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É Campeão ! Fluminense bate o Flamengo em Laranjeiras e conquista a Taça Guanabara sub-17

Foto: Maílson Santana/FFC

O sábado foi de Fla-Flu em com gostinho de título para o Tricolor, que bateu o rival por 2 a 1 em Laranjeiras e conquistou a Taça Guanabara sub-17.

Melhor no jogo no início do primeiro tempo, o Fluzão abriu o placar aos 23 da primeira etapa com Miguel, que aproveitou um lançamento do goleiro Cayo e bateu cruzado no canto para abrir o placar.

Ainda no primeiro tempo, as equipes tiveram dois jogadores expulsos: Davi, do Fluminense, e Ryan, do Flamengo tomaram o cartão vermelho e foram para o vestiário mais cedo.

Na volta do intervalo, logo aos seis minutos, o Tricolor leva um duro golpe com o gol de empate do rival, porém não desanimou e voltou à frente do placar aos 17 da etapa complementar: depois de bela troca de passes pela esquerda, a bola é cruzada e John Kennedy, destaque do Flu na competição escorou para os fundos da redes para garantir a vitória e o título dos Mulekes de Xerém.

Após o jogo, com o título já garantido, os autores dos gols, Miguel e John Kennedy, agradeceram o apoio da torcida.

Vasco garante reembolso a quem comprou ingresso e não assistiu à final da Taça GB

Em virtude da confusão entre Fluminense e Vasco pelo lado Sul do Maracanã, na final da Taça Guanabara, vencida pelo rival por 1 a 0, o jogo, inicialmente, seria com portões fechados. Porém, o desembargador de plantão naquele domingo autorizou, aos 30′ do primeiro tempo, a entrada de torcedores. O público, em sua maioria vascaínos, chegou a quase 30 mil.

Como um grande número de pessoas comprou ingresso e não conseguiu assistir ao clássico, o Cruz-Maltino vem promovendo, desde a manhã desta segunda-feira até às 17h de terça, o reembolso do valor da entrada, segundo publicou em nota.

“O Club de Regatas Vasco da Gama irá promover nesta segunda (25/02) e terça-feira (26/02), em São Januário, das 10h às 17h, o ressarcimento aos torcedores que compraram ingressos para a final da Taça Guanabara e não conseguiram entrar no Maracanã para assistir à partida”.

Os tricolores, que ficariam alocados no Norte, serão ressarcidos na bilheteria 9 de São Januário, assim como os não-sócios do adversário. Os bilhetes não podem estar danificados.

“O ingresso de meia-entrada para os torcedores maiores de 18 anos só será trocado mediante documento em mãos e com a presença do próprio torcedor. Para os menores de 18 anos, o ingresso será trocado mediante documento em mãos trazidos por um responsável legal ou pelo próprio torcedor”, avisa o Vasco.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

 

 

Árbitro de Flu e Vasco relata xingamento de Airton na súmula

Por Rômulo Morse


Árbitro da final da Taça Guanabara, na qual o Vasco venceu o Fluminense por 1 a 0, Bruno Arleu Araújo relatou na súmula xingamentos do volante Airton. Por conta da reclamação, já nos últimos instantes da partida no Maracanã, o atleta foi expulso.

– Expulsei com cartão vermelho direto o atleta Airton (…) por haver proferido as seguintes palavras em minha direção: “Você é um m…, você conseguiu o que queria”. – descreveu o árbitro.

Outro que recebeu a punição foi o atacante Luciano. Após consultar o VAR (árbitro de vídeo), utilizado pela primeira vez no Campeonato Carioca, o juiz viu um empurrão do jogador depois que uma confusão foi armada por conta da falta de Andrey em Calazans, já nos acréscimos. Bruno Arleu foi notificado, consultou o lance e puniu o camisa 18 tricolor. O volante vascaíno ficou com o cartão amarelo.

Flu e Vasco lucram R$ 109 mil cada com renda da final da Taça Guanabara

Por Rômulo Morse


Em meio a confusão no duelo entre Vasco e Fluminense, no domingo, pela final da Taça Guanabara, os clubes tiveram lucro. A final no Maracanã rendeu R$ 109.013,75 para cada equipe. Com 29.002 torcedores presentes, as equipes ficaram com apenas 20% do valor total arrecadado de R$ 1.129.912,00.

Segundo o borderô do jogo, publicado no site da Ferj, o clássico teve despesa de R$ 911.884,49, sendo sua maior parte referente ao aluguel do estádio, custando R$ 470 mil. Já a federação conseguiu ficar com quantia considerável, tendo apenas R$ 7 mil a menos que os times. A taxa da entidade, que custou nessa ocasião R$ 102.181,60, é cobrada em partidas de teor decisivo ou em duelos que envolvam os quatro grandes.

Confira abaixo o documento:

 

Fluminense x Vasco: Tricolores relatam que rivais entravam no Maracanã sem ingresso

Um caos no Maracanã, neste domingo, expôs a desorganização que cerca o Campeonato Carioca. Em razão da briga entre Fluminense e Vasco pelo setor Sul, a Justiça determinou, na madrugada de sábado, que o clássico ocorreria com portões fechados. Mas o dia reservou diversas reviravoltas na polêmica, que terminou, enfim, com a permissão para acesso às arquibancadas, após tumulto com feridos no local.

Paralelamente ao jogo, que começou sem espectadores, milhares de torcedores se concentravam, desde cedo, nos arredores do estádio, na esperança de que pudessem assistir à final da Taça Guanabara, vencida pelo Cruz-Maltino por 1 a 0. Foi autorizada a entrada apenas aos 30′ do primeiro tempo, porém, com veto à maioria dos tricolores, inclusive àqueles com ingresso em mãos.

– Comprei os quatro ingressos no sábado, às 11h, na bilheteria 1 do Maracanã. Com o imbróglio, cheguei a avisar aos meus filhos que não teria jogo. No domingo, decidi ir porque um primo meu veio de Ubatuba. Cheguei no estádio e fomos todos barrados, como todos os outros torcedores ali. Por volta das 17h, fui embora. Por conta da confusão, fiquei preso em um hortifruti e nem conseguir assistir ao jogo – informou Fernando Miragaya.

Com o impasse, só as bilheterias 1 e 4, destinadas aos tricolores, não abriram para venda, mesmo com as enormes filas. Ou seja, a maioria ficou barrada, sem que a organização prestasse esclarecimentos. Segundo relatos, do lado de lá, não havia conferência de bilhetes. Um torcedor do Fluminense, inclusive, conseguiu entrar no setor ocupado pelos adversários. Ele preferiu não se identificar.

– Fui até o Maracanã com um amigo vascaíno. Barraram os tricolores. Estava indo embora quando abriram os portões para a torcida do Vasco. Entrei sem ingresso no setor dos vascaínos. Até catadores e moradores de rua entraram. Do outro lado, não deixaram – disse.

Conforme estabelecido pela desembargadora Lucia Helena do Passo, o Vasco deve providenciar a devolução do valor do ingressos em até cinco dias, sob pena de R$ 5 mil por dia de descumprimento. De acordo com o NETFLU, um grupo de tricolores pretende formalizar uma ação judicial contra a FERJ, o Vasco e a Concessionária Maracanã.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: O Globo.

Através das redes, Fluminense se manifesta contra cantos homofóbicos entoados na final da Taça Guanabara

Foto: Reprodução / Twitter

Na manhã desta segunda-feira (18), o Fluminense utilizou suas redes sociais para manifestar-se sobre os cantos homofóbicos entoados pela torcida vascaína na decisão da Taça Guanabara. A partida, vencida pelo Vasco por 1 a 0, ficou marcada pelas confusões do lado de fora do estádio antes da entrada do público, e também pela música de letra homofóbica direcionada aos tricolores.

Além disso, em meio a comemoração do título, o atleta do Vasco, Fellipe Bastos, utilizou esses cânticos para provocar o Fluminense, que ficou com o vice-campeonato. Tal atitude foi severamente reprovada por diversos jornalistas após o jogo.

Veja abaixo a nota compartilhada pelo Tricolor carioca:

Foto: Reprodução / Twitter

Uma final com a triste decadência do futebol Carioca

J. Ricardo Fernandes

A final deste domingo (17) mostrou mais uma vez que o nosso futebol carioca está em decadência.

Precisamos a assumir a responsabilidade como torcedores? Sim! Porém, acima de tudo, devemos ser respeitados: como torcedores, como clientes, como apaixonados pelos clubes e, apaixonados pelo espetáculo desse esporte, chamado futebol.

Na minha opinião, o Fluminense precisa se posicionar como o clube de tradição e títulos que é.

Porque nós, torcedores, gostamos de um jogo com raça, gostamos de lotar os estádios, claro que queremos sempre a vitória mas acima de tudo queremos apoiar o nosso time do coração. Queremos gritar, cantar e aplaudir o time. Isso tudo sempre faremos independente do resultado.
Queremos um basta em todo esses assuntos políticos fora de campo e queremos ver bola na rede!

Esse é o recado e o sentimento que tenho como torcedor apaixonado pelo Fluminense.

Um abraço a todos e uma excelente semana.

 

Por: Marcelo Moreira

Análise: o raio caiu duas vezes no mesmo lugar

Foto: Lucas Merçon / FFC

Dia 02 de fevereiro, Mané Garrincha, fase de grupos. O Fluminense criou, desperdiçou chances e perdeu por 1 a 0 para um Vasco que pouco produziu, e que marcou seu gol de pênalti. Dia 17 de fevereiro, Maracanã, final da Taça Guanabara. O Fluminense criou, desperdiçou chances e perdeu por 1 a 0 para um Vasco que pouco produziu, e que marcou seu gol em uma bola parada achada aos 36 do segundo tempo. Parece repetitivo e igual, e realmente é. Ou melhor, foi.

Assim como na partida no Mané Garrincha, o Fluminense propôs o jogo, dominou a posse de bola (71,5%) e criou. Foram três chances claras desperdiçadas – por Yony González, Everaldo e Luciano -, que no final fizeram a diferença. O Vasco veio destinado a cumprir seu padrão tático e a marcar. Diferentemente do Tricolor, o Cruzmaltino foi extremamente eficiente. Jogou fechado e buscando por uma bola para vencer o jogo. E conseguiu.

Dizer que o Fluminense perdeu para si mesmo não é tirar os méritos do Vasco, que foi obediente ao seu estilo de jogo. O futebol é injusto e pune. Oportunidades desperdiçadas fazem falta no final. Em contrapartida, mais um jogo em que a identidade aplicada por Fernando Diniz apareceu em campo. Foram 545 passes contra apenas 176 do adversário. O treinador tricolor, mesmo com pouquíssimo material humano, vem dando cara a um elenco desacreditado e, como dito anteriormente, trazendo a torcida de volta.

Entretanto, alguns pontos negativos devem ser corrigidos. E serão. As laterais do Fluminense ganharão força com o retorno da dupla Gilberto e Mascarenhas. O meio-campo receberá um toque diferenciado com a entrada de Paulo Henrique Ganso. Pedro também está se recuperando de lesão. O desempenho tende a melhor o estilo irá se revigorar.

Por fim, méritos ao Vasco que, apesar de ter feito uma partida fraca, explorou as falhas do Tricolor na saída de bola e aproveitou a atmosfera a seu favor. Alberto Valentim foi gigante taticamente. O Cruzmaltino soube marcar o Fluminense. Ao clube das Laranjeiras, fica o vice-campeonato de um torneio que perdeu todo seu valor com a mudança do regulamento, e o destaque de mais uma boa atuação, mas que não foi o bastante. Assim como foi no primeiro duelo entre os dois times, prevaleceu quem aproveitou melhor as chances.

Vasco consegue gol em bola parada e ganha a Taça Guanabara sobre o Fluminense

Em uma final marcada pela polêmica relacionada ao setor Sul do Maracanã, o Vasco marcou no fim com Danilo Barcellos e conquistou a Taça Guanabara. A princípio, as torcidas foram proibidas de acessar as arquibancadas, em razão de sentença expedida pela desembargadora Lucia Helena do Passo, na última madrugada. Houve uma confusão generalizada nos arredores do estádio e, aos 30′ do primeiro tempo, a entrada foi, enfim, liberada.

Seguindo à risca o padrão de jogo de Fernando Diniz, o Fluminense chegou a 68% de posse de bola e encontrou boas chances de marcar. Foram elas com Yony González, cara a cara com o goleiro Fernando Miguel; Everaldo, que isolou na área em lance parecido com o que originou o 1 a 0 sobre o Flamengo, quinta-feira; e Luciano, que cabeceou rente à meta.

Apagado e se fechando como podia, o Cruz-Maltino contou com um vacilo de Marlon, que viria a ser substituído por Marquinhos Calazans, a poucos minutos do fim, para abrir o placar. O lateral-esquerdo cometeu falta cobrada por Danilo Barcellos, que lançou bola que cruzou a área de Rodolfo até parar na rede.

Pela primeira vez na história do Campeonato Carioca, o VAR, novidade desta edição, foi acionado. Bruno Arleu de Araújo usou o recurso para verificar quem deveria ser expulso em confusão no campo. Luciano sofreu a punição. Sobrou também para o volante vascaíno Andrey, que ficou com amarelo.

Foi registrado um público de 29 mil pessoas nesta tarde, em sua maioria torcedores rivais. Após o vice da Taça GB, o Tricolor se prepara para duelar com o Bangu, na sexta-feira do dia 22, também no Maracanã, em duelo que deve marcar a estreia de Paulo Henrique Ganso. Ele, inclusive, assistiu ao clássico no camarote do estádio, ao lado, por exemplo, de Gilberto, De Amores e Pedro Abad.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

 

 

 

Policiais e funcionários do Maracanã perguntam à imprensa se portões serão liberados aos torcedores

O presidente vascaíno, Alexandre Campello, decidiu assumir risco processual e abrir os portões do Maracanã na final da Taça Guanabara, contrariando ordem judicial. O acesso ao estádio, segundo o Vasco, seria liberado às 15h, o que, por ora, não ocorreu, visto que há trâmites burocráticos em andamento. Depende ainda de um documento, conforme informado pelo JECRIM.

Pouco depois de confirmada a presença das torcidas no clássico deste domingo, a jornalista Aline Nastari, do Esporte Interativo, flagrou policiais e funcionários do estádio perguntando à imprensa se os portões seriam mesmo abertos. Ela classificou o situação como uma “confusão só”.

No momento, os torcedores de ambos os times seguem chegando ao local. Para o Cruz-Maltino, as bilheterias 2 e 3 estão funcionando, mas com filas grandes. Para o Tricolor, nenhuma informação quanto à venda de ingressos.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

 

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