fbpx

Muriel minimiza bronca de Ganso em João Pedro e diz: “Todos se cobram para ajudar o Fluminense”

Muriel deu sua interpretação da bronca de Paulo Henrique Ganso em João Pedro no 0 a 0 com o Cruzeiro, quarta-feira, no Mineirão. Com o Fluminense há quatro jogos sem perder, mas ainda na briga contra o rebaixamento, o jogador disse concordar com cobranças entre os companheiros.

— Na minha opinião, era algo que estava até faltando para nós. Temos encarado todo jogo como uma decisão, nos doando e pensando no bem do time, sem vaidade. No jogo não tem muito tempo, acabamos excedendo. Mas dentro do futebol é algo normal.

Com Ganso e JP próximos no avião, o elenco retornou ao Rio de Janeiro na tarde desta quinta. Muriel reforçou a boa relação no Time de Guerreiros.

— Voltamos no avião com Ganso e João Pedro perto, todo mundo rindo e brincando. O ambiente é muito bom. Todo mundo se dá muito bem. Isso (cobrança) fica dentro de campo. É tudo para ajudar o Fluminense, então todos se cobram – completou.

Sobre bola rolando, o goleiro admitiu que o Cruzeiro dificultou no duelo da 24ª rodada do Brasileirão, mas destacou a postura da equipe em segurar a pressão adversária. O próximo compromisso é no sábado, contra o Bahia, quando se inicia uma sequência de quatro jogos no Maracanã.

— A gente vem em evolução. Queremos ganhar sempre, mas o Campeonato Brasileiro é nivelado. O Cruzeiro marcou forte, não deixou a gente jogar como a gente gosta, mas ao mesmo tempo suportamos bem. A gente conseguiu neutralizar. Esse é um ponto positivo, mas queremos evoluir ainda mais. Não vamos parar por aqui — disse Muriel.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: GloboEsporte.com.

Paulo Henrique Ganso explica bronca em João Pedro: “Dentro de campo não dá para pedir ‘por favor'”

Aos 36 minutos do primeiro tempo do empate em 0 a 0 entre Cruzeiro e Fluminense, no Mineirão, Paulo Henrique Ganso deu uma bronca dura em João Pedro. Capitão devido à ausência de Digão, o meia, na saída do estádio, explicou o episódio dessa quarta-feira.

— Isso é para ajudá-lo, assim como outros garotos que estão aí. Faço de tudo para ajudá-los e ajudar nossa equipe. Dentro do jogo não dá para pedir “por favor, João Pedro, não faça gracinha”. Ainda mais nesse jogo quente. A gente precisando do resultado, acontece essa forma de falar. É do jogo. Normal. Depois estamos sempre brincando. Eu converso muito com ele fora de campo também.

Marcão, em entrevista aos jornalistas, minimizou a polêmica e concordou com a fala de Ganso.

— Não vi, não participei da situação. Mas era jogo quente, jogo pesado. Algumas discussões são normais de acontecer. Torcida do Cruzeiro incentivando a equipe. Em alguns momentos não dá para pedir “por favor”. Ganso já viveu muita coisa. João Pedro é inteligente, sabe que em alguns momentos vai ter uma chegada mais forte.

A cena ganhou grande repercussão por envolver o camisa 10 em mais uma discussão acalorada em campo. Durante empate em 1 a 1 com o Santos, em 26 de setembro, o jogador, ao ser substituído, trocou xingamentos com o então técnico Oswaldo de Oliveira, demitido no dia seguinte.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Briga com Ganso e gesto obsceno a torcedores minam Oswaldo de Oliveira no Fluminense e encaminham demissão

A diretoria do Fluminense deve se reunir na manhã desta sexta-feira, dia seguinte ao empate que tirou a equipe da zona de rebaixamento, para discutir o futuro de Oswaldo de Oliveira. Ameaçado por atuações e resultados ruins, o técnico se complicou ainda mais após bate-boca acalorado com Paulo Henrique Ganso e gesto obsceno direcionado a torcedores no jogo contra o Santos, no Maracanã.

Oswaldo chegou a dar entrevista depois do duelo, mas viu a demissão ser encaminhada, especialmente, devido aos polêmicos episódios. Entretanto, assim como na saída de Fernando Diniz, há pouco mais de um mês, os dirigentes preferiram aguardar um dia para formular uma decisão.

— O trabalho segue. Está todo mundo incomodado com a situação, com a mesma pontuação de equipes da zona, como CSA e Cruzeiro. E a gente tem que trabalhar junto para tirar o Fluminense dessa situação. Está todo mundo querendo sair dessa situação incômoda. Eu procuro fazer meu trabalho. Quem tem que decidir sobre permanência do Oswaldo ou não é o Mario e o Celso (Barros, vice geral) — disse o treinador.

Caso a dispensa seja consumada, Marcão deve assumir o comando interinamente no duelo de domingo, frente ao Grêmio, no Rio. Entre as eras Diniz e Oswaldo, o auxiliar ficou à beira do campo uma vez, no empate em 0 a 0 com o Corinthians pela ida das quartas-de-final da Sul-Americana, em 22 de agosto, em São Paulo.

O presidente Mário Bittencourt e o vice Celso Barros, diferentemente do que estão acostumados, não acompanharam a delegação no ônibus. Ambos deixaram cabine do estádio aos 39′ do segundo tempo e, sem passar longo tempo com elenco e comissão técnica, foram embora em carros diferentes.

Com as quedas de Cuca e Rogério Ceni em São Paulo e Cruzeiro, respectivamente, o Tricolor ganha mais opções para possível substituição. O primeiro, inclusive, colaborou para a arrancada que livrou o clube do rebaixamento em 2009 e, nessa quinta-feira, teve a contratação pedida por torcedores no Maraca. Há, porém, um entrave na procura no mercado: a crise financeira nas Laranjeiras.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Wellington Nem aprova empate com Santos e minimiza “discussão de homem” entre Ganso e Oswaldo

Com o empate em 1 a 1 com o Santos, no Maracanã, o Fluminense saiu da zona de rebaixamento. Sem Digão e Frazan, expulsos, em parte do segundo tempo, o Time de Guerreiros resistiu à pressão e quase conseguiu vencer. Segundo Wellington Nem, o resultado ficou de bom tamanho.

— Pelas circunstâncias do jogo, com dois a menos, acho que foi um bom resultado. A equipe do Santos é qualificada, com bons jogadores. Tivemos chance de fazer 2 a 1, só que não aconteceu. Allan deu a arrancada, mas ele já estava meio cansado — explicou.

É claro que o atacante comentou sobre a briga entre Paulo Henrique Ganso e Oswaldo de Oliveira à beira do campo. Todavia, a considerou “normal” e negou influência no desempenho da equipe.

— Não afetou em nada, não. Deixamos ali fora. Estávamos focados no campo. Se ficarmos focados em discussão do lado de fora, a gente não joga. Relacionamentos têm discussão. Briga, abraça, é normal – disse, completando:

— O clima no vestiário é bom. Discussão é normal. Foi uma discussão de homem, todo mundo querendo ganhar. Ganso e Oswaldo já conversaram. Todo mundo está na luta pelo Fluminense.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Oswaldo garante paz com Ganso, revela razão para tirá-lo de campo e explica polêmica: “Toda ação tem reação”

O empate em 1 a 1 entre Fluminense e Santos ficou em segundo plano na entrevista de Oswaldo de Oliveira. O pronunciamento, em grande parte, se resumiu à explicação da polêmica briga com Paulo Henrique Ganso, durante o segundo tempo.

— Fluminense vive um momento muito especial, de tensão. Todos nós, que nos envolvem com a camisa do Fluminense, vivemos um momento muito difícil. Muito intenso. Às vezes, os ânimos passam dos limites, como aconteceu hoje. Está tudo resolvido, entre mim e o jogador. É natural que, em uma situação adversa, haja o desentendimento. Eu não desrespeito ninguém, principalmente um superior meu. No momento em que fui desrespeitado, tomei a atitude que deveria tomar. Depois, resolvemos. A hostilidade passou do limite — disse.

Oswaldo revelou que havia pedido ao meia para voltar e ajudar na marcação. Foi retrucado, segundo o próprio, com palavrão. Por isso decidiu pela substituição, dando chance a Daniel apenas pela segunda vez desde o retorno às Laranjeiras, no fim de agosto.

— Só tenho a reação que eu acho que tenho de ter. Eu sou veemente da mesma maneira. Toda ação tem uma reação. Não tem mágoa, de maneira alguma. Jogador de futebol tem direito de se expressão, não dessa maneira — ponderou o treinador, sobre a troca de xingamentos.

Ao menos o discurso dos tricolores revela paz dos dois lados, acordada ainda no vestiário. O clima, realmente, precisa melhorar. Afinal, o elenco se reapresenta na tarde de sexta-feira e enfrenta o Grêmio no domingo, no Maracanã.

— Tomei a iniciativa na frente de todo mundo. Chamei, dei um abraço e falei que as coisas se resolvem assim. Ele aceitou, é claro — explicou o comandante.

Perguntado sobre possível punição ao camisa 10, Oswaldo não quis expor sua opinião, apesar de ter se colocado à disposição da diretoria para definir o futuro do jogador.

— A diretoria está acima. Eu tomei a decisão que me cabia. A diretoria que precisa saber o que fazer. A minha opinião não vem ao caso. Se eles perguntarem minha opinião, darei.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

“Não trabalho para Oswaldo, trabalho para o Fluminense”, afirma Paulo Henrique Ganso

Paulo Henrique Ganso e Oswaldo de Oliveira protagonizaram enorme polêmica no Maracanã, depois de o meia ser substituído por Daniel, aos 18′ do 2º tempo. Eles discutiram, trocaram xingamentos e precisaram ser contidos por companheiros. Na saída de campo, o jogador explicou o ocorrido e negou que não haja mais clima para trabalhar com o técnico.

— Claro (que ainda há clima). Não trabalho para o Oswaldo, trabalho para o Fluminense. Procuro ajudar meus companheiros, como eu vinha fazendo. Dentro de campo, não tem como pedir ‘por favor’, nem falar ‘obrigado’. Jogo é quente.

Questionado se pediria desculpas a Oswaldo, Ganso, que ganhou apoio dos torcedores, desconversou: “Vamos ver o que vai acontecer”.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

“Burro para c…” e “Você é um vagabundo”: Ganso e Oswaldo de Oliveira discutem durante Fluminense x Santos

O clima entre Paulo Henrique Ganso e Oswaldo de Oliveira esquentou enquanto a bola ainda rolava no empate em 1 a 1 entre Fluminense e Santos, no Maracanã. Os dois discutiram forte após a saída do camisa 10 para a entrada de Daniel, aos 18′ do segundo tempo.

Ao deixar o gramado, o meia disparou ao treinador: “Você é burro para c…”. Oswaldo ouviu e respondeu à altura, chamando Ganso de “vagabundo”. Ambos precisaram ser contidos pelo auxiliar Marcão, preparador de goleiros André Carvalho e Yony González.

Técnico e jogador permaneceram na área técnica até o fim do duelo, às vezes, inclusive, lado a lado. Um dos líderes do elenco, o camisa 10 chegou a dar orientações aos companheiros e ganhou apoio dos torcedores, que cobraram a troca no comando da equipe. Sugeriram, inclusive, a contratação de Cuca, que se demitiu do São Paulo nessa quinta-feira.

O episódio evidencia um ambiente ruim internamente e deixa no ar suspense acerca do futuro da dupla nas Laranjeiras. O grupo se reapresenta na tarde de amanhã, em preparação para o jogo contra o Grêmio, domingo, no Maraca.

Com 19 pontos, o Tricolor termina a 21ª rodada fora da zona de rebaixamento, empatado com Cruzeiro (17º) e CSA (18º), mas com maior número de vitórias.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

“Rival” de Paulo Henrique Ganso no Sevilla, Sampaoli foge de polêmica e elogia: “Quando comprometido, gera coisas diferentes”

Assim como na derrota do Fluminense para o Santos no primeiro turno, por 2 a 1, Paulo Henrique Ganso e Jorge Sampaoli, “rivais” no Sevilla-ESP, não se reencontrarão à beira do campo, nessa quinta-feira, no Maracanã. No duelo em maio, o meia não pôde jogar por causa de dores na coxa esquerda. Dessa vez, o técnico vai viajar ao Rio de Janeiro, mas não comandará a equipe porque cumpre suspensão.

Principalmente pelas poucas chances dadas a Ganso, treinador e jogador não conseguiram boa relação quando trabalharam juntos na Espanha, entre 2016 e 2017, e vivem se alfinetando em declarações públicas. Em entrevista na Vila Belmiro, o argentino fugiu de polêmica e elogiou o camisa 10 do Tricolor.

– Trabalhei com ele, recomendei sua contratação e respeito muito seu jogo. Quando ele está comprometido, gera coisas diferentes. Sua chegada ao Brasil dá hierarquia ao torneio, pela capacidade. Fluminense não passa por um bom momento, mas conta com um jogador capaz, que pode fazer um lance diferente a qualquer momento – disse.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Tricolor de coração! Filho de Ganso comemora aniversário com festa do Fluminense

Ao lado dos pais Paulo Henrique Ganso e Giovanna Costi, o pequeno Henrico comemorou seus cinco anos com festa em que o tema era Fluminense. A celebração ocorreu nessa sexta-feira, véspera da viagem do elenco a Goiânia para o início do returno do Brasileirão, domingo, contra o Goiás.

Através de posts em rede social, a esposa do meia mostrou a decoração e até o hino do clube sendo tocado na comemoração do aniversário. Na hora de “sobrar as velhinhas”, Henrico surgiu com a armadura verde, branca e grená.

Veja o que os tricolores acharam da festa de aniversário:

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Torcedor encontra Cássio em aeroporto e agradece por falha em gol de Ganso

No embarque de volta a São Paulo, Cássio ouviu de um torcedor do Fluminense agradecimento pela falha no gol de Paulo Henrique Ganso, aos 39′ do primeiro tempo, em chute de longa distância. O Tricolor derrotou o Corinthians por 1 a 0 no Mané Garrincha e subiu para a 16ª posição. Veja vídeo:

Foi uma tarde ingrata para goleiro alvinegro. Primeiro, ainda durante o aquecimento, ele levou uma bolada, devido à irregularidade do gramado, e quase ficou fora do jogo. Para completar, sofreu “frango” que virou piada nas redes sociais.

— Infelizmente, a bola saiu do meu braço. Acabei falhando, uma falha que não pode acontecer. Mas faz parte do jogo. Não adianta querer dar justificativa. Lógico, levei uma bolada ali, mas não tenho esse problema. Errei, foi falha minha, não tem que justificar – afirmou no intervalo.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Top