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Sem Renato Chaves, Marcelo Oliveira confirma negociações avançadas com zagueiro

Entre junho e julho, o Fluminense perdeu três zagueiros. Negociou Nathan Ribeiro e Luan Peres e, agora, vê Renato Chaves encaminhar acerto com o Al Wehda, da Arábia Saudita, para onde viajou no domingo. Com a defesa desfalcada, a diretoria reconheceu a necessidade de ir ao mercado e contratar um reforço para o setor. Hoje, Marcelo Oliveira conta com Gum, Digão, Ibañez e Frazan.

– Estamos, junto com a diretoria, buscando mais um zagueiro. Acho que é necessário, inclusive, para inscrever na Sul-Americana, que é uma competição muito acirrada na marcação e que, às vezes, você perde jogador com cartão amarelo, suspensão. Estamos monitorando. Não é fácil, mas, com criatividade, vamos conseguir – disse o técnico.

Há alguns nomes na mesa, sendo que um deles, segundo Oliveira, está perto de chegar a um acordo. Mas o treinador optou por fazer mistério.

– Tem (um nome perto), mas prefiro aguardar as negociações, é uma questão mais interna. Porque pode criar uma expectativa que pode vir a não se concretizar – ponderou.

Há dois anos nas Laranjeiras, Renato Chaves se despediu do clube estando na reserva. Após um semestre como titular, o defensor foi barrado por Marcelo Oliveira e cedeu espaço para Digão, uma das novidades de meio de temporada. Sua última atuação com a camisa verde, branca e grená foi em 7 de junho, quando da derrota para o Flamengo, por 2 a 0.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Sem espaço, Renato Chaves troca o Fluminense por time de Fábio Carille

Contratado em janeiro de 2016, Renato Chaves foi liberado pelo Fluminense para acertar com o Al Wheda, comandado por Fábio Carille, ex-Corinthians. Foi ele, inclusive, que pediu o zagueiro, sem espaço no time de Laranjeiras desde a chegada de Marcelo Oliveira. A viagem para a Arábia Saudita aconteceu neste domingo e foi registrada pelo jogador em rede social.

Renato Chaves em avião, na noite deste domingo. (Foto: Reprodução)

Recuperando-se de contusão na panturrilha esquerda, Chaves teria sido vendido ao futebol árabe – valores ainda estão sendo apurados. Ele perdeu a vaga para Digão, cria de Xerém, e está sem atuar desde 7 de junho, quando da derrota para o Flamengo, por 2 a 0. Agora, Marcelo Oliveira tem, além do ex-Cruzeiro, Gum, Ibañez e Frazan. Este desfalque, somado aos de Nathan Ribeiro e Luan Peres, leva a diretoria a buscar opções no mercado para a zaga.

Durante a era Abel Braga, Renato Chaves era titular absoluto e, ocasionalmente, até capitão. Acumula 73 jogos, sete gols e três conquistas – Primeira Liga (2016), Taça Guanabara (2017) e Taça Rio (2018) – com a camisa verde, branca e grená. Seu contrato com o clube se encerraria no fim da temporada.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Lá vai o Chaves ! Zagueiro estaria de saída do Flu

Jogador teria sido um pedido do técnico Fábio Carille.

O zagueiro Renato Chaves estaria muito próximo de deixar o Fluminense. O jogador negocia sua saída para o Al Wheda, da Arábia Saudita, time do técnico Fábio Carille, ex Corinthians.

O zagueiro seria inclusive um pedido do treinador que já levou os meias Otero, ex Atlético Mineiro e Anselmo, ex Sport.

Caso acerto sua saída, Renato Chaves deixaria o Fluminense apenas com 4 zagueiros: Gum, Digão, Ibanez e Frazan.

 

ST,

Douglas Wandekochen

foto: Lucas Merçon

Jogadores valorizam vaga na segunda fase da Sula, e Gum enfatiza ‘experiência de vida’

As dificuldades foram superadas e ficaram para trás, lá na Bolívia. Mesmo com o 2 a 0 do Nacional de Potosí, o Fluminense se garantiu na segunda fase da Sul-Americana e retornou ao Rio de Janeiro, na sexta-feira, aos gritos de ‘time de guerreiros’.

A vantagem conquistada em abril, no Maracanã, com a goleada de 3 a 0, foi fundamental para o clube de Laranjeiras sair classificado de Potosí. Afinal, jogar a 4 mil metros acima do nível do mar é uma batalha. Ou uma experiência de vida, como destacou Gum.

– Dou até risada porque é uma experiência de vida isso aqui. Suportamos como? Com o grupo forte e a união. Falamos que ia ser difícil. Mas o futebol nos proporciona isso. Claro que queríamos jogar no Brasil. Mas, já que estávamos aqui, fomos para o desafio. Sabíamos que sofreríamos juntos e voltaríamos classificados dando risadas de gente que passou mal aqui. Vamos contar para os nossos filhos – disse o zagueiro, na saída do campo.

A viagem da delegação à Bolívia foi marcada por imprevistos desde o Brasil, quando a logística planejada há meses teve de ser alterada, em razão de protestos em Sucre. Quando os jogadores entraram em campo, mais problemas: além da altitude, a má qualidade do campo.

– Inadmissível jogar aqui. Sem altitude, o campo já seria impraticável, essa é a verdade. Mas é parabenizar a fisiologia, pessoal da logística do clube e a gente também, que entrou em campo. Nos superamos, sempre brigando por todas as bolas. Voltar para casa é o melhor presente que temos – declarou o volante, que fez o pênalti que originou o segundo gol do adversário.

Em 2017, na mesma Sul-Americana, os brasileiros conheceram o clima de Quito, no Equador, quando enfrentaram a LDU. No entanto, Júlio César garante que a altitude equatoriana está longe de ser comparada à boliviana. Autor de defesas importantes, o goleiro ressaltou, ainda, a entrega do elenco.

– Olha, é um jogo extremamente complicado. Tivemos a experiência, no ano passado, em Quito, mas isso não tem nada a ver. É 20 vezes pior. O grupo está de parabéns, soube sofrer na hora certa, foi complicado. Você puxa e o ar não vem. Isso porque eu não corro tanto quanto eles (jogadores de linha). Não posso deixar de valorizar a entrega. A união do nosso grupo mais uma vez fez a diferença – frisou o camisa 22.

Renato Chaves seguiu o discurso de seus companheiros e reclamou das condições encontradas nas alturas. O zagueiro, que fez uma grande partida, relatou como sofreu na quinta-feira e valorizou o placar em casa, na jogo de ida.

– Sensação horrível. 4100 metros é complicado, ainda mais num campo desse. Mas soubemos jogar com o placar e hoje fizemos um grande jogo. Tivemos erros, saíram os gols, mas isso não apaga o que fizemos no Brasil. (Acréscimos) A gente já sabia que ele ia dar bastante, já estava prometendo. É complicado demais, o ar é muito seco, dá muita dor de cabeça. Complicado demais. Saímos de cabeça erguida.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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Renato Chaves diz que aprendeu com Fla-Flu da Sul-Americana e promete ‘beliscar esse título’

Ano passado, a maior esperança da torcida tricolor era a conquista da Sul-Americana. Com uma campanha empolgante, o Fluminense foi às quartas-de-finais e encarou o Flamengo. Depois da derrota, por 1 a 0, na ida, o time de Abel Braga precisava vencer por mais gols ou, para levar aos pênaltis, devolver o resultado.

Naquela noite, quem comandou a equipe foi Renato Chaves. Foram dois gols, ambos por cabeceio. Até a metade do segundo tempo, a classificação estava a caminho de Laranjeiras e a coroa de herói, prestes a ser entregue ao zagueiro. No entanto, um apagão fez o rival crescer, buscar o empate e conseguir a vaga para a semifinal.

– Você aprende a jogar cada jogo. Cada um tem um modo de jogar, tem que sentir como vai estar o jogo. Estava na nossa mão e não conseguimos segurar. Foi erro de todos. Mas erros servem como lição. O time é novo, vai aprender. Na próxima vez isso não vai acontecer – garante Chaves.

Passada aquela quarta-feira amarga, mais um clássico estava por vir: diante do Botafogo, no Nilton Santos. A vitória, por 2 a 1, de virada, levou luz ao clube na luta contra o rebaixamento. Ainda sentido com a queda na Sul-Americana, Renato Chaves, à época, pediu desculpas aos tricolores e, agora, promete força total para tentar levantar o caneco do torneio.

– A gente pede desculpa porque o torcedor vai lá apoiar e nós queremos dar o máximo, queremos ganhar todo jogo. Infelizmente, eles (os torcedores) não conseguiram sair de lá vitoriosos e felizes naquele dia. A gente pede desculpa, sim, para as poucas pessoas que a gente vê, porque não conhecemos todo mundo. E todo mundo não conhece a gente fora de campo. Isso é difícil. Agora temos a Sul-Americana novamente e vamos tentar beliscar esse título.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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Fonte: Globoesporte.com.

 

Chaves explica vida de zagueiro e frisa postura de ignorar comentários negativos

Defendendo as cores verde, branco e grená desde 2016, Renato Chaves ainda lida com comentários negativos de torcedores. Embora forme o conjunto defensivo que diminuiu a quantidade de gols sofridos pelo Fluminense, o zagueiro é bastante criticado e, como afirmou durante a semana, simplesmente ignora. Para ele, a vida de quem atua no setor é ingrata e pode ir do céu ao inferno em 90 minutos.

– Quem nasceu para ser zagueiro, vai ser zagueiro. Eu não vou ficar bravo com ninguém que me xinga, que me aplaude. É uma posição que o cara tem que ser frio, porque tem muita crítica. Tem que ter a cabeça boa para não se abalar. Você pode tirar 30 bolas, a que você não tirar, e for gol, você vai estar exposto – opina.

Depois de dez anos de carreira, Renato Chaves aprendeu a enfrentar as dificuldades do zagueiro. Quando perde, o jogador, de 28 anos, completados sexta-feira, resolve esfriar a cabeça com seus hobbies. Um deles, o samba.

– Eu sou um cara muito competitivo. Quando você vai ficando mais velho, você vai aprendendo a lidar melhor com a derrota. Tento me acalmar, me desligar um pouco do futebol. Mas sei que é quase impossível, por isso procuro fazer outras coisas que eu gosto: tocar um cavaquinho, um banjo, jogar um dominó com os amigos. Quando perde, a gente fica triste, mas ainda bem que tem o próximo jogo para a gente jogar e mudar toda a história de novo.

Ataques nas redes sociais

Não leio os comentários. Cada um comenta de um jeito. Quando eu era mais novo eu lia, agora eu não leio mais não. Vai ter gente xingando. É melhor eu não ler, deixa a matéria bonitinha lá. É melhor eu ficar tranquilo. Eu comecei com rede social agora, eu não gostava nem de ter rede social.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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Fonte: Globoesporte.com.

Renato Chaves vê time mais maduro e relembra jogo com o Cruzeiro: ‘Para se guardar’

Aniversariante da semana (completou 28 anos na sexta-feira), Renato Chaves avalia que, além dele, o Fluminense amadureceu. Depois de três grandes desafios no Campeonato Brasileiro, o zagueiro vê pontos positivos e aposta no crescimento do time durante a temporada, principalmente pelo ‘acordo’ firmado com o elenco.

– A gente começou o ano comprando a ideia do treinador. Ele falou que seria um ano difícil. Mas que, se todos nós nos fecharmos como grupo, faremos um grande Campeonato. E estamos fechados nessa ideia. Tenho certeza que o time, do jeito que está, no decorrer do ano, vai melhorar mais ainda – acredita.

Apesar de limitado, o Fluminense se mostra valente. Aquele grupo que nunca se entrega e luta até o fim. Foi assim, por exemplo, contra o Cruzeiro, pela segunda rodada do Nacional. Mesmo com Gilberto expulso aos 15′ do primeiro tempo, os jogadores abriram vantagem no placar e suportaram a pressão. O contexto marcou um jogo que, para Chaves, é ‘para se guardar’.

– A gente se olhava e falava que estava difícil. Mas o Gum falava “vamos, vamos” e eu falava “vamos, vamos”. Foi um dos jogos mais difíceis que ganhei. Sair com a vitória, com um jogador a menos desde os 15 minutos do primeiro tempo, foi um jogo para se guardar. É bom jogar ao lado de gente competitiva. Você olha para o lado e vê que pode contar com o cara. Mesmo em situação ruim, como foi com o Cruzeiro. A gente perdeu um jogador, você está dando a vida, no limite, e olha para o lado e vê que ele está no limite também e isso dá ainda mais força para continuar.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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Renato Chaves nega incômodo com críticas e defende o elenco: ‘Dará bons frutos’

Depois de oscilar entre altos e baixos, a defesa do Fluminense está evoluindo e buscando se estabelecer como trunfo do time. Virada a página de 2017, quando a irregularidade dominou o setor, os gols sofridos na nova jornada, até aqui, foram poucos: 17 em 22 jogos. Mas Renato Chaves ainda é o alvo da torcida quando o assunto é desconfiança. O que, no entanto, em nada muda o comportamento do zagueiro.

– Não ligo, não. Pode pegar no pé. Torcedor pode falar o que quiser, está pagando ingresso. Se quiser vaiar, pode vaiar. Se quiser aplaudir, pode aplaudir. Vou fazer meu trabalho, independentemente de tudo, e procuro fazê-lo bem. Só tenho a agradecer de estar jogando no Fluminense. É um clube onde muita gente quer estar – disse, nesta quarta-feira, em entrevista.

Desconfiança, aliás, é o que cerca o clube. Com as saídas e polêmicas na virada do ano, o elenco perdeu força e teve de se reconstruir para a temporada. Apesar de o panorama atual do Fluminense indicar um 2018 de ‘vagas-magras’, Chaves defende a qualidade do grupo e acredita em voos mais altos.

– As pessoas falam o que querem. O grupo do Fluminense é bom. Tenho orgulho de participar desse elenco. Vamos surpreender muita gente. Tenho certeza disso. Esse grupo merece todo o respeito e vai conseguir dar bons frutos para o Flu – afirmou.

Confira mais respostas de Renato Chaves

Início no Brasileirão


Independentemente dos resultados, foi consistente. Nosso time está incorporando bem, sabendo jogar cada jogo. E tem a melhorar. Está no começo do campeonato. Almejamos coisas grandes aqui dentro.

Méritos dados a Abel

Todo mundo tem seu mérito. Quando o time está se encaixando, alguém vai se destacar. Abel é grande treinador, basta olhar para os títulos que tem. Procuramos escutar o que ele fala.

Concorrência por titularidade

O Abel é que sabe quem vai jogar. Estou fazendo meu papel. Meus números não mentem. Se quiserem olhar meus scouts desse ano, para verem se estou bem ou não, podem ficar à vontade. Quem vem é para somar. O Brasileirão é longo. Quem vier, vai vir para ajudar e está caindo em um grupo excelente.

Expectativas para o duelo com o Vitória

Não é uma partida mais tranquila (do que contra Corinthians, Cruzeiro e São Paulo). É fora de casa. Temos que respeitar o Vitória, tem uma grande história. No Brasileirão não tem jogo fácil. Vamos jogar nosso jogo, marcar forte, ter a posse de bola, aproveitar as oportunidades.

Poupar titulares contra o Vitória

Não me passaram se vai poupar ou não. Todos os jogadores querem jogar todos os jogos. Se depender dos jogadores, tenho certeza que ninguém vai querer ser poupado.

Viagem e compromisso na Bolívia

Será cansativo. Ainda mais porque vai ser um jogo na altitude, com a qual não estamos acostumados. Mas estamos habituados a grandes jogos.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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