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Polícia prende cambista com ingressos do jogo entre Fluminense x Corinthians

Foto: Divulgação

Policiais do Batalhão Especial de Policiamento em Estádios (BEPE) prenderam na tarde desta quarta-feira (28), cinco cambistas que vendidam ingressos para os jogos de Fluminense e Flamengo no Maracanã, nos próximos dias.

A operação teve início nesta quarta-feira(28) e tem o intuito de coibir a venda ilegal de ingressos.

As investigações tiveram inicio a partir de dados levantados pelo setor de inteligência da PM.

Logo neste primeiro dia de ação, os agentes apreenderam 22 bilhetes, sendo 19 deles gratuidades, que eram vendidos nos arredores do Maracanã.

Dos 22 ingressos, 17 eram para o jogo do Flamengo e cinco para o do Fluminense.

Além das entradas, os policiais apreenderam cerca de R$ 2.836,00 em espécie, nas mãos dos cambistas, além de uma folha de cheque em branco e um cartão sócio torcedor, ambos em nome de terceiros.

Em tumulto, torcedores se machucam e são encaminhados a hospital

A ordem judicial que previa portões fechados no Maracanã, que sediou a final da Taça Guanabara, seria cumprida, após o juiz do JECRIM (Juizado Especial Criminal) vetar documento que contrariava o estabelecido. Contudo, os vascaínos, barrados nos acessos às arquibancadas, confrontaram a Polícia no local e deram início a um enorme tumulto. Reação se deu, por exemplo, com bombas de efeito moral e gás de pimenta.

Aos 30′ do primeiro tempo, com um cenário um pouco mais tranquilo, o desembargador Andre Emílio Ribeiro permitiu a entrada do público para assistir ao clássico vencido pelo Vasco por 1 a 0. FERJ anunciou 29 mil presentes.

– É uma vergonha para o futebol, para a sociedade, para as torcidas. Jogar uma parte da final da Taça Guanabara para depois chegar a torcida no meio do jogo é uma coisa vexatória – disse Fernando Diniz.

Foram 29 torcedores socorridos na confusão generalizada desta tarde. Destes, dois – um com ombro deslocado e outro ferido na perna por bala de borracha – precisaram ser levados ao Hospital Souza Aguiar, no Centro. Seus nomes não foram revelados.

Preocupado com o clima que se desenhava para o duelo, a PM optou por aumentar o efetivo que atuaria na região.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Policiais e funcionários do Maracanã perguntam à imprensa se portões serão liberados aos torcedores

O presidente vascaíno, Alexandre Campello, decidiu assumir risco processual e abrir os portões do Maracanã na final da Taça Guanabara, contrariando ordem judicial. O acesso ao estádio, segundo o Vasco, seria liberado às 15h, o que, por ora, não ocorreu, visto que há trâmites burocráticos em andamento. Depende ainda de um documento, conforme informado pelo JECRIM.

Pouco depois de confirmada a presença das torcidas no clássico deste domingo, a jornalista Aline Nastari, do Esporte Interativo, flagrou policiais e funcionários do estádio perguntando à imprensa se os portões seriam mesmo abertos. Ela classificou o situação como uma “confusão só”.

No momento, os torcedores de ambos os times seguem chegando ao local. Para o Cruz-Maltino, as bilheterias 2 e 3 estão funcionando, mas com filas grandes. Para o Tricolor, nenhuma informação quanto à venda de ingressos.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

 

Polícia ameaçou chefes de organizadas e diretores com mandados de prisão para impedir protestos

Palco da FluFest, a sede do Fluminense, aniversariante do sábado, completando 116 anos, viu protestos intensos em junho e julho, em razão da inconformidade de torcedores com a gestão de Pedro Abad. Nas redes sociais, alguns combinavam um ato contra a diretoria no dia do evento, o que, para um segurança ouvido pela reportagem, está descartado. Ele explica que, durante esta última semana, a Polícia entrou em ação para impedir que haja tumulto no clube. 

– Pelo que soube, vieram policiais com mandados de prisão para chefes de organizadas e para esses diretores que gostam de chamar a torcida para protestar. Levaram até para a delegacia. Se vierem, serão presos. Acho que não vão ver fazer nada, não – disse, em conversa com o Canal FluNews.

Torcedor passa por revisa na entrada. (Foto: Nicholas Rodrigues/Canal FluNews)

Até para dar maior tranquilidade para as famílias que virão à FluFest, a segurança foi reforçada. São dezenas de seguranças espalhados pela sede. Só na entrada são, pelo menos, doze. Além de quem trabalha para o Fluminense, há empregados da Unipaz, parceira do clube em jogos fora do Maracanã. 

Quatro profissionais estão logo na entrada da social e realizam a revista das pessoas que começam a chegar. 

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 Saudações Tricolores,                                        Nicholas Rodrigues.

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