Torcida volta a se manifestar após eliminação na Libertadores e picha muro das Laranjeiras

A torcida do Fluminense segue demonstrando sua revolta com a eliminação do time na Terceira Fase da Libertadores, antes mesmo de entrar na fase de grupos e, puxaram dessa vez o muro da sede do clube, em Laranjeiras.

Palavras de ordem, como Sula é Obrigação – em referência ao título da Copa Sul Americana e ofensas diretas ao presidente Mário Bittencourt e ao atacante Gabriel Teixeira, estiveram entre as pichações.

Organizada do Flu volta a protestar contra jogadores na saída do treino

A torcida do Fluminense mostrou toda sua insatisfação com o time na tarde desta quinta-feira (29), quando alguns componentes de uma das mais tradicionais torcidas organizadas do time, estiveram na entrada do CT Carlos Castilho para protestar contra os jogadores.

Alguns atletas chegaram a parar para falar com os torcedores. Porém, outros dos mais cobrados, como Egídio e Wellington, passaram direto sem falar com os torcedores. Após o treino no entanto, os torcedores seguiram na frente do CT quando cercaram o carro do lateral Egídio, um dos jogadores mais cobrados pela torcida.

Foto em destaque: Reprodução/Vídeo

Jogadores planejam protesto durante jogos da rodada

Cumprindo recomendação do governo para evitar concentração de pessoas em locais que pudesse ter uma grande aglomeração, como nos estádios de futebol, a Ferj determinou que os jogos dessa terceira rodada da Taça Rio acontecesse de portões fechados.

Contudo, os jogadores se mostraram contrariados pois achavam por bem a paralisação total do Campeonato, a fim de evitar qualquer tipo de contágio entre os atletas.

Como não houve a paralisação do tornei, jogadores de Fluminense, Botafogo e Vasco decidiram protestar durante os jogos da rodada.

Em acordo com o Sindicado de Atletas de Futebol do Rio de Janeiro (Saferj) os atletas taparão a boca com uma das mãos antes, durante os jogos e até em eventuais comemoração de gols. O gesto também será repetido na entrada em campo durante a saída dos vestiários e até mesmo no cara ou coroa.

O gesto será parecido ao já realizado por Fluminense e Flamengo em 2015, quando na época os jogadores protestaram por conta de uma suspensão imposta a Vanderlei Luxemburgo pelo treinador ter criticado a Federação de Futebol do Rio de Janeiro, a Ferj.

De acordo com o Saferj, os jogadores do Flamengo não participaram da ação porque a ideia surgiu após a partida entre Flamengo e Portuguesa-RJ, que aconteceu no último sábado (14) no Maracanã.

Após o jogo no entanto, o capitão rubro-negro, Diego, e até mesmo o técnico Jorge Jesus se manifestaram também em favor da paralisação do Campeonato, principalmente no caso rubro-negro que houve contato dos jogadores com o vice-presidente de consulados e embaixadas rubro-negro, Maurício Gomes de Mattos testar positivo para o vírus.

Palmeiras sofre protesto da torcida antes da partida contra o Fluminense

O Palmeiras encerrou na manhã desta quarta-feira (27) a preparação para enfrentar o Fluminense na próxima quinta-feira (28), às 19h e 30 no estádio do Maracanã.

O foco no entanto ficou fora do CT, isso porque um grupo de torcedores foram ao local fantasiados de Bananas de Pijama – seriado de sucesso infantil dos anos 90, para protestar principalmente contra o presidente Maurício Galiotte e o diretor de futebol Alexandre Mattos.

Além das fantasias os torcedores levaram uma caixa de som que tocava o tema de abertura do seriado repetidamente.

Por conta da presença dos torcedores, a diretora reforçou a segurança e acionou a polícia, que enviou três viaturas e duas motos ao local.

Por volta das 13h após o grupo já ter sido dispersado pela polícia, o elenco deixou o local rumo ao aeroporto onde farão o embarque para o Rio de Janeiro ainda nesta quarta-feira (27).

Foto em destaque: Divulgação

Torcedores vão a aeroporto, e Fluminense embarca por portão alternativo

No embarque para Brasília, onde enfrenta o Corinthians no domingo, a delegação do Fluminense quase cruzou com cerca de 35 membros de organizadas que a esperavam no Aeroporto do Galeão, nessa tarde de sábado. Contra possíveis protestos, o elenco passou pelo terminal de cargas para chegar à pista das aeronaves.

Devido à má campanha e ao risco de rebaixamento no Brasileirão, é grande a pressão sobre os jogadores tricolores, que ocupam a 17ª posição na classificação, com 15 pontos. O clube das Laranjeiras vem de goleada para o Palmeiras, por 3 a 0, no meio de semana, em jogo adiado da 16ª rodada.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Torcedores se reúnem com jogadores e dirigente para conversa sobre campanha do Fluminense no Brasileirão

Cerca de dez torcedores foram ao CT e comandaram protesto contra a má campanha do Fluminense no Brasileirão, na reapresentação após a derrota por 1 a 0 para o Avaí, no Maracanã. Digão, Nenê, Wellington Nem e Paulo Angioni, dirigente do clube, conversaram com o grupo na entrada da sede de treinos.

O presidente Mário Bittencourt e o vice Celso Barros não estavam no local no momento da reunião. Após o jogo de segunda-feira, tricolores precisaram ser contidos pela segurança ao tentarem invadir o Portão 2, área de onde sai o ônibus da delegação.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: GloboEsporte.com.

Elenco responde a salários atrasados com segunda greve em um mês

Em resposta aos salários atrasados, o elenco decidiu, em reunião no CT, promover mais uma greve, nesta sexta-feira. É a segunda vez que os jogadores se recusam a treinar pelas pendências da diretoria. A primeira ocorreu em 17 de fevereiro, após a perda da Taça Guanabara para o Vasco. Na ocasião, o grupo retomou os trabalhos no dia seguinte.

O treino previsto para este sábado, véspera do Clássico Vovô, está mantido. Porém, foi transferido para o turno da tarde. A equipe, que vem de goleada por 3 a 0 sobre o Boavista, é líder do grupo B da Taça Rio, com 10 pontos, e na classificação geral.

Terça-feira, o volante Airton concedeu entrevista na qual minimizou a polêmica e garantiu que confia numa solução para a questão. Na quarta, o clube pagou R$ 5,5 mil por pessoa a atletas e funcionários pelos vencimentos referentes a janeiro. A folha salarial é estimada em cerca de R$ 4 milhões. A dificuldade financeira se deve, principalmente, à falta de um patrocínio master, aos bloqueios de receitas na Justiça e aos prejuízos em jogos no Maracanã.


Dívidas com o elenco:

  • CLT: 13º e férias de 2018; janeiro e fevereiro de 2019 (excluindo janeiro dos reforços).
  • Direitos de imagem (apenas alguns jogadores recebem): novembro e dezembro de 2018; janeiro e fevereiro de 2019 (excluindo janeiro dos reforços).

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Dirigente diz não ter prazo para regularizar pendências financeiras

Por Rômulo Morse


Após a paralisação desta terça em protesto pelo atraso no salário do elenco, o diretor executivo de futebol, Paulo Angioni, afirmou em coletiva que não há prazo para resolver a situação. Ainda de acordo com ele, o time treinará normalmente nesta quarta.

Leia também: Elenco não treina em protesto por atraso de salários

“Ainda não temos essa solução e estamos buscando. A ação dos jogadores foi apenas hoje, não quer dizer que não vão treinar mais. Amanhã, estão aqui normalmente. A gente fica triste, mas compreende em função do que temos de pendência com eles. Não fizemos promessa. Se não temos certeza que podemos realizar, não podemos fazer. Eu não fiz, pelo menos.”

Angioni também falou que foi comunicado da decisão e que a mesma foi tomada pelo grupo como um todo. Com a situação, os jogadores realizaram apenas atividades na academia.

“É a posição do grupo. Não é de uma pessoa, uma liderança ou duas. Eles fizeram o que é feito normalmente antes do treinamento. O que não aconteceu foi a ida ao campo. Apenas me comunicaram. Acompanho o dia a dia e sei das pendências. Imagino que o embasamento deles é naquilo que é devido. Eles tentam encontrar uma solução e querem que a direção entenda que precisa solucionar a situação.”

Com folha salarial na casa dos R$ 4 milhões, o clube pagou no último dia 13 de fevereiro o que devia em relação a dezembro de 2018. Porém, ainda há pendências de três fatores: CLT (13º salário e férias referentes a 2018 e janeiro referente a 2019), direitos de imagem (novembro e dezembro de 2018 e janeiro de 2019) e a premiação do Brasileirão do ano passado e da primeira fase da Copa do Brasil.

“Não houve pedido de prazo, foi apenas uma forma de manifestar a insatisfação com o que está acontecendo. Foi muito bem ordenado e educado. Há um mix de situações. Os jogadores que chegaram agora só têm o mês de janeiro. Os que estão desde o ano passado ainda têm 13º e direitos de imagem atrasados. No momento em que você faz um movimento desses, é porque há uma unidade. Se fosse desordenado, um ou outro vazaria. Foi uma decisão que eles tomaram em conjunto.”, completou o dirigente.

Elenco não treina em protesto por atraso de salários

Por Rômulo Morse


O tricolor teve um dia fora dos padrões nesta terça-feira. Por conta do atraso nos salários, os atletas do elenco fizeram uma paralisação e se recusaram a treinar. Com isso, o diretor executivo de futebol, Paulo Angioni, falou sobre o caso em entrevista coletiva e confirmou a situação.

– Tivemos uma situação desagradável e não houve treinamento por insatisfação dos jogadores por algumas situações que não foram cumpridas. A gente compreende, entende, e por isso não houve a realização do treino. O Fluminense tem uma pendência com 13º, salário de janeiro e duas premiações, a mais recente é a Copa do Brasil. Além de algumas imagens – falou o dirigente.

Fonte: Globoesporte.com

Grupo invade CT e cobra jogadores em meio a treino do Fluminense

Ameaçado pelo rebaixamento no Campeonato Brasileiro e eliminado da Sul-Americana, o Fluminense vive uma semana decisiva para seu futuro e, principalmente, tensa. Quinta-feira, houve a demissão de Marcelo Oliveira e, durante reunião do Conselho Deliberativo, um pequeno protesto nas Laranjeiras. Nessa sexta-feira, ocorreu, ainda, uma invasão ao Centro de Treinamento, na Barra da Tijuca.

Fábio Moreno, que assume o comando técnico no jogo contra o América-MG, domingo, acompanhava o aquecimento dos jogadores quando, de repente, cerca de 30 torcedores apareceram para reclamar da má campanha que o clube vem fazendo. Faz mais de um mês que os tricolores não comemoram um gol.

À espera desde cedo no portão do local, o grupo exigiu a permanência na primeira divisão, que depende, ao menos, de um empate na 38ª rodada, e bradou, por exemplo, que “Isso aqui é Fluminense!”. Até mesmo jornalistas, que estavam se retirando do campo, uma vez que a atividade seria fechada, foram ameaçados.

Seguranças tentaram conter os ânimos, mas a ação durou mais de meia-hora. Júlio César, Gum e Digão, líderes do elenco, conversaram com os responsáveis pela confusão, assim como o técnico interino e Paulo Angioni, único representante da diretoria presente. Rodolfo também ajudou a acabar com o tumulto.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.