Organizada do Flu questiona tentativa de encobrir faixa de protesto durante partida contra o Coritiba

Os protestos feitos pela torcida do Fluminense ao final do jogo contra o Coritiba que acabou com vitória Tricolor por 4 a 0 não foi a única manifestação dos torcedores.

Ainda durante a partida a torcida organizada Força Flu colocou uma faixa de protestos no meio da arquibancada. Ela foi parcialmente retirada e só dava pra identificar a palavra “Fora”. Porém, em seu Instagram a organizada mostrou sua indignação contra a retirada da faixa, que pedia a saída do diretor executivo de futebol Paulo Angioni e do técnico Odair Hellmann. Confira a postagem:

Foto em destaque: Felipe Siqueira/GE.Globo

Fluminense vence, mas torcida volta a protestar na saída do Engenhão

O Fluminense recebeu o Coritiba na noite da última segunda-feira (28), no estádio Nilton Santos, pela 12° rodada do Campeonato Brasileiro. Contudo, nem mesmo a vitória por 4 a 0 amenizou os ânimos entre a torcida e o time.

Após a partida, um grupo de torcedores estiveram na frente do estádio para protestar contra o atual momento do clube e, os principais alvos foram novamente o presidente Mário Bittencourt, o diretor executivo, Paulo Angioni e o técnico Odair Hellmann. Os jogadores não foram poupados e o ônibus com com a delegação deixou o estádio aos gritos de “time sem vergonha”. Muriel, que falhou na eliminação para o Atlético-Go, foi o mais hostilizado.

Contra o técnico e direção, cânticos como: “Angioni, vai se f.. o Fluminense não precisa de você” e “Mário, seu mentiroso, você montou um time horroroso”, além do tradicional coro de burro ao técnico, com alguns torcedores ainda tentando avançar em direção ao carro de Odair.

Além dos gritos, os torcedores levaram faixas criticando o empresário Eduardo Uram, que tem jogadores no Fluminense, como Egídio, Danilo Barcelos, Felippe Cardoso e vendeu Evanilson ao Porto, e outra, que comparava o atual presidente, Mário Bittencourt ao seu antecessor Pedro Abad e cobrava temas como patrocínio master e time competitivo.

O repórter da Antena Esportiva, Daniel Kaiser conseguiu flagrar o momento em que Digão, um dos líderes do elenco, mas que segue como desfalque por conta de uma lesão, parou o carro para falar com os torcedores

Alguns dirigentes ao saberem dos protestos dos torcedores, mudaram de rota e deixaram o estádio por uma saída alternativa evitando os torcedores.

Foto em destaque: Felipe Siqueira/GE.Globo

Após eliminação na Copa do Brasil torcida protesta contra treinador e diretoria e promete mais manifestações nos próximos dias

Após a eliminação do Fluminense na Copa do Brasil ao ser derrotado por 3 a 1 pelo Atlético-GO na noite da última quinta-feira (24), torcedores do clube foram até ao aeroporto esperar a chegada da delegação para protestar contra o time.

Cerca de 100 pessoas estiveram no Aeroporto Internacional do Galeão ainda na madrugada desta sexta-feira (25), onde a delegação desembarcou através de um vôo fretado.

Pedidos pela saída de Odair Hellmann e cobranças ao mandatário tricolor, Mário Bittencourt, foram ouvidos no saguão, além de gritos com pedidos pelos nomes dos técnicos Roger Machado e Tiago Nunes também foram ouvidos, mesmo que de forma tímida.

A delegação no entanto saiu por um caminho alternativo, evitando o encontro com os torcedores, que além do protesto no aeoporto, o também realizaram manifestações na Linha Vermelha e chegou a interditar a via por alguns minutos. Mais uma vez os alvos foram técnico e presidente. Os torcedores também criticaram a falta de patrocínio master e parcerias com o empresário Eduardo Uram.

Já há inclusive mais protestos sendo organizados, como por exemplo para a noite desta sexta-feira (25), em Laranjeiras, quando a torcida promete mais protestos contra a direção e treinador.

Foto em destaque: Marcelo Neves

Diretor de organizada fala sobre o protesto e retirada das faixas do Maracanã

A sexta-feira (11) foi agitada no Fluminense. Contudo, com assuntos envolvendo o extracampo, com protesto de uma das principais organizadas do clube e a polêmica retirada das faixas das torcidas dos jogos no Maracanã.

Desde o início da noite, um grupo de torcedores incentivados por um grupo de torcedores incentivados por comunicado da Força Flu que organizou um protesto em frente a sede das Laranjeiras, se reuniram nas proximidades de Laranjeiras cobrando mais atitude do time e diretoria do clube.

Ao final, Balu, comentou sobre os protestos idealizados pela Força Flu e explicou a retirada das faixas do Maracanã. Acompanhe:

Conselheiro concorda com protestos e compara Pedro Abad a Temer: ‘Aprovação menor’

Uma onda de protestos tomou Laranjeiras em 2018. Houve invasão à reunião do Conselho Deliberativo, em janeiro, e mais duas tentativas de fazê-lo, em junho e julho. Com menos de dois anos na presidência, Pedro Abad é alvo de críticas e até de ameças, principalmente por polêmicas e promessas que acabaram deixadas de lado. As demonstrações de inconformidade do torcedor, que viraram rotina, são encaradas como normais por oposicionista, dado o atual cenário do clube.

– O maior patrimônio do clube é o seu torcedor. Eu apenas sou contra depredar o clube, porque aí se perde a razão, causa prejuízo. Mas, não sendo assim, sou a favor. A pressão está sobre o Conselho por conta do impeachment, porque acredita-se que é o melhor caminho. Fora do clube, o Abad tem aprovação menor que a do (Michel) Temer – comparou Eduardo Mitke.

– Não dá para um presidente ter 90% da torcida contra. Qual o projeto para 2018? Não se tem. É tudo na base do espasmo. Ele perdeu as condições políticas, o presidente perdeu o protagonismo do cargo. E não dá para esquecer que a campanha teve um discurso diferente da realidade. Não dá mais. Por isso, assinei o requerimento pelo impeachment – completou Walcyr Borges, um dos líderes do Pró-Flu, segmento formado por ex-apoiadores da Flusócio.

As manifestações durante encontros no Salão Nobre são, segundo integrante da Flusócio, coordenadas por conselheiros contrários à situação. Ele, em contrapartida, acha justo que os tricolores façam suas reivindicações.

– O torcedor tem o direito de se manifestar, de protestar. É sabido que haverá mais. Alguns conselheiros inflamam isso. O último começou bem no momento em que o presidente abriu o discurso. É comandado de dentro para fora. Mas é difícil de ser controlado pelo presidente do Conselho. O que ele pode fazer é fechar uma reunião se achar que não há segurança, mas isso não é garantia de que não haverá protesto. É justo e válido protestar – defendeu Fabiano Bettoni.

Do lado oposto a Pedro Abad, Antonio Gonzalez, um dos representantes do Unido e Forte, nega que seu grupo seja culpado pelos protestos que tumultuam a sede do clube. Pelo contrário: revela que, inicialmente, tentou unir o presidente à torcida, mas que a gestão ‘de mentiras’ impediu a aproximação.

– Alguns membros da Flusócio tentaram colocar a culpa das manifestações no Fluminense Unido e Forte, em mim. Mas não é verdade. Eu fiz o possível para não ocorrer, mas a torcida não quer andar junto do Abad. A gestão Pedro Abad é a gestão da mentira, e o torcedor está cansado de ser enganado. Era a hora de chamar a torcida para perto, mas o que se pode fazer? Não tem mais como acreditar nele, mas ele e o grupo que o apoia acham que estão no caminho certo. Esperamos que o Flu sofra o menos possível com isso, mas vejo um futuro sombrio pela frente – compartilha Gonzalez.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com

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Protesto

A nossa insatisfação é total, pois estamos passando por um momento de muita crise, crise política e financeira, o que torna o Fluminense um barril de pólvora, pronto para explodir.

Todos se dizem indignados, exigem providências das mais variadas, se colocam à disposição para qualquer coisa que possa vir a ajudar o clube etc., mas poucos são aqueles que realmente vêm dando as caras.

As lideranças que se proclamam contrárias à gestão deveriam estar à frente das manifestações movidas por aquele que é o nosso maior patrimônio: a Torcida!!!

Ontem, mais uma vez, a nossa torcida se fez presente, e em grande número, na sede das Laranjeiras quando o Conselho Deliberativo se via reunido em assembleia de caráter extraordinário. Tudo bem que houve excessos e que esses excessos não repercutem positivamente, mas o fato é que os torcedores puderam sim extravasar a insatisfação que os contamina.

Eu, de minha parte, por razões pessoais, não pude me fazer presente ao protesto, porém, sempre que a torcida se reuniu eu estava lá com ela ou assistindo à reunião como um torcedor apaixonado e ávido por dias melhores.

A ausência das lideranças de oposição (possíveis candidatos) nesse momento é muito sentida, pois deixa a impressão de que não querem se expor na hora de roer o osso e estão apenas aguardando o momento certo de comer o filé.

Isso faz com que todos passem a pensar que a oposição é fraca, é desunida e é movida por interesses que se dividem pela conveniência.

Ou aqueles nomes que são tidos como possíveis comandantes de uma mudança radical aparecem ou iremos todos morrer na praia, incapazes de salvar o Fluminense do naufrágio.

Saudações Tricolores!!!

Wagner Aieta