o fato é que o conjunto de agremiações se viu arrastado de roldão, embrulhado em uma confusão para a qual não contribuiu. Sequer fomos consultados em Arbitral sobre os riscos desta decisão;

Estamos chegando ao fim de uma competição em que as verdadeiras lutas se deram fora de campo e de forma totalmente inadequada. Com reuniões às escuras, intensa atividade em práticas de bastidores, indisfarçável ligação simbiótica com outros clubes, descumprimento de contratos, chuva de liminares e um comportamento incompatível com a de uma liderança em momentos de crise. A FERJ se esforçou e conseguiu desvalorizar sobremaneira o produto pelo qual deveria trabalhar visando o sucesso, que é o Campeonato Carioca.

Não bastasse o constrangimento de sermos obrigados a retomar o Campeonato Carioca, convivendo com registros de mais de 63 mil mortes no Brasil, com média superior a 1.200 por dia, tivemos que relembrar, em vão, esse marco fúnebre em reuniões sucessivas do Conselho Arbitral da FERJ. A insensibilidade evidenciou que os números alarmantes não passam de fria estatística àqueles que parecem não entender a função social do futebol: impactar a vida das pessoas, pautar costumes e atitudes.

Fluminense e Botafogo foram fortemente atacados pela FERJ e por outros clubes quando tiveram posição de bom senso de preservar seus atletas e funcionários ao seguir as recomendações da quarentena. Definitivamente, retornar competições com o inexplicável açodamento – com o calendário nacional ainda indefinido – não era a melhor mensagem a se transmitir por parte de tão importantes influenciadores.

Botafogo e Fluminense entendem que este é um momento em que a solidariedade deve prevalecer. Por isso, estão unidos e pedem que seus torcedores façam o mesmo. Unidos em torno da exigência de respeito. Do tratamento digno. Da preservação da honradez nas relações. Por isso estão lançando aqui as bases de uma associação entre os dois clubes para a discussão de direitos. Quem quiser participar será bem-vindo. Importante frisar: no futebol ou na vida, ninguém joga sozinho. É tempo de solidariedade.


Foto: Divulgação

NOTA OFICIAL: Flu informa que manterá treinos virtuais até 10 de junho

Na tarde deste sábado (30), através de uma nota oficial, o Fluminense informou que irá manter a programação de treinos virtuais, pelo menos até o próximo dia 10 de junho.

De acordo o comunicado, a decisão foi tomada com base na quadro da pandemia de coronavírus no Estado do Rio de Janeiro, juntamente com a posição das autoridades de saúde, que recomendaram não retornar as atividades presenciais neste momento.

Confira na íntegra a nota oficial

Entre os aspectos considerados estão a dificuldade de contenção da curva de contaminação e mortes, que segue crescendo no Brasil e, em especial, no Rio de Janeiro. Vários profissionais, atletas e funcionários têm receio de retornar aos treinamentos presenciais devido à exponencial possibilidade de contágio, e, ainda, por terem em suas casas familiares que integram os grupos de risco. Não bastasse isso, a responsabilidade social do futebol impõe que o melhor exemplo parta dos clubes, para que a população entenda que, nesse momento, ficar em casa é a melhor estratégia de defesa contra um adversário tão poderoso quanto a Covid-19.

O posicionamento do Fluminense levou em consideração também a posição de várias autoridades competentes nesse tema. O Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj) recomendou que não se retorne aos treinos presenciais neste instante, deixando claro que a responsabilidade por possíveis contaminações será dos departamentos médicos de cada clube. O Ministério Público Estadual, por sua vez, recomendou que os treinos presenciais não retornem enquanto a curva epidemiológica seguir em ascensão no Estado. O Ministério Público do Trabalho, visando proteger o direito dos trabalhadores, já abriu procedimento para investigar quais garantias estão observadas pelos clubes quanto a precipitada volta as atividades em meio ao da pandemia. Diante de tantas manifestações, o clube entende que deve seguir respeitando o isolamento.

O Fluminense não está sozinho. A manifestação recente dos clubes de outros estados, como São Paulo, são exemplo disso. No Rio Grande do Sul, onde a taxa de contaminação e de óbitos é infinitamente menor que no Rio de Janeiro, estão avaliando a possiblidade do retorno das competições somente para a segunda quinzena de julho, desde que observados os critérios das comunidades científicas. O futebol não é atividade essencial. Portanto, não deve estar nos primeiros lugares na fila de reentrada do retorno às atividades.

Uma outra razão para essa posição é que os clubes de futebol têm diversos funcionários que se locomovem em direção ao trabalho em transportes públicos e residem em comunidades carentes. Por mais eficazes que sejam os protocolos estabelecidos, o retorno imediato dos treinos presenciais, sem o controle da curva epidemiológica, colocaria os atletas em risco de contaminação. Se entre a população em geral o desconhecimento sobre essa doença e suas sequelas já causa temor, imagine entre aqueles que dependem do alto desempenho de seu organismo para o trabalho. Desprezar essa realidade seria insensibilidade.

Um fator importante a ser considerado é que a volta imediata é desnecessária do ponto de vista desportivo. Não há até o momento qualquer prejuízo com relação ao calendário do futebol brasileiro pois a CBF sequer determinou data de retorno do Campeonato Nacional. A volta aos campos depende ainda da liberação concomitante por diversos governos estaduais e municipais, onde estão localizados os clubes da série A. Ou seja, não adianta um estado voltar antes do outros, se o objetivo é cumprir um calendário nacional equilibrado.

Por fim, o Fluminense reforça que possui todo o interesse em retornar às atividades presenciais (treinos e jogos), desde que as autorizações e orientações dos órgãos de saúde estejam de acordo com todas as medidas nacionais e internacionais, especialmente com base nas experiências bem sucedidas nos locais que controlaram de forma efetiva o avanço da pandemia, respeitando, por óbvio, a individualidade de cada comunidade. Mas sempre com lastro nas melhores informações científicas disponíveis, para resguardar nossos jogadores, funcionários e torcedores. E para que eles não se tornem agentes de contaminação da população em geral.

Saudações tricolores.



Em nota, Flu reforça que só irá retomar as atividades com o aval das autoridades governamentais e de saúde

Após se recusar a assinar a carta emitida pela Ferj (Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro), nesta sexta-feira (08), o Fluminense emitiu um comunicado oficial, em seu site, reafirmando seu posicionamento de só retornar as atividades com aval dos órgãos governamentais e de saúde.

Confira a nota oficial na íntegra:

O Fluminense Football Club vem a público esclarecer os motivos que o levaram a não assinar a carta emitida pela FERJ nesta sexta-feira. O clube acredita que não é o momento do futebol brasileiro dar qualquer sinalização de retorno do esporte quando o país inteiro, particularmente o Rio de Janeiro, está com extrema dificuldade de fazer a população cumprir o isolamento social necessário para reduzir o número de contaminações e mortes por conta do Covid-19, e cidades inteiras começam a anunciar medidas ainda mais severas, como o lockdown.

O Fluminense reforça que a sua posição, desde o início da pandemia, é de só retornar aos treinos presenciais quando os órgãos governamentais e de saúde derem o aval para o retorno em segurança de todos os funcionários envolvidos nestas atividades.


Foto: Divulgação FFC

Através de nota, Fluminense confirma permanência de Nenê para 2020

Foto: Lucas Merçon / FFC

Uma notícia na manhã desta quarta-feira (20) pegou muitos Tricolores de surpresa, segundo uma publicação do UOL Esportes, o meia Nenê estaria com seu futuro incerto nas Laranjeiras em 2020.

Contudo, o próprio Fluminense FC. emitiu uma nota ainda na tarde desta quarta-feira (20) negando a informação e garantindo a permanência do jogador até pelo menos o final de seu contrato, que vai até dezembro de 2020.

Confira a nota do clube:

“O Fluminense esclarece que o atleta Nenê tem contrato com o clube até o fim de 2020 e não houve nenhum tipo de conversa sobre uma possível saída do atleta para a próxima temporada”.

Fluminense emite nota a respeito do caso Maracanã

Foto: Divulgação

Governador do Rio rompeu com o consórcio que geria o estádio.

Após o anúncio de rompimento entre o estado e o consórcio que geria o Maracanã, o Fluminense emitiu um nota na qual analisou como positiva a decisão do governo.

Ainda de acordo com a nota emitida pelo Flu, o clube espera que o fim da concessão o clube possa ter uma participação mais ativa:

confira a nota emitida pelo clube

O Fluminense Football Club avalia como positiva a decisão do Governo do Estado do Rio de Janeiro e espera que, a partir de agora, os clubes passem a ter participação mais ativa na concessão e administração do estádio

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