Após empate, Roger Machado destaca postura do time: “Marca do time de Guerreiros”

O Fluminense visitou o RB Bragantino na noite do último domingo (13) e, após sair perdendo por 2 a 0 no primeiro tempo, o Tricolor mostrou poder de reação e buscou o empate por 2 a 2, trazendo com um ponto na bagagem de volta ao Rio de Janeiro.

Após a partida, o técnico Tricolor, Roger Machado, destacou a postura do time e destacou o espírito guerreiro da equipe:

A marca do time é o time de guerreiros. Essa é a marca que eu assumi dentro de campo. De ser muito aguerrido. Gosto de ver o meu atleta se entregar até o final. Mas isso já vinha desde o ano passado. Falo para os atletas, quando entram em campo, cinco minutos é muito tempo. Falo pra eles aproveitarem cada minuto. Aproveitem cada minuto, se entreguem sempre e não desistam nunca – disse o treinador.

Foto em destaque: Mailson Santana/FFC

Gegê elogia Time de Guerreiros: “Grupo é unido e vai surpreender”

Em sua segunda vez no Boteco Brahma Tricolor, Gegê reforçou o pré-jogo de Independiente Santa Fe (COL) x Fluminense, pela 2ª rodada do grupo D da Libertadores. Com o triunfo por 2 a 1, a equipe de Roger Machado chegou aos mesmos 4 pontos do River Plate (ARG). Para o massagista, a união do elenco pode contribuir para uma boa campanha em 2021.

– As pessoas não conhecem o nosso trabalho lá dentro. É gostoso, alegre. Estamos sempre brincando, em alto astral. Em momentos de tristeza, nós nos reunimos e resolvemos. Aí puxamos a alegria de volta. O ambiente é sempre sadio. Não tem intriga, vaidade. Nada disso. Todo mundo é legal. A alegria comove, contagia, levanta o astral da equipe. O nosso grupo é unido. E vai surpreender. Somos o Time de Guerreiros. Vontade e entrega não vão faltar.

Em comemoração aos 40 anos de clube, completados no mês de abril, Gegê recebeu das mãos do apresentador Alexandre Araújo uma réplica da primeira bola trazida por Oscar Cox ao Rio de Janeiro, produzida pela Liga Retrô. Durante o programa da FluTV, o funcionário relembrou seu início nas Laranjeiras.

– Fazia show com a Beija-Flor no Morro da Urca, quando um grande e ilustre amigo, que era professor de natação, o falecido Hélio, pessoa maravilhosa, me convidou para o Fluminense. Falava para ele que estava desempregado e que fazia shows para ajudar, porque minha filha tinha um ano e eu, naquela situação. Aí passei a trabalhar de servente. Tenho prazer em dizer que comecei como faxineiro. Hoje eu sou o que sou, graças a Deus, ao Fluminense e às pessoas de bem, que me deram moral. Se eu não tivesse força de vontade, não estaria hoje aqui.

De servente a massagista, Gegê prestou serviços na sauna, nos esportes olímpicos e nas divisões de base tricolores, em Xerém. Depois, transferiu-se para o Profissional, onde trabalha há 25 anos.

– O Fluminense é a melhor coisa do mundo. É minha família, meu coração, minha vida. Meu casamento com o Fluminense é só de altos. Tem momentos tristes, com derrotas que nos tiram coisas boas, mas o amor continua. Tenho que agradecer, sempre. São 40 anos de Fluminense, mas é como se eu começasse hoje.

Fred balançou a rede duas vezes no duelo contra o Santa Fe, na Colômbia, e alcançou 185 gols com a camisa verde, branca e grená. A marca torna o centroavante o segundo maior artilheiro do Time de Guerreiros, à frente de Orlando Pingo de Ouro, com 184. Waldo, com 319, lidera a lista.

– Fred é um cara sensacional. Ele é a alegria em pessoa. Artilheiro, ídolo. Tem um coração maravilhoso e um caráter sensacional. É um cara do bem. Faz bem ao grupo – diz Gegê

Fluminense relembra saga do “Time de Guerreiros”, quando o Flu se livrou de um rebaixamento praticamente certo em 2009

Nas rodadas finais do Brasileirão de 2009, o Fluminense protagonizou uma das maiores façanhas do principal campeonato do país. Quando parecia perto do rebaixamento para a Série B, o Tricolor se transformou no Time de Guerreiros, conseguiu uma sequência de resultados de campeão e venceu o duelo contra a queda para a segundona. O clube carimbou a permanência na primeira divisão depois de ficar no 1 a 1 com o Coritiba, no Couto Pereira, há 11 anos.

Paralelamente à disputa da Sul-Americana, da qual chegou a ser finalista naquela temporada, o Flu vivia um grande drama na competição de pontos corridos.

Foi em meio a um furacão em Laranjeiras que Cuca assumiu o comando da equipe, sucedendo, na época, Carlos Alberto Parreira, Vinícius Eutrópio e Renato Gaúcho. Na ocasião, os cálculos indicavam 99% de chance de rebaixamento do Fluminense, que somava 18 pontos em 24 jogos e ocupava a lanterna do Brasileiro.

Para se livrar da degola, o clube travou batalha contra a calculadora. Nos seus últimos sete compromissos no campeonato, o Tricolor tinha a missão de conquistar seis vitórias e um empate. Empurrado pelos torcedores, o Time de Guerreiros tornou possível o que se considerava um milagre.

A arrancada de 2009, aliás, abre o livro “Time de Guerreiros – A Epopeia do Tri”, produzido pelo Flu-Memória e lançado durante a FluFest de 2020, em celebração aos 10 anos do título brasileiro de 2010. A obra pode ser adquirida com exclusividade nas lojas oficiais do clube.

RELEMBRE A CAMPANHA

Apesar do cenário adverso, o apoio das arquibancadas expressava a confiança dos tricolores na superação. Naquela campanha, inclusive, foram eternizados, por exemplo, a faixa com a inscrição “Lutem até o fim” e o cântico de “Time de Guerreiros”.

Entre candidatos ao título e ao descenso, o Fluminense ganhou de Atlético-MG, Cruzeiro, Palmeiras, Atlético-PR, Sport e Vitória, na sua arrancada milagrosa. Na rodada decisiva, empatou com o Coritiba.

O início da reviravolta se deu no dia 29 de outubro, no Maracanã, pela 32ª rodada, quando o Flu levou a melhor sobre o Galo, por 2 a 1. Fred e Conca balançaram as redes.

Logo na sequência, a virada de 3 a 2 em cima do Cruzeiro, com gols de Fred (dois) e Gum, no Mineirão, marcou de vez a ascensão da equipe carioca no Campeonato Brasileiro. Em seguida, o Tricolor emplacou triunfos por 1 a 0 e 2 a 1 contra Palmeiras e Atlético-PR, respectivamente.

Após superar o Sport por 3 a 0, o clube passou a depender só de si para impedir a queda. Porém, somente depois da goleada por 4 a 0 sobre o Vitória, já na penúltima rodada, conseguiu, enfim, sair do Z-4.

A impressionante saga do Time de Guerreiros ganhou seu capítulo final no Couto Pereira, em 6 de dezembro de 2009.

Apenas um empate separava o Fluminense da permanência na Série A. No meio do caminho, entretanto, havia o Coritiba, que era assombrado pelo fantasma do rebaixamento em meio à comemoração dos seus 100 anos.

Diante de casa cheia e ambiente hostil, o confronto virou uma guerra. Não só com bola rolando. Depois do fim da partida, uma invasão ao campo, liderada por parte da torcida do Coxa, provocou pânico e deixou terra arrasada no local.  

Era decisão. Última rodada. Cada lance importava. Aos 26 minutos do primeiro tempo, Marquinho, de falta, pôs o Flu à frente no placar. Passados dez minutos, o adversário igualou o marcador e apostou na pressão. Ainda assim, não deu certo.

Os jogadores tricolores resistiram aos percalços, honraram a alcunha de guerreiros e deixaram o “impossível” só na estatística.

Foto em destaque: Photocamera

Torcida homenageia Cuca por arrancada de 2009

O treinador Cuca, que esteve no Maracanã com o Santos no último domingo (26), quando o Peixe foi derrotado por 3 a 1 pelo Tricolor, recebeu uma homenagem de uma organizada do Flu devido a arrancada histórica de 2009.

O treinador que livrou o Flu do rebaixamento daquele ano, quando tinha apenas 1% de chances de escapar, ganhou uma bandeira como homenagem e, um pedido. Confira!

Foto em destaque: Mailson Santana/FFC

Por meio de votação virtual torcida elege capa do livre que conta história do Tri Brasileiro

O Fluminense já anunciou o lançamento do livro Time de Guerreiros – A Epopéia do Tri, onde conta histórias sobre o Tri Campeonato Brasileiro conquistado pelo Tricolor das Laranjeiras em 2010.

A capa no entanto, ficou a cargo da torcida, que escolheu através de uma votação feita pela página do próprio clube por meio do Twitter. E, através de suas redes sociais, o clube divulgou qual foi a capa vencedora. Acompanhe:

Foto em destaque: Gilvan de Souza/Lancepress!

Há exatos dez anos o Fluminense empatava com o Coritiba e dava um bico nos números

Há exatos dez anos, em 6 de dezembro de 2009, o Fluminense empatava em 1 a 1 com o Coritiba e escapava de um rebaixamento certo.

O time que chegou a ter na ocasião 99% de chances de rebaixamento, conseguiu escapar da degola de forma incrível e surpreende, com 11 jogos de invencibilidade na reta final (7 vitórias e 4 empates).

Entre os jogos memoráveis daquela campanha ficou marcada a heróica virada sobre o Cruzeiro no Mineirão, quando saiu de um 2 a 0 para um 3 a 2. A também vitória sobre o Palmeiras de 1 a 0, diante de um Maracanã lotado em cima do até então líder do Campeonato, e claro, o empate diante do Coritiba, no Couto Pereira, por 1 a 1.

Diante de tal feito, surgiu aí o Time de Guerreiros, que veio a ser campeão Brasileiro no ano seguinte.

Além de escapar de um rebaixamento quase certo, aquela equipe ainda chegou à final da Copa Sul-Americana, perdendo o título para a LDU, do Equador – 5 a 1 em Quito e 3 a 0 no Rio.

Fluminense dá “pista” de camisa retrô produzida para FluFest

Dia 21 de julho, o Fluminense vai realizar, nas Laranjeiras, a 5ª edição da FluFest, em comemoração aos seus 117 anos. Entre as tradicionais recompensas aos colaboradores, destaca-se a camisa retrô branca com faixas verde e grená na diagonal. Produzida em parceria com a Liga Retrô, é uma homenagem ao modelo que marcou a conquista do Carioca de 1969, que completa 50 anos, e à sua reedição em 2009, época do Time de Guerreiros.

“A ideia é repetir o sucesso das duas últimas edições da Flu Fest, quando novas camisas foram disponibilizadas. Mas, dessa vez, a tiragem será muito menor e a produção ainda mais especial. Posteriormente, se houver sobra no estoque, já que as camisas serão produzidas em quantidade limitada, elas até poderão ser comercializadas com valor majorado”, avisam os organizadores do evento.

Nessa segunda-feira, o clube divulgou nas redes sociais uma “pista” de como será a roupa, que vem como brinde àqueles que contribuírem com quantias a partir de R$ 300. Até o fechamento desta matéria, com 214 pessoas, tinham sido arrecadados R$ 44.938 da meta de R$ 100 mil, que deve ser alcançada até 15 de julho. Clique aqui para participar.

A imagem pode conter: texto

O crowdfunding (financiamento coletivo) reserva prêmios para as mais variadas faixas de preço. A doação mínima, de R$ 50, por exemplo, dá um ingresso para o show de Lulu Santos no gramado do Estádio das Laranjeiras. Além disso, foram elaborados livro e moeda de prata que enaltecem o centenário do berço do futebol brasileiro.


LEIA MAIS: Fluminense confirma 5ª edição da FluFest para 21 de julho com show de Lulu Santos

LEIA MAIS: Torcedores escolhem capa do livro do centenário das Laranjeiras

LEIA MAIS: Fluminense abre votação para decidir capa de livro sobre centenário das Laranjeiras


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Parabéns aos Guerreiros

 

Marcelo Jorand e André Ferreira de Barros

Avançavam as últimas primárias do Partido Republicano. Repórteres, então, resolveram fustigar James Baker. “E se ‘A’ for eleito Presidente dos Estados Unidos? E se o eleito for ‘B’?”. Com a pertinácia que lhe é peculiar, o ex Secretário de Estado dos E.U.A respondeu: “Nada muda! Os Estados Unidos são à prova de idiotas…”.

Galera, é forçoso reconhecer que o time do Fluminense vem surpreendendo, positivamente, a todos nós.

Júlio César vem, pouco a pouco, ganhando a confiança da torcida tricolor. Gilberto, noves fora a patacoada no jogo contra o Cruzeiro, vem dando conta do recado. Gum… bom, Gum é Gum, o Guerreiro Gum! Ele tem lugar cativo no coração da galera e, quando sair, do time já terá entrado para a História. Renato “Calopsita” Chaves, quando não se acha o novo Franco Baresi, dá pro gasto. Luan Peres – ou qualquer outro zagueiro que complete a trinca – até agora não deu sustos. Ayrton “Beijinho” é, seguramente, uma das duas maiores revelações do futebol brasileiro em 2018. Marlon, quando entra, mantém o nível do titular. Richard é um volante austero, mas importantíssimo para o time. Jadson queimou a língua de 99,99% dos torcedores. Ele joga tanto quanto Wendell, mas com menos máscara. Marco Jr. quando se concentra em jogar bola, o faz com eficiência.

Júnior Sornoza merece um parágrafo à parte. Como joga bola esse equatoriano! Mesmo sabotado pelo Pedro Abad – que poderia presenteá-lo com um companheiro de criação no meio-campo -, Sornoza é incansável no leva e traz (a bola). E não é só transpiração, não! Tem muita inspiração o Papá!

Pedro, evidentemente, também merece um parágrafo à parte. Ele enverga a mais pesada camisa do Fluminense, a número 9. Não por causa do Dourado, claro, mas devido ao Fred. Guardadas as sacrossantas proporções, tem se saído muito bem o garoto. É a outra grande revelação do futebol brasileiro em 2018. E mais, além de competência, ele parece ter estrela em jogos cascudos. Pedro “Vai te Pegar” já enfiou bola na rede de Flamengo, Vasco, Botafogo, Cruzeiro, São Paulo e Chapecoense (aqui comparada aos grandes por razões óbvias).

Claro, o Abelão também merece um parágrafo particular – ou melhor, um artigo particular, só pra ele. Nós, cinquentões, colocamos o Abel no patamar de Carlos Alberto Parreira (1984) e Nelsinho Rosa (1980 e 1985). Abelão faz o time tricolor jogar no limite do limite. Parece que a garotada corre por ele. Mas Abel não é um mero incentivador, apenas um cara bom de grupo. Abel é muito mais, arrumou o time – e isso não é pouco!

De mais a mais, o Fluminense tem o peso de sua centenária camisa, um peso de entortar o varal.

A gana dos jogadores somado ao excelente trabalho do Abel somado ao peso de nossa camisa impulsionou o Fluminense à vice-liderança do Campeonato Brasileiro. Aliás, temos um encontro marcado com a liderança em Brasília, no Fla x Flu. E sou mais o Fluminense!!!

Voltando a James Baker, o Fluminense é forte, é fortíssimo, mas, infelizmente, não é à prova de incompetentes.

E não faltam incompetentes na Diretoria do Fluminense!

Já ouvimos um zumzumzum sobre as vendas do Pedro, do Ayrton e do Sornoza.

Putz Grilo!!

Desmancha-prazeres!!

Como dito num “live do Jorand”, “… o Fluminense não ganha por causa da Flusócio, ganha APESAR da Flusócio…”.

Saudações tricolores!