Jornalista flagra cena inusitada de Mário e Angioni durante partida contra o Criciúma

A vitória do Fluminense por 3 a 0 sobre o Criciúma, garantiu o Tricolor nas quartas de finais da Copa do Brasil. Ao longo do jogo no entanto, uma cena inusitada: ao longo da partida, a câmera da transmissão flagrou o presidente do clube, Mário Bittencourt e o diretor de futebol, Paulo Angioni nas arquibancadas do Maracanã. Normal, mas nem tanto assim.

No momento Angioni parecia cochilar durante a partida, enquanto Mário Bittencourt “usava” a máscara de forma incorreta, descobrindo totalmente nariz e boca. A cena foi replicada pelo twitter do jornalista José Ilan e, gerou diversas críticas por parte da torcida:

Foto em destaque: Lucas Merçon/FFC

Em entrevista, Paulo Angioni explica retorno de Hudson

Uma das renovações mais contestadas entre a torcida do Fluminense, a prorrogação de empréstimo do volante Hudson, teria sido, segundo Angioni, um compromisso já apalavrado com o jogador:

O Hudson, já foi explicado. Quando ele veio para o Flu já tinha um compromisso de mais um ano. O retorno ao São Paulo se deu por uma nova governança no clube paulista. Isso atrasou um pouco a continuidade imediata dele aqui, porque ele teve que se reapresentar lá, discutir as coisas pessoais dele junto ao São Paulo, mas já havia um compromisso — destacou o dirigente em entrevista à rádio Globo.

Angioni também destacou que a diretoria vê o jogador com papel importante não só fora, como dentro de campo:

Não é que temos muito jogador para essa posição (volante). O Hudson não é um “5”, ele é um segundo volante e nos ajuda muito no que tange a parte de campo e fora dele, com sua experiência e pela pessoa que é. Mas já era um compromisso nosso e a gente não é de fugir de compromisso. O que fizemos foi ratificar o compromisso que a gente tinha — concluiu.

Foto em destaque: Mailson Santana/FFC

Diretor executivo, Paulo Angioni, confirma Marcão na comissão técnica de Roger Machado

Após realizar dois bons trabalhos à frente do Fluminense – quando substituiu Osvaldo de Oliveira em 2019 e livrou o time do rebaixamento e agora, em 2020, quando assumiu a vaga de Odair Hellmann e colocou o clube na Libertadores da América de 2021, Marcão foi confirmado na comissão técnica dos profissionais de Roger Machado, que assume o time neste sábado (27).

Marcão, que comandou o Sub-23 ao longo de 2020, quando Odair era o técnico dos profissionais, será um auxiliar permanente do clube, mas que trabalhará ao lado do novo treinador Roger Machado. Enquanto isso, no Sub-23, Aílton será o comandante da equipe ao lado de Kadu e Edevaldo.

Garantias feitas pelo diretor executivo se futebol do clube, Paulo Angioni, que participou de coletiva nesta sexta-feira (26) ao lado de Marcão e do presidente Mário Bittencourt:

Ele (Marcão) não vai participar não (do Sub-23) ele ficará como auxiliar da comissão técnica do time principal junto com o Roger e o Sub-23 ficará com o Aílton auxiliado pelo Edevaldo e contribuição do Kadu – falou Angioni.

Foto em destaque: Lucas Merçon/FFC

Angioni classifica a prioridade na manutenção da base como: “manter o que acertou”

O diretor de futebol do Fluminense concedeu uma entrevista exclusiva aos setoristas do time das Laranjeiras pelo Globoespoete.com, Héctor Werlang e Felipe Siqueira, onde esclareceu vários pontos do Time de Guerreiros, entre os quais, o esforço na manutenção da base para 2020, na qual classificou como: “manter o que acertou”.

O Fluminense trabalhará em 2020 com uma folha do mesmo tamanho da de 2019. Mas dará o direito de alongar um pouco os contratos e fazer contratos mais longos. Mas, para isso, não pode errar. E para isso precisa se manter o que acertou – e está tentando se manter o máximo – e discutir contratações pontuais, pela necessidade da chegada de um novo treinador com uma nova filosofia de jogo – comentou o dirigente.

Em relação a dois nomes que tem se mostrado as renovações mais complicadas, Allan e Caio Henrique, o dirigente confessou uma certa falha do Tricolor:

Com relação ao Allan e o Caio, realmente, poderíamos ter proposto uma continuidade (na época da assinatura), mas também tivemos uma preocupação grande em talvez não ter um valor bastante alto para uma possível negociação futura e talvez isso possa ter atrapalhado um pouco. Mas são coisas que acontecem no futebol – disse.

Foto em destaque: Lucas Merçon/FFC

Mário exalta trabalho de Marcão e comissão técnica à frente do Fluminense: “Terminamos com dignidade”

Foi vencendo o Corinthians por 2 a 1, em Itaquera, que o Fluminense encerrou sua participação no Campeonato Brasileiro de 2019. Livre do rebaixamento desde a 36ª rodada, o Tricolor ficou na 14ª colocação, com 46 pontos, carimbando vaga na Sul-Americana. 

Em rede social, o presidente Mário Bittencourt, que assumiu o poder em meados de junho, agradeceu Marcão e sua comissão técnica pelo trabalho à frente da equipe. O ex-volante começou como auxiliar e, depois das demissões de Fernando Diniz e Oswaldo de Oliveira, ganhou o cargo de treinador principal, no fim de setembro. Na próxima temporada, retorna ao posto de assistente. A previsão é de que a busca pelo novo comandante seja iniciada a partir do fim do Brasileirão.

— Meu agradecimento ao Marcão pelo ótimo trabalho que fez nestes 17 jogos do campeonato brasileiro. Foram 53% de aproveitamento com 27 pontos conquistados dos 46 que fizemos em toda a competição. Após o jogo de hoje e a grande vitória sobre o Corinthians, conquistamos a vaga na Copa Sul-Americana de 2020. Diante de um ano com enormes dificuldades, terminamos com dignidade. O Fluminense merece muito mais e vamos trabalhar para isso, com criatividade e ousadia. Marcão sempre amou o Fluminense e desde os tempos de jogador deu seu suor e seu sangue pelas nossas cores. Agora, como treinador, não foi diferente. Meu muito obrigado novamente a ele por estar sempre a disposição do nosso clube. Saudações Tricolores — escreveu Mário em um dos posts.

— Meus sinceros agradecimentos também a toda comissão técnica. Mesmo com todas as dificuldades vividas na temporada, mantiveram o profissionalismo e o foco em reverter a situação. Meu muito obrigado, Ailton Ferraz, Gabriel Oliveira, Marcos Seixas, André Carvalho, Daniel Cerqueira e Marcão pela luta e empenho. Obrigado também a todos os profissionais do departamento de Futebol pelo trabalho e pela luta diária — continuou numa segunda publicação.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Primeiro reforço? Informações dizem que Flu se aproxima de acerto com técnico para 2020

Após garantir a permanência na Série A para o ano que vem, o Fluminense começa a trabalhar para fazer um ano de 2020 melhor do que 2019. Tendo isso em vista, parece que o primeiro nome para a nova temporada é o do comandante. E ele seria, Eduardo Barroca!

Segundo uma apuração feita pelo Canal Flu News, o diretor de futebol Paulo Angioni é amigo e do ex-treinador do Botafogo (e que já trabalhou no Flu). Ambos trabalharam juntos em vários clubes anteriores. Ele também tem o aval do presidente Mário Bittencourt.

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Barroca em ação no Dragão (Foto: Gazeta Esportiva)

Nomes também como Odair Hellmann, Enderson Moreira, Cuca e Jair Ventura também estão sendo especulados como possíveis treinadores do Flu em 2020. Mas, ao que tudo indica, poderá ser Eduardo Barroca, que na última semana, subiu com o Atlético Goianiense para a Série A do Brasileirão.

Saudações Tricolores,

João Eduardo Gurgel

Torcedores se reúnem com jogadores e dirigente para conversa sobre campanha do Fluminense no Brasileirão

Cerca de dez torcedores foram ao CT e comandaram protesto contra a má campanha do Fluminense no Brasileirão, na reapresentação após a derrota por 1 a 0 para o Avaí, no Maracanã. Digão, Nenê, Wellington Nem e Paulo Angioni, dirigente do clube, conversaram com o grupo na entrada da sede de treinos.

O presidente Mário Bittencourt e o vice Celso Barros não estavam no local no momento da reunião. Após o jogo de segunda-feira, tricolores precisaram ser contidos pela segurança ao tentarem invadir o Portão 2, área de onde sai o ônibus da delegação.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: GloboEsporte.com.

Paulo Angioni vê árbitros “inseguros” com VAR e alerta sobre Dewson Freitas: “Tem hábito de errar contra o Fluminense”

Indignado com os erros do juiz Dewson Fernando Freitas na derrota do Fluminense por 1 a 0 para o Goiás, no Maracanã, Paulo Angioni fugiu do “protocolo” e abriu a entrevista pós-jogo, prevista para ser apenas com Fernando Diniz. Ao contestar o uso do VAR nesse domingo, o dirigente destacou a legitimidade do gol de Everaldo, anulado, e acusou insegurança dos profissionais com a tecnologia.

– Vim aqui para alertar os equívocos do VAR. O aperfeiçoamento disso causou prejuízo ao Fluminense. Erros primários que se cometem. Interferência desmedida, falta de critério. Demora. Não consigo entender ainda. Acaba sendo interpretação em alguns lances. Por mais que seja isso, no lance do gol, a intervenção do jogador do Fluminense não trouxe prejuízo para a trajetória da bola.

– Não participei de conversa nesse sentido (VAR). Presidente do clube é que participa. A CBF deve estar atenta. Dificuldade que mais me impressiona é que, na hora da decisão, são muito inseguros. Não sei se alguém de fora interfere e discute com ele, mas demanda um tempo.

Nos últimos minutos, foi assinalada uma falta inexistente favorável ao Esmeraldino, que marcou o único gol do duelo, com o zagueiro Rafael Vaz. Angioni alfinetou o árbitro, que integra o quadro da FIFA.

– Em dois lances capitais, hoje, o VAR e o árbitro prejudicaram o Fluminense de uma forma feia. No lance do Everaldo, não foi falta, ele conseguiu enxergar onde não houve. Esse árbitro tem hábito de errar contra o Fluminense no passado.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Dirigente diz não ter prazo para regularizar pendências financeiras

Por Rômulo Morse


Após a paralisação desta terça em protesto pelo atraso no salário do elenco, o diretor executivo de futebol, Paulo Angioni, afirmou em coletiva que não há prazo para resolver a situação. Ainda de acordo com ele, o time treinará normalmente nesta quarta.

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“Ainda não temos essa solução e estamos buscando. A ação dos jogadores foi apenas hoje, não quer dizer que não vão treinar mais. Amanhã, estão aqui normalmente. A gente fica triste, mas compreende em função do que temos de pendência com eles. Não fizemos promessa. Se não temos certeza que podemos realizar, não podemos fazer. Eu não fiz, pelo menos.”

Angioni também falou que foi comunicado da decisão e que a mesma foi tomada pelo grupo como um todo. Com a situação, os jogadores realizaram apenas atividades na academia.

“É a posição do grupo. Não é de uma pessoa, uma liderança ou duas. Eles fizeram o que é feito normalmente antes do treinamento. O que não aconteceu foi a ida ao campo. Apenas me comunicaram. Acompanho o dia a dia e sei das pendências. Imagino que o embasamento deles é naquilo que é devido. Eles tentam encontrar uma solução e querem que a direção entenda que precisa solucionar a situação.”

Com folha salarial na casa dos R$ 4 milhões, o clube pagou no último dia 13 de fevereiro o que devia em relação a dezembro de 2018. Porém, ainda há pendências de três fatores: CLT (13º salário e férias referentes a 2018 e janeiro referente a 2019), direitos de imagem (novembro e dezembro de 2018 e janeiro de 2019) e a premiação do Brasileirão do ano passado e da primeira fase da Copa do Brasil.

“Não houve pedido de prazo, foi apenas uma forma de manifestar a insatisfação com o que está acontecendo. Foi muito bem ordenado e educado. Há um mix de situações. Os jogadores que chegaram agora só têm o mês de janeiro. Os que estão desde o ano passado ainda têm 13º e direitos de imagem atrasados. No momento em que você faz um movimento desses, é porque há uma unidade. Se fosse desordenado, um ou outro vazaria. Foi uma decisão que eles tomaram em conjunto.”, completou o dirigente.

Elenco não treina em protesto por atraso de salários

Por Rômulo Morse


O tricolor teve um dia fora dos padrões nesta terça-feira. Por conta do atraso nos salários, os atletas do elenco fizeram uma paralisação e se recusaram a treinar. Com isso, o diretor executivo de futebol, Paulo Angioni, falou sobre o caso em entrevista coletiva e confirmou a situação.

– Tivemos uma situação desagradável e não houve treinamento por insatisfação dos jogadores por algumas situações que não foram cumpridas. A gente compreende, entende, e por isso não houve a realização do treino. O Fluminense tem uma pendência com 13º, salário de janeiro e duas premiações, a mais recente é a Copa do Brasil. Além de algumas imagens – falou o dirigente.

Fonte: Globoesporte.com