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Givanildo diz que He-Man passou a bola para companheiro em pênalti: “Luan não é o batedor”

Domingo, o duelo entre Fluminense e América-MG, que valia a permanência na primeira divisão do Campeonato Brasileiro, reservou fortes emoções aos torcedores. Quando o placar ainda estava em igualdade, aos 24′ do primeiro tempo, o Coelho viu num pênalti a chance de escapar da zona de rebaixamento. A esperança, porém, parou em Júlio César, que pegou a cobrança de Luan.

Mas, e o He-Man? Goleador do clube mineiro, ele cobrou penalidades durante o ano e, no momento mais decisivo, passou a responsabilidade ao companheiro, que encarava uma seca de 16 jogos sem gols. Curiosamente, a circunstância impressionou até a Givanildo de Oliveira.

– Luan não é o batedor oficial. Eu, inclusive, tenho visto sempre, depois dos treinos, o Rafael Moura bater. Então, não me preocupei com isso. Quando aconteceu o pênalti, estavam arrumando para cobrar e os caras do Fluminense estavam reclamando. Eu vim falar com o Felipe Conceição, meu auxiliar. Quando eu me virei, eu vi que estava o Luan posicionado para bater. Aí não tinha mais jeito. Mas, pelo que me passaram, o Rafael é o batedor oficial. Então, em cima disso aí, o que chegou para a gente da comissão foi que o Rafael Moura passou para Luan fazer o gol. Não sei o porquê. Mas ele que passou para Luan – explicou o técnico.

Em tom de brincadeira, tricolores agradeceram ao Rafael Moura, que soma três taças pelo Fluminense (Copa do Brasil – 2007 – Carioca e Brasileirão – 2012).

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

He-Man admite sondagem do Fluminense, mas prefere o América-MG: ‘Estou feliz’

À procura de um centroavante para disputar a titularidade com Pedro, o Fluminense tentou um velho conhecido da torcida tricolor. Com duas passagens pelas Laranjeiras (2007 e 2011-12), Rafael Moura, de 34 anos, ouviu sondagens do ex-clube. No entanto, o interesse, confirmado por ele mesmo, passou batido. A preferência do jogador, hoje, é permanecer no América-MG, de volta à Série A do Campeonato Brasileiro.

– Não tem nada (de Fluminense). Desde a outra entrevista eu falei: o Fluminense fez uma sondagem, mas me posicionei que estava muito feliz e que tinha feito a escolha de ficar em Belo Horizonte e no América. Então, não prosseguiu nada disso. Foi mais coisa de imprensa, de internet. Se chegar algo, não sei como será feito pelo América. Mas quero permanecer aqui. Estou muito feliz – garante.

Com a camisa tricolor, He-Man conquistou uma Copa do Brasil e um Campeonato Carioca, além de ter dado início à campanha do tetracampeonato brasileiro – transferiu-se para o Internacional durante aquele ano de 2012. Tem, ao todo, 85 partidas e 28 gols pelo Flu.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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