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Mário exalta trabalho de Marcão e comissão técnica à frente do Fluminense: “Terminamos com dignidade”

Foi vencendo o Corinthians por 2 a 1, em Itaquera, que o Fluminense encerrou sua participação no Campeonato Brasileiro de 2019. Livre do rebaixamento desde a 36ª rodada, o Tricolor ficou na 14ª colocação, com 46 pontos, carimbando vaga na Sul-Americana. 

Em rede social, o presidente Mário Bittencourt, que assumiu o poder em meados de junho, agradeceu Marcão e sua comissão técnica pelo trabalho à frente da equipe. O ex-volante começou como auxiliar e, depois das demissões de Fernando Diniz e Oswaldo de Oliveira, ganhou o cargo de treinador principal, no fim de setembro. Na próxima temporada, retorna ao posto de assistente. A previsão é de que a busca pelo novo comandante seja iniciada a partir do fim do Brasileirão.

— Meu agradecimento ao Marcão pelo ótimo trabalho que fez nestes 17 jogos do campeonato brasileiro. Foram 53% de aproveitamento com 27 pontos conquistados dos 46 que fizemos em toda a competição. Após o jogo de hoje e a grande vitória sobre o Corinthians, conquistamos a vaga na Copa Sul-Americana de 2020. Diante de um ano com enormes dificuldades, terminamos com dignidade. O Fluminense merece muito mais e vamos trabalhar para isso, com criatividade e ousadia. Marcão sempre amou o Fluminense e desde os tempos de jogador deu seu suor e seu sangue pelas nossas cores. Agora, como treinador, não foi diferente. Meu muito obrigado novamente a ele por estar sempre a disposição do nosso clube. Saudações Tricolores — escreveu Mário em um dos posts.

— Meus sinceros agradecimentos também a toda comissão técnica. Mesmo com todas as dificuldades vividas na temporada, mantiveram o profissionalismo e o foco em reverter a situação. Meu muito obrigado, Ailton Ferraz, Gabriel Oliveira, Marcos Seixas, André Carvalho, Daniel Cerqueira e Marcão pela luta e empenho. Obrigado também a todos os profissionais do departamento de Futebol pelo trabalho e pela luta diária — continuou numa segunda publicação.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Primeiro reforço? Informações dizem que Flu se aproxima de acerto com técnico para 2020

Após garantir a permanência na Série A para o ano que vem, o Fluminense começa a trabalhar para fazer um ano de 2020 melhor do que 2019. Tendo isso em vista, parece que o primeiro nome para a nova temporada é o do comandante. E ele seria, Eduardo Barroca!

Segundo uma apuração feita pelo Canal Flu News, o diretor de futebol Paulo Angioni é amigo e do ex-treinador do Botafogo (e que já trabalhou no Flu). Ambos trabalharam juntos em vários clubes anteriores. Ele também tem o aval do presidente Mário Bittencourt.

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Barroca em ação no Dragão (Foto: Gazeta Esportiva)

Nomes também como Odair Hellmann, Enderson Moreira, Cuca e Jair Ventura também estão sendo especulados como possíveis treinadores do Flu em 2020. Mas, ao que tudo indica, poderá ser Eduardo Barroca, que na última semana, subiu com o Atlético Goianiense para a Série A do Brasileirão.

Saudações Tricolores,

João Eduardo Gurgel

Torcedores se reúnem com jogadores e dirigente para conversa sobre campanha do Fluminense no Brasileirão

Cerca de dez torcedores foram ao CT e comandaram protesto contra a má campanha do Fluminense no Brasileirão, na reapresentação após a derrota por 1 a 0 para o Avaí, no Maracanã. Digão, Nenê, Wellington Nem e Paulo Angioni, dirigente do clube, conversaram com o grupo na entrada da sede de treinos.

O presidente Mário Bittencourt e o vice Celso Barros não estavam no local no momento da reunião. Após o jogo de segunda-feira, tricolores precisaram ser contidos pela segurança ao tentarem invadir o Portão 2, área de onde sai o ônibus da delegação.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: GloboEsporte.com.

Paulo Angioni vê árbitros “inseguros” com VAR e alerta sobre Dewson Freitas: “Tem hábito de errar contra o Fluminense”

Indignado com os erros do juiz Dewson Fernando Freitas na derrota do Fluminense por 1 a 0 para o Goiás, no Maracanã, Paulo Angioni fugiu do “protocolo” e abriu a entrevista pós-jogo, prevista para ser apenas com Fernando Diniz. Ao contestar o uso do VAR nesse domingo, o dirigente destacou a legitimidade do gol de Everaldo, anulado, e acusou insegurança dos profissionais com a tecnologia.

– Vim aqui para alertar os equívocos do VAR. O aperfeiçoamento disso causou prejuízo ao Fluminense. Erros primários que se cometem. Interferência desmedida, falta de critério. Demora. Não consigo entender ainda. Acaba sendo interpretação em alguns lances. Por mais que seja isso, no lance do gol, a intervenção do jogador do Fluminense não trouxe prejuízo para a trajetória da bola.

– Não participei de conversa nesse sentido (VAR). Presidente do clube é que participa. A CBF deve estar atenta. Dificuldade que mais me impressiona é que, na hora da decisão, são muito inseguros. Não sei se alguém de fora interfere e discute com ele, mas demanda um tempo.

Nos últimos minutos, foi assinalada uma falta inexistente favorável ao Esmeraldino, que marcou o único gol do duelo, com o zagueiro Rafael Vaz. Angioni alfinetou o árbitro, que integra o quadro da FIFA.

– Em dois lances capitais, hoje, o VAR e o árbitro prejudicaram o Fluminense de uma forma feia. No lance do Everaldo, não foi falta, ele conseguiu enxergar onde não houve. Esse árbitro tem hábito de errar contra o Fluminense no passado.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Dirigente diz não ter prazo para regularizar pendências financeiras

Por Rômulo Morse


Após a paralisação desta terça em protesto pelo atraso no salário do elenco, o diretor executivo de futebol, Paulo Angioni, afirmou em coletiva que não há prazo para resolver a situação. Ainda de acordo com ele, o time treinará normalmente nesta quarta.

Leia também: Elenco não treina em protesto por atraso de salários

“Ainda não temos essa solução e estamos buscando. A ação dos jogadores foi apenas hoje, não quer dizer que não vão treinar mais. Amanhã, estão aqui normalmente. A gente fica triste, mas compreende em função do que temos de pendência com eles. Não fizemos promessa. Se não temos certeza que podemos realizar, não podemos fazer. Eu não fiz, pelo menos.”

Angioni também falou que foi comunicado da decisão e que a mesma foi tomada pelo grupo como um todo. Com a situação, os jogadores realizaram apenas atividades na academia.

“É a posição do grupo. Não é de uma pessoa, uma liderança ou duas. Eles fizeram o que é feito normalmente antes do treinamento. O que não aconteceu foi a ida ao campo. Apenas me comunicaram. Acompanho o dia a dia e sei das pendências. Imagino que o embasamento deles é naquilo que é devido. Eles tentam encontrar uma solução e querem que a direção entenda que precisa solucionar a situação.”

Com folha salarial na casa dos R$ 4 milhões, o clube pagou no último dia 13 de fevereiro o que devia em relação a dezembro de 2018. Porém, ainda há pendências de três fatores: CLT (13º salário e férias referentes a 2018 e janeiro referente a 2019), direitos de imagem (novembro e dezembro de 2018 e janeiro de 2019) e a premiação do Brasileirão do ano passado e da primeira fase da Copa do Brasil.

“Não houve pedido de prazo, foi apenas uma forma de manifestar a insatisfação com o que está acontecendo. Foi muito bem ordenado e educado. Há um mix de situações. Os jogadores que chegaram agora só têm o mês de janeiro. Os que estão desde o ano passado ainda têm 13º e direitos de imagem atrasados. No momento em que você faz um movimento desses, é porque há uma unidade. Se fosse desordenado, um ou outro vazaria. Foi uma decisão que eles tomaram em conjunto.”, completou o dirigente.

Elenco não treina em protesto por atraso de salários

Por Rômulo Morse


O tricolor teve um dia fora dos padrões nesta terça-feira. Por conta do atraso nos salários, os atletas do elenco fizeram uma paralisação e se recusaram a treinar. Com isso, o diretor executivo de futebol, Paulo Angioni, falou sobre o caso em entrevista coletiva e confirmou a situação.

– Tivemos uma situação desagradável e não houve treinamento por insatisfação dos jogadores por algumas situações que não foram cumpridas. A gente compreende, entende, e por isso não houve a realização do treino. O Fluminense tem uma pendência com 13º, salário de janeiro e duas premiações, a mais recente é a Copa do Brasil. Além de algumas imagens – falou o dirigente.

Fonte: Globoesporte.com

Paulo Angioni, sobre negociação com Ganso e Nenê: “Não foi procura nossa. Foi desejo deles”

Paulo Angioni, em entrevista à Rádio Globo, neste domingo, discursou com um tom otimista quanto às negociações com Paulo Henrique Ganso e Nenê. Embora, agora, sejam pretendidos pelo Fluminense, ambos é que demonstraram interesse em defender as cores verde, branca e grená em 2019.

Tanto um, como outro, não foi procura nossa. Foi desejo deles. Foram eles que nos procuraram com o desejo de jogar no Fluminense. Às vezes, alardeia-se que o jogador não quer vir. Deixar de jogar em um clube como o Fluminense, com história e grandeza, não existe.

Após empréstimo ao Amiens, da França, Ganso foi liberado pelo Sevilla, da Espanha, ao qual pertence, a conversar com algum clube brasileiro. Os espanhóis, porém, desejam uma compensação financeira.

Nenê, por sua vez, está vinculado ao São Paulo e, mesmo que deva perder espaço para os reforços no Morumbi, ainda está nos planos do técnico André Jardine.

No entanto, as contratações são consideradas possibilidades reais nas Laranjeiras. Aliás, no mesmo bate-papo com os radialistas, Angioni revelou que não descarta acerto com a dupla.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Ganso ou Nenê? Angioni diz que sonha com ambos no Fluminense: “Gosto de ousar”

Assim que as negociações por Paulo Henrique Ganso e Nenê vieram à tona, tornou-se comum acompanhar, nas redes sociais, pedidos de torcedores que desejam, pelo menos, um deles para assumir a 10, sem dono desde a venda de Sornoza para o Corinthians.

Mas a esperança nas Laranjeiras, segundo Paulo Angioni, é por possibilidades maiores. Numa entrevista à Rádio Globo, o dirigente não descartou a vinda da dupla para encorpar o elenco nesta temporada.

– Apesar de ser discreto, gosto de ousar. Vamos torcer para que seja os dois, quem sabe. Estou trabalhando. Fernando (Diniz) tem modelo para colocar os dois para correrem bastante – disse.

Ganso e Nenê são alvos do Fluminense para 2019. (Foto: Reprodução)

Ainda que os salários de ambos fujam ao teto de R$ 150 mil estabelecido pelo clube, as contratações, se confirmadas, não vão prejudicar a já complicada condição financeira. Angioni relembra que o Corinthians, que não envolveu jogadores na compra de Sornoza, está em dívida com os tricolores.


– Não temos como competir com o que ele ganha no Sevilla ou no Amiens, mas buscamos entendimento que não encareça o orçamento mensal e anual no futebol. O interesse da presidência é cumprir o compromisso assumido. É óbvio que o Ganso é caro, mas o Fluminense está trabalhando em cima do seu limite – afirmou, explicando:

– É muito fácil fazer o óbvio. É difícil reinventar situações. Ganso é uma situação tranquila para nós. Como não podemos competir financeiramente com o mercado, nos reinventamos. Ganso vem para o Fluminense, se vier, em uma situação bem confortável. A situação do Nenê está no mesmo pacote. O Fluminense não vai sair um milímetro (do controle financeiro) se vier a acontecer. 

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Diniz encaminha acordo em encontro com Angioni, mas cenário político no Flu ameaça acerto

Fernando Diniz, que faz o curso da CBF para tirar licença obrigatória para trabalhar como técnico em 2019, conversou com Paulo Angioni, que ministrou aula aos treinadores, na última quinta-feira, em Teresópolis. Nesse encontro, o acordo com o Fluminense foi, enfim, encaminhado.

Pessoas ligadas ao ex-Atlético-PR disseram que a negociação está quase finalizada, embora ainda exista uma preocupação quanto ao cenário político nas Laranjeiras. A permanência de Pedro Abad na presidência está em risco, uma vez que, na próxima quinta-feira, o Conselho Deliberativo votará o processo de impeachment. Também surgiu, agora, a chance de renúncia.

Aos 44 anos, Fernando Diniz se enquadrou no nível salarial esperado pela diretoria e virou prioridade no clube. Foi escolhido entre Roger Machado, Jair Ventura e Léo Percovich, que comanda a base em Xerém. Ele, que treinou, com sucesso, Audax e Oeste, além do Furacão, onde não se saiu bem, jogou como meia no Fluminense entre 2000 e 2003. Foram 60 jogos e sete gols.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Fluminense inclui Caique, ex-Guarani, em projeto de aspirantes

No ano que vem, o Fluminense deve inaugurar um projeto para maturação de jogadores, encabeçado por Paulo Angioni. Trata-se de um time de aspirantes, onde jogariam aqueles que deixaram o juniores e ainda brigam por espaço no profissional. Aliás, é pensando nessa ideia que o clube assinou, em novembro, um pré-contrato com o centroavante Caique, ex-Guarani. Sua vinda, porém, é incerta, principalmente por conta da condição física – ele sofria de pubalgia.

– A questão do Caique sempre foi pensando no time de aspirantes. Nunca para o profissional. Caique entraria nesse processo. Mas, lamentavelmente, as coisas vazam e prejudicam tudo porque não foi esclarecido antes. Aí está o erro. Haveria uma outra compreensão do caso e as críticas seriam menores, diferente de ”ele não joga nada” e ”era reserva do Guarani” – disse Angioni.

Aos 25 anos, Caique não deslanchou na carreira e, na temporada passada, foi reserva. Mesmo assim, agradou ao departamento de scout do clube. Ricardo Corrêa, chefe do setor, foi quem o indicou.

– Às vezes, tem um jogador assim, que o monitoramento acredita demais. Aí trazemos para essa equipe de transição, não para o profissional, porque precisa ser visto maturando mais um pouco, apesar da idade. O nosso scout acredita muito no Caique, um jogador de uma posição (camisa 9) carente no mercado.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

 

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