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Dores na coxa persistem, e Ganso pode ser desfalque para o jogo da volta contra o Santa Cruz

No jogo contra o Santa Cruz, quarta-feira, no Maracanã, quatro importantes jogadores do Fluminense, que venceu por 2 a 0, alegaram problemas físicos. Airton, Paulo Henrique Ganso e Yony González, aliás, acabaram sendo substituídos. Luciano, por sua vez, precisou ficar em campo até o fim do duelo, posto que o número máximo de alterações havia sido atingido.

Ganso é o caso mais preocupante. Com dores na coxa esquerda, ele será reavaliado e passará por exame que vai indicar se tem condições de enfrentar o time pernambucano na volta da 4ª fase da Copa do Brasil, quinta-feira que vem (26), no Arruda. Fernando Diniz, porém, se mostrou tranquilo ao falar sobre o camisa 10.

– Ele sentiu uma lesão que já vinha se evidenciando há algum tempo, mas não parece ser nada de mais grave. Esperamos contar com ele já no próximo jogo.

Também com incômodo na coxa esquerda, Airton deve estar liberado para o próximo compromisso. Assim como Yony, que acusou problema no tornozelo esquerdo. Luciano está recuperado das dores na coxa direita.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Nada grave: Diniz tranquiliza em relação a lesão de Ganso

Foto: Lucas Merçon/FFC

O meia Paulo Henrique Ganso, que deixou o gramado na noite da última quarta-feira (17) na metade do segundo tempo da partida que terminou com a vitória de 2 a 0 para o Flu sobre o Santa Cruz-PE, parece não preocupar a comissão técnica.

O meia que sai aparentemente bem irritado do gramado, quando foi direto ao vestiário deve estar presente já no jogo da volta, contra o Santa Cruz-PE, na próxima semana. Pelo menos é o que espera o técnico Fernando Diniz:

– Ele sentiu uma lesão que já vinha se evidenciando há algum tempo, mas não parece ser nada de mais grave. Esperamos contar com ele já no próximo jogo – declarou o treinador Tricolor após a partida.

Denunciado por “agressão física”, Ganso vai ser julgado com risco de gancho pesado

Na próxima segunda-feira, o TJD-RJ julgará o meia Paulo Henrique Ganso, expulso no último clássico com o Flamengo. Segundo a súmula assinada por Marcelo de Lima Henrique, o camisa 10 xingou e empurrou o quarto árbitro. Ele cumprirá suspensão automática no reencontro entre os rivais neste sábado, no Maracanã.

São duas denúncias no artigo 258, parágrafo 2 (conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva), no qual a pena varia de um a seis jogos, e mais duas no artigo 254-A, parágrafo 3 (por agressão), com o agravante de ter sido direcionada a um membro da arbitragem. A punição mínima, nesse caso, é de 180 dias.

Sendo as sanções acumulativas, Ganso pode pegar gancho de até 12 jogos no Campeonato Carioca ou de até 360 dias, equivalente a um ano, em torneios nacionais.

Bruno Henrique, enquadrado no artigo 254 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), responderá pela jogada violenta contra Gilberto, podendo sofrer suspensão de até seis jogos em campeonatos organizados pela FERJ.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

“Vai se f…, seu babaca”: súmula relata xingamentos e empurrão de Ganso contra árbitro

Divulgada nessa quinta-feira, a súmula do clássico entre Fluminense e Flamengo, que venceu por 2 a 1 e avançou à final da Taça Rio, explicou as razões que provocaram a expulsão de Paulo Henrique Ganso, logo após o pênalti convertido por Éverton Ribeiro, nos acréscimos. Fernando Diniz, inclusive, enlouqueceu à beira do campo com a decisão do juiz Marcelo de Lima Henrique, que relata o episódio.

“Expulsei aos 51 minutos do 2º tempo, de forma direta, o atleta nº 10 da equipe do Fluminense, sr. Paulo Henrique Chagas de Lima, por empurrar o quarto árbitro, sr. Daniel de Sousa Macedo e proferir as seguintes palavras: “vai se f…”. De imediato expulsei o atleta e o mesmo se dirigiu ao árbitro reserva e falou o seguinte: “seu babaca”. Logo, um tumulto se formou e o mesmo jogador vem até o árbitro e reserva e dá um tapa no braço dele” .

O jogo ficou marcado pelo excesso de cartões. Foi, aliás, o duelo envolvendo, ao menos, um clube da Série A com mais advertências no ano. Onze amarelos e dois vermelhos. Um deles foi aplicado a Bruno Henrique, do Flamengo, por solada desleal em Gilberto.

“Expulsei aos 49 minutos do 1º tempo, de forma direta, o atleta nº 27 da equipe do Flamengo, sr. Bruno Henrique Pinto, por atingir com força excessiva (com as travas da sua chuteira), atingindo o joelho do seu adversário, sr. Gilberto Moraes Júnior, em disputa de bola próximo da linha lateral”.

Mesmo na saída de campo, houve confusão entre os rivais. Dessa vez, com membros das comissões técnicas, seguranças e jogadores. Como havia feito ainda com o duelo em andamento, a Polícia precisou agir para acalmar os ânimos.

Ao final da partida, na saída dos atletas do campo de jogo, houve tumulto generalizado entre integrantes das comissões técnicas, jogadores e dirigentes de ambas as associações, próximo ao acesso aos vestiários, na área técnica do estádio. O tumulto não produziu agressões violentas, verificou-se na maioria das ações, empurrões e xingamentos de ambas as partes. Após alguns minutos, foi totalmente controlado pela polícia militar e integrantes da segurança privada. Não produzindo ferimentos em nenhum dos envolvidos”, destacou Marcelo de Lima Henrique.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fernando Diniz revela que Léo Santos assumiu pênalti e explica lance que terminou com Ganso expulso

Aos 49′ do segundo tempo, o Fluminense deixou escapar a classificação à decisão da Taça Rio. Léo Santos derrubou Lucas Silva na área e o juiz assinalou pênalti, convertido por Éverton Ribeiro. Em seguida, o zagueiro cedeu lugar a João Pedro, que sequer conseguiu encostar na bola. Fernando Diniz disse que, em rápido contato na saída de campo, o jovem assumiu a penalidade.

– Perguntei se ele (Léo Santos) tinha feito o pênalti. Foi só isso. Ele falou que tinha errado, que tinha feito o pênalti. Está tudo certo.

O segundo gol do Flamengo deixou o clima ainda mais agitado no Maracanã. Uma discussão próxima ao banco de reservas resultou na expulsão de Paulo Henrique Ganso. Ele empurrou o quarto árbitro em confusão que Diniz considerou “desnecessária”.

– Ganso estava um pouco à frente, mas o quarto árbitro foi muito criterioso e arrumou uma confusão desnecessária. Não ia mudar nada a posição dele, estar um passo na frente do campo na saída de bola. Não sei o que aconteceu, se o Ganso falou algo. Não posso defender sem saber o que ocorreu. Achei que era um lance mais controlável, talvez tenha faltado experiência para não chamar atenção. O juiz não expulsa todo mundo que fala algo. Senão o jogo terminaria cinco contra cinco. Não estou defendendo o Ganso, mas o lance não mudaria nada na história do jogo.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

“Vontade não vai faltar nunca. Isso é o Fluminense”, discursa Ganso em convocação para semifinal

Mesmo com maioria reserva, o Fluminense correu atrás do prejuízo contra o Flamengo e chegou ao placar de 3 a 2, com gols de Dodi e João Pedro. Paulo Henrique Ganso, que pouco apareceu no clássico, apesar de chapéu em Éverton Ribeiro, tirou elogiou a reação dos companheiros e lamentou o desentrosamento, fraqueza percebida desde o início do jogo.


– Sem dúvida, podemos tirar algo de positivo hoje, ainda mais para uma equipe que nunca jogou junta, com muitos garotos atuando. Os erros se deram pela falta de entrosamento. Era praticamente impossível os jogadores que atuaram na quinta-feira, pela Sul-Americana, entrarem hoje contra o Flamengo, com o jogo da maneira que foi lá. Hoje mostramos que temos bastante gente preparada para atuar quando os considerados titulares não puderem. Ficou uma sensação de que poderíamos ter empatado, mesmo com os reservas.


Às 21h30 de quarta-feira, os rivais se reencontram e, dessa vez, decidem um dos finalistas da Taça Rio. A mobilização é por casa cheia no meio de semana, ao contrário do que se viu no domingo. Líder no grupo B, o Tricolor leva a vantagem do empate.


– Dependemos apenas de nós mesmos e vamos buscar a vitória na quarta. O recado para os torcedores é que a vontade não vai faltar nunca. Isso é o Fluminense – discursou Ganso.


Publicado por: Nicholas Rodrigues.

Fonte: LANCE!

 

Fã rival pede, e Paulo Henrique Ganso assina em bandeira do Flamengo

Referência para tricolores e quem mais chegar. Principal contratação do Fluminense para 2019, Paulo Henrique Ganso é assediado até por rivais. Após a derrota para o Flamengo, por 3 a 2, o meia autografou bandeira do clube da Gávea a pedido de uma torcedora.


Famoso no início da década pelas grandes exibições com a camisa do Santos, o jogador trocou a França pelo Rio de Janeiro para roubar a cena nas Laranjeiras. Tem dois gols em um mês e coleciona lindos lances, como o chapéu em Éverton Ribeiro nesse domingo.


Publicado por: Nicholas Rodrigues.

Fluminense prioriza Ganso e Pedro em lista na Sul-Americana e reserva vaga para Nenê

Classificado para a segunda fase da Sul-Americana ao vencer o Antofagasta no Chile, o Fluminense prepara as três mudanças que efetuará na lista de inscritos. Paulo Henrique Ganso e  Pedro são nomes garantidos. O meia só não jogou a etapa anterior por chegar ao clube com o prazo para inscrições expirado.

Por ora, Allan é cotado para a terceira vaga. Todavia, o lugar está reservado para Nenê, na mira desde janeiro e que deve definir seu futuro apenas às vésperas do Campeonato Brasileiro. A camisa 30, usada por Marquinhos Calazans, alvo do São Paulo, deve passar para o veterano.

As alterações devem ser realizadas até 72h antes do primeiro confronto desta nova fase, que começará entre 21 de maio e 30 de maio. Período no qual, provavelmente, o camisa 9 estará liberado para voltar a atuar, após recuperação da lesão no joelho sofrida em agosto passado.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: EXTRA.

 

Diniz vê Ganso já adaptado e enaltece postura dos atletas em relação ao atraso de salários

Foto: Mailson Santana / FFC

Treinador tricolor também comentou sobre a situação de Yony González, substituído com desconforto na posterior da coxa

O Fluminense dominou no primeiro tempo, criou ótimas oportunidades, mas não conseguiu matar o jogo e sofreu o empate do Botafogo nos primeiros segundos da etapa final. Após o Clássico Vovô, Fernando Diniz concedeu entrevista coletiva no Maracanã. Logo de cara, o treinador fez questão de enaltecer a postura dos atletas em meio ao atraso de salários. Segundo ele, o elenco tem uma grande hombridade e ‘estão honrando a camisa do Fluminense’.

Eles se reuniram de forma muito coesa. Não quero tratar muito sobre isso. Eles conseguiram se dedicar muito bem no jogo e o ambiente está muito bom. O mais importante é o jogador chegar e jogar, como eles estão fazendo. Isso que tem que ser realçado. O mais importante é que os jogadores estão honrando a camisa do Fluminense“.

Perguntado sobre a atuação de Paulo Henrique Ganso, autor do gol em seu primeiro clássico pelo clube, o técnico elogiou o desempenho do meia e se disse satisfeito com o desempenho do camisa 10 tricolor.

Adaptado, está desde o momento que chegou. Ele foi bem acolhido e retribuiu de uma maneira muito generosa. Naturalmente ele vai melhorando. A partir das partidas, vai conhecendo o melhor os espaços no campo, os companheiros, a forma tática de jogar. A tendência dele é de evolução, assim como todo o time“.

Diniz também comentou sobre a situação física de Yony González, que foi substituído no segundo tempo e deixou o campo mancando. De acordo com ele, o atacante não deve ser problema para a partida decisiva pela Copa Sul-Americana.

Tendência é que jogue quinta contra o Antofagasta. Ele saiu porque sentiu um desconforto na posterior da coxa. A princípio a tendência é de que ele jogue“.

Conhecido pelo seu estilo de toque de bola e por prezar pela qualidade no passe, Diniz viveu uma situação peculiar no clássico, já que o gol do Fluminense surgiu após um chutão do goleiro Rodolfo. O comandante fez questão de analisar o lance.

A gente faz uso da bola longa quando é pertinente e ajuda a chegar ao gol adversário. Quando o Rodolfo fez uso da bola longa, a gente conseguiu ocupar o espaço mais rápido do que o Botafogo e chegar ao gol“.

Por fim, o treinador tricolor destacou o poder de reação do Botafogo e elogiou Zé Ricardo. Porém, frisou que não se pode levar um gol da forma que aconteceu.

O Zé é um grande treinador e o Botafogo tem jogadores de muita qualidade. Eles usaram muito o lançamento da bola em diagonal em cima do nosso lado esquerdo no 2° tempo. Mas não podemos tomar um gol saindo de chutão“.

O Fluminense se reapresenta no CTPA nesta segunda (18) e treina até amanhã no Rio de Janeiro. Depois, viaja para o Chile para o jogo de volta da primeira fase da Copa Sul-Americana contra o Antofagasta. Na partida de ida, no Maracanã, as equipes ficaram no 0 a 0.

Diniz aprova Ganso e destaca atuação do Fluminense: “Foi dos melhores jogos do ano”

No triunfo por 2 a 1 sobre a Cabofriense, no Maracanã, as atenções de Fernando Diniz se voltaram à criação ofensiva do Fluminense. Apoiada nos bons passes de Paulo Henrique Ganso, a dupla formada por Luciano e Yony González marcou os gols que levaram à liderança isolada do grupo B, com 7 pontos.

– (Sobre) A questão ofensiva, hoje, se não foi o melhor jogo do ano, foi dos melhores. O placar poderia ser mais elástico. Muitas chances, escanteios. Tem muito para evoluir ainda. Os jogadores vão ganhando mais entrosamento, esperamos evoluir com o tempo – elogiou.

Com quatro jogos desde a sua contratação, ao fim de janeiro, Ganso vem impressionando o público com sua visão diferenciada. Foi ele, inclusive, que deu assistência para Luciano, além de lançamentos que deixaram companheiros cara a cara com o goleiro. Porém, Diniz ainda crê que o meia tem mais a progredir no clube.

– Tudo pode melhorar com o decorrer do tempo. Na quarta, ele já tinha feito boa partida. Todos sabem da criatividade dele, a genialidade que tem. A tendência é de evolução – disse.

Mesmo com a superioridade, a equipe pecou, mais uma vez, no momento da conclusão à meta. Também falhou em oferecer chances de contra-ataque ao adversário. Pontos que, para o técnico, precisam ser reparados. O próximo confronto é com o Boavista, quinta-feira.

– Incomodaram (contra-ataques), mas acho que o que tivemos de mais negativo foram as transições que oferecemos. A equipe fez uma boa partida, tinha de ter aproveitado melhor as chances. Futebol não é jogo de azar, tinha de aproveitar e evitar as chances do adversário.

– Em determinadas partidas, poderia fazer falta. Hoje também. O futebol é muito incerto. A gente tem de aproveitar melhor. Mas, em contrapartida, de chances claras, talvez seja o jogo que a gente criou mais.


Allan

– Allan se portou bem, fez uma boa partida. O time se portou bem, principalmente no setor ofensivo. Fizemos dois gols, mas poderíamos ter feito outros.

Dodi

– Gosto muito, talentoso, está se adaptando ao mundo dos grandes clubes como é o Flu. Tem treinado muito bem, fez uma partida estável. Jogou um pouco fora das suas características, mas é um jogador que tem tendência de evoluir muito durante a temporada.

Pablo Dyego

– Enquanto está aqui com a gente, claro que eu conto. Todos que estão aqui eu conto. Estou observando os treinamentos e escalo quem acho mais adequado para cumprir a função que quero. Mas todos aqui têm condições e estão brigando pelo seu espaço.

Jogadas pelo lado direito 

– Os fatores preponderantes para o jogo ter ido mais para o lado direito foram a presença do Gilberto e a ausência do Everaldo. Na maior parte do tempo, as jogadas são realizadas por ele no lado esquerdo. A presença do Gilberto facilitou no lado direito.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

 

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