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Após goleada no Maracanã, Paulo Autuori deixa o Atlético Nacinonal

Foto: Carl de Souza/AFP

A goleada de 4 a 1 sofrida pelo Fluminense na noite desta última quinta-feira (23), no Maracanã, culminou com a saída de Paulo Autuori do comando técnico do clube Colombiano.

O clima que já não era muito bom entre o treinador e os jogadores, se tornou insustentável após a goleada. Vale destacar que o treinador já havia pedido o boné no último domingo (19), quando o Atlético foi derrotado em casa, de virada, para o Deportivo Cali, por 3 a 1, mas foi convencido pela diretoria a seguir a frente do cargo.

Contudo, após a contundente derrota para o Flu, Autuori voltou a pedir demissão e, dessa vez foi atendido. Em nota, a direção do Atlético Nacional confirmou a saída do treinador:

“O Atlético Nacional informa que o professor Paulo Autuori renunciou ao cargo como treinador do time principal” – Disse a nota.

O clube inclusive já confirmou que Alejandro Restrepo, e seu auxiliar, Nicolás Herazo, comandarão o time já no domingo, contra o Deportivo Cali, pelo Colombiano. E deverão estar à frente também na próxima quarta-feira, quando o Fluminense visitar o estádio Atanasio Girardot podendo perder por até dois gols de diferença para avançar na Sul-Americana.

À frente do Atlético Nacional, Paulo Autuori explica saída da diretoria e vê mudanças no Fluminense em 2019

Faz um ano da saída de Paulo Autuori do Fluminense, ocasionada, principalmente, pelos constantes atrasos salariais. Logo mais, ele volta ao ambiente do clube, mas como técnico do Atlético Nacional, adversário na segunda fase da Sul-Americana. O duelo acontece no Maracanã e, de acordo com a última parcial, tem 19 mil ingressos vendidos.

– Sempre critiquei essa dificuldade de cumprir os compromissos. E, naquela função, eu tinha um acordo com o presidente de que, se continuasse isso, não seria possível. Porque eu não iria, a cada mês, contar história para os jogadores. Não faço como treinador, não faria como diretor de, a cada dia, arrumar uma justificativa. Isso que nos fez não dar continuidade. Mas gosto muito de muitas pessoas. Há excelentes profissionais na comissão técnica, de altíssimo nível. O ambiente no clube é muito bom. Uma torcida fantástica, acostumada a grandes momentos e a títulos. Desejo o melhor – disse.

Ao passo que afirmou desconhecer uma melhora na crise financeira que presenciou em cinco meses no ano passado, Autuori reconheceu as mudanças dentro das quatro linhas com a chegada de seu velho conhecido Fernando Diniz. Porém, destacou que o modelo do futebol brasileiro pode ser um entrave ao estilo de jogo do treinador.

– Tem ideias muito interessantes. A grande dificuldade para as pessoas que pensam dessa maneira é o contexto do futebol brasileiro. Para implantar isso, precisa trabalho. E nenhum treinador brasileiro costuma ter condições de trabalhar por mais tempo. Então sofre por vezes. Precisa também de um plantel muito equilibrado, porque a exigência do jogo é grande. Enquanto treinadores e corpo técnico não tiverem o tempo minimamente necessário para recuperar os jogadores de um jogo para outro e para treinar, não é possível.

– Desportivamente, houve mudanças, ideias. Está sendo construído, mesmo com toda dificuldade financeira, um grupo de qualidade – admitiu.

Campeão da Libertadores e finalista da Sul-Americana em 2016 e campeão da Recopa em 2017, o Atlético Nacional vem cedendo ao delicado momento financeiro. Precisou estancar gastos e, no começo da temporada, chegou a ficar proibido de realizar contratações. Ainda assim, ao menos dois nomes requerem atenção da zaga do Tricolor.

– Barcos está nos ajudando fazendo gols e ajuda também nesse trabalho fora do campo. Está sendo muito bom trabalhar com ele. E com o Hernández também. A experiência que ele teve aqui no Brasil… Está em um momento bom, fazendo gols. Tem um 1 para 1 forte. São dois jogadores interessantes, que nos ajudam – avisou Paulo Autuori.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Apesar de crise, Paulo Autuori segue no comando do Atlético Nacional

Foto: Divulgação

Depois da derrota de 3 a 1 para o Deportivo Cáli, dentro de casa, em jogo válido pelo Campeonato Colombiano, o técnico Paulo Autuori teria colocado o cargo a disposição da diretoria.

Com tudo, a direção do clube colombiano tratou de encerrar qualquer tipo de especulação a cerca da saída do treinador, emitindo uma nota confirmando Autuori no cargo.

Leia a nota:

“O Atlético Nacional informa que Paulo Autuori continua à frente da equipe profissional. O diretor técnico brasileiro viajará amanhã com a equipe para disputar a primeira partida da segunda fase da Copa Sul-Americana contra o Fluminense. Após um dia de várias reuniões, entre o professor Autuori e as diretrizes de Verdolagas, foi acordado dar continuidade ao projeto que começou em novembro de 2018, quando Autuori chegou à direção técnica do Atlético Nacional.”

Apesar do comunicado não deixar claro, fica implícito que como informado pela imprensa local, o treinador chegou a renunciar ao cargo, mas foi convencido a dar continuidade no projeto.

Adversário do Tricolor, Atlético Nacional vem ao Rio em meio à crise

Foto: Divulgação

Após o revés em casa neste domingo (19) diante do Deportivo Cali por 3 a 1, o Atlético Nacional deve vir ao Rio de Janeiro para o duelo contra o Fluminense, na próxima quinta-feira (23), sem treinador.

Isso por que, de acordo com informações de alguns portais colombianos, o técnico brasileiro teria entregado o cargo ainda no vestiário.

O Área Deportiva, por exemplo, cravou que Autuori não comandará a equipe no jogo contra o Fluzão.

Ainda de acordo com os portais colombianos, a direção do Atlético ainda tenta fazer com que o treinador mude de ideia e siga no comando da equipe.

Desgastado, Abelão aponta saída de Paulo Autuori como estopim para demissão

Querido pela maioria da torcida, Abel Braga deixou o Fluminense, onde estava desde o fim de 2016, em meados de junho. Ele mesmo confessou que a saída de Paulo Autuori, no mês anterior à sua demissão, foi o estopim para sua decisão. Sem o elo entre diretoria e elenco, o técnico perderia a ‘blindagem’ que ganhou em janeiro, quando da chegada do ex-diretor de futebol, e reviveria o filme de 2017.

– Fiquei um ano e meio no Fluminense, foram muitos problemas. A saída do Paulo me quebrou, não dava para viver aquilo de novo. Ia chegar o momento do desgaste, não tinha o que fazer. Iam me tirar, a situação poderia estar complicada. Mas volto a frisar: entrei sabendo de tudo desde o primeiro dia – afirmou, antes de complementar:

– Ele (Paulo Autuori) saiu antes da Copa e fiquei acho que mais duas semanas. Sem o Paulo, o jogador não tinha a quem recorrer. Eu tinha que resolver, dar explicação. Isso já tinha me desgastado muito no ano passado.

Também em razão do grupo enxuto, Abelão viu o time despencar, emendando quatro derrotas consecutivas. Ele, que sempre alertava sobre a necessidade de reforços, lamentou a dificuldade da diretoria em negociar contratações, meses atrás. Novidade do segundo semestre, Júnior Dutra, por exemplo, era um dos pedidos do treinador.

– Achava que esse ano o negócio ia melhorar. Se já tivesse desde o início esses reforços que chegaram agora… Mas é isso, o presidente trouxe no momento que deu. Por isso só levo alegrias, fui feliz lá mais uma vez – garantiu.

– Eu pedi o Dutra em janeiro do ano passado. Vi no Avaí e pensei: ”Quero esse cara”. Não deu. Agora veio o Luciano, dizem que o Cabezas joga demais. Vai fazer uma campanha legal.

Quando percebeu que a vontade de Autuori era abandonar o cargo, mesmo poucos meses depois de assumir, Abel Braga tentou convencê-lo a esperar até a parada para a Copa do Mundo. Mas a tentativa foi em vão, especialmente com a proposta da Bulgária, onde o ex-cartola do Fluminense retomou a carreira de treinador e, pelo Lugadorets, já foi até campeão.

– Todo dia o Autuori falava que queria conversar comigo e eu fugia. Uma hora eu falei que sabia o que ele queria dizer. Pedi para ele segurar a onda. Tudo o que eu queria não aconteceu, não estava dentro do que eu esperava, mas pedi para ele segurar até a Copa. E aí definiríamos numa boa. O grupo adora ele. Se o Paulo falasse ”A” para os jogadores, tinha que ser daquele jeito. Se mudasse para ”B”, complicava. Por isso confiavam nele. Surgiu um problema pequeno uma vez e ele, antes de sair, já tinha recebido essa proposta da Bulgária. Mas as duas coisas se complementaram: o problema, que ele não gostou, e a proposta.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Pedro Abad descarta aposta e procura profissional com perfil igual ao de Autuori

Uma vez que a saída de Paulo Autuori foi, enfim, consumada, o Fluminense avalia o nome certo para assumir a vaga. O substituto, ainda indefinido, deve ter perfil semelhante ao do ex-diretor-esportivo. Nos encontros entre Pedro Abad, Fabiano Camargo e Abel Braga, ficou decidido, também, que uma aposta está descartada.

Há, internamente, o maior cuidado para impedir que o caso Alexandre Torres, demitido em dezembro, se repita.

O caminho, portanto, seria tentar figuras conhecidas do futebol, como Rodrigo Caetano, primeira alternativa do clube e que fechou com o Internacional. Ricardo Gomes, atualmente desempregado, e Fernando Gonçalves, ex-coordenador de psicologia do Flamengo, foram ventilados no passado e continuam na lista de preferidos da diretoria.

Enquanto trabalha para contratar um novo dirigente, Abad precisa manter o clima tranquilo no futebol, buscando, principalmente, mandar para longe a maré negativa que passou por Laranjeiras em 2017, em razão de atrasos salariais.

Como Autuori confirmou que sua demissão se deve, por exemplo, à dificuldade financeira, o elenco voltou a se preocupar com a chance de haver demora no pagamento dos vencimentos. As contas com o grupo estão em dia por causa de um empréstimo, realizado junto a uma instituição financeira.

Paulo Autuori, cuja despedida causou lamento no CT, na segunda-feira, era o elo entre jogadores e diretores, deixando Abelão livre para focar somente em treinar o time. Esta função deve ser a mesma exercida pelo sucessor.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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Autuori anuncia sua saída do Fluminense

Insatisfação com os bastidores do clube seriam o motivo pela saída.

O diretor de esportivo Paulo Autuori anúncio nesta segunda-feira (28) sua saída do Fluminense. Insatisfação com os bastidores conturbado do clube seria um dos principais motivos pela saída.

O dirigente esteve no CTPA (Centro de Treinamento Pedro Antônio) na manhã desta segunda-feira (28) para comunicar sua decisão de deixar o cargo de diretor de esportivo do Flu.

Contudo, o ex dirigente Tricolor confirmou que o futuro ainda não está definido. Há possibilidade de Autuori fechar com o Flamengo para ser o elo entre diretoria e elenco rubro-negro no lugar de Rodrigo Caetano.

 

 

ST,

Douglas Wandekochen

Jornalista crava a saída de Paulo Autuori para o Flamengo

Sucessivos problemas de bastidores seriam a causa da saída do dirigente.

De acordo com o jornalista Fábio Azevedo, dos canais Fox Sports, Paulo Autuori está de saída do Fluminense para assumir o cargo de diretor de futebol do Flamengo.

Ainda de acordo com Fábio Azevedo, o treinador já comunicou a decisão ao presidente do Tricolor, Pedro Abad que anunciará a saída do dirigente ainda nesta quarta-feira (23). O jornalista ainda informou que a escolha pelo Flamengo se deu devido a problemas particulares de Autuori que pretende continuar no Rio. O dirigente recusou uma proposta para ser treinador da Universidad de Chile.

Autuori estava insatisfeito no tricolor devido aos constantes problemas na política tricolor, onde na visão do dirigente não dão estabilidade para o desenvolvimento do trabalho, somando-se a isso, os consecutivos atrasos de salários, a não vinda de Kleber Gladiador e a recente demissão do CEO Marcus Vinicius Freire, foram fundamentais para a decisão de deixar o clube.

 

ST,

Douglas Wandekochen

Paulo Autuori está insatisfeito no Fluminense e ameaça se demitir

Em razão de episódios desagradáveis ao longo do ano, Paulo Autuori ameaça, mais uma vez, deixar o Fluminense, com apenas quatro meses de clube. A gota d’água foi o desligamento de Marcus Vinícius Freire, que comandou as tratativas para a vinda do diretor-esportivo.

No entanto, houve mais alguns acontecimentos que contribuíram para levar Autuori a considerar a demissão. Como, por exemplo, o vazamento de informações sobre o caso Kléber, que encerrou as negociações com o Fluminense por ter sido reprovado nos exames médicos. O atacante sofre de lesão no joelho e estava com um pé nas Laranjeiras, até que sua situação médica veio à tona.

Mais antiga, a polêmica na final da Taça Rio, em março, irritou Paulo. Na festa do título, o dirigente preferia algo mais restrito e acabou surpreendido pela presença de figuras de fora do clube, como Rubens Lopes, presidente da FERJ.

Autuori, que descarta retomar a carreira de técnico no Brasil, disse, à imprensa chilena, estar aberto a conversar, em caso de proposta de fora. Recentemente, a Universidad de Chile demonstrou interesse.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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Nome de Autuori ganha força para assumir La U

Treinador foi indicado por grupo político do clube chileno.

O nome diretor esportivo do Fluminense, Paulo Autuori ganhou força nos últimos dias para ser o novo treinador da La U, que busca um substituto à Guilherme Hoyos, demitido após a goleada de 7 a 0 sofrida para o Cruzeiro.

O nome do treinador chegou ao clube após o “Consejo Azul”, grupo com participação efetiva na direção do clube (formado por dirigentes, conselheiros, acionistas e torcedores) enviar uma carta a diretores e executivos da La U indicando o nome de Autuori para ser submetido a “entrevistas e negociações nos mesmos termos que os demais candidatos”, que contam ainda com os nomes de Ramón Díaz, Frank Kudelka, Ariel Holan e Alfredo Arias, como outros cotados.

 

ST,

Douglas Wandekochen

 

foto: Monique Silva
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