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Jogadores valorizam vaga na segunda fase da Sula, e Gum enfatiza ‘experiência de vida’

As dificuldades foram superadas e ficaram para trás, lá na Bolívia. Mesmo com o 2 a 0 do Nacional de Potosí, o Fluminense se garantiu na segunda fase da Sul-Americana e retornou ao Rio de Janeiro, na sexta-feira, aos gritos de ‘time de guerreiros’.

A vantagem conquistada em abril, no Maracanã, com a goleada de 3 a 0, foi fundamental para o clube de Laranjeiras sair classificado de Potosí. Afinal, jogar a 4 mil metros acima do nível do mar é uma batalha. Ou uma experiência de vida, como destacou Gum.

– Dou até risada porque é uma experiência de vida isso aqui. Suportamos como? Com o grupo forte e a união. Falamos que ia ser difícil. Mas o futebol nos proporciona isso. Claro que queríamos jogar no Brasil. Mas, já que estávamos aqui, fomos para o desafio. Sabíamos que sofreríamos juntos e voltaríamos classificados dando risadas de gente que passou mal aqui. Vamos contar para os nossos filhos – disse o zagueiro, na saída do campo.

A viagem da delegação à Bolívia foi marcada por imprevistos desde o Brasil, quando a logística planejada há meses teve de ser alterada, em razão de protestos em Sucre. Quando os jogadores entraram em campo, mais problemas: além da altitude, a má qualidade do campo.

– Inadmissível jogar aqui. Sem altitude, o campo já seria impraticável, essa é a verdade. Mas é parabenizar a fisiologia, pessoal da logística do clube e a gente também, que entrou em campo. Nos superamos, sempre brigando por todas as bolas. Voltar para casa é o melhor presente que temos – declarou o volante, que fez o pênalti que originou o segundo gol do adversário.

Em 2017, na mesma Sul-Americana, os brasileiros conheceram o clima de Quito, no Equador, quando enfrentaram a LDU. No entanto, Júlio César garante que a altitude equatoriana está longe de ser comparada à boliviana. Autor de defesas importantes, o goleiro ressaltou, ainda, a entrega do elenco.

– Olha, é um jogo extremamente complicado. Tivemos a experiência, no ano passado, em Quito, mas isso não tem nada a ver. É 20 vezes pior. O grupo está de parabéns, soube sofrer na hora certa, foi complicado. Você puxa e o ar não vem. Isso porque eu não corro tanto quanto eles (jogadores de linha). Não posso deixar de valorizar a entrega. A união do nosso grupo mais uma vez fez a diferença – frisou o camisa 22.

Renato Chaves seguiu o discurso de seus companheiros e reclamou das condições encontradas nas alturas. O zagueiro, que fez uma grande partida, relatou como sofreu na quinta-feira e valorizou o placar em casa, na jogo de ida.

– Sensação horrível. 4100 metros é complicado, ainda mais num campo desse. Mas soubemos jogar com o placar e hoje fizemos um grande jogo. Tivemos erros, saíram os gols, mas isso não apaga o que fizemos no Brasil. (Acréscimos) A gente já sabia que ele ia dar bastante, já estava prometendo. É complicado demais, o ar é muito seco, dá muita dor de cabeça. Complicado demais. Saímos de cabeça erguida.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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Cilindros de oxigênio e treino com bolas de vôlei: a preparação para pegar o Nacional

Graças ao 3 a 0 no Maracanã, o Fluminense está em vantagem sobre o Nacional de Potosí, adversário na primeira fase da Sul-Americana. No entanto, o time encarará 4.067 metros acima do nível do mar, o que requer um cuidado especial. O embate que vale a continuidade no torneio acontece às 21h45 desta quinta-feira, no Víctor Augustín Ugarte, o segundo estádio mais alto do mundo (3.960 metros).

Como forma de minimizar os efeitos provocados pela altitude, o clube providenciou cilindros de oxigênio, presentes nos equipamentos levados por times brasileiros às montanhas, para o caso de os jogadores sentirem falta de ar, sintoma comum nas alturas.

Alguns, como Richard e Pablo Dyego, farão sua estreia nestas condições extremas. O volante, inclusive, admitiu, na chegada ao hotel em Santa Cruz de La Sierra, estar assustado com os relatos dos companheiros.

A altitude influencia, também, a velocidade e a trajetória da bola e dos chutes. A mudança afeta, principalmente, os goleiros. Para preparar os arqueiros, os treinamentos durante a semana foram com bolas de vôlei e foco no jogo aéreo.

– Nossos preparadores de goleiro têm feito um trabalho excelente. Usaram, em nossos treinos, bolas de vôlei para tentar trazer uma realidade mais próxima da que vamos enfrentar no jogo. Elas são mais leves e pegam efeito maior que as de futebol e chegam mais rápido – explicou Júlio César.

Vale destacar que, devido à alteração na logística, o elenco ficou impedido de se aclimatar ao ambiente. O processo ocorreria em Sucre, onde uma onda de protestos contra o governo resultou no fechamento do aeroporto e no bloqueio de estradas. A solução foi se hospedar em Santa Cruz, localizada a nível do mar. Foi lá, aliás, que a equipe trabalhou pela única vez na Bolívia, no CT do Blooming, na tarde de quarta-feira.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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Voo atrasa, mas Fluminense chega a Potosí em viagem tranquila

Depois de imprevistos que atrapalharam a logística traçada para a passagem pela Bolívia, o Fluminense, finalmente, desembarcou em Potosí, terceira cidade mais alta do mundo, a 4.067 metros. Às 21h45, o time duela com o Nacional pela vaga na segunda fase da Sul-Americana.

Apesar de tranquilo, o voo sofreu um pequeno atraso. A chegada a Potosí estava prevista para 11h (horário de Brasília), mas aconteceu às 11h45. A decolagem em Santa Cruz de La Sierra, onde os jogadores estavam hospedados desde terça-feira, demorou.

Mesmo nas montanhas, o Fluminense foi recebido por dois torcedores maranhenses, que moram em Cochabamba, e, por estrada, viajaram por dez horas para assistir ao jogo.

– Será a primeira vez que acompanherei o Fluminense ao vivo. É um sonho realizado – contou um deles.

A delegação, escoltada pela polícia boliviana, se dividiu em dois ônibus para seguir para o hotel.

O único treinamento no país ocorreu na tarde desta quarta-feira, no CT do Blooming, e focou nas bolas aéreas e cobranças de pênalti.

Em razão da mudança de planos, por causa dos protestos contra o governo local, o time ficou impedido de ir a Sucre fazer a aclimatação. Significa que, nesta ocasião, enfrenta a altitude pela primeira vez.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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Júlio César sente falta de reconhecimento do clima e enfatiza união do grupo

Os protestos na Bolívia, especialmente em Sucre, prejudicaram o Fluminense. A delegação precisou se hospedar em Santa Cruz de La Sierra, que está a nível do mar, e ficou impedida de se adaptar à altitude boliviana. Conforme o novo planejamento, o time viaja a Potosí, palco do jogo contra o Nacional, a 4.067 metros, na manhã desta quinta-feira.

Depois do trabalho no Centro de Treinamento do Blooming, na tarde desta quarta-feira, Júlio César conversou com a imprensa e reforçou o discurso de Richard, apostando na garra tricolor para conquistar a vaga para a segunda fase da Sul-Americana.

– Essa questão da logística por causa das questões políticas que o país passa nos atrapalhou um pouquinho. Mas vamos ter que superá-la. É um time de guerreiros, que se destaca pela união – afirmou.

Em 2017, o Fluminense encarou 2.800 metros em Quito, no Equador, quando duelou com a LDU. Na ocasião, o elenco teve um primeiro contato com o clima antes da partida, o que faltou desta vez.

Ano passado, fizemos o reconhecimento no dia que antecedeu o jogo e nos ajudou muito, principalmente pela questão da velocidade da bola – constatou.

A velocidade da bola, alterada em razão do ar rarefeito, também foi lembrada por Frazan, presente àquele jogo de setembro passado, como um problema. Provável titular, o zagueiro demonstra tranquilidade quanto à altitude.

– Ano passado, não senti muita dificuldade, não. Só a bola que ficou muito rápida. Vamos preparar bem o psicológico e ir para o jogo, que vai dar tudo certo – disse.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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Em treino, Fluminense trabalha bola aérea e cobrança de pênalti

De olho no Nacional, adversário na primeira fase da Sul-Americana, o Fluminense treinou na tarde desta terça-feira, no CT do Blooming, em Santa Cruz de La Sierra. Foi o único trabalho na Bolívia.

Durante o treino, os principais pontos praticados foram cruzamentos, por conta do aumento da velocidade da bola, e cobrança de pênaltis, pela possibilidade de haver penalidades, em caso de triunfo do Nacional por 3 a 0.

Abel Braga testou o sistema defensivo nas bolas levantadas na área. Robinho lançava para Pedro e João Carlos, marcados por Gilberto, Frazan, Gum, Renato Chaves e Ayrton Lucas. Júlio César defendia a meta.

Houve, ainda, troca de passes e rachão em campo reduzido, com onze de cada lado e Marcos Felipe, terceiro goleiro, completando o segundo time.

Reserva de Gilberto, Léo sofreu pancada, acusou dores e pediu atendimento. Recuperou-se do problema e seguiu treinando.

Apesar de esconder a escalação para o duelo, Abel Braga deve levar a campo a equipe titular em 2018, à exceção de Ibañez, ainda tratando de lesão na coxa.

O Fluminense dorme em Santa Cruz de La Sierra e, em voo fretado, embarca para Potosí, a 4.067 metros, na manhã desta quinta-feira. A partida acontece às 21h45.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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Potosí, a terceira cidade mais alta do mundo: como a altitude pode afetar o Fluminense?

Às 21h45 de quinta-feira, o Fluminense inicia o jogo que decide o classificado à segunda fase da Sul-Americana. Apesar do 3 a 0 no Maracanã, a delegação lida com um temor: a altitude. Casa do Nacional, Potosí é a terceira cidade mais alta do mundo, a expressivos 4.067 metros. Mas, como o problema pode afetar o elenco? Canal FluNews explica, com a ajuda do doutor João Felipe Franca, médico do esporte e do exercício. 


Por que os brasileiros sofrem ao jogar na altitude?

Embora atinja qualquer pessoa acostumada ao nível do mar, o ‘mal da montanha’ tende a ser mais agressivo quando há esforço físico, ligado ao futebol. Maiores riscos, contudo, estão associados aos mal-condicionados fisicamente.

Os jogadores brasileiros são desabituados a treinar, por exemplo, a mais de 2 mil metros, quando o ar se torna rarefeito, mais pesado, e menos oxigênio circula. Por isso a dificuldade em atuar a elevadas altitudes.

Dr. João Felipe Franca: “Os atletas brasileiros costumam sofrer ao jogar futebol na altitude porque não têm o hábito de se exercitar em alta intensidade nas montanhas com mais de 2 mil metros de altitude, que é a altura em que o ar começa a ficar significativamente mais rarefeito, com pressão parcial de oxigênio 25% mais baixa em relação ao nível do mar”.


Ano passado, alguns tricolores foram a Quito, quando ocorreu o reencontro com a LDU, e sentiram o desgaste – mesmo com o 2 a 1 adverso, os cariocas se classificaram pelo gol fora de casa. No elenco de 2018, há quem nunca tenha conhecido a altitude, como Richard e Pablo Dyego.

Richard, nesta terça-feira, na chegada ao hotel:

– Tem a questão da altitude. Nunca joguei nestas características. É procurar se tratar bem. Será um jogo muito difícil, independente da vantagem que fizemos em casa.

Pablo Dyego, na segunda-feira, em entrevista:

– Nunca tive essa experiência, é a primeira vez. Vamos ver como será. Espero que dê tudo certo. Temos de encarar.

Dr. João Felipe Franca: “Apesar de terem ido uma vez para a altitude, isso não os faz se adaptar diferente dos que nunca foram. Eles podem, sim, pela experiência anterior, saber identificar melhor os sintomas e, com isso, se prevenir, se poupar, e até entender melhor que a possível queda de performance pode estar relacionada à altitude”.


O que mais impacta o corpo e quais são os sintomas?

Quanto maior a altitude, menor a pressão atmosférica. Cada vez mais rarefeito, o ar perde moléculas de oxigênio e, assim, prejudica o corpo humano e provoca diversos efeitos, cuja ocorrência e intensidade variam de organismo para organismo.

Normalmente, os sintomas se dividem em três estágios. Leve, quando há dor de cabeça, náusea ou dormência de extremidades; moderado, quando acontece falta de ar ou tontura; e grave, caracterizado por desmaios, confusão mental e, em casos mais sérios, até a morte.

Dr. João Felipe Franca: “Os sintomas, geralmente, manifestam-se de seis a dez horas após a subida e desaparecem em um ou dois dias. Mas, ocasionalmente, podem se desenvolver condições mais graves. Os esforços agravam os sintomas. Portanto, pode ser ainda mais prejudicial chegar no dia do jogo”.


Abel Braga, duranta a semana, sobre a realidade de Potosí:

– Não tem condições jogar com uma altitude de 4 mil metros. É desproporcional. Até o dia em que morrer alguém. Num dia em que um se for no campo, tomarão providências.


Como a altitude pode afetar um jogo de futebol?

No que diz respeito ao rendimento em campo, a altitude causa fadiga e, às vezes, incapacidade de raciocínio. A mais de 4 mil metros, nem a bola escapa. Ela tem sua velocidade alterada, em virtude do ar rarefeito, assim como os chutes. O que pode ser uma importante arma para os times.

Dr. João Felipe Franca: “Primeiro, a bola tende a correr mais, os chutes saem mais fortes, devido à pressão atmosférica mais baixa e à menor resistência do ar. Segundo, os jogadores não aclimatados tendem a ter fadiga mais precoce. O frio da altitude pode, também, influenciar negativamente os atletas que não têm aclimatação ao jogo no frio. Os efeitos variam de um indivíduo para o outro, sem relação com a idade em si. Sem dúvida, há queda de performance em todos”.


Como prevenir os incômodos?

O ideal é se aclimatar ao ambiente local com antecedência. Como a mudança de planos do clube impediu o processo, é necessário que a subida ocorra lentamente, com paradas ao longo do caminho. No entanto, a tendência é que a delegação vá de avião a Potosí, diferente do que havia sido combinado – antes, a viagem seria por estrada, bloqueada por protestos na Bolívia.

Dr. João Felipe Franca: “O recomendado seria subir a 2.500 metros e ficar, pelo menos, um dia. Depois, subir de 500 metros a 1000 metros por dia, até chegar à altitude de 4 mil. De avião, é pior e aumenta a chance de haver sintomas e queda de rendimento num esporte de alta demanda energética, como o futebol”.


Entenda o imbróglio:

O planejamento do Fluminense esbarrou nos percalços encontrados ainda no Brasil. Como recomendado por especialistas, o elenco se aclimataria ao ambiente do país sul-americano. Mas protestos contra o governo boliviano resultaram no fechamento do aeroporto de Sucre, onde os jogadores passariam pela adaptação, a 2.810 metros, e até o bloqueio da estrada de acesso à cidade da partida.

Os relacionados tiveram de se hospedar em Santa Cruz de la Sierra, onde se faria apenas uma escala, a nível do mar. O que significa que a ida a Potosí ocorrerá justamente no dia do jogo.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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Richard admite temor pela altitude e destaca: ‘Jogo de guerreiros’

Mesmo com a vantagem de 3 a 0, placar no Maracanã, o duelo desta quinta-feira, frente ao Nacional, em Potosí, promete cobrar do time a luta e a alma de 2018. Ao falar com a imprensa em Santa Cruz de La Sierra, onde a delegação está hospedada, Richard previu dificuldades e um ‘jogo de guerreiros’.

– Eles já estão acostumados a jogar na altitude. Nós, não. Para eles é uma vantagem. O resultado que fizemos em casa foi importantíssimo. Mas, independente do placar que fizemos, será um jogo difícil. Será aquilo que é a cara do time, o que temos sido. Este jogo será de guerreiros – falou.

Os primeiros percalços foram encontrados no Brasil, quando ainda havia um imbróglio acerca da realização do jogo. Com os protestos contra o governo boliviano, o aeroporto de Sucre, onde o elenco se aclimataria ao ambiente, a 2.819 metros, e a estrada de acesso a Potosí foram fechados.

Desta forma, houve uma mudança de planos: o grupo fica em Santa Cruz de La Sierra, a nível do mar, treina no Centro de Treinamento do Blooming e, quinta-feira, sobe à cidade da partida, a 4.067 metros, sem se adaptar à altitude.

– Seria bom termos um primeiro contato antes, seria importante. Mas, se não tivermos, o mais importante será a concentração. Manter a posse de bola será importante para não ficarmos correndo e matarmos o jogo quando tivermos a oportunidade – declarou o volante.

Embora pregue foco, Richard confessa estar preocupado com o que encontrará nas montanhas. Prestes a estrear na altitude, o camisa 25 conta que, quando há relatos de companheiros que viveram a experiência, prefere nem ouvir.

– Eu nunca joguei (na altitude), é a primeira vez. A galera vem falando isso, aquilo, e você vai ficando até meio assustado. Eu pus o fone no ouvido e procurei não ouvir, para concentrar mais no jogo. Só na hora em que chegarmos lá, quando formos aquecer, é que vamos ver como é que é.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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Renato Chaves diz que aprendeu com Fla-Flu da Sul-Americana e promete ‘beliscar esse título’

Ano passado, a maior esperança da torcida tricolor era a conquista da Sul-Americana. Com uma campanha empolgante, o Fluminense foi às quartas-de-finais e encarou o Flamengo. Depois da derrota, por 1 a 0, na ida, o time de Abel Braga precisava vencer por mais gols ou, para levar aos pênaltis, devolver o resultado.

Naquela noite, quem comandou a equipe foi Renato Chaves. Foram dois gols, ambos por cabeceio. Até a metade do segundo tempo, a classificação estava a caminho de Laranjeiras e a coroa de herói, prestes a ser entregue ao zagueiro. No entanto, um apagão fez o rival crescer, buscar o empate e conseguir a vaga para a semifinal.

– Você aprende a jogar cada jogo. Cada um tem um modo de jogar, tem que sentir como vai estar o jogo. Estava na nossa mão e não conseguimos segurar. Foi erro de todos. Mas erros servem como lição. O time é novo, vai aprender. Na próxima vez isso não vai acontecer – garante Chaves.

Passada aquela quarta-feira amarga, mais um clássico estava por vir: diante do Botafogo, no Nilton Santos. A vitória, por 2 a 1, de virada, levou luz ao clube na luta contra o rebaixamento. Ainda sentido com a queda na Sul-Americana, Renato Chaves, à época, pediu desculpas aos tricolores e, agora, promete força total para tentar levantar o caneco do torneio.

– A gente pede desculpa porque o torcedor vai lá apoiar e nós queremos dar o máximo, queremos ganhar todo jogo. Infelizmente, eles (os torcedores) não conseguiram sair de lá vitoriosos e felizes naquele dia. A gente pede desculpa, sim, para as poucas pessoas que a gente vê, porque não conhecemos todo mundo. E todo mundo não conhece a gente fora de campo. Isso é difícil. Agora temos a Sul-Americana novamente e vamos tentar beliscar esse título.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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Fonte: Globoesporte.com.

 

Fluminense divulga numeração fixa para Sul-Americana

Destaques foram os novos números de Marcos Júnior, Ibanez, Léo e Pablo Dyego.

As vespevés da fazer sua estréia na Copa Sul-Americana, próxima quarta-feira (11), contra o Nacional Potosí, da Bolívia, o Fluminense divulgou a numeração fixa que seus jogadores irão usar durante a competição.

Os destaques vão para a mudança na numeração de Marcos Júnior, Ibanez, Léo e Pablo Dyego, acompanhe a relação completa:

1 – Marcos Felipe
2 – Gilberto
3 – Gum
4 – Renato Chaves
5 – Airton
6 – Ayrton Lucas
7 – Pablo Dyego
8 – Douglas
9 – Pedro
10 – Sornoza
11 – Marcos Júnior
12 – Marlon
13 – Frazan
14 – Ibañez
15 – Léo

16 – Jadson
17 – Robinho
18 – Reginaldo
19 – Dudu
20 – Luquinhas
21 – Caio
22 – Júlio César
23 – Marlon Freitas
24 – João Vitor
25 – Richard
26 – Mateus Norton
27 – Rodolfo
28 – Matheus Alessandro

 

ST,

Douglas Wandekochen

 

foto: Divulgação FFC

Força, glória e tradição: mosaico que encantou o Maracanã completa um ano

A quinta-feira traz à tona recordações daquele encontro entre Fluminense e Liverpool-URU, pela Sul-Americana de 2017. Faz um ano que o Maracanã recebeu quase 40 mil torcedores e se coloriu em verde, branco e grená para assistir à vitória do Fluminense – por 2 a 0 – e à apresentação do mosaico que melhor resume a história do clube: força, glória e tradição.

É fato que aquela noite histórica emocionou e marcou a vida de milhares de apaixonados. Mas, talvez, há quem desconheça a turma que esteve à frente dos preparativos: o Convocação Tricolor. Ao Canal FluNews, Pedro Jordão, um dos representantes do grupo, relembrou a emoção no momento em que as peças subiram e, juntas, formaram uma imagem inesquecível e que circulou pelo continente.

– Impossível não se emocionar. Foram dois meses de ralação absurda, correndo atrás para caramba e resolvendo vários problemas. Parecia que algo ia impedir o mosaico, mas passávamos por cima. Eu, principalmente, chorei muito. É uma sensação indescritível – diz Pedro, que, ao lado de Lucas Menezes e de dezenas de voluntários, fez tudo acontecer.

Mosaico ‘Força, Glória e Tradição’ foi exibido há exatamente um ano. (Foto: Divulgação)

Nas redes sociais, o Convocação comemorou a data e deixou saudade nos torcedores. O que era esperado, afinal, o sucesso da ação continua rendendo elogios. Aliás, mais do que isso: vez ou outra, ainda aparecem relatos emocionados de quem se contagiou com a energia do estádio e conta ter vivido, naquele 05 de abril, o melhor dia de sua vida.

– É incrível como o pessoal ainda comenta, mesmo depois de um ano. Muita gente elogia e diz ter boas lembranças do dia, do jogo. Sempre contam diversas histórias, dizem que se emocionaram. Essa é a parte mais gratificante, ver que foi especial para a gente e para muitos outros – declara.

O processo de montagem do mosaico exigiu alto investimento. Na ocasião, por exemplo, foram necessários quase R$ 7 mil. Valor arrecadado pela torcida, que se dispôs a colaborar para o time estrear na Sul-Americana com pompa. O trabalho duro de idealizadores e voluntários, no fim, foi recompensado: virou notícia até nos países vizinhos e, à época, ganhou destaque no Brasil. Portanto, o dever de expressar o amor pelas três cores e encantar foi cumprido.

Bandeiras também fizeram parte da festa da apaixonada torcida tricolor, no Maraca. (Foto: Nelson Perez)

– O Brasil e mais alguns países da América do Sul viram e elogiaram o trabalho. Isso é maravilhoso. Ser reconhecido depois daquela luta é gratificante. Ainda mais importante é saber que a torcida gostou, pois, sem ela, nada aconteceria – afirma.

O primeiro passo na Sula deste ano, inclusive, está próximo. A primeira partida será no Maracanã, dia 11, contra o Nacional de Potosí. Desta vez, porém, sem festa. Aos seguidores que cobram alguma surpresa na próxima quarta-feira, o Convocação Tricolor explica que a falta de tempo e a fase do clube desanimam. No entanto, promete mais shows nas arquibancadas ainda em 2018.

– Pretender (retomar a organização de mosaicos), a gente sempre pretende. Vamos ver como vai ser o andar da carruagem. Quem sabe, vem uma festa mais para frente? Tudo depende do clube e da motivação da torcida.


Leia mais tópicos da entrevista:

Por que a escolha por ‘Força, Glória e Tradição’ e o uso dos escudos antigo e atual?

Abrimos uma votação interna, entre nossa equipe e amigos próximos, e a frase vencedora foi essa. A ideia dos escudos surgiu com o Mobilização Tricolor, que se uniu à gente para essa festa. Os escudos, inicialmente, seriam em 3D. Mas tivemos um imbróglio com o Maracanã. Precisava subir na cobertura e não foi liberado. No final, os escudos feitos em mosaico ficaram bem legais.

Na época, houve dúvidas sobre a execução do mosaico. Quais as maiores dificuldades encontradas durante o processo?

Rolaram dúvidas, críticas, pessoas torciam para dar errado. Superamos todo o tipo de dificuldade, financeira, logística.

Qual foi o momento mais marcante da noite?

Com certeza a hora em que o mosaico sobe. Depois, recebemos a foto dele, completinho e lindo. Havia um receio imenso de dar tudo errado pois a torcida não estava espalhada. Mas as organizadas pediram que os torcedores se espalhassem. Ajudou bastante.

De 0 a 10, qual a nota do conjunto da obra?

Eu daria 9. Sempre há o que melhorar. Mas não reclamo de nada daquele dia. Sensação extraordinária e uma festa linda demais.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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