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“Campanha segura, America e Rivelino ou Fora Flusócio!” Por André Ferreira de Barros

Em primeiro lugar, os títulos alternativos deste texto são uma homenagem ao Mestre Stanley Kubrick.

Em segundo lugar, após a importante – e tocante – vitória sobre o Cruzeiro no último domingo, cronistas esportivos se apressaram em dizer que, neste ano, o Fluminense tem tudo para fazer uma “… campanha segura…” no Campeonato Brasileiro. Ora, bolas, no início da década de 90, o Bragantino fazia “… campanhas seguras…”. O São Caetano, no início dos anos 2000, também fazia “… campanhas seguras…”. O Fluminense, diferentemente, tem que aspirar ao título. E, convenhamos, com esse time não dá. Ou seja, infelizmente, estão certos os “especialistas” – nenhum deles tricolor de raiz: se Deus quiser – e não chover -, faremos uma campanha segura no Brasileirão. Por isso, por pensar pequeno, fora Flusócio!! E leva o Cacá e cia. limitada com vocês.

Continuando, para os mais jovens, em décadas passadas, Bangu e America do Rio eram considerados times grandes. Os jogos de Fla, Flu, Vasco e Botafogo contra tais equipes eram tidos como clássicos e realizados no Maracanã. Hoje, Bangu e America são pálidas lembranças do que foram num passado medianamente distante. Sim, colegas, quero chegar exatamente aí: o Fluminense se apequena a cada torneio que disputa como mero figurante. Por isso, por pensar pequeno, fora Flusócio!! E leva o Cacá e cia. limitada com vocês.

Caminhando para o fim, um pequeno teste: se fosse Presidente em 1975, Pedro Abad contrataria o Rivelino? Eu sei, galera, os tempos eram outros – os melhores jogadores atuavam no Brasil, não havia cotas desproporcionais de televisão, etc. Mas já havia a importante distinção entre competentes e incompetentes, isso eu garanto. Logo, o exercício de abstração é válido. Desde já deixo a minha resposta: se fosse Presidente em 1975, Pedro Abad não contrataria o Rivelino, mas, sim, o Basílio, pondo em risco o fim do jejum dos gambás. Por isso, por pensar pequeno, fora Flusócio!! E leva o Cacá e cia. limitada com vocês.

Saudações tricolores

André Ferreira de Barros tem 50 anos, acompanha o Fluminense em estádios desde a final da Taça Guanabara de 1975 e acha que a Flusócio tem que deixar o Tricolor e tentar a sorte no Boavista.

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