Análise: André é um jogador moderno e de muita técnica, mais uma grande revelação do Fluminense.

Hoje vamos trazer uma análise sobre o volante André, revelado nas categorias de base do Fluminense. Um atleta de futebol técnico e moderno, com ampla visão e entendimento do jogo, força física e liderança. Como falamos no Tática Didática.

André fez 32 jogos na atual temporada e foi titular em 59% desses jogos, tem 93% de acerto nos passes durante as partidas, sejam eles passes em ruptura, laterais ou longos. Realiza a fase de construção do Fluminense, em alguns momentos a 1ª fase de construção e em outros a 2ª fase de construção. Precisa ter um pouco mais de entrada no último terço para finalização e chutes de longa distância, duelo 1×1 defensivo e ofensivo excelentes, quebra linhas com dribles e proteção de bola.

O jovem de 19 anos tem um futuro brilhante pela frente no Fluminense e Seleção Brasileira, quando tiver oportunidades, esperamos que permaneça no Brasil por muito tempo e se torne uma das referências do futebol brasileiro.

Confira a análise completa no vídeo.

Tática Didática: Modificações de Marcão foram fundamentais para vitória do Fluminense 

O Flu com boa posse de bola mas com pouca pressão ao adversário, dando espaços para a construção do Athlético-PR. O primeiro chute a gol do tricolor saiu apenas aos 30’ do 1º tempo, já o furacão tinha finalizado mais.

Marcando muitas vezes com um linha de 5 no meio campo e apenas John Kennedy (23) na referência, o Flu esperava uma bola para contra atacar. O camisa 23 do Flu em muitos momentos inverteu com Caio Paulista, jogando como extremo e tentando dar mais mobilidade ao ataque tricolor.

O gol do Flu saiu com uma jogada de criação do zagueiro David Braz, mostrando a importância desse tipo de lance para surpreender o adversário. Braz abriu na direita para Samuel Xavier que levou na profundidade e cruzou para o desvio da zaga no gol, fazendo assim o primeiro gol do jogo. David Braz iniciou a jogada e apareceu na área para tentar a finalização com espaço também para uma possível segunda bola.

Com John Árias na criação do Flu, deixou André mais fixo como 1º homem de meio campo e uma linha à sua frente com Yago e o colombiano mais próximos aos atacantes. Foi visto também um Flu ainda cedendo muitos espaços, deixando a bola com o adversário e tentando arriscar nos contra-ataques.

John Kennedy deu muito mais mobilidade ao ataque tricolor, jogando em velocidade e criando opção para passes em ruptura, conseguindo a marcação de um pênalti, anulado por impedimento depois de revisão no VAR. Marlon foi outro jogador que deu uma nova dinâmica ao tricolor, jogando pela lateral esquerda conduzia a bola para o meio de campo abrindo espaço para os extremos e para os meias tendo mais ações ofensivas, o que não víamos nos jogos anteriores.

O Flu foi mais criativo e teve mais posse de bola, finalizou menos e contou com a sorte no gol da vitória. Vitória fora de casa que dá confiança para os próximos jogos e brigar por uma vaga no G6 do Brasileirão.

Tática Didática: Um Fluminense com muitas dificuldades e poucas soluções

O jogo de hoje mostrou as mesmas dificuldades dos últimos jogos, com suas linhas muito afastadas e pouca inspiração de seus atacantes.

Em um primeiro tempo onde o Flu tentou pressionar o adversário e com Caio Paulista jogando pela direita e Luiz Henrique pela esquerda, nas extremas. Já Fred mais uma vez teve que sair muito da área e dificultou ainda mais o futebol do atacante tricolor.

Um jogo onde o Flu sofreu com as jogadas de escanteio defensivos, marcando por zona e deixando jogadores livres para finalização.

Já no segundo tempo com a entrada de John Arias o Flu mudou do 1-4-3-3 para o 1-4-2-3-1, deixando Fred mais isolado, embora tenha tido mais volume de jogo, criou pouco e não ofereceu muito perigo ao adversário.

O que pode ser visto foi uma diferença dos laterais para o último jogo, onde tiveram mais presença ofensiva mas deixaram espaços nas costas sofrendo na transição defensiva. Mais detalhes no vídeo abaixo. Assista e comente sobre.

Tática Didática: As dificuldades de Marcão no Flu

Marcão é um treinador muito querido por todos. E quando falamos todos, vai da torcida à diretoria do clube. Entretanto, esse carinho, não pode “tapar o sol com a peneira”. É necessário falar dos problemas que o Fluminense têm dentro de campo. Alguns, claro, não são de responsabilidade única do treinador.

O Fluminense não tem um elenco qualificado. Isso ficou claro na Libertadores e está explícito no Campeonato Brasileiro. Falta um jogador com características de armação no time.

Marcão conseguiu dar uma melhora ao por uma trinca de volantes. Conseguiu melhora na saída de bola e no sistema defensivo. Mas falta a organização ofensiva. Neste ponto, não consegue resolver o problema.

Sem um meio-campo com capacidade de organizar as jogadas ofensivas, o Fluminense fica trivial, fica facilmente marcado, e vai perdendo jogos e pontos que podem custar a classificação para a Libertadores de 2022. No vídeo abaixo mais detalhes sobre estes problemas, usando como exemplo o confronto contra o Fortaleza. Assista e deixe seu comentário.

Tática Didática: Quais os caminhos para o Fluminense se classificar na Copa do Brasil? Confira análise

O Fluminense entra em campo, na noite desta quarta-feira (15), para decidir a classificação para as semifinal da Copa do Brasil. Mas o desafio será árduo. Vai encarar o líder do Campeonato Brasileiro, e embalado, Atlético-MG.

No confronto de ida, no Nilton Santos, vitória dos mineiros por 2 a 1. Ou seja, eles entram classificados. O Fluminense precisa correr atrás do placar para passsa de fase.

E isso, por si só, dobra o desafio. O Fluminense é uma equipe reativa, ou seja, gosta de se defender, roubar a bola e puxar o contra-ataque. Com a vantagem no placar é bem improvável que o Galo vá pra cima, deixando espaços para o tricolor.

Qual a saída, então, para o time de Marcão? Não vemos outra alternativa que não seja fazer uma marcação pressão para roubar a bola e rapidamente puxar o contra-ataque. E isso pode ser feito no ataque ou no meio-campo.

No vídeo abaixo, explicamos melhor sobre esta estratégia e, claro, como que o Flu deve se defender do Atlético, para conseguir a classificação. Assista e deixe seu comentário.

Tática Didática: Marcão vai consolidando um ‘novo’ Fluminense

O Fluminense recebeu o São Paulo no Maracanã e venceu por 2 a 1. Não foi uma partida brilhante, mas o tricolor carioca funcionou sob a regência de Marcão à beira do campo.

O Fluminense não é revolucionário. Longe disso. Mas os jogadores compreenderam as limitações e como devem atuar para serem competitivos. E essa é a chave de Marcão.

O estilo de jogo do atual comandante para o de Roger Machado tem pouca diferença. Time reativo, com marcação em bloco baixo, compacto e que busca o contra-ataque como forma de chegar ao gol adversário.

Mas, se o modelo é o mesmo, o que mudou? Difícil perceber a “olho nu”. Talvez seja uma trabalho maior no vestiário, na conversa e no trato com os jogadores. O Fluminense é um time, hoje, mais confiante. E os jogadores conseguem executar bem o papel dentro de campo.

Time está vivíssimo no Brasileirão e na Copa do Brasil. No vídeo abaixo, explicamos mais detalhes da vitória e desta nova fase do time. Assista e deixe seu comentário sobre o tema.

Tática Didática: Fluminense faz bom jogo, mas infelicidade cedeu o empate. Confira a análise.

Fluminense e Juventude se enfrentaram nesta quinta feira pelo campeonato brasileiro e empataram em 1 a 1. O time tricolor veio com a proposta de dar mais dinâmica na troca de passes com Nonato e Yago Felipe jogando mais avançados em uma segunda linha do 4-3-3, já o Juventude buscava sempre a transição ofensiva para progredir e levar perigo à equipe do Fluminense.

O Fluminense insistia bastante com as subidas de Egídio pelo lado esquerdo e a presença de Jhon Arias pelo mesmo lado, o colombiano se movimentava bastante para dar opção de passe aos seus companheiros e abria espaços na marcação do Juventude.

O Tricolor das Laranjeiras abriu o placar após erro na saída de bola de Ricardo Bueno, que perdeu a bola para Yago Felipe. O volante tricolor fez o passe para Arias passar e receber de Fred para bater cruzado sem chances para Marcelo Carné.

O Fluminense criou algumas oportunidades que teriam encaminhado a vitória tricolor, o 2º gol parecia maduro, mas a falta de capricho na finalização e o bom jogo do goleiro Marcelo Carné evitaram tal feito.

O Juventude chegou ao empate após cobrança de falta de Wagner e desvio contra de Lucca encobrindo o goleiro Marcos Felipe, uma infelicidade para o atacante tricolor que estava fazendo boa partida.

Marcão melhorou o time com mexidas, a exemplo de Cazares e Luiz Henrique, mas o jogo terminou em 1 a 1 e as equipes permanecem no meio da classificação.

Foto destaque: Lucas Mercçon

Tática Didática: Erros defensivos decretam derrota do Fluminense sobre o Atlético-MG

O Fluminense recebeu o Atlético-MG pela partida de ida das quartas de final da Copa do Brasil. E foi derrotado por 2 a 1, em uma partida com muitos erros defensivos.

Para começar, destacar a péssima partida do Egídio. Segundo o Footstats, ele tentou seis lançamentos e errou todos; tentou 11 cruzamentos e errou todos; não conseguiu nenhum desarme, e errou cinco passes.

De longe, o lateral esquerdo foi o pior jogador da partida. Do lado direito, Samuel Xavier foi mal. No segundo tempo, então, ficou uma avenida. Subia ao ataque e não tinha recomposição.

O Fluminense tentou mudar o que estamos acostumados a ver. Mesmo diante do todo poderoso Atlético-MG, tentou propor o jogo. Mas, não deu certo. Faltou projeção e alguém para organizar esse meio-campo.

No vídeo abaixo, explicamos mais detalhes deste problema defensivo, da atuação dos laterais e da deficiência ofensiva. Assista e responda: Dá para o Flu se recuperar e se classificar?

Tática Didática: Como o Atlético-MG joga? E como o Fluminense pode vencer?

O Fluminense volta a receber o Atlético-MG no Rio de Janeiro. Desta vez, pela partida de ida das quartas de final da Copa do Brasil.

O jogo do Campeonato Brasileiro, que aconteceu na última segunda-feira, trouxe uma prévia do que deve ser este confronto mata-mata. No entanto, se engana quem acha que o Galo mostrou todo o seu repertório neste jogo.

O Atlético-MG é um time extremamente vertical. Ou seja, se movimenta em direção ao gol adversário o tempo todo. E busca fazer isso de forma rápida e com poucos toques.

Quando joga contra equipes muito fechadas, como foi o Fluminense pelo Campeonato Brasileiro, sofre. Mas não dá pra imaginar que num mata-mata, a postura será a mesma. O Flu precisará, em algum momento, subir o jogo para marcar.

A jogada pelas pontas é muito perigosa. Hulk se movimenta muito e dá opções, com Nacho fazendo a entrelinha. No vídeo abaixo, explicamos como o Atlético-MG joga e como o Fluminense pode ganhar. Assista e responda: Qual o placar do jogo?

Tática Didática: O que esperar de Barcelona-EQU x Fluminense. Confira análise

Fluminense e Barcelona se enfrentam novamente pela Libertadores da América. Na primeira partida, um amargo empate para o Tricolor, que acumulou chances perdidas.

Esse fator foi determinante para o placar ruim no agregado. No recorte inicial da segunda etapa, o time de Roger poderia ter construído um placar confortável, mas não o fez.

Além disso, o time de Roger pode e deve explorar inversões de jogo e quebrar o balanço defensivo adversário, que marca com os atletas na zona da bola. Confira a análise!