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Paulo Henrique Ganso decide virar sócio do Fluminense e recebe carteirinha em evento em SP

Durante evento para tricolores em São Paulo, nesse domingo, dia de duelo com o Corinthians, Paulo Henrique Ganso recebeu a carteirinha de sócio do Fluminense. Ele se associou no dia 1º de dezembro, época da Black Friday.

Fora dessa rodada do Campeonato Brasileiro por suspensão, o camisa 10 acompanha Allan, desfalque por lesão, e Ricardo Berna, ex-goleiro do clube, na ação que ocorre no bar Garota da Vila.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Paulo Henrique Ganso é barrado, e Digão reassume vaga no Fluminense para enfrentar Chapecoense

Na atividade de sexta-feira, em preparação para o jogo contra a Chapecoense, hoje, no Maracanã, Marcão treinou pela segunda vez com Marcos Paulo no lugar de Paulo Henrique Ganso, barrado depois de atuações apagadas e vaias de parte da torcida.

— Pelo o que a gente tem acompanhado nos jogos da Chape, o time atua com uma linha muito baixa. A gente tem de criar opções de velocidade para furar o bloqueio. Por isso, fizemos os testes – explicou o técnico, que preferiu não confirmar a alteração em entrevista coletiva.

Marcos Paulo, liberado há quase duas semanas da seleção portuguesa sub-19, após dois amistosos, não entra em campo pelo Fluminense desde o dia 29 de setembro, quando jogou apenas um minuto no triunfo por 2 a 1 sobre o Grêmio, no Nilton Santos. Foi titular pela última vez no dia 29 de agosto, no empate em 1 a 1 com o Corinthians, que resultou na eliminação do Tricolor, em casa, nas quartas-de-final da Sul-Americana.

No duelo válido pela 28ª rodada do Brasileirão, o Time de Guerreiros ainda terá o retorno de Digão, recuperado de lesão no músculo posterior da coxa direita. O capitão se machucou nos primeiros minutos da vitória por 2 a 0 contra o Bahia, dia 12, e foi substituído por Frazan nas derrotas para Athletico e Flamengo.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Marcão faz testes na equipe e Ganso pode ser barrado

Foto: Lucas Merçon/FFC

O técnico Marcão realizou mais um treinamento com portões fechados nesta quinta-feira (24) no CT Carlos Castilho.

Durante a atividade o treinador indicou a possibilidade de uma importante mudança para o duelo contra a Chapecoense no próximo sábado (26), às 19h e 30, no Maracanã.

Em determinado momento da atividade o treinador testou uma formação que em tese deixaria o time com mais velocidade, trocando Paulo Henrique Ganso por Marcos Paulo.

O restante do setor ofensivo foi o mesmo que iniciou a partida diante do Flamengo, com Nenê, Wellington Nem e Yony Gonzalez.

Outra mudança pode ser na zaga, com a volta de Digão que se recuperou de uma lesão na coxa.

Marcão ainda terá o treinamento desta sexta-feira (25) para tirar qualquer dúvida antes de enfrentar a Chapecoense no sábado (26).

Fonte: Globoesporte.com

Apesar de momento turbulento com a torcida, Marcão deposita confiança em Ganso:”Vai nos ajudar muito”

Vivendo o seu pior momento com a torcida desde que chegou ao clube, o meia Paulo Henrique Ganso se depender do técnico Marcão, ainda continua como titular na equipe tricolor.

“O Ganso é um jogador importante e com certeza vai nos ajudar muito, assim como o Nenê”, disse Marcão.

Ganso vem sendo alvo de críticas da torcida tricolor por não estar apresentando um bom futebol, principalmente quando se trata da marcação. E no ataque, o meia vem sofrendo para acertar o último passe ou quem sabe mesmo, finalizar ao gol.

Ao contrário de Nenê, que jogo após jogo, vem ganhando cada vez mais respaldo com a torcida tricolor.

Nenê e Ganso no treino do Flu (Foto: Lucas Merçon/FFC)

Mas a pergunta segue: Ganso e Nenê conseguem jogar juntos sem que o Flu perca poder de marcação?

Saudações Tricolores,

João Eduardo Gurgel

Ganso, Nenê e JP têm confiança de Marcão, que não descarta substituições: “Temos que pensar sempre no melhor para a equipe”

A novidade na escalação para o clássico de domingo, no qual o Flamengo levou a melhor, ficou por conta da entrada de Wellington Nem no lugar de João Pedro, em baixa com parte da torcida. O jovem ouviu vaias no revés para o Athletico e, seja nas redes sociais ou mesmo pessoalmente, tem sido bastante cobrado por tricolores.

Saíram dos pés de Nem duas das melhores chances da equipe na derrota para o rival, mas ele acabou substituído, aos 28′ do segundo tempo, pelo próprio JP. Marcão, entretanto, desconversou sobre devolver a titularidade ao camisa 23 na próxima rodada, sábado, frente à Chapecoense.

— Ainda vou assistir ao jogo da Chapecoense para fazer as melhores escolhas. O JP foi uma questão estratégica, para surpreender. Ele tem nossa total confiança, assim como o Ganso. Está buscando, está trabalhando, está fechado com a gente e o grupo. Vamos treinar bem a semana para a próxima decisão. Contamos com todos os jogadores — frisou o treinador.

Sacados durante o último compromisso, Paulo Henrique Ganso, novamente vaiado, e Nenê foram elogiados pelo técnico, que não descarta alterações durante a semana inteira de treinos pela frente.

— Nenê e Ganso são grandes jogadores e vão nos ajudar, mas em algum momento vão sair. Ninguém gosta, mas temos que pensar na equipe. É uma coisa normal. Temos que pensar sempre na equipe, no melhor para a equipe. Eles entendem. Na hora, com cabeça quente, faz parte. Depois, com calma, a gente conversa tranquilo.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Ganso se baseia em números para discordar de vaias: “É chato porque sei que estou correndo, me dedicando”

Tem sido comum ouvir de tricolores vaias direcionadas a Paulo Henrique Ganso. Foi assim, por exemplo, na derrota por 2 a 1 para o Athletico, quinta-feira, no Maracanã. Ao Esporte Espetacular, o meia disse discordar das reclamações quanto ao desempenho em campo.

— Dizem que o Ganso não marca. Mas, como assim? Se você pegar os números, eu sou um dos caras que mais roubam bola pelo Fluminense. Estou sempre ajudando na marcação, até para fazer cobertura de lateral — explicou, completando:

— Mesmo assim, as pessoas continuam falando. É chato porque eu sei que estou correndo, eu sei que estou me dedicando, assim como os companheiros falam que estão vendo. É chato porque as vaias vêm quando o time não ganha e é por isso que eu fico triste.

Segundo o Footstats, o camisa 10, com 23 roubadas de bola, é o sexto jogador que mais desarmou pelo clube no Campeonato Brasileiro. Liderado por Caio Henrique (58), o top-5 ainda conta com Nino (47), Gilberto (41), Allan (32) e, por fim, Yuri (31).

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Marcão ganha “reforços” para escalar Fluminense contra Athletico

Liberados da seleção olímpica após ausência nos jogos contra Cruzeiro e Bahia, Caio Henrique e Allan retornam ao Fluminense no compromisso dessa quinta-feira, diante do Athletico, no Maracanã. Desse modo, Orinho e Yuri/Airton, que vinham ocupando tais vagas, vão para o banco de reservas, assim como Marcos Paulo, que estava a serviço da seleção portuguesa sub-19.

Depois de cumprir suspensão, Paulo Henrique Ganso reassume o comando do meio-campo, o que implica a saída de Wellington Nem da equipe. A zaga, desfalcada de Digão, com lesão muscular, terá Frazan ao lado de Nino.


Provável escalação: Muriel; Gilberto, Nino, Frazan e Caio Henrique; Allan, Daniel e Paulo Henrique Ganso; Nenê, Yony González e João Pedro.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: GloboEsporte.com.

Muriel minimiza bronca de Ganso em João Pedro e diz: “Todos se cobram para ajudar o Fluminense”

Muriel deu sua interpretação da bronca de Paulo Henrique Ganso em João Pedro no 0 a 0 com o Cruzeiro, quarta-feira, no Mineirão. Com o Fluminense há quatro jogos sem perder, mas ainda na briga contra o rebaixamento, o jogador disse concordar com cobranças entre os companheiros.

— Na minha opinião, era algo que estava até faltando para nós. Temos encarado todo jogo como uma decisão, nos doando e pensando no bem do time, sem vaidade. No jogo não tem muito tempo, acabamos excedendo. Mas dentro do futebol é algo normal.

Com Ganso e JP próximos no avião, o elenco retornou ao Rio de Janeiro na tarde desta quinta. Muriel reforçou a boa relação no Time de Guerreiros.

— Voltamos no avião com Ganso e João Pedro perto, todo mundo rindo e brincando. O ambiente é muito bom. Todo mundo se dá muito bem. Isso (cobrança) fica dentro de campo. É tudo para ajudar o Fluminense, então todos se cobram – completou.

Sobre bola rolando, o goleiro admitiu que o Cruzeiro dificultou no duelo da 24ª rodada do Brasileirão, mas destacou a postura da equipe em segurar a pressão adversária. O próximo compromisso é no sábado, contra o Bahia, quando se inicia uma sequência de quatro jogos no Maracanã.

— A gente vem em evolução. Queremos ganhar sempre, mas o Campeonato Brasileiro é nivelado. O Cruzeiro marcou forte, não deixou a gente jogar como a gente gosta, mas ao mesmo tempo suportamos bem. A gente conseguiu neutralizar. Esse é um ponto positivo, mas queremos evoluir ainda mais. Não vamos parar por aqui — disse Muriel.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: GloboEsporte.com.

Paulo Henrique Ganso explica bronca em João Pedro: “Dentro de campo não dá para pedir ‘por favor'”

Aos 36 minutos do primeiro tempo do empate em 0 a 0 entre Cruzeiro e Fluminense, no Mineirão, Paulo Henrique Ganso deu uma bronca dura em João Pedro. Capitão devido à ausência de Digão, o meia, na saída do estádio, explicou o episódio dessa quarta-feira.

— Isso é para ajudá-lo, assim como outros garotos que estão aí. Faço de tudo para ajudá-los e ajudar nossa equipe. Dentro do jogo não dá para pedir “por favor, João Pedro, não faça gracinha”. Ainda mais nesse jogo quente. A gente precisando do resultado, acontece essa forma de falar. É do jogo. Normal. Depois estamos sempre brincando. Eu converso muito com ele fora de campo também.

Marcão, em entrevista aos jornalistas, minimizou a polêmica e concordou com a fala de Ganso.

— Não vi, não participei da situação. Mas era jogo quente, jogo pesado. Algumas discussões são normais de acontecer. Torcida do Cruzeiro incentivando a equipe. Em alguns momentos não dá para pedir “por favor”. Ganso já viveu muita coisa. João Pedro é inteligente, sabe que em alguns momentos vai ter uma chegada mais forte.

A cena ganhou grande repercussão por envolver o camisa 10 em mais uma discussão acalorada em campo. Durante empate em 1 a 1 com o Santos, em 26 de setembro, o jogador, ao ser substituído, trocou xingamentos com o então técnico Oswaldo de Oliveira, demitido no dia seguinte.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Briga com Ganso e gesto obsceno a torcedores minam Oswaldo de Oliveira no Fluminense e encaminham demissão

A diretoria do Fluminense deve se reunir na manhã desta sexta-feira, dia seguinte ao empate que tirou a equipe da zona de rebaixamento, para discutir o futuro de Oswaldo de Oliveira. Ameaçado por atuações e resultados ruins, o técnico se complicou ainda mais após bate-boca acalorado com Paulo Henrique Ganso e gesto obsceno direcionado a torcedores no jogo contra o Santos, no Maracanã.

Oswaldo chegou a dar entrevista depois do duelo, mas viu a demissão ser encaminhada, especialmente, devido aos polêmicos episódios. Entretanto, assim como na saída de Fernando Diniz, há pouco mais de um mês, os dirigentes preferiram aguardar um dia para formular uma decisão.

— O trabalho segue. Está todo mundo incomodado com a situação, com a mesma pontuação de equipes da zona, como CSA e Cruzeiro. E a gente tem que trabalhar junto para tirar o Fluminense dessa situação. Está todo mundo querendo sair dessa situação incômoda. Eu procuro fazer meu trabalho. Quem tem que decidir sobre permanência do Oswaldo ou não é o Mario e o Celso (Barros, vice geral) — disse o treinador.

Caso a dispensa seja consumada, Marcão deve assumir o comando interinamente no duelo de domingo, frente ao Grêmio, no Rio. Entre as eras Diniz e Oswaldo, o auxiliar ficou à beira do campo uma vez, no empate em 0 a 0 com o Corinthians pela ida das quartas-de-final da Sul-Americana, em 22 de agosto, em São Paulo.

O presidente Mário Bittencourt e o vice Celso Barros, diferentemente do que estão acostumados, não acompanharam a delegação no ônibus. Ambos deixaram cabine do estádio aos 39′ do segundo tempo e, sem passar longo tempo com elenco e comissão técnica, foram embora em carros diferentes.

Com as quedas de Cuca e Rogério Ceni em São Paulo e Cruzeiro, respectivamente, o Tricolor ganha mais opções para possível substituição. O primeiro, inclusive, colaborou para a arrancada que livrou o clube do rebaixamento em 2009 e, nessa quinta-feira, teve a contratação pedida por torcedores no Maraca. Há, porém, um entrave na procura no mercado: a crise financeira nas Laranjeiras.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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