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Prazo para pagamento do Profut é estendido pelo Governo

O Ministério da Economia publicou, nesta terça-feira (12), a prorrogação do prazo de pagamento do Programa de Refinanciamento Fiscal do Futebol Brasileiro (Profut). A medida atinge os meses de maio, junho e julho e visa diminuir os efeitos da pandemia do novo coronavírus para os clubes.

Agora as prestações, que sempre são pagas no último dia útil de cada mês, foram reorganizadas da seguinte forma: a parcela de maio poderá ser paga até o último dia de agosto. A de junho até o fim de outubro e a de julho até dezembro deste ano. Essa alteração não gerará juros aos clubes.

– Temos acompanhado de perto as consequências da paralisação das competições pelo país. As receitas de bilheteria zeraram e outras fontes de renda dos clubes, como sócio-torcedor e patrocínios, diminuíram drasticamente. Por isso, foi importante tomarmos medidas para dar um alívio aos clubes – afirmou o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni.

A discussão ainda seguirá no Congresso. Isso porque há a tentativa de prorrogar os prazos por um ano por meio da edição de um Projeto de Lei. O Governo Federal ainda estuda propostas de flexibilização da Lei Pelé, do Estatuto do Torcedor e do próprio Profut.

Instituído em 2015 para que entidades desportivas profissionais parcelassem seus débitos com a União, o Profut é um programa administrado pela Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB) e pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).

Confira a lista dos 10 clubes que mais possuem dividas com a União

1.Corinthians: R$ 737,7 milhões
2.Atlético-MG: R$ 356,5 milhões
3.Vasco da Gama: R$ 256,5 milhões
4.Botafogo: R$ 251,6 milhões
5.Flamengo: R$ 224,2 milhões
6.Confederação Brasileira de Vela e Motor: R$ 219,8 milhões
7.Fluminense: R$ 173,8 milhões
8.Guarani: R$ 141,5 milhões
9.Internacional: R$ 130,1 milhões
10.Palmeiras: R$ 88,3 milhões
(Fonte: Isto é – 20/02/2020)

Fonte: Lance!

Fluminense atrasa documento, e Pedro Abad pode ser afastado da presidência

O Fluminense atrasou a publicação do balanço financeiro de 2017, prevista para acontecer até 23h59 desta segunda-feira. Foi o único, entre os grandes do Brasil, a descumprir a norma. O erro pode causar até o afastamento de Pedro Abad.

Para tentar corrigir a falha, o clube postou um documento incompleto, com apenas duas páginas, à 0h35. Faltaram, ainda, a análise do Conselho Fiscal, assinatura de dirigentes e uma empresa independente que auditasse os números. Os requisitos são obrigações por lei.

Em razão da demora e da entrega de um balanço inconcluso, o Fluminense pode sofrer sanções previstas no Estatuto do Torcedor. Uma delas, a saída do presidente Abad.

O clube, por sua vez, corre o risco de ser retirado do Profut, o programa de parcelamento de dívidas com a União. A fiscalização pode ser feita pelo Ministério Público ou pelo Apfut, responsável por monitorar as obrigatoriedades das agremiações.

A dívida, em comparação com o ano de 2016 (R$ 575 milhões), aumentou consideravelmente: agora é de R$ 652 milhões.

Veja imagens do que foi divulgado:

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: UOL

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