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Torcedores vão a aeroporto, e Fluminense embarca por portão alternativo

No embarque para Brasília, onde enfrenta o Corinthians no domingo, a delegação do Fluminense quase cruzou com cerca de 35 membros de organizadas que a esperavam no Aeroporto do Galeão, nessa tarde de sábado. Contra possíveis protestos, o elenco passou pelo terminal de cargas para chegar à pista das aeronaves.

Devido à má campanha e ao risco de rebaixamento no Brasileirão, é grande a pressão sobre os jogadores tricolores, que ocupam a 17ª posição na classificação, com 15 pontos. O clube das Laranjeiras vem de goleada para o Palmeiras, por 3 a 0, no meio de semana, em jogo adiado da 16ª rodada.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Torcedores se reúnem com jogadores e dirigente para conversa sobre campanha do Fluminense no Brasileirão

Cerca de dez torcedores foram ao CT e comandaram protesto contra a má campanha do Fluminense no Brasileirão, na reapresentação após a derrota por 1 a 0 para o Avaí, no Maracanã. Digão, Nenê, Wellington Nem e Paulo Angioni, dirigente do clube, conversaram com o grupo na entrada da sede de treinos.

O presidente Mário Bittencourt e o vice Celso Barros não estavam no local no momento da reunião. Após o jogo de segunda-feira, tricolores precisaram ser contidos pela segurança ao tentarem invadir o Portão 2, área de onde sai o ônibus da delegação.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: GloboEsporte.com.

Elenco responde a salários atrasados com segunda greve em um mês

Em resposta aos salários atrasados, o elenco decidiu, em reunião no CT, promover mais uma greve, nesta sexta-feira. É a segunda vez que os jogadores se recusam a treinar pelas pendências da diretoria. A primeira ocorreu em 17 de fevereiro, após a perda da Taça Guanabara para o Vasco. Na ocasião, o grupo retomou os trabalhos no dia seguinte.

O treino previsto para este sábado, véspera do Clássico Vovô, está mantido. Porém, foi transferido para o turno da tarde. A equipe, que vem de goleada por 3 a 0 sobre o Boavista, é líder do grupo B da Taça Rio, com 10 pontos, e na classificação geral.

Terça-feira, o volante Airton concedeu entrevista na qual minimizou a polêmica e garantiu que confia numa solução para a questão. Na quarta, o clube pagou R$ 5,5 mil por pessoa a atletas e funcionários pelos vencimentos referentes a janeiro. A folha salarial é estimada em cerca de R$ 4 milhões. A dificuldade financeira se deve, principalmente, à falta de um patrocínio master, aos bloqueios de receitas na Justiça e aos prejuízos em jogos no Maracanã.


Dívidas com o elenco:

  • CLT: 13º e férias de 2018; janeiro e fevereiro de 2019 (excluindo janeiro dos reforços).
  • Direitos de imagem (apenas alguns jogadores recebem): novembro e dezembro de 2018; janeiro e fevereiro de 2019 (excluindo janeiro dos reforços).

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Celso Barros se pronuncia sobre paralisação no treino desta terça

Por Rômulo Morse


Candidato à presidência do Fluminense nas eleições de 2016 e ex-presidente da Unimed, Celso Barros se pronunciou nas redes sociais em relação ao protesto do elenco nesta terça. Ele falou sobre a situação política da instituição e solicitou a antecipação de um novo pleito.

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“Os jogadores do Fluminense fizeram hoje uma paralisação em razão de uma série de compromissos financeiros não cumpridos pela atual gestão do clube. Por esta razão no final de janeiro os sócios foram às urnas convocadas pelo próprio presidente e decidiram por ampla maioria pela antecipação das eleições . Pedro Abad, convoque logo as eleições. ST.”

Com folha salarial na casa dos R$ 4 milhões, o clube pagou no último dia 13 de fevereiro o que devia em relação a dezembro de 2018. Porém, ainda há pendências de três fatores: CLT (13º salário e férias referentes a 2018 e janeiro referente a 2019), direitos de imagem (novembro e dezembro de 2018 e janeiro de 2019) e a premiação do Brasileirão do ano passado e da primeira fase da Copa do Brasil.

Dirigente diz não ter prazo para regularizar pendências financeiras

Por Rômulo Morse


Após a paralisação desta terça em protesto pelo atraso no salário do elenco, o diretor executivo de futebol, Paulo Angioni, afirmou em coletiva que não há prazo para resolver a situação. Ainda de acordo com ele, o time treinará normalmente nesta quarta.

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“Ainda não temos essa solução e estamos buscando. A ação dos jogadores foi apenas hoje, não quer dizer que não vão treinar mais. Amanhã, estão aqui normalmente. A gente fica triste, mas compreende em função do que temos de pendência com eles. Não fizemos promessa. Se não temos certeza que podemos realizar, não podemos fazer. Eu não fiz, pelo menos.”

Angioni também falou que foi comunicado da decisão e que a mesma foi tomada pelo grupo como um todo. Com a situação, os jogadores realizaram apenas atividades na academia.

“É a posição do grupo. Não é de uma pessoa, uma liderança ou duas. Eles fizeram o que é feito normalmente antes do treinamento. O que não aconteceu foi a ida ao campo. Apenas me comunicaram. Acompanho o dia a dia e sei das pendências. Imagino que o embasamento deles é naquilo que é devido. Eles tentam encontrar uma solução e querem que a direção entenda que precisa solucionar a situação.”

Com folha salarial na casa dos R$ 4 milhões, o clube pagou no último dia 13 de fevereiro o que devia em relação a dezembro de 2018. Porém, ainda há pendências de três fatores: CLT (13º salário e férias referentes a 2018 e janeiro referente a 2019), direitos de imagem (novembro e dezembro de 2018 e janeiro de 2019) e a premiação do Brasileirão do ano passado e da primeira fase da Copa do Brasil.

“Não houve pedido de prazo, foi apenas uma forma de manifestar a insatisfação com o que está acontecendo. Foi muito bem ordenado e educado. Há um mix de situações. Os jogadores que chegaram agora só têm o mês de janeiro. Os que estão desde o ano passado ainda têm 13º e direitos de imagem atrasados. No momento em que você faz um movimento desses, é porque há uma unidade. Se fosse desordenado, um ou outro vazaria. Foi uma decisão que eles tomaram em conjunto.”, completou o dirigente.

Elenco não treina em protesto por atraso de salários

Por Rômulo Morse


O tricolor teve um dia fora dos padrões nesta terça-feira. Por conta do atraso nos salários, os atletas do elenco fizeram uma paralisação e se recusaram a treinar. Com isso, o diretor executivo de futebol, Paulo Angioni, falou sobre o caso em entrevista coletiva e confirmou a situação.

– Tivemos uma situação desagradável e não houve treinamento por insatisfação dos jogadores por algumas situações que não foram cumpridas. A gente compreende, entende, e por isso não houve a realização do treino. O Fluminense tem uma pendência com 13º, salário de janeiro e duas premiações, a mais recente é a Copa do Brasil. Além de algumas imagens – falou o dirigente.

Fonte: Globoesporte.com

Grupo invade CT e cobra jogadores em meio a treino do Fluminense

Ameaçado pelo rebaixamento no Campeonato Brasileiro e eliminado da Sul-Americana, o Fluminense vive uma semana decisiva para seu futuro e, principalmente, tensa. Quinta-feira, houve a demissão de Marcelo Oliveira e, durante reunião do Conselho Deliberativo, um pequeno protesto nas Laranjeiras. Nessa sexta-feira, ocorreu, ainda, uma invasão ao Centro de Treinamento, na Barra da Tijuca.

Fábio Moreno, que assume o comando técnico no jogo contra o América-MG, domingo, acompanhava o aquecimento dos jogadores quando, de repente, cerca de 30 torcedores apareceram para reclamar da má campanha que o clube vem fazendo. Faz mais de um mês que os tricolores não comemoram um gol.

À espera desde cedo no portão do local, o grupo exigiu a permanência na primeira divisão, que depende, ao menos, de um empate na 38ª rodada, e bradou, por exemplo, que “Isso aqui é Fluminense!”. Até mesmo jornalistas, que estavam se retirando do campo, uma vez que a atividade seria fechada, foram ameaçados.

Seguranças tentaram conter os ânimos, mas a ação durou mais de meia-hora. Júlio César, Gum e Digão, líderes do elenco, conversaram com os responsáveis pela confusão, assim como o técnico interino e Paulo Angioni, único representante da diretoria presente. Rodolfo também ajudou a acabar com o tumulto.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

 

Protesto reúne cerca de 30 torcedores, e Flusócio se ausenta em peso de reunião do Conselho

Combinado nas redes sociais, o ato de repúdio à gestão de Pedro Abad reuniu apenas 30 torcedores nas Laranjeiras. Houve, inclusive, uma comparação entre o presidente e Luiz Fernando Pezão, governador do Rio de Janeiro preso nesta quinta-feira. “Não é mole, não. Quem rouba mais, o Abad ou o Pezão?”, cantaram os presentes. Na passarela em frente à Universidade Santa Úrsula, os tricolores estenderam duas faixas com pedidos pelas saídas de Abad e da Flusócio, grupo que o elegeu em 2016.

A fim de impedir maiores problemas, o Fluminense reforçou a segurança, como vem fazendo nos desembarques do elenco, e contou com o suporte de duas viaturas da Polícia Militar, com três policiais em cada.

Enquanto acontecia o protesto, acompanhado até de carro de som, 40 conselheiros presenciaram mais um encontro do Conselho Deliberativo. Embora tenha sido a principal razão da convocação da reunião ordinária, o planejamento do futebol para 2019 acabou não sendo apresentado, uma vez que o vice-presidente da pasta, Fabiano Camargo, não compareceu ao local. Aliás, nenhum membro da Flusócio assistiu à reunião, informaram pessoas que acessaram o Salão Nobre.

Ocorreu a eleição de Walcyr Borges (ligado ao Pró-Flu, de oposição), com 36 votos, para o cargo de primeiro secretário de mesa, vago desde o falecimento de Heleno Sotelino. De acordo com o apurado pelo Canal FluNews, Nilton Gibaldi Filho (ligado ao Esportes Olímpicos, de situação) concorreria ao posto, mas retirou a pré-candidatura na segunda-feira. Ele também não esteve presente, por estar em Porto Alegre representando o Fluminense em um campeonato internacional.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

 

Fluminense se resguarda contra cobranças da torcida em desembarque silencioso no Rio

Os jogadores saíram de Salvador na madrugada desta sexta-feira, depois de mais uma derrota no Campeonato Brasileiro, agora para o Bahia, por 2 a 0, na Fonte Nova. A chegada ao Rio de Janeiro aconteceu nas primeiras horas da manhã e, apesar do temor da diretoria, sem protestos de torcedores. Há seis jogos sem vencer ou marcar gols, o time passou pela imprensa em silêncio, o que ocorre desde o fim do duelo de quinta-feira.

Na intenção de promover um desembarque tranquilo, o clube acionou cerca de dez seguranças particulares para acompanhar a delegação no aeroporto do Galeão. Nas redes sociais, o que mais se vê são reclamações sobre a crise que assola Laranjeiras. Segunda-feira, inclusive, quando do empate com o Ceará, houve pichações nos muros da sede e até um bate-papo entre dois representantes de organizadas e líderes do elenco, como Gum, Júlio César e Digão.

Em um momento decisivo da temporada, os salários atrasados se somam a uma péssima campanha e ao risco de rebaixamento. Problemas que provocaram nos atletas um semblante cabisbaixo no retorno à Cidade Maravilhosa. Eles mesmos confessam o incômodo pela falta de pagamento.

A comissão técnica liberou os jogadores que estiveram em campo nesta rodada, em razão do desgaste pela viagem. Apenas os reservas treinarão durante a tarde. Deste modo, a entrevista coletiva com Sornoza, marcada para 17h, acabou sendo cancelada. Com 42 pontos e a quatro do Z-4, o Fluminense tem pela frente um encontro com o Internacional, domingo, no Beira-Rio.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com / Foto: Leonardo Achão

Após novo tropeço, Ayrton Lucas dispara contra a torcida: “As vezes parece que torcem para que a gente vá mal.”

Grupo se mostrou incomodado com os frutos de “time sem vergonha” vindo das arquibancadas.

Após mais um tropeço do Fluminense, que empatou sem gols contra o Ceará na noite da última segunda-feira (19) no Maracanã, a torcida ignorou o fato do elenco estar com os salários atrasados e cobrou uma postura mais agressiva dos jogadores dentro de campo.

Insatisfeita após a partida apática do clube que culminou com o empate, os 6.435 torcedores presentes no estádio gritaram: “time sem vergonha” ao final do jogo.

O protesto incomodou grande parte dos jogadores que questionaram a atitude. Ayrton Lucas por exemplo, levantou a hipótese dos torcedores estarem contra o próprio time:

– As vezes passa pela nossa cabeça que a torcida torce para que a gente vá mal para, quando acabar o jogo, ter o direito de cobrar. Mas não é assim. Sempre estamos buscando a vitória – disse o lateral.

Apesad de ter sido considerado um mal resultado, o ponto ganho diante do Ceará praticamente elimina as chances de queda do Fluminense para a Série B.

 

foto: Lucas Merçon

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