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Vice-liderança do Fluminense é destaque no ‘Bem, Amigos’, e Abelão recebe elogios

Pela primeira vez na história dos pontos corridos, Flamengo e Fluminense estão em primeiro e segundo lugar na tabela do Campeonato Brasileiro, respectivamente. Para um elenco enxuto e recheado de jovens, como é o caso do clube de Laranjeiras, o desempenho nas primeiras rodadas impressiona. Mas uma figura é considerada o divisor de águas no ano tricolor: Abel Braga.

Durante o programa ‘Bem, Amigos’, nesta segunda-feira, o treinador recebeu elogios de comentaristas, entre eles, Ricardinho. O ex-jogador entende que, hoje, o trabalho de Abelão é superior ao de Renato Gaúcho, do Grêmio.

– Do ano passado para esse ano, o Abel perdeu muitos jogadores importantes. Abel teve que não só refazer o grupo, mas também fazer um novo time. Aí está o grande mérito dele. O trabalho dele, acho que é o melhor que temos no Brasil. Não em termos de resultado, mas no todo – opinou, emendando a justificativa:

– Renato tem um elenco com qualidade superior no Grêmio, digo em relação ao elenco que o Fluminense tem. Hoje ele conseguiu fazer com que o time jogue de uma forma com os jogadores que tem. Ele tira o que o jogador tem de melhor: juventude e velocidade. Isso incomoda os adversários. Se recompõe rápido e sai rápido. Usa dessa juventude o tempo todo. Até os 40 minutos do segundo tempo eles estão em velocidade.

Mais que um comandante, Abel Braga é torcedor do Fluminense. Seu carinho pelo clube, inclusive, é o que permitiu o recomeço do time em 2018. Assim pensa o comentarista Caio Ribeiro.

– Abel está acima do cargo que ocupa, é mais do que um treinador para o Fluminense. Todo treinador, quando perde duas ou três, partidas passa a ser contestado. O Abel, não. Muito dessa retomada passa pela figura do Abel. Treinador com métodos muito modernos. É um cara que não tem medo de revelar jogador. Quando o torcedor olha para ele, vê um cara “que é dos nossos”. É extremamente identificado com o Fluminense.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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Fluminense sonha com retorno ao basquete adulto, e ex-Vasco lidera iniciativa

Com passagens por 15 clubes e história no Vasco, Ricardinho se aposentou do basquete na temporada passada, aos 42 anos, após disputar a NBB pelo Cruz-Maltino. Mas logo assumiu uma nova função, agora no Fluminense. É, desde a última semana, o técnico do sub-13 e do sub-17 e assistente do sub-20. O ex-jogadores, aliás, comanda seus três filhos: Matheus (10), Lucas (16) e Leonardo (20).

No entanto, sua principal missão nas Laranjeiras é, por enquanto, fora das quadras. Ricardinho lidera a iniciativa de recolocar o Tricolor no basquete profissional. A relevância de antes, pelas dezenas de títulos conquistados, foi substituída pela saída de cena, devido à falta de verba – em 2013, o clube ganhou a Supercopa Brasil, que deu lugar à Liga Ouro e valia vaga na NBB, mas teve de ficar fora da disputa por questões financeiras.

A ideia inicial é que três atletas experientes, incluindo, talvez, o Ricardinho, se juntem aos jovens do sub-20 e atuem no torneio Carioca, previsto para abril.

– Eu acho ótimo essa primeira iniciativa em voltar com o adulto. Um clube de tradição no basquete não pode ficar de fora nunca. E isso também ajuda a gente na base porque terá maior visibilidade e será espelho para os meninos um dia sonharem em jogar no adulto – avalia Ricardinho.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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