Fluminense inclui Caique, ex-Guarani, em projeto de aspirantes

No ano que vem, o Fluminense deve inaugurar um projeto para maturação de jogadores, encabeçado por Paulo Angioni. Trata-se de um time de aspirantes, onde jogariam aqueles que deixaram o juniores e ainda brigam por espaço no profissional. Aliás, é pensando nessa ideia que o clube assinou, em novembro, um pré-contrato com o centroavante Caique, ex-Guarani. Sua vinda, porém, é incerta, principalmente por conta da condição física – ele sofria de pubalgia.

– A questão do Caique sempre foi pensando no time de aspirantes. Nunca para o profissional. Caique entraria nesse processo. Mas, lamentavelmente, as coisas vazam e prejudicam tudo porque não foi esclarecido antes. Aí está o erro. Haveria uma outra compreensão do caso e as críticas seriam menores, diferente de ”ele não joga nada” e ”era reserva do Guarani” – disse Angioni.

Aos 25 anos, Caique não deslanchou na carreira e, na temporada passada, foi reserva. Mesmo assim, agradou ao departamento de scout do clube. Ricardo Corrêa, chefe do setor, foi quem o indicou.

– Às vezes, tem um jogador assim, que o monitoramento acredita demais. Aí trazemos para essa equipe de transição, não para o profissional, porque precisa ser visto maturando mais um pouco, apesar da idade. O nosso scout acredita muito no Caique, um jogador de uma posição (camisa 9) carente no mercado.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

 

Fluminense programa lançamento de time de aspirantes para 2019

Paulo Angioni comanda um projeto que se preocupa com a transição da base para o profissional e com a maturação tardia. A ideia é que o Fluminense tenha, a partir de 2019, um time de aspirantes, que serviria para jogadores que passaram da idade dos juniores e, mesmo assim, acabam sem espaço na equipe principal. Ou, ainda, apostas indicadas pelo scout que são inexperientes.

Semelhante ao realizado na Eslováquia, com o Flu-Samorin, o programa será posto em prática assim que o clube completar o calendário durante o ano, que, por ora, tem apenas o Campeonato Brasileiro de Aspirantes, organizado pela CBF.

– Teríamos o Brasileirão de Aspirantes da CBF e falta mais um detalhe para preencher o restante do ano. Outra competição ou o conceito de disputar um torneio de forma intercalada, como alguns clube já fazem (o Atlético-PR joga o estadual com seu time sub-23) – lembrou Angioni.

Também visando a novidade, o Fluminense planeja a construção de um terceiro campo no Centro de Treinamento, na Barra, ainda em dezembro.

– A falta de mais um campo no CT dificultava essa ideia. Mas vamos começar a construí-lo ainda em dezembro, já temos a verba. A transição é, na minha opinião, o grande problema do futebol brasileiro. Muitos acham que a maturação do jogador vai só até os 18 anos. E isso traz um prejuízo enorme para o futebol brasileiro. Hoje não encontramos mais jogadores no mercado. Porque uns maturam com 18, mas outros só com 24 anos – explicou o diretor de futebol.

Afundado em uma complicada crise financeira, o Fluminense, segundo Paulo Angioni, não sofrerá com mais gastos com o lançamento do time de aspirantes. A diretoria quer compor a comissão técnica só com profissionais que já são contratados do clube.

– Não podemos criar algo e trazer mais custos nessa bagagem. Vamos aproveitar quem já está na casa, trabalhando diariamente no CT. Seriam jogadores que atuam pelo time de aspirantes, mas que estão sempre à disposição do profissional.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Fluminense avança por Marquinhos Gabriel, do Corinthians: “Quer vir”

A negociação para a venda de Sornoza depende de detalhes para ser finalizada. Foi combinado que o Corinthians pagará um valor em dinheiro e cederá Marquinhos Gabriel e Moisés, por empréstimo de um ano, ao Fluminense. Há um consenso com o Alvinegro e o momento é de conversar com os empresários dos jogadores envolvidos na troca. Ao que parece, não vão se opôr.

– Surgiram vários nomes na operação. Um deles era o Marquinhos Gabriel. Mas existia a dúvida se ele tinha o interesse de voltar ao Brasil e jogar no Rio. Tinha um papo de que outros clubes o tinham procurado e ele não quis sair. Me dispus a ligar – contou Paulo Angioni.

Paulo Angioni e Marquinhos Gabriel dividiram o ambiente no Bahia em 2013. Nos últimos dias, ambos se falaram por telefone e, segundo o diretor de futebol, o meia, emprestado ao Al-Nasr, dos Emirados Árabes, se mostrou empolgado com a chance de defender as cores verde, branco e grená em 2019.

– Ele me disse que quer vir. Marquinhos me disse que o Fluminense é grande demais e que não poderia negar um pedido meu. Falou que eu o ajudei no pior momento de sua vida – revelou Angioni.

Como está vinculado ao clube árabe até julho do ano que vem, Marquinhos Gabriel precisa de uma liberação para oficializar a ida para Laranjeiras. Ele quer voltar ao Brasil, principalmente, por conta da família. Caso o acordo seja concretizado, o Corinthians se encarregará da burocracia com o Al-Nasr.

– Está bem avançado. Se a operação for concluída, o Corinthians vai buscar essa liberação. Pelo que ouvi ontem, não será difícil. Por mais que o Marquinhos esteja muito bem lá e Dubai seja uma ótima cidade para viver. É aquele negócio, está acostumado com pressão, com torcida no estádio.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Preferido de Angioni, nome de Gilson Kleina ganha força no Flu

Nome do treinador no entanto não é o preferido do presidente Pedro Abad.

Ainda sem um nome para o cargo de treinador da equipe em 2019, o Fluminense pode ter como novo comandante, Gilson Kleina, nome preferido do diretor de futebol do tricolor, Paulo Angioni.

De acordo com informações do jornal Extra, o nome do treinador no entanto não é o preferido do presidente do clube, Pedro Abad, que tinha como favorito o técnico do Sub-20, Léo Percovich, nome esse vetado por Angioni.

Além de Kleina, o diretor teria indicado ainda os nomes de Jair Ventura e Fernando Diniz. Outro nome que seria o da orefeprefer de Abad, Roger Machado, está praticamente descartado devido ao alto valor salarial.

Kleina por sua vez viveu altos e baixos na temporada de 2018. Após ser demitido do Chapecoense devido à má campanha da equipe no Brasileirão, o treinador assumiu a Ponte Preta conseguindo o acesso da equipe de Campinas a elite do futebol brasileiro em 2019. Recentemente o treinador foi procurado pelo Vitória mas as partes não se acertaram em relação aos valores.

 

foto: Sirli Freitas 

Angioni define como “confortável” a situação do Flu no Brasileirão

Embora admita um certo temor, dirigente não acredita em riscos maiores ao Flu.

O diretor de futebol do Fluminense, Paulo Angioni concedeu uma coletiva nesta sexta-feira (16), onde abordou diversos assuntos. Dentre eles, o dirigente falou da péssima fase do tricolor no Brasileirão, que fez com que a equipe tivesse um desempenho de Z-4 nas últimas seis rodadas. 

Apesar de admitir um certo temor com a proximidade da degola, Angioni definiu a situação do Flu como “confortável”:

– Diante das afirmações dos matemáticos após a rodada, estamos em situação mais confortável. Com 44 pontos está fora do rebaixamento. Temos 12 pontos em disputa ainda. O retrospecto ruim traz temor. Mas acreditamos que podemos resolver isso antes das rodadas finais. O Fluminense teve bons resultados há pouco tempo, há chance de reverter esse quadro e vamos atrás disso. A rodada nos deu um pouco mais de certeza de que isso não vai nos preocupar tanto. Uma vitória simples sobre o Ceará nos livra dessa sombra – comentou o dirigente.

Vale ressaltar que a expectativa dentro do clube é de resolver a permanência na série A antes da partida de volta da Copa Sul-Americana, dia 28 contra o Atlético Paranaense.

 

foto: Lucas Merçon

Cobrança por dívida esquenta o clima no vestiário do Flu

Marcos Júnior teria tido uma leve discussão com Angioni.

O clima no vestiário do Fluminense esquentou e muito depois da derrota de 3 a 0 para o Palmeiras. De acordo com Léo Burlá, do portal UOL Sports, Marcos Júnior representou o grupo e, cobrou pessoalmente o diretor de futebol do clube, Paulo Angioni, a dívida com o elenco, que já chega a dois meses de carteira e quatro de direitos de imagem.

A revolta se deu pelo fato da direção do clube ter prometido quitar parte do débito antes da partida contra o alviverde, o que não aconteceu.

De acordo com o portal Globoesporte.com Angioni foi quem tentou acalmar os ânimos dos atletas e teria iniciado uma leve discussão com Marcos Júnior, que teria dito a seguinte frase ao diretor: ” Apesar de eu ser teu amigo, eu vou cobrar (…) A gente está cansado de ter promessas”. Teria dito Marcos Júnior.

Ainda de acordo com o portal Globoesporte, a dívida da direção com o elenco Tricolor já chegou aos R$9 milhões, podendo chegar aos R$11 milhões de acrescido os impostos.

Há portanto a expectativa no clube que seja quitada parte dessa dívida até a próxima segunda-feira (19)

 

foto: Mailson Santana

Diretor do Flu rasga elogios a Gum

Zagueiro atuou no sacrifício no jogo de volta contra o Nacional-URU.

Um dos destaques da classificação do Fluminense nas quartas de final da Copa Sul-Americana, o zagueiro Gum foi muito festejado pela torcida tricolor, principalmente pelas redes sociais, onde os torcedores exaltaram o lado guerreiro do zagueiro, que atuou no sacrifício no jogo de volta contra o Nacional-URU, tendo inlinclusque jogar sob o efeito de uma injeção para aliviar as dores causadas por uma entorse no joelho direito.

Os elogios ao zagueiro não se deu somente por parte da torcida do Fluminense, o diretor executivo de futebol, Paulo Angione, também comentou sobre a postura do zagueiro:

– A impressão que tenho é que o Gum dorme com a camisa do Fluminense. A pele dele é tricolor. O amor dele pelo clube contagia a todos – afirmou Angioni.

Foto – Divulgação FFC

Fluminense define alvos no mercado, e Paulo Angioni enfatiza: ‘Dentro do orçamento’

Ao se apresentar à imprensa, Marcelo Oliveira concordou com a necessidade de contratações e disse que impôs, em conversas com o presidente, essa condição para embarcar no desafio. O elenco enxuto foi, inclusive, alertado por Abel Braga, ex-técnico, depois da derrota para o Santos, por 1 a 0, antes da parada para a Copa do Mundo.

Ainda há três semanas até o reinício do Campeonato Brasileiro, contra o Vasco, dia 19 de julho. O período servirá para Oliveira expor suas ideias e enquadrar os jogadores em seu estilo de jogo. Mas, também, para a diretoria analisar o mercado. Meio-caminho da missão foi percorrido: os principais focos foram estabelecidos. A busca é por dois atacantes e um meia.

Quem está à frente do processo é Paulo Angioni. A ideia é trazer um centroavante para reserva de Pedro (o atual é João Carlos) e um atacante veloz para disputar vaga com Marcos Júnior, Matheus Alessandro, Pablo Dyego, Robinho e, quando estiver recuperado, Marquinhos Calazans. Por fim, um armador, afinal, o grupo dispõe só de Sornoza e Luquinhas.

– Quando conversávamos, ele (Marcelo Oliveira) perguntou se havia possibilidade de uma ou outra contratação, e ele estipulou três. Eu disse que sim. Até pela relação que temos, conseguiríamos viabilizar alguns nomes dentro da realidade. Esse é o compromisso. A operação tem de ser dentro dos limites e do orçamento do Fluminense – ressaltou, em entrevista, o diretor-executivo de futebol.

– Precisamos de três jogadores. Me apresentaram alguns nomes, eu tinha outros na cabeça que estavam nessa lista. Por questão interna, vamos aguardar e ver se fechamos essa negociação – despistou o treinador.

Se recorrer a jogadores do exterior, o clube terá de esperar a abertura da janela, em 16 de julho, para registrá-lo. Para inscrever os reforços no Campeonato Brasileiro e Sul-Americana, únicas competições que o Fluminense ainda disputa, as datas para inscrições valem até 4 de setembro e 72 horas antes do primeiro jogo da segunda fase, respectivamente.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com

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Angioni discorda de rótulo de ‘ultrapassado’ e vê chance de inovar no Fluminense

Na terça-feira, a imprensa e os torcedores, enfim, conheceram quem ocupará as vagas de Paulo Autuori e Abel Braga, que entregaram o cargo em maio e junho, respectivamente. Enquanto Marcelo Oliveira é a grande novidade do Fluminense, onde trabalhará pela primeira vez, Paulo Angioni, apresentado no mesmo dia, é personagem conhecido nas Laranjeiras, por onde acumula outras três passagens.

Experiente, Angioni se disse capaz de implantar uma nova forma de se fazer futebol. É, inclusive, seu principal objetivo e o motivo pelo qual concordou em retornar ao clube. Ao expor como pode contribuir, destaca que o esporte é um meio extremamente capitalista e que, se alcançar o plano traçado, pode mudar este quadro.

– Não vim aqui por desafio. Vim por duas razões. Primeiro, nasci Fluminense e não é clichê. Segundo, o Fluminense tem uma das coisas mais lindas do futebol: o futuro em curso. Se forem analisar a complexidade que é disputar um Brasileiro, que é literalmente capitalista, com a disparidade na distribuição de receita, tem 10 ou 12 equipes que entram para sofrer. Tive três temporadas no Bahia. Cheguei lá na Série B, subi para a Série A e sei a dificuldade de se manter. E onde está a beleza do que o Fluminense pensa? Naquilo que o futebol brasileiro esqueceu: a formação do jogador. O futebol brasileiro erra quando encerra a maturação aos 19 ou 20 anos. Se o Fluminense conseguir êxito no Brasileiro, vai patentear uma nova forma no futebol, na qual o grande capital não vai influir tanto no andamento de uma competição. Se isso vier a se consolidar, teremos um futebol menos sofrido e mais eficaz. Por isso, entendi que o Fluminense era um projeto interessante para mim – explica.

Embora se julgue instruído para inovar, o diretor-executivo relembra episódio de 2014, última vez em que esteve à frente do futebol do Tricolor, quando ganhou o rótulo de ‘ultrapassado’. As críticas partiram de grupos políticos. O profissional, entretanto, discorda.

– Não vou entrar no mérito de quem me chamou de ultrapassado. Costumo respeitar a opinião dos outros. Agora, o que significa isso? A palavra “ultrapassado”, para mim, é um pouco pejorativa. Ultrapassada é aquela pessoa que para de pensar, que deixa de evoluir, que vira velho. Não me enquadro nisso. Eu sou uma pessoa que gosta de exercitar o diálogo, criei seminário durante três anos e conversava sobre futebol com jovens. Eu me incluo no “novo” porque eu exercito isso. Eu sou estudioso. Criei um dos maiores fóruns de debate sobre futebol no país. Respeito a opinião de cada um, mas, com certeza, não sou ultrapassado – garante.

Quanto à ‘inter-temporada’ do Fluminense, iniciada em 26 de junho, Paulo Angioni avisa que a ideia de jogos-treinos foi colocada em pauta. O time retoma sua campanha no Campeonato Brasileiro enfrentando o Vasco, em São Januário, dia 19 de julho.

– Primeira conversa que tive com ele (Marcelo Oliveira), estavam esboçando programação e me parece que tem dois jogos-treino, em princípio, podendo ser três, neste período.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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Paulo Angioni despista sobre busca por treinador: ‘Qualquer nome seria precipitação’

Comandadas por Pedro Abad, Fabiano Camargo e, desde domingo, Paulo Angioni, as buscas pelo substituto de Abel Braga estão aceleradas. Afinal, a ideia da diretoria é contratar um profissional para treinar o elenco a partir da reapresentação, em 26 de junho, pós-folga da Copa do Mundo. 

Novo diretor-executivo de futebol e sucessor de Autuori, Angioni resolveu ir a rede social informar quais têm sido seus primeiros passos em sua quarta passagem pelo Fluminense e, principalmente, negar as especulações da imprensa. 

– Tenho lido muitos nomes na imprensa, todos excelentes profissionais, mas esclareço que qualquer nome ou justificativa seria precipitação. Assim que fecharmos com o treinador, o clube informará pelos seus canais oficiais – afirma, em comunicado.

Abelão pediu demissão no sábado, dias depois da derrota para o Santos, o último jogo antes do recesso para o Mundial, justamente para dar tempo ao clube para procurar um novo técnico. Desde domingo, quando o Fluminense começou a avaliar as opções do mercado, foram seis nomes cogitados. Abaixo, veja o desenrolar do caso de cada um:

Zé Ricardo: Era o plano A do Fluminense, mas recusou a proposta por estar a caminho da Arábia. Ex-Vasco, também tem passagem pelo Flamengo.

Dorival Júnior: Logo depois da negativa de Zé, Dorival foi procurado pela diretoria e, especialmente por agradar Abad, era dado como favorito ao cargo. No entanto, problemas pessoais o impediram de retornar ao clube onde esteve, por pouco tempo, em 2013. Seu trabalho mais recente foi no São Paulo, ainda este ano.

Guto Ferreira: O ex-Bahia, também chamado de ‘Gordiola’, foi oferecido. Mas o Fluminense engavetou a ideia. O treinador, inclusive, rechaçou qualquer contato com o clube do Rio.  

Cuca: Compromissado a comentar a Copa 2018 pela Globo, Cuca entrou no radar e até foi sondado. Contudo, internamente, o negócio, no momento, é encarado como improvável. O comandante trabalhou no Palmeiras antes de dar uma ‘escapada’ da beira do campo.

Oswaldo de Oliveira: Demitido do Atlético-MG em fevereiro, Oswaldo, agora no Urawa Red, do Japão, é visto com bons olhos nas Laranjeiras. Porém, a negociação é considerada complicada.

Argel Fucks: Desempregado desde que deixou o Criciúma, há um mês, Argel Fucks é o mais novo técnico a aparecer no noticiário do Flu. Foi indicado a Angioni, que apresentou a possibilidade à cúpula tricolor.


Confira, agora, na íntegra, o post de Paulo Angioni:

“Aos amigos que por aqui me acompanham, gostaria de me dirigir e explicitar toda minha satisfação de estar de volta ao Fluminense Football Club, clube do meu coração e um lugar onde sempre fui bem tratado. Acho que vocês merecem uma atualização sobre o meu trabalho, intenso desde o último domingo, ao lado do vice-presidente de Futebol, Fabiano Camargo e do Presidente Pedro Abad, em busca de um novo treinador para o Fluminense. Tenho lido muitos nomes na imprensa, todos excelentes profissionais, mas esclareço que qualquer nome ou justificativa seria precipitação. Assim que fecharmos com o treinador, o clube informará pelos seus canais oficiais. Saudações tricolores.”


Saudações Tricolores,

Nicholas Rodrigues.

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