fbpx

Fluminense quita parte dos direitos de imagens referente ao mês de fevereiro

A diretoria Tricolor quitou nesta segunda-feira (20), 50% dos direitos de imagens dos jogadores, referente ao mês de fevereiro. Vale lembrar que foi feito um acordo com os atletas durante a pandemia de coronavírus e os valores que estão atrasados, correspondentes ao período pré-quarentena, seriam parcelados até o final do ano.

Fonte: Victor Lessa

Fluminense efetua pagamento de funcionários e prestadores de serviços

O Fluminense segue na luta para manter as contas em dia, principalmente por conta da grande crise causada pelo novo Coronavírus (Covid-19) e, efetuou nesta quarta-feira (6) parte do pagamento de março e fevereiro para seus funcionários e prestadores de serviço.

Segundo informado pela própria assessoria do clube, o pagamento foi feito da seguinte forma: 40% dos salários dos CLTs de março e 15% dos salários dos PJs que estavam pendentes de fevereiro.

Vale destacar que o pagamento já está dentro da negociação feita com jogadores que tiveram os vencimentos reduzidos por conta de contenção de gastos para minimizar os danos da pandemia do Coronavírus.

Vale destacar ainda que o mês de abril já vence na próxima sexta-feira (8).

Foto em destaque: Divulgação/FFC

Fluminense quita salários de fevereiro a jogadores e funcionários

O Fluminense quitou o restante da parcela do salário em CLT referente ao mês de fevereiro para todos os jogadores e funcionários do clube. Parte do valor já havia sido pago no início do mês.

Com esse pagamento, o clube ainda tem em aberto os salários em CLT do mês de março e direitos de imagem dos jogadores de novembro e dezembro de 2019, além de janeiro, fevereiro e março de 2020. Contudo, apenas parte do elenco tem esse tipo de “bonificação” no contrato.

Vale destacar que a verba usada na quitação do débito veio de uma suspensão temporária de uma penhora R$ 2,8 milhões referente a um antigo casarão alugado pelo clube no bairro de Laranjeiras.

Foto em destaque: Divulgação/FFC

Fonte: Globoesporte.com

Globo se posiciona sobre suspensão no pagamento das cotas de TV

Na última semana, uma notícia do site UOL Esportes, informou que a Rede Globo, emissora detentora dos direitos de transmissão dos jogos no Brasil, havia suspendido o pagamento nas cotas de TV dos Campeonatos estaduais, Copa do Brasil e Brasileirão.

A emissora se posicionou através de uma nota, onde esclareceu os fatos, e desmentiu a reportagem, afirmando que continua mantendo o pagamento das competições, inclusive do Brasileirão tanto da Série A, como da B.

Ainda de acordo com a emissora, a partir da pandemia, todos os contratos deverão ser revistos, deixando em aberto assim, que poderá renegociar os valores.

Veja a nota na íntegra:

“Não é verdade que a Globo tenha suspendido o pagamento dos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro, como noticiou o UOL.

Temos pago desde o início do ano as parcelas previstas em contrato. Durante o mês de março e pautada ainda na tentativa de que houvesse solução a curto prazo para a retomada do calendário, a Globo manteve todos os pagamentos, inclusive do Brasileiro Séries A e B e até mesmo da Copa do Brasil, esta última, cujas partidas já estavam suspensas.

A crise causada pela pandemia do Coronavirus19, que está provocando adiamentos e cancelamentos nos calendários esportivos, faz com que todos os elos que compõem a cadeia produtiva do futebol precisem analisar seus modelos de negócio e renegociar seus compromissos: clubes, federações, empresas de mídia, anunciantes e patrocinadores, entre outros parceiros. Esta não é uma realidade exclusiva do Brasil, e ocorre também em demais competições e modalidades esportivas ao redor do mundo.

Faz parte deste processo a decisão da Globo reavaliar o pagamento de futuros vencimentos – em alguns casos a última parcela – de competições que foram interrompidas ou adiadas, e que ainda não têm data nem formato para voltar a acontecer. Cada caso está sendo tratado segundo suas especificidades. A Globo até o momento vem mantendo o pagamento dos clubes participantes do campeonato brasileiro série A, série B e Copa do Brasil. No caso dos Estaduais, a Globo pagou em alguns contratos 100% e em outros 75% dos valores referentes a esses campeonatos, mesmo com a entrega efetiva de 55% a 65% dos jogos. Alguns pagamentos foram realizados já com as partidas suspensas e precisamos buscar entre todos uma solução de equilíbrio que depende agora de uma revisão completa do calendário anual do futebol brasileiro.

Diretores e gerentes do Flu abrem mão de parte salário para ajudar aos funcionários

Diante da pandemia em torno do Coronavírus, que “obrigou” o clube a paralisar toda sua atividade, Diretores e gerentes do clube vão abrir mão de cerca de 15% dos seus salários para ajudar no pagamento dos funcionários que ganham menos no clube.

A informação foi passada pela reportagem da rádio Globo/CBN, que confirmou ainda que a inciativa partiu dos próprios profissionais, se estendendo até que a pandemia do coronavírus normalize as atividades no clube.

Vale ressaltar que a medida alivia um pouco a situação do clube que já vinha passando por dificuldades em relação aos pagamentos desde o ano passado, tendo o agravante agora da crise do Coronavírus, que deve impedir receitas importantes no clube, como: receitas de bilheteria, adesão de novos sócios e até mesmo os royalties nas vendas do novo uniforme, produzido pela Umbro.

Com isso, a medida é vista de forma essencial no clube, pois pode salvar o emprego de muita gente que passa por dificuldades e tem no salário que recebe do Flu sua única fonte de renda.

Fluminense faz acordo para pagar parcelas atrasadas do Ato Trabalhista

GloboEsporte.com

 

Na última terça-feira, o Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região deu cinco dias para o Fluminense regularizar parcelas em atraso do Ato Trabalhista. O prazo venceu, porém, um acordo foi feito para pagamento.

A assessoria de imprensa do TRT informou que houve uma reunião entre o Tricolor e o juízo gestor de execução após a intimação ter sido feita. Na ocasião, representantes da equipe das Laranjeiras garantiram que a quitação dos meses de dezembro (2018) e janeiro (2019), que totalizam R$ 2,4 milhões e citados na cobrança, seriam pagos com verba dos direitos de transmissão nos próximos dias.

O Fluminense alega que o mês de dezembro de 2018 foi quitado em 14 de fevereiro, portanto, antes da intimação do dia 19, segundo o clube uma documentação foi protocolada no processo.

O Ato Trabalhista é um parcelamento pago mensalmente pelo clube para quitar reclamatórias de ex-jogadores e ex-funcionários. Desta forma, as cobranças até 2011 são centralizadas e se evitam bloqueios judiciais de receitas. O valor mensal a ser depositado é de R$ 1,2 milhão e vence todo o dia 15. Ou seja, o mês de fevereiro igualmente já venceu.

 

 

Atraso salarial volta a ser problema no Flu

Folha de julho entrou em atraso desde a última terça-feira.

Problema decorrente no Fluminense, o atraso no pagamento da folha salarial voltou a afetar o clube, que, desde a última terça-feira (7) está com o salário da CLT do mês de julho em atraso, uma vez que o clube costuma realizar o pagamento no quinto dia útil. A informação que foi passada pelo portal Globoesporte.com e confirmada pelo Flunews, que ainda apurou que não há prazo para regularização do pagamento.

O problema contudo ainda pode se tornar ainda maior, já que o valor referente ao direito de imagem dos jogadores que já estava em atraso, completará mais um mês no próximo dia 15 e, assim como o da CLT, não tem previsão para acerto.

Vale destacar que o clube ainda tem o valor referente a venda de Richarlison do Watford ao Everton (cerca de R$17 milhões) para receber, onde parte deste deve ser destinado a folha de pagamento.

 

ST,

Douglas Wandekochen

foto: Lucas Merçon

 

Portal revela o valor da negociação de Douglas

A quantia foi referente a porcentagem que o Tricolor tinha sobre o volante, 63%.

A venda do volante Douglas ao Corinthians, tinha sido um grande mistério em relação ao valor arrecadado pelo Fluminense, contudo, de acordo com o site Globoesporte.com, o Tricolor desembolsou cerca de R$4,6 pelo jogador de 21 anos.

Ainda de acordo com o portal, o valor foi referente a porcentagem total que o Fluzão tinha sobre o atleta, 63% dos direitos econômicos do jogador, de acordo com o balanço do clube carioca de 2017. Além disso, o Corinthians concordou em arcar com metade do salário de Júnior Dutra, que tem contrato com os paulistas até dezembro de 2019, mas foi cedido ao Tricolor até dezembro deste ano. Contudo, as agremiações afirmam que as negociações foram separadas uma da outra.

Com o dinheiro obtido pela venda do atleta, o Fluminense regularizou os salários de jogadores e funcionários que estavam em atraso.

Dougla assinou com o Corinthians por quatro temporadas, até julho de 2022.

 

ST,

Douglas Wandekochen

foto: Daniel Augusto Jr. / Ag. Corinthians

Patrocinadora volta a atrasar pagamento ao Flu

Vencimento está em aberto desde o dia 15 e não há previsão de acerto.

A patrocinadora master do Fluminense, Valle Express voltou a atrasar uma parcela de pagamento ao Tricolor. O valor de R$250 mil referente ao mês de abril ainda não foi quitado, sendo esse o segundo atraso da patrocinadora com o clube das Laranjeiras.

Já prevendo uma dificuldade em arcar com o pagamento, previsto para 15 de abril, a Valle pediu a extensão do prazo até o dia 20. Prontamente aceito. Contudo, o pagamento também não foi efetuado e nem há prazo para que se regularize a situação.

Em acordo assinado em janeiro deste ano que renderá um total de R$18 milhões ao Flu, somente os meses de janeiro e fevereiro foram pagos na data combinada. Na primeira temporada, a cota mensal é menor e escalonada aumentando a cada 30 dias. No acordo ainda ficou estabelecido que o pagamento fosse feito através de cheques pré-datados.

 

ST,

Douglas Wandekochen

foto: Divulgação FFC
Top