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Flu encerra preparação para a final com baixas e Odair tem dor de cabeça para montar equipe

O Tricolor realizou neste sábado (11) último treino, no CT Carlos Castilho, visando o primeiro jogo da final do Carioca contra o Flamengo, neste domingo (12), às 16h.

Já sem Fred e Ganso, que se recuperam de um problema na vista e de uma lombalgia, respectivamente, Odair Helmann teve mais um problema de última hora. Trata-te do zagueiro Nino que sofreu uma entorse no joelho direito.

Sem três dos principais jogadores, o treinador terá dor de cabeça para montar a equipe que vai a campo. Tendência é que Digão assuma vaga de Nino. Já no ataque Evanilson deve seguir como centroavante do time.

Foto: Lucas Merçon/FFC

Sem Fred, Odair promove mudanças e esboça time para a final da Taça Rio

No último treino antes do duelo contra o Flamengo, nesta quarta-feira (08), pela final da Taça Rio, Odair Helmann esboçou equipe que vai a campo. Além de Fred, que está fora do clássico após se lesionar contra o Botafogo, o treinador Tricolor promoveu mudanças zaga e no ataque, mantendo o apenas meio campo.

Na defesa, Matheus Ferraz volta ao time titular após cumprir suspensão. Já na linha de frente Evanilson ganhou a vaga do camisa 9 e Marcos Paulo deve entrar no lugar de Wellington Silva.

Veja a provável escalação do Fluminense para a final da Taça Rio

Muriel; Gilberto, Matheus Ferraz, Nino e Egídio; Dodi, Hudson e Yago; Nenê, Marcos Paulo e Evanilson.

Fonte: NetFlu
Foto: DIEGO MARANHÃO/AM PRESS & IMAGES/ESTADÃO CONTEÚDO

Análise: O problema são os jogadores, o esquema tático ou o próprio técnico?

O Fluminense voltou aos gramados depois de mais de três meses de paralisação, por conta da pandemia de coronavírus. Porém, para os Tricolores, talvez, seria melhor que não tivesse voltado.

Isso por que, em uma noite que marcou a reestreia do ídolo Fred, homenagem ao profissionais de saúde, endosso a campanha de combate ao racismo e protesto pela volta açodada do futebol, tinha tudo para ser coroado com uma vitória e retomada da liderança geral do Carioca.

Só que quando a bola rolou, o que se viu foi um verdadeiro circo de horrores. Com direito a frango de Muriel, expulsão infantil de Egídio, desorganização tática e atuações apáticas. Consequência disso uma goleada por 3 a 0, para o Volta Redonda, logo no primeiro jogo pós-pandemia.

Em cima disso e deixando, de lado, por hora, o fato de estar voltando a jogar depois de 105 dias, com apenas nove dias de preparação. A análise que se pode fazer sobre um Fluminense que volta da quarentena da mesma forma que a iniciou é que, a grande questão que ronda o trabalho de Odair Helmann nas Laranjeiras é: O problema seria a escalação, o esquema tático ou o próprio treinador e suas convicções?

Quase sete meses a frente do Flu, Odair ainda não conseguiu achar uma ‘cara’ para o time em 2020. Em 16 jogos, há um desempenho considerado positivo. Até aqui são 10 vitórias, 2 empates e quatro derrotas. Porém, os números não se traduzem em atuações convincentes.

Quanto a escalação, a princípio, o treinador tem como base a mais utilizada no futebol moderno, o 4-3-3, que desenhada no papel e olhando o plantel a disposição pode-se montar uma equipe competitiva. Entretanto, ao olhar as características dos atletas a disposição. Indago o seguinte questionamento, pode existiria a possibilidade trabalhar outra formatação tática? Talvez o tradicional 4-4-2 ou quem sabe um ousado 3-4-3.

Tendo como base a partida do último domingo, o 4-3-3 demonstra ofensividade, porém, deflagra a fragilidade defensiva na hora da recomposição em uma situação de contra-ataque. 30% dos gols sofridos pelo Flu em 2020 são provenientes disso.

E é exatamente que entra o ponto dois da questão: A escalação. Ou seja, os jogadores escolhidos para preencher o espaço destinado. Começamos pela zaga, que pelo menos, por hora, para torcida, não há duvidas de que Gilberto, Nino, Matheus Ferraz e Egídio são absolutos na posição, principalmente pela desconfiança da em seus reservas. No gol há um embate, mas é uma posição que divide opiniões. Há quem prefira o Marcos Felipe e há aqueles que acreditam e dão créditos a Muriel.

No meio campo temos a dupla Hudson e Yago, que são chamados os volantes ‘Modernos’ que saem pro jogo e surgem como elemento surpresa no ataque. Porém, seria cabível sacrificar um deles, afim de reforçar a defesa? Nesse caso me refiro à entrada de Yuri que faria a função de um Cabeça de área.

O por que disso, se dá pela liberdade que é dada aos laterais, que, assim como os volantes apoiam no ataque. E na hora da recomposição, quando não se consegue retomar a bola, ou é feita a falta tática, o que deixa o jogador pendurado, ou o que se vê são os zagueiros no mano-a-mano com os atacantes adversários.
Completando o meio o campo, acredito ser indiscutível a opção por Nenê, que até o momento é o cara do Fluminense neste ano, sendo o artilheiro da equipe nesta temporada, com 9 gols em 13 jogos. E mesmo dividindo opiniões é, sem dúvidas, o jogador mais regular.

E por último temos os atacantes. Com a volta de Fred, a torcida acredita que a vaga de homem-gol do time está preenchida. Ainda mais se o camisa 9 atuar ao lado de dois atacantes de velocidade. Mas, aí entra outro dilema na mente do nosso treinador, que é: Quem colocar?

Na partida contra Volta Redonda, Odair optou por Evanilson e Marcos Paulo abertos, tendo Frederico centralizado. E então vem a pergunta: Será esse o trio ideal para o ataque Tricolor? Abrir dois atacantes que, teoricamente, renderiam melhor atuando por dentro, seria a escolha mais correta? Ainda mais tendo jogadores velocistas como: Wellington Silva, Pacheco e Caio Paulista. Bom, fica esse questionamento para os próximos confrontos.

E finalmente chegamos ao X da questão. Mas antes de avançarmos, quero agradecer a você que chegou até aqui, o objetivo maior é analisarmos e refletirmos sobre o que impede esse Fluminense de 2020 de alçar voos maiores.

Pois bem, vamos falar especificamente sobre o profissional Odair Helmann e suas convicções enquanto treinador de futebol do nosso Tricolor.
Seu último trabalho, no Internacional, tem suas justas críticas, porém, não se pode tirar os louros do técnico que pegou um time na Serie B, retornou a elite do futebol brasileiro, classificou para a Libertadores e quando foi demitido, deixou a equipe no G-4.

Só que é necessário que seja feita a conversão de números em atuações. O time gaúcho conseguiu mostrar bons resultados em duas temporadas sob o comando de Odair . Mas, a grande ressalva que permeia a passagem pelo Colorado pode ser ressumida na famosa frase clichê no futebol: “Venceu mas não convenceu”

E goste você ou não, a passagem de Fernando Diniz nas Laranjeiras, foi um divisor de águas para a Torcida, no que desrespeito ao ‘jogo jogado’. O Tricolor não quer apenas a vitória, claro que ela é fundamental, mesmo não estando em um ótimo dia. Mas, ver um futebol bonito ser tornou um adereço importante do espetáculo.

E diante dessa curiosidade de ver um ‘Novo Diniz’ e com esse plantel nas mãos – indiscutivelmente superior ao de 2019 – cresce o anseio por parte da arquibancada de ver um Flu retomar os caminhos das glórias o quanto antes. Mas, por hora, isso vai de encontro com um mar de incógnitas, que abre espaço para a frustração, na maioria dos jogos.

Encerro essa análise indagando a necessidade de mudança por parte do nosso treinador, pois, somente o Odair e o tempo podem dizer se o problema está no trabalho adotado por ele – o que pode ser mudado – ou se o problema é de fato ele – que confirma a tese do “adiou o inevitável.” –

Foto: Lucas Merçon – FFC

Nino e Odair comentam volta às atividades no CT

O zagueiro e técnico Tricolor, em entrevista ao FluTV, comentaram sobre o voltar aos treinamentos no Centro de Treinamento, após mais de 90 dias de paralisação do clube.

Nino revelou que sentiu saudade dos trabalhos realizados no gramado e também, elogiou o procedimento de prevenção ao Covid-19, feito pelo Fluminense, afim de proteger os profissionais do clube e seus familiares.

Confira o que defensor

Imagens: FluTV

O comandante da equipe, Odair Helmann compartilhou o mesmo de sentimento de saudade ‘do dia-a-dia’ e falou sobre os novos procedimentos adotados pela comissão para a realização das atividades.

Confira o que disse o treinador

Imagens: FluTV

Foto: Reprodução FluTV

Técnico do Flu, Odair Hellmann avalia bem retorno ao CT: “deu tudo certo no dia de hoje, cumprimos bem os protocolos”

Após 96 dias em quarentena, o elenco do Fluminense retornou na manhã desta sexta-feira (19) ao CT Carlos Castilho, onde foi cumprida diversas normas para minimizar os riscos de contágio da Covid-19.

Técnico da equipe, Odair Hellmann avaliou de forma positiva esse retorno, e destacou a importância de um tempo para o recondicionamento dos jogadores:

Foi bom reencontrar todo mundo, estávamos com saudade do dia a dia do trabalho. Fizemos dois grupos para que a gente pudesse começar, em progressão, os protocolos. Penso que, agora no final, deu tudo certo no dia de hoje, cumprimos bem os protocolos, tanto jogadores quanto comissão e funcionários. Espero que a cada dia a gente possa fazer melhor com a segurança de todos e que os jogadores possam progredir na parte física e técnica. Os jogadores chegaram ainda buscando um melhor movimento, um melhor ritmo e necessitam de tempo – disse o treinador.

O elenco tricolor se reapresenta na manhã deste sábado (20) novamente no CT Carlos Castilho, para dar prosseguimento na preparação dos jogadores.

Foto em destaque: Lucas Merçon/FFC

Técnico tricolor, Odair Hellmann comenta sobre possível venda de Marcos Paulo

Ainda vivendo uma grande instabilidade financeira, o Fluminense vem se revirando para manter o caixa em dia. Uma das alternativas eu a venda de jogador, e com isso surge logo o nome de Marcos Paulo, titular absoluto da equipe de Odair Hellmann.

Jovem e com dupla cidadania, Marcos Paulo atenderia ao requisito exigido pelos grandes clubes europeus, pois ainda soma muito dentro de campo pois além da habilidade reconhecida, ainda atua em diversas funções do ataque.

Tendo em sua saída uma possibilidade já dita até pelo próprio presidente do Fluminense, Mário Bittencourt, Odair Hellmann, atual técnico do tricolor, comentou sobre a possibilidade:

O Marcos Paulo tem dupla cidadania, foi convocado pela seleção de Portugal, é jovem. Ele chama a atenção, mas é tudo uma incógnita agora – disse o treinador, lembrando do Covid-19.

Ainda na visão de Odair, não tem como prever como voltará o futebol, por tudo que vem acontecendo no mundo em relação a pandemia do Novo Coronavírus, onde a economia de diversos países no mundo pode ser alterada:

– Não sabemos nada. Como vai ficar? Será que o futebol europeu tem dinheiro para contratar agora? Quando será a janela europeia? Quando voltará a ter público nos estádios? Tudo isso influi na situação financeira dos clubes. Só a sequência da questão da pandemia nos dará as respostas – concluiu o terminador.

Foto em destaque: Lucas Merçon/FFC

Odair Hellmann e comissão abre mão de parte dos salários

Depois de dirigentes e alguns diretores abrirem mão de parte dos salários, foi a vez do técnico Odair Hellmann e sua comissão técnica terem a mesma atitude.

A informação foi passada pelo setorista do Fluminense na Rádio Globo, Victor Lessa, que confirmou ainda que a redução varia de 15% a 25%.

Ainda de acordo com o repórter, a quantia variou de acordo com a condição de cada integrante da comissão.

Vale destacar ainda que membros da comissão técnica já haviam feito doações de cestas básicas para funcionários do CT Carlos Castilho.

Técnico Tricolor, Odair Hellmann deixa recado aos torcedores

Em tempos de pandemia onde o mundo vem sofrendo com as consequências do Covid-19 (Coronavírus) o Fluminense tem mostrado grande consciência social.

Treinador do clube, Odair Hellmann, seguiu o mesmo exemplo e gravou um vídeo, de casa, orientando os torcedores a cuidarem dos mais vulneráveis ao vírus. Acompanhe:

Foto em destaque: Lucas Merçon/FFC

Com paralisação, diretoria estuda opções no mercado


FOTO: LUCAS MERÇON / FLUMINENSE F.C.

De acordo com o site Gazeta Esportiva, a diretoria do Fluminense aproveitará o recesso causado as competições pelo Coronavírus para observar o mercado em busca de reforços.

A iniciativa partiu de um pedido do técnico Odair Hellmann, que pediu alguns reforços para o elenco em ordem de fortalecer os diversos setores. As posições necessárias foram mantida em segredo para evitar especulações.

Odair faz análise da equipe após vitória no clássico

Após a vitória sobre o Vasco, por 2 a 0, no último domingo, no Maracanã, o
técnico Tricolor destacou a importância da vitória num clássico e o comportamento, não apenas tático e técnico, mas psicológico dos jogadores na partida, que não teve a presença da torcida.

– Clássico é um jogo diferente. Nós não estamos acostumados a jogar sem torcida e você tem que ter muito mais concentração, a parte muito mais mental e psicológica, porque você não tem influência externa nenhuma. Nem pro bem e nem pro mal, no caso de pressão, de vaia ou de qualquer coisa nesse sentido, nenhum incentivo naquele momento em que os times fazem valer isso dentro do campo de jogo.
Nós tivemos maturidade nesse sentido, em todos os outros aspectos e merecemos a vitória. Buscando ela do início ao fim. Teve momentos iguais na partida, mas nós, no final, concluímos as oportunidades que nós criamos. Efetividade, construção, a gente mereceu a vitória e a gente fica feliz com o resultado esportivo.
– Declarou Odair Helmann na coletiva após a partida.

Foto: Reprodução FluTV

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