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TJD-RJ julgará personagens de Vasco x Fluminense na próxima semana

Marcada pela polêmica envolvendo o setor Sul do Maracanã, a final entre Fluminense e Vasco, que acabou se sagrando campeão da Taça Guanabara por vencer por 1 a 0, ganhará desdobramentos nos tribunais. Na próxima terça-feira, em sessão a ser iniciada às 16h, o TJD-RJ julgará personagens do clássico do último domingo.

Denunciado por André Valentim, procurador-geral do TJD-RJ, Pedro Abad responderá pelos artigos 43-D (incitar publicamente o ódio ou a violência) e 258 (assumir qualquer conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva) do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD).

Na véspera da decisão, o presidente chamou os torcedores para a “guerra”, no sentindo de lotar o setor Norte, onde os tricolores ficaram alocados na ocasião. Valentim o considera o único responsável pelo tumulto ocorrido nos arredores do estádio. A pena pode chegar a dois anos de suspensão. 

Até o Fluminense entrou na mira de André Valentim, que enquadrou o clube nos artigos 231 e 258-D por recorrer à justiça comum sem que se esgotassem as alternativas na esfera esportiva. Ele pede, inclusive, a exclusão do time do Campeonato Carioca, possibilidade, segundo Marcelo Jucá, presidente do órgão, “remotíssima”.

Expulso no duelo por empurrar Andrey, em lance que “estreou” o VAR no Estadual, Luciano será julgado por “praticar ato desleal ou hostil” e pode pegar até três jogos de suspensão. Também por cartão vermelho, Airton é acusado de ofender o árbitro Bruno Arleu de Araújo, que relatou os xingamentos na súmula. Está sujeito a gancho de até seis partidas.

Em vídeo que circula na internet, Fellipe Bastos, do Vasco, entoa cântico homofóbico, infração pela qual foi indiciado nos artigos 243-G (Praticar ato discriminatório, desdenhoso ou ultrajante, relacionado a preconceito em razão de origem étnica, raça, sexo, cor, idade, condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência) e 258 (Assumir qualquer conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva). Corre o risco de ser suspenso por até 16 jogos.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

 

Após greve por salários, Abad reúne grupo para conversa e diminui dívida milionária

Em protesto aos atrasos salariais, o elenco se recusou a ir a campo na reapresentação após o vice para o Vasco na Taça Guanabara. Trabalharam apenas na academia. A paralisação, comunicada a Fernando Diniz, que repassou a Paulo Angioni, era planejada há algum tempo, mas ocorreu só agora pois os jogadores entenderam que não seria prejudicial à preparação da equipe, que vem de dois clássicos seguidos.

Na manhã desta quarta-feira, porém, os atletas retomaram os treinos normalmente, depois de uma conversa demorada com a diretoria. Acompanhado por Fabiano Camargo e Angioni, integrantes da cúpula de futebol, Pedro Abad se encontrou com o grupo, no CT, para uma reunião que retardou em uma hora o início da atividade programada para hoje e fechada para a imprensa.

Conforme divulgado pelo repórter Victor Lessa, da Rádio Globo, o clube conseguiu pagar, nesta tarde, as premiações referentes ao Brasileirão de 2018 e à Copa do Brasil deste ano, o que reduz a dívida que girava em torno de R$ 11 milhões. A dificuldade em honrar com os compromissos se explica, especialmente, pelas penhoras judiciais que tem sido impostas ao Tricolor.

No momento, as pendências são, na CLT, o 13º, férias e o mês de janeiro. Os diretos de imagem estão atrasados desde novembro. Antes de enfrentar o Bangu, sexta-feira, no Maracanã, o time fará mais um treinamento, amanhã.

“Climão” nos bastidores

O incômodo entre os jogadores é decorrente de contratações, mesmo que sem investimento, efetuadas sem que as dívidas fossem regularizadas e, ainda, pelo descumprimento das promessas de que o problema seria solucionado. A greve, inclusive, era combinada para as vésperas do duelo com o Flamengo. Diniz impediu que o plano se confirmasse.

A chegada de Paulo Henrique Ganso, que deixou o Sevilla, da Espanha, não agradou. Ele veio sem custos, o que, aliás, fora esclarecido ao elenco. Também não recebeu a primeira remuneração, que, em 2019, será de R$ 300 mil. Entretanto, não há ressalvas pessoais a nenhum dos reforços.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Liminar de suspensão preventiva a Pedro Abad e ao Fluminense é negada

Por Rômulo Morse


O presidente do Tribunal de Justiça Desportiva, Marcelo Jucá, negou nesta segunda a liminar para suspender de forma preventiva o Fluminense do Campeonato Carioca e o mandatário tricolor, Pedro Abad. O pedido foi feito por André Valentim, procurador-geral do TJD-RJ.

A decisão, provisória, ainda pode render a exclusão da instituição do torneio e será julgada por uma comissão disciplinar do tribunal em questão. Após tal julgamento, há duas instâncias restantes (o Pleno do TJD-RJ e, na sequência, o Pleno do do Superior Tribunal de Justiça Desportiva – STJD) até a decisão definitiva.

A denúncia  é referente às polêmicas do duelo contra o Vasco, pela final da Taça Guanabara. O clube foi denunciado nos artigos 231 e 258-D do Código Brasileiro de Justiça Desportiva. O primeiro pode terminar com a exclusão do Flu do estadual e recebimento de multa entre R$ 100,00 e R$ 100 mil, relacionado a infração de acionar o Judiciário sem que esferas desportivas tenham se esgotado:

“Pleitear, antes de esgotadas todas as instâncias da Justiça Desportiva, matéria referente à disciplina e competições perante o Poder Judiciário, ou beneficiar-se de medidas obtidas pelos mesmos meios por terceiro”.

Já o artigo 258-D está ligado ao ato de conduta contrária à ética desportiva, que poderia render multa no valor de R$ 10 mil.

O mandatário tricolor, Pedro Abad, também foi enquadrado em dois artigos do mesmo código. Ele foi denunciado no artigo 243-D, que aborda “incitar publicamente o ódio ou a violência” (por conta da coletiva no último sábado, quando convocou o torcedor para “guerrear”).  A pena cabível é suspensão de 360 a 720 dia, além de punição financeira, entre R$ 100,00 e R$ 100 mil.

O segundo (artigo 258) aborda “conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva”. A penalidade seria em forma de afastamento de 15 a 180 dias.

Flu divulga nota repudiando declarações de jornalista da FoxSports

Por Rômulo Morse


O Fluminense divulgou uma nota oficial em seu site na noite deste sábado repudiando as declarações do jornalista Osvaldo Pascoal, dos canais do FoxSports. Durante o programa “Expediente Futebol”, o mesmo criticou o presidente Pedro Abad por ter convocado o torcedor “para a guerra” contra o Vasco.

Adversário na final da Taça Guanabara, final do primeiro turno do Campeonato Carioca e que está marcada para este domingo, às 17h, no Maracanã, o time de São Januário colocou à venda ingressos para o setor Sul. Irritado com a situação, Abad, em coletiva neste sábado, disse que o cruzmaltino e o Consórcio Maracanã descumpriram uma decisão judicial e, mesmo contra a realização da partida nessas circunstâncias, convocou os torcedores “à guerra” visando lotar o setor Norte.

Confira abaixo a nota na íntegra:

O Fluminense FC lamenta e repudia a forma como o jornalista Osvaldo Pascoal, da emissora Fox Sports, interpretou parte de uma declaração feita pelo presidente Pedro Abad durante a entrevista coletiva concedida na tarde deste sábado (16/02), nas Laranjeiras. Com o respaldo da mesa, o jornalista chegou a pedir a prisão do mandatário tricolor entre outros ataques ofensivos. Vale salientar que o Fluminense é um dos maiores defensores da paz nos estádios de futebol. Em momento algum o presidente induziu seus torcedores a uma conduta violenta na partida de amanhã (17/02), no Maracanã.

Advogados do Fluminense foram ameaçados em ida a São Januário: “Tem que dar murro mesmo”

Na sexta-feira, o Fluminense conseguiu uma liminar que reafirmava o contrato assinado em 2013 com o consórcio que gerencia o Maracanã. Dessa maneira, garantia que o setor Sul deveria ser ocupado pelos tricolores. A decisão, porém, acabou não sendo cumprida, uma vez que o Vasco quase esgotou o espaço à direita das cabines de imprensa. Por fim, a Norte abrigará a torcida do clube das Laranjeiras.

Dois advogados que representam o Fluminense se encaminharam a São Januário para entregar ao rival uma cópia da determinação judicial. Todavia, segundo o presidente Abad, a recepção aos profissionais foi hostil.

– Mandamos dois advogados a São Januário. Eles não puderam entrar no Vasco para entregar a cópia da decisão liminar. E diversas pessoas – eu não estava lá e não sei precisar quem foram – ameaçando: “Tem que dar murro mesmo, tem que bater”. Vocês imaginam, nessa cultura de ódio, pessoas atacarem uma mãe de família e um advogado. Lamentável.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Pedro Abad declara “guerra” em final contra o Vasco e convoca torcida: “Quero que lotem”

Em pronunciamento nas Laranjeiras, ao fim da tarde deste sábado, Pedro Abad se posicionou contrário à postura de Vasco, FERJ e Maracanã no que se refere à polêmica sobre o setor Sul. Ainda que indignado, confirmou a final para 17h deste domingo e convocou a torcida “à guerra”. Ficou decidido, enfim, que os tricolores serão alocados na Norte.

– O Fluminense não concorda em nada com a realização desse jogo. Não abrimos ponto de venda nas Laranjeiras. Mas quero chamar nosso torcedor à guerra amanhã. O time é mais importante que essa questão. Quero que vocês lotem aquele setor que não é o nosso. Quero vocês no estádio. Nós vamos ganhar esse jogo e vamos ser campeões – declarou, completando:

– Não estou pedindo ao nosso torcedor para brigar com ninguém. A guerra é dentro do campo. O nosso clube é o time de guerreiros. É guerra saudável. Temos seis anos de Fluminense x Vasco sem brigas. Torcida do Fluminense não é violenta.

Receoso de que haja confusões no entorno do estádio, o presidente promete responsabilizar judicialmente aqueles que “provocaram isso”. Ele acompanhou a reunião que ocorreu na sede da FERJ, nesta manhã, e deixou o local sem que se chegasse a um acordo. Mais cedo, Rubens Lopes, que comanda a entidade, assegurou a segurança dos torcedores.

– Se tiver briga, confusão, morte, podemos colocar a responsabilidade em cima das pessoas que provocaram isso. Que arquem. Nosso corpo jurídico já está preparado para isso – garantiu.

Após eliminar o Flamengo, quinta-feira, a equipe comandada por Fernando Diniz chega com moral para a decisão da Taça Guanabara, que prevê pênaltis em caso de empate. Os ingressos destinados à torcida do Fluminense não serão vendidos na sede do clube. Ou seja, apenas nas bilheterias 1 (a partir das 10h) e 4 (a partir das 13h) do Maracanã.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Alexandre Campello revela que FERJ e Maracanã asseguraram que vascaínos ocupariam a Sul

Ninguém sabe que torcida ocupará o setor sul do Maracanã na final da Taça Guanabara, às 17h deste domingo, embora tenham sido vendidos mais de 20 mil ingressos para o jogo. Com contrato com o Consórcio a seu favor, o Fluminense conseguiu, na sexta-feira, uma liminar que garante os tricolores à direita das cabines.

Por outro lado, a FERJ e o próprio Maracanã se comprometeram, nos encontros realizados durante a última semana, a destinar o espaço ao Vasco, sorteado como mandante. À imprensa, neste sábado, Alexandre Campello revelou que só topou levar a decisão ao principal estádio carioca por conta desta garantia.

– O Vasco tinha um posição clara. Se não ocupasse o setor sul, não jogaria no Maracanã. Levaríamos para o Engenhão ou para qualquer outro estádio. Mas foi dito pela federação e pelo consórcio que o mandante poderia escolher o lado. Só por isso aceitar o Maracanã – disse o presidente vascaíno.

Como não houve consenso entre os rivais acerca da polêmica, o mandatário da FERJ, Rubens Lopes, declarou que prezará pela segurança e respeito aos torcedores.

– Na tentativa da conciliação, a Federação de Futebol tentou acordo entre Vasco, Fluminense e Maracanã. Sem sucesso. Então, dois pilares nos levaram à conclusão, após consulta ao BEPE (Batalhão Especializado de Policiamento em Estádios) e ao Gaedest (Grupo de Atuação Especializada do Desporto e Defesa do Torcedor), através do promotor Marcos Kac: o cuidado com a segurança e o respeito ao torcedor devem ser mantidos.

Pedro Abad deixou a sede da entidade com a reunião ainda em andamento e não quis se pronunciar. Ele esteve acompanhado por Marcelo Penha e Roberta Fernandes, representantes jurídicos do clube.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Abad diz que Vasco quer “burlar” contrato entre Fluminense e Maracanã: “Absurdo”

Finalistas da Taça Guanabara, Fluminense e Vasco protagonizam a primeira polêmica do clássico marcado para 17h deste domingo, no Maracanã. Sem se envolver na discussão, o consórcio que gerencia o estádio apenas alega que não pode interferir na divisão das arquibancadas entre as torcidas, uma vez que o mando, definido em sorteio, é cruz-maltino.

– Outras vezes, essa discussão aconteceu e foi respeitado o contrato. Agora, por motivos que a gente não sabe, o Maracanã quer descumprir atendendo a uma posição do Vasco. O Vasco também sabe do contrato e quer burlá-lo – disse Pedro Abad, emendando:

– Coloquei claramente que não é assim. Ninguém pode fazer o que quiser. Não se pode ter contrato entre Maracanã e Vasco que tire o torcedor do Fluminense do Setor Sul.  O Maracanã está descumprindo uma determinação deliberadamente. É um absurdo.

Por sua vez, o presidente Abad relembra o contrato firmado entre o clube e o Maracanã em 2013. Após presenciar reunião na FERJ e se surpreender com o anúncio de que o rival iniciaria a venda de ingressos para o lado à direita das cabines de TV e rádio, ele, pessoalmente, comunicou o Consórcio.

–  O Fluminense tem um contrato que determina que qualquer time que o enfrente como mandante lá tem de respeitar o lado da torcida. Aliás, não é só o contrato. É uma decisão judicial, a liminar dada no processo que discute o contrato. Ela determinou que o aditivo quatro rege a relação. Há uma cláusula que diz que o Fluminense, mesmo como visitante, tem o direito de ter o seu torcedor no Setor Sul. Isso tem de ser cumprido – avisou.

Nas Laranjeiras, a diretoria recebeu um representante do Vasco, enviado para resolver o esquema da comercialização dos bilhetes para o jogo, mas reafirmou que não colocará os tricolores no espaço Norte. A ideia é levar o caso à Justiça.

– Não permitimos. Não vamos permitir que seja assim. O Fluminense não aceita. O regulamento não fala nada sobre o lado da torcida. O Vasco tem direito de escolher o campo que ele quiser jogar. E cabe ao Maracanã impedir que o Vasco faça a venda de ingressos do setor que cabe ao Fluminense. A ação judicial visa impedir que o nosso contrato com o Maracanã seja descumprido.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

 

Fluminense promete recorrer à Justiça por setor Sul do Maracanã em final contra o Vasco

Uma reunião na FERJ, nesta sexta-feira, decidiu que o Vasco, sorteado para ser o mandante da final da Taça Guanabara, ficará com o setor Sul do Maracanã no domingo. Nas redes sociais, o rival, inclusive, comunicou que prepara o início da venda de ingressos, uma ação que, segundo o LANCE!, serviria para garantir que os vascaínos ocupem a arquibancada à direita das cabines de rádio e TV.

Porém, o Fluminense, que não concorda em transferir sua torcida para um novo espaço, pretende usar a seu favor o contrato assinado em 2013 com o consórcio que gerencia o estádio. Na figura de Pedro Abad, o clube notificou o Maracanã sobre a polêmica e, se preciso, recorrerá à Justiça.

– Fluminense vai até o último recurso judicial para impedir isso. Inclusive com responsabilização ao Maracanã e ao Vasco. Isso gera uma confusão enorme, inclusive com risco de encontro de torcedores no mesmo setor do estádio. O Vasco será responsável se houver alguma confusão – declarou o presidente, completando:

– O Vasco pode mandar o jogo em outros estádios ou pegar o Setor Norte do Maracanã. O que não pode é desrespeitar o contrato do Fluminense. O Vasco tenta forçar isso. Nós vamos brigar judicialmente quanto a isso e será uma briga ferrada. Até as últimas consequências.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Pedro Abad quer poupar Ganso no Carioca e planeja estreia na Sul-Americana

Anunciado na quinta-feira, Paulo Henrique Ganso não deve ser atração no Campeonato Carioca. Após polêmica no clássico contra o Vasco, neste sábado, Pedro Abad revelou que pensa em pedir a Fernando Diniz que não escale o craque no torneio.

– A gente acabou de fazer uma contratação importante (Ganso), mas pretendo não estreá-lo no Campeonato Carioca, usar o mínimo possível – disse.

A ideia, segundo o presidente, é promover a estreia do camisa 10 na Sul-Americana. O primeiro jogo no mata-mata internacional está marcado para 13 de fevereiro, no Maracanã, frente ao Antofagasta.

– Vamos focar na Sul-Americana, na Copa do Brasil, fazer uma festa bonita para o Ganso na Sul-Americana. No Campeonato Carioca, a gente usa time reserva, alternativo… Vamos esquecer isso. Pelo jeito, não é para o Fluminense, não. 

Com chegada ao Rio prevista para este domingo, o meia deve ser apresentado no início da próxima semana.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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