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Partida contra CSA é decisiva para Flu

Nesta segunda-feira (25),  o Fluminense encara o CSA, no Rei Pelé, adversário que causou uma grande revolução no Tricolor. Após a partida do primeiro turno, vencida pelo time alagoano, no Maracanã, por 1 a 0, o técnico Fernando Diniz foi demitido. Dessa vez, a expectativa é de que o jogo seja novamente um divisor de águas, só que para o bem do clube das Laranjeiras. A bola rola às 20h.

A derrota na 15ª rodada do Campeonato Brasileiro jogou o Fluminense para a 18ª posição, ligando pela primeira vez o alerta contra o rebaixamento. A campanha de Diniz de fato não foi satisfatória, somando três vitórias, três empates e nove derrotas, aproveitamento de 26,6%. No entanto, a saída do treinador causou um tremendo alvoroço, dentro e fora de campo. 

O elenco demorou a digerir a demissão de Fernando Diniz, o que causou um certo mal-estar com o vice-presidente geral, Celso Barros, que na semana que antecedeu o duelo com o CSA, cobrou duramente os jogadores e a comissão técnica. A contratação de Oswaldo de Oliveira como substituto também não surtiu o efeito esperado. 

Por conta do bom ambiente feito pelo ex-treinador, Oswaldo teve muita dificuldade para implementar a sua metodologia e mudar o estilo de jogo proposto pelo antecessor. A passagem ainda ficou marcada pela discussão ríspida com Ganso e pelo gesto obsceno contra os torcedores, no empate diante do Santos. 

Acabou deixando o cargo após essa partida, somando seis jogos no Brasileiro, com duas vitórias, um empate e três derrotas, tendo um aproveitamento de 38,8%, superior ao de Diniz, mas insuficiente para tirar o Fluminense da briga contra o Z4. Sem treinador, Marcão recebeu a oportunidade de comandar o Tricolor e até o momento faz o melhor trabalho em relação aos anteriores. 

fonte: lance!

foto: Agência Foto Press

Não é a 1ª vez que Flu conta com terceiro goleiro para partida decisiva

 

No Z4 e sem Muriel, o Fluminense enfrenta o Atlético-MG, no Maracanã, na primeira das seis “decisões” que o time tem pela frente, na luta contra o rebaixamento. O cenário de incertezas aumenta ainda mais com Marcos Felipe, que passou de terceiro goleiro, a titular do gol tricolor. A ascensão do jogador não chega a ser uma novidade na história do clube, que foi bastante feliz em uma outra ocasião.

Em 2010, o Fluminense lutava para ser campeão brasileiro. Faltando nove rodadas, o técnico Muricy Ramalho promoveu a entrada de Ricardo Berna ao time. Assim como Marcos Felipe, Berna era o terceiro goleiro e não tinha jogado na temporada, mas deu conta do recado, terminando a sua participação invicto e com o título, somando quatro empates e cinco vitórias. O ex-jogador falou com exclusividade ao LANCE!, relembrando a situação vivida por ele, em comparação ao atual momento do clube.

“- O Marcão analisou quem está em bom momento. É uma decisão e uma reta final de campeonato. Eu assumi no fim de 2010 após uma análise que o Muricy Ramalho. Ele não sentia confiança em quem estava atuando, eu vinha treinando muito bem e resolveu apostar. Eu já vi substituição de goleiro quando o time está mal. Agora brigando pelo título brasileiro, é a primeira vez que eu vi acontecer. Tem que se analisar o momento e quem está melhor merece a oportunidade.”

Fonte: lance

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