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Medidas efetivas: em tempos de Covid-19, Fluminense é o único clube do Rio a não demitir funcionários ou suspender contratos

Desde que te e início as medidas restritivas na luta contra o novo Coronavírus (Covid-19), o Fluminense vem tomando diversas medidas efetivas a fim de diminuir o impacto da pandemia não só no departamento de futebol, como no clube como um todo. Tanto é, que o Tricolor é o único clube do estado que não demitiu nenhum funcionário e nem suspendeu contratos de trabalho durante a pandemia.

Entre as medidas para amenizar os gastos estão: a renegociação da folha salaria do elenco, a redução voluntária nos vencimentos de alguns diretores e funcionários com um salário mais elevado. Há inclusive um próprio entendimento interno, que sem essas medidas não seria possível passar pela pandemia sem demissões no clube.

Vale ressaltar que tal medida é individual entre clube e funcionários e cada equipe tem tido diferentes ações para controlar as finanças diante do cenário de crise mundial causada pela pandemia da COVID-19.

Vale destacar também que embora tenha mantido os empregos, o Fluminense ainda luta para manter as contas em dia, possuindo ainda uma dívida com jogadores e funcionários do mês de março da CLT. Estagiários ainda não receberam em 2020. No próximo dia 7 de maio vencerá o mês de abril e os direitos de imagem dos atletas que têm direito ao benefício estão atrasados desde o ano passado.

Foto: Divulgação/FFC

Fonte: Lancenet!

Vice do Flu, Celso Barros se diz contrário a volta do futebol em maio: “voltar agora seria contrariar as recomendações de saúde da maioria do mundo”

Vice presidente do Fluminense, Celso Barros segue afastado do clube, principalmente agora, em tempos de isolamento social. Contudo, apesar das opiniões diversas com grande parte do departamento de futebol, numa delas as partes seguem alinhadas: na volta do futebol.

Fluminense e Botafogo vem dando demonstrações e posicionamentos contrários a volta do futebol de imediato, mais precisamente, em maio – desejo esse de Flamengo, Vasco, Ferj e até do presidente Jair Bolsonaro.

E nisso, Mário Bittencourt e Celso Barros, presidente e vice presidente respectivamente, seguem o mesmo pensamento: de que seria precipitada uma volta do futebol em meio ao número crescente da pandemia em todo país.

Celso Barros, que é médico, usou seu Instagram pessoal para expressar sua opinião, onde citou exatamente o aumento do número de casos e o iminente colapso da saúde em todo país. Confira:

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Tomei conhecimento hoje do parecer do Ministério da Saúde a respeito do possível retorno dos treinamentos e jogos do futebol brasileiro. Na minha opinião como medico, o parecer é daquele tipo que tenta explicar o nada com coisa alguma, com todo o respeito. São inúmeras ressalvas, que ao meu ver, inviabilizam o retorno das atividades neste momento, ao contrário das conclusões finais do documento. Estamos assistindo um aumento significativo do número de óbitos e casos. Estados como Rio de Janeiro, São Paulo, Ceará, Pernambuco, Amazonas, Maranhão e alguns outros denotam quase um colapso, nas Unidades de Saúde. Os óbitos se acumulam, demonstrando que pessoas estão morrendo em casa, nos carros, na porta dos hospitais e evidentemente dentro deles. Segundo todas as lideranças políticas e médicas de todo o mundo, a única medida que temos hoje é continuar mantendo o distanciamento social. Vários trabalhos estão sendo feitos na busca de medicamentos e principalmente de vacinas que sejam eficazes no tratamento da doença. Mas no entanto, ainda não temos resultados definitivos. É claro que o isolamento, principalmente nas camadas mais vulneráveis da população, torna-se ainda mais angustiante. Cabe ao governo liberar de forma mais rápida os recursos para atender as necessidades desta enorme fatia do nosso povo. Voltar agora ao futebol significa contrariar as recomendações das autoridades da maioria do mundo. Falando especificamente do Fluminense, seria acomodar no Centro de Treinamento aproximadamente algo em torno de cinquenta pessoas por treinamento. Além disso, todos esses profissionais têm familiares, o que poderia aumentar o risco de contágio para todo este grupo. Sendo assim, tudo isso me parece um desejo do governo federal de tentar mais uma vez desconsiderar as medidas de distanciamento social. Volto a afirmar, que esse meu posicionamento é feito como médico e como vice-presidente geral do clube. Deixo claro que quem manifesta a posição do clube é o presidente Mário Bittencourt, que pelo que tenho visto, tem tido uma posição correta em relação ao assunto. Reitero também, que não fui consultado pelo presidente. Saúde a todos. Que Deus nos proteja. ST 🇭🇺

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Foto em destaque: Divulgação/FFC

Federação, clubes e até políticos, divergem sobre volta do futebol

O Brasil segue em estado de isolamento devido a pandemia do novo Coronavírus (Covid-19). No entanto, não é nenhuma novidade que governantes já forçam uma volta as atividades e até mesmo do futebol.

No cenário atual, o governo federal por meio da figura do presidente Jair Bolsonaro, é favorável a volta das atividades já em maio, assim como Ferj, Flamengo e Vasco.

Por sua vez, o governo estadual se mantém firme na cautela na volta das atividades e têm como “aliado” a CBF, além de Fluminense e Botafogo.

Contudo, a briga pela volta das atividades segue forte, inclusive com empresas que patrocinam as competições ameaçando tirar o time de campo. Interlocutores do presidente também forçam uma volta das atividades, pois enxergam que o futebol pode servir como exemplo de que a reabertura gradual da economia pode dar certo. Ele, inclusive, sugeriu Brasília para a continuidade do Campeonato Carioca.

Em meio as pressões, a CBF já indica uma possível volta dos treinos em maio, o que no entanto, depende da autorização dos governos. No Rio, inclusive, Flamengo e Vasco já articulam nos bastidores uma maneira de sensibilizar o governador Wilson Witzel para liberação das atividades.

Fluminense e Botafogo seguem a mesma linha e contam com o apoio da CBF, que não vêem condições de determinar qualquer data para o retorno das atividades.

Depois das férias, o Fluminense já anunciou a volta do seu elenco ao trabalho, no entanto, de forma individual para cada atleta que terão treinos específicos de forma remota, de casa.

Deco aprova possível retorno de Fred ao Flu: “é um dos grandes ídolos da torcida”

Um dos grandes nomes recentes do Fluminense, o luso brasileiro Deco, foi entrevistado pelo site NetFlu e falou sobre a possibilidade da volta do atacante a quem considera como um dos grandes ídolos da torcida:

–  É um dos grandes ídolos da torcida, identificado, sempre lutou bastante em todo o período que esteve no clube. Conseguiu encarar esse espírito de liderança. Não sei se vai acontecer, mas se acontecer vai ser de grande ajuda – disse Deco.

Vale ressaltar que durante a pandemia o “flerte” entre Fred e Fluminense aumentou consideravelmente, chegando ao ponto inclusive do presidente, Mário Bittencourt, praticamente selar a contratação do atacante na Live do último domingo (26) pelo site Saudações Tricolores, quando disse que só falta a assinatura para anunciar o atacante de forma oficial.

Ganso participa de Nova ação e doa mais 11 toneladas de alimentos em São Gonçalo

Meia tricolor, Paulo Henrique Ganso se juntou a outros famosos para ajudar famílias carentes de São Gonçalo, na região metropolitana do Rio de Janeiro.

Ao lado de Vagner Love, do Corinthians, Ibson, da Tombense-MG, e a atriz Juliana Paes, conseguiram arrecadar mais 11 toneladas de alimentos e kits de higiene, que foram doados para as famílias mais carentes da região.

O quarteto apadrinha o Projeto Educacional Socioesportivo Craque do Amanhã, que beneficia crianças e adolescentes, com idade entre 8 e 17 anos, de ambos os sexos, matriculados na rede pública de ensino, com prioridade para alunos portadores de deficiência, e já haviam feito uma doação de cerca de 9 toneladas de alimentos no início do mês de abril.

Dessa vez no entanto, o grupo ganhou um reforço do cantor bochecha, que é natural de São Gonçalo e, da fundação Banco do Brasil.

Para distribuir os kits sem aglomeração de pessoas, o grupo fez a doações através de horários pré agendados, e ainda entregaram os kits usando máscaras e luvas descartáveis.

Somando as duas ações, o grupo conseguiu arrecadar cerca de 20 toneladas de alimentos e material de higiene.

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