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Fluminense dá “pista” de camisa retrô produzida para FluFest

Dia 21 de julho, o Fluminense vai realizar, nas Laranjeiras, a 5ª edição da FluFest, em comemoração aos seus 117 anos. Entre as tradicionais recompensas aos colaboradores, destaca-se a camisa retrô branca com faixas verde e grená na diagonal. Produzida em parceria com a Liga Retrô, é uma homenagem ao modelo que marcou a conquista do Carioca de 1969, que completa 50 anos, e à sua reedição em 2009, época do Time de Guerreiros.

“A ideia é repetir o sucesso das duas últimas edições da Flu Fest, quando novas camisas foram disponibilizadas. Mas, dessa vez, a tiragem será muito menor e a produção ainda mais especial. Posteriormente, se houver sobra no estoque, já que as camisas serão produzidas em quantidade limitada, elas até poderão ser comercializadas com valor majorado”, avisam os organizadores do evento.

Nessa segunda-feira, o clube divulgou nas redes sociais uma “pista” de como será a roupa, que vem como brinde àqueles que contribuírem com quantias a partir de R$ 300. Até o fechamento desta matéria, com 214 pessoas, tinham sido arrecadados R$ 44.938 da meta de R$ 100 mil, que deve ser alcançada até 15 de julho. Clique aqui para participar.

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O crowdfunding (financiamento coletivo) reserva prêmios para as mais variadas faixas de preço. A doação mínima, de R$ 50, por exemplo, dá um ingresso para o show de Lulu Santos no gramado do Estádio das Laranjeiras. Além disso, foram elaborados livro e moeda de prata que enaltecem o centenário do berço do futebol brasileiro.


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Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Parabéns aos Guerreiros

 

Marcelo Jorand e André Ferreira de Barros

Avançavam as últimas primárias do Partido Republicano. Repórteres, então, resolveram fustigar James Baker. “E se ‘A’ for eleito Presidente dos Estados Unidos? E se o eleito for ‘B’?”. Com a pertinácia que lhe é peculiar, o ex Secretário de Estado dos E.U.A respondeu: “Nada muda! Os Estados Unidos são à prova de idiotas…”.

Galera, é forçoso reconhecer que o time do Fluminense vem surpreendendo, positivamente, a todos nós.

Júlio César vem, pouco a pouco, ganhando a confiança da torcida tricolor. Gilberto, noves fora a patacoada no jogo contra o Cruzeiro, vem dando conta do recado. Gum… bom, Gum é Gum, o Guerreiro Gum! Ele tem lugar cativo no coração da galera e, quando sair, do time já terá entrado para a História. Renato “Calopsita” Chaves, quando não se acha o novo Franco Baresi, dá pro gasto. Luan Peres – ou qualquer outro zagueiro que complete a trinca – até agora não deu sustos. Ayrton “Beijinho” é, seguramente, uma das duas maiores revelações do futebol brasileiro em 2018. Marlon, quando entra, mantém o nível do titular. Richard é um volante austero, mas importantíssimo para o time. Jadson queimou a língua de 99,99% dos torcedores. Ele joga tanto quanto Wendell, mas com menos máscara. Marco Jr. quando se concentra em jogar bola, o faz com eficiência.

Júnior Sornoza merece um parágrafo à parte. Como joga bola esse equatoriano! Mesmo sabotado pelo Pedro Abad – que poderia presenteá-lo com um companheiro de criação no meio-campo -, Sornoza é incansável no leva e traz (a bola). E não é só transpiração, não! Tem muita inspiração o Papá!

Pedro, evidentemente, também merece um parágrafo à parte. Ele enverga a mais pesada camisa do Fluminense, a número 9. Não por causa do Dourado, claro, mas devido ao Fred. Guardadas as sacrossantas proporções, tem se saído muito bem o garoto. É a outra grande revelação do futebol brasileiro em 2018. E mais, além de competência, ele parece ter estrela em jogos cascudos. Pedro “Vai te Pegar” já enfiou bola na rede de Flamengo, Vasco, Botafogo, Cruzeiro, São Paulo e Chapecoense (aqui comparada aos grandes por razões óbvias).

Claro, o Abelão também merece um parágrafo particular – ou melhor, um artigo particular, só pra ele. Nós, cinquentões, colocamos o Abel no patamar de Carlos Alberto Parreira (1984) e Nelsinho Rosa (1980 e 1985). Abelão faz o time tricolor jogar no limite do limite. Parece que a garotada corre por ele. Mas Abel não é um mero incentivador, apenas um cara bom de grupo. Abel é muito mais, arrumou o time – e isso não é pouco!

De mais a mais, o Fluminense tem o peso de sua centenária camisa, um peso de entortar o varal.

A gana dos jogadores somado ao excelente trabalho do Abel somado ao peso de nossa camisa impulsionou o Fluminense à vice-liderança do Campeonato Brasileiro. Aliás, temos um encontro marcado com a liderança em Brasília, no Fla x Flu. E sou mais o Fluminense!!!

Voltando a James Baker, o Fluminense é forte, é fortíssimo, mas, infelizmente, não é à prova de incompetentes.

E não faltam incompetentes na Diretoria do Fluminense!

Já ouvimos um zumzumzum sobre as vendas do Pedro, do Ayrton e do Sornoza.

Putz Grilo!!

Desmancha-prazeres!!

Como dito num “live do Jorand”, “… o Fluminense não ganha por causa da Flusócio, ganha APESAR da Flusócio…”.

Saudações tricolores!

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