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Renato Chaves diz que aprendeu com Fla-Flu da Sul-Americana e promete ‘beliscar esse título’

Ano passado, a maior esperança da torcida tricolor era a conquista da Sul-Americana. Com uma campanha empolgante, o Fluminense foi às quartas-de-finais e encarou o Flamengo. Depois da derrota, por 1 a 0, na ida, o time de Abel Braga precisava vencer por mais gols ou, para levar aos pênaltis, devolver o resultado.

Naquela noite, quem comandou a equipe foi Renato Chaves. Foram dois gols, ambos por cabeceio. Até a metade do segundo tempo, a classificação estava a caminho de Laranjeiras e a coroa de herói, prestes a ser entregue ao zagueiro. No entanto, um apagão fez o rival crescer, buscar o empate e conseguir a vaga para a semifinal.

– Você aprende a jogar cada jogo. Cada um tem um modo de jogar, tem que sentir como vai estar o jogo. Estava na nossa mão e não conseguimos segurar. Foi erro de todos. Mas erros servem como lição. O time é novo, vai aprender. Na próxima vez isso não vai acontecer – garante Chaves.

Passada aquela quarta-feira amarga, mais um clássico estava por vir: diante do Botafogo, no Nilton Santos. A vitória, por 2 a 1, de virada, levou luz ao clube na luta contra o rebaixamento. Ainda sentido com a queda na Sul-Americana, Renato Chaves, à época, pediu desculpas aos tricolores e, agora, promete força total para tentar levantar o caneco do torneio.

– A gente pede desculpa porque o torcedor vai lá apoiar e nós queremos dar o máximo, queremos ganhar todo jogo. Infelizmente, eles (os torcedores) não conseguiram sair de lá vitoriosos e felizes naquele dia. A gente pede desculpa, sim, para as poucas pessoas que a gente vê, porque não conhecemos todo mundo. E todo mundo não conhece a gente fora de campo. Isso é difícil. Agora temos a Sul-Americana novamente e vamos tentar beliscar esse título.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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Fonte: Globoesporte.com.

 

Fluminense divulga numeração fixa para Sul-Americana

Destaques foram os novos números de Marcos Júnior, Ibanez, Léo e Pablo Dyego.

As vespevés da fazer sua estréia na Copa Sul-Americana, próxima quarta-feira (11), contra o Nacional Potosí, da Bolívia, o Fluminense divulgou a numeração fixa que seus jogadores irão usar durante a competição.

Os destaques vão para a mudança na numeração de Marcos Júnior, Ibanez, Léo e Pablo Dyego, acompanhe a relação completa:

1 – Marcos Felipe
2 – Gilberto
3 – Gum
4 – Renato Chaves
5 – Airton
6 – Ayrton Lucas
7 – Pablo Dyego
8 – Douglas
9 – Pedro
10 – Sornoza
11 – Marcos Júnior
12 – Marlon
13 – Frazan
14 – Ibañez
15 – Léo

16 – Jadson
17 – Robinho
18 – Reginaldo
19 – Dudu
20 – Luquinhas
21 – Caio
22 – Júlio César
23 – Marlon Freitas
24 – João Vitor
25 – Richard
26 – Mateus Norton
27 – Rodolfo
28 – Matheus Alessandro

 

ST,

Douglas Wandekochen

 

foto: Divulgação FFC

Força, glória e tradição: mosaico que encantou o Maracanã completa um ano

A quinta-feira traz à tona recordações daquele encontro entre Fluminense e Liverpool-URU, pela Sul-Americana de 2017. Faz um ano que o Maracanã recebeu quase 40 mil torcedores e se coloriu em verde, branco e grená para assistir à vitória do Fluminense – por 2 a 0 – e à apresentação do mosaico que melhor resume a história do clube: força, glória e tradição.

É fato que aquela noite histórica emocionou e marcou a vida de milhares de apaixonados. Mas, talvez, há quem desconheça a turma que esteve à frente dos preparativos: o Convocação Tricolor. Ao Canal FluNews, Pedro Jordão, um dos representantes do grupo, relembrou a emoção no momento em que as peças subiram e, juntas, formaram uma imagem inesquecível e que circulou pelo continente.

– Impossível não se emocionar. Foram dois meses de ralação absurda, correndo atrás para caramba e resolvendo vários problemas. Parecia que algo ia impedir o mosaico, mas passávamos por cima. Eu, principalmente, chorei muito. É uma sensação indescritível – diz Pedro, que, ao lado de Lucas Menezes e de dezenas de voluntários, fez tudo acontecer.

Mosaico ‘Força, Glória e Tradição’ foi exibido há exatamente um ano. (Foto: Divulgação)

Nas redes sociais, o Convocação comemorou a data e deixou saudade nos torcedores. O que era esperado, afinal, o sucesso da ação continua rendendo elogios. Aliás, mais do que isso: vez ou outra, ainda aparecem relatos emocionados de quem se contagiou com a energia do estádio e conta ter vivido, naquele 05 de abril, o melhor dia de sua vida.

– É incrível como o pessoal ainda comenta, mesmo depois de um ano. Muita gente elogia e diz ter boas lembranças do dia, do jogo. Sempre contam diversas histórias, dizem que se emocionaram. Essa é a parte mais gratificante, ver que foi especial para a gente e para muitos outros – declara.

O processo de montagem do mosaico exigiu alto investimento. Na ocasião, por exemplo, foram necessários quase R$ 7 mil. Valor arrecadado pela torcida, que se dispôs a colaborar para o time estrear na Sul-Americana com pompa. O trabalho duro de idealizadores e voluntários, no fim, foi recompensado: virou notícia até nos países vizinhos e, à época, ganhou destaque no Brasil. Portanto, o dever de expressar o amor pelas três cores e encantar foi cumprido.

Bandeiras também fizeram parte da festa da apaixonada torcida tricolor, no Maraca. (Foto: Nelson Perez)

– O Brasil e mais alguns países da América do Sul viram e elogiaram o trabalho. Isso é maravilhoso. Ser reconhecido depois daquela luta é gratificante. Ainda mais importante é saber que a torcida gostou, pois, sem ela, nada aconteceria – afirma.

O primeiro passo na Sula deste ano, inclusive, está próximo. A primeira partida será no Maracanã, dia 11, contra o Nacional de Potosí. Desta vez, porém, sem festa. Aos seguidores que cobram alguma surpresa na próxima quarta-feira, o Convocação Tricolor explica que a falta de tempo e a fase do clube desanimam. No entanto, promete mais shows nas arquibancadas ainda em 2018.

– Pretender (retomar a organização de mosaicos), a gente sempre pretende. Vamos ver como vai ser o andar da carruagem. Quem sabe, vem uma festa mais para frente? Tudo depende do clube e da motivação da torcida.


Leia mais tópicos da entrevista:

Por que a escolha por ‘Força, Glória e Tradição’ e o uso dos escudos antigo e atual?

Abrimos uma votação interna, entre nossa equipe e amigos próximos, e a frase vencedora foi essa. A ideia dos escudos surgiu com o Mobilização Tricolor, que se uniu à gente para essa festa. Os escudos, inicialmente, seriam em 3D. Mas tivemos um imbróglio com o Maracanã. Precisava subir na cobertura e não foi liberado. No final, os escudos feitos em mosaico ficaram bem legais.

Na época, houve dúvidas sobre a execução do mosaico. Quais as maiores dificuldades encontradas durante o processo?

Rolaram dúvidas, críticas, pessoas torciam para dar errado. Superamos todo o tipo de dificuldade, financeira, logística.

Qual foi o momento mais marcante da noite?

Com certeza a hora em que o mosaico sobe. Depois, recebemos a foto dele, completinho e lindo. Havia um receio imenso de dar tudo errado pois a torcida não estava espalhada. Mas as organizadas pediram que os torcedores se espalhassem. Ajudou bastante.

De 0 a 10, qual a nota do conjunto da obra?

Eu daria 9. Sempre há o que melhorar. Mas não reclamo de nada daquele dia. Sensação extraordinária e uma festa linda demais.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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