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Grupo invade CT e cobra jogadores em meio a treino do Fluminense

Ameaçado pelo rebaixamento no Campeonato Brasileiro e eliminado da Sul-Americana, o Fluminense vive uma semana decisiva para seu futuro e, principalmente, tensa. Quinta-feira, houve a demissão de Marcelo Oliveira e, durante reunião do Conselho Deliberativo, um pequeno protesto nas Laranjeiras. Nessa sexta-feira, ocorreu, ainda, uma invasão ao Centro de Treinamento, na Barra da Tijuca.

Fábio Moreno, que assume o comando técnico no jogo contra o América-MG, domingo, acompanhava o aquecimento dos jogadores quando, de repente, cerca de 30 torcedores apareceram para reclamar da má campanha que o clube vem fazendo. Faz mais de um mês que os tricolores não comemoram um gol.

À espera desde cedo no portão do local, o grupo exigiu a permanência na primeira divisão, que depende, ao menos, de um empate na 38ª rodada, e bradou, por exemplo, que “Isso aqui é Fluminense!”. Até mesmo jornalistas, que estavam se retirando do campo, uma vez que a atividade seria fechada, foram ameaçados.

Seguranças tentaram conter os ânimos, mas a ação durou mais de meia-hora. Júlio César, Gum e Digão, líderes do elenco, conversaram com os responsáveis pela confusão, assim como o técnico interino e Paulo Angioni, único representante da diretoria presente. Rodolfo também ajudou a acabar com o tumulto.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

 

Protesto reúne cerca de 30 torcedores, e Flusócio se ausenta em peso de reunião do Conselho

Combinado nas redes sociais, o ato de repúdio à gestão de Pedro Abad reuniu apenas 30 torcedores nas Laranjeiras. Houve, inclusive, uma comparação entre o presidente e Luiz Fernando Pezão, governador do Rio de Janeiro preso nesta quinta-feira. “Não é mole, não. Quem rouba mais, o Abad ou o Pezão?”, cantaram os presentes. Na passarela em frente à Universidade Santa Úrsula, os tricolores estenderam duas faixas com pedidos pelas saídas de Abad e da Flusócio, grupo que o elegeu em 2016.

A fim de impedir maiores problemas, o Fluminense reforçou a segurança, como vem fazendo nos desembarques do elenco, e contou com o suporte de duas viaturas da Polícia Militar, com três policiais em cada.

Enquanto acontecia o protesto, acompanhado até de carro de som, 40 conselheiros presenciaram mais um encontro do Conselho Deliberativo. Embora tenha sido a principal razão da convocação da reunião ordinária, o planejamento do futebol para 2019 acabou não sendo apresentado, uma vez que o vice-presidente da pasta, Fabiano Camargo, não compareceu ao local. Aliás, nenhum membro da Flusócio assistiu à reunião, informaram pessoas que acessaram o Salão Nobre.

Ocorreu a eleição de Walcyr Borges (ligado ao Pró-Flu, de oposição), com 36 votos, para o cargo de primeiro secretário de mesa, vago desde o falecimento de Heleno Sotelino. De acordo com o apurado pelo Canal FluNews, Nilton Gibaldi Filho (ligado ao Esportes Olímpicos, de situação) concorreria ao posto, mas retirou a pré-candidatura na segunda-feira. Ele também não esteve presente, por estar em Porto Alegre representando o Fluminense em um campeonato internacional.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

 

Fluminense se resguarda contra cobranças da torcida em desembarque silencioso no Rio

Os jogadores saíram de Salvador na madrugada desta sexta-feira, depois de mais uma derrota no Campeonato Brasileiro, agora para o Bahia, por 2 a 0, na Fonte Nova. A chegada ao Rio de Janeiro aconteceu nas primeiras horas da manhã e, apesar do temor da diretoria, sem protestos de torcedores. Há seis jogos sem vencer ou marcar gols, o time passou pela imprensa em silêncio, o que ocorre desde o fim do duelo de quinta-feira.

Na intenção de promover um desembarque tranquilo, o clube acionou cerca de dez seguranças particulares para acompanhar a delegação no aeroporto do Galeão. Nas redes sociais, o que mais se vê são reclamações sobre a crise que assola Laranjeiras. Segunda-feira, inclusive, quando do empate com o Ceará, houve pichações nos muros da sede e até um bate-papo entre dois representantes de organizadas e líderes do elenco, como Gum, Júlio César e Digão.

Em um momento decisivo da temporada, os salários atrasados se somam a uma péssima campanha e ao risco de rebaixamento. Problemas que provocaram nos atletas um semblante cabisbaixo no retorno à Cidade Maravilhosa. Eles mesmos confessam o incômodo pela falta de pagamento.

A comissão técnica liberou os jogadores que estiveram em campo nesta rodada, em razão do desgaste pela viagem. Apenas os reservas treinarão durante a tarde. Deste modo, a entrevista coletiva com Sornoza, marcada para 17h, acabou sendo cancelada. Com 42 pontos e a quatro do Z-4, o Fluminense tem pela frente um encontro com o Internacional, domingo, no Beira-Rio.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com / Foto: Leonardo Achão

Após novo tropeço, Ayrton Lucas dispara contra a torcida: “As vezes parece que torcem para que a gente vá mal.”

Grupo se mostrou incomodado com os frutos de “time sem vergonha” vindo das arquibancadas.

Após mais um tropeço do Fluminense, que empatou sem gols contra o Ceará na noite da última segunda-feira (19) no Maracanã, a torcida ignorou o fato do elenco estar com os salários atrasados e cobrou uma postura mais agressiva dos jogadores dentro de campo.

Insatisfeita após a partida apática do clube que culminou com o empate, os 6.435 torcedores presentes no estádio gritaram: “time sem vergonha” ao final do jogo.

O protesto incomodou grande parte dos jogadores que questionaram a atitude. Ayrton Lucas por exemplo, levantou a hipótese dos torcedores estarem contra o próprio time:

– As vezes passa pela nossa cabeça que a torcida torce para que a gente vá mal para, quando acabar o jogo, ter o direito de cobrar. Mas não é assim. Sempre estamos buscando a vitória – disse o lateral.

Apesad de ter sido considerado um mal resultado, o ponto ganho diante do Ceará praticamente elimina as chances de queda do Fluminense para a Série B.

 

foto: Lucas Merçon

“Paguem os salários”: torcedores picham muro da sede do Fluminense em ato contra o presidente

Chegou ao fim a paciência da torcida com a diretoria do Fluminense. A crise, que nasceu de problemas que vão desde salários atrasados à queda de rendimento no Brasileirão, levou torcedores a pichar os muros da sede, nas Laranjeiras, na madrugada desta terça-feira. Mais cedo, o time teve nova atuação ruim e manteve o 0 a 0 com o Ceará, no Maracanã. Os xingamentos foram direcionados ao Pedro Abad, chamado de “caloteiro”, e à Flusócio e lembraram, principalmente, a realidade financeira do clube, que deve dois meses de salários na CLT e mais cinco meses de DIs aos jogadores. “Paguem os salários”, escreveram.

Pichações nos muros das Laranjeiras — Foto: André Durão
Pichações nos muros das Laranjeiras — Foto: André Durão

Os protestos se estenderam ao Conselho Deliberativo, classificado como “covarde”, e mesmo a um dos líderes da Flusócio, Danilo Félix. Além da política conturbada e da dificuldade em honrar compromissos com o elenco e com ex-jogadores (especialmente com aqueles que foram dispensados ao fim do ano passado), o Fluminense passa por uma sequência de cinco jogos sem vencer e, inclusive, sem nem marcar gols. 

Pichações nos muros das Laranjeiras - Fluminense — Foto: André Durão
Pichações nos muros das Laranjeiras – Fluminense — Foto: André Durão

A polêmica do desentendimento entre Paulo Angioni e Marcos Júnior, no vestiário da goleada para o Palmeiras, e o clima tenso nos bastidores vieram à tona justamente a uma semana da principal partida da equipe na temporada, diante do Atlético-PR, pela Sul-Americana. Este duelo, que decide o finalista do torneio, acontece dia 28, no Rio, e teve seu espaço no ato de tricolores nesta semana. 

Pichações nos muros das Laranjeiras, sede do Fluminense — Foto: André Durão
Pichações nos muros das Laranjeiras, sede do Fluminense — Foto: André Durão

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Com desistência de protesto, torcedores deixam recado para Pedro Abad na FluFest

Inconformados com a gestão de Pedro Abad, torcedores combinavam, desde junho, nas redes sociais, um protesto no dia da FluFest, em frente às Laranjeiras. No entanto, a Polícia emitiu mandados de prisão contra chefes de organizadas e conselheiros e, em acordo com os idealizadores do ato, impediu possíveis transtornos durante o evento de sábado que reuniu centenas de tricolores.

Ao longo do dia na sede, vigiada por dezenas de seguranças, principalmente na entrada, tudo seguiu com tranquilidade e sem quaisquer indícios de manifestação. A poucas horas da festa no Salão Nobre, entretanto, torcedores expressaram sua indignação e, numa calçada de frente para o portão do clube, deixaram, em faixa, um recado para o presidente. No mesmo local estava uma viatura. A outra estava no acesso à Rua Álvaro Chaves.

Além dos seguranças do Fluminense, havia quatro profissionais da Unipaz que revistavam as pessoas que entravam na sede. Os funcionários na portaria colocavam uma pulseira nos visitantes, uma novidade em relação aos três anos anteriores.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Polícia ameaçou chefes de organizadas e diretores com mandados de prisão para impedir protestos

Palco da FluFest, a sede do Fluminense, aniversariante do sábado, completando 116 anos, viu protestos intensos em junho e julho, em razão da inconformidade de torcedores com a gestão de Pedro Abad. Nas redes sociais, alguns combinavam um ato contra a diretoria no dia do evento, o que, para um segurança ouvido pela reportagem, está descartado. Ele explica que, durante esta última semana, a Polícia entrou em ação para impedir que haja tumulto no clube. 

– Pelo que soube, vieram policiais com mandados de prisão para chefes de organizadas e para esses diretores que gostam de chamar a torcida para protestar. Levaram até para a delegacia. Se vierem, serão presos. Acho que não vão ver fazer nada, não – disse, em conversa com o Canal FluNews.

Torcedor passa por revisa na entrada. (Foto: Nicholas Rodrigues/Canal FluNews)

Até para dar maior tranquilidade para as famílias que virão à FluFest, a segurança foi reforçada. São dezenas de seguranças espalhados pela sede. Só na entrada são, pelo menos, doze. Além de quem trabalha para o Fluminense, há empregados da Unipaz, parceira do clube em jogos fora do Maracanã. 

Quatro profissionais estão logo na entrada da social e realizam a revista das pessoas que começam a chegar. 

Canal FluNews acompanha, direto de Laranjeiras, tudo da FluFest de 2018. Você confere os detalhes, em momento real, em nossas redes sociais. 

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 Saudações Tricolores,                                        Nicholas Rodrigues.

Fluminense leva imagens de protesto ao MP e se resguarda de tumulto na FluFest

A tentativa de invasão à sede, na terça-feira, durante reunião do Conselho Deliberativo, foi, em nota, repudiada pelo Fluminense. As ações praticadas nos arredores de Laranjeiras, como arremesso de bombas e pedras e queimada de lixeiras, foram filmadas. O clube usará as imagens para denunciar o ocorrido ao Ministério Público, encarregado de investigar os envolvidos no episódio.

Nas redes sociais, há indícios, praticamente confirmados, de possível protesto na FluFest 2018, marcada para o dia 21 de julho, aniversário de 116 anos do clube. A festa acontecerá na sede do Fluminense e contará com a presença de centenas de torcedores, que viabilizaram o evento, via crowdfunding. Com o objetivo de impedir novas e maiores confusões, a diretoria afirma já estar se precavendo e deixou as autoridades policiais em alerta.

O clube também entregou às autoridades já mencionadas material contendo ameaças, intimidações e incitações à violência relacionadas a eventos sociais futuros na sede tricolor – diz o pronunciamento oficial.

Confira a nota na íntegra:

“O Fluminense FC vem a público lamentar e repudiar o novo episódio de violência protagonizado por torcedores do clube em frente à sede das Laranjeiras, na noite desta terça-feira, quando uma manifestação se transformou em tentativa de invasão da sede durante reunião do Conselho Deliberativo.

Ocorrências como esta colocam em risco o patrimônio do clube e, acima de tudo, a segurança dos presentes, sejam conselheiros, sócios, funcionários, além de moradores da região e policiais destacados para conter os incidentes. O Fluminense informa que imagens do ocorrido já foram enviadas às autoridades policiais e serão igualmente encaminhadas ao Ministério Público, de forma a identificar os envolvidos e apurar suas responsabilidades.

O clube também entregou às autoridades já mencionadas material contendo ameaças, intimidações e incitações à violência relacionadas a eventos sociais futuros na sede tricolor, e reforça que continuará monitorando e compartilhando tais conteúdos, sempre com o objetivo de impedir que essas cenas lamentáveis voltem a acontecer mas também com o propósito de identificar e responsabilizar seus autores”.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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Torcedores entregam carta ao Conselho, mas presidente veta leitura em reunião

Uma centena de torcedores foi a Laranjeiras, nesta terça-feira, para, além de expressar sua inconformidade com a gestão, entregar uma carta ao Conselho Deliberativo, na qual listava motivos para cobrar a saída de Pedro Abad. Enquanto o entorno da sede era tomado pela confusão, conselheiros receberam a mensagem destinada a Fernando César Leite, presidente do Conselho. A intenção era que esta fosse lida no Salão Nobre, o que foi vetado pela mesa. Os representantes da situação também eram contra.

A justificativa para a decisão foi a conversa que Fernando Leite teve com alguns tricolores, quando foi ao encontro destes, do lado de fora, durante a manifestação. Ficou definido que uma cópia do comunicado vai ser enviada a cada conselheiro, presente ou não à reunião. Foi o que a presidência do Conselho entendeu como medida mais efetiva.

No protesto de duas semanas atrás, foram espalhados, nos muros do clube, cartazes com suposto pedido de renúncia de Abad. Cabe ressaltar que, hoje, a hipótese é descartada pelo mandatário.

Leia o conteúdo do documento:

Primeiro página da carta dos representantes para o Conselho Deliberativo (Foto: Divulgação)

Segunda e última página do documento para ser lido na reunião do Conselho (Foto: Divulgação)

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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Explosões, confusão e pedido de renúncia de Abad: a nova tentativa de invasão à sede do clube

Num espaço curto de tempo, duas tentativas de invasão à sede do Fluminense. A primeira, há duas semanas. Nesta terça-feira, a segunda, novamente durante reunião do Conselho Deliberativo. Desta vez, mais tensa. A partir de 20h, cerca de 100 torcedores, antes concentrados nas praças do Largo do Machado e São Salvador, partiram para a rua Álvaro Chaves, ateando fogo em lixeiras e lançando fogos e gás lacrimogêneo para dentro do clube. Os funcionários, inclusive, se protegeram da confusão no campo do estádio.

Ao chegarem à entrada da sede, os manifestantes, alguns encapuzados, tentaram, sem sucesso, driblar os seguranças para ter acesso ao Salão Nobre, onde, no momento da desordem, Pedro Abad discursava. A reunião foi paralisada, enquanto dezenas de policiais, acionados para contornar o problema, entravam em ação. Foram usadas balas de borracha para dispersar as pessoas.

Até o patrimônio do Fluminense foi depredado. Objetos arremessados pelos torcedores, como pedras e pedaços de lixeira, deixaram estilhaços na porta que dá acesso à Sala de Troféus e ao Salão Nobre. Os bustos de Nelson Rodrigues, Assis e Washington, logo na entrada do clube, foram atingidos por cavalete, sem danificações.

Apesar do clima tenso no entorno de Laranjeiras, Fernando César Leite decidiu, depois de conversar com torcedores, retomar o encontro de conselheiros, mesmo que desfalcado de integrantes que preferiram ir embora. Foi quando os tricolores se acalmaram e manifestaram pacificamente, apenas entoando cânticos contra Abad e seu grupo, a Flusócio.

“Eu não sou da Flusócio, eu não sou ladrão, não sou ladrão, não sou ladrão!”

“Renúncia, Abad! F…, incompetente e covarde!”

“Diretoria sem vergonha!”

Veja imagens:

Ruas no entorno da sede do clube ficaram tomadas de tricolores. (Foto: Reprodução)
Logo no começo do ato, torcedores atearam fogo em lixeiras. (Foto: Reprodução)
Polícia Militar foi acionada para conter os manifestantes. (Foto: Caio Filho)
Pedra jogada dentro do clube (Foto: Caio Blois)
Pedra é apenas um dos objetivos arremessados para dentro do clube. (Foto: Caio Filho)
Estilhaços na porta que dá acesso à Sala de Troféus e ao Salão Nobre. (Foto: Reprodução)
Cavalete atingiu bustos na entrada da sede. (Foto: Caio Filho)


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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