fbpx

Candidato à presidência, Marcelo Souto responde sobre possível junção de chapas

Foto: Arquivo Pessoal

Motivado sobre uma entrevista em que o ex aliado de Celso Barros, Ademar Arrais, concedeu ao Canal Flunews, onde cobrava uma junção dos grupos políticos de dentro do clube, um dos candidatos à presidência do Fluminense, Marcelo Souto, enviou uma resposta ao Canal explicando o motivo da manutenção de sua candidatura.

Na resposta, Marcelo, fala de “não repetir os erros do passado” para justificar a sua ideia de não unir forças.

Acompanhe o comunicado na íntegra:

Caro Ademar,
na última quinta-feira fui surpreendido com um citação a uma possível conversa e abertura para uma coligação a chapa do pré-candidato Tenório, através de entrevista ao
Canal Flunews.

Gostaria de dizer a você, a quem considero e tenho muito apreço nessa caminhada pela luta a reerguer o verdadeiro Fluminense, o qual todo torcedor do Fluminense almeja, não cometa os mesmos erros que meu grupo cometeu. Sobre o pretexto de evitar que determinadas pessoas chegassem ao poder para uso e benefício próprio, e acreditando numa união com gestão compartilhada nos unimos com o que há de pior dentro do clube. Grupos que querem a perpetuação desse modelo falido, feudos que querem manter seu prestígio e suas benécias.

No último sábado vi pessoas boas tentando me convencer a voltar a cometer o mesmo erro.
Aprendi com os erros, e divido aqui com você. Amigo, errei como líder do meu grupo, acreditei no que você está acreditando nesse momento. Para isso existem os amigos, alerto a você e a todos os outros.

Agradeço o convite a uma possível conversa para coligação da chapa do Tenório composta com que o há de pior dentro do clube, e retribuo o convite a você e todos aqueles que conversaram comigo nas Laranjeiras no último sábado: venham fazer história do nosso lado, venham resgatar o verdadeiro Fluminense, venham livrar o clube dessas malditas amarras, venham combater o bom combate. Se por acaso Deus nos reservar a derrota, nos dará o fardo glorioso de cair em pé, com a cabeça erguida.

Cada dia que passa a torcida tricolor entende quem faz mal ao clube, há poucos dias atrás o “Pequeno Príncipe” fez gesto para um desses grupos, e a repercussão foi horrível. Desconsertado teve que criar um novo post para apagar o incêndio criado, nesse novo post diz que os esportes olímpicos serão autossustentáveis com uso de recursos de leis de incentivo. Será que o pré-candidato não sabe para ter direito a isso, o clube precisa ter as CNDs que não as detém e tão pouco as conseguirá em médio prazo de tempo? Será que desconhece que houve mudança na estrutura do ministério dos esportes, e que na prática estão aprovando menos projetos e com isso, usando menos dinheiro público? Ou será que vale a pena propagar a desinformação e o estelionato eleitoral?

Enquanto nós torcedores somos enganados com essa baboseira eleitoral o clube sangra, mais de 10 M negativos ano de quem arrecada 20 M, até quando aguentaremos isso? Até quando sairá dinheiro do Futebol para cobrir esses passivos?

Encerro esta minha carta a vocês torcedores e sócios do clube, o Fluminense não suporta mais esse modelo. Precisamos olhar para a frente, e focar na nossa razão de existir desde o tempo da nossa fundação, com o jovem Oscar Cox, o Fluminense Football Club. Esse é o verdadeiro Fluminense. Lutaremos até o fim.
Saudações Tricolores.
Pré-candidato Marcelo Souto.
Presidente do Esperança Tricolor
.

Dia D na política Tricolor: Tenório e Xerez devem anunciar junção de chapa

Faltando pouco mais de um mês para as eleições no Fluminense, dois postulantes ao cargo devem unirem suas forças.

O empresário Ricardo Tenório, da chapa Libertadores e o deputado Ayrton Xerez, da chapa Resgate Tricolor, devem formalizar a união das chapas ainda nesta terça-feira (07) após passarem o final de semana costurando a aliança.

Uma reunião na noite da última segunda-feira (06) ficou definido que Ricardo Tenório seguirá como cabeça de chapa, porém, Ayrton Xerez, não deve vir a vice como vinha se desenhando.

Um comunicado deve ser enviado à imprensa informando a junção que tem como premissa uma visão empresarial, buscando profissionalizar a gestão com a ideia de profissionais gabaritados e competentes em suas respectivas áreas.

De acordo com informações obtidas pelo Canal Flunews, a “nova chapa” ainda deve ganhar o apoio do grupo Ideal Tricolor, que tem como um dos líderes, Ademar Arrais, um dos pilares da campanha de Celso Barros nas eleições de 2016.

Após sair do Triunvirato, Tenório lança candidatura á presidência do Fluminense

Foto: Douglas Wandekochen/Canal Flunews

O empresário Ricardo Tenório, 56 anos lançou sua candidatura à presidente do Fluminense.

Em coletiva realizada na tarde desta terça-feira (30), no escritório de Jackson Vasconcelos – responsável pela – o empresário lançou a candidatura pela chapa “Libertadores”, que de acordo com o próprio candidato, o nome remete a ideia de libertar os clube das amarras e não a Copa Libertadores da América:

É claro que a Libertadores é um sonho de todo Tricolor. Mas o nome da chapa é muito mais do que isso. É a ideia de libertar o clube dessas amarras, da falta de transparência, planejamento e governança – explicou Tenório.

O candidato ainda respondeu sobre administração do Maracanã, Revitalização de Laranjeiras e até mesmo a aquisição de um novo estádio:

O Maracanã é a casa do Tricolor. Claro que assim que entrarmos iremos reavaliar o contrato, pois temos que gerir de igual pra igual seja com o Flamengo ou qualquer outro clube – disse o empresário, que não descartou uma possível revitalização de Laranjeiras:

É importante que haja uma reforma, desde que para isso não gere gastos ao Fluminense. Ali é a história do futebol – afirmou.

Respondendo sobre uma possível construção de estádio, Tenório destacou a importância de ouvir o torcedor:

Para a construção de um estádio próprio, tem que se analisar, consultar o torcedor, jogadores. Vê se o local da alternativas. Temos um projeto do Pedro Antônio no Parque Olímpico, posso avaliar – explicou Tenório.

O candidato também explicou sobre sua saída do chamado Triunvirato, que era formado por ele, Mário Bittencourt e Celso Barros:

– Tenho uma relação ótima com os dois, mas perdeu a essência. Acredito que estou mais capacitado para gerir o clube. Não houve nenhuma ruptura ou briga pessoal, mas acho que o Fluminense precisa de alguém diferente e acho que sou o mais capacitado para isso – concluiu o candidato.

Com data da eleição já confirmada, semana deve ser de oficialização de candidaturas

Foto: Mailson Santana/ FFC

Com a data das eleições no Fluminense já confirmada para o dia 8 de junho, a semana deve ser marcada pela oficialização dos candidatos ao pleito.

Pelo cenário de momento no clube, se desenha para uma candidatura de Mário Bittencourt, advogado e ex vice de futebol do clube. Bittencourt deve vir como cabeça de chapa do grupo Tricolor de Coração e, deve ter em Celso Barros como aliado e possível vice.

A dúvida no entanto fica por conta do adversário da dupla, onde podemos ter dois ou três candidatos ao pleito, isso por que, Ricardo Tenório que fazia parte do grupo Tricolor de Coração e anunciou sua saída no último mês procura ainda aliados – entre eles, Pedro Antônio, idealizador do CT – para enfim montar sua chapa, e, Ayrton Xerez, que já manifestou o interesse em se lançar a candidato, mas não descarta uma união com Tenório.

– O Tenório é uma belíssima pessoa do nosso contato frequente. A gente tem estado junto, conversamos. Ele ama o Fluminense também, mas me parece que ainda não tem um projeto para salvar o clube. Acho que estou um pouco mais avançado nas nossas tratativas. Agora, é claro que não está descartada nenhuma união. Eu fui político, e o diálogo é saudável para encontrar ponto de convergência de ideia. Essa briga tolinha de grupelhos é uma tolice. O Fluminense precisa recuperar o seu território ou não haverá nação tricolor – disse Xerez ao site Globoesporte.com.

Vale destacar no entanto que para lançar a candidatura, o eventual candidato deve obter 200 assinaturas de sócios titulares dos planos proprietários e contribuintes que tenham mais de um ano de associado e com a mensalidade rigorosamente em dia.

Vale destacar ainda que não pode haver uma assinatura com o mesmo nome em chapas diferentes. Caso isso ocorra o sócio é eliminado e não poderá participar de nenhuma das chapas.

TRE-RJ aprova urna eletrônica e Fluminense deve ter data da eleição definida essa semana

Foto: Nicholas Rodrigues/Canal Flunews

Após ter aprovado pelo TRE-RJ o pedido para utilização das urnas eletrônicas nas eleições do clube, o Fluminense deve anunciar até o final dessa semana a data exata do novo pleito. Data essa que deve ser confirmada entre o final de maio e início de junho.

De acordo com informações obtidas pelo Canal Flunews, o TRE-RJ disponibilizará ao clube até a próxima terça-feira (16) as datas que o Fluminense terá a sua disposição as urnas eletrônicas.

Com a data em mãos, o clube definirá até o fim da semana o dia exata do pleito. Podendo esse acontecer como já informou o presidente da Assembléia do Clube, Fernando Leite, em entrevista exclusiva ao Canal Flunews, até a primeira quinzena de junho. Já se sabe no entanto conforme noticiado pelo portal O Lance !, que elas só estarão disponíveis a partir de 8 de junho. A razão é a votação para prefeito em Iguaba Grande, marcada para o dia 2 de junho, cujo TRE estará concentrado.

Como já foi informado também em primeira mão pelo Canal Flunews, a eleição deve ser disputada pelo cenário de momento por dois candidatos: Mário Bittencourt, que deverá ter o apoio de Celso Barros, pela grupo Tricolor de Coração, e, Ricardo Tenório ex integrante do grupo, mas que anunciou sua saída e chegada como um no forte na briga para assumir a cadeira de presidente Tricolor.

Fim do triunvirato: Ricardo Tenório anuncia fim de aliança com Celso Barros e Mário

Foto: Nicholas Rodrigues/Canal FluNews

Tido pelos opositores como solução para o grande problema político do Fluminense, o triunvirato formado por: Celso Barros, Mário Bittencourt e Ricardo Tenório, chegou ao fim com Tenório anunciando a saída da chapa.

Em comunicado por escrito, o ex integrante do trio deixou claro que embora a oposição os apontasse como solução, a chapa ainda deixava por desejar em vários quesitos, até mesmo como a definição do candidato a presidente. Outros deles, Tenório deixou bem explicado no comunicado:

Veja o comunicado na íntegra:

Tenho pelo Fluminense uma paixão infinita e sempre que fui solicitado, ajudei o clube, como fiz em 2009, quando assumi a vice-presidência de futebol com o time praticamente rebaixado, conseguindo uma reação histórica com o chamado “Time de Guerreiros”.

Todos nós tricolores temos um profundo sentimento de gratidão com o que o Dr. Celso Barros fez pelo clube quando era Presidente da nossa antiga Patrocinadora, bem como reconheço o trabalho feito pelo Dr. Mario Bittencourt como advogado do nosso clube.

O Fluminense atravessa a maior crise da sua história e entendo que só conseguiremos superar este momento com união e sob o comando de alguém que tenha independência financeira, não tenha nenhuma relação econômica com o clube, consiga pacificar o cenário político e principalmente promova com austeridade uma gestão com governança profissional e transparência.

Nesse momento comunico o meu desligamento do chamado triunvirato, por entender que estes objetivos não serão alcançados.

Continuo, como sempre, a disposição do Fluminense.

Saudações Tricolores

Ricardo Tenório

Nova eleição no Fluminense ainda segue sem previsão

Foto: Canal Flunews

Marcação do pleito só pode ocorrer após o registro da ata da AGE.

Quase dois meses após a realização da Assembléia Geral, na qual foi definida a antecipação das eleições no Fluminense, a data do novo pleito ainda segue sendo um grande mistério.

Necessitando do registro da ata da AGE no cartório para só depois marcar a eleição, o clube segue encontrado dificuldades para tal. Após ser dada como certa o registro, o presidente do conselho, Fernando Leite, teve de assinar uma nova exigência do cartório, fazendo com que desta forma o registro fosse postergado.

Por mais que haja uma pressão para marcação de uma nova eleição, Fernando Leito deixou claro que o novo pleito só será marcado quando estiver tudo legalizado.

Não basta a troca de presidente, tem que pensar no dia seguinte


foto: Divulgação

É de conhecimento geral que o Fluminense passa por uma das maiores crises de sua centenária história. Contudo, para retornar o caminho das glórias requer uma série de medidas que
transformem a realidade, em todos os seus aspectos, para garantir a sua
perenidade, em consonância com a história vitoriosa do clube.

E essa tarefa não será simples, muito pelo contrário, será árdua e que precisará contar com a união de todos os tricolores.


O decálogo abaixo não pretende ser exaustivo, mas um guia sugestivo
para as próximas gestões do que virão a comandar o Fluminense FC.


1- Profissionalização da gestão do clube e uma Revisão do Estatuto

  • Implantação do Conselho de Administração
  • Contratação de Executivos para gestão das Unidades de Negócio
  • Contratação de C.E.O
  • Implantação de Processo de Governança, que possibilite a tomada de decisão colegiada

2- Equacionamento da dívida financeira

  • Renegociação dos passivos tributários e trabalhistas;Renegociação com fornecedores
  • Renegociação com os agentes dos jogadores

3- Reativação da sede social

  • Modernização dos bares e restaurantes
  • Revitalização do parque aquático
  • Retomada de shows e eventos culturais

4- Fortalecimento do Esporte Olímpico

  • Independência de gestão
  • Apoiar as escolinhas
  • Busca de patrocínio para , pelo menos, três modalidades que permitam competir para a subida ao pódio em nível nacional
  • Construção de um novo Ginásio

5- Modernização do Estádio das Laranjeiras

  • Jogos de porte menor
  • Viabilização de arena para 15.000 expectadores


6- Valorização do Parque das Laranjeiras ( Xerém)

  • Investimento na Estrutura Física
  • Incremento na captação de novos valores
  • Transparência nos direitos federativos
  • Gestão na fase de profissionalização, sendo o time principal o canal preferencial para aproveitamento
  • Reavaliação dos projetos existentes

7- Modernização do marketing

  • Gestão da marca
  • Utilização intensiva da internet no relacionamento com os torcedores
  • Streaming dos jogos ( futebol e olímpico) fora do circuito comercial

8- Atração de investidores e patrocinadores

  • Estudo para estabelecer o Fluminense SA
  • Busca do patrocínio máster
  • Busca de parceiros para utilização das dependências do clube nas Laranjeira

9- Redução de custos operacionais

  • Otimização do uso dos ativos ( Laranjeiras, Xerém e CT)
  • Conclusão do Centro de Treinamento
  • Estabelecimento de política salarial para os funcionários
  • Reavaliação dos serviços terceirizados
  • Uso intensivo das tecnologias de informação na gestão e no contato com sócios e torcedores

10 – Formação de time profissional competitivo para 2020, através da contratação de uma Comissão Técnica reconhecida e renomada

  • Implantação de Sistemas Constantes de avaliação
  • Modernização do sistema de gestão do futebol
  • Contratação de uma espinha dorsal para o time profissional com jogadores reconhecidos e respeitados nacionalmente
  • Utilização ampla das divisões de base na constituição do elenco

Texto enviado por: Frente Ampla Tricolor

Clima esquenta no Tricolor com grupos políticos deixando a gestão Abad

Após saída da MR21, grupo Unido e Forte também deve deixar a gestão.

O clima na política Tricolor esquenta a cada dia que passa. Depois de abriraos do dinheiro referente à venda de Diego Souza e dispensa de jogadores ser considerada equivocada, um racha entre os grupos da atual gestão parece eminente.

A  Mr21 foi o primeiro a deixar a gestão, e o grupo Unido e Forte deve ser o próximo, uma vez que seus componentes entraram em rota de colisão com Abad e, a relação com o presidente é a pior possível. Cacá Cardoso (Vice presidente), Diogo Bueno (Financeiro), Sandor Hagen (Marketing) e Pacha (Jurídico) estariam estremamente insatisfeitos com o presidente Pedro Abad, onde se sentem boicotados pelo mandatário Tricolor. Outra insatisfação, é que no entendimento dos dirigentes, Abad não vêm cumprido com alguns acordos e o grupo acaba sendo responsabilizado pelos erros cometidos por Abad e Marcelo Teixeira.

Caso aconteça realmente o racha entre os grupos, pode deixar exposta muitas situações internas do clube.

Os prossiga dias prometem esquentar ainda mais o clima no Laranjal.

 

ST,

Douglas Wandekochen

Top