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Paulo Angioni vê árbitros “inseguros” com VAR e alerta sobre Dewson Freitas: “Tem hábito de errar contra o Fluminense”

Indignado com os erros do juiz Dewson Fernando Freitas na derrota do Fluminense por 1 a 0 para o Goiás, no Maracanã, Paulo Angioni fugiu do “protocolo” e abriu a entrevista pós-jogo, prevista para ser apenas com Fernando Diniz. Ao contestar o uso do VAR nesse domingo, o dirigente destacou a legitimidade do gol de Everaldo, anulado, e acusou insegurança dos profissionais com a tecnologia.

– Vim aqui para alertar os equívocos do VAR. O aperfeiçoamento disso causou prejuízo ao Fluminense. Erros primários que se cometem. Interferência desmedida, falta de critério. Demora. Não consigo entender ainda. Acaba sendo interpretação em alguns lances. Por mais que seja isso, no lance do gol, a intervenção do jogador do Fluminense não trouxe prejuízo para a trajetória da bola.

– Não participei de conversa nesse sentido (VAR). Presidente do clube é que participa. A CBF deve estar atenta. Dificuldade que mais me impressiona é que, na hora da decisão, são muito inseguros. Não sei se alguém de fora interfere e discute com ele, mas demanda um tempo.

Nos últimos minutos, foi assinalada uma falta inexistente favorável ao Esmeraldino, que marcou o único gol do duelo, com o zagueiro Rafael Vaz. Angioni alfinetou o árbitro, que integra o quadro da FIFA.

– Em dois lances capitais, hoje, o VAR e o árbitro prejudicaram o Fluminense de uma forma feia. No lance do Everaldo, não foi falta, ele conseguiu enxergar onde não houve. Esse árbitro tem hábito de errar contra o Fluminense no passado.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Dirigente diz não ter prazo para regularizar pendências financeiras

Por Rômulo Morse


Após a paralisação desta terça em protesto pelo atraso no salário do elenco, o diretor executivo de futebol, Paulo Angioni, afirmou em coletiva que não há prazo para resolver a situação. Ainda de acordo com ele, o time treinará normalmente nesta quarta.

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“Ainda não temos essa solução e estamos buscando. A ação dos jogadores foi apenas hoje, não quer dizer que não vão treinar mais. Amanhã, estão aqui normalmente. A gente fica triste, mas compreende em função do que temos de pendência com eles. Não fizemos promessa. Se não temos certeza que podemos realizar, não podemos fazer. Eu não fiz, pelo menos.”

Angioni também falou que foi comunicado da decisão e que a mesma foi tomada pelo grupo como um todo. Com a situação, os jogadores realizaram apenas atividades na academia.

“É a posição do grupo. Não é de uma pessoa, uma liderança ou duas. Eles fizeram o que é feito normalmente antes do treinamento. O que não aconteceu foi a ida ao campo. Apenas me comunicaram. Acompanho o dia a dia e sei das pendências. Imagino que o embasamento deles é naquilo que é devido. Eles tentam encontrar uma solução e querem que a direção entenda que precisa solucionar a situação.”

Com folha salarial na casa dos R$ 4 milhões, o clube pagou no último dia 13 de fevereiro o que devia em relação a dezembro de 2018. Porém, ainda há pendências de três fatores: CLT (13º salário e férias referentes a 2018 e janeiro referente a 2019), direitos de imagem (novembro e dezembro de 2018 e janeiro de 2019) e a premiação do Brasileirão do ano passado e da primeira fase da Copa do Brasil.

“Não houve pedido de prazo, foi apenas uma forma de manifestar a insatisfação com o que está acontecendo. Foi muito bem ordenado e educado. Há um mix de situações. Os jogadores que chegaram agora só têm o mês de janeiro. Os que estão desde o ano passado ainda têm 13º e direitos de imagem atrasados. No momento em que você faz um movimento desses, é porque há uma unidade. Se fosse desordenado, um ou outro vazaria. Foi uma decisão que eles tomaram em conjunto.”, completou o dirigente.

Elenco não treina em protesto por atraso de salários

Por Rômulo Morse


O tricolor teve um dia fora dos padrões nesta terça-feira. Por conta do atraso nos salários, os atletas do elenco fizeram uma paralisação e se recusaram a treinar. Com isso, o diretor executivo de futebol, Paulo Angioni, falou sobre o caso em entrevista coletiva e confirmou a situação.

– Tivemos uma situação desagradável e não houve treinamento por insatisfação dos jogadores por algumas situações que não foram cumpridas. A gente compreende, entende, e por isso não houve a realização do treino. O Fluminense tem uma pendência com 13º, salário de janeiro e duas premiações, a mais recente é a Copa do Brasil. Além de algumas imagens – falou o dirigente.

Fonte: Globoesporte.com

Paulo Angioni, sobre negociação com Ganso e Nenê: “Não foi procura nossa. Foi desejo deles”

Paulo Angioni, em entrevista à Rádio Globo, neste domingo, discursou com um tom otimista quanto às negociações com Paulo Henrique Ganso e Nenê. Embora, agora, sejam pretendidos pelo Fluminense, ambos é que demonstraram interesse em defender as cores verde, branca e grená em 2019.

Tanto um, como outro, não foi procura nossa. Foi desejo deles. Foram eles que nos procuraram com o desejo de jogar no Fluminense. Às vezes, alardeia-se que o jogador não quer vir. Deixar de jogar em um clube como o Fluminense, com história e grandeza, não existe.

Após empréstimo ao Amiens, da França, Ganso foi liberado pelo Sevilla, da Espanha, ao qual pertence, a conversar com algum clube brasileiro. Os espanhóis, porém, desejam uma compensação financeira.

Nenê, por sua vez, está vinculado ao São Paulo e, mesmo que deva perder espaço para os reforços no Morumbi, ainda está nos planos do técnico André Jardine.

No entanto, as contratações são consideradas possibilidades reais nas Laranjeiras. Aliás, no mesmo bate-papo com os radialistas, Angioni revelou que não descarta acerto com a dupla.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Ganso ou Nenê? Angioni diz que sonha com ambos no Fluminense: “Gosto de ousar”

Assim que as negociações por Paulo Henrique Ganso e Nenê vieram à tona, tornou-se comum acompanhar, nas redes sociais, pedidos de torcedores que desejam, pelo menos, um deles para assumir a 10, sem dono desde a venda de Sornoza para o Corinthians.

Mas a esperança nas Laranjeiras, segundo Paulo Angioni, é por possibilidades maiores. Numa entrevista à Rádio Globo, o dirigente não descartou a vinda da dupla para encorpar o elenco nesta temporada.

– Apesar de ser discreto, gosto de ousar. Vamos torcer para que seja os dois, quem sabe. Estou trabalhando. Fernando (Diniz) tem modelo para colocar os dois para correrem bastante – disse.

Ganso e Nenê são alvos do Fluminense para 2019. (Foto: Reprodução)

Ainda que os salários de ambos fujam ao teto de R$ 150 mil estabelecido pelo clube, as contratações, se confirmadas, não vão prejudicar a já complicada condição financeira. Angioni relembra que o Corinthians, que não envolveu jogadores na compra de Sornoza, está em dívida com os tricolores.


– Não temos como competir com o que ele ganha no Sevilla ou no Amiens, mas buscamos entendimento que não encareça o orçamento mensal e anual no futebol. O interesse da presidência é cumprir o compromisso assumido. É óbvio que o Ganso é caro, mas o Fluminense está trabalhando em cima do seu limite – afirmou, explicando:

– É muito fácil fazer o óbvio. É difícil reinventar situações. Ganso é uma situação tranquila para nós. Como não podemos competir financeiramente com o mercado, nos reinventamos. Ganso vem para o Fluminense, se vier, em uma situação bem confortável. A situação do Nenê está no mesmo pacote. O Fluminense não vai sair um milímetro (do controle financeiro) se vier a acontecer. 

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Diniz encaminha acordo em encontro com Angioni, mas cenário político no Flu ameaça acerto

Fernando Diniz, que faz o curso da CBF para tirar licença obrigatória para trabalhar como técnico em 2019, conversou com Paulo Angioni, que ministrou aula aos treinadores, na última quinta-feira, em Teresópolis. Nesse encontro, o acordo com o Fluminense foi, enfim, encaminhado.

Pessoas ligadas ao ex-Atlético-PR disseram que a negociação está quase finalizada, embora ainda exista uma preocupação quanto ao cenário político nas Laranjeiras. A permanência de Pedro Abad na presidência está em risco, uma vez que, na próxima quinta-feira, o Conselho Deliberativo votará o processo de impeachment. Também surgiu, agora, a chance de renúncia.

Aos 44 anos, Fernando Diniz se enquadrou no nível salarial esperado pela diretoria e virou prioridade no clube. Foi escolhido entre Roger Machado, Jair Ventura e Léo Percovich, que comanda a base em Xerém. Ele, que treinou, com sucesso, Audax e Oeste, além do Furacão, onde não se saiu bem, jogou como meia no Fluminense entre 2000 e 2003. Foram 60 jogos e sete gols.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Fluminense inclui Caique, ex-Guarani, em projeto de aspirantes

No ano que vem, o Fluminense deve inaugurar um projeto para maturação de jogadores, encabeçado por Paulo Angioni. Trata-se de um time de aspirantes, onde jogariam aqueles que deixaram o juniores e ainda brigam por espaço no profissional. Aliás, é pensando nessa ideia que o clube assinou, em novembro, um pré-contrato com o centroavante Caique, ex-Guarani. Sua vinda, porém, é incerta, principalmente por conta da condição física – ele sofria de pubalgia.

– A questão do Caique sempre foi pensando no time de aspirantes. Nunca para o profissional. Caique entraria nesse processo. Mas, lamentavelmente, as coisas vazam e prejudicam tudo porque não foi esclarecido antes. Aí está o erro. Haveria uma outra compreensão do caso e as críticas seriam menores, diferente de ”ele não joga nada” e ”era reserva do Guarani” – disse Angioni.

Aos 25 anos, Caique não deslanchou na carreira e, na temporada passada, foi reserva. Mesmo assim, agradou ao departamento de scout do clube. Ricardo Corrêa, chefe do setor, foi quem o indicou.

– Às vezes, tem um jogador assim, que o monitoramento acredita demais. Aí trazemos para essa equipe de transição, não para o profissional, porque precisa ser visto maturando mais um pouco, apesar da idade. O nosso scout acredita muito no Caique, um jogador de uma posição (camisa 9) carente no mercado.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

 

Fluminense programa lançamento de time de aspirantes para 2019

Paulo Angioni comanda um projeto que se preocupa com a transição da base para o profissional e com a maturação tardia. A ideia é que o Fluminense tenha, a partir de 2019, um time de aspirantes, que serviria para jogadores que passaram da idade dos juniores e, mesmo assim, acabam sem espaço na equipe principal. Ou, ainda, apostas indicadas pelo scout que são inexperientes.

Semelhante ao realizado na Eslováquia, com o Flu-Samorin, o programa será posto em prática assim que o clube completar o calendário durante o ano, que, por ora, tem apenas o Campeonato Brasileiro de Aspirantes, organizado pela CBF.

– Teríamos o Brasileirão de Aspirantes da CBF e falta mais um detalhe para preencher o restante do ano. Outra competição ou o conceito de disputar um torneio de forma intercalada, como alguns clube já fazem (o Atlético-PR joga o estadual com seu time sub-23) – lembrou Angioni.

Também visando a novidade, o Fluminense planeja a construção de um terceiro campo no Centro de Treinamento, na Barra, ainda em dezembro.

– A falta de mais um campo no CT dificultava essa ideia. Mas vamos começar a construí-lo ainda em dezembro, já temos a verba. A transição é, na minha opinião, o grande problema do futebol brasileiro. Muitos acham que a maturação do jogador vai só até os 18 anos. E isso traz um prejuízo enorme para o futebol brasileiro. Hoje não encontramos mais jogadores no mercado. Porque uns maturam com 18, mas outros só com 24 anos – explicou o diretor de futebol.

Afundado em uma complicada crise financeira, o Fluminense, segundo Paulo Angioni, não sofrerá com mais gastos com o lançamento do time de aspirantes. A diretoria quer compor a comissão técnica só com profissionais que já são contratados do clube.

– Não podemos criar algo e trazer mais custos nessa bagagem. Vamos aproveitar quem já está na casa, trabalhando diariamente no CT. Seriam jogadores que atuam pelo time de aspirantes, mas que estão sempre à disposição do profissional.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Fluminense avança por Marquinhos Gabriel, do Corinthians: “Quer vir”

A negociação para a venda de Sornoza depende de detalhes para ser finalizada. Foi combinado que o Corinthians pagará um valor em dinheiro e cederá Marquinhos Gabriel e Moisés, por empréstimo de um ano, ao Fluminense. Há um consenso com o Alvinegro e o momento é de conversar com os empresários dos jogadores envolvidos na troca. Ao que parece, não vão se opôr.

– Surgiram vários nomes na operação. Um deles era o Marquinhos Gabriel. Mas existia a dúvida se ele tinha o interesse de voltar ao Brasil e jogar no Rio. Tinha um papo de que outros clubes o tinham procurado e ele não quis sair. Me dispus a ligar – contou Paulo Angioni.

Paulo Angioni e Marquinhos Gabriel dividiram o ambiente no Bahia em 2013. Nos últimos dias, ambos se falaram por telefone e, segundo o diretor de futebol, o meia, emprestado ao Al-Nasr, dos Emirados Árabes, se mostrou empolgado com a chance de defender as cores verde, branco e grená em 2019.

– Ele me disse que quer vir. Marquinhos me disse que o Fluminense é grande demais e que não poderia negar um pedido meu. Falou que eu o ajudei no pior momento de sua vida – revelou Angioni.

Como está vinculado ao clube árabe até julho do ano que vem, Marquinhos Gabriel precisa de uma liberação para oficializar a ida para Laranjeiras. Ele quer voltar ao Brasil, principalmente, por conta da família. Caso o acordo seja concretizado, o Corinthians se encarregará da burocracia com o Al-Nasr.

– Está bem avançado. Se a operação for concluída, o Corinthians vai buscar essa liberação. Pelo que ouvi ontem, não será difícil. Por mais que o Marquinhos esteja muito bem lá e Dubai seja uma ótima cidade para viver. É aquele negócio, está acostumado com pressão, com torcida no estádio.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Preferido de Angioni, nome de Gilson Kleina ganha força no Flu

Nome do treinador no entanto não é o preferido do presidente Pedro Abad.

Ainda sem um nome para o cargo de treinador da equipe em 2019, o Fluminense pode ter como novo comandante, Gilson Kleina, nome preferido do diretor de futebol do tricolor, Paulo Angioni.

De acordo com informações do jornal Extra, o nome do treinador no entanto não é o preferido do presidente do clube, Pedro Abad, que tinha como favorito o técnico do Sub-20, Léo Percovich, nome esse vetado por Angioni.

Além de Kleina, o diretor teria indicado ainda os nomes de Jair Ventura e Fernando Diniz. Outro nome que seria o da orefeprefer de Abad, Roger Machado, está praticamente descartado devido ao alto valor salarial.

Kleina por sua vez viveu altos e baixos na temporada de 2018. Após ser demitido do Chapecoense devido à má campanha da equipe no Brasileirão, o treinador assumiu a Ponte Preta conseguindo o acesso da equipe de Campinas a elite do futebol brasileiro em 2019. Recentemente o treinador foi procurado pelo Vitória mas as partes não se acertaram em relação aos valores.

 

foto: Sirli Freitas 

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